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						<item>
				<title>Clube de Leitura Maternidades amplia debates sobre o ser mãe na contemporaneidade</title>
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				<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 17:51:03 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Apresentando projetos de extensão]]></category>
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						<description><![CDATA[Refletir sobre a maternidade para além dos estereótipos é a proposta do Clube de Leitura Maternidades, um projeto de extensão que convida a comunidade a mergulhar em obras literárias que abordam o tema sob diferentes perspectivas. Essa iniciativa busca criar um espaço de diálogo e análise crítica sobre a maternidade enquanto construção social, ideológica e [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Refletir sobre a maternidade para além dos estereótipos é a proposta do Clube de Leitura Maternidades, um projeto de extensão que convida a comunidade a mergulhar em obras literárias que abordam o tema sob diferentes perspectivas. Essa iniciativa busca criar um espaço de diálogo e análise crítica sobre a maternidade enquanto construção social, ideológica e também como experiência individual. </p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Vinculado à Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), o projeto realiza encontros periódicos para leitura e discussão de textos que atravessam o universo das maternidades. A proposta consiste em reunir participantes interessados a refletir sobre o tema a partir da literatura, ampliando olhares em torno de questões como identidade, gênero, afetos e expectativas sociais.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:heading -->
<h2><strong>Experiência consolidada e novos formatos</strong></h2>
<!-- /wp:heading --><!-- wp:paragraph -->
<p>Ao longo de 2025, o Clube de Leitura Maternidades realizou encontros presenciais no campus da UFSM, reunindo participantes para discutir obras de diferentes autoras e contextos. Foram debatidas as produções de Julia Lopes de Almeida, pioneira na literatura brasileira; Alba de Céspedes, conhecida por suas narrativas sobre a condição feminina; e Chimamanda Ngozi Adichie, referência contemporânea nas discussões sobre gênero e identidade.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>A diversidade que caracteriza as temáticas do clube é um dos pontos centrais da proposta, pois permite aos participantes um contato com diferentes visões sobre maternidade, que são atravessadas por contextos históricos, culturais e sociais distintos.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Em 2026, o projeto passa a ser realizado em formato online, ampliando o alcance da iniciativa e possibilitando a participação de pessoas de diferentes regiões.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:heading -->
<h2><strong>Nova programação aposta na pluralidade de narrativas</strong></h2>
<!-- /wp:heading --><!-- wp:paragraph -->
<p>A edição deste ano apresenta uma curadoria que transita entre contos, romances e literatura infantil, reunindo obras que abordam a maternidade de maneira complexa e, muitas vezes, provocadora. A seleção inclui autoras e autores contemporâneos que exploram temas como ambivalência materna, memória, aborto, relações familiares e construção de identidade.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>O cronograma de encontros já está definido:</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:list -->
<ul><!-- wp:list-item -->
<li><strong>14 de abril, às 19h</strong> – conto “XX + XY”, da obra <em>A teta racional</em>, de Giovana Madalosso</li>
<!-- /wp:list-item --><!-- wp:list-item -->
<li><strong>12 de maio, às 19h</strong> – romance <em>Máquina de Leite</em>, de Scilvia Molnar</li>
<!-- /wp:list-item --><!-- wp:list-item -->
<li><strong>16 de junho, às 19h</strong> – conto <em>Primeiras Lembranças</em>, de Geni Guimarães</li>
<!-- /wp:list-item --><!-- wp:list-item -->
<li><strong>7 de julho, às 19h</strong> – <em>O acontecimento</em>, de Annie Ernaux</li>
<!-- /wp:list-item --><!-- wp:list-item -->
<li><strong>11 de agosto, às 19h</strong> – <em>Literatura infantil</em>, de Alejandro Zambra</li>
<!-- /wp:list-item --><!-- wp:list-item -->
<li><strong>15 de setembro, às 19h</strong> – <em>Como amar uma filha</em>, de Hila Blum</li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list --><!-- wp:heading -->
<h2><strong>Um espaço aberto à comunidade</strong></h2>
<!-- /wp:heading --><!-- wp:paragraph -->
<p>Os encontros são gratuitos e abertos tanto à comunidade acadêmica quanto ao público externo interessado nas temáticas abordadas. A proposta inclusiva busca aproximar a universidade da sociedade por meio da circulação de conhecimento e da promoção de debates relevantes.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Para participar, os interessados devem enviar um e-mail para <strong>literaturaegravidez@ufsm.br</strong>, manifestando interesse. A organização encaminha, então, o link de acesso aos encontros online. Outras informações podem ser obtidas via <em>instagram </em><a href="https://www.instagram.com/aportasfechadas?utm_source=ig_web_button_share_sheet&amp;igsh=ZDNlZDc0MzIxNw%3D%3D">@aportasfechadas</a></p>
<p><i>Texto: Laura Severo, bolsista de jornalismo da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</i></p>
<p><i>Revisão: </i><i>Esther Faria, bolsista de Letras - Português da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</i></p>
<h2><strong>Confira fotos dos encontros </strong></h2>
<!-- /wp:paragraph -->		
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/04/VIII-Forum-dos-Direitos-Humanos-ODH-Clube-de-leitura-Maternidade-Conexos-Maternas-23_08_2025-Foto-por-Vitoria-Degrandi-1.jpg" alt="VIII Fórum dos Direitos Humanos ODH - Clube de leitura Maternidade + Conexos Maternas (23_08_2025) Foto por Vitória Degrandi" /><figcaption>VIII Fórum dos Direitos Humanos ODH - Clube de leitura Maternidade + Conexos Maternas (23_08_2025) Foto por Vitória Degrandi</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/04/Encontro-5-do-grupo-16_09_2025-Foto-por-Monica-Chagas-1-1.jpg" alt="Encontro 5 do grupo (16_09_2025) Foto por Mônica Chagas" /><figcaption>Encontro 5 do grupo (16_09_2025) Foto por Mônica Chagas</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/04/Encontro-4-do-grupo-05_08-Foto-por-Monica-Chagas-1-1.jpg" alt="Encontro 4 do grupo (05_08) Foto por Mônica Chagas" /><figcaption>Encontro 4 do grupo (05_08) Foto por Mônica Chagas</figcaption></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/04/Encontro-2-do-grupo-24_06-Foto-por-Victoria-Bulling-1.jpg" alt="Encontro 2 do grupo (24_06) Foto por Victoria Bulling" /><figcaption>Encontro 2 do grupo (24_06) Foto por Victoria Bulling</figcaption></figure>			
		<blockquote data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/DHHFnUby90B/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style="background:#FFF;border:0;border-radius:3px;margin: 1px;max-width:540px;min-width:326px;padding:0;width:99.375%;width:-webkit-calc(100% - 2px);width:calc(100% - 2px)"> <a href="https://www.instagram.com/p/DHHFnUby90B/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style="background:#FFFFFF;line-height:0;padding:0 0;text-align:center;text-decoration:none;width:100%" target="_blank">       Ver essa foto no Instagram            </a><p style="color:#c9c8cd;font-family:Arial,sans-serif;font-size:14px;line-height:17px;margin-bottom:0;margin-top:8px;overflow:hidden;padding:8px 0 7px;text-align:center;white-space:nowrap"><a href="https://www.instagram.com/p/DHHFnUby90B/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style="color:#c9c8cd;font-family:Arial,sans-serif;font-size:14px;font-style:normal;font-weight:normal;line-height:17px;text-decoration:none" target="_blank">Um post compartilhado por A portas fechadas (@aportasfechadas)</a></p></blockquote>
 <blockquote data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/DWhZ7PVlPPR/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style="background:#FFF;border:0;border-radius:3px;margin: 1px;max-width:540px;min-width:326px;padding:0;width:99.375%;width:-webkit-calc(100% - 2px);width:calc(100% - 2px)"> <a href="https://www.instagram.com/p/DWhZ7PVlPPR/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style="background:#FFFFFF;line-height:0;padding:0 0;text-align:center;text-decoration:none;width:100%" target="_blank">       Ver essa foto no Instagram            </a><p style="color:#c9c8cd;font-family:Arial,sans-serif;font-size:14px;line-height:17px;margin-bottom:0;margin-top:8px;overflow:hidden;padding:8px 0 7px;text-align:center;white-space:nowrap"><a href="https://www.instagram.com/p/DWhZ7PVlPPR/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style="color:#c9c8cd;font-family:Arial,sans-serif;font-size:14px;font-style:normal;font-weight:normal;line-height:17px;text-decoration:none" target="_blank">Um post compartilhado por A portas fechadas (@aportasfechadas)</a></p></blockquote>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Quando ensinar também transforma quem ensina: os impactos do Sumo Educacional na formação de seus integrantes</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/2026/04/06/quando-ensinar-tambem-transforma-quem-ensina-os-impactos-do-sumo-educacional-na-formacao-de-seus-integrantes</link>
				<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 18:59:22 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Além do Arco]]></category>
		<category><![CDATA[educação financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
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		<category><![CDATA[PRPGP]]></category>
		<category><![CDATA[sumo educacional]]></category>

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						<description><![CDATA[Programa de extensão da UFSM evidencia a formação acadêmica, profissional e cidadã dos estudantes envolvidos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Entrar em uma sala de aula pela primeira vez, observar alguns alunos atentos — outros nem tanto —, e perceber que o conteúdo pode realmente influenciar a forma como essas pessoas lidam com o dinheiro é uma experiência marcante. Para muitos estudantes universitários, esse momento marca o início de uma transformação que vai além do aprendizado técnico. É nesse processo que a extensão universitária se mostra uma via de mão dupla: ao levar conhecimento à comunidade, também promove aprendizados profundos para quem ensina.</p><p>Essa é a realidade vivenciada pelos integrantes do Sumo Educacional, programa de extensão vinculado à Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Criado com o objetivo de promover a educação financeira em escolas públicas, na formação de professores e junto a jovens em situação de vulnerabilidade social, o Sumo tem mostrado que seu impacto não se limita ao público externo. Ele transforma, de forma significativa, a trajetória acadêmica, profissional e pessoal de quem faz parte da equipe.</p><p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/04/WhatsApp-Image-2026-03-31-at-12.25.56-1024x729.jpeg" alt="" width="1024" height="729" /></p><p> </p>		
			<h2>Aprender fazendo: a sala de aula como espaço de formação</h2>		
