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				<title>Seminário debate extensão universitária, currículo e transformação social em encontro on-line</title>
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				<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 19:02:58 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Diálogos Extensionistas]]></category>
		<category><![CDATA[Divulgação]]></category>
		<category><![CDATA[dose de ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

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						<description><![CDATA[O papel social da universidade e sua relação com os territórios, as comunidades e as políticas públicas estarão no centro do debate do seminário “Extensão Universitária, Currículo e Ação Social Transformadora: Princípios e Bases Teóricas”, que será realizado nos dias 22 e 29 de setembro de 2026, das 14h às 17h30, em formato on-line. Promovido [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O papel social da universidade e sua relação com os territórios, as comunidades e as políticas públicas estarão no centro do debate do seminário “Extensão Universitária, Currículo e Ação Social Transformadora: Princípios e Bases Teóricas”, que será realizado nos dias 22 e 29 de setembro de 2026, das 14h às 17h30, em formato <i>on-line</i>.</p><p>Promovido pelo Grupo EXTELAR, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), o evento propõe um espaço de reflexão sobre os caminhos para uma formação acadêmica comprometida com a transformação da realidade social e com a participação ativa das comunidades, dos movimentos sociais e dos(as) protagonistas dos territórios e dos serviços públicos sociais.</p><p>Ao longo dos dois encontros, serão discutidas as bases teóricas, históricas e metodológicas da extensão universitária e da educação popular, com atenção especial à inserção da extensão nos currículos acadêmicos. O seminário também pretende contribuir para o debate sobre decolonialidade e para a aproximação entre o conhecimento produzido nas universidades e os saberes construídos nos territórios.</p>		
													<img width="819" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/XII-Seminario-de-Educacao-Popular-e-Construcao-do-Conhecimento-1-819x1024.jpeg" alt="" />													
													<img width="819" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/Programacao-819x1024.jpeg" alt="" />													
		<p>A proposta parte da compreensão de que a extensão universitária constitui um importante espaço de diálogo entre universidade e sociedade. Nesse sentido, o evento busca estimular a construção coletiva de perspectivas que fortaleçam uma universidade socialmente referenciada, aberta ao diálogo com os movimentos sociais, as comunidades e os diferentes sujeitos envolvidos na implementação das políticas públicas sociais.</p><p>O seminário é destinado a estudantes, docentes, pesquisadores(as), profissionais, integrantes de movimentos sociais, trabalhadores(as) de políticas públicas e demais pessoas interessadas em discutir a relação entre universidade, sociedade e transformação social.</p><p>A participação é gratuita e ocorrerá por meio das plataformas Google Meet e YouTube. Os participantes terão direito a certificado de 8 horas/aula.</p><h3><b>Inscrições</b></h3><p>As inscrições estão abertas e podem ser realizadas gratuitamente por meio do formulário: <a href="https://forms.gle/M2aC2gnTzA6KhtyY7">https://forms.gle/M2aC2gnTzA6KhtyY7</a> </p><p><i>Revisão: Catharina Viegas, revisora de textos da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</i></p>		
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-1024x1024.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_4-1024x1024.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Estudantes aproximam formação em Engenharia Química dos desafios da sustentabilidade na indústria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2026/09/18/estudantes-aproximam-formacao-em-engenharia-quimica-dos-desafios-da-sustentabilidade-na-industria</link>
				<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 18:21:06 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[#indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Avaliação do Ciclo de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[educação ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Química]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino]]></category>
		<category><![CDATA[EPEQ-UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[formação profissional]]></category>
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		<category><![CDATA[processos industriais]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologias Verdes]]></category>

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						<description><![CDATA[Iniciativa da EPEQ-UFSM parte de uma questão presente na atuação profissional: como conciliar eficiência e produtividade com a redução dos impactos ambientais dos processos industriais]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p class="isSelectedEnd">Eficiência, produtividade e otimização estão entre as preocupações centrais de quem trabalha com processos industriais. Mas como incorporar a sustentabilidade a essas decisões sem tratá-la como uma questão secundária? Foi a partir dessa reflexão que estudantes da Engenharia Química da UFSM organizaram o Minicurso de Indústria e Sustentabilidade, realizado nos dias 9 e 10 de setembro.</p>
<p class="isSelectedEnd">A atividade reuniu 13 alunos inscritos de diferentes etapas da graduação, além de um estudante de pós-graduação e três engenheiros já formados que acompanharam o minicurso como ouvintes. A diversidade de experiências contribuiu para aproximar os conteúdos discutidos em sala da realidade encontrada na atuação profissional.</p>
<p class="isSelectedEnd">Organizado pela Escola Piloto de Engenharia Química (EPEQ-UFSM), o minicurso abordou conceitos introdutórios sobre indústria e sustentabilidade, Avaliação do Ciclo de Vida (ACV) de produtos e Tecnologias Verdes. Mais do que apresentar novos conteúdos, a proposta foi estimular os estudantes a considerar os impactos ambientais dos processos industriais junto a aspectos como eficiência, produtividade e viabilidade.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Como estudantes de Engenharia Química, acabamos focando em eficiência, produtividade e otimização dos processos, deixando a sustentabilidade em segundo plano. Por isso, quisemos mostrar que esses aspectos podem caminhar juntos e que, como futuros engenheiros, também temos um papel importante na busca por processos mais sustentáveis e na redução dos impactos ambientais da indústria”, explica Gabriela Dias, monitora do minicurso.</p>
<p class="isSelectedEnd">A presença de três engenheiros já formados entre os ouvintes também ampliou as discussões. Segundo a organização, a participação desses profissionais possibilitou uma troca de experiências e ajudou a relacionar os conceitos apresentados às situações encontradas no cotidiano da indústria.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para Leonardo Machado, participante do minicurso, a atividade ajudou a compreender como a indústria pode responder às demandas por sustentabilidade sem separar esse movimento da inovação e da eficiência. “O que mais chamou minha atenção foi ver como a inovação e a sustentabilidade andam juntas para gerar mais eficiência e diminuir impactos”, relata.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na avaliação do professor Michel Brondani, do Departamento de Engenharia Química da UFSM, conhecimentos relacionados à sustentabilidade são cada vez mais importantes para a formação do engenheiro químico, que atua no desenvolvimento, na otimização e na gestão de processos industriais. Além dos conhecimentos técnicos, o professor destaca o protagonismo dos estudantes na busca por atividades que complementem a formação. “É muito positivo observar a proatividade e o pensamento crítico dos estudantes ao buscarem, por iniciativa própria, atividades e conhecimentos que vão além da sala de aula”, afirma.</p>
<p>Para a EPEQ-UFSM, a expectativa é que os conhecimentos discutidos durante o minicurso acompanhem os estudantes também na futura atuação profissional, contribuindo para que a busca por eficiência esteja associada à avaliação dos impactos ambientais e à adoção de soluções e tecnologias mais sustentáveis.</p>
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<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped"><!-- wp:image {"id":8252,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/09/Estudo-de-Caso-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-8252" /></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/09/Estudo-de-Caso-2-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-8253" /></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/09/Dia-2-H-1-1024x768.jpeg" alt="" class="wp-image-8254" /></figure>
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<!-- wp:heading -->
<h2 class="wp-block-heading">Saiba mais</h2>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A <strong>Escola Piloto de Engenharia Química</strong> é um projeto de ensino e extensão vinculado ao curso de Engenharia Química da UFSM. O grupo busca complementar a formação dos estudantes por meio de atividades que aproximam os conteúdos acadêmicos da realidade e das demandas do setor industrial. Entre as iniciativas desenvolvidas estão minicursos, palestras, workshops, treinamentos e outras atividades extraclasse. Para acompanhar as atividades e conhecer mais sobre o projeto, acesse o <strong><a href="https://www.instagram.com/epeq.ufsm">Instagram @epeq.ufsm</a></strong>.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:separator -->
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
<!-- /wp:separator -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM</em> | <em> </em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos"><em>Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</em></a> | <em>Siga o CT nas redes sociais: </em><a href="https://www.instagram.com/ctufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Instagram</em></a><em> e <a href="https://www.linkedin.com/company/109683370" target="_blank" rel="noreferrer noopener">LinkedIn</a></em></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto da UFSM conquista o Prêmio Colgate Prevenção em Extensão</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/09/14/projeto-de-extensao-da-ufsm-conquista-o-premio-colgate-prevencao-em-extensao</link>
				<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 21:06:55 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio Colgate]]></category>
		<category><![CDATA[saúde bucal]]></category>