		<p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/04/Captura-de-tela-2026-04-06-155402.jpg" alt="" width="400" height="372" />Para muitos integrantes do Sumo, o primeiro contato com a extensão vem acompanhado de nervosismo. Ansiedade antes das aulas, receio de não conseguir engajar os estudantes ou de não dominar completamente o conteúdo fazem parte do processo. No entanto, esses sentimentos iniciais dão lugar, com o tempo, à autoconfiança, à satisfação e ao sentimento de realização.</p><p>Os relatos dos participantes mostram um percurso comum: a insegurança inicial vai sendo substituída pela percepção de que o conhecimento acadêmico ganha sentido quando aplicado na prática. Ao preparar aulas, adaptar a linguagem ao público e lidar com realidades sociais diversas, os estudantes desenvolvem habilidades que dificilmente seriam adquiridas apenas dentro da sala de aula da universidade. “Depois da aula, vem um sentimento de missão cumprida”, relatou uma das participantes. “A gente sai cansado, mas com a certeza de que aquilo fez diferença para alguém.”</p>		
			<h2>Educação financeira que começa em casa</h2>		
		<p>Um dos efeitos mais recorrentes observados entre os integrantes do Sumo é a mudança na própria relação com o dinheiro. Planejamento financeiro, controle de gastos, uso consciente do crédito e organização do orçamento deixam de ser apenas conceitos ensinados e passam a fazer parte do cotidiano deles.</p><p>A maioria dos participantes relata melhorias em seu comportamento financeiro. Alguns passaram a usar planilhas, outros começaram a poupar ou a refletir mais antes de consumir. Para muitos, o contato direto com a realidade das escolas públicas e com jovens em situação de vulnerabilidade ampliou a consciência sobre desigualdade e endividamento no Brasil, reforçando a importância social da educação financeira.</p><p>Essa vivência prática também rompe “bolhas”. Ao sair do ambiente universitário e atuar em escolas e instituições sociais, os integrantes</p><p>passam a compreender melhor os desafios enfrentados por grande parte da população brasileira.</p>		
			<h2><p>Muito além do conteúdo: desenvolvimento humano e profissional</p></h2>		
		<p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/04/Captura-de-tela-2026-04-06-154858-1024x551.jpg" alt="" width="800" height="430" />Os impactos do Sumo Educacional não se restringem ao campo financeiro. Os participantes destacam ganhos expressivos em habilidades como comunicação, oratória, liderança, trabalho em equipe, empatia e organização. Muitos relatam que aprenderam a falar em público, a se posicionar com mais segurança e a lidar com diferentes perfis de pessoas.</p><p>Além disso, a estrutura interna do programa permite que os estudantes atuem também na gestão, comunicação, expansão e organização das atividades. Essa vivência proporciona uma formação interdisciplinar, aproximando os integrantes de experiências semelhantes às do mercado de trabalho, mas com um forte componente social.</p><p>“O Sumo me mostrou que eu posso usar o que aprendo na Universidade para transformar realidades”, resumiu um participante. “E isso muda a forma como a gente se vê como estudante e como cidadão.”</p>		
			<h2><h3>Extensão como permanência e pertencimento</h3></h2>		
		<p>Outro aspecto relevante destacado pelos integrantes é o papel da extensão na permanência universitária. O sentimento de pertencimento, a criação de vínculos sociais e a percepção de utilidade social fazem com que muitos estudantes se sintam mais motivados a permanecer na universidade.</p><p>Para alguns, a participação no Sumo foi decisiva para não desistir da graduação. A possibilidade de aplicar o conhecimento, de receber bolsas de extensão e de fazer parte de um grupo com propósito claro fortalece o vínculo com a instituição e reduz a sensação de distanciamento entre universidade e sociedade..</p>		
			<h3>Uma via de mão dupla que gera impacto social
</h3>		
		<p>Os resultados do estudo que embasa este texto mostram que os próprios integrantes percebem o Sumo Educacional como fortemente alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), especialmente aqueles relacionados à educação de qualidade, redução das desigualdades e trabalho decente.</p><p>Ao ensinar educação financeira, os estudantes aprendem sobre o conteúdo, sobre si mesmos e sobre a sociedade. A extensão deixa de ser apenas uma atividade complementar e passa a ser um espaço central de formação cidadã, acadêmica e humana.</p><p>A experiência do Sumo Educacional reforça uma ideia fundamental: quando a universidade se abre para a comunidade, ela não apenas cumpre seu papel social, mas também se transforma. E, nesse processo, forma profissionais mais conscientes, preparados e comprometidos com a realidade que os cerca. No fim das contas, ensinar também é aprender. E, no Sumo, essa lição é vivida todos os dias.</p><p>Texto: Natali Cassola, integrante do Sumo e doutoranda na PUCRS</p><p>Edição: Luciane Treulieb</p><p>Ilustração: Evandro Bertol</p><p>Imagens em sala de aula capturadas do <a href="https://www.youtube.com/watch?v=QZyy5vPkjLU" target="_blank" rel="noopener">vídeo do Sumo Educacional</a></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pró-Reitoria de Extensão promove “Café com os Bolsistas” para fortalecer diálogo e integração</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/04/06/pro-reitoria-de-extensao-promove-cafe-com-os-bolsistas-para-fortalecer-dialogo-e-integracao</link>
				<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 13:25:44 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=15364</guid>
						<description><![CDATA[Com foco na escuta e na aproximação, a Pró-Reitoria de Extensão reuniu bolsistas e coordenações em um encontro voltado ao diálogo e à integração institucional.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>No dia 25 de março, a Pró-Reitoria de Extensão promoveu o evento “Café com os Bolsistas”, com o objetivo de fortalecer a integração e o diálogo entre as coordenações e seus bolsistas. A iniciativa proporcionou um espaço de escuta entre os participantes.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Estiveram presentes a Pró-Reitora de Extensão, Milena Freire e a Pró-Reitora de Extensão Adjunta, Angela Righi, além dos coordenadores Cassiana Silva, da Coordenadoria de Cidadania (COCID), Raquel Guerra, da Coordenadoria de Cultura e Arte (CCA) e Leandro Nunes Gabbi, da Coordenadoria de Desenvolvimento Regional (CODER).</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Durante o encontro, Milena Freire destacou a importância de que a experiência como bolsista vá além da dimensão financeira. Segundo ela, a proposta é que os estudantes encontrem no programa um ambiente acolhedor, capaz de promover crescimento pessoal e profissional. “A gente espera que seja uma experiência interessante para cada um de vocês. Mais do que uma retribuição financeira, queremos que seja algo prazeroso, que motive a permanência e a construção de vínculos”, afirmou.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>A pró-reitora também ressaltou a importância da escuta e da participação ativa dos bolsistas no aperfeiçoamento das ações institucionais. Ela incentivou os estudantes a compartilharem questionamentos, sugestões e percepções, destacando que esse retorno é essencial para o avanço das atividades. “Só conseguimos aprimorar à medida que nos enxergamos. O olhar de vocês é fundamental para identificar o que pode melhorar”, pontuou.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Outro ponto enfatizado foi a criação e manutenção de canais de comunicação abertos entre bolsistas e coordenações. A proposta, segundo a gestão, é garantir que os estudantes se sintam à vontade para dialogar diretamente com os responsáveis pelas áreas, fortalecendo a transparência e a colaboração. </p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Após uma roda de conversa marcada por apresentações pessoais e troca de experiências, os participantes se reuniram em um momento de confraternização com um lanche coletivo.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:columns -->
<!-- wp:column -->
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<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/04/image-3-768x1024.jpg" alt="" /></figure>
<!-- /wp:image -->
<!-- /wp:column --><!-- wp:column -->
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<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/04/image-4-767x1024.jpg" alt="" /></figure>
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<!-- /wp:column -->
<!-- /wp:columns --><!-- wp:heading -->
<h2><strong>Integração e troca entre bolsistas</strong></h2>
<!-- /wp:heading --><!-- wp:paragraph -->
<p>Segundo a bolsista de social media da Subdivisão de Editoração e Divulgação, Milena Boeff, o encontro representou um importante momento de integração entre bolsistas de diferentes setores da PRE. Ela destaca que a experiência foi interessante e agradável, além de ter proporcionado um espaço significativo de troca e compartilhamento entre os participantes. </p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>A bolsista Catharina Viegas, revisora de textos da mesma subdivisão, ressaltou o clima descontraído do evento. Em tom bem-humorado, ela apontou o momento de integração entre os bolsistas durante o <em>coffee break</em> como o grande destaque da programação, além, é claro, dos deliciosos bolos e salgados oferecidos pelas idealizadoras do evento. </p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p><em>Texto: Laura Severo, bolsista de jornalismo da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</em><br /><em>Revisão: Catharina Viegas, revisora de textos da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->		
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_4-1024x1024.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-1024x1024.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Viva o Campus, edição especial Dia das Mulheres, mobiliza a comunidade e celebra o protagonismo feminino na UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/03/27/viva-o-campus-edicao-especial-dia-das-mulheres-mobiliza-a-comunidade-e-celebra-o-protagonismo-feminino-na-ufsm</link>
				<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 18:18:58 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[casa verônica]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura e Arte]]></category>
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		<category><![CDATA[DH]]></category>
		<category><![CDATA[Diálogos Extensionistas]]></category>
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				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=15295</guid>
						<description><![CDATA[Programação gratuita com oficinas, música e debates marca a edição especial do Viva o Campus, que celebra o Dia das Mulheres.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>A Universidade Federal de Santa Maria realizou, no dia 8 de março, uma edição especial do Viva o Campus, em homenagem ao Dia Internacional das Mulheres. A ação, promovida pela Coordenadoria de Cultura e Arte e pelo Observatório de Direitos Humanos, ambos ligados à Pró-Reitoria de Extensão (PRE), integrou a programação temática do mês de março e reuniu a comunidade em uma tarde de atividades culturais, educativas e de valorização das mulheres.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Com programação gratuita e aberta ao público, o evento ocorreu das 15h às 19h no campus da UFSM, consolidando-se como um espaço de convivência, aprendizado e expressão artística.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:columns -->