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						<description><![CDATA[Desde 2025, o projeto promove a saúde bucal por meio da articulação entre universidade, serviços públicos e projetos sociais]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_74087" align="alignright" width="550"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-14-at-10.28.08-4.jpeg"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-14-at-10.28.08-4-576x1024.jpeg" alt="A foto mostra três pessoas em pé: um homem (à esquerda) e duas mulheres. O grupo sorri e segura um cartaz com a inscrição “1º Lugar Prêmio Colgate de Prevenção em Extensão”." width="550" height="978" /></a> Representantes do projeto recebem a premiação durante a 43ª Reunião Anual da SBPqO, realizada de 9 a 12 de setembro, em São Paulo[/caption]<p>O projeto de extensão “Saúde no Território”, da UFSM, conquistou o primeiro lugar no Prêmio Colgate Prevenção em Extensão, na 43ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Pesquisa Odontológica (SBPqO), realizada de 9 a 12 de setembro no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo. O evento é considerado o maior e mais importante congresso de pesquisa odontológica do país, reunindo pesquisadores, docentes e estudantes de todo o Brasil. Entre os resumos submetidos na categoria, o trabalho da UFSM foi um dos cinco selecionados nacionalmente para apresentação oral e, na etapa final, avaliado por comissão julgadora, obteve o primeiro lugar.</p><p>A apresentação foi realizada pela acadêmica de graduação em Odontologia Laura Gonzales Pereira, bolsista do projeto, que representou a equipe na exposição oral e na arguição pela comissão avaliadora. O projeto é coordenado pela professora Maria Laura Braccini Fagundes, com a coorientação dos professores Orlando Luiz do Amaral Júnior e Jessye Melgarejo do Amaral Giordani. O grupo de docentes é vinculado ao Departamento de Estomatologia, e atuam como professores permanentes do Programa de Pós-Graduação em Ciências Odontológicas (PPGCO), na ênfase de Saúde Coletiva.</p><p>Desenvolvido desde 2025 em Santa Maria, o “Saúde no Território” nasceu da escuta das demandas dos territórios e tem como objetivo promover saúde, fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS) e a articulação intersetorial entre a universidade, os serviços públicos e projetos sociais do município, aproximando estudantes de graduação e pós-graduação em Odontologia da realidade dos serviços e fomentando uma formação humanizada e alinhada aos princípios do SUS. Sua metodologia se organiza em quatro etapas: pactuação intersetorial, diagnóstico e planejamento participativo, execução das ações e avaliação contínua, sempre construídas a partir do diálogo com cada território.</p><p>O projeto é também um espaço privilegiado de integração entre a graduação e o PPGCO. Cada ação reúne um docente, um pós-graduando e cerca de cinco graduandos, aproximando na prática o ensino, a pesquisa e a extensão, e fomentando o desenvolvimento de estratégias de promoção e educação em saúde culturalmente sensíveis e baseadas em evidências.</p><p>Atualmente, o projeto atua em três frentes. Em parceria com o projeto filantrópico “Água, Vida, Cidadania”, realiza ações junto à população em situação de rua, com orientações sobre saúde bucal, avaliação, triagem e encaminhamento ao projeto “Sorria Santa Maria”, vinculado à Política de Saúde Bucal do município. Junto ao projeto “Bora Skatear”, encontra mensalmente adolescentes praticantes de skate em parques públicos da cidade, com ações de promoção de saúde construídas de forma participativa e rodas de conversa sobre autonomia e direito à saúde. E, articulado à Unidade Odontológica Móvel (UOM) da Prefeitura de Santa Maria, leva ações de educação em saúde a territórios sem equipe de saúde bucal de referência, apoiando o trabalho da equipe responsável. Somadas, essas frentes alcançam em média 954 pessoas por ano, consolidando parcerias intersetoriais sustentáveis.</p><p>O reconhecimento nacional reforça a relevância da extensão universitária como estratégia de produção de impacto comunitário real e de formação crítica em saúde, evidenciando o potencial da integração entre ensino, serviço e comunidade, construída pelo “Saúde no Território” ao longo do seu desenvolvimento.</p> <h3 style="text-align: justify;margin-right: 0cm;margin-left: 0cm;font-size: 12pt;font-family: &apos;Times New Roman&apos;, serif"><strong>Reconhecimento em Letramento em Saúde Bucal</strong></h3>Além do primeiro lugar em Extensão, a UFSM obteve outro reconhecimento na área de odontologia. A pesquisa “Desigualdades socioeconômicas na dor dentaria em gestantes do serviço público: papel do letramento em saúde bucal”, da doutoranda Vitória Zaneti Henriques, sob orientação do professor Bruno Emmanuelli, no Programa de Pós-Graduação em Ciências Odontológicas, conquistou o 3º lugar no Prêmio LAOHA de Pesquisa sobre Letramento em Saúde Bucal.O estudo integra o projeto “Determinantes Sociais da Saúde Bucal em uma Coorte de Mães &amp; Filhos – Projeto MAFI”, desenvolvido desde 2022. O projeto busca compreender como os determinantes sociais da saúde e as condições maternas influenciam a saúde bucal e a qualidade de vida relacionada à saúde bucal ao longo do desenvolvimento infantil. O estudo teve início com a avaliação de 520 gestantes atendidas nos serviços públicos de saúde do município.A pesquisa de Vitória investiga as desigualdades sociais em saúde bucal durante a gestação, com foco na ocorrência de dor dentária e no papel do letramento em saúde bucal. A dor dentária é um importante problema de saúde pública e pode comprometer a alimentação, o sono, o bem-estar e a qualidade de vida das gestantes. Conforme o estudo, a popular dor de dente difere de acordo com as condições sociais, bem como o acesso e a utilização dos serviços de saúde.Nesse contexto, a pesquisa buscou compreender em que medida o letramento em saúde bucal pode ajudar a explicar as desigualdades sociais na ocorrência de dor dentária entre gestantes. A investigação parte da compreensão de que fatores como renda e escolaridade podem estar relacionados às condições de saúde bucal e procura entender qual é o papel do letramento em saúde bucal nesse processo. Ao investigar essas relações, a pesquisa contribui para ampliar a compreensão dos mecanismos que produzem e perpetuam as iniquidades em saúde bucal e pode subsidiar o desenvolvimento de estratégias de promoção da saúde e de qualificação do cuidado odontológico durante o pré-natal.<p><i>Texto e foto: projeto Saúde no Território</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>OSSM celebra 60 anos com concerto especial sob regência de Alba Bomfim</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/09/09/ossm-celebra-60-anos-com-concerto-especial-sob-regencia-de-alba-bomfim</link>
				<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 19:34:10 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=17710</guid>
						<description><![CDATA[A apresentação reuniu obras de Catarina Domenici, Beethoven e Villa-Lobos e marcou a programação comemorativa das seis décadas da Orquestra Sinfônica de Santa Maria]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A Orquestra Sinfônica de Santa Maria (OSSM) realizou, no dia 3 de setembro, um concerto especial em comemoração aos seus 60 anos de trajetória. A apresentação ocorreu no Centro de Convenções de Santa Maria e teve como convidada a maestra Alba Bomfim, regente, professora universitária e instrumentista que atua na formação e na difusão da música de concerto no Brasil.</p><p>Com entrada gratuita, o concerto integrou a programação comemorativa das seis décadas da OSSM e reuniu obras de diferentes períodos e linguagens da música sinfônica. O repertório foi aberto com a “Abertura Anita Garibaldi para Orquestra de Cordas”, da compositora Catarina Domenici. Em seguida, foi apresentada a “Sinfonia nº 7 em Lá Maior, Op. 92”, de Ludwig van Beethoven. O encerramento ficou por conta da “Sinfonieta nº 1”, de Heitor Villa-Lobos.</p>		
										<figure>
										<img width="576" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-09-at-16.24.30-576x1024.jpeg" alt="" />											<figcaption>Maestra Alba Bomfim</figcaption>
										</figure>
		<p>Para Alba Bomfim, estar à frente da OSSM em um momento tão significativo foi motivo de honra e alegria. A maestra, que é carioca e atualmente vive em Teresina, no Piauí, destacou a importância de participar de uma instituição com seis décadas de história. “Eu me sinto muito honrada, porque é uma orquestra tradicional, já existe há tanto tempo, há seis décadas, e poder estar à frente, aqui no sul, é muito importante”, afirmou.</p><p>A regente também ressaltou o caráter universitário da orquestra e a possibilidade de promover uma troca de experiências com estudantes e músicos. Para ela, a presença de diferentes profissionais no pódio amplia as referências dos jovens que estão em formação. Segundo Alba, sua participação em Santa Maria também representa uma oportunidade para que estudantes possam perceber que diferentes perfis de músicos e regentes podem ocupar espaços de liderança dentro da música de concerto. “É muito importante não só para mim, mas também para os jovens que estão na Universidade, porque têm acesso a outras pessoas, outras etnias no pódio”, destacou.</p><h2><b>Um repertório de contrastes</b></h2><p>A escolha das obras foi um dos elementos que deram identidade ao concerto. Alba explicou que a programação buscou aproximar diferentes linguagens e períodos históricos, colocando lado a lado uma compositora brasileira contemporânea, Beethoven e Villa-Lobos.</p><p>Para a maestra, a diversidade do repertório demonstra como uma orquestra pode funcionar como um espaço de diálogo com a sociedade. “Eu acredito que a Orquestra Sinfônica é uma espécie de microcosmos artístico, um aparelho artístico que representa a sociedade, o que a gente gostaria da sociedade”, explicou.</p>		
													<img width="1024" height="684" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/DSC0040-1024x684.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="684" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/DSC0043-1024x684.jpg" alt="" />													
		<p>A regente destacou especialmente o contraste entre as obras escolhidas. A abertura de Catarina Domenici apresenta uma linguagem contemporânea, enquanto a Sétima Sinfonia de Beethoven pertence ao repertório clássico europeu. Já a Sinfonietta de Villa-Lobos estabelece uma relação entre o nacionalismo brasileiro, o modernismo e referências à música de Mozart. De acordo com Alba, essa variedade permite ao público percorrer diferentes universos musicais durante a mesma apresentação.</p><p>A Sétima Sinfonia de Beethoven também representou um desafio para os estudantes da orquestra, segundo a maestra. A obra é marcada por grande intensidade rítmica e exige dos músicos precisão e domínio técnico. Para Alba, esse contato com repertórios variados faz parte da própria função de uma orquestra contemporânea. “É um organismo vivo de diálogo e de transformação”, afirmou.</p><h2><b>A escolha de Alba Bomfim</b></h2><p>O maestro da Orquestra Sinfônica de Santa Maria, Claudio Antônio Esteves, explicou que o convite para Alba Bomfim foi pensado especialmente para a programação dos 60 anos da instituição.</p><p>Os dois se conheceram durante a pandemia, inicialmente por meio de encontros realizados de forma on-line. A partir daquele contato, Claudio passou a acompanhar o trabalho e a trajetória profissional da maestra.</p>		
										<figure>
										<img width="576" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-09-at-16.24.30-1-576x1024.jpeg" alt="" />											<figcaption>Maestro Claudio Antônio Esteves</figcaption>
										</figure>
		<p>Quando a programação do aniversário de 60 anos começou a ser planejada, Alba foi a primeira escolha do maestro. “Eu pensei: quem é que poderia representar uma geração jovem e, mesmo, a questão da presença feminina na música? A primeira pessoa que me veio à cabeça foi a Alba”, contou o maestro.</p><p>Segundo ele, a presença da maestra também proporcionou aos integrantes da OSSM uma experiência de contato com uma regente de outra geração e com concepções musicais diferentes. Claudio destacou ainda que a participação de profissionais em diferentes momentos de suas carreiras contribui para a formação de um legado dentro da orquestra. “Abrir espaço para uma jovem com uma carreira em ascendência, para que a gente possa depois dizer: vocês sabem que a Alba esteve aqui e nos regeu”, afirmou.</p><p>Para o maestro, a presença de Alba na programação representa também uma forma de pensar o futuro da instituição e deixar referências para as próximas gerações de músicos.</p><h2><b>A presença feminina na regência</b></h2><p>Um dos pontos abordados por Alba Bomfim durante sua passagem por Santa Maria foi a presença das mulheres — especialmente das mulheres negras — em posições de liderança dentro da música de concerto.</p><p>A maestra contou que, quando começou sua formação, teve poucos modelos femininos próximos. Ao longo da carreira, encontrou referências que contribuíram para sua trajetória, mas destacou que a desigualdade de gênero ainda representa um desafio no mercado profissional.</p>		
													<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/DSC_0101-1024x683.jpg" alt="" />													
		<p>Segundo Alba, a regência exige experiência prática e oportunidades para que o profissional possa acumular as chamadas “horas de voo”. O problema, segundo ela, é que essas oportunidades ainda não são distribuídas de maneira igualitária. “É sempre ser o melhor possível, não é apenas ser boa”, afirmou, ao falar sobre os desafios enfrentados pelas mulheres em posições de liderança.</p><p>A maestra também ressaltou que faz um recorte ainda mais específico quando fala sobre mulheres negras, que, segundo ela, continuam sendo minoria nos espaços de regência.</p><p>Para Alba, uma das mudanças necessárias é ampliar a participação das mulheres nos espaços de decisão. “Nós, mulheres, precisamos estar nos lugares de decisão. Nós precisamos estar nas reuniões, nós temos que estar com a caneta na mão”, defendeu.</p><p>Ela também destacou a importância de que meninas e meninos tenham contato com mulheres ocupando posições de liderança dentro das artes desde cedo.</p><h2><b>Da orquestra ao pódio</b></h2><p>A relação de Alba com a música começou ainda na infância, influenciada pelo ambiente familiar. Ela conta que cresceu em uma família na qual diferentes integrantes estudaram música e que teve contato com piano, canto e outros instrumentos.</p><p>Embora seja violoncelista de formação, a maestra explicou que o piano foi o instrumento que inicialmente abriu as portas para o universo da orquestra. A obra de Heitor Villa-Lobos também teve papel importante em sua escolha pelo violoncelo.</p><p>A experiência como instrumentista de orquestra, segundo ela, influencia diretamente sua maneira de atuar como regente. “Se eu não tivesse vivido em orquestra, talvez eu não fosse regente hoje”, afirmou.</p><p>Estar dos dois lados — como musicista dentro da orquestra e, posteriormente, como regente no pódio — permitiu que Alba desenvolvesse uma percepção particular sobre a relação entre músicos e maestros. Para ela, compreender como os instrumentistas recebem as orientações de quem está à frente do grupo faz diferença na construção do trabalho coletivo.</p><h2><b>Música como transformação</b></h2><p>Além da escolha do repertório e da própria execução musical, Alba Bomfim defende que as orquestras possuem um papel que ultrapassa a apresentação de grandes obras. Para a maestra, o contato com a música pode ampliar a sensibilidade e criar novas formas de perceber o mundo.</p><p>Ela também considera a universidade um importante espaço para essa transformação, principalmente por possibilitar o encontro entre pessoas de diferentes regiões, experiências e realidades.</p><p>Alba ressaltou ainda a importância da educação como instrumento de transformação social e de mobilidade, lembrando que sua própria trajetória foi construída por meio da busca por oportunidades de formação.</p><h2><b>Uma noite de celebração</b></h2><p>O concerto do dia 3 de setembro marcou mais um capítulo da história da Orquestra Sinfônica de Santa Maria, que chegou aos 60 anos mantendo sua atuação ligada à formação musical, à universidade e à realização de concertos para a comunidade.</p><p>A escolha de uma jovem regente convidada, a presença de uma compositora brasileira contemporânea no repertório e a reunião de obras de Beethoven e Villa-Lobos deram à apresentação um caráter simbólico dentro da programação comemorativa.</p><p>Para Claudio Antônio Esteves, a participação de Alba Bomfim sintetizou parte do espírito que a OSSM buscou imprimir à celebração. “É uma honra, sim, para todo mundo”, resumiu o maestro.</p><p>Já para Alba, a experiência em Santa Maria representou a possibilidade de conhecer uma nova realidade do país e, ao mesmo tempo, contribuir para a formação de jovens músicos.</p>		
													<img width="1024" height="684" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/DSC0018-1-1024x684.jpg" alt="" />													
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		<p><i>Texto: Laura Severo, bolsista de jornalismo da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</i></p><p><i>Revisão: Esther Costa Faria, bolsista de Letras – Português da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM). </i></p>		
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_4-1024x1024.jpg" alt="" />													
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													</item>
						<item>
				<title>UFSM promove Viva o Campus Gaúcho no próximo domingo (13)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/09/08/ufsm-promove-viva-o-campus-gaucho-no-proximo-domingo-13</link>
				<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 16:18:34 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[coordenadoria de arte e cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[Viva o Campus]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=74020</guid>
						<description><![CDATA[Dia do Gaúcho será comemorado no Viva o Campus com muitas atividades e música tradicionalistas]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p class="wp-block-paragraph">A Universidade Federal de Santa Maria, por meio da Coordenadoria de Cultura e Arte da Pró-Reitoria de Extensão (PRE) UFSM, promove, neste domingo, 13 de setembro, o <strong>Viva o Campus Gaúcho</strong>. As atividades são abertas a toda comunidade e acontecem das 14h às 18h.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Essa edição contará com a presença dos parceiros do Viva o Campus: a Polifeira do Agricultor; o Jardim Botânico, Mostra Morfo; Projeto Arte Além do Ofício; Projeto Hangar Aeroespacial e o Projeto Olha o Passarinho.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O evento contará também com oficinas de esportes e jogos campeiros, como bocha e truco, e a atração artística do Viva vai ficar por conta do DTG Noel Guarany com apresentações de canto e dança e a participação especial do cantor Junior Benaduci trazendo muita música gaúcha. </p>
<p class="wp-block-paragraph">O Viva o Campus busca incentivar a participação cultural e artística da comunidade, promovendo a conscientização e o cuidado com o Meio Ambiente ao trazer a sociedade para o campus. Realizada desde 2014, a ação tem ganhado espaço na agenda de Santa Maria, ressaltando as habilidades e as experiências movimentadas pela UFSM nas diversas áreas de atuação institucional.<br /><br /><em>Texto: Coordenadoria de Cultura e Arte/PRE</em><em><br /></em><em><br /></em><br /><br /><strong><em>PROGRAMAÇÃO ARTÍSTICA:</em></strong><br /><br />15h às 15h30 – Esportes e jogos campeiros<br />– Bocha na grama, na área próxima ao bosque<br />– Oficina de Truco Gaúcho</p>
<p class="wp-block-paragraph">15h30 – APRESENTAÇÕES ARTÍSTICAS INDIVIDUAIS<br />– Talentos do DTG Noel Guarany<br />Apresentações individuais de música e/ou dança tradicionalista.<br />Largo do Planetário</p>
<p class="wp-block-paragraph">16h – APRESENTAÇÃO DO GRUPO DE DANÇAS<br />–  Danças Tradicionais Gaúchas<br />Apresentação coletiva do DTG Noel Guarany, com aproximadamente 15 minutos.<br />Largo do Planetário<br /><br />16h30 – Junior Benaduce<br />Largo do Planetário</p>
<p class="wp-block-paragraph"><em><br /></em><strong>PARCEIROS FIXOS</strong></p>
<p class="wp-block-paragraph"><em>PLANETÁRIO</em></p>
<p class="wp-block-paragraph">14h às 17h30 – Exposição: Céus do Sul<br />Sessões de Cúpula:<br />14:30 / 15:30 / 16:30<br />Filme – O Sol: A Nossa Estrela Viva<br /><br /></p>
<p class="wp-block-paragraph"><em>JARDIM BOTÂNICO</em></p>
<p class="wp-block-paragraph">14h às 18h<br />Telhado verde<br />Jardim sensorial<br />Exposição de animais taxidermizados <br />Horta Mandala<br />Pracinha Quintal dos brotos<br />Inauguração do “Recanto da erva Mate” com distribuição de sachês de chazinhos para chimarrão aos visitantes.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><em>MOSTRA MORFO</em><br />14h às 18h<br />– Mostra de Ciências Morfológicas<br />Prédio 19<br /><br /><em>PROJETO HANGAR</em><br />14h às 18h<br />– Apresentações gerais<br />Prédio 9h, em frente ao IEM e do lado do GPMOT, final da Rua do IMPE</p>
<p class="wp-block-paragraph"><em>POLIFEIRA DO AGRICULTOR</em><br />14h às 18h<br />Largo do Planetário</p>
<p class="wp-block-paragraph"><em>OFICINA OLHA O PASSARINHO<br /></em>14h às 18h<br />Largo do Planetário</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-17695" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/01-Card-CV-Gaucho-Capa-240x300.jpg" alt="" width="240" height="300" /></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>São Sepé abre inscrições para a 24ª Caminhada Internacional na Natureza na Região Central do RS</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/09/02/sao-sepe-abre-inscricoes-para-a-24a-caminhada-internacional-na-natureza-na-regiao-central-do-rs</link>
				<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 17:23:16 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Caminhada Internacional na Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Diálogos Extensionistas]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=17635</guid>
						<description><![CDATA[Evento gratuito reúne caminhantes, agricultores, familiares e instituições parceiras em percurso de 8 km pela Rota Italiana na Localidade da Mata Grande, consolidando o turismo rural como estratégia de desenvolvimento territorial na Região Central do Rio Grande do Sul]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Estão abertas, desde o dia 27 de agosto, as inscrições para a 24ª Caminhada Internacional na Natureza, etapa de São Sepé (RS) do circuito regional de 2026, intitulado "Caminhos de Sepé: Rota Italiana". O evento ocorre no dia 13 de setembro, das 8h às 12h, com concentração na localidade de Mata Grande. As inscrições nesta edição são gratuitas e podem ser feitas até o dia 10 de setembro (às 23h59) pelo aplicativo Ecobooking, sendo limitadas a 250 participantes.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>É a primeira vez que São Sepé sedia o projeto, que integra o Programa do Geoparque de Assistência Técnica e Extensão Rural (Progeater) da UFSM, em parceria com a Emater/RS-Ascar e a Prefeitura Municipal. A sede coube ao município por meio de edital público, que selecionou oito entre 19 municípios candidatos para receber o circuito ao longo de 2026.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:heading -->
<h2><strong>O encanto do interior: turismo de experiência e paisagens de São Sepé</strong></h2>
<!-- /wp:heading -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>O percurso de 8 km, classificado como de esforço moderado (nível 2 de 5), conduz o caminhante por trilhas e estradas de piso irregular, num trajeto sinalizado e de severidade considerada baixa. Não há idade mínima para participação, o que amplia o alcance do evento a famílias inteiras. A paisagem rural de São Sepé, com suas propriedades produtivas e paisagens preservadas, é o cenário de uma modalidade de turismo que já não se resume ao lazer: fala-se cada vez mais em turismo regenerativo, em vivência autêntica no campo e em reconexão com a natureza como formas de valorizar a agricultura familiar e a cultura local.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Reforçando esse caráter comunitário, vinte famílias de agricultores estarão presentes ao longo da trilha, uma presença que aproxima quem caminha da realidade de quem produz.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
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<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/image-1024x576.jpeg" alt="" /></figure>
<!-- /wp:image -->
<!-- wp:heading -->
<h2><strong>Como participar</strong></h2>
<!-- /wp:heading -->
<!-- wp:list -->
<ul><!-- wp:list-item -->
<li><strong>Data e horário:</strong> 13 de setembro de 2026, das 8h às 12h (concentração a partir das 7h30).</li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li><strong>Local de concentração e largada:</strong> Mata Grande, São Sepé (RS).</li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li><strong>Percurso e nível de dificuldade:</strong> 8 km, esforço moderado (2/5), trilhas e estradas de piso irregular, com sinalização ao longo do trajeto.</li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li><strong>Inscrições:</strong> gratuitas nesta edição, limitadas a 250 participantes, abertas até 10 de setembro às 23h59, pelo<a href="https://www.ecobooking.com.br/site3/claude_destinoEventoSimples.php?Xeven=fima0zacjpnkpsnwvydz"> aplicativo Ecobooking</a> (disponível para Android e iOS) ou pela página oficial do evento. Acesse: <a href="https://www.ecobooking.com.br/site3/claude_destinoEventoSimples.php?Xeven=fima0zacjpnkpsnwvydz">https://www.ecobooking.com.br/site3/claude_destinoEventoSimples.php?Xeven=fima0zacjpnkpsnwvydz</a> </li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li><strong>Estrutura e alimentação:</strong> café da manhã (R$15,00, mediante adesão) às 7h30 e almoço colonial (R$45,00, mediante adesão) na chegada, prevista para às 11h30. Dois pontos de apoio, carro de apoio e ambulância disponíveis durante todo o percurso. Banheiros disponíveis no local.</li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li><strong>Contatos e informações:</strong> organização a cargo de Murilo Gonçalves Becker, pelo telefone (55) 92001-4583 ou pelo e-mail caminhosdesepe@gmail.com.</li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->
<!-- wp:image {"id":17637,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/image-1-1024x576.jpeg" alt="" /></figure>
<!-- /wp:image -->
<!-- wp:heading -->
<h2><strong>Recomendações ao caminhante</strong></h2>
<!-- /wp:heading -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Calçado fechado e confortável, protetor solar e garrafa de água própria (item obrigatório) são recomendações básicas para quem vai encarar o percurso. Não há exigência de comprovante vacinal para participar. A organização reforça o respeito ao meio ambiente ao longo de toda a trilha e alerta que, em caso de chuva forte, o evento poderá ser cancelado.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
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<!-- /wp:image -->
<!-- wp:heading -->
<h2><strong>Quem organiza a caminhada em São Sepé</strong></h2>
<!-- /wp:heading -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>A caminhada reúne quatro frentes com papéis bem definidos. A Emater/RS-Ascar cuida da parte técnica: define o trajeto, testa o percurso e organiza a feira de produtos locais. A Prefeitura Municipal garante a estrutura no dia do evento, como ambulância, sinalização e credenciamento dos caminhantes. A comunidade local prepara o café e o almoço colonial para a recepção dos visitantes. Já a UFSM, por meio da Pró-Reitoria de Extensão e do PROGEATER, coordena a comunicação oficial do projeto e organiza as inscrições, sustentando um calendário regional de uma caminhada por mês entre abril e novembro.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Essa articulação transforma o trabalho de extensão rural, historicamente ligado à assistência técnica e à produção, em algo mais amplo: estruturar roteiros e qualificar a acolhida no meio rural, hoje uma fonte relevante de renda não agrícola para as famílias do interior gaúcho.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
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<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/image-4-1024x576.jpeg" alt="" /></figure>
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<!-- wp:heading -->
<h2><strong>Uma caminhada alinhada à Agenda 2030</strong></h2>
<!-- /wp:heading -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>O evento também dialoga com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. A caminhada movimenta a economia local por meio da venda de produtos coloniais e artesanato (ODS 8), aproxima consumidor e produtor com o café e o almoço servidos por famílias da região (ODS 12) e, ao ganhar espaço acadêmico (o projeto virou tema de uma questão do Vestibular da UFSM em 2026), reforça sua vocação educativa (ODS 4).</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:heading -->
<h2><strong>Marco da 24ª edição</strong></h2>
<!-- /wp:heading -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Chegar à 24ª edição da Caminhada Internacional na Natureza é um indicador da maturidade de um projeto que nasceu em 2023 e hoje mobiliza milhares de participantes na Região Central do Rio Grande do Sul. Para São Sepé, o marco é duplo: além de integrar essa trajetória consolidada, o município estreia como sede de uma ação que já foi apresentada em seminário internacional como referência de política pública de desenvolvimento territorial. Cada participante que completa o trajeto recebe um carimbo numerado, registro que, somado ao selo digital colecionável do aplicativo Ecobooking, dá à caminhada um caráter também de memória afetiva e de fidelização a um circuito que se pretende contínuo.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
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<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/09/image-1-1024x576.jpg" alt="" /></figure>
<!-- /wp:image -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Revisão: Esther Costa Faria, bolsista de Letras - Português da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM). </em></p>
<!-- /wp:paragraph -->		
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_4-1024x1024.jpg" alt="" />													
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													</item>
						<item>
				<title>Formigueiro realiza primeira Caminhada Internacional na Natureza e fortalece turismo rural, agricultura familiar e identidade comunitária</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/08/26/formigueiro-realiza-primeira-caminhada-internacional-na-natureza-e-fortalece-turismo-rural-agricultura-familiar-e-identidade-comunitaria</link>
				<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 16:03:56 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Caminhada Internacional na Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Diálogos Extensionistas]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=17548</guid>
						<description><![CDATA[Primeira edição da Caminhada Internacional na Natureza reuniu 185 caminhantes em percurso de 12 quilômetros, gerou R$ 12.329,00 em movimentação direta e projetou o município para dentro da rede do PROGEATER, que já soma 3.667 participantes desde a retomada do projeto em 2023]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"id":17550,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/image-8-1024x683.jpeg" alt="" /></figure>
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<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Formigueiro (RS), 16 de agosto de 2026. </strong>Um domingo de estradas de chão, propriedades familiares e histórias transmitidas de geração em geração transformou Formigueiro, município localizado na Região Central do Rio Grande do Sul, no mais novo destino do turismo rural gaúcho. A primeira edição da Caminhada Internacional na Natureza, batizada de Carreiros de Formigueiro (Circuito das Origens), reuniu 185 participantes efetivos entre 227 pré-inscritos, em um percurso de aproximadamente 12 quilômetros que atravessou comunidades quilombolas, núcleos de imigração italiana e alemã e propriedades da agricultura familiar. O evento resultou em uma movimentação financeira já contabilizada de R$ 12.329,00 e consolidou a chegada do município à rede do Programa do Geoparque de Assistência Técnica e Extensão Rural (PROGEATER), iniciativa da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) em parceria com a Emater/RS-Ascar e as prefeituras da Região Central, que acumula 3.667 caminhantes desde a retomada do projeto, em 2023.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
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<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/image-9-1024x683.jpeg" alt="" style="object-fit:cover;width:512px;height:250px" /></figure>
<!-- /wp:image -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Mais do que uma atividade recreativa, a caminhada em Formigueiro é um estudo de caso de como extensão rural, turismo de base comunitária e estratégia de marca territorial podem convergir em um único evento, com efeitos que vão além do domingo de percurso.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:heading -->
<h2><strong>Uma vitrine inédita para o turismo formigueirense</strong></h2>
<!-- /wp:heading -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Para a secretária municipal de Cultura, Turismo e Promoção da Igualdade Racial, Laís Moreira Figueiredo, trata-se do primeiro evento de turismo de fato estruturado na história recente do município. "A gente conseguiu mostrar um pouquinho do que a gente fala tanto, da hospitalidade do povo formigueirense, do trabalho da comunidade, das comunidades integradas aqui", afirmou.<br></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>O relato da secretária aponta para um efeito que a literatura de desenvolvimento territorial descreve como ativação de capital social: a mobilização de famílias para preparar casas, quintais e espaços de recepção não é apenas hospitalidade espontânea, é o primeiro sinal de que uma comunidade está disposta a se organizar coletivamente em torno de um produto turístico. "É essa sensação de capacidade, das pessoas sentirem que são capazes e que aqui pode ser feito", resumiu Figueiredo, associando o evento à construção de um sentimento de pertencimento e de identidade formigueirense, o ativo intangível sobre o qual qualquer estratégia de <em>place branding</em> rural precisa se apoiar antes de investir em infraestrutura ou promoção.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:image {"id":17552,"width":"512px","height":"342px","scale":"cover","sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"right"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/image-10-1024x683.jpeg" alt="" style="object-fit:cover;width:512px;height:342px" /></figure>
<!-- /wp:image -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>O prefeito Cristiano Rubert reforçou a leitura de que a caminhada abriu uma porta para o desenvolvimento local ao permitir que os visitantes conhecessem de perto as propriedades rurais e a diversidade das comunidades de formação do município, entre elas a quilombola e as de imigração italiana e alemã.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:heading -->
<h2><strong>O Circuito das Origens: <em>place branding</em> a partir da memória</strong></h2>
<!-- /wp:heading -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>A escolha do nome Carreiros de Formigueiro (Circuito das Origens) não é um detalhe estético. Em marketing de destinos, a narrativa de origem é um dos ativos mais difíceis de replicar por concorrentes, porque está enraizada em um território específico e não pode ser copiada por outro município. O tradicionalista Paulo Verne Barreto conduziu, ao longo do percurso, o relato preservado pela comunidade sobre a origem do nome "Formigueiro": a movimentação de dezenas de carretas durante antigos trabalhos de demarcação de terras teria inspirado a comparação com um formigueiro, substituindo a antiga denominação de Estância de São João.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Ao incorporar essa narrativa oral ao roteiro físico da caminhada, o Circuito das Origens faz o que a segmentação de mercado do turismo de experiência recomenda: transforma um ativo intangível (a memória local) em um ponto de parada tangível, com tempo de permanência e engajamento do visitante. É esse tipo de curadoria, e não apenas a paisagem, que diferencia um roteiro de turismo rural genérico de um produto territorial com identidade própria.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:heading -->
<h2><strong>Agricultores como anfitriões: extensão rural em ação</strong></h2>
<!-- /wp:heading -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>O papel dos agricultores familiares como anfitriões diretos do evento é o ponto em que a metodologia de extensão rural se torna mais visível. Na Chácara das Nogueiras, o agricultor Cláudio Benetti recebeu os caminhantes como ponto de apoio, oferecendo frutas e água. "A gente ficou muito feliz aqui com a visita dessa caminhada do pessoal, e a gente agradece a preferência por parar aqui na nossa propriedade", disse.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Na localidade de Picada, a agricultora Rosa Coradine converteu em atrativo geológico do circuito um ativo até então pouco valorizado: formações rochosas de sua propriedade com idade estimada em 320 milhões de anos e histórico associado à presença do mar na região. "Rochas que foram encontradas na nossa propriedade. Arenito, cimentado com carbono. Pelos estudos que foram feitos, é mais uma prova que essa região aqui já foi mar no passado", relatou.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
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<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/image-12-1024x577.jpeg" alt="" style="object-fit:cover;width:512px;height:342px" /></figure>
<!-- /wp:image -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>O extensionista rural Abel Dias, chefe do Escritório Municipal da Emater/RS-Ascar de Formigueiro, situou o evento dentro do trabalho de mais longo prazo da instituição: "Nós trabalhamos muito para resgatar, para fazer com que ele permaneça na agricultura familiar, que são os produtos da agricultura familiar, tradicionais, sustentando sempre com menos uso de produtos químicos." Para Dias, a caminhada cria uma ponte direta entre o momento de visitação e a comercialização: o visitante almoça, conhece o produtor e, na sequência, compra e leva para casa.</p>
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<p>É esse encadeamento entre assistência técnica, permanência do produtor no campo e abertura de um canal de comercialização direta ao consumidor que caracteriza a ATER como estratégia de desenvolvimento e não apenas como suporte técnico à produção.</p>
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<h2><strong>Agricultura familiar em vitrine: da produção ao consumo direto</strong></h2>
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<p>A feira instalada ao longo do percurso reuniu agroindústrias e grupos de produtores locais, entre eles iniciativas vinculadas às Tábuas do Passo, Tábuas da Estância e Recanto dos Cardeais. Segundo a extensionista Neuza Lorenz, da Emater/RS-Ascar de Formigueiro, os feirantes participam regularmente da feira semanal do município e encontraram na caminhada uma vitrine ampliada para produtos que, de outra forma, circulariam apenas em circuito local.<br></p>
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<p>A feirante Carmen Otília da Silva, do Recanto dos Cardeais, localidade de Faxinal da Eugênia, descreveu sua propriedade como "um espaço terapêutico com recuperação de solo, recuperação do ser humano e dos animais", um sítio ecossustentável cuja produção comercializada na feira é a mesma consumida pela família. O relato ilustra um segmento de mercado em expansão no turismo rural contemporâneo: o visitante não busca apenas paisagem, busca uma narrativa de produção com rastreabilidade e vínculo direto com quem produz.</p>
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<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/image-15-1024x577.jpeg" alt="" /></figure>
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<h2><strong>Números que sustentam a narrativa</strong></h2>
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<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/image-16-1024x683.jpeg" alt="" style="object-fit:cover;width:450px;height:300px" /></figure>
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<p>Para além do relato qualitativo, a primeira edição já apresenta indicadores mensuráveis e consolidados. Dos 227 pré-inscritos, 185 efetivamente percorreram o circuito, taxa de conversão de aproximadamente 81%, considerada relevante pela organização para uma primeira edição sem histórico local. Foram servidos 93 cafés da manhã e 164 almoços ao longo do evento. A movimentação financeira direta somou R$ 12.329,00, sendo R$ 6.560,00 em almoços, R$ 1.395,00 em cafés, R$ 430,00 em aluguel do salão e R$ 3.944,00 em vendas dos feirantes e do comércio local. A organização do evento mobilizou 22 pessoas entre representantes regionais e locais (prefeitura, Emater/RS-Ascar, UFSM e demais entidades parceiras), enquanto 21 pessoas da comunidade rural atuaram diretamente no apoio ao café, ao almoço e ao longo da trilha. A feira reuniu 7 expositores, entre agroindústrias e iniciativas de artesanato.<br></p>
<!-- /wp:paragraph -->
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<p>Ainda que modesto em termos absolutos, o valor movimentado em uma única manhã, somado à mobilização de 21 pessoas da comunidade rural e 7 expositores locais, sinaliza um modelo de geração de renda descentralizado, no qual o recurso circula dentro do próprio território em vez de se concentrar em intermediários externos, uma característica estrutural do turismo de base comunitária que o diferencia de modelos convencionais de exploração turística.</p>
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<h2><strong>Formigueiro no mapa da Caminhada Internacional</strong></h2>
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<p>A caminhada em Formigueiro integra o Programa do Geoparque de Assistência Técnica e Extensão Rural (PROGEATER), da Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, desenvolvido em parceria com a Emater/RS-Ascar e prefeituras municipais da Região Central do Rio Grande do Sul. Com os 185 participantes de Formigueiro, o projeto Caminhada Internacional na Natureza chega a 3.667 caminhantes efetivos desde sua retomada, em 2023, somando edições realizadas em municípios como Silveira Martins, Restinga Seca, Paraíso do Sul, Mata e São Francisco de Assis, entre outros selecionados por edital público da Região Central.</p>
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<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/image-17-1024x683.jpeg" alt="" style="object-fit:cover;width:512px;height:342px" /></figure>
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<p>O padrão que se repete nessas edições (roteiros de 10 a 14 quilômetros, participação de agricultores como pontos de apoio, feira de produtos locais e movimentação financeira direta às comunidades) revela um formato replicável de política pública de desenvolvimento territorial, no qual a universidade atua como articuladora técnica, a Emater/RS-Ascar como ponte com o produtor rural e o poder público municipal como viabilizador de infraestrutura e mobilização. Entre 2023 e 2026, o projeto já acumula 4.460 pré-inscritos e 3.667 participantes efetivos em todo o circuito regional, com o ano de 2025 marcando o maior salto da série histórica. A relevância acadêmica da iniciativa foi reconhecida em 2026, quando o projeto tornou-se tema de uma questão do Vestibular da UFSM, e sua experiência foi apresentada em seminário internacional como referência de política pública, com previsão de inclusão na plataforma da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza.<br></p>
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<h2><strong>Uma caminhada alinhada à Agenda 2030</strong></h2>
<!-- /wp:heading --><p>O padrão adotado pelo PROGEATER em todas as edições do projeto é conectar cada caminhada aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, e o que se viu em Formigueiro confirma essa aderência em pelo menos sete frentes já relatadas nos depoimentos e no material de divulgação do evento.</p>
<p>ODS 1 (Erradicação da Pobreza) e ODS 8 (Trabalho Decente e Crescimento Econômico): a movimentação financeira de R$ 12.329,00 gerada em uma única manhã, distribuída entre café (R$ 1.395,00), almoço (R$ 6.560,00), aluguel do salão (R$ 430,00) e vendas de feirantes e comércio local (R$ 3.944,00), mostra a caminhada operando como mecanismo direto de geração de renda no meio rural.</p>
<p>ODS 2 (Fome Zero e Agricultura Sustentável): a atuação da Emater/RS-Ascar, relatada por Abel Dias e Neuza Lorenz, e a presença da feira com agroindústrias como Tábuas do Passo, Tábuas da Estância e Recanto dos Cardeais reforçam a permanência da agricultura familiar no território.</p>
<p>ODS 10 (Redução das Desigualdades): o próprio roteiro do Circuito das Origens, ao incorporar a comunidade quilombola entre as referências de formação histórica de Formigueiro, citada tanto pelo prefeito Cristiano Rubert quanto na narrativa conduzida por Paulo Verne Barreto, aproxima o evento da valorização de territórios historicamente menos visibilizados.</p>
<p>ODS 11 (Cidades e Comunidades Sustentáveis): o depoimento da secretária Laís Moreira Figueiredo sobre a "sensação de capacidade" e o sentimento de pertencimento despertado nos moradores é, na prática, o indicador social desse objetivo: patrimônio cultural e natural reconhecido e valorizado pela própria comunidade que o habita.</p>
<p>ODS 12 (Consumo e Produção Responsáveis): o relato de Carmen Otília da Silva sobre o Recanto dos Cardeais como "sítio ecossustentável", cuja produção comercializada na feira é a mesma consumida pela família, ilustra diretamente esse objetivo.</p>
<p>ODS 15 (Vida Terrestre): as formações rochosas de 320 milhões de anos na propriedade de Rosa Coradine, incorporadas ao roteiro como atrativo geológico, transformam a conservação do patrimônio natural em parte da experiência turística.</p>
<p>ODS 17 (Parcerias e Meios de Implementação): a própria arquitetura institucional do evento, UFSM, Emater/RS-Ascar e Prefeitura Municipal de Formigueiro atuando de forma articulada, é o modelo que o PROGEATER já replicou em mais de vinte municípios da Região Central do Rio Grande do Sul desde 2023.</p>
<p>A recorrência desses objetivos em outras edições do PROGEATER, de Silveira Martins a Cachoeira do Sul, de Restinga Seca a São Francisco de Assis, sugere que o alinhamento com a Agenda 2030 não é um discurso pontual de divulgação, mas um critério de desenho incorporado à metodologia do projeto desde a concepção de cada roteiro.</p>		
													<img width="623" height="415" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/Captura-de-tela-2026-08-26-130826.jpg" alt="" />													
			<h2><h2>O que vem depois da primeira caminhada</h2></h2>		
		<p>O desafio agora para Formigueiro é o de qualquer destino em fase de decolagem: transformar um evento pontual em fluxo turístico recorrente. Isso exige investimento em sinalização permanente do percurso, qualificação continuada dos agricultores anfitriões para atendimento ao visitante, formalização de meios de hospedagem e alimentação e construção de um calendário anual que sustente a marca Circuito das Origens para além da primeira edição.</p>
<p>Os indicadores da estreia (índice de conversão de inscritos de aproximadamente 81%, movimentação financeira de R$ 12.329,00 já contabilizada e envolvimento direto de 21 pessoas da comunidade rural e 7 expositores locais) oferecem uma base concreta para essa próxima etapa. Mas o resultado mais citado pelos próprios organizadores não está nas planilhas: é a mudança de percepção registrada entre os moradores, que passaram a reconhecer que Formigueiro também pode receber turistas, contar sua história e transformar seu território em experiência. Essa mudança de percepção, mais do que qualquer número isolado, é o verdadeiro ponto de partida de uma estratégia de desenvolvimento territorial baseada em turismo rural.</p>
<p>Para mais informações, os interessados podem acessar as redes sociais do projeto <a href="https://www.instagram.com/caminhadasufsm/">@caminhadasufsm</a> ou na comunidade de avisos do <a href="https://chat.whatsapp.com/Fcw0NoRdHOs93lHhl9bYvU">WhatsApp</a>. </p>		
													<img width="620" height="345" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/Captura-de-tela-2026-08-26-131049.jpg" alt="" />													
													<img width="621" height="412" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/Captura-de-tela-2026-08-26-131021.jpg" alt="" />													
		<p><i>Texto e Fotos: Assessoria de Comunicação do PROGEATER/UFSM</i></p>
<p><i>Revisão: Esther Costa Faria, bolsista de Letras - Português da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM). </i></p>		
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													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-1024x1024.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto de extensão da UFSM/FW prepara alunos para segunda fase da OBMEP</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/08/24/projeto-de-extensao-da-ufsm-fw-prepara-alunos-para-segunda-fase-da-obmep</link>
				<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 17:58:03 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aulas de matemática]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[obmep]]></category>
		<category><![CDATA[Olimpíadas de matemática]]></category>

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						<description><![CDATA[A ação reúne estudantes do ensino fundamental para o desenvolvimento do raciocínio lógico e resolução de problemas matemáticos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/08/aulas_obmep_foto_paula_mazzonetto2-1024x683.jpg" alt="" />											<figcaption>Profa. Patricia ministra aula para os alunos do ensino fundamental | Foto: Paula Mazzonetto</figcaption>
										</figure>
		<p>O projeto de extensão <strong>Ampliando Caminhos do Conhecimento pela OBMEP</strong> instrui alunos do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental para a segunda fase da <strong>Olimpíada Brasileira de Matemática</strong>. Coordenado por Patricia Rodrigues Fortes, docente do Departamento de Engenharia e Tecnologia Ambiental da Universidade Federal de Santa Maria Campus Frederico Westphalen (UFSM/FW), a iniciativa ministra oficinas de matemática para os estudantes das escolas públicas e privadas desde 2019.</p>
<p>A ação busca ampliar os conhecimentos em exatas de estudantes selecionados para a 2ª fase da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP). O curso ensina aos estudantes diversas estratégias para resolver problemas que englobam lógica, geometria, álgebra, estatística, entre outros tópicos relevantes para um desempenho destacado na competição nacional.</p>
<p>Conforme explica Patricia, ao longo das aulas são trabalhadas questões das provas da OBMEP, além do desenvolvimento do raciocínio lógico, estimulando os alunos a construírem as respostas. A ideia, complementa, é levar os participantes para esse mundo da competição da olimpíada.</p>
<p>Atualmente participam das aulas semanais cerca de 60 alunos da rede pública e privada de Frederico Westphalen e da rede pública de Seberi. O projeto conta com o apoio das prefeituras dos dois municípios, que disponibilizam transporte gratuito aos participantes até o campus.</p>
<p>Entre os objetivos dessa ação extensionista, está o estímulo à participação dos estudantes da Educação Básica nas Olimpíadas, reduzir desigualdades de aprendizado e o aprofundamento do conhecimento matemático. Este projeto reafirma o compromisso da universidade com a democratização do ensino de qualidade, o desenvolvimento da educação regional e a formação de novos talentos nas ciências exatas.</p>
<p>Colaboram com o projeto a professora Mariza de Camargo, também ministrando as aulas, e os acadêmicos do Curso de Agronomia que atuam como monitores: Thaís Griebler, Vitor Hugo de Cristo, Murilo Basso, Mariana Volpatto e Guilherme Hursan.&nbsp;&nbsp;</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>“A aproximação dos grupos de pesquisa da pós-graduação com as comunidade é estratégica”</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/2026/08/24/a-aproximacao-dos-grupos-de-pesquisa-da-pos-graduacao-com-as-comunidade-e-estrategica</link>
				<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 17:45:37 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Além do Arco]]></category>
		<category><![CDATA[Capes]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[proext-pg]]></category>
		<category><![CDATA[PRPGP]]></category>

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						<description><![CDATA[Comitê Gestor do PROEXT-PG avalia políticas de incentivo à extensão na pós-graduação]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O mês de agosto marca o final do ciclo de dois anos do Programa de Extensão da Educação Superior na Pós-Graduação (PROEXT-PG) na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). A iniciativa é um edital financiado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal (Capes) para a extensão universitária a partir da prática de pesquisa, e contemplou dez projetos liderados por programas de pós-graduação em diferentes áreas do conhecimento. Para Cristina Nogueira, Pró-reitora de Pós-Graduação e Pesquisa, e Tatiana Emanuelli, Coordenadora de Pós-Graduação, representantes do Comitê Gestor do Programa na UFSM, apesar de bem-vindo, o investimento em projetos do tipo ainda é escasso. </p><p> </p><p>As universidades públicas são as líderes na produção de conhecimento e na criação de soluções inovadoras, principalmente por meio da pesquisa realizada na pós-graduação. “A aproximação dos grupos de pesquisa da pós-graduação com as comunidades, a realidade do mundo do trabalho e os setores produtivos é estratégica. Essa sinergia poderá transformar realidades ao aplicar ou transferir os conhecimentos desenvolvidos na pesquisa, gerando um impacto significativamente superior àquele de uma extensão meramente assistencialista, que apenas tenta suprir deficiências ou substituir o papel do Estado”, afirmam Cristina e Tatiana.</p>		
													<img width="1024" height="667" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/08/montagem_001-1024x667.jpg" alt="" />													
		<p>Para a Pró-Reitora de Extensão da UFSM e membra do Comitê Gestor, Milena Freire, há uma concepção histórica do fazer pesquisa: “Ela pode, muitas vezes, ser construída dentro dos muros da universidade, uma pesquisa que não se relaciona e não dialoga com o que a sociedade quer, com quais são as grandes questões que nós temos hoje, em termos de demandas da sociedade em todas as áreas”, afirma. Esta não é uma visão equivocada de como se faz pesquisa, mas ignora as possibilidades de construir conhecimento junto às comunidades. “Então, quando temos um investimento de política pública que tenha essa orientação, com fomento, as coisas ficam mais articuladas, temos a possibilidade de valorizar projetos que já tenham essa dimensão”, enfatiza Milena.</p><p> </p><p>No caso dos dez projetos contemplados pela atual edição do Programa, Cristina e Tatiana avaliam que houve uma boa adesão dos PPGs, embora a maioria dos projetos aprovados sejam liderados por grupos com histórico de extensão. “Isso evidencia que, embora haja interesse crescente, muitos PPGs ainda enfrentam desafios estruturais ou culturais para incorporar esse tipo de atuação em suas dinâmicas habituais de pesquisa e do entendimento do papel do envolvimento nas ações de extensão como parte de um processo formativo dos pós-graduandos”, explicam.</p>		
			<h3>Impacto social de programas de financiamento
</h3>		
		<p>Apesar da extensão estar no nome do edital de financiamento, Cristina e Tatiana gostam de enfatizar o impacto social. Por ser um conceito mais amplo, não se restringe apenas a ações nas comunidades, mas pode contemplar o setor produtivo e trabalhista, organizações governamentais e não governamentais e até interferir na criação de políticas públicas. “A pós-graduação pode gerar impactos acadêmico-científicos, econômicos, de saúde e bem estar, políticos, ambientais, sociais e culturais que podem ter abrangência local, regional, nacional ou internacional. Estes impactos podem ser potenciais ou reais e diretos ou indiretos”, detalham. De acordo com Milena, o impacto social não se restringe aos resultados das pesquisas, mas colabora para a formação do estudante e do pesquisador, uma vez que abrange desenvolvimento tecnológico, inovação e formulação de políticas públicas baseadas em evidências.</p>		
							<b>“Eu acho que são dois momentos para pensar essa adesão de projetos e grupos de pesquisa, porque se dá via disponibilidade de recursos, o que é fundamental, e também pela vocação dos coordenadores e das proposições dos projetos. Mas depois podemos pensar como essa adesão se dá, de maneira muito especial, a partir da experiência, da relação e prática com a comunidade, junto aos territórios, numa escuta atenta e sensível de quais são as demandas, e de aprendizagem a partir de outros saberes que não apenas os científicos, clássicos e duros”.
</b>Milena Freire, Pró-Reitora de Extensão da UFSM.
		<p>Cristina e Tatiana avaliam que a aproximação da extensão com a pós-graduação oportuniza a redefinição e refinamento das lacunas científicas. “Torna-os mais alinhados às demandas reais e capazes de gerar respostas de aplicabilidade mais direta. Permite também validar aquilo que foi gerado dentro dos espaços de pesquisa, verificando se os produtos ou processos desenvolvidos se aplicam como originalmente previsto nos estudos”, explicam.</p>		
			<h3>O futuro de investimentos em extensão
</h3>		
		<p>Para Milena, há um futuro promissor para este tipo de investimento, uma vez que o movimento de aproximação da extensão com a pesquisa é recente. “Eu tenho a expectativa daquilo que discutimos a partir dos fóruns de pró-reitores de extensão: a partir de editais como esse, fazemos a avaliação dos resultados junto à CAPES para poder compreender que novas demandas aparecem, quais são os avanços, o que precisamos aprimorar. Mas certamente a extensão está em um novo momento dentro do Ministério da Educação (MEC)”, explica. Cristina e Tatiana afirmam que, por parte da CAPES, não há nenhuma sinalização de novos editais, mas os projetos podem buscar investimentos fora de fontes tradicionais de fomento. “Projetos alinhados ao setor produtivo podem ser financiados diretamente por parceiros privados e indústrias interessadas, enquanto iniciativas de elevado impacto social ou voltadas ao aprimoramento de serviços públicos podem captar recursos por meio de parcerias governamentais e emendas parlamentares”, detalham.</p><p> </p><p>Confira, <a href="https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/producoes-audiovisuais" target="_blank" rel="noopener"><u><b><i>neste link</i></b></u></a>, os vídeos que contam as histórias dos dez projetos.</p><p><b>Expediente:</b></p><p>Reportagem: Samara Wobeto, jornalista voluntária;</p><p>Design: Evandro Bertol, designer.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Editora da Pró-Reitoria de Extensão lança 26 obras durante a 53ª Feira do Livro de Santa Maria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/08/24/editora-da-pro-reitoria-de-extensao-lanca-26-obras-durante-a-53a-feira-do-livro-de-santa-maria</link>
				<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 12:49:18 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[DH]]></category>
		<category><![CDATA[Diálogos Extensionistas]]></category>
		<category><![CDATA[Divulgação]]></category>
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		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=17511</guid>
						<description><![CDATA[A Editora da Pró-Reitoria de Extensão da UFSM lançou 26 obras durante a 53ª Feira do Livro de Santa Maria, reunindo experiências e práticas desenvolvidas em projetos de extensão. ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Na última quarta-feira (19), a Editora da Pró-Reitoria de Extensão (PRE) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) realizou o lançamento de 26 obras durante a programação da 53ª Feira do Livro de Santa Maria. As publicações foram selecionadas pelo edital Série Extensão 2026 e reúnem livros, cartilhas, manuais, relatos de experiência e registros de práticas desenvolvidas junto às comunidades.</p><p>O lançamento reuniu autores e autoras das obras, autoridades, integrantes da equipe da Editora da PRE e o público que acompanhou a programação. Após a apresentação de cada publicação, os responsáveis pelas obras tiveram espaço para compartilhar experiências relacionadas aos projetos e às atividades de extensão que deram origem aos trabalhos.</p><p>Durante a cerimônia, a pró-reitora adjunta de Extensão, Angela Weber Righi, destacou a importância do momento para a universidade e para os extensionistas. Segundo ela, as obras representam experiências construídas no contato cotidiano com comunidades, grupos e instituições. “É uma honra reunir extensionistas aqui, nesse espaço, para comemorar esse momento oficial de publicação desses lindos trabalhos que foram feitos por todos vocês, na prática, no contato diário, no encontro com as comunidades, com os grupos, com as instituições”, destaca. </p><p>Angela também ressaltou o crescimento e a consolidação da extensão na UFSM, destacando seu papel na formação acadêmica e na transformação das comunidades envolvidas. Para a pró-reitora adjunta, a extensão promove uma relação de troca, na qual universidade e sociedade constroem conhecimentos e experiências conjuntamente. “Existe sempre uma troca mútua e uma transformação em conjunto nesses momentos”, reafirma. </p><h3><b>Conhecimento que permanece</b></h3><p>Para Angela, registrar as experiências em livros, cartilhas e manuais é uma forma de preservar o conhecimento produzido pelas ações de extensão e permitir que ele continue circulando mesmo após o encerramento dos projetos que deram origem às publicações.</p><p>A disponibilização gratuita das obras em formato digital amplia esse alcance. Os títulos podem ser acessados pelo site da UFSM e pela Biblioteca Digital Manancial. Durante o lançamento, o público também foi orientado a utilizar os QR Codes disponibilizados para acessar as publicações.</p><p>A proposta é que o material não fique restrito aos participantes dos projetos ou à comunidade universitária. Ao contrário, a expectativa é que as obras possam chegar a outros extensionistas, estudantes, futuros integrantes de projetos, instituições e comunidades interessadas nas experiências apresentadas. “Nós esperamos que essas obras aqui possam circular cada vez mais entre extensionistas, entre futuros extensionistas, discentes, comunidade, para que as experiências e práticas de vocês possam ser compartilhadas, replicadas e gerem ideias e transformações também em outros espaços”, destacou Angela.</p><h3><b>Trabalho coletivo para a publicação</b></h3><p>Além dos autores e autoras, o lançamento também reconheceu o trabalho da equipe responsável pela produção editorial das obras. Durante a cerimônia, foi destacada a atuação da Subdivisão de Divulgação e Editoração da PRE, que acompanhou o processo de editoração ao longo do período de execução do edital.</p><p>A equipe conta com servidores e bolsistas, que atuam diretamente no processo de preparação e editoração dos materiais. Para a Pró-Reitoria, a publicação das 26 obras é também resultado desse trabalho coletivo entre autores, extensionistas e profissionais envolvidos na produção editorial. </p><h3><b>Publicações disponíveis gratuitamente</b></h3><p>As 26 obras do edital Série Extensão 2026 podem ser consultadas gratuitamente em formato digital. O acesso ocorre por meio dos canais institucionais da UFSM e da Biblioteca Digital Manancial.</p><p>A disponibilização aberta busca ampliar o alcance das produções e facilitar o acesso de estudantes, professores, servidores, extensionistas, instituições e integrantes da comunidade às experiências registradas nas publicações.</p>		
			<h2>Confira as fotos do evento </h2>		
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/DSC0364-1.jpg" alt="_DSC0364" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/DSC0366.jpg" alt="_DSC0366" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/DSC0370.jpg" alt="_DSC0370" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/DSC0371.jpg" alt="_DSC0371" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/DSC0394.jpg" alt="_DSC0394" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/DSC0399.jpg" alt="_DSC0399" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/DSC0404.jpg" alt="_DSC0404" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/DSC0410.jpg" alt="_DSC0410" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/DSC0416.jpg" alt="_DSC0416" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/DSC0424.jpg" alt="_DSC0424" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/DSC0428.jpg" alt="_DSC0428" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/DSC0441.jpg" alt="_DSC0441" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/DSC0447.jpg" alt="_DSC0447" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/DSC0450.jpg" alt="_DSC0450" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/DSC0458.jpg" alt="_DSC0458" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/DSC0465.jpg" alt="_DSC0465" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/DSC0478.jpg" alt="_DSC0478" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/DSC0503.jpg" alt="_DSC0503" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/DSC0509.jpg" alt="_DSC0509" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/DSC0515.jpg" alt="_DSC0515" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/DSC0522.jpg" alt="_DSC0522" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/DSC0529.jpg" alt="_DSC0529" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/DSC0533.jpg" alt="_DSC0533" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/DSC0546.jpg" alt="_DSC0546" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/DSC0550.jpg" alt="_DSC0550" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/DSC0556.jpg" alt="_DSC0556" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/DSC0561.jpg" alt="_DSC0561" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/DSC0570.jpg" alt="_DSC0570" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/DSC0580.jpg" alt="_DSC0580" /></figure>			
		<p><i>Texto: Laura Severo, bolsista de jornalismo da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</i> </p><p><i>Revisão: Esther Costa Faria, bolsista de Letras - Português da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM). </i></p>		
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-1024x1024.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_4-1024x1024.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pró-Reitoria de Extensão participa da Recepção Estudantil 2026/02 </title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/08/21/pro-reitoria-de-extensao-participa-da-recepcao-estudantil-2026-02</link>
				<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 18:54:34 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Diálogos Extensionistas]]></category>
		<category><![CDATA[dose de ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Planetário]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Articulação e Fomento à Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

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						<description><![CDATA[Os novos estudantes tiveram a oportunidade de conhecer mais sobre a extensão universitária durante a Recepção Estudantil]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Nos dias 3 e 4 de agosto, durante a Recepção Estudantil 2026/02, a Pró-Reitoria de Extensão (PRE) esteve presente em frente ao Hall da União Universitária para apresentar aos novos estudantes as possibilidades de participação em projetos e ações de extensão universitária. A atividade, realizada das 11h30 às 13h30, teve como objetivo aproximar os estudantes da Universidade e mostrar, de forma descontraída e interativa, como a extensão contribui para a formação acadêmica e para a relação da instituição com a sociedade.</p><p>Durante a recepção, a PRE apresentou seu papel na construção de uma ponte entre a universidade e a comunidade. A proposta da extensão vai além da oferta de respostas prontas: busca construir soluções em conjunto com a sociedade, a partir das necessidades e dos conhecimentos compartilhados entre comunidade e universidade. Outro destaque foi a curricularização da extensão, que tornou obrigatória a participação dos estudantes em ações extensionistas. Com a implementação dessa proposta, pelo menos 10% da carga horária dos cursos deve ser cumprida em atividades de extensão, proporcionando aos acadêmicos experiências práticas para aplicar os conhecimentos adquiridos em sala de aula.</p>		
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/instagram-pim3h5aj-182218.jpg" alt="instagram-pim3h5aj-182218" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/instagram-xpwpoq3g-192198.jpg" alt="instagram-xpwpoq3g-192198" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/instagram-mjh4wuk7-184401.jpg" alt="instagram-mjh4wuk7-184401" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/instagram-r0q32bd2-189898.jpg" alt="instagram-r0q32bd2-189898" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/instagram-0rs5wum2-186441.jpg" alt="instagram-0rs5wum2-186441" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/instagram-peiae1ri-195546.jpg" alt="instagram-peiae1ri-195546" /></figure>			
		<p>Para tornar a apresentação mais atrativa, o estande da PRE contou com atividades recreativas, como o “Quiz da Extensão” e a tradicional pescaria, ludicamente nomeada de “PRESCARIA”. Na dinâmica, os participantes responderam a perguntas relacionadas ao universo da extensão universitária e concorreram a diferentes brindes. Entre os prêmios, estavam cadernos, estojos, garrafinhas, agendas, camisetas exclusivas e ingressos para uma sessão especial no Planetário. Mesmo quem não conseguiu acertar as três perguntas do quiz ou pescar uma palavra relacionada à extensão recebeu um pirulito como prêmio de consolação.</p><p>A participação dos estudantes contribuiu para tornar o momento de recepção mais leve e, ao mesmo tempo, informativo. A iniciativa também reforçou a importância de conhecer, desde o início da graduação, as oportunidades oferecidas pela extensão e o papel que os estudantes podem desempenhar na transformação da realidade social.</p><p>A presença da Pró-Reitoria de Extensão na Recepção Estudantil 2026/02 marcou, assim, um momento de integração e de apresentação da extensão como parte importante da trajetória acadêmica, incentivando os novos estudantes a conhecer, participar e construir experiências para além da sala de aula.</p><p><i>Texto: Laura Severo, bolsista de jornalismo da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</i> </p><p><i>Revisão: Catharina Viegas, revisora de textos da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</i></p>		
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_4-1024x1024.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-1024x1024.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Encontro Aberto da Rede de Museus e Coleções reúne iniciativas e amplia diálogo sobre patrimônio da UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/08/20/encontro-aberto-da-rede-de-museus-e-colecoes-reune-iniciativas-e-amplia-dialogo-sobre-patrimonio-da-ufsm</link>
				<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 19:32:42 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[antiga reitoria]]></category>
		<category><![CDATA[Diálogos Extensionistas]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão nas Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Articulação e Fomento à Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Divisão de Museus UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[geoparque quarta colônia]]></category>
		<category><![CDATA[Lasca]]></category>
		<category><![CDATA[Museus UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