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<h2><strong>Programação diversificada e participação comunitária</strong></h2>
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<p>A edição contou com uma ampla gama de atividades voltadas à promoção da cultura, do bem-estar e da reflexão social. Oficinas práticas e interativas estiveram entre os principais atrativos, abordando temas como defesa pessoal, leitura crítica, esportes campeiros para mulheres e práticas de saúde.</p>
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<p>Também foram oferecidas oficinas específicas voltadas ao cuidado com o corpo feminino, como exercícios para gestantes e atividades para fortalecimento do assoalho pélvico, promovidas pela Liga Acadêmica de Saúde da Mulher (LIASM). As ações reforçaram a importância da saúde integral e do autocuidado.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Outro destaque foi a Feira da Incubadora Social, que reuniu mulheres empreendedoras, incentivando a economia solidária e dando visibilidade a iniciativas locais lideradas por mulheres.</p>
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<h2><strong>Arte e cultura protagonizadas por mulheres</strong></h2>
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<p>A programação artística trouxe diversidade de estilos e evidenciou o talento feminino na música. O público acompanhou apresentações que passaram pelo rock, música tradicional gaúcha, música popular brasileira e música eletrônica.</p>
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<p>Estiveram presentes grupos e artistas locais, como AG Rock, DTG Noel Guarany 13ª Região, além das cantoras Luiza Morais e Zara Steinbrenner. As performances reforçaram a proposta do evento de valorizar mulheres artistas e ampliar seus espaços de visibilidade no cenário cultural.</p>
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<h2><strong>Parcerias ampliam o alcance das atividades</strong></h2>
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<p>O evento contou com a participação de diversos parceiros institucionais e projetos da universidade, o que contribuiu para enriquecer a programação e ampliar o alcance das ações.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Entre os parceiros, destacam-se a Polifeira do Agricultor, o Jardim Botânico, o Acervo Artístico, o Projeto Arte Além do Ofício e a Mostra Morfo. As atividades incluíram exposições, oficinas, visitas guiadas e práticas ao ar livre.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>No Jardim Botânico, o público participou de uma programação especial que incluiu yoga ao ar livre, palestra sobre mulheres pioneiras na astronomia e observação de constelações, promovendo a integração entre ciência, natureza e reflexão sobre o papel feminino na produção do conhecimento.</p>
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<h2><strong>Espaços de diálogo e reflexão sobre direitos humanos</strong></h2>
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<p>A Casa Verônica teve papel central na programação, oferecendo atividades voltadas ao debate e à conscientização. Em parceria com coletivos e projetos como o Coletivo Editorial Taú e o Programa de Extensão em Gênero, Interseccionalidade e Direitos Humanos (GIDH), foram realizadas oficinas de leitura, rodas de conversa e discussões sobre temas contemporâneos.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Destacam-se as atividades que envolveram roda de histórias sobre mulheres inspiradoras e oficinas de escrita criativa e leitura crítica, incentivando a expressão e o pensamento crítico.</p>
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<h2><strong>Tradição e inovação no mesmo espaço</strong></h2>
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<p>Outro ponto marcante da programação foi a valorização da cultura regional. O DTG Noel Guarany 13ª Região promoveu oficinas de esportes campeiros voltadas especialmente para mulheres, além de atividades como truco gaudério, peteca, vaca parada e jogos tradicionais como tejo, tava, argola e ferradura.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>A iniciativa destacou a importância da inclusão feminina em práticas tradicionalmente associadas ao universo masculino, promovendo igualdade e participação.</p>
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<h2><strong>Viva o Campus: integração entre universidade e sociedade</strong></h2>
<!-- /wp:heading --><!-- wp:paragraph -->
<p>Criado em 2014, o Viva o Campus se consolidou como uma das principais ações de extensão da UFSM, com o objetivo de aproximar a universidade da comunidade. A iniciativa busca incentivar a participação cultural, artística e científica, além de promover a conscientização sobre temas sociais e ambientais.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Nesta edição especial, o evento reafirmou seu papel como espaço de encontro, diversidade e reflexão, destacando a relevância do debate sobre o protagonismo feminino na sociedade contemporânea.</p>
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<!-- /wp:columns --><!-- wp:paragraph -->
<p><em>Texto: Laura Severo, bolsista de jornalismo da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</em><br /><em>Revisão: Esther Faria, bolsista de Letras - Português da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM)</em>.<br /><em>Fotos: Coordenadoria de Cultura e Arte<strong> </strong>(PRE/UFSM)</em>.</p>
<!-- /wp:paragraph -->		
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													</item>
						<item>
				<title>UFSM abre ano letivo com edição do Viva o Campus e reúne comunidade</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/03/27/ufsm-abre-ano-letivo-com-edicao-do-viva-o-campus-e-reune-comunidade</link>
				<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 17:34:02 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura e Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
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						<description><![CDATA[Música, ciência e acolhimento marcaram o início do ano letivo na Universidade Federal de Santa Maria, que reuniu a comunidade na primeira edição de 2026 do Viva o Campus.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>A Universidade Federal de Santa Maria deu início ao ano letivo de 2026 com a edição do Viva o Campus Volta às Aulas, realizada no dia 1º de março das 16h às 20h, no Campus Sede. O evento, promovido pela Pró-Reitoria de Extensão por meio da Coordenadoria de Cultura e Arte, reuniu estudantes, servidores e a comunidade externa em uma programação diversificada, voltada à integração, ao acesso à informação e à valorização da cultura.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:heading -->
<h2><strong>Integração e acolhimento no início do semestre</strong></h2>
<!-- /wp:heading -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>A edição teve como foco a recepção dos estudantes, especialmente os ingressantes, oferecendo um ambiente de convivência e orientação sobre a vida acadêmica. Diversos setores da Universidade participaram ativamente, entre eles a Pró-Reitoria de Graduação (PROGRAD), a Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (PRAE), a Pró-Reitoria de Inovação e Empreendedorismo (PROINOVA) e a Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PRPGP).</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Além de apresentar serviços e projetos institucionais, os espaços possibilitaram o esclarecimento de dúvidas e o acesso a informações importantes sobre bolsas, assistência estudantil, pesquisa, inovação e oportunidades acadêmicas. Entidades representativas como o Diretório Central dos Estudantes (DCE) e a Associação de Pós-Graduandos (APG) também marcaram presença para reforçar o protagonismo estudantil dentro da universidade.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
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<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/03/IMG_4374-edited.jpg" alt="" /><figcaption>Comunidade em um momento de integração </figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->
<!-- wp:heading -->
<h2><strong>Atividades para toda a comunidade</strong></h2>
<!-- /wp:heading -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Um dos diferenciais do Viva o Campus é seu caráter aberto à comunidade. Famílias, visitantes e moradores da região participaram das atividades, ocupando o campus como um ambiente de lazer, aprendizado e troca de experiências.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Entre os destaques, esteve a tradicional Polifeira do Agricultor, instalada no Largo do Planetário, que ofereceu produtos coloniais e orgânicos, fortalecendo a conexão entre a Universidade e os produtores locais.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>O Jardim Botânico da UFSM também atraiu visitantes com uma programação educativa e interativa. O público pôde participar de visitas ao telhado verde e ao jardim sensorial, além de conferir uma exposição de animais taxidermizados. A trilha guiada, realizada no fim da tarde, proporcionou uma experiência de contato direto com a natureza e reforçou a importância da educação ambiental.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Projetos institucionais contribuíram para diversificar ainda mais a programação. O Projeto Hangar Aeroespacial despertou o interesse do público com simuladores de voo e demonstrações, aproximando ciência e tecnologia. Já o Projeto Arte Além do Ofício apresentou produções artísticas, evidenciando o potencial criativo da comunidade acadêmica.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>No campo científico, a Mostra Morfo, realizada no Prédio 19, abriu espaço para a divulgação de conteúdos acadêmicos, aproximando visitantes das áreas de estudo desenvolvidas na Universidade.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
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<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/03/IMG_4376-1-edited.jpg" alt="" /><figcaption>Público presente no local </figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->
<!-- wp:heading -->
<h2><strong>Música e cultura </strong></h2>
<!-- /wp:heading -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>A programação cultural foi um dos pontos altos do evento. A partir das 18h, o Largo do Planetário se transformou em palco para a apresentação do coletivo VouC <em>E-Culture Free @ UFSM</em>, que reuniu os DJs Callil, Sound Of Versailles, Victor Emannuel e Cah Pinheiro.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Com <em>sets</em> que exploraram diferentes vertentes da música eletrônica, como <em>Indie Dance</em> e <em>House Music</em>, a apresentação criou uma atmosfera descontraída e contemporânea, marcada pelo clima de “<em>sunset</em>”. O público acompanhou a performance ao ar livre.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
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<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/03/IMG_4382-1-768x1024.jpg" alt="" /><figcaption>Apresentação do coletivo VouC <em>E-Culture Free</em></figcaption></figure>
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<!-- wp:heading -->
<h2><strong>Espaço de convivência e valorização da universidade pública</strong></h2>