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						<description><![CDATA[Atividade reuniu cerca de 30 participantes e integrou as ações da Universidade em celebração ao Dia do Patrimônio Cultural]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->
<!-- wp:tadv/classic-paragraph /--><p>Na tarde de ontem (19), a diversidade do patrimônio produzido, preservado e utilizado pela comunidade universitária foi tema do Encontro Aberto da Rede de Museus e Coleções da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Realizado pela Divisão de Museus da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), o evento reuniu cerca de 30 participantes, entre apresentadores e ouvintes, em um espaço de diálogo, compartilhamento de experiências e reconhecimento das diferentes iniciativas patrimoniais da Universidade.</p><p>O encontro teve como objetivo apresentar a Rede de Museus e Coleções da UFSM, criada em março de 2024, além de fortalecer a implementação da Política Museal da Universidade e ampliar a visibilidade de iniciativas relacionadas às atividades de ensino, pesquisa e extensão. Participaram representantes do Laboratório de Arqueologia, Sociedade e Cultura das Américas (LASCA), Museu Gama d’Eça e Victor Bersani, Planetário, Centro de Documentação e Memória, Memorial da Boate Kiss, Jardim Botânico, Laboratório de Criatividade e Inovação em Artes Visuais (LACRIA), entre outras iniciativas.&nbsp;</p><p>Para a museóloga e chefe da Divisão de Museus, Aline Vargas, o encontro representa um primeiro movimento de reconhecimento e aproximação entre essas iniciativas. “A ideia do encontro foi abrir o que vem sendo construído desde a criação da Rede, em março de 2024, mostrar a multiplicidade de iniciativas patrimoniais que compõem o patrimônio universitário, com vistas à sua qualificação e reconhecimento”, afirma.</p><p>A atividade também integrou as ações da Universidade relacionadas ao Dia do Patrimônio Cultural, celebrado nacionalmente em 17 de agosto. A data serviu como oportunidade para reunir representantes de diferentes iniciativas patrimoniais, além de estudantes e servidores interessados em conhecer mais sobre a história e o patrimônio da UFSM.</p><p>Segundo Aline, a criação de espaços de encontro entre essas iniciativas era um dos objetivos desde que assumiu a Divisão de Museus. “Desde que assumi a Divisão de Museus, um dos meus objetivos era justamente fomentar um espaço para que diferentes iniciativas que trabalham com a memória e o patrimônio da UFSM pudessem se encontrar, compartilhar experiências, aprender umas com as outras, se fortalecer e construir coletivamente”, explica a profissional.&nbsp;</p>		
													<img width="768" height="339" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-20-at-13.55.08-1-2-e1787254637332-768x339.jpeg" alt="" />													
			<h4>Além do conceito de "museu"</h4>		
		<p></p>
<p>O encontro também ampliou o diálogo sobre os diferentes acervos, coleções e espaços que constituem o patrimônio da UFSM. A ação evidenciou que o patrimônio universitário é formado também por laboratórios, memoriais, centros de documentação e outros ambientes que, de diferentes formas, participam da preservação, pesquisa e comunicação da memória e do conhecimento produzidos na Universidade.&nbsp;</p><p>A aproximação entre essas iniciativas pode contribuir ainda para identificar e dar visibilidade a acervos que permanecem pouco conhecidos até mesmo pela comunidade acadêmica. “São momentos como esse que fazem coleções muitas vezes esquecidas em gavetas ou salas serem desveladas e, a partir daí, trabalhadas e preservadas”, afirma Aline.</p><p>O Encontro Aberto da Rede de Museus e Coleções representa mais uma etapa na construção de uma rede voltada ao reconhecimento, à aproximação e à qualificação das diferentes iniciativas que compõem o patrimônio da UFSM. A proposta é fortalecer o trabalho coletivo de preservação, pesquisa e comunicação da memória e do conhecimento produzido pela Universidade.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;background-color: #ffffff;padding: 0pt 0pt 16pt 0pt;margin: 0pt 5pt 0pt 5pt">Fotos: Rede de Museus e Coleções</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;background-color: #ffffff;padding: 0pt 0pt 16pt 0pt;margin: 0pt 5pt 0pt 5pt">Texto: Kemyllin Haana Timm Dutra, jornalista da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;background-color: #ffffff;padding: 0pt 0pt 16pt 0pt;margin: 0pt 5pt 0pt 5pt">Revisão: Esther Costa Faria, revisora de textos da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</p>		
													<img width="300" height="300" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_4-300x300.jpg" alt="" />													
													<img width="300" height="300" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-300x300.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Colégio Politécnico da UFSM divulga ciência e sustentabilidade com Bike Fruit na 53ª Feira do Livro de Santa Maria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/08/20/colegio-politecnico-da-ufsm-divulga-ciencia-e-sustentabilidade-com-bike-fruit-na-53a-feira-do-livro-de-santa-maria</link>
				<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 19:09:41 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão nas Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM Solidária e Cidadã]]></category>
		<category><![CDATA[Articulação e Fomento à Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

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						<description><![CDATA[Equipamento permite que o “ciclista” produza seu próprio suco enquanto pedala
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Na última quinta-feira (13), o Laboratório de Panificação, Frutas e Hortaliças (Lab PFH) do Colégio Politécnico da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) participou da 53ª edição da Feira do Livro de Santa Maria com a <i>Bike Fruit</i>. O equipamento, que transforma o ato de pedalar em produção de suco, foi criado por estudantes do curso Técnico em Alimentos e, posteriormente, entregue ao laboratório.</p>
<p>Com exibição e participação aberta ao público, a ocasião foi uma oportunidade para mostrar à comunidade não somente a proposta sustentável da <i style="color: #000000;font-size: 1rem">Bike Fruit</i>, mas também parte das produções desenvolvidas na instituição. Por meio de ações voltadas à agroindustrialização e ao aproveitamento de frutas e hortaliças produzidas na região, o Lab PFH trabalha com foco na sustentabilidade e na redução do desperdício de alimentos. </p>
<p>Suas atividades se concentram, principalmente, na produção de itens como geleias de frutas vermelhas e de frutas nativas, chips de frutas diversas e caponata de berinjela. A criação também está relacionada à articulação entre diferentes setores do Colégio Politécnico. </p>
<p>Acadêmico do curso de Nutrição da UFSM e bolsista do Lab PFH, Nadson Barbosa está vinculado ao projeto de desenvolvimento de derivados de frutas e hortaliças. O estudante explica que parte das frutas e hortaliças utilizadas nas atividades é proveniente dos laboratórios de Fruticultura e Olericultura, além de doações de produtores e professores. </p>
<p>Para ele, a integração entre laboratórios e cursos faz parte da conscientização sobre o desperdício de alimentos. “Essa questão da sustentabilidade, esse contato dos professores de diferentes tipos de laboratórios, querendo ou não, faz com que o alimento seja consumido quase que em sua totalidade”, explica.</p>		
													<img width="768" height="479" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/DSC0354-e1787253134714-768x479.jpg" alt="" />													
		<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->		
			<h4>Da sala de aula para a rua
</h4>		
		<p>A extensão é um dos principais eixos de atuação do laboratório. O Lab PFH promove oficinas abertas à comunidade sobre processamento de alimentos, criando oportunidades para que pessoas de fora da Universidade tenham contato direto com conhecimentos produzidos no ambiente acadêmico.&nbsp;</p><p>Cursando o último semestre de Tecnologia em Alimentos, a estudante Isadora Cavalheiro sempre foi apaixonada por culinária e define seu ingresso na área como um encontro de almas. Ela considera a experiência no curso uma oportunidade de ampliar conhecimentos e compreender melhor os processos relacionados à alimentação.</p>
<p></p>
<p>Para ela, os estudos que envolvem o núcleo de alimentos são uma porta para o combate à desinformação e ao terror nutricional. “A gente tem um leque muito grande de aprendizagens e possibilidades de atuação. Isso ajuda a esclarecer dúvidas e também a combater informações falsas sobre alimentação, nutrição e microbiologia”, afirma.</p>
<p></p>
<p>A professora Magda Aita Monego, coordenadora do Lab, explica que o espaço é utilizado por diferentes cursos e professores. Por meio de um projeto de ensino, o laboratório é mantido em condições para receber atividades práticas de turmas do curso técnico em Alimentos e Fruticultura, além de estudantes de outras formações do Politécnico.</p>
<p></p>
<p>Segundo ela, a divulgação das atividades nas redes sociais também contribui para alcançar pessoas que, naturalmente, talvez não tivessem contato com o que é produzido dentro da Universidade. “Procuramos falar de ciência de uma forma mais leve, com linguagem acessível a todos os públicos. Quando pensamos na parte de extensão, queremos atingir públicos que não chegam até a Universidade para que eles passem a conhecer, ter interesse, cursar algo”, explica a professora.&nbsp;</p>
<p></p>
<p>Ao sair dos espaços tradicionais da Universidade e ocupar um evento aberto à população, a UFSM amplia as possibilidades de diálogo entre o conhecimento acadêmico e as experiências do cotidiano. A iniciativa reforça o papel da extensão universitária na aproximação entre ciência, sustentabilidade e comunidade, levando para o dia a dia da população o conhecimento institucional.&nbsp;</p>		
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/DSC0352-300x200.jpg" alt="_DSC0352" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/DSC0355-300x200.jpg" alt="_DSC0355" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/DSC0357-300x200.jpg" alt="_DSC0357" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/DSC0360-300x200.jpg" alt="_DSC0360" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/DSC0361-300x200.jpg" alt="_DSC0361" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/DSC0364-300x200.jpg" alt="_DSC0364" /></figure>			
		<p style="color: #000000;font-size: 16px"><i>Texto e fotos: Kemyllin Haana Timm Dutra, jornalista da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</i></p>
<p dir="ltr" style="margin-bottom: 0pt;margin-top: 0pt;color: #000000;font-size: 16px;line-height: 1.8;text-align: justify"><i>Revisão: Catharina Viegas, revisora de textos da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</i></p>		
													<img width="300" height="300" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_4-300x300.jpg" alt="" />													
													<img width="300" height="300" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-300x300.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Um Dia no Museu: acervos de Santa Maria recebem escolas da região para ação voltada à valorização do patrimônio cultural e histórico </title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/08/20/um-dia-no-museu-acervos-de-santa-maria-recebem-escolas-da-regiao-para-acao-voltada-a-valorizacao-do-patrimonio-cultural-e-historico</link>
				<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 18:49:20 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[acervo artístico]]></category>
		<category><![CDATA[antiga reitoria]]></category>
		<category><![CDATA[Diálogos Extensionistas]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão nas Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Planetário UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Articulação e Fomento à Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura e Arte]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

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						<description><![CDATA[Programação foi realizada pela Prefeitura Municipal em parceria com a Universidade Federal de Santa Maria
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Na última segunda-feira (17), a Prefeitura Municipal de Santa Maria e a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) promoveram o evento<i> Um Dia no Museu</i>. A proposta integrou as atividades alusivas ao Dia Nacional do Patrimônio Histórico e ao Dia Estadual do Patrimônio Cultural e teve como objetivo aproximar a comunidade do patrimônio cultural, histórico e científico preservado na cidade.</p><p>De acordo com informações divulgadas no site da Prefeitura Municipal, mais de 800 estudantes e visitantes circularam por 11 espaços museológicos e de memória de Santa Maria. Cerca de 15 escolas do município e também de São Francisco de Assis e Faxinal do Soturno participaram da programação, que integrou ainda as atividades da 53ª Feira do Livro de Santa Maria.</p><p>Entre os espaços participantes, estiveram alguns vinculados à UFSM: o Laboratório de Arqueologia, Sociedades e Culturas das Américas (LASCA), o Museu de Arte, Ciência e Tecnologia (MACT) e o Planetário da Universidade, além do Acervo Artístico da UFSM. A abertura dos espaços possibilitou que estudantes e visitantes conhecessem acervos, exposições e atividades que fazem parte da rotina da Universidade, mas que nem sempre são acessíveis ao público externo.</p>		
			<h4><p>O passado que abre portas para o futuro</p></h4>		
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">A programação reuniu diferentes espaços dedicados à preservação, comunicação e educação patrimonial. Além dos museus, participaram laboratórios, coleções, acervos e espaços voltados à arte, à ciência e à educação, como o Planetário da UFSM.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">De acordo com a museóloga e chefe da Divisão de Museus da UFSM, Aline Vargas, o próprio conceito de “museu” utilizado na programação foi pensado de maneira ampla. A escolha amplia a compreensão sobre os lugares onde o patrimônio é preservado e permite que a comunidade tenha contato com diferentes formas de produção e compartilhamento do conhecimento. </p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">A proposta, segundo Aline, busca garantir autonomia ao visitante e ampliar as possibilidades de interação com o patrimônio. Ao abrir seus espaços de pesquisa, memória e preservação, a UFSM fortalece a extensão universitária e aproxima a produção acadêmica da sociedade.</p>		
													<img width="768" height="742" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-20-at-15.46.43-e1787251942429-768x742.jpeg" alt="" />													
							<p dir="ltr" style="line-height:1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">Essa diversidade é importante para mostrar que a preservação da memória e da cultura também acontece em espaços que não são necessariamente identificados como museus. São instituições museológicas, digamos assim, que aplicam, em alguma medida, as características de um museu, mas não são necessariamente um museu. Mas foi um título bem chamativo para chamar as pessoas para entrar em contato com o patrimônio cultural, material ou não, das nossas instituições.</p>
														Aline Vargas
																						Museóloga
			<h4>Valorização e acesso</h4>		
		<p>A programação também reforça o papel da extensão universitária como ponte entre a produção acadêmica e a sociedade. Para os estudantes, a visita representa uma oportunidade de aprender fora da sala de aula os conhecimentos e estruturas que muitas vezes permanecem restritos ao cotidiano acadêmico.</p>
<p>A museóloga destaca ainda que a proposta não se limita à realização de visitas mediadas. O público também pode conhecer os espaços de forma autônoma, tendo acesso às informações e aos objetos disponíveis, além de participar de oficinas e outras atividades educativas. “Participantes da mesma identidade, cada unidade permanece com a sua missão, com a sua natureza institucional, mas ele diz respeito à experiência dessa aproximação”, explica. </p>		
							<p dir="ltr" style="line-height:1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">Tem gente que não gosta de mediação, por isso que a expansão foi pensada para que as pessoas tenham essa autonomia intelectual de ter acesso às informações, aos objetos, sem que tenha alguém necessariamente do lado delas. A ideia era estimular e dizer: olha, estamos aqui, estamos sempre, estivemos sempre aqui.</p>
														Aline Vargas
																						Museóloga
			<h4><p>Um pedaço da história no coração de Santa Maria</p></h4>		
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">A iniciativa buscou aproximar a comunidade dos espaços de memória e valorização da cultura material e imaterial, tanto da Universidade quanto de outras instituições. A parceria com a Prefeitura contribuiu para dar visibilidade a locais que já recebem o público, mas ainda são pouco conhecidos, como o LASCA, localizado ao lado da antiga Reitoria da UFSM.  </p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">No LASCA, a programação foi voltada à educação patrimonial e recebeu estudantes da rede municipal de ensino. Ao longo do dia, 42 estudantes acompanhados por professoras participaram das atividades. Durante o período da tarde, duas turmas da Escola Municipal Fátima, com 39 alunos dos anos iniciais, visitaram o laboratório. Além do público escolar, 12 visitantes espontâneos conheceram o espaço durante a programação.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">A visita incluiu a mediação da exposição Escavando Histórias: a jornada da arqueologia através dos tempos e uma oficina de escavação arqueológica simulada. As crianças puderam experimentar, de maneira lúdica e educativa, algumas das práticas relacionadas ao trabalho arqueológico. Nas caixas utilizadas na atividade, foram disponibilizados materiais que remetem ao trabalho arqueológico, como pontas de flecha, machados líticos e fósseis.</p>		
													<img width="768" height="481" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-20-at-15.46.45-e1787252473184-768x481.jpeg" alt="" />													
		<p> </p>
<p dir="ltr">A experiência também foi pensada para aproximar o público infantil do conhecimento produzido e preservado pela Universidade. A exposição conta com recursos interativos e didáticos, como uma ambientação que reproduz uma caverna com pinturas rupestres e um painel de curiosidades que apresenta conceitos relacionados à arqueologia e à história, incluindo termos como zoólito e patrimônio cultural.</p>
<p dir="ltr">Aline avalia que abrir esses espaços também contribui para que a população reconheça a Universidade como parte da própria cidade. “O LASCA, a população não acadêmica, não universitária, não conhece muito, não sabe da existência do laboratório e fica bem do lado da antiga Reitoria. Então foi um movimento bem importante de divulgação”, afirma.</p>
<p dir="ltr">A proposta do Um Dia no Museu não se restringe à abertura dos espaços para visitação. A iniciativa busca fortalecer ações que as instituições já desenvolvem regularmente e ampliar o acesso da comunidade aos seus acervos. No LASCA, por exemplo, o público pode realizar visitas espontâneas, com autonomia para explorar as informações e os objetos disponíveis, além de participar de atividades mediadas e oficinas.</p><p><i>Texto e fotos: Kemyllin Haana Timm Dutra, jornalista da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</i></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"><i>Revisão: Catharina Viegas, revisora de textos da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</i></p>		
													<img width="300" height="300" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_4-300x300.jpg" alt="" />													
													<img width="300" height="300" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-300x300.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Casa Verônica em destaque: Bruna Denkin participa do episódio “Mulheres em espaços de gestão e liderança”</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/08/17/casa-veronica-em-destaque-bruna-denkin-participa-do-episodio-mulheres-em-espacos-de-gestao-e-lideranca</link>
				<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 13:59:45 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Casa Verônica UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>
		<category><![CDATA[casa verônica]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Igualdade de Gênero]]></category>

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						<description><![CDATA[A Casa Verônica tem orgulho de anunciar que sua administradora, Bruna Denkin, será a convidada especial da entrevista nº 146 do programa Te Move UFSM, 5ª temporada. O episódio abordará o tema “Mulheres em espaços de gestão e liderança”, trazendo reflexões sobre os desafios e conquistas femininas em cargos de direção. Bruna Denkin é reconhecida [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>A Casa Verônica tem orgulho de anunciar que sua administradora, Bruna Denkin, será a convidada especial da entrevista nº 146 do programa Te Move UFSM, 5ª temporada. O episódio abordará o tema “Mulheres em espaços de gestão e liderança”, trazendo reflexões sobre os desafios e conquistas femininas em cargos de direção.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Bruna Denkin é reconhecida por sua dedicação e competência na gestão da Casa Verônica, espaço que se tornou referência em acolhimento e fortalecimento comunitário. Sua participação em duas transmissões reforça o compromisso da instituição com a valorização da mulher em posições de liderança e com a promoção de debates que inspiram transformação social.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>📅 Datas e horários de transmissão</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>18/08, às 17h – Rádio Universidade 800 AM</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>19/08, às 8h – UniFM 107.9</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>🎙️ Equipe envolvida</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Apresentação: Dra. Maria Aparecida Azzolin, Pedagoga CTE</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Entrevistadora: Profa. Jane Schumacher</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Trabalhos técnicos: Jonathan Ferreira e José Luiz Mota Pinto</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Direção de Rádio: Jonathan Ferreira</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Produção: Ana Carolina Cipriani</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>🔗 Acompanhe pelos canais oficiais</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Rádio: ufsm.br/radio</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>YouTube: CTE UFSM</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Spotify: Te Move UFSM</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>👉 Assista, curta, compartilhe e inscreva-se no canal CTE UFSM para prestigiar esta conversa inspiradora com Bruna Denkin.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>📌 #ParaTodosVerem<br>Card da entrevista nº 146 do Te Move, 5ª temporada. Tema: “Mulheres em espaços de gestão e liderança”. À direita, fotografia de uma mulher de cabelos castanhos, na altura dos ombros, sorrindo e olhando para nós com expressão acolhedora e confiante. Ela usa colar delicado, brincos discretos, blusa branca e blazer claro, sentada diante de uma mesa em ambiente interno desfocado.</p>
<!-- /wp:paragraph -->		
													<img width="768" height="1021" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-17-at-09.35.12-768x1021.jpeg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Modelos e jogo levam acessibilidade e diversidade para a formação e as escolas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2026/08/14/modelos-jogo-acessibilidade-diversidade-formacao-escolas</link>
				<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 19:56:40 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura e Urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[graduação]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=8091</guid>
						<description><![CDATA[Recursos desenvolvidos no âmbito de projeto do PPGAUP utilizam modelos físicos e uma dinâmica de jogo para abordar diferentes experiências de uso dos espaços]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"id":8092,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure>
<p>A experiência prática pode ajudar futuros arquitetos e urbanistas a compreender como diferentes pessoas utilizam os espaços. É a partir dessa perspectiva que a professora Vanessa Goulart Dorneles, do Departamento de Arquitetura e Urbanismo (DAU) do Centro de Tecnologia da Universidade Federal de Santa Maria (CT/UFSM), desenvolve materiais didáticos para o ensino de acessibilidade, ergonomia e design universal. O trabalho inclui modelos físicos utilizados na graduação e o jogo Adaptatona – Maratona de Acessibilidade, criado para levar discussões sobre diversidade humana às escolas.</p>
<p>A criação dos modelos utilizados nas aulas surgiu da experiência de Vanessa com o ensino. Segundo a professora, o contato com a bibliografia sobre estratégias didáticas reforçou a percepção de que a participação ativa favorece a aprendizagem. “Nada é melhor que a prática. Se a gente tem uma coisa que eles podem manusear, o aprendizado é muito mais efetivo”, explica.</p>
<p>O desenvolvimento dos materiais ocorreu no âmbito de um projeto de Pós-Doutorado Estratégico do PPGAUP, contemplado pelo Programa de Desenvolvimento da Pós-Graduação (PDPG) – Pós-Doutorado – Estratégico da CAPES, por meio do Edital nº 16/2022. A pesquisa teve como foco a criação de estratégias e recursos didáticos para o ensino de acessibilidade, ergonomia e design universal.</p>
<p>Produzidos em MDF e por impressão 3D, os materiais utilizados nas aulas de Arquitetura e Urbanismo permitem trabalhar conceitos relacionados ao ambiente construído, à ergonomia e à acessibilidade por meio da manipulação dos modelos. Um dos primeiros recursos desenvolvidos foi um modelo articulado de uma pessoa, criado para abordar questões de postura e altura.</p>
<p>O protótipo, chamado de “ergonominho”, foi desenvolvido a partir da pesquisa de Vanessa sobre estratégias didáticas em design universal e acessibilidade. A experiência levou a equipe a ampliar os recursos disponíveis para as aulas. “A gente ganhou um prêmio na Bergo, que é um congresso nacional de ergonomia aqui no país. E a partir disso, a gente começou a comentar: vamos desenvolver mais coisas que pudessem levar realmente para a sala de aula”, conta.</p>
<p>Também foram criados modelos de mobiliário, ampliando as possibilidades de representar a relação entre as pessoas e os elementos do ambiente. Para a professora Vanessa, a possibilidade de manipular os recursos torna os estudantes mais ativos no processo de aprendizagem. Em vez de receber o conteúdo de maneira passiva, eles podem observar, experimentar e refletir a partir dos próprios modelos. “Você realmente está sendo protagonista da sua formação”, afirma.</p>
</figure>
<!-- /wp:image --><!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->		
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/08/IMG_7950-1024x576-1-272x182.jpg" alt="IMG_7950-1024x576" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/08/IMG_7951-1024x576-1-272x182.jpg" alt="IMG_7951-1024x576" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/08/IMG_7959-1024x768-1-272x182.jpg" alt="IMG_7959-1024x768" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/08/IMG_7953-1024x576-1-272x182.jpg" alt="IMG_7953-1024x576" /></figure>			
			<h2>Acessibilidade na formação profissional</h2>		
		<p>Os modelos fazem parte de um conjunto mais amplo de estratégias utilizadas pela professora Vanessa para abordar a acessibilidade no ensino. Entre as ações está o projeto de ensino Acessa Mais, que inclui vivências simuladas com cadeiras de rodas e vendas para os olhos para discutir diferentes experiências de acessibilidade, atividades para identificar barreiras no campus, percursos dialogados com pessoas com deficiência e sessões de cinema seguidas de debates sobre deficiência e capacitismo.</p>
<p>A proposta também busca mostrar aos estudantes que a acessibilidade não está restrita à aplicação de normas técnicas. Vanessa explica que arquitetos e engenheiros possuem responsabilidade direta sobre as características do ambiente construído, mas que muitas barreiras podem surgir porque as pessoas não percebem como determinada decisão interfere na experiência de quem utiliza aquele espaço.</p>
<p>A compreensão sobre a diversidade das pessoas que utilizam os espaços também aparece na maneira como os estudantes passaram a discutir seus projetos. Segundo Vanessa, os alunos demonstram maior preocupação com a acessibilidade e questionam soluções que consideram apenas os requisitos mínimos previstos nas normas.</p>		
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/08/IMG_7981-1024x768-1-272x182.jpg" alt="IMG_7981-1024x768" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/08/IMG_7974-1024x768-1-272x182.jpg" alt="IMG_7974-1024x768" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/08/IMG_7972-1024x768-1-272x182.jpg" alt="IMG_7972-1024x768" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/08/IMG_7971-1024x768-1-272x182.jpg" alt="IMG_7971-1024x768" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/08/IMG_7967-1024x768-1-272x182.jpg" alt="IMG_7967-1024x768" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/08/IMG_7969-1024x768-1-272x182.jpg" alt="IMG_7969-1024x768" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/08/IMG_7962-edited-1536x1152-1-272x182.jpg" alt="IMG_7962-edited-1536x1152" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/08/IMG_7977-edited-1536x1152-1-272x182.jpg" alt="IMG_7977-edited-1536x1152" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/08/IMG_7975-1024x768-1-272x182.jpg" alt="IMG_7975-1024x768" /></figure>			
			<h2>Um jogo para discutir acessibilidade nas escolas</h2>		
		<p>Enquanto os modelos utilizados nas aulas têm como foco a formação de estudantes de Arquitetura e Urbanismo, o Adaptatona – Maratona de Acessibilidade foi desenvolvido com outra finalidade: levar a discussão sobre diversidade humana e acessibilidade para as escolas.</p>
<p>A ideia surgiu a partir das discussões da equipe sobre como trabalhar o tema também antes da universidade. Vanessa explica que, embora a atividade possa ser utilizada na graduação, a intenção é ampliar o público e abordar questões como empatia e diversidade ainda na infância. “A gente tem que ensinar dentro da graduação, mas às vezes é nas escolas também que a gente vai falar sobre empatia, sobre diversidade humana”, afirma.</p>
<p>O jogo já está pronto para ser aplicado nas escolas. Na dinâmica, cada participante assume um personagem que possui uma experiência diferente em relação aos espaços da cidade. Entre eles estão uma pessoa cega, uma pessoa autista, uma pessoa idosa, uma pessoa surda, uma pessoa com obesidade e uma pessoa em cadeira de rodas.</p>
<p>Os personagens são produzidos em impressão 3D, enquanto o tabuleiro é impresso em lona. Durante a partida, um dos dados determina quantas casas o jogador deve avançar e o outro indica o local que deverá ser visitado. O objetivo é passar pelos seis espaços representados no jogo: escola, sorveteria, cinema, mercado, parque e zoológico. Vence quem conseguir completar primeiro o percurso pelos seis locais.</p>
<p>Ao longo do percurso, os jogadores encontram cartas que representam barreiras e facilitadores de acessibilidade. As cartas de barreira apresentam situações relacionadas à falta de acessibilidade, enquanto as de facilitadores representam condições que favorecem o uso dos espaços. Como cada participante joga com um personagem diferente, as situações encontradas podem afetar cada um de maneira distinta.</p>
<p>Dessa forma, o jogo permite que os participantes percebam que a cidade não é experimentada da mesma maneira por todas as pessoas. A dinâmica utiliza situações concretas para estimular a percepção sobre diversidade e acessibilidade.</p>		
			<h2>Diferentes públicos, diferentes estratégias</h2>		
		<p>Os materiais utilizados na graduação e o Adaptatona fazem parte de uma mesma iniciativa de experimentação pedagógica, mas possuem finalidades diferentes. Os modelos em MDF e impressão 3D são recursos voltados ao ensino de Arquitetura e Urbanismo e permitem trabalhar aspectos do ambiente construído, da ergonomia e do design universal.</p>
<p>O jogo, por sua vez, foi concebido para um público diferente e utiliza personagens, espaços, dados e cartas para discutir acessibilidade e diversidade com crianças nas escolas.</p>
<p>A experiência com os materiais também continua gerando novas possibilidades para as aulas. Vanessa cita, entre os próximos recursos que pretende desenvolver, modelos de cozinha, auditório e calçada. A proposta para a calçada, por exemplo, é permitir que os estudantes montem diferentes configurações de pisos táteis e experimentem sua aplicação.</p>
<p>O trabalho desenvolvido âmbito do Departamento de Arquitetura e Urbanismo aproxima o ensino da experiência concreta. Na graduação, os modelos permitem que futuros profissionais manipulem e analisem elementos relacionados ao ambiente construído. Fora da universidade, o Adaptatona amplia a discussão para as escolas e apresenta a acessibilidade a partir das diferentes formas de vivenciar os espaços.</p>		
		<p><i>Texto e fotos por Lia Guerreiro, acadêmica de jornalismo, com supervisão da Subdivisão de Comunicação do CT-UFSM | </i><i>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos"><em>Acesse nossos serviços de Comunicação</em></a> | <em>Siga o CT-UFSM nas redes sociais: </em><a href="https://www.instagram.com/ctufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Instagram</em></a><em> e </em><em><a href="https://www.linkedin.com/company/109683370" target="_blank" rel="noreferrer noopener">LinkedIn</a></em></i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Estudantes de Arquitetura repensam modelos de habitação a partir da escuta de comunidade Kaingang</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2026/08/14/estudantes-de-arquitetura-repensam-modelos-de-habitacao-a-partir-da-escuta-de-comunidade-kaingang</link>
				<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 19:05:07 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura e Urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=8090</guid>
						<description><![CDATA[Propostas foram desenvolvidas a partir de visitas à Retomada Vên Ga, atingida pelas enchentes de 2024, e consideram espaços coletivos, áreas verdes e referências culturais da comunidade]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="602" data-end="1367">O que significa projetar uma casa quando quem vai morar nela tem uma forma de viver diferente daquela que o(a) arquiteto(a) está acostumado a considerar? Para estudantes de Arquitetura e Urbanismo da UFSM, a resposta começou pela escuta. Ao conhecer a Retomada Kaingang Vẽn Ga, localizada no terreno da antiga Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária (Fepagro), eles perceberam que soluções comuns em projetos habitacionais, como garagens, suítes e grandes áreas para circulação de carros, nem sempre correspondiam às necessidades da comunidade. A partir dessa experiência, desenvolveram propostas que priorizam espaços coletivos, áreas verdes e elementos relacionados à cultura Kaingang — e passaram a questionar também a própria maneira de pensar a Arquitetura.</p>
<p data-start="1369" data-end="2141">As propostas foram desenvolvidas na disciplina Ateliê 4 de Arquitetura e Urbanismo, em articulação com o programa de extensão ATHIS/REURB-UFSM. A atividade partiu de uma demanda concreta da Retomada, que reúne famílias indígenas atingidas pelas enchentes de 2024 e que enfrentam, desde então, dificuldades relacionadas à moradia e à estruturação do território. Para Erni Amado, cacique da Retomada Kanhgág Vẽn Ga, a questão da moradia está ligada à própria possibilidade de as famílias reconstruírem suas vidas com segurança. Ele explica que a comunidade surgiu depois que famílias de diferentes cidades foram atingidas pelas enchentes. “Desde quando nós chegamos, a gente teve muitas dificuldades, necessidades também, a gente passa por muitas necessidades”, relata Erni.</p>
<p data-start="2143" data-end="2842">A aproximação com a comunidade fez com que os estudantes fossem além de um programa arquitetônico previamente definido. Eles visitaram a Retomada, observaram a rotina dos moradores e procuraram compreender como as famílias utilizavam os espaços. Para o professor Hugo Blois, que atua no trabalho desenvolvido pelo ATHIS/REURB-UFSM, o objetivo da Universidade não é simplesmente produzir projetos para depois executá-los, mas contribuir para que a própria comunidade reconheça possibilidades para enfrentar suas demandas. “O maior resultado que a gente pensa atingir é, assim, mobilizar a comunidade também. Porque a gente nunca vai com o espírito de fazer, mas mostrar que há caminho”, explica Hugo.</p>
<p data-start="2844" data-end="3191">As propostas elaboradas pela Universidade não têm, por si só, financiamento para execução. A contribuição está na produção de conhecimento e de projetos que possam ajudar a comunidade a avançar na busca por soluções. Segundo Hugo, a intenção é que esse trabalho ofereça instrumentos para que os moradores possam buscar caminhos para suas demandas.</p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/08/IMG_20260814_112842-1024x461.jpg" alt="" class="wp-image-8095" /><figcaption class="wp-element-caption">Estudantes apresentam propostas de habitação e dialogam com a comunidade da Retomada Kaingang Vẽn Ga</figcaption></figure>
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<h2 class="wp-block-heading">Projetar a partir do modo de vida</h2>
<!-- /wp:heading -->