<!-- /wp:heading -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Com boa participação do público e uma programação diversificada, a edição reforçou a relevância do Viva o Campus na agenda de Santa Maria. O evento acolheu novos estudantes e também fortaleceu os vínculos entre universidade e comunidade, promovendo atividades abertas e gratuitas que evidenciam o papel da universidade pública na produção de conhecimento, cultura e desenvolvimento social.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
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<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/03/IMG_4379-edited.jpg" alt="" /><figcaption>Largo do Planetário</figcaption></figure>
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<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Texto: Laura Severo, bolsista de jornalismo da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</em><br><em>Revisão: Catharina Viegas, revisora de textos da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Fotos: Coordenadoria de Cultura e Arte<strong> </strong>(PRE/UFSM)</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->		
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													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-1024x1024.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM inaugura mural multiartístico sobre cultura afro-gaúcha na Antiga Reitoria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/03/27/ufsm-inaugura-mural-multiartistico-sobre-cultura-afro-gaucha-na-antiga-reitoria</link>
				<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 15:13:27 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[afroturismo]]></category>
		<category><![CDATA[complexo multicultural antiga reitoria]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

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						<description><![CDATA[Assinada por Braziliano, a obra é parte do Programa “Afroturismo no centro do Rio Grande do Sul”]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_72286" align="alignleft" width="464"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0405-683x1024.jpg" alt="" width="464" height="696" /> Mural artístico Ubuntu Terra Viva no Complexo Multicultural Antiga Reitoria[/caption]<p>Quem passa pela Rua Floriano Peixoto, no centro de Santa Maria, agora se depara com uma composição de cores vibrantes que transforma a paisagem urbana. Tons de azul, vermelho, amarelo e verde dão forma ao mural <em data-start="763" data-end="782">Ubuntu Terra Viva</em>, inaugurado na noite de quarta-feira (25) no Complexo Multicultural Antiga Reitoria. A obra traz novos significados ao espaço e marca a celebração da cultura e da memória afro-gaúcha. </p><h3 data-section-id="1mv0wrs" data-start="1036" data-end="1091">A obra e seus significados</h3><p data-start="1093" data-end="1472">Finalizado em janeiro deste ano, após quase dois meses de produção, o mural ocupa a área externa do prédio da Antiga Reitoria da UFSM, no centro de Santa Maria. A obra foi idealizada pelo artista e muralista Braziliano e executada em 21 dias de pintura, dentro de um processo que envolveu pré e pós-produção, além de uma operação técnica complexa em altura.</p><p data-start="1474" data-end="1745">A composição faz referência à população afro-gaúcha e às suas riquezas culturais. Rostos negros ocupam posição de destaque, acompanhados por elementos simbólicos como as sete ervas e a pomba branca, que representa o orixá Oxalá. As sete ervas carregam significados ancestrais: arruda (proteção), guiné (limpeza espiritual), alecrim (equilíbrio e alegria), manjericão (harmonia), espada-de-são-jorge (defesa), levante (renovação) e comigo-ninguém-pode (proteção espiritual).</p><p data-start="1747" data-end="1978">Além de Braziliano, participaram da execução Alexon Messias, Amanda Rodrigues, Cauê Toledo e Israel Caetano. Segundo o muralista, o trabalho exigiu uma equipe com conhecimento técnico específico para atuação em grandes superfícies.</p><h3>Espaço de circulação e aproximação com a comunidade</h3><p>A escolha do local para a instalação do mural foi estratégica. De acordo com a coordenadora de Cidadania da Pró-Reitoria de Extensão (PRE) da UFSM, Cassiana Marques da Silva, o prédio recebe, em média, de 200 a 300 pessoas por dia, o que representa cerca de 100 mil visitantes ao ano. “É um prédio muito vivo, muito pulsante, porque nós temos vários projetos que são realizados aqui para a comunidade de Santa Maria”, afirma.</p><p data-start="2714" data-end="3090">A gestora do Complexo, Jeanne Mainardi, destaca que o espaço funciona como porta de entrada da comunidade para a Universidade. Segundo ela, a revitalização do prédio contribui para aproximar o público e ampliar o acesso às iniciativas desenvolvidas no local. Nesse contexto, a obra também atua como elemento de convite e curiosidade sobre o que acontece no interior do local.</p><p data-start="3092" data-end="3354">A iniciativa integra um projeto de rotas turísticas em comunidades quilombolas, financiado pela Fundação Cultural Palmares. Em 2024, a UFSM recebeu R$ 360 mil para o desenvolvimento do programa “Afroturismo no centro do Rio Grande do Sul: Identidade e Tradição”.</p><p data-start="3356" data-end="3686">O programa promove o protagonismo da juventude negra nas comunidades quilombolas da região da Quarta Colônia. Entre as ações, estão a produção de materiais gráficos e informativos sobre a trajetória dessas comunidades, o fortalecimento da visibilidade de seus saberes e o incentivo ao afroturismo e à economia circular e criativa.</p>[caption id="attachment_72287" align="alignright" width="365"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0422-771x1024.jpg" alt="" width="365" height="485" /> Intervenção artística integrou programação de inauguração[/caption]<h3 data-section-id="18hwiwg" data-start="3688" data-end="3723">Intervenção artística no evento</h3><p data-start="3725" data-end="3992">A programação de inauguração contou, ainda, com uma intervenção da Royale Escola de Dança e Integração Social, em homenagem a Dandara dos Palmares. A coreografia apresentada é inspirada no espetáculo “E as meninas rebeldes vão à luta”, de 2018, e foi adaptada para a ocasião. “A gente pesquisou sobre figuras femininas na história e decidiu trazer a trajetória da Dandara”, explica Layana da Rosa Ferreira, uma das bailarinas.</p><p data-start="4146" data-end="4423">Ao final do evento, foi realizado o descerramento de uma placa, com a presença dos artistas e do vice-reitor, Tiago Marchesan. O material inclui um QR Code que direciona o público a<a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/afroturismo/rotas">o site da UFSM,</a> com informações sobre as comunidades quilombolas do centro do Rio Grande do Sul.</p><p><em>Texto: Júlia Zucchetto, estudante de Jornalismo e estagiária da Agência de Notícias</em><br /><em>Fotos: Mathias Ilnick, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</em><br /><em>Edição: Mariana Henriques, jornalista</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM promove painel sobre juventudes rurais e sucessão familiar no RS</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/03/27/ufsm-promove-painel-sobre-juventudes-rurais-e-sucessao-familiar-no-rs</link>
				<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 13:31:25 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Apresentando projetos de extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Diálogos Extensionistas]]></category>
		<category><![CDATA[Divulgação]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=15275</guid>
						<description><![CDATA[Desafios e oportunidades para jovens no meio rural estarão em pauta em painel promovido pela UFSM no início de abril.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>A Universidade Federal de Santa Maria realizará, no dia 1º de abril de 2026, o painel “Quem vai ficar no campo?”, evento que marca o lançamento do Projeto de Extensão e Pesquisa <em>Juventudes Rurais no Território Central do RS: sucessão familiar, inclusão produtiva e participação social</em>. A atividade ocorre das 14h às 17h, no Auditório do NESAF (Prédio 44 F, sala 306), no campus sede.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>A iniciativa é fruto de uma parceria entre UFSM, Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (FETAG-RS) e Instituto de Formação Sindical Irmão Miguel (IFSIM), com aprovação no edital CNPq/FNDCT/SGPR/MDS nº 17/2025.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>O evento tem como foco discutir os desafios enfrentados pelas juventudes rurais, especialmente no que diz respeito ao êxodo do campo, à sucessão familiar na agricultura e à ampliação de políticas públicas voltadas à permanência dos jovens no meio rural.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:heading -->
<h2>Programação</h2>
<!-- /wp:heading -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>A programação inicia às 14h com a mesa de abertura. Em seguida, às 14h30, ocorre o primeiro painel, intitulado “Juventudes e Êxodo Rural – Dilemas e Desafios”, com mediação do professor José Marcos Froehlich (UFSM). Participam como painelistas Camila Rode, coordenadora de Juventude da FETAG-RS, Daiane Loreto de Vargas (PPGExR/UFSM) e Aline Roque (IFFar).</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Após um intervalo, às 15h45, o evento segue com o segundo painel, às 16h, abordando “Políticas Públicas e Sucessão na Agricultura Familiar”. A mediação será do professor Joel Marin (UFSM), com participação de Valdecir José Zonin (UFFS), Anderson Denardin Cardoso (Emater) e Cláudia Bernardini (Emater).</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>O projeto busca fomentar o debate e a construção de estratégias que incentivem a permanência de jovens no campo, promovendo inclusão produtiva e fortalecendo a participação social nas comunidades rurais.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:heading -->
<h2>Contato</h2>
<!-- /wp:heading -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail da comissão organizadora: <a href="mailto:juventudesruraisrs@gmail.com">juventudesruraisrs@gmail.com</a> ou via instagram <a href="https://www.instagram.com/juventudesruraisrs?igsh=MWF2ZjBseHI3ZW84cQ%3D%3D">@juventudesruraisrs</a>.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:file {"id":15276,"href":"https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/03/PAINEL-TEMATICO-divulga.pdf","displayPreview":true} -->
<object data="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/03/PAINEL-TEMATICO-divulga.pdf" type="application/pdf" style="width:100%;height:600px" aria-label="PAINEL TEMATICO divulga"></object><a id="wp-block-file--media-08ed5e85-a262-4b6f-9088-98dd1bee61f1" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/03/PAINEL-TEMATICO-divulga.pdf">PAINEL TEMATICO divulga</a><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/03/PAINEL-TEMATICO-divulga.pdf" download aria-describedby="wp-block-file--media-08ed5e85-a262-4b6f-9088-98dd1bee61f1">Baixar</a>
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<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Texto: Laura Severo, bolsista de jornalismo da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Revisão: Esther Faria, bolsista de Letras - Português da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM)</em>.</p>
<!-- /wp:paragraph -->		
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_4-1024x1024.jpg" alt="" />													
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													</item>
						<item>
				<title>025/2026 - EDITAL DE SELEÇÃO DE BOLSISTA PARA O PROJETO DE EXTENSÃO DE NOTÓRIOS SABERES</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/editais/025-2026</link>
				<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 15:44:01 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[neabi]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?post_type=editais&#038;p=4282</guid>
						<description><![CDATA[<p>O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI), vinculado ao Observatório de Direitos Humanos, por meio da Coordenadoria de Cidadania e da Pró-Reitoria de Extensão, tornam pública a abertura de inscrições de bolsistas, acadêmicas/os a partir do 7º semestre de Graduação e ou Pós-Graduação em Comunicação, matriculadas/os na Universidade Federal de Santa Maria, para atuarem no período de quatro meses na edição dos vídeos e materiais já gravados para o desenvolvimento de registro de memórias e difusão de conhecimento de notório saber; criar e postar conteúdos nas redes sociais sobre o projeto; produzir releases e/ou textos de difusão das atividades do projeto.</p>
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI), vinculado ao Observatório de Direitos Humanos, por meio da Coordenadoria de Cidadania e da Pró-Reitoria de Extensão, tornam pública a abertura de inscrições de bolsistas, acadêmicas/os a partir do 7º semestre de Graduação e ou Pós-Graduação em Comunicação, matriculadas/os na Universidade Federal de Santa Maria, para atuarem no período de quatro meses na edição dos vídeos e materiais já gravados para o desenvolvimento de registro de memórias e difusão de conhecimento de notório saber; criar e postar conteúdos nas redes sociais sobre o projeto; produzir releases e/ou textos de difusão das atividades do projeto.</p>
]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM promove Viva o Campus Especial Dia das Mulheres (8)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/03/03/ufsm-promove-viva-o-campus-especial-dia-das-mulheres-8</link>
				<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 22:07:03 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[casa verônica]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura e Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Diálogos Extensionistas]]></category>
		<category><![CDATA[Divulgação]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão nas Redes]]></category>
		<category><![CDATA[incubadora social]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Planetário UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[polifeira do agricultor]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Viva o Campus]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=15064</guid>
						<description><![CDATA[Evento integra a programação especial alusiva às mulheres, ao longo do mês de março, realizada pela Pró-Reitoria de Extensão da UFSM]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), por meio da Coordenadoria de Cultura e Arte e do Observatório de Direitos Humanos, ambos ligados à Pró-Reitoria de Extensão (PRE), promove, neste domingo, 8 de Março, o Viva o Campus Especial Dia das Mulheres. O evento faz parte da programação que será realizada ao longo do mês de março, pensada nesse tema tão relevante, principalmente, nos dias de hoje. As atividades são abertas a toda a comunidade e acontecem das 15h às 19h.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Essa edição contará com a presença dos parceiros do Viva o Campus: a Polifeira do Agricultor; o Jardim Botânico, a Mostra Morfo; o Projeto Arte Além do Ofício; o Acervo Artístico e uma programação especial e repleta de atividades em parceria com a Casa Verônica da UFSM, juntamente com o Coletivo Editorial Taú, Programa de Extensão em Gênero, Interseccionalidade e Direitos Humanos (GIDH/UFSM), DTG Noel Guarany 13ª Região, Liga Acadêmica de Saúde da Mulher (LIASM) e Incubadora Social. Serão oferecidas oficinas como defesa pessoal, leitura, esportes campeiros para mulheres, oficina e campeonato de truco gaudério, Tertafe (Tejo, Tava, Argola e ferradura), oficina de assoalho pélvico e exercícios para gestantes, além da presença da Feira Incubadora Social Mulheres Empreendedoras. </p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>O Viva promete atrações artísticas diversificadas, passando pelo rock, música gaúcha, música brasileira e música eletrônica, tudo por conta das apresentações de mulheres potentes nas vozes e talentos da AG Rock, DTG Noel Guarany 13ª Região, Luiza Morais e Zara Steinbrenner.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:heading -->
<h2><strong>Viva o Campus </strong></h2>
<!-- /wp:heading -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>O Viva o Campus busca incentivar a participação cultural e artística da comunidade, promovendo a conscientização e o cuidado com o Meio Ambiente ao trazer a sociedade para o campus da Instituição. Realizado desde 2014, a ação tem ganhado espaço na agenda de Santa Maria, ressaltando as habilidades e as experiências movimentadas pela UFSM nas diversas áreas de atuação institucional. </p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>PROGRAMAÇÃO </strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><strong><em>PROGRAMAÇÃO ARTÍSTICA</em></strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:list -->
<ul><!-- wp:list-item -->
<li>15h às 19h - Largo do Planetário </li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li>15h30 - AG Rock </li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li>16h30 - DTG Noel Guarany e 13ª Região Tradicionalista - Mirella Sydol, na gaita e Clara Pivetta, solista vocal </li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li>17h - Luiza Morais - Música Brasileira </li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li>18h - Zara Steinbrenner: Set de música House, Groove Disco, Música Eletrônica</li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><strong><em>PARCEIROS FIXOS </em></strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:list -->
<ul><!-- wp:list-item -->
<li><strong>POLIFEIRA DO AGRICULTOR </strong></li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li>15h às 19h </li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li>Largo do Planetário </li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->
<!-- wp:list -->
<ul><!-- wp:list-item -->
<li><strong>JARDIM BOTÂNICO </strong></li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li>15h às 19h </li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li>16h Recepção e visita livre </li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li>17h yoga ao ar livre: Equilíbrio e gravidade: corpo em alinhamento </li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li>18h30 Palestra: mulheres pioneiras na Astronomia </li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li>19h oficina de observação de constelações e meditação guiada </li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->
<!-- wp:list -->
<ul><!-- wp:list-item -->
<li><strong>ACERVO ARTÍSTICO</strong> </li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li>15h às 19h </li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li>Exposição Não Estou Lá, de Victor Hugo Cecatto </li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li>Arte Rupestre na Caverna Espaço Imersivo </li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li>17h - Oficina Textil - Tramas Femininas (inscrições prévias via formulário)</li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->
<!-- wp:list -->
<ul><!-- wp:list-item -->
<li><strong>PROJETO ARTE ALÉM DO OFÍCIO </strong></li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li>15h às 19h </li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li>Largo do Planetário </li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->
<!-- wp:list -->
<ul><!-- wp:list-item -->
<li><strong>MOSTRA MORFO </strong></li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li>15h às 19h </li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li>Prédio 19</li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><strong><em>PROGRAMAÇÃO ESPECIAL CASA VERÔNICA</em></strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Casa Verônica </strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:list -->
<ul><!-- wp:list-item -->
<li> 17h — Conversa sobre o serviço</li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li> 17h — Oficina de defesa pessoal (Bosque em frente ao planetário)</li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Coletivo Editorial Taú</strong> </p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:list -->
<ul><!-- wp:list-item -->
<li> 16h–17h — Oficina de leitura: "O Monstro não mora aqui (Ele escreve)" — Leitura crítica de contos de horror contemporâneos e técnicas de Escrita Criativa (Bosque próximo à pracinha) </li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>GIDH — Mariana Selister </strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:list -->
<ul><!-- wp:list-item -->
<li>17h–18h — Oficina de leitura: "Roda de Histórias: Mulheres Inspiradoras, de Bertha Lutz a você" (Bosque próximo à pracinha) </li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>DTG Noel Guarany (13ª Região) </strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:list -->
<ul><!-- wp:list-item -->
<li>16h–18h — Oficinas de esportes campeiros para mulheres </li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li>A partir das 16h — Oficina e campeonato de Truco Gaudério, Peteca e Vaca Parada </li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li>A partir das 17h — Oficina de Tetarfe (Tejo, Tava, Argola e Ferradura)</li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>LIASM </strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:list -->
<ul><!-- wp:list-item -->
<li>15h — Oficina para assoalho pélvico (Bosque em frente ao planetário) </li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li> 16h — Oficina de exercícios para gestantes (Bosque em frente ao planetário) </li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Feira Incubadora Social </strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:list -->
<ul><!-- wp:list-item -->
<li>Mulheres empreendedoras</li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->
<!-- wp:image {"id":15065,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/03/1-819x1024.jpg" alt="" /><figcaption>Post do evento - <a href="https://www.instagram.com/p/DVb3Gd3EfcJ/?igsh=MThuYjgxZmRyNTM1aw==">@extensaoufsm</a></figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Texto: Coordenadoria de Cultura e Arte/Pró-Reitoria de Extensão</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->		
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_4-1024x1024.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-1024x1024.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Curso de Extensão em Língua Vêneta abre inscrições na UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/02/24/curso-de-extensao-em-lingua-veneta-abre-inscricoes-na-ufsm</link>
				<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 16:02:58 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[CTISM]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[língua vêneta]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72034</guid>
						<description><![CDATA[Curso é gratuito e aberto à comunidade]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="193" data-end="524">Estão abertas as inscrições para o Curso de Extensão em Língua Vêneta, promovido pelo Projeto de Extensão “História, Língua e Cultura de Imigração Italiana na Quarta Colônia”, em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Educação Profissional e Tecnológica do CTISM (PPGEPT), a Academia de ła Łengua Veneta e o Projeto Nightwind.</p>