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<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="3322" data-end="3581">Foi a partir da escuta da comunidade que algumas escolhas de projeto começaram a mudar. Em vez de grandes áreas destinadas à circulação e ao estacionamento de veículos, as propostas priorizaram espaços para pedestres, áreas verdes e ambientes de uso coletivo.</p>
<p data-start="3583" data-end="4053">Foi justamente esse contato que levou Nicole Aosani e Cecília Zanini, estudantes do 10º semestre, a questionarem soluções que normalmente apareceriam em um projeto de habitação. “Acho que é não ter um padrão. Então a gente vai ter que entender a necessidade de cada usuário. Isso a gente já sabia, mas ver uma coisa tão diferente mesmo foi muito legal assim, de pensar fora da caixa, do padrão que a gente normalmente utiliza nas casas que a gente vai projetar”, contam.</p>
<p data-start="4055" data-end="4368">A implantação dos projetos também refletiu essa mudança. “Então ficou muita área verde. Como a gente não teve que pensar em pavimento, não tem grande área de estacionamento, não tem garagem, não tem grandes espaços para os carros circularem, é mais a parte do pedestre e muita área verde”, explicam as estudantes.</p>
<p data-start="4370" data-end="4793">A escolha dos materiais também foi influenciada pelas conversas com a comunidade. Taquara, palha, madeira e outros materiais naturais apareceram nas propostas como forma de estabelecer uma relação com elementos valorizados pelos moradores. “A gente até usou na nossa cobertura a palha, que é mais da cultura deles. Materiais assim mais naturais: a gente usou tijolinho, usou palha, usou madeira…”, relatam Nicole e Cecília.</p>
<p data-start="4795" data-end="5196">Para Erni, essa relação com os materiais não é apenas estética. O próprio nome Vẽn Ga está relacionado à taquara, elemento presente no território e também na produção de artesanato da comunidade. “Vẽn Ga, em Kaingang, quer dizer ‘Lugar das Taquaras’. Então a gente, como tem taquara ali e a gente já vem de muito tempo trabalhando com os nossos artesanatos, a gente tem muito conhecimento sobre isso.”</p>
<p data-start="5198" data-end="5646">A comunidade também apresentou aos estudantes uma concepção de espaço coletivo que não aparece necessariamente em modelos convencionais de habitação. Elisandra Ribeiro, membro da comunidade e representante das mulheres indígenas, destaca a importância de manter áreas verdes e espaços coletivos: “A gente sempre gosta de estar fazendo as nossas comidas típicas em conjunto, né? Isso daí também eu achei bem importante.”</p>
<p data-start="5648" data-end="5984">Para ela, algumas das propostas apresentadas pelos estudantes conseguiram se aproximar das necessidades da comunidade, enquanto outras ainda reproduziam soluções mais convencionais. “Teve alguns dos grupos que corresponderam às nossas necessidades”, avalia Elisandra. Ela cita como exemplo uma proposta de escola com cobertura de capim.</p>
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<h2 class="wp-block-heading">Uma experiência que modifica o olhar profissional</h2>
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<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="6040" data-end="6385">A troca também exigiu que os estudantes mudassem a maneira de se comunicar. Em vez de utilizar apenas termos técnicos da Arquitetura, eles precisaram explicar as propostas de forma acessível aos moradores. “Com eles, a gente teve que ter uma comunicação mais simples, uma comunicação que não usasse termos específicos”, relatam Nicole e Cecília.</p>
<p data-start="6387" data-end="6761">Para as estudantes, o aprendizado não termina com a entrega do projeto. A experiência também modifica a maneira como pretendem trabalhar depois da graduação. Elas relacionam essa transformação a uma reflexão feita pelo professor Hugo durante a disciplina: “Isso molda um pouco de maturidade, olhar… tu te envolve com a causa e acaba levando isso para ti em outros projetos.”</p>
<p data-start="6763" data-end="7309">Essa perspectiva está relacionada ao entendimento de Hugo sobre a própria formação em Arquitetura. Para o professor, o contato com comunidades que enfrentam dificuldades de acesso à moradia e à infraestrutura também deve contribuir para formar profissionais capazes de compreender a dimensão social da profissão. “Eu acho que o curso de Arquitetura, ele também tem essa obrigação, no sentido de dar a formação do arquiteto com uma visão humanista também, que é olhar para a cidade com um olhar diferente e entender que a cidade pertence a todos.”</p>
<p data-start="7311" data-end="7526">Na Retomada Vẽn Ga, essa dimensão aparece também na necessidade de espaços destinados às crianças e ao ensino da língua indígena. Hugo relata que a comunidade busca uma escola indígena desde a chegada ao território.</p>
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<h2 class="wp-block-heading">Do projeto acadêmico a um possível caminho para a comunidade</h2>
<!-- /wp:heading -->

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<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="7593" data-end="8178">Para a comunidade, as propostas apresentadas pelos estudantes não representam apenas um exercício de sala de aula. Erni conta que ficou impressionado com diferentes projetos e que gostaria de utilizar o trabalho desenvolvido pela Universidade como referência para buscar recursos que permitam concretizar algumas das ideias. “Eu vou trabalhar com esses professores”, afirma Erni, ao explicar que pretende buscar orientações sobre quais projetos apresentam menor custo e podem contribuir para a busca de recursos junto ao poder público e à Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai).</p>
<p data-start="8180" data-end="8457">A partir das propostas, a comunidade poderá avaliar quais ideias podem servir de referência para essa busca. A concretização dos projetos, no entanto, depende de outras etapas e da obtenção de recursos que não estão sob responsabilidade da disciplina ou do projeto de extensão. Para Hugo, é justamente nessa relação entre elaboração acadêmica e demanda concreta que está parte do sentido do trabalho. A Universidade contribui com conhecimento e projetos, enquanto a comunidade pode utilizar esses instrumentos para avançar na busca por soluções para o território.</p>
<p data-start="8746" data-end="9130">Para os estudantes, a experiência deixou uma reflexão que ultrapassa o projeto desenvolvido para a Retomada: antes de desenhar uma casa, é preciso compreender quem vai viver nela. O contato com a comunidade mostrou a importância de ouvir suas necessidades, compreender suas referências culturais e pensar os espaços a partir da maneira como serão vivenciados por quem vai utilizá-los.</p>
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<div class="wp-block-group"><!-- wp:heading {"level":4} -->
<h4 class="wp-block-heading"><sub><strong>Quer participar de futuras atividades?</strong></sub></h4>
<!-- /wp:heading -->

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<h6>As ações descritas nesta matéria fazem parte do <strong><a href="https://portal.ufsm.br/projetos/publico/projetos/view.html;jsessionid=1c595014b4f3ce076d4d6770686c?idProjeto=65957">Programa de Assistência Técnica para Habitação de Interesse Social e Reurbanização de Assentamentos Humanos Precários da UFSM (ATHIS/REURB-UFSM)</a></strong>, projeto de extensão que atua na assessoria a comunidades com demandas relacionadas à habitação, à qualificação dos espaços e à regularização de assentamentos. O programa também funciona como espaço de formação em ensino, pesquisa e extensão e busca aproximar a Universidade de comunidades, órgãos públicos e outros atores envolvidos com a habitação de interesse social. Interessados em conhecer o projeto ou saber sobre futuras atividades podem entrar em contato com o coordenador, <a href="https://ufsmpublica.ufsm.br/docente/10042">Edson Luiz Bortoluzzi da Silva</a>.</h6>
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<p><em>Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM</em>&nbsp;|&nbsp;<em>&nbsp;</em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos"><em>Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</em></a>&nbsp;|&nbsp;<em>Siga o CT nas redes sociais:&nbsp;</em><a href="https://www.instagram.com/ctufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Instagram</em></a><em>&nbsp;e&nbsp;</em><em><a href="https://www.linkedin.com/company/109683370" target="_blank" rel="noreferrer noopener">LinkedIn</a></em></p>
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													</item>
						<item>
				<title>UFSM promove roda de conversa sobre trabalho doméstico na 53ª Feira do Livro de Santa Maria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/08/13/ufsm-promove-roda-de-conversa-sobre-trabalho-domestico-na-53a-feira-do-livro-de-santa-maria</link>
				<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 12:09:16 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Diálogos Extensionistas]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão nas Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Articulação e Fomento à Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=17411</guid>
						<description><![CDATA[Instituição dialoga sobre questões de gênero com a comunidade por meio da união entre ensino, pesquisa e extensão
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <img width="768" height="787" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-13-at-09.06.11-3-e1786623296937-768x787.jpeg" alt="" />													
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Na tarde da última terça-feira (11), o Grupo de Estudos e Pesquisa Políticas da Intimidade (GEPPI) integrou a programação da 53ª Feira do Livro de Santa Maria com a oficina O Trabalho Doméstico é Genial, mas tem sido Dramático. A atividade, sediada na Praça Saldanha Marinho, foi aberta ao público geral, estudantes e visitantes do evento.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Ministrada pela professora Drª. Jurema Gorski Brites, do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCSociais) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), a ação buscou ampliar a participação social em temas ligados a gênero, cuidado e democracia. De acordo com a pesquisadora, que estuda a temática desde 1998, assuntos relativos ao núcleo doméstico têm consequências sociais amplas e dizem respeito a toda a sociedade. </p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Nesse sentido, o GEPPI desenvolve pesquisas, projetos de extensão e ações em parceria com movimentos sociais para discutir práticas sociais relacionadas ao trabalho doméstico e às relações familiares e políticas. O grupo também integra redes nacionais e latino-americanas de pesquisa sobre trabalho doméstico e políticas de cuidado, compartilhando experiências e estudos com instituições de diferentes países.</p>
 		