<p data-start="526" data-end="907">O curso é voltado a estudantes e servidores da UFSM, além de membros da comunidade externa, e disponibiliza 20 vagas. A carga horária total será de 45 horas, sendo 15 horas na modalidade a distância (EaD). As aulas presenciais ocorrerão no Colégio Técnico Industrial de Santa Maria (CTISM), no campus da UFSM, sempre às quartas-feiras, das 13h30 às 15h30, com início em 4 de março.</p>
<p data-start="909" data-end="1089">As inscrições podem ser realizadas até 2 de março, por meio de <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfiXmefeQDtxPqOHyjqUJT7C7xzdleZbXTMPCAWGjeGYYEBTA/viewform">formulário eletrônico</a>. A seleção será feita por ordem de inscrição.</p>
<p data-start="1091" data-end="1265">A lista de selecionados e suplentes será divulgada no dia 3 de março, na <a href="http://www.ufsm.br/ctism">página do CTISM</a>, e também enviada aos e-mails informados no momento da inscrição.</p>
<p data-start="1267" data-end="1346">Mais informações podem ser solicitadas pelo e-mail <a class="decorated-link cursor-pointer" rel="noopener" data-start="1318" data-end="1345">quartacolonia@ctism.ufsm.br</a>.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Confira a programação do "Viva o Campus Volta às Aulas" que acontece nesse domingo (01)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/02/24/confira-a-programacao-da-edicao-do-viva-o-campus-de-volta-as-aulas-que-acontece-nesse-domingo-01</link>
				<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 11:34:51 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Divulgação]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Viva o Campus]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura e Arte]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=14986</guid>
						<description><![CDATA[O primeiro viva de 2026 recepciona os alunos com atividades, muita informação e em clima de sunset]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p style="color: #000000;font-size: 20px">A Universidade Federal de Santa Maria, por meio da Pró-Reitoria de Extensão UFSM, através da Coordenadoria de Cultura e Arte, promove, neste domingo, 01 de Março, o Viva o Campus Volta às Aulas. O evento é o primeiro de 2026 e vai recepcionar os alunos para o início do ano letivo. As atividades são abertas a toda comunidade e acontecem das 16h às 20h.</p><p style="color: #000000;font-size: 20px">Essa edição contará com a presença dos parceiros do Viva o Campus: a Polifeira do Agricultor; o Jardim Botânico, Mostra Morfo; Projeto Arte Além do Ofício; Projeto Hangar Aero Espacial e teremos a presença da Pró-reitoria de Graduação (PROGRAD), da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (PRAE); da Pró-Inova; da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós Graduação (PRPGP), além do Diretório Central dos Estudantes (DCE) e da Associação de Pós Graduandos da UFSM (APG), oferecendo ações para o público e muitas informações.</p> 		
													<img width="819" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/02/1-1-819x1024.jpg" alt="" />													
		<p style="color: #000000;font-size: 20px">A atração artística do Viva vai ficar por conta da apresentação do VouC E-Culture Free @ UFSM, com a performance dos DJs Callil, Sound Of Versailles, Victor Emannuel e Cah Pinheiro, tocando diferentes vertentes da música eletrônica, como: Indie Dance, House Music, trazendo um clima de sunset ao evento.</p><p style="color: #000000;font-size: 20px">O Viva o Campus busca incentivar a participação cultural e artística da comunidade, promovendo a conscientização e o cuidado com o Meio Ambiente ao trazer a sociedade para o campus da Instituição. Realizado desde 2014, a ação tem ganhado espaço na agenda de Santa Maria, ressaltando as habilidades e as experiências movimentadas pela UFSM nas diversas áreas de atuação institucional.</p><p><b style="color: #000000;font-size: 1rem">PROGRAMAÇÃO:</b></p><p><br /><b><i>ATIVIDADE ARTÍSTICA:</i></b></p><ul><li style="font-weight: 400">18h às 19h30</li><li style="font-weight: 400">Largo do Planetário</li><li style="font-weight: 400"><b>VouC E-Culture Free @ UFSM</b></li><li style="font-weight: 400">Performance com Callil DJ, Sound Of Versailles DJ, Victor Emannuel DJ e Cah Pinheiro DJ, tocando diferentes vertentes da música eletrônica</li></ul><p><b><i>PARCEIROS FIXOS:</i></b></p><ul><li><b>POLIFEIRA DO AGRICULTOR</b><br />16h às 20h<br />Largo do Planetário</li></ul><ul><li><b>JARDIM BOTÂNICO</b></li></ul><p style="padding-left: 40px">16h às 20h</p><p style="padding-left: 40px">Visita livre ao telhado verde</p><p style="padding-left: 40px">Visita livre ao jardim sensorial</p><p style="padding-left: 40px">Exposição de animais taxidermizados</p><p style="padding-left: 40px">17h Trilha guiada</p><ul><li style="font-weight: 400"><strong>PROJETO HANGAR AEROESPACIAL</strong><br />16h às 20h<br />Simulador de voo e Apresentações gerais</li></ul><ul><li><strong>PROJETO ARTE ALÉM DO OFÍCIO</strong><br />16h às 20h<br />Largo do Planetário</li></ul><ul><li><strong>MOSTRA MORFO</strong><br />16h às 20h<br />Prédio 19</li></ul><p><b><i>PARCERIAS:</i></b></p><ul><li>Pró-Reitoria de Graduação</li><li>Pró-Reitoria Pesquisa e Pós Graduação</li><li>Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis</li><li>Diretório Central dos Estudantes - DCE<br />Associação de Pós</li><li>Graduandos da UFSM - APG</li></ul>		
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/02/3-1-819x1024.jpg" alt="3 (1)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/02/4-1-819x1024.jpg" alt="4 (1)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/02/5-1-819x1024.jpg" alt="5 (1)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/02/6-1-819x1024.jpg" alt="6 (1)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/02/7-1-819x1024.jpg" alt="7 (1)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/02/8-1-819x1024.jpg" alt="8 (1)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/02/9-1-819x1024.jpg" alt="9 (1)" /></figure>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Seminário de Integração da Pró-Reitoria de Extensão</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/02/20/seminario-de-integracao-da-pro-reitoria-de-extensao</link>
				<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 16:54:54 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[antiga reitoria]]></category>
		<category><![CDATA[casa verônica]]></category>
		<category><![CDATA[centro de convenções]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura e Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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						<description><![CDATA[A Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal de Santa Maria (PRE/UFSM) promoveu o Seminário de Integração para fortalecer o trabalho entre coordenadorias.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Com o objetivo de promover o reconhecimento interno, fortalecer a integração entre equipes e alinhar as ações institucionais, no dia 12 de fevereiro a Pró-Reitoria de Extensão (PRE) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) realizou o Seminário de Integração da PRE. O encontro reuniu cerca de 40 servidores das diferentes coordenadorias e marcou o início da nova gestão.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>A Pró-Reitora de Extensão Adjunta, Angela Righi, explica que a iniciativa surgiu da necessidade de aproximar as equipes após a mudança de gestão e do crescimento significativo da estrutura nos últimos anos. “Às vezes as pessoas se conhecem, mas não se reconhecem no que fazem, nas atividades que desenvolvem. Então pensamos esse momento para que todos possam se ver, entender o papel de cada setor e enxergar a pró-reitoria como um todo”, destaca.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>A programação do primeiro semestre prevê dois momentos centrais: o Seminário de Integração, realizado agora no início das atividades; e um Seminário de Planejamento, já agendado para abril.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Na primeira etapa, cada uma das quatro coordenadorias apresentou sua equipe, suas atribuições e as ações desenvolvidas, sempre articuladas à Política de Extensão e às responsabilidades institucionais da pró-reitoria. A proposta foi oferecer uma visão macro da extensão universitária, permitindo que os servidores compreendessem como os setores organizam suas ações, quem são os responsáveis por cada atividade e como se dá o fluxo de trabalho. “Todas as nossas ações são pensadas para atender às atribuições previstas na política de extensão. Ao trazer isso para o grande grupo, conseguimos visualizar melhor como cada coordenadoria contribui para o funcionamento da PRE”, reforça Angela.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Para a Pró-Reitora de Extensão, Milena Carvalho, encontros como esse têm uma natureza muito específica dentro da rotina administrativa da Universidade. “Na extensão, o nosso propósito é comum: a relação com a sociedade, a promoção de transformações sociais e a formação humana dos estudantes. Mas somos uma pró-reitoria espalhada geograficamente e com coordenadorias que têm naturezas distintas, como desenvolvimento regional, cultura e arte e cidadania. Muitas vezes o grupo não se encontra no cotidiano”, explica.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Milena destaca que, além da dispersão física — com equipes atuando em diferentes espaços, como o Planetário, o Centro de Convenções, a Antiga Reitoria e Silveira Martins —, há também a diversidade de públicos e projetos, o que torna ainda mais necessário um momento coletivo de alinhamento. “Quando nos enxergamos, conseguimos identificar possibilidades de complementaridade, apoio mútuo e até reconhecer desafios comuns. Isso fortalece o sentimento de integração, que é o principal propósito”, afirma.<img src="https://web.whatsapp.com/a063110f-34f0-46fa-a01a-fcfce577613d" alt=""></p>
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<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/02/Sem-titulo-edited.jpg" alt="" /><figcaption>Abertura do seminário</figcaption></figure>
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<!-- wp:heading -->
<h2><strong>Coordenadoria de Articulação e Fomento à Extensão</strong></h2>
<!-- /wp:heading -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>A equipe da Coordenadoria de Articulação e Fomento à Extensão (CAFE) apresentou sua estrutura e suas principais frentes de atuação, evidenciando o papel estratégico que desempenha no fortalecimento das ações extensionistas da instituição.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>A coordenadoria é responsável por gerir recursos destinados a editais e programas institucionais. Também atua no acompanhamento da curricularização da extensão, processo obrigatório desde 2018, que determina a inserção de, no mínimo, 10% da carga horária dos cursos de graduação em atividades extensionistas. Desse modo, passou a acompanhar de forma mais sistemática como essas horas estão sendo implementadas nos currículos, seja por meio de disciplinas obrigatórias, disciplinas optativas ou ações de extensão vinculadas aos cursos.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>A equipe também foi responsável pela organização do Fórum de Extensão, que, no último ano, realizou quatro edições, reunindo aproximadamente 300 participantes apenas no Campus Sede. Os encontros promovem a troca de experiências entre coordenadores de projetos, estudantes e representantes das comunidades atendidas, evidenciando os impactos sociais das ações desenvolvidas.</p>