			<h4><p>A extensão como um novo horizonte</p></h4>		
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Por meio de oficinas, rodas de conversa e projetos comunitários em bairros de Santa Maria, o GEPPI aproxima a produção acadêmica das demandas sociais e promove debates sobre desigualdades de gênero. As ações extensionistas abordam a divisão sexual do trabalho e a sobrecarga feminina e seus impactos na educação, na carreira e na qualidade de vida das mulheres. Em escolas, feiras e espaços comunitários, o grupo estimula a reflexão coletiva sobre o cuidado e fortalece redes locais de apoio.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Entre as iniciativas estão as oficinas de cartografia do cuidado, nas quais mulheres mapeiam seus trajetos diários para cuidar dos filhos, acessar serviços públicos e realizar tarefas domésticas. Os mapas identificam problemas urbanos, como falta de pavimentação, dificuldades de transporte e ausência de equipamentos públicos, contribuindo para o debate sobre políticas públicas.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">O trabalho junto às famílias também favoreceu a organização comunitária. Em um dos bairros acompanhados, mulheres criaram uma associação própria com apoio de diferentes áreas da UFSM, ampliando o acesso a direitos e serviços. Além da atuação local, o GEPPI participa de redes nacionais e latino-americanas de pesquisa sobre trabalho doméstico e políticas de cuidado, compartilhando estudos e experiências voltados à igualdade de gênero.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">As ações extensionistas também se conectam a outras iniciativas universitárias, como o projeto Tecendo Saberes, vinculado ao Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI), e redes de solidariedade formadas durante o período das enchentes em Santa Maria. Essas experiências ampliaram o acesso das moradoras a informações sobre serviços públicos, apoio comunitário e redes de ajuda mútua.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Jurema destaca que avanços importantes, como o reconhecimento de direitos das trabalhadoras domésticas e a construção de políticas nacionais de cuidado, são resultado de décadas de pesquisa e mobilização acadêmica. O trabalho extensionista, nesse contexto, funciona como ponte entre a produção científica e as demandas concretas das comunidades. </p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">A mestranda do Programa de Pós Graduação em Sociologia na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (PPGS/UFRGS), Bibiana Gomes, é integrante do GEPPI e foi estudante da UFSM por anos. Para ela, a instituição vem construindo um caminho de reflexão que tem evoluído no que se refere a políticas de gênero. </p>		
							Ainda se faz necessário que cada centro repense suas lógicas de distribuição e divisão de trabalho. Quando há eventos de grupo de pesquisa, quem organiza? Quem tem um papel mais “ativo” nesse sentido? Então, acho que a própria instituição pode se reorganizar. E isso se faz, justamente, através da política de gênero. Percebi vários avanços nos últimos 10, 15 anos. Acompanhei várias evoluções, como a inclusão dos trocadores, dos banheiros com fraldários. Isso tudo é positivo.
														Bibiana Gomes
																						Pesquisadora e integrante do GEPPI
										<figure>
										<img width="768" height="607" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-13-at-09.12.01-e1786623593832-768x607.jpeg" alt="" />											<figcaption>Professora Jurema e Bibiana apresentam proposta da oficina aos presentes.</figcaption>
										</figure>
			<h4>Lar, doce lar</h4>		
		<p><br>Levar discussões sobre trabalho doméstico, cuidado e igualdade de gênero para além dos muros da universidade é uma das principais frentes de atuação do(GEPPI). Dados de 2024 da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que as mulheres representam 51,7% da população em idade de trabalhar no Brasil, mas ainda correspondem a uma parcela menor da população ocupada.&nbsp;</p>
<p>A sobrecarga feminina aparece também no tempo dedicado ao trabalho não remunerado. Segundo o IBGE, as mulheres gastam, em média, 21,3 horas por semana com afazeres domésticos e cuidados de pessoas, quase o dobro das 11,7 horas registradas entre os homens. Sobre essas jornadas duplas de trabalho, Jurema pontua a limitação de oportunidades de estudo, emprego e participação social.</p>		
							É necessário ressignificar o trabalho doméstico, porque ele não é dispensável. Queremos dizer que, no “lar, doce lar”, também existem questões políticas. O modo de educar os filhos, a distribuição de tarefas com o parceiro ou a parceira, as condições familiares e financeiras, tudo isso impacta até mesmo na forma como as meninas dessas famílias vão visualizar a possibilidade de construir uma carreira e permanecer na escola. Toda essa estrutura começa dentro da família. Então, é dramático porque é algo pesado dentro desse sistema, mas pode ser mudado. As pessoas pensam que o trabalho doméstico é uma coisa menor. Por isso, eu insisto que é uma coisa genial.<br>
														Jurema Gorski Brites
																						Pesquisadora
		<p>Para a professora, ao aproximar ciência e sociedade, a universidade contribui para ampliar repertórios e fortalecer práticas mais democráticas nas relações cotidianas. Ela considera que estimular o debate público é algo que fortalece práticas mais democráticas nas relações cotidianas, tratando o cuidado como uma questão social e política</p>		
													<img width="768" height="776" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-13-at-09.06.11-2-e1786623734516-768x776.jpeg" alt="" />													
		<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->		
		<p><i>Texto e fotos: Kemyllin Haana Timm Dutra, jornalista da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</i><i><br /></i><i>Revisão: Catharina Viegas, revisora de textos da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</i></p>		
													<img width="300" height="300" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_4-300x300.jpg" alt="" />													
													<img width="300" height="300" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-300x300.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Série Extensão 2025: Conheça as 15 obras lançadas  na abertura do Salão de Extensão</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/08/11/serie-extensao-2025-conheca-as-15-obras-lancadas-na-abertura-do-salao-de-extensao</link>
				<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 16:26:12 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Diálogos Extensionistas]]></category>
		<category><![CDATA[Divulgação]]></category>
		<category><![CDATA[dose de ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Editora PRE]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
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		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
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		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=17365</guid>
						<description><![CDATA[Durante a abertura do Salão de Extensão, realizada no dia 3 de novembro de 2025, a Editora da PRE/UFSM apresentou 15 obras vinculadas à Série Extensão 2025.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>A Editora da Pró-Reitoria de Extensão (PRE) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) lançou 45 obras selecionadas pelo edital Série Extensão 2025. Disponíveis exclusivamente em formato digital, as publicações contemplam diversas áreas do conhecimento e têm como objetivo democratizar o acesso à ciência, fortalecendo a aproximação entre a universidade e a sociedade.</p>
<p>Durante a abertura oficial do Salão de Extensão no dia 3 de novembro de 2025, evento que integrou a programação da Jornada Acadêmica Integrada (JAI) 2025, foram lançadas 15 obras de 2024. Segundo a equipe da Editora, as obras haviam sido finalizadas em meados de 2024; no entanto, em decorrência dos eventos climáticos, elas não foram oficialmente lançadas conforme o cronograma estabelecido anteriormente.</p>
<p>As cartilhas lançadas reúnem trabalhos desenvolvidos por docentes, técnicos e estudantes da UFSM, em parceria com comunidades, escolas, movimentos sociais e instituições públicas. As obras abordam temas que vão desde educação, saúde e cultura até meio ambiente, tecnologia, direitos humanos e desenvolvimento social, sempre a partir de uma perspectiva extensionista e acessível.</p>
<p>A seguir,  confira as 15 obras lançadas na abertura do Salão de Extensão, com informações sobre seus objetivos, autoria e contribuições para o fortalecimento do diálogo entre a universidade e a sociedade.</p>
<p> </p>
<!-- /wp:paragraph -->		
			<figure><img width="567" height="802" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/8fbfb208-90c6-4730-b70a-b5a89f7bc163.jpg" alt="" /></figure><h3>Educação Postural e Ergonomia para a Saúde do Estudante e do Professor</h3><p><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 4pt;padding: 0pt 0pt 6.75pt">A cartilha de Educação Postural e Ergonomia busca conscientizar estudantes e professores sobre a importância da postura correta e dos fatores antropométricos e ergonômicos que a influenciam. Seu objetivo é apoiar especialmente os professores de Educação Física na realização de avaliações posturais no ambiente escolar, oferecendo base teórica e orientações práticas. O material destaca que hábitos posturais inadequados durante o período de crescimento podem prejudicar a saúde dos estudantes, assim como condições ergonômicas desfavoráveis podem afetar negativamente a postura dos professores. Para prevenir problemas e promover saúde, a cartilha incentiva a prática de exercícios e a adoção de bons hábitos no cotidiano escolar. Assim, a obra reforça que a educação postural deve ser implementada desde cedo, como parte das ações de Saúde Escolar, visando ao bem-estar físico e mental de toda a comunidade escolar.</h2><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 4pt">Autores: Luciane Sanchotene Etchepare - Darciéli Lima Ramos - Carlos Eduardo Seyfert - Dorival Terra Martini - Diogo Lorenzi Fracari - Elidiane Emanueli Ficanha - Heinrich Leon Souza Viera - Henrique Santos Lima - Jamile Domingues Milesi - Marcos Bianchi Marin - Tiago Dutra Leite Nunes - Virgínia Teixeira Hermann</h2><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;margin-top: 0pt;margin-bottom: 4pt;padding: 0pt 0pt 6.75pt">Acesse a obra: <a href="http://repositorio.ufsm.br/handle/1/33701">http://repositorio.ufsm.br/handle/1/33701</a></h2></p>		
			<figure><img width="567" height="797" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/7c9b5121-7026-45b1-a94a-b668b5880b17.jpg" alt="" /></figure><h3>Guia educacional sobre riscos relacionados às ocupações no entorno das ferrovias </h3><p><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 4pt">O modal ferroviário representa uma alternativa estratégica para o desenvolvimento econômico sustentável do Brasil, pois pode integrar diferentes formas de transporte e equilibrar a matriz modal, hoje dominada pelo setor rodoviário. Entretanto, a expansão das ferrovias enfrenta desafios decorrentes das ocupações irregulares ao longo dos trilhos, que geram riscos tanto para os moradores quanto para a infraestrutura ferroviária. O guia tem como objetivo conscientizar a população sobre esses riscos e auxiliar os órgãos públicos na tomada de decisões. Para isso, identifica sete principais perigos — poluição sonora, atropelamentos, tombamentos e descarrilamentos, descarte inadequado de resíduos e esgoto, além de problemas de drenagem e segurança geotécnica — e propõe uma avaliação baseada em cinco níveis de risco, representados em fluxogramas didáticos. O material busca democratizar o conhecimento sobre o tema e subsidiar políticas públicas que promovam a expansão segura do transporte ferroviário, garantindo simultaneamente o desenvolvimento econômico e a proteção das comunidades próximas.</h2><br><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 4pt">Autores: Alejandro Ruiz-Padillo - Louise Ester De Campos - Maiara Heinrich - Suéle Vanessa Goetz - Paula Sandri Rhoden - Magnos Baroni</h2><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 4pt;padding: 0pt 0pt 6.75pt">Acesse a obra:<a href="http://repositorio.ufsm.br/handle/1/33703">http://repositorio.ufsm.br/handle/1/33703</a>&nbsp;</h2></p>		
			<figure><img width="566" height="801" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/3fdcf5dc-89c7-43da-a772-a65fc49593e5.jpg" alt="" /></figure><h3>Arte/Educação Ambiental: tintas naturais na UFSM </h3><p><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 4pt">A cartilha apresenta os resultados iniciais do Projeto de Extensão nº 0587710, iniciado em 2022, que integra os departamentos de Artes Visuais, Química, Biologia e Bioquímica. Desenvolvido em diálogo com o Grupo de Pesquisa Artes Visuais e Criatividade (CNPq) e o Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais, o projeto foca na criação de produtos de Arte/Educação Ambiental com caráter criativo e inovador. Vinculado também ao projeto de extensão “Laboratório de Criatividade e Inovação em Artes Visuais”, busca-se produzir materiais artísticos e educativos para diferentes contextos de aprendizagem, formais e não formais. A cartilha reúne e dá visibilidade às atividades realizadas ao longo de 2022, destacando a participação ativa de docentes e discentes da UFSM junto à comunidade.</h2><br><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 4pt">Autores: Flávia Maria De Brito Pedrosa Vasconcelos - Lonara Irion Dalcol - Ana Julia Dotto Guaragni - Liara De Mello Trindade</h2><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;margin-top: 0pt;margin-bottom: 4pt;padding: 0pt 0pt 6.75pt">Acesse a obra: <a href="http://repositorio.ufsm.br/handle/1/33704">http://repositorio.ufsm.br/handle/1/33704</a>&nbsp;</h2></p>		
			<figure><img width="562" height="800" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/445b2274-52af-44b2-b27c-0f21dabd5ec3.jpg" alt="" /></figure><h3>Xô #fakenews: Verdades e Mentiras do Cotidiano Contadas no Laboratório</h3><p><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 4pt;padding: 0pt 0pt 6.75pt">&nbsp;A obra&nbsp; surgiu a partir do projeto nacional de extensão Futuras Cientistas, que promove a imersão de alunas do Ensino Médio em atividades de ciências exatas. Seu objetivo é combater as fake news por meio da investigação científica, utilizando experimentos sobre pH de alimentos, mistura de produtos de limpeza e limpeza de superfícies — temas que foram alvo de grande desinformação durante a pandemia de COVID-19. Transformado em uma sequência didática digital, o material é voltado a professores e à comunidade. A obra é estruturada em quatro capítulos: o primeiro explica o método científico e orienta sobre como buscar informações confiáveis; os demais apresentam sequências didáticas sobre os três temas investigados, com contextualização, perguntas norteadoras, roteiros experimentais e atividades finais para os alunos.</h2><br><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 4pt">Autores: Ágatha Espindola Duarte, Carolina Ferreira De Matos Jauris, Daiani Canabarro Leite, Luana Schneider Moreira, Pâmela Vezzosi De Barros, Paulo Ricardo De Souza, Siara Silvestri</h2><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 4pt;padding: 0pt 0pt 6.75pt">Acesse a obra: <a href="http://repositorio.ufsm.br/handle/1/33943">http://repositorio.ufsm.br/handle/1/33943</a>&nbsp;</h2></p>		
			<figure><img width="559" height="790" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/6df2640d-bc32-452c-b4f0-8cb14d89cb79.jpg" alt="" /></figure><h3>Coleção de receitas: sabores da Quarta Colônia </h3><p><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 4pt;padding: 0pt 0pt 6.75pt">A cartilha integra o Programa Progredir Geoparque Quarta Colônia, desenvolvido pela UFSM em parceria com o Condesus e os CRAS da região, com o propósito de oferecer qualificação profissional a pessoas em situação de vulnerabilidade social inscritas no Cadastro Único. Inserida nesse contexto, a Oficina de Culinária Básica, vinculada a um projeto de extensão voltado ao processamento de alimentos, contribui para o desenvolvimento socioeconômico local ao incentivar o empreendedorismo e a formação profissional. A obra apresenta diversas receitas, como risotos, geleias, molhos, conservas, massas artesanais, panificados, cucas, panetones, salgados e pizzas, com conteúdos práticos sobre preparo e processamento de alimentos. Mais do que um conjunto de receitas, ela utiliza a culinária como ferramenta de inclusão e transformação social, estimulando a criatividade, a geração de renda e o fortalecimento da economia local.</h2><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 4pt">Autores: Bianca Alves Cardoso - Karem Rodrigues Vieira - Magda Aita Monego</h2><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 4pt;padding: 0pt 0pt 6.75pt">Acesse a obra: <a href="http://repositorio.ufsm.br/handle/1/33706">http://repositorio.ufsm.br/handle/1/33706</a>&nbsp;</h2></p>		
			<figure><img width="565" height="803" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/0aa3042b-3a89-4336-8222-e09e37f724d6.jpg" alt="" /></figure><h3>Cartilha de Biossegurança em Medicina Veterinária</h3><p><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 4pt">A cartilha foi criada para destacar a importância da biossegurança na proteção de profissionais, colaboradores, animais e do ambiente de trabalho. O guia aborda fundamentos da biossegurança, gerenciamento de resíduos, imunoprofilaxia, controle de incêndios e práticas seguras em diferentes ambientes veterinários, incluindo hospitais, clínicas, biotérios, criações pecuárias e abatedouros. Baseada em literatura especializada, a cartilha fornece orientações práticas sobre riscos físicos, químicos, biológicos e ergonômicos, uso de EPIs e EPCs, boas práticas laboratoriais e níveis de contenção. É uma ferramenta essencial para profissionais e acadêmicos, visando garantir um ambiente de trabalho seguro e saudável na medicina veterinária.</h2><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 4pt"><br></h2><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 4pt">Autores: Sônia De Avila Botton - Ana Eucares Von Laer - Luís Antonio Sangioni - Daniela Isabel Brayer Pereira - Helton Fernandes Dos Santos - Fernanda Costa Tonello - Lara Baccarin Laniski - Taynara Dias Lansarin - Clarissa Luciano Barboza - Patrícia Dos Santos Martins - Aline Fontanella Maciel - Andrine Pappis - Eugênio Miranda Soares - Fernanda Zientarski - Isabelle Carneiro Rizzatti - Bruna Gabriela Wunder Della Flora - Carolina Sardou Cardoso - Julia Binotto</h2><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 4pt;padding: 0pt 0pt 6.75pt">Acesse a obra: <a href="http://repositorio.ufsm.br/handle/1/33989">http://repositorio.ufsm.br/handle/1/33989</a>&nbsp;</h2></p>		
			<figure><img width="562" height="801" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/5bcde434-5fd9-4f0b-90d7-c4ac934df015.jpg" alt="" /></figure><h3>Transtorno do Processamento Auditivo Central: o que é, como diagnosticar e tratar</h3><p><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 4pt">&nbsp;A obra&nbsp; aborda o Processamento Auditivo Central (PAC) e o Transtorno do Processamento Auditivo Central (TPAC), destacando a importância da audição para comunicação, aprendizado e interação com o ambiente. Ele explica como ouvimos e interpretamos sons, as possíveis alterações nesse sistema e como lidar com elas. Com uma linguagem acessível, o conteúdo busca educar e conscientizar os leitores sobre o PAC e o TPAC, promovendo maior compreensão e inclusão no mundo auditivo.</h2><br><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 4pt">Autores: Christine Grellmann Schumacher - Helinton Goulart Moreira - Michele Vargas Garcia - Dayane Domeneghini Didoné&nbsp;</h2><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 4pt;padding: 0pt 0pt 6.75pt">Acesse a obra: <a href="http://repositorio.ufsm.br/handle/1/33702">http://repositorio.ufsm.br/handle/1/33702</a> </h2></p>		
			<figure><img width="566" height="798" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/faf40468-8910-474a-8631-e2d63070df13.jpg" alt="" /></figure><h3>Comunicação Inclusiva: Estratégias para se Comunicar com Pessoas com Deficiência Auditiva </h3><p><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 4pt;padding: 0pt 0pt 6.75pt">A cartilha foi elaborada para fornecer subsídio teórico aos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) sobre estratégias comunicativas com adultos, idosos e crianças com perda auditiva. O material oferece orientações para que os ACS facilitem a comunicação da população com deficiência auditiva, promovendo inclusão e disseminação de informações à comunidade. Vinculada ao projeto de extensão da UFSM “Educação continuada de Agentes Comunitários de Saúde sobre saúde auditiva de adultos e idosos” (em atividade desde 2021), a cartilha apoia ações de educação continuada sobre audição, saúde auditiva, tratamentos e a importância do acompanhamento pelos serviços de saúde.</h2><br><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 4pt">Autores: Brenda Larissa De Souza Da Silva - Maria Eduarda Zimermann De Oliveira - Fernanda Soares Aurélio Patatt</h2><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 4pt;padding: 0pt 0pt 6.75pt">Acesse a obra: <a href="http://repositorio.ufsm.br/handle/1/33674">http://repositorio.ufsm.br/handle/1/33674</a> </h2></p>		
			<figure><img width="565" height="802" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/01cc3088-ddc7-4a22-8619-ab8e999e6d30.jpg" alt="" /></figure><h3>Pequenos Grandes Empreendedores do Geoparque Caçapava </h3><p><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 4pt;padding: 0pt 0pt 6.75pt">A cartilha é voltada para alunos do ensino fundamental e serve como apoio às atividades em sala de aula, com o objetivo de estimular a compreensão do empreendedorismo e incentivar as crianças a explorarem as potencialidades da comunidade do Geoparque Caçapava.</h2><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 4pt">Autores: Brenda Ferrari Ribas - Laura Lobo Todeschini - Debora Bobsin&nbsp;</h2><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 4pt;padding: 0pt 0pt 6.75pt">Acesse a obra: <a href="http://repositorio.ufsm.br/handle/1/34034">http://repositorio.ufsm.br/handle/1/34034</a> </h2></p>		
			<figure><img width="562" height="798" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/d3d7b491-547e-47d0-93c9-c40c6e3891cc.jpg" alt="" /></figure><h3>As árvores da minha vida </h3><p><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 4pt">A cartilha do Programa de Extensão “Biodiversidade e Cultura no Ensino e na Extensão” destaca a importância das árvores nos ecossistemas, mostrando sua conexão com microrganismos, fauna e atividades humanas. Com enfoque nas espécies nativas do Rio Grande do Sul, especialmente pioneiras em áreas agrícolas, o material enfatiza a preservação e a valorização das árvores, que oferecem sombra, ar puro e equilíbrio ecológico, promovendo reflexão sobre seu papel vital na manutenção da vida.</h2><br><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 4pt">Autores: Iasmin Maria Michelotti Da Costa - Renato Aquino Záchia&nbsp;</h2><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 4pt;padding: 0pt 0pt 6.75pt">Acesse a obra: <a href="http://repositorio.ufsm.br/handle/1/34031">http://repositorio.ufsm.br/handle/1/34031</a> </h2></p>		
			<figure><img width="567" height="801" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/4fea1e6e-6bc0-4298-bb00-18328284d3c5.jpg" alt="" /></figure><h3>O mundo encantado do xixi e do cocô: um guia prático sobre o Sistema Urinário e Gastrointestinal para crianças de 5 a 11 anos</h3><p><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 4pt;padding: 0pt 0pt 6.75pt">A cartilha, desenvolvida pelo projeto de extensão “Oficina de exercícios para o assoalho pélvico”, aborda a disfunção do trato urinário inferior em crianças de forma lúdica e educativa. A pesquisa surgiu a partir da demanda de mulheres interessadas em informações sobre o tema para filhos e alunos. Baseada em observações em uma escola pública de Santa Maria, o material orienta professores e alunos sobre higiene adequada, frequência de idas ao banheiro e hábitos saudáveis relacionados ao trato urinário. O objetivo é promover saúde, conscientização, inclusão e respeito no ambiente escolar, utilizando estratégias como palestras, práticas extensionistas e a própria cartilha.</h2><br><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 4pt">Autores: Sabrina Orlandi Barbieri - Eliana Marques Lobato - Renata Teixeira De Oliveira Ramos - Aniele Maia Ineu - Carla Mendes Leal Cerqueira - Aron Ferreira Da Silveira - Melissa Medeiros Braz - Rita Pavione Rodrigues Pereira&nbsp;</h2><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 4pt;padding: 0pt 0pt 6.75pt">Acesse a obra: <a href="http://repositorio.ufsm.br/handle/1/33675">http://repositorio.ufsm.br/handle/1/33675</a> </h2></p>		
			<figure><img width="567" height="796" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/cb7425cf-912e-4d4b-a592-d4b9c2114410.jpg" alt="" /></figure><h3>Plantas Suculentas: Cultivo e Curiosidades</h3><p><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 4pt">A cartilha, vinculada ao programa de extensão “Reino Encantado das Plantas” da UFSM, apresenta de forma prática e educativa o cultivo de suculentas, incluindo dicas, curiosidades, passatempos e informações sobre a coleção do Jardim Botânico da universidade. O material busca inspirar e capacitar entusiastas das plantas no cuidado e aprendizado sobre essas espécies.</h2><br><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 4pt">Autores: &nbsp;Jéssica Dos Santos Moro - Aline Silva Rodrigues - Daniela Guimarães Simão&nbsp;</h2><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 4pt;padding: 0pt 0pt 6.75pt">Acesse a obra: <a href="http://repositorio.ufsm.br/handle/1/34030">http://repositorio.ufsm.br/handle/1/34030</a> </h2></p>		
			<figure><img width="566" height="805" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/7a56ca44-92c2-4add-bb09-387065c77fce-2.jpg" alt="" /></figure><h3>Aspectos didático-pedagógicos para o ensino tático-técnico do padel </h3><p><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 4pt">O trabalho tem como objetivo criar um material digital para professores e treinadores de padel, oferecendo referência e suporte pedagógico para diferentes níveis de prática, desde iniciação até alta performance ou lazer. Destaca-se a importância de garantir a segurança dos alunos e fundamentar o ensino no conhecimento técnico. O padel é um esporte em crescimento mundial e no Brasil, disputado em duplas em quadras cercadas por paredes, apresentando oportunidades significativas para atuação pedagógica na Educação Física.</h2><br><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 4pt">Autores: &nbsp;Frederico Diniz Lima - Renan Luis Schwaab - Luiza Dutra Amador - Braian Silveira Lima - Lorenzo Laporta</h2><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 4pt;padding: 0pt 0pt 6.75pt">Acesse a obra: <a href="http://repositorio.ufsm.br/handle/1/34091">http://repositorio.ufsm.br/handle/1/34091</a> </h2></p>		
			<figure><img width="565" height="803" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/1e205f61-c31f-4225-b33e-a7c92ebfe6d5.jpg" alt="" /></figure><h3>Disfagia: Orientações para Equipe Multiprofissional </h3><p><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 4pt">&nbsp;A cartilha foi elaborada para orientar profissionais de hospitais sobre a disfagia, condição que afeta a deglutição e pode comprometer nutrição, hidratação e saúde pulmonar. O material busca prevenir complicações, reduzir riscos e melhorar a qualidade de vida de pacientes hospitalizados, oferecendo informações sobre sinais, condutas e cuidados. Sua criação contou com a participação de professores e estudantes de Fonoaudiologia, fonoaudiólogas e médica residente em otorrinolaringologia, vinculados ao projeto de extensão “Disfagia em idosos: prevenção, promoção e educação em saúde” da UFSM.</h2><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 4pt"><br></h2><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 4pt">Autores: &nbsp;Gabriele Rodrigues Bastilha - Anna Luiza Frazzon Teixeira - Bruna Machado Silveira - Diellen Albanio Wegner - Glenda Guerra Thomas - Jamile Kisner Lacerda Da Silva - Magali Scheuer - Mariana Da Silva Corrêa - Milena Luísa Fucilini - Paula Moraes - Talita Göettems Da Silva - Valdani Dias Sachett</h2><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 4pt;padding: 0pt 0pt 6.75pt">Acesse a obra: <a href="http://repositorio.ufsm.br/handle/1/33712">http://repositorio.ufsm.br/handle/1/33712</a> </h2></p>		
			<figure><img width="566" height="802" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/969acb39-b134-4598-afce-ec4469b4aef1.jpg" alt="" /></figure><h3>Ruído na Comunicação: vamos prestar atenção! </h3><p><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 4pt">A cartilha destaca a importância da audição e os efeitos negativos do ruído, oferecendo orientações para uma comunicação saudável e eficaz. Aborda anatomia e funcionamento da audição, impactos do ruído intenso, limitação da exposição a sons altos e estratégias como contato visual, fala clara e escuta ativa. Também enfatiza a educação sobre audição em diferentes ambientes, recursos de apoio para quem apresenta problemas auditivos e a importância da atuação interdisciplinar, servindo como guia para preservar a saúde auditiva e melhorar a qualidade de vida.</h2><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 4pt">&nbsp;</h2><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 4pt">Autores: &nbsp;Nicole Barroso De Menezes - Arthur Brunno Dias E Silva - Felipe Ramos De Mello - William D'andrea Fonseca - Valdete Alves Valentins Dos Santos Filha&nbsp;</h2><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 4pt;padding: 0pt 0pt 6.75pt">Acesse a obra: <a href="http://repositorio.ufsm.br/handle/1/34027">http://repositorio.ufsm.br/handle/1/34027</a> </h2></p>		
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;background-color: #ffffff;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 12pt 0pt">Texto: Laura Severo, bolsista de Jornalismo da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</p>
<p> </p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;background-color: #ffffff;margin-top: 0pt;margin-bottom: 12pt">Revisão: Esther Costa Faria, bolsista de Letras - Português da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</p>		
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-1024x1024.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_4-1024x1024.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Exposição Céus do Sul está aberta para visitação gratuita no Planetário da UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/08/11/exposicao-ceus-do-sul-abre-visitacao-gratuita-no-planetario-da-ufsm</link>
				<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 13:59:55 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[dose de ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Planetário UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Articulação e Fomento à Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura e Arte]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[planetário ufsm]]></category>

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						<description><![CDATA[Mostra itinerante está disponível até a metade do mês de setembro sem necessidade de agendamento]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <img width="768" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-11-at-11.08.38-1-768x576.jpeg" alt="" />													
		<p>A exposição itinerante<i> Céus do Sul: uma travessia entre memórias, territórios e saberes</i> está aberta para visitação até a metade de setembro deste ano no Planetário Professor José Mariano da Rocha Filho, da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). A mostra, com entrada gratuita e sem necessidade de agendamento, está disponível de segunda a sexta-feira, das 8h às 11h30 e das 13h30 às 17h. Também foi aberto, na segunda-feira (10), o período de agendamento para as sessões de cúpula do Planetário.</p><p>A exposição integra a programação de reabertura do Planetário da UFSM, anunciada em julho deste ano, e marca a retomada de um importante espaço de educação, cultura e divulgação científica da Universidade. Além de voltar a receber a comunidade para sessões e atividades educativas, o planetário passa a operar em uma nova etapa, com melhorias na infraestrutura e revitalização dos ambientes de acolhimento ao público.</p>		
													<img width="768" height="513" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/DSC0006-768x513.jpg" alt="" />													
			<h4><p>Uma travessia pelos céus do Sul</p></h4>		
		<p>A proposta central da exposição é apresentar diferentes formas de compreender o céu a partir de referências indígenas, afro-brasileiras, científicas e populares relacionadas aos céus do Sul do Brasil. Por meio de painéis, narrativas e experiências educativas, a mostra convida o público a refletir sobre as múltiplas maneiras de observar, interpretar e contar o céu.<br /><br />Segundo a organização, a exposição evidencia que a observação celeste faz parte da história, da identidade e das práticas culturais de diferentes povos, ampliando o olhar para além da astronomia tradicional. A mostra dialoga diretamente com a ciência, a arte e a educação ao abordar a astronomia de forma interdisciplinar e culturalmente diversa. </p><p>O percurso reúne conhecimentos científicos e saberes tradicionais, incentivando os visitantes a refletirem sobre como o conhecimento é produzido e transmitido em diferentes contextos sociais. A proposta educativa busca aproximar a comunidade da produção científica, estimular a curiosidade e valorizar a diversidade de saberes presentes na sociedade brasileira. </p><p>De acordo com a diretora do Planetário, Jaqueline Trentim, é esperado receber nas próximas semanas um público diversificado, formado por estudantes, professores, famílias e visitantes da região. A expectativa é consolidar o Planetário como um polo de educação, cultura e divulgação científica em Santa Maria e no Rio Grande do Sul.</p>		
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Exposição: Céus do Sul: uma travessia entre memórias, territórios e saberes</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"><b>Local:</b> Planetário Professor José Mariano da Rocha Filho – UFSM</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"><b>Horários da exposição: </b>De segunda a sexta-feira, das 8h às 11h30 e das 13h30 às 17h.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Entrada gratuita e sem necessidade de agendamento.</p>
<p><b style="font-weight: normal"> </b></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Sessões abertas ao público geral</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">A Questão da Vida (13/08) - 15h30</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Da Terra ao Universo (13/08) - 18h30</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">O Lado Escuro da Luz (14/08) - 18h30</p>
<p><b style="font-weight: normal"> </b></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Mais informações e agendamentos podem ser obtidos junto ao Planetário da UFSM pelos endereços de e-mail <a style="text-decoration: none" href="mailto:planetario@ufsm.br">planetario@ufsm.br</a> e <a style="text-decoration: none" href="mailto:planetario.agendamento@ufsm.br">planetario.agendamento@ufsm.br</a> ou pelo perfil do órgão no <a style="text-decoration: none" href="https://www.instagram.com/planetarioufsm/">Instagram</a>.</p>
<p> </p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"><i>Fotos: Arquivo.<br />Texto: Kemyllin Haana Timm Dutra, jornalista da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).<br />Revisão: Catharina Viegas, revisora de textos da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM abre inscrições para cursos presenciais de inglês no campus</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/08/10/ufsm-abre-inscricoes-para-cursos-presenciais-de-ingles-no-campus</link>
				<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 17:19:52 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão nas Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Articulação e Fomento à Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=17326</guid>
						<description><![CDATA[A oportunidade é voltada à comunidade acadêmica e regional
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p></p>
<p dir="ltr" style="line-height:1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">O Programa Línguas no Campus (LINC) do Laboratório de Pesquisa e Ensino de Leitura e Redação (LABLER), vinculado ao Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE), está com inscrições abertas para aulas de inglês até o dia 19 de agosto. A iniciativa integra as ações de extensão da UFSM e é aberta à comunidade acadêmica e regional. &nbsp;Os cursos, que são presenciais, contam com material didático exclusivo e metodologia de ensino baseada em pesquisa.&nbsp;</p>
<p dir="ltr" style="line-height:1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt"><br></p>
<p dir="ltr" style="line-height:1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">São oferecidas turmas de Four Skills do nível iniciante ao intermediário e da categoria Leitura em Inglês – Intensivo, voltada à preparação para Teste de Suficiência em Leitura em Língua Estrangeira (TESLLE). Interessados em ingressar nos grupos de Four Skills 1B, Four Skills 2 e Four Skills 3 devem agendar um teste de nivelamento para realizar a matrícula através do email <a href="mailto:labler@ufsm.br" style="text-decoration:none">labler@ufsm.br</a>.&nbsp;</p>
<p dir="ltr" style="line-height:1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt"><br></p><p dir="ltr" style="line-height:1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt"></p><p dir="ltr" style="line-height:1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">As inscrições gerais podem ser realizadas por meio deste <a href="https://www.cursoseeventos.ufmg.br/instituicao/UFSM/ofertas/12607" style="text-decoration:none">link</a>. Estudantes com Benefício Socioeconômico (BSE) ativo podem concorrer a vagas gratuitas. Nesse caso, as inscrições devem ser feitas até 9 de agosto, pelo edital disponível em <a href="https://www.ufsm.br/laboratorios/labler/editais/009-2026" style="text-decoration:none">https://www.ufsm.br/laboratorios/labler/editais/009-2026</a>. Mais informações podem ser obtidas pelo perfil do LABLER no <a href="https://www.instagram.com/linc_ufsm/" style="text-decoration:none">Instagram</a>.</p>		
													<img width="300" height="300" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_4-300x300.jpg" alt="" />													
													<img width="300" height="300" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-300x300.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Casa Verônica participa da Recepção Institucional 2026/2</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/08/10/casa-veronica-participa-da-recepcao-institucional-2026-2</link>
				<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 15:51:36 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Casa Verônica UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>
		<category><![CDATA[casa verônica]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório de Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

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						<description><![CDATA[Durante os dias 3 e 4 de agosto, a equipe da Casa Verônica, em parceria com a PRAE e o Coletivo TRAMA, esteve presente na recepção institucional da UFSM, contribuindo também para a divulgação dos serviços oferecidos neste semestre. A atividade&nbsp;ocorreu&nbsp;em frente ao Restaurante Universitário I (RU I), durante o horário do almoço, fortalecendo o [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Durante os dias 3 e 4 de agosto, a equipe da Casa Verônica, em parceria com a PRAE e o Coletivo TRAMA, esteve presente na recepção institucional da UFSM, contribuindo também para a divulgação dos serviços oferecidos neste semestre. A atividade&nbsp;ocorreu&nbsp;em frente ao Restaurante Universitário I (RU I), durante o horário do almoço, fortalecendo o vínculo com a comunidade acadêmica e promovendo o acesso às informações e serviços de apoio estudantil. Entre as atrações, atividades educativas e interativas com o público com sorteio de brindes e pintura de rosto de acordo com sua bandeira.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Você visitou o estande da CV, nos conte o que achou? Confira o que rolou na galeria de fotos.</p><p><br></p><p><br></p>
<p></p>
<p>Texto e fotos: Fabiane Gomes</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>		
			<figure class="gallery-item">
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="801eb80" data-elementor-lightbox-title="DSC_0426" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NTE2OCwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcL3NpdGVzXC80MTRcLzIwMjZcLzA4XC9EU0NfMDQyNi1zY2FsZWQuanBnIiwic2xpZGVzaG93IjoiODAxZWI4MCJ9" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/DSC_0426-scaled.jpg"><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/DSC_0426-150x150.jpg" alt="" /></a>
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				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="801eb80" data-elementor-lightbox-title="DSC_0354" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NTE2NCwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcL3NpdGVzXC80MTRcLzIwMjZcLzA4XC9EU0NfMDM1NC5qcGciLCJzbGlkZXNob3ciOiI4MDFlYjgwIn0%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/DSC_0354.jpg"><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/DSC_0354-150x150.jpg" alt="" /></a>
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				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="801eb80" data-elementor-lightbox-title="DSC_0353" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NTE2MywidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcL3NpdGVzXC80MTRcLzIwMjZcLzA4XC9EU0NfMDM1My5qcGciLCJzbGlkZXNob3ciOiI4MDFlYjgwIn0%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/DSC_0353.jpg"><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/DSC_0353-150x150.jpg" alt="" /></a>
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				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="801eb80" data-elementor-lightbox-title="DSC_0352" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NTE2MiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcL3NpdGVzXC80MTRcLzIwMjZcLzA4XC9EU0NfMDM1Mi5qcGciLCJzbGlkZXNob3ciOiI4MDFlYjgwIn0%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/DSC_0352.jpg"><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/DSC_0352-150x150.jpg" alt="" /></a>
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				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="801eb80" data-elementor-lightbox-title="DSC_0349" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NTE2MSwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcL3NpdGVzXC80MTRcLzIwMjZcLzA4XC9EU0NfMDM0OS1zY2FsZWQuanBnIiwic2xpZGVzaG93IjoiODAxZWI4MCJ9" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/DSC_0349-scaled.jpg"><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/DSC_0349-150x150.jpg" alt="" /></a>
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				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="801eb80" data-elementor-lightbox-title="DSC_0343" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NTE2MCwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcL3NpdGVzXC80MTRcLzIwMjZcLzA4XC9EU0NfMDM0My5qcGciLCJzbGlkZXNob3ciOiI4MDFlYjgwIn0%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/DSC_0343.jpg"><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/DSC_0343-150x150.jpg" alt="" /></a>
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				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="801eb80" data-elementor-lightbox-title="DSC_0342" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NTE1OSwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcL3NpdGVzXC80MTRcLzIwMjZcLzA4XC9EU0NfMDM0Mi5qcGciLCJzbGlkZXNob3ciOiI4MDFlYjgwIn0%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/DSC_0342.jpg"><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/DSC_0342-150x150.jpg" alt="" /></a>
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				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="801eb80" data-elementor-lightbox-title="DSC_0339" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NTE1OCwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcL3NpdGVzXC80MTRcLzIwMjZcLzA4XC9EU0NfMDMzOS5qcGciLCJzbGlkZXNob3ciOiI4MDFlYjgwIn0%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/DSC_0339.jpg"><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/DSC_0339-150x150.jpg" alt="" /></a>
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				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="801eb80" data-elementor-lightbox-title="DSC_0335" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6NTE1NywidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcL3NpdGVzXC80MTRcLzIwMjZcLzA4XC9EU0NfMDMzNS5qcGciLCJzbGlkZXNob3ciOiI4MDFlYjgwIn0%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/DSC_0335.jpg"><img width="150" height="150" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/DSC_0335-150x150.jpg" alt="" /></a>
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				<title>Viva o Campus celebra o Dia do Patrimônio com cultura, ciência e atividades para toda a comunidade na UFSM neste domingo (16) </title>
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				<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 14:31:02 +0000</pubDate>
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						<description><![CDATA[Cultura, ciência e patrimônio integram programação especial da UFSM neste domingo ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Em celebração ao Dia do Patrimônio, a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), por meio da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), através da Coordenadoria de Cultura e Arte (CC), promove, no próximo domingo, 16 de agosto, uma edição especial do Viva o Campus. O evento acontece das 14h às 18h, com atividades gratuitas e abertas à comunidade no Campus Sede da UFSM. </p><p>A programação reúne atrações para diferentes públicos, promovendo uma tarde de convivência e integração entre a Universidade e a comunidade. O destaque artístico fica por conta da apresentação da Banda Aurora DARK, às 15h30, no Largo do Planetário. </p><p>Além da atração musical, o público poderá conhecer diferentes espaços e iniciativas da UFSM. O Planetário estará aberto das 14h às 18h com a exposição “Céus do Sul” e sessões de cúpula às 14h30, 15h30 e 16h30, com o filme “O Sol: A Nossa Estrela Viva”. </p><p>O Jardim Botânico também integra a programação, com atividades das 14h às 18h, incluindo jardim sensorial, exposição de animais taxidermizados, Horta Mandala e a Pracinha Quintal dos Brotos. Às 15h30, será realizada a trilha guiada “O acervo vivo do JBSM”, proporcionando aos visitantes uma experiência de contato com o patrimônio natural. </p><p>A programação conta ainda com a Mostra Morfo, das 14h às 18h, no Prédio 19, apresentando a Mostra de Ciências Morfológicas, e com a Polifeira do Agricultor, no Largo do Planetário. </p><p>Também serão realizadas as oficinas “Sociais e Humanas em Foto”, das 14h às 18h, nas salas de aula do CCSH. A atividade propõe oficinas de desenho e colagem a partir da releitura de fotografias de patrimônio do CCSH e é destinada a participantes a partir de 7 anos. No Largo do Planetário, o público também poderá participar da oficina “Olha o Passarinho”, das 14h às 18h. </p><p>Realizado desde 2014, o Viva o Campus busca aproximar a comunidade da Universidade por meio de experiências culturais, científicas, educativas e de convivência. A edição especial em celebração ao Dia do Patrimônio convida o público a ocupar os espaços da UFSM, conhecer seus acervos, projetos e iniciativas e vivenciar uma tarde de cultura, conhecimento e lazer no Campus Sede. </p><p><b>PROGRAMAÇÃO </b></p><p><b>Atração artística </b></p><p>15h30 </p><p>Banda Aurora DARK </p><p>Largo do Planetário</p><p><b>Planetário – 14h às 18h </b></p><ul><li> Exposição “Céus do Sul” </li><li> Sessões de cúpula: 14h30, 15h30 e 16h30 </li><li> Filme: “O Sol: A Nossa Estrela Viva” </li></ul><p><b>Jardim Botânico – 14h às 18h </b></p><ul><li> Jardim sensorial </li><li> Exposição de animais taxidermizados </li><li> Horta Mandala </li><li> Pracinha Quintal dos Brotos </li><li> 15h30 – Trilha guiada “O acervo vivo do JBSM” </li></ul><p><b>Mostra Morfo – 14h às 18h </b></p><ul><li> Mostra de Ciências Morfológicas </li><li> Prédio 19 </li></ul><p><b>Polifeira do Agricultor – 14h às 18h </b></p><ul><li> Largo do Planetário </li></ul><p><b>Oficinas “Sociais e Humanas em Foto” – 14h às 18h </b></p><ul><li> Oficinas de desenho e colagem de releitura de fotografias de patrimônio do CCSH • A partir de 7 anos </li><li> Salas de aula do CCSH </li></ul><p><b>Oficina “Olha o Passarinho” – 14h às 18h </b></p><ul><li> Largo do Planetário </li></ul><p><b>Texto: Coordenadoria de Cultura e Arte/PRE</b></p>		
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/1.-Abertura.jpg" alt="1. Abertura" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/2.-card-Aurora-Dark.jpg" alt="2. card Aurora Dark" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/3.-card-Planetario.jpg" alt="3. card Planetário" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/4.-card-Jardim-Botanico.jpg" alt="4. card Jardim Botânico" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/5.-card-MOSTRA.jpg" alt="5. card MOSTRA" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/6.-card-PoliFeira.jpg" alt="6. card PoliFeira" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/7.-card-Oficina-Fotos.jpg" alt="7. card Oficina Fotos" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/8.-card-Olha-o-Passarinho.jpg" alt="8. card Olha o Passarinho" /></figure>]]></content:encoded>
													</item>
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				<title>Série Extensão 2025: Conheça as 30 obras lançadas na 52º Feira do Livro de Santa Maria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/08/10/serie-extensao-2025-conheca-as-30-obras-lancadas-na-52o-feira-do-livro-de-santa-maria</link>
				<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 12:45:44 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Editora PRE]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
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						<description><![CDATA[A 52ª Feira do Livro de Santa Maria foi palco do lançamento de 30 obras da Série Extensão 2025 pela Editora da PRE/UFSM. ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A Editora da Pró-Reitoria de Extensão (PRE) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) lançou 45 títulos contemplados pelo edital Série Extensão 2025. As publicações, todas em formato digital, abrangem diferentes áreas do conhecimento e têm como objetivo principal popularizar a ciência, fortalecer a extensão universitária e aproximar a universidade da comunidade.</p><p>Como parte das ações de divulgação, a PRE marcou presença na 52ª Feira do Livro de Santa Maria, no dia 5 de setembro de 2025, com o lançamento de 30 das obras selecionadas pelo edital. O evento reforçou o compromisso da UFSM com a democratização do conhecimento e com o diálogo entre a produção acadêmica e os diversos públicos da sociedade.</p><p>A Série Extensão 2025 destaca-se por valorizar linguagens claras e formatos voltados ao público não especializado, ampliando o alcance das ações extensionistas e fortalecendo o papel social da universidade pública. Ao serem disponibilizadas gratuitamente em formato digital, as publicações garantem maior circulação do conhecimento produzido na UFSM, alcançando leitores dentro e fora do ambiente acadêmico.</p><p>A seguir, é possível conhecer um pouco mais sobre cada uma das 30 obras lançadas na Feira do Livro, com destaque para seus objetivos, autores e contribuições para o fortalecimento do diálogo entre universidade e sociedade. </p>		
			<figure><img width="569" height="801" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/1.jpg" alt="" /></figure><h3>Princípios das lutas nas práticas corporais escolares: uma abordagem pedagógica na Educação Física</h3><p>Uma cartilha que oferece orientações para aulas de lutas no ensino fundamental, com abordagem lúdica e inclusiva, alinhada à BNCC, promovendo aprendizado seguro, respeito às diversidades culturais e desenvolvimento de competências sociais e corporais, sem exigir ensino de artes marciais.<br><p dir="ltr" style="line-height:1.38;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">Autores: Thiago Farias da Fonseca Pimenta, Rafaela Pimentel de Oliveira, Alexandre Farias Perez, Isabella Bagetti Miola, Natália Luiza Pereira da Silva e Gabriela Ayres de Almeida&nbsp;<br></p><p dir="ltr" style="line-height:1.38;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">Acesse a obra: <a href="http://repositorio.ufsm.br/handle/1/36193" style="text-decoration:none">http://repositorio.ufsm.br/handle/1/36193</a></p><p dir="ltr" style="line-height:1.38;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt"></p></p>		
			<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/elementor/thumbs/2-1-rrke3oj7wu2cqjb9pch2ibb5repnqlugcxuiywxytk.jpg" title="2" alt="2" loading="lazy" /></figure><h3>Território Imembuy&nbsp; Geoparques</h3><p>A obra apresenta experiências da extensão universitária da UFSM no Território Imembuy, que reúne 37 municípios e mais de 700 mil habitantes. Mais que uma coletânea de projetos, a obra mostra a força transformadora da universidade pública ao dialogar com as comunidades e promover desenvolvimento, pertencimento e sustentabilidade.
Reunindo 36 iniciativas ligadas aos Geoparques Quarta Colônia, Caçapava e Raízes de Pedra, o livro valoriza a diversidade de saberes e práticas, unindo pesquisa, ensino e ação social. É um registro de compromisso com os territórios e um convite à inspiração, mostrando como a extensão fortalece a cidadania e transforma realidades.
<p dir="ltr" style="line-height:1.38;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">Organizadores: Morgana Mello Bevilacqua, Angelita Zimmermann, Leandro Nunes Gabbi, Patrícia de Freitas Ferreira, Bibiana Schiavini Gonçalves Toniazzo, Cadidja Coutinho, Phillip Vilanova Ilha e Flavi Ferreira Lisbôa Filho.</p><p dir="ltr" style="line-height:1.38;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">A obra contém 117 autores.</p><br><p dir="ltr" style="line-height:1.38;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">Acesse a obra <a href="http://repositorio.ufsm.br/handle/1/35193">http://repositorio.ufsm.br/handle/1/35193</a></p></p>		
			<figure><img width="560" height="795" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/cf8fcbe6-d324-42f1-b1bb-483dceb0192b.jpg" alt="" /></figure><h3>Guia da Extensão UFSM</h3><p>A obra define a extensão universitária como a interação entre universidade e sociedade para gerar transformação social. Além disso, ela destaca que, na UFSM, essas ações envolvem diferentes públicos e exigem planejamento, registro e integração com ensino e pesquisa. O guia oferece orientações e conceitos básicos para quem deseja participar, reforçando que o conhecimento só tem sentido quando é compartilhado e aplicado coletivamente.<br><br>Autora: Giséli Duarte Bastos<br><p dir="ltr" style="line-height:1.38;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">Acesse a obra <a href="http://repositorio.ufsm.br/handle/1/36339">http://repositorio.ufsm.br/handle/1/36339</a></p></p>		
			<figure><img width="563" height="797" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/3f316f17-d7ff-42d2-8c31-52c94ec8edf9.jpg" alt="" /></figure><h3>Território Imembuy&nbsp; Santa Maria e Distrito Criativo Centro-Gare </h3><p>A obra celebra as ações de extensão da UFSM no Território Imembuy, espaço onde a universidade atua em parceria com a comunidade para promover desenvolvimento sustentável, preservação cultural e fortalecimento de vínculos locais. O livro reúne 12 capítulos que mostram a diversidade de projetos realizados em Santa Maria, especialmente no Distrito Criativo Centro-Gare, abordando temas como artesanato, meio ambiente, saúde, educação patrimonial e resposta a emergências climáticas. As iniciativas evidenciam o papel da extensão na transformação social e na formação cidadã dos estudantes. A publicação é, ao mesmo tempo, registro e inspiração, reforçando a importância da extensão universitária para construir uma região mais inclusiva, sustentável e inovadora.
<p dir="ltr" style="line-height:1.38;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">Organizadores: Morgana Mello Bevilacqua, Angelita Zimmermann, Leandro Nunes Gabbi, Patrícia de Freitas Ferreira, Bibiana Schiavini Gonçalves Toniazzo, Cadidja Coutinho, Phillip Vilanova Ilha e André De Toledo Paines</p><p dir="ltr" style="line-height:1.38;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">Acesse a obra <a href="http://repositorio.ufsm.br/handle/1/36338">http://repositorio.ufsm.br/handle/1/36338</a></p></p>		
			<figure><img width="565" height="796" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/870b69c3-e7b2-4a92-95a2-afabe4e32014.jpg" alt="" /></figure><h3>Gîr ty ki kanhrón ge Kamẽ kar kanhru ki - Cartilha de Atividades Kame Kanhru</h3><p><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 4pt;padding: 0pt 0pt 6.75pt">Cartilha de atividades bilíngue (kaingang e português) elaborada a partir do jogo digital colaborativo Kamê Kanhru, desenvolvido pela equipe do projeto DNA Afetivo Kamê e Kanhru, uma prática artística que acontece com colaboração das comunidades kaingang, do Rio Grande do Sul, tanto de Santa Maria quanto da Terra Indígena do Guarita (Km 10). Esse trabalho possui a participação efetiva das escolas Augusto Opé da Silva (Santa Maria) e Gormecindo Jete Tenh Ribeiro (Terra Indígena do Guarita/Km 10).</h2><p dir="ltr" style="line-height:1.38;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">Autores: Kalinka Lorenci Mallmann, Eliseu Balduino e Joceli Sirai Sales</p><p dir="ltr" style="line-height:1.38;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">Acesse a obra: <a href="http://repositorio.ufsm.br/handle/1/36080">http://repositorio.ufsm.br/handle/1/36080</a></p></p>		
			<figure><img width="566" height="801" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/c76e1bee-7b7c-4275-9836-e585d8b92ae3.jpg" alt="" /></figure><h3>Manual do planetarista da Universidade Federal de Santa Maria </h3><p><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 4pt;padding: 0pt 0pt 6.75pt">O manual foi criado para orientar o funcionamento do Planetário da UFSM, reunindo informações sobre sua organização, suas regras, seus projetos, suas sessões e seu uso de equipamentos, como projetores e telescópios. O documento também oferece roteiros e guias práticos para auxiliar nas atividades educativas. O Planetário da UFSM teve seu projeto iniciado em 1960, a partir de um esboço de Oscar Niemeyer, e foi inaugurado em 14 de dezembro de 1971, tornando-se o primeiro do Rio Grande do Sul e o sexto do Brasil. Desde então, realiza sessões e ações de divulgação científica para públicos de diferentes idades, abordando temas que vão da astronomia antiga à moderna.</h2><p dir="ltr" style="line-height:1.38;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">Autores: Jaqueline do Carmo Trentim Machado, Giovana Stefani, Nisiael de Oliveira Kaufman e Evandro Bertol.</p><p dir="ltr" style="line-height:1.38;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">Acesse a obra: <a href="http://repositorio.ufsm.br/handle/1/36297">http://repositorio.ufsm.br/handle/1/36297</a></p></p>		
			<figure><img width="563" height="799" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/f219dccf-ed19-4ed3-962a-f3e04e00d698.jpg" alt="" /></figure><h3>Metodologias e práticas de educação empreendedora no Novo Ensino Médio </h3><p><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 4pt;padding: 0pt 0pt 6.75pt">A cartilha tem como objetivo integrar metodologias de ensino e aprendizagem voltadas à educação empreendedora dentro do contexto do Novo Ensino Médio. Reconhecendo o empreendedorismo como essencial para o desenvolvimento econômico e pessoal, o material propõe práticas pedagógicas que estimulem comportamentos e habilidades empreendedoras. A educação empreendedora é apresentada como uma abordagem ativa, experiencial, contextual e cooperativa, centrada na ação do aluno. Com base na Lei nº 13.415/2017, que permite itinerários formativos técnicos e profissionais, a cartilha sugere técnicas que promovem autonomia, busca por conhecimento e desenvolvimento de atitudes voltadas à inovação e ao empreender.</h2><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 4pt;padding: 0pt 0pt 6.75pt">Autores: Vanessa de Campus Junges, Ranice Hoehr Pedrazzi Pozzer e Debora Bobsin</h2><p dir="ltr" style="line-height:1.38;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">Acesse a obra: <a href="http://repositorio.ufsm.br/handle/1/36278">http://repositorio.ufsm.br/handle/1/36278</a>&nbsp;</p></p>		
			<figure><img width="555" height="795" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/3df0dd7c-1953-455e-be6a-2d30bf4e5746-1.jpg" alt="" /></figure><h3>Olhares do Geoparque: fotografia e empoderamento em Caçapava do Sul </h3><p><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 4pt;padding: 0pt 0pt 6.75pt">O livro retrata uma experiência coletiva de aprendizado, pertencimento e empoderamento social por meio da fotografia. Realizado no Geoparque Caçapava, o projeto utilizou smartphones como ferramenta de expressão, inclusão digital e valorização da identidade local. A obra une teoria, prática e relatos dos participantes, mostrando como a fotografia pode transformar a maneira de ver e habitar o mundo. As imagens expressam histórias, sentimentos e novas possibilidades, convidando o leitor a refletir sobre o poder da fotografia como linguagem acessível que preserva memórias, estimula a criatividade e promove transformação social.<br><br>Autor: Renan Binda<br>Acesse a obra: <a href="http://repositorio.ufsm.br/handle/1/36153" style="text-align: start">http://repositorio.ufsm.br/handle/1/36153</a>&nbsp;</h2></p>		
			<figure><img width="456" height="799" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/4fee67db-6bf7-4cbe-9e7a-61caab40d919.jpg" alt="" /></figure><h3>2º Festival Gastronômico: Receitas com histórias! </h3><p><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 4pt;padding: 0pt 0pt 6.75pt">O e-book celebra as tradições culinárias e a cultura alimentar, promovendo a diversidade, a alimentação saudável e sustentável e o uso de ingredientes locais. A obra valoriza o ato de compartilhar receitas que carregam memórias e identidades, destacando a comida como forma de criar laços e fortalecer a convivência social. Nele, estão reunidas receitas salgadas e doces acompanhadas de relatos pessoais, dicas de preparo e informações sobre o festival, seus organizadores, jurados e vencedores. Mais do que um livro de receitas, é um convite para vivenciar novas experiências culinárias, resgatar tradições e celebrar a vida por meio da gastronomia que une e nutre as pessoas.</h2><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 4pt;padding: 0pt 0pt 6.75pt">Autores: Carla Cristina Bauermann Brasil e mais 10 autores e autoras.</h2><p dir="ltr" style="line-height:1.38;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">Acesse a obra: <a href="http://repositorio.ufsm.br/handle/1/36287">http://repositorio.ufsm.br/handle/1/36287</a> </p></p>		
			<figure><img width="566" height="797" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/6fed2e6b-cc4d-4583-a2d8-9bb6064e8854.jpg" alt="" /></figure><h3>A escola te abraça: ritmos, letras e emoção no ABC do batidão!</h3><p><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 4pt;padding: 0pt 0pt 6.75pt">A cartilha apresenta as atividades do projeto de extensão Educação como Direito Fundamental, por meio da ação “A escola te abraça”, criada em resposta à catástrofe climática que afetou Santa Maria (RS) em 2024. Desenvolvida com apoio do Centro de Educação e do curso de Pedagogia Noturno da UFSM, a iniciativa buscou oferecer suporte pedagógico e emocional à comunidade da Escola São Carlos, especialmente aos alunos em fase de alfabetização. Com duração de sete meses e apoio da Pró-Reitoria de Extensão, o projeto valorizou o protagonismo infantil, o trabalho interdisciplinar e o desenvolvimento da leitura, escrita, imaginação e das emoções. Entre as ações, destacou-se o projeto ABC do Batidão, que promoveu uma alfabetização culturalmente contextualizada, integrando saberes e experiências das crianças.</h2><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 4pt">Autores: Jane Schumacher, Danúbia Fernandes, Ana Júlia Riedel&nbsp; e Luandra Victória Dornelles de Matos</h2><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 4pt;padding: 0pt 0pt 6.75pt">Acesse a obra: <a href="http://repositorio.ufsm.br/handle/1/36196">http://repositorio.ufsm.br/handle/1/36196</a></h2></p>		
			<figure><img width="568" height="798" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/7915592e-17fb-400a-bf58-d7336c8e89e8.jpg" alt="" /></figure><h3>Do Invisível ao Visível, desvendando o pH das soluções através das cores</h3><p><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 4pt;padding: 0pt 0pt 6.75pt">A cartilha propõe uma sequência didática experimental para o ensino de ácidos e bases, utilizando exemplos do cotidiano. Por meio da análise da acidez e basicidade de soluções, da síntese de um indicador e da criação de uma escala de pH com repolho-roxo, os estudantes são estimulados a compreender conceitos químicos de forma prática e interdisciplinar. Voltado a professores do ensino médio, o material oferece experimentos prontos para aplicação em sala de aula, integrando teoria e prática e mostrando como a ciência está presente nas experiências do dia a dia.</h2><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 4pt">Autores: Caroline Trevisan Medeiros, Daiani Canabarro Leite&nbsp; e Caroline Raquel Bender</h2><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 4pt;padding: 0pt 0pt 6.75pt">Acesse a obra: <a href="http://repositorio.ufsm.br/handle/1/36183">http://repositorio.ufsm.br/handle/1/36183</a> </h2></p>		
			<figure><img width="565" height="796" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/34833908-55f7-4388-8af2-4b9e64fd1841.jpg" alt="" /></figure><h3>O que posso fazer para que minhas aulas de teatro sejam mais acessíveis? Uma cartilha com conceitos centrais e cinco propostas práticas</h3><p><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 4pt">A cartilha foi elaborada a partir das pesquisas do Grupo de Pesquisa Teatro Flexível: práticas cênicas e acessibilidade (CNPq), que, desde 2017, busca tornar o teatro mais acessível e inclusivo, valorizando práticas que possam ser realizadas por todos os corpos. Em 2024, o projeto Oficinas de teatro e dança para pessoas com e sem deficiência, realizado em parceria com o programa DiVerso: arte acessível, desenvolveu atividades que uniram teoria e prática com um grupo diverso de participantes. O material resultante compartilha boas práticas de acessibilidade nas Artes Cênicas e está dividido em três partes: conceitos fundamentais sobre acessibilidade no teatro, cinco propostas de atividades aplicadas nas oficinas e referências para aprofundar os estudos na área.</h2><br><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 4pt">Autores: Marcia Berselli e Douglas Leopold</h2><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;margin-top: 0pt;margin-bottom: 4pt;padding: 0pt 0pt 6.75pt">Acesse a obra: <a href="http://repositorio.ufsm.br/handle/1/36192">http://repositorio.ufsm.br/handle/1/36192</a> </h2></p>		
			<figure><img width="563" height="799" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/1233177f-eb83-4ce9-b296-4a74d74b52da.jpg" alt="" /></figure><h3>Impacto do Progredir Geoparque Quarta Colônia: relatório técnico de pesquisa </h3><p><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 4pt">O relatório técnico apresenta os resultados da pesquisa sobre o Programa Progredir: Qualificação profissional e atividades empreendedoras de cultura e turismo no Geoparque Quarta Colônia, desenvolvido pela UFSM em parceria com instituições locais e o MDS. Com base em uma investigação quanti-qualitativa e entrevistas com 86 egressos, o estudo analisou os impactos da formação nas esferas pessoal, profissional e comunitária. Os resultados indicam que o programa promoveu não apenas qualificação técnica, mas também valorização pessoal, autoestima, bem-estar e fortalecimento da identidade coletiva, além de gerar renda, empreendedorismo e novas oportunidades de trabalho. O relatório destaca o papel do programa como inovação social e reforça a importância de ações integradas de qualificação profissional em territórios rurais e vulneráveis, impulsionando o desenvolvimento socioeconômico e o protagonismo local.</h2><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 4pt">Autores: Jamison Pinheiro Ribeiro, José Paulo Fagundes, Angelita Zimmermann, Jaciele Carine Vidor Sell&nbsp; e Flavi Ferreira Lisboa Filho&nbsp;</h2><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;margin-top: 0pt;margin-bottom: 4pt;padding: 0pt 0pt 6.75pt">Acesse a obra: <a href="http://repositorio.ufsm.br/handle/1/36330">http://repositorio.ufsm.br/handle/1/36330</a> </h2></p>		
			<figure><img width="560" height="792" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/467e5213-eaff-412e-a9d8-e9ad9ab362f7.jpg" alt="" /></figure><h3>Avaliações para prescrições de exercícios físicos para públicos especiais</h3><p><p dir="ltr" style="line-height:1.38;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">A obra destaca que a avaliação é essencial para garantir a segurança e eficácia na prescrição de exercícios físicos. O livro orienta profissionais e estudantes da área da saúde sobre protocolos de avaliação em campo voltados a adolescentes, idosos, gestantes, pessoas com doenças crônicas e atletas. Ressalta-se, ainda, a importância de utilizar instrumentos adequados à idade, ao sexo e aos objetivos individuais, garantindo uma prescrição personalizada e segura.</p><br><p dir="ltr" style="line-height:1.38;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">Autores: &nbsp;Luciane Sanchotene Etchepare e mais 20 autores e autoras</p><p dir="ltr" style="line-height:1.38;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">Acesse a obra: <a href="http://repositorio.ufsm.br/handle/1/36328">http://repositorio.ufsm.br/handle/1/36328</a></p></p>		
			<figure><img width="569" height="797" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/b866767b-0b42-4f84-a6f5-eee81cdca969.jpg" alt="" /></figure><h3>Fabricação de sabões e sabonetes</h3><p><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 4pt">Esta cartilha faz parte do projeto Parceria entre Observatório de Direitos Humanos e Superintendência dos Serviços Penitenciários e é fruto do trabalho de extensão “Colaboração entre a UFSM e a Penitenciária Estadual de Santa Maria (PESM) na fábrica de sabão”. Um dos objetivos do trabalho foi a capacitação dos apenados por meio de um curso de fabricação de sabão e sabonetes, como forma de promover oportunidades e facilitar a ressocialização quando estiverem em liberdade. Durante a capacitação, foram abordados os tópicos teóricos apresentados nesta cartilha, relacionados à fabricação de sabões e sabonetes. No final, é detalhado o passo a passo da fabricação artesanal que foi desenvolvida durante uma aula prática.&nbsp;</h2><br><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 4pt;padding: 0pt 0pt 6.75pt">Autores: &nbsp;Fátima Squizani e Lucas Augusto da Silveira Escobar</h2><p dir="ltr" style="line-height:1.38;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">Acesse a obra: <a href="http://repositorio.ufsm.br/handle/1/36197">http://repositorio.ufsm.br/handle/1/36197</a> </p></p>		
			<figure><img width="936" height="783" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/e55cc57d-35c5-44ac-b2c1-18f4ff94fa8b.jpg" alt="" /></figure><h3>Transtorno do zumbido: conhecimento, orientação e cuidados</h3><p><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 4pt">A obra apresenta informações essenciais sobre o transtorno do zumbido, abordando suas possíveis causas até as opções de tratamento, de forma clara e acessível. Desenvolvida a partir da revisão da literatura científica e adaptada para o público em geral, esta cartilha tem como objetivo auxiliar na compreensão e autogestão do sintoma, além de incentivar a busca por atendimento especializado. Com orientações práticas e fundamentadas, a obra contribui para a promoção da saúde e redução do estigma associado ao zumbido.</h2><br><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 4pt;padding: 0pt 0pt 6.75pt">Autores: &nbsp;Marina Rodrigues Bertão, Julia Hiana Zulian, Andriele dos Santos Cavalheiro e Michele Vargas Garcia<br>Acesse a obra: <a href="http://repositorio.ufsm.br/handle/1/36198" style="text-align: start">http://repositorio.ufsm.br/handle/1/36198</a>&nbsp;</h2></p>		
			<figure><img width="551" height="795" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/c090a687-d297-4438-8bf8-d3d025b9af18.jpg" alt="" /></figure><h3>Sons que transformam: como funciona o implante coclear e como treinar sua audição</h3><p><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 4pt">O material, elaborado pelo Grupo de Estudos em Reabilitação Auditiva (GERA/UFSM), tem como objetivo apoiar usuários de implante coclear em sua jornada de escuta e desenvolvimento auditivo. Explica, de forma acessível, como funciona a audição, o implante coclear e sua reabilitação, além de oferecer 17 atividades práticas para estimular a percepção sonora. A obra serve como complemento à terapia fonoaudiológica, tornando o aprendizado leve e eficaz.</h2><br><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 4pt;padding: 0pt 0pt 6.75pt">Autores: &nbsp;Any Camile Trindade de Assis, Ana Carolina de Sá Mendes e Lauren Tasquetto Toniolo</h2><p dir="ltr" style="line-height:1.38;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">Acesse a obra: <a href="http://repositorio.ufsm.br/handle/1/36081">http://repositorio.ufsm.br/handle/1/36081</a>&nbsp;</p><br></p>		
			<figure><img width="563" height="793" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/f7a5ba95-6fb4-4e8f-983f-959833937ea8.jpg" alt="" /></figure><h3>II Seminário Internacional em Saúde e Ruralidade: Atenção à Saúde da Pessoa Adulta e Idosa</h3><p><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 4pt">Os trabalhos registrados nestes anais abordam o envelhecimento populacional como um processo biopsicossocial e destacam o aumento do número de idosos no Brasil, o que demanda mais cenários de cuidado, como hospitais, Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs) e cuidados domiciliares. Enfatiza-se o cuidado voltado a idosas religiosas em casas específicas, onde atuam profissionais de várias áreas, especialmente a enfermagem. Segundo a Resolução nº 736/2024 do COFEN, o Processo de Enfermagem (PE) deve ser aplicado de forma sistemática e deliberada, seguindo cinco etapas: avaliação, diagnóstico, planejamento, implementação e evolução, visando relatar sua aplicação em uma casa de cuidados para idosas religiosas.</h2><br><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 4pt;padding: 0pt 0pt 6.75pt">Autor: Silomar Ilha</h2><p dir="ltr" style="line-height:1.38;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt">Acesse a obra: <a href="http://repositorio.ufsm.br/handle/1/35372">http://repositorio.ufsm.br/handle/1/35372</a> </p><br></p>		
			<figure><img width="561" height="793" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/ea81bc78-7d28-4afb-bb08-cb49eba25b78.jpg" alt="" /></figure><h3>Populações negligenciadas: uma abordagem humanizada para profissionais da saúde</h3><p><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 4pt">A cartilha, resultado do projeto Educação continuada: abordagem humanizada em saúde para populações negligenciadas, da HumanizaLiga, busca promover a humanização no cuidado em saúde. Elaborada a partir de revisão bibliográfica, esta obra serve como material pedagógico para capacitar profissionais e estudantes sobre as características, vulnerabilidades e formas de atendimento humanizado de dez populações negligenciadas, como rurais, negras, indígenas, pessoas em situação de rua e LGBTQIAPN+.</h2><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 4pt"><br></h2><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 4pt">Autores: Amanda Lorenzi Negretto, Bruna Amui Loiola, Fernanda Haíssa Cavasini, Gabriel Vitor Fonseca Piranga, Giulie Milesi Pereira, Glenda Albuquerque Cavalieri Silva, Guilherme Mendes Marangon, Juliana da Rosa Wendt, Lumma Rabelo, Nathan Meireles de Souza, Pedro Henrique Hister Werle, Rubens Silva Ramos e Yuri Augusto Moreira Pena.</h2><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 4pt">Acesse a obra: <a href="http://repositorio.ufsm.br/handle/1/36154">http://repositorio.ufsm.br/handle/1/36154</a> </h2></p>		
			<figure><img width="565" height="806" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/5344abe8-6493-4a26-a931-30fb36c44c1d.jpg" alt="" /></figure><h3>Ensinando o voleibol através dos Jogos Reduzidos e Condicionados</h3><p><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 4pt">A cartilha apresenta alternativas acessíveis para o ensino do voleibol, com base nos Jogos Reduzidos e Condicionados, visando uma educação esportiva de qualidade. Voltada a profissionais de Educação Física, aborda concepções de ensino, importância dos jogos reduzidos, adaptações na estrutura e nas condições do jogo, além de destacar suas contribuições para o desenvolvimento técnico e pedagógico da modalidade.</h2><br><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 4pt">Autores: Lorenzo Iop Laporta, Nathália Prado Trindade, Ana Júlia Moraes Saccol Caetano, Henrique de Oliveira Castro, Mateus Geis Trojahn, Pedro Schmitt Neves, Thiago José Leonardi e Gustavo de Conti Teixeira Costa</h2><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;margin-top: 0pt;margin-bottom: 4pt;padding: 0pt 0pt 6.75pt">Acesse a obra: <a href="http://repositorio.ufsm.br/handle/1/36191">http://repositorio.ufsm.br/handle/1/36191</a></h2></p>		
			<figure><img width="566" height="799" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/0b363239-5d2a-41bb-adad-f70449db6ff3.jpg" alt="" /></figure><h3>Olhares Sobre Val Veronês</h3><p><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 4pt">A obra explora o patrimônio cultural e a memória de uma das mais antigas comunidades da Quarta Colônia de Imigração Italiana (RS). Por meio de histórias, fotos e reflexões, esta cartilha destaca a fé, a vida rural e as tradições locais, reforçando o sentimento de pertencimento e a importância da valorização cultural para a preservação da memória e o turismo sustentável.</h2><br><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 4pt">Autor: Jocelito Oliveira de Oliveira</h2><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 4pt">Acesse a obra:<a href="http://repositorio.ufsm.br/handle/1/36195">http://repositorio.ufsm.br/handle/1/36195</a></h2></p>		
			<figure><img width="556" height="795" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/54e1bc8c-d83d-417b-8d6e-0a3fbcbf857e.jpg" alt="" /></figure><h3>Plano Museológico do Museu Gama d’Eça: 2025–2029 </h3><p><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 4pt">É um instrumento de planejamento estratégico que define a missão, visão e os objetivos do Museu. O material inclui diagnósticos nas áreas de acervo, exposições, educação, pesquisa, arquitetura, segurança, financiamento, comunicação e acessibilidade, propondo projetos prioritários para 2025–2029 que visam solucionar desafios e fortalecer a atuação do museu.</h2><br><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 4pt">Autores: Bernardo Duque de Paula e Felipe Barchet Steffenel.</h2><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 4pt">Acesse a obra: <a href="http://repositorio.ufsm.br/handle/1/36079">http://repositorio.ufsm.br/handle/1/36079</a> </h2></p>		
			<figure><img width="793" height="792" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/00e5f61e-41b2-4bdd-94eb-dc7e68414e77.jpg" alt="" /></figure><h3>HORTA MANDALA</h3><p><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 4pt">Com uma proposta lúdica, esta cartilha ensina como montar uma horta mandala. Composta por desenhos, brincadeiras e atividades, o material instrui, de forma divertida, como organizar as plantas em formato circular.</h2><br><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 4pt">Autora: Francine Damian da Silva</h2><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 4pt">Acesse a obra: <a href="http://repositorio.ufsm.br/handle/1/36277">http://repositorio.ufsm.br/handle/1/36277</a> </h2></p>		
			<figure><img width="795" height="796" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/fd258367-4d5b-4f2c-bf4f-959afe06806a.jpg" alt="" /></figure><h3>Raíssa Colorindo o Prato</h3><p><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 4pt;padding: 0pt 0pt 6.75pt">O livro conta a história de Raíssa, uma menina com distúrbio alimentar pediátrico, abordando de forma educativa a descoberta do sabor das cores, de forma a orientar e inspirar crianças, famílias e profissionais da saúde sobre a alimentação infantil.</h2><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 4pt">Autores: Gabriela Santos Libardi, Amanda Borsatti Spagnolo e Geovana de Paula Bolzan</h2><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;margin-top: 0pt;margin-bottom: 4pt;padding: 0pt 0pt 6.75pt">&nbsp;Acesse a obra:&nbsp; <a href="http://repositorio.ufsm.br/handle/1/36151">http://repositorio.ufsm.br/handle/1/36151</a></h2></p>		
			<figure><img width="1173" height="793" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/0634a38c-8d42-4ca3-a114-1e53e100751e.jpg" alt="" /></figure><h3>Tecendo Santa Maria</h3><p><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 4pt">&nbsp;A coleção Tecendo Santa Maria é uma iniciativa colaborativa do grupo de artesãs do LabLã, que une saberes artesanais, identidade territorial e inovação social. Produzida com lã ovina, esta obra reflete a conexão entre tradição e contemporaneidade, valorizando a cultura local e o fazer manual por meio de artefatos simbólicos que expressam a experiência coletiva e o patrimônio cultural de Santa Maria (RS).</h2><br><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 4pt">Autores: Carolina Iuva de Mello, Cristina Landerdahl, Ana Gabriela Saccol, Paola Bariquelo e Thieli Wildgrube&nbsp;</h2><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;margin-top: 0pt;margin-bottom: 4pt;padding: 0pt 0pt 6.75pt">Acesse a obra:&nbsp; <a href="http://repositorio.ufsm.br/handle/1/36152">http://repositorio.ufsm.br/handle/1/36152</a>&nbsp;</h2></p>		
			<figure><img width="865" height="797" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/3458882a-e495-4043-9aec-3a0b3f564cbc.jpg" alt="" /></figure><h3>Catálogo da Exposição Os Metais do LASCA: Fragmentos da História do Rio Grande do Sul através da Cultura Material</h3><p><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 4pt">O catálogo apresenta parte da coleção de metais do Laboratório de Arqueologia, Sociedades e Culturas das Américas (LASCA/UFSM). Com objetos de quatro sítios arqueológicos, a exposição explora a vida cotidiana em casas, estâncias e um forte militar nos séculos XVIII a XX, abordando fronteiras em consolidação. Os artefatos incluem objetos militares, equestres, laborais, domésticos e indumentários, permitindo refletir sobre o cotidiano do passado.</h2><br><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 4pt;padding: 0pt 0pt 6.75pt">Autores: André Luís Ramos Soares, Larissa Bondarenko, Aline Vargas de Vargas, Bernardo Duque de Paula, Patrick Silveira Ventura e Eduardo Brum Marin.</h2><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;margin-top: 0pt;margin-bottom: 4pt;padding: 0pt 0pt 6.75pt">Acesse a obra: <a href="http://repositorio.ufsm.br/handle/1/36085">http://repositorio.ufsm.br/handle/1/36085</a> </h2></p>		
			<figure><img width="566" height="795" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/7208d81e-9b66-4c93-a5e8-49b90374265b.jpg" alt="" /></figure><h3>O que é política e por que falar sobre isso?</h3><p><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 4pt">O projeto de extensão Política em Libras (2022) visou tornar a educação política acessível a pessoas surdas, por meio de vídeos em Língua Brasileira de Sinais (Libras) no YouTube. A partir desses vídeos, foram criados roteiros transformados em uma cartilha, com linguagem acessível a todos. Esta cartilha&nbsp; busca esclarecer o funcionamento da democracia e estimular a participação de todos no fazer político.</h2><br><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 4pt;padding: 0pt 0pt 6.75pt">Autores: Raisa de Matos Elsner,&nbsp; - Alessandra Soares Farias, Arthur Fernandes Cordoni, Carilissa Dall’alba e Carine Martins Barcellos</h2><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;margin-top: 0pt;margin-bottom: 4pt;padding: 0pt 0pt 6.75pt">Acesse a obra: <a href="http://repositorio.ufsm.br/handle/1/36150">http://repositorio.ufsm.br/handle/1/36150</a> </h2></p>		
			<figure><img width="565" height="797" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/4ab25b86-a062-442b-8309-3fc03121853d.jpg" alt="" /></figure><h3>Saúde do Trabalhador: Trabalho Remoto e Presencial </h3><p><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 4pt">A cartilha oferece orientações práticas para promover saúde física e mental no trabalho, com foco nos desafios da pandemia e do home office. O conteúdo aborda os efeitos do confinamento no humor, estresse e sono, apresentando escalas de autoavaliação para monitoramento psicológico. Além de trazer recomendações de ergonomia, postura, exercícios, alongamentos e técnicas de respiração para prevenir dores e lesões, a obra explica a ginástica laboral, seus tipos e benefícios, e descreve um protocolo de avaliação de saúde usado pela UFSM, reforçando a necessidade de ações conjuntas entre trabalhadores e empregadores para garantir ambientes de trabalho mais saudáveis e produtivos.</h2><br><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 4pt;padding: 0pt 0pt 6.75pt">Autores: Luciane Sanchotene Etchepare e mais 17 autores e autoras.&nbsp;</h2><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;margin-top: 0pt;margin-bottom: 4pt;padding: 0pt 0pt 6.75pt">Acesse a obra: <a href="http://repositorio.ufsm.br/handle/1/36190">http://repositorio.ufsm.br/handle/1/36190</a> </h2></p>		
			<figure><img width="391" height="561" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/1b49c42b-8290-41c9-94ce-d2a3b2113915.jpg" alt="" /></figure><h3>“ATEMPORÂNEO N. 1”, DO GRUPO MUSICAL “ENSEMBLE NOVAS TRÍADES”</h3><p><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 4pt;padding: 0pt 0pt 6.75pt">O produto editorial proposto é o encarte do primeiro álbum do Ensemble Novas Tríades, grupo de música atemporânea da UFSM composto por professores, alunos e egressos do curso de Música. O álbum, gravado em 2024 no Centro de Convenções da UFSM com apoio da Pró-Reitoria de Extensão, contou com a participação de integrantes do grupo e de membros do curso de Música e Tecnologia.</h2><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.32;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 4pt;padding: 0pt 0pt 6.75pt">Autores: Paulo Oliveira Rios Filho e mais 19 autores e autoras.&nbsp;<br>Acesse a obra: <a href="https://tratore.ffm.to/novastriades" style="text-align: center">https://trastore.ffm.to/novastriades</a> </h2></p>		
			<figure><img width="393" height="556" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/08/a0923e78-db3e-414d-b9b9-83f3f66d66f0.jpg" alt="" /></figure><h3>Anais de Extensão da Jornada Acadêmica Integrada 2024</h3><p><h1 dir="ltr" style="line-height: 1.44;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 6pt;padding: 0pt 0pt 6.75pt">&nbsp;Com o objetivo de evidenciar o papel da extensão universitária por meio da divulgação das ações extensionistas realizadas em parceria com a comunidade externa à Universidade, a Pró-Reitoria de Extensão publica os anais do Salão de Extensão da JAI desde 2017.<br><br>Acesse: <a href="https://drive.google.com/file/d/1Uk4KW4L7zgQKmt1Xxnvc7MFwLfnecEvi/view" style="text-align: start">https://drive.google.com/file/d/1Uk4KW4L7zgQKmt1Xxnvc7MFwLfnecEvi/view</a></h1></p>		
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;background-color: #ffffff;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 12pt 0pt">Texto: Laura Severo, bolsista de jornalismo da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;background-color: #ffffff;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt;padding: 0pt 0pt 12pt 0pt">Revisão: Catharina Viegas, revisora de textos da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</p>		
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_4-1024x1024.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-1024x1024.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
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				<title>Casa Verônica participa da Roda de Conversa: Vulnerabilidades e o acesso à saúde</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/08/07/casa-veronica-participa-da-roda-de-conversa-vulnerabilidades-e-o-acesso-a-saude</link>
				<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 14:02:01 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Casa Verônica UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>
		<category><![CDATA[casa verônica]]></category>
		<category><![CDATA[direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