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<!-- wp:heading -->
<h2><strong>Coordenadoria de Cultura e Arte</strong></h2>
<!-- /wp:heading -->
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<p>A Coordenadoria de Cultura e Arte (CCA) atua de forma transversal, articulando cultura, educação, direitos humanos, inclusão social e ações afirmativas. “Não existe atividade cultural que não esteja inserida na natureza extensionista”, reforçou Raquel Guerra, coordenadora da CCA.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><strong><em>Centro de Convenções e Viva o Campus</em></strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Entre os principais espaços culturais está o Centro de Convenções da UFSM, considerado um dos maiores teatros do interior do Rio Grande do Sul. O espaço é frequentemente associado diretamente à coordenadoria, já que é o principal palco das ações culturais promovidas pela Universidade.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>A programação do Centro é definida por um comitê gestor que reúne representantes de diferentes setores institucionais. As atividades são organizadas por meio do portal de agendamentos e de editais específicos, inclusive para locações externas, com recursos gerenciados pela fundação de apoio da Universidade. Parte desses recursos é destinada à manutenção do teatro, que exige constante investimento técnico e estrutural.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Outro destaque é o projeto Viva o Campus, criado em 2014. A iniciativa consolidou o Campus Sede da UFSM como um dos principais espaços culturais da cidade de Santa Maria. Desde 2017, o projeto registra média anual de público que gira em torno de 100 mil pessoas, mesmo considerando períodos de pandemia, reformas e adversidades climáticas. Somente em 2025, já foram realizadas sete edições, reunindo mais de 100 mil participantes e oferecendo cerca de 149 atividades.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><strong><em>Divisão de Museus e espaços de memória</em></strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>O Museu Gama D’Eça, fundado em 1913, é um dos mais antigos do estado e possui acervo reconhecido pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram). Desde 2023, o espaço já recebeu mais de 40 mil visitantes, número expressivo mesmo diante de desafios estruturais. O museu, que atualmente está fechado em razão de uma obra,  desenvolve exposições temáticas, atividades educativas e um intenso trabalho de catalogação e preservação do acervo.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
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<p>O Laboratório de Arqueologia atua com pesquisa, preservação e democratização do acesso ao patrimônio arqueológico, promovendo exposições, visitas mediadas, oficinas e publicações educativas.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><strong><em>Planetário e popularização da ciência</em></strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>O Planetário da UFSM, que completa 55 anos em 2026, atende cerca de 20 mil visitantes por ano. Além das sessões presenciais de cúpula, realiza transmissões virtuais para escolas de diferentes estados brasileiros. O espaço conta com exposições permanentes, atividades de observação astronômica, oficinas e participação em eventos como o Descubra UFSM.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Entre as exposições recentes, destacam-se iniciativas voltadas à valorização da ciência e da presença feminina na produção científica, em diálogo com instituições parceiras como o Planetário do Rio de Janeiro.</p>
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<!-- wp:heading -->
<h2><strong>Coordenadoria de Desenvolvimento Regional</strong></h2>
<!-- /wp:heading -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>A Coordenadoria de Desenvolvimento Regional (CODER), consolida-se como um dos principais braços institucionais na promoção do desenvolvimento territorial sustentável no Centro e Oeste do Rio Grande do Sul. Com foco na articulação de atores locais, no apoio a políticas públicas e na valorização do patrimônio natural e cultural, a coordenadoria atua diretamente nos territórios dos geoparques e em municípios parceiros.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><strong><em>Atuação nos geoparques</em></strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>A principal ferramenta de trabalho da CODER é a atuação territorial estruturada, especialmente nos territórios dos seguintes geoparques mundiais da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO): o Geoparque Quarta Colônia e o Geoparque Caçapava. O Brasil possui atualmente seis geoparques reconhecidos pela UNESCO, sendo três no Rio Grande do Sul.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Esses territórios são reconhecidos por revelar a memória geológica da Terra e estruturam suas ações em três pilares: educação, geoturismo e desenvolvimento sustentável. A CODER atua no acompanhamento dos processos de certificação e revalidação junto à UNESCO, oferecendo suporte técnico, científico e extensionista para que os territórios atendam aos critérios internacionais.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>O trabalho envolve viagens constantes, reuniões com prefeituras, secretarias de educação, gestores municipais e comitês gestores dos geoparques.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><strong><em>Expansão e novos espaços</em></strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Em Silveira Martins, a CODER também coordena o Espaço Multidisciplinar Silveira Martins. O local abriga feiras de ciência, eventos culturais, seminários e ações interdisciplinares em parceria com a Secretaria Municipal de Educação. A proposta é ampliar a ocupação do espaço pela comunidade acadêmica e regional, promovendo pertencimento e integração.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><strong><em>Desenvolvimento que nasce da articulação</em></strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>A CODER reforça o papel da extensão universitária como instrumento de desenvolvimento regional. A estratégia está baseada na escuta das comunidades, no direcionamento de editais a demandas específicas e na construção coletiva de soluções.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Ao articular universidade, poder público e sociedade civil, a coordenadoria contribui para que os territórios avancem não apenas na certificação internacional, mas na consolidação de redes sustentáveis de educação, cultura, turismo e geração de oportunidades.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
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<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->
<!-- wp:heading -->
<h2><strong>Coordenadoria de Cidadania </strong><p dir="ltr" style="line-height:1.38;text-align: justify;margin-top:0pt;margin-bottom:12pt" id="docs-internal-guid-37fcf264-7fff-e34f-1fc5-f80a5b83efc0"></p></h2>
<!-- /wp:heading -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>A Coordenadoria de Cidadania (COCID), consolida-se como um dos principais eixos de atuação social da instituição. Com projetos voltados à população em situação de vulnerabilidade, a COCID desenvolve suas ações em diferentes espaços estratégicos</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>A COCID articula políticas de direitos humanos, igualdade de gênero, relações étnico-raciais e inovação social sob uma mesma perspectiva: promover dignidade, acesso e permanência.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Ao integrar acolhimento institucional, formação crítica, geração de renda e fortalecimento comunitário, a coordenadoria reafirma o papel da extensão universitária como instrumento de transformação social, ampliando o alcance da UFSM para além dos muros do campus.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><strong><em>Observatório de Direitos Humanos</em></strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>O Observatório de Direitos Humanos (ODH) coordena cerca de 60 projetos organizados em Grupos de Trabalho, que atuam em áreas como estudos afro-brasileiros e indígenas, segurança alimentar e nutricional, deficiência e acessibilidade e extensão prisional.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Entre suas atribuições, estão:</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:list -->
<ul><!-- wp:list-item -->
<li>promover diálogo com a comunidade sobre direitos humanos;</li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li>articular acordos com instituições escolares e sociais;</li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li>fomentar editais e eventos voltados à temática.</li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>O ODH também atua na consolidação de parcerias com organizações comunitárias da região, buscando fortalecer projetos territoriais e responder a demandas sociais concretas.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><em><strong>Casa Verônica</strong></em></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Criada a partir da Política de Igualdade de Gênero aprovada em 2021, a Casa Verônica é um espaço de acolhimento, orientação e articulação institucional para promoção da igualdade de gênero e enfrentamento às violências. O nome homenageia Verônica Oliveira, mulher trans e ativista social de Santa Maria, assassinada em 2019, reconhecida pelo trabalho comunitário que realizava.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>O serviço oferece:</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:list -->
<ul><!-- wp:list-item -->
<li>atendimento psicológico e jurídico (via profissionais contratadas com recursos de emenda parlamentar);</li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li>orientação social para estudantes, servidores e terceirizados;</li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li>ações educativas e grupos temáticos;</li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li>capacitações para docentes e servidores;</li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li>articulação com rede municipal de enfrentamento à violência (Juizado da Violência Doméstica, Ministério Público e serviços de assistência).</li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Além do acolhimento individual, a Casa Verônica desenvolve ações de formação e campanhas institucionais, como atividades alusivas ao Dia Internacional das Mulheres e capacitações sobre prevenção ao assédio.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><em><strong>Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas</strong></em></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI) atua na promoção das relações étnico-raciais dentro e fora da Universidade. Estruturado como programa de extensão, o núcleo articula ações com movimentos sociais, escolas e instituições públicas.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Entre as iniciativas desenvolvidas estão:</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:list -->
<ul><!-- wp:list-item -->
<li>cursos de geração de renda em comunidades e no sistema prisional;</li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li>projetos de inclusão digital em parceria com universidades de outros estados;</li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li>Novembro Negro, com programação cultural e acadêmica;</li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li>concurso literário com escolas da rede pública;</li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li>formação sobre cultura indígena e afro-brasileira nas escolas;</li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li>realização do Congresso Brasileiro de Pesquisadores(as) Negros(as).</li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Um avanço recente foi a aprovação da resolução dos Notórios Saberes, permitindo que mestres e mestras de saberes tradicionais possam atuar como docentes convidados, reconhecendo epistemologias historicamente invisibilizadas no ambiente acadêmico.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>O NEABI também atua no acolhimento e permanência de estudantes negros e indígenas, oferecendo suporte acadêmico e institucional.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><strong><em>Incubadora Social</em></strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>A Incubadora Social da UFSM é considerada a primeira incubadora pública de inovação social vinculada a uma universidade federal no Brasil. Seu objetivo é gerar trabalho, renda e impacto social por meio do fortalecimento de empreendimentos comunitários. Sua atuação é estruturada em três frentes: compartilhamento, mercado e conexão. </p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Atualmente, a incubadora acompanha 12 empreendimentos incubados e prepara nova chamada pública para ampliação do número de projetos atendidos. O trabalho é realizado com apoio de bolsistas de graduação e pós-graduação. Os empreendimentos apoiados atuam em áreas como economia circular, negócios de impacto, geração de renda e sustentabilidade.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>O chefe da Incubadora Social, Lucas Avila, destaca o papel dela como espaço estratégico de articulação com o ecossistema de inovação e impacto social de Santa Maria. “É vital estarmos aqui para que esse conjunto de ações possa se integrar e ganhar ainda mais força”, pontua.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:columns -->
<!-- wp:column -->
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<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/02/Sem-titulo-16-768x1024.jpg" alt="" /></figure>
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<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/02/Sem-titulo-18-1024x768.jpg" alt="" /></figure>
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<!-- wp:heading -->
<h2><strong>Integração e confraternização </strong></h2>
<!-- /wp:heading -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>A segunda parte do seminário foi dedicada a uma dinâmica de integração entre as coordenadorias. Após um momento de confraternização, os participantes foram organizados em grupos mistos, reunindo servidores de diferentes setores. A atividade propôs o mapeamento de inter-relações e possibilidades de cooperação, incentivando a reflexão sobre como uma coordenadoria pode apoiar a outra, seja no planejamento, na execução ou no suporte operacional das ações.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Para a coordenadora da CCA, Raquel Guerra, o momento tem sido produtivo e estratégico. “Acho que está sendo um momento em que estamos podendo nos conhecer melhor, entender como cada setor trabalha. É muito importante ver o trabalho que os colegas realizam, se identificar com ele e pensar possíveis parcerias com outras coordenadorias”, destaca. Segundo ela, o seminário cumpre seu propósito de promover integração entre as equipes.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>A articulação entre áreas também é apontada como fundamental pelo chefe da Incubadora Social, Lucas Avila. Para ele, o encontro é essencial para o processo de gestão universitária, especialmente no campo da extensão. “Estamos falando de várias coordenadorias e inúmeros projetos sendo desenvolvidos. Esse é o espaço em que as equipes podem conhecer o trabalho umas das outras, verificar como é possível criar conexões e fortalecer a sinergia entre as ações”, afirma.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Avila ressalta que o seminário também evidencia o crescimento da extensão na Universidade. “A cada ano e a cada semestre, a extensão vem se desenvolvendo e ampliando suas conexões com a sociedade, com organizações e com os cursos. A pós-graduação, por exemplo, hoje precisa estar conectada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODSs), da Agenda 2030”, explica, referindo-se à Organização das Nações Unidas (ONU) e aos compromissos globais assumidos pelas instituições de ensino.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>O seminário ocorre em um momento de projeção para 2026, ano que será marcado por transição de gestão na Universidade e por novos desafios institucionais e sociais. “Será um ano de mudanças, com eleições e grandes eventos no cenário nacional. Precisamos estar preparados para aproveitar as oportunidades e fortalecer cada vez mais a extensão”, reforça Avila.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
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<!-- wp:column -->
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<!-- /wp:image -->
<!-- /wp:column -->
<!-- /wp:columns -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Texto: Laura Severo, bolsista de jornalismo da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Revisão: Catharina Viegas, revisora de textos da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->		
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													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-1024x1024.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Caminhada Internacional na Natureza é pauta de seminário internacional e integra Cesta de Políticas da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/02/20/caminhada-internacional-na-natureza-e-pauta-de-seminario-internacional-e-integra-cesta-de-politicas-da-alianca-global-contra-a-fome-e-a-pobreza</link>
				<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 14:12:21 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Divulgação]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[caminhada internacional]]></category>
		<category><![CDATA[geoparque quarta colônia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=14931</guid>
						<description><![CDATA[Projeto desenvolvido pela UFSM), com apoio da Pró-Reitoria de Extensão por meio do edital Território Imembuy – Geoparques, em colaboração com a Emater-RS/Ascar e prefeituras da Região Central do RS, foi apresentado como exemplo de potencial de política pública no 1º Seminário Internacional “Universidades e Agricultura Familiar”, na UFG, e passa a compor a Cesta de Políticas da Agenda Global voltada aos ODS 1 e 2.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <h2 dir="ltr" style="line-height: 1.2;text-align: justify;margin-top: 18pt;margin-bottom: 4pt">UFSM presente no debate internacional sobre fome e pobreza</h2><p dir="ltr" style="line-height: 1.2;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) participou, nos dias 5 e 6 de fevereiro de 2025, do 1º Seminário Internacional “Universidades e Agricultura Familiar”, realizado na Universidade Federal de Goiás (UFG), em Goiânia. O encontro reuniu cerca de 40 especialistas convidados do Brasil e do exterior, incluindo representantes da Argentina, Brasil, Chile, Paraguai, México e Portugal, no âmbito da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.2;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">O evento foi organizado pela UFG em parceria com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) e teve como foco a integração entre ensino, pesquisa e extensão universitária como estratégia para fortalecer a soberania e a segurança alimentar e nutricional. Com ênfase na América Latina, especialmente nos países do Mercosul, o seminário promoveu o mapeamento de ações acadêmicas voltadas à agricultura familiar, a sistematização de políticas públicas, a elaboração de recomendações técnicas para gestores e o fortalecimento de redes de cooperação internacional.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.2;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">A <a style="text-decoration: none" href="https://www.youtube.com/live/mWgQstbniQM?si=3h_bcjZ1P1iLGnuz&amp;t=1632">abertura</a> contou com a presença do Ministro Wellington Dias (MDS) e da Reitora da UFG, Sandramara Matias Chaves. O painel inaugural, “Universidades, Agricultura Familiar e Políticas Públicas no Combate à Fome e à Pobreza”, foi mediado pelos professores da UFG Adriano Rodrigues de Oliveira e Fabiana Thomé da Cruz (Grupo de Trabalho (GT) Cooperação Acadêmica MDS), com participação de João Paulo de Faria Santos (GT Cooperação Acadêmica MDS), Charllote Bilo (Mecanismo de Suporte da Aliança Global), Pablo Rush (Grupo de Investigadores em Políticas Públicas para a Agricultura Familiar (GIPPAF) – Reunião Especializada sobre Agricultura Familiar do Mercosul (REAF) – Argentina) e Gabriel Isola (REAF – Uruguai).</p><p><b id="docs-internal-guid-ffc6aa99-7fff-823d-6feb-2001f25ba07f" style="font-weight: normal"> </b></p><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.2;text-align: justify;margin-top: 18pt;margin-bottom: 4pt">Aliança Global e Cesta de Políticas</h2><p dir="ltr" style="line-height: 1.2;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">A Aliança Global contra a Fome e a Pobreza constitui uma abordagem inovadora para acelerar a implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 1 ( Erradicação da Pobreza) 2 (Fome Zero). A iniciativa busca manter impulso político contínuo, mobilizar recursos públicos e privados e apoiar políticas baseadas em evidências, priorizando países e populações em situação de vulnerabilidade.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.2;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">No centro da Aliança está a Cesta de Políticas, considerada seu núcleo estruturante. Trata-se de um conjunto de instrumentos e programas que podem ser adotados integralmente ou adaptados por governos, contando com suporte técnico e financeiro dos membros da Aliança. Para integrar essa cesta, as iniciativas devem apresentar escopo claro, viabilidade de implementação governamental, base empírica consistente, foco prioritário em pessoas em situação de fome e pobreza e contribuição direta para os ODS 1 e 2.</p><p><b style="font-weight: normal"> </b></p><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.2;text-align: justify;margin-top: 18pt;margin-bottom: 4pt">Caminhada Internacional na Natureza: ATER, turismo rural e geração de renda</h2><p dir="ltr" style="line-height: 1.2;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">No Grupo de Trabalho 04 (Assistência Técnica e Extensão Rural Participativa), o professor Ezequiel Redin apresentou a experiência da Caminhada Internacional na Natureza, desenvolvida pela UFSM com apoio da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), por meio do edital Território Imembuy – Geoparques, em colaboração com a Emater-RS/Ascar e as prefeituras municipais da Região Central do Rio Grande do Sul