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						<description><![CDATA[Na última quarta-feira do mês de Julho, 29, a Casa Verônica, representada pela adm. Bruna Loureiro Denkin, participou do VER-SUS Santa Maria na roda de conversa “Vulnerabilidades e o acesso à saúde”, no espaço da UFSM em Silveira Martins. O encontro fez parte da programação da 5ª edição do VER-SUS Santa Maria, uma experiência única [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Na última quarta-feira do mês de Julho, 29, a Casa Verônica, representada pela adm. Bruna Loureiro Denkin, participou do VER-SUS Santa Maria na roda de conversa “Vulnerabilidades e o acesso à saúde”, no espaço da UFSM em Silveira Martins.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>O encontro fez parte da programação da 5ª edição do VER-SUS Santa Maria, uma experiência única de vivência no SUS para conectar estudantes, territórios, trocas e novos olhares sobre a saúde coletiva.</p>
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<p><strong><em>"Minha participação representando a Casa Verônica foi importante porque foi possível compartilhar reflexões e contribuir com a formação das(os) viventes sobre como a perspectiva de gênero e as interseccionalidades atravessa os processos de saúde doença e interferem no acesso aos serviços e no cuidado que é ofertado" </em></strong>ressaltou Bruna Denkin.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>O VER-SUS SM é feito de encontros, territórios e histórias compartilhadas para construir uma formação em saúde comprometida com o SUS, com a vida e com a transformação social.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p> </p>
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													<img width="1024" height="577" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/08/IMG-20260729-WA0018-1024x577.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
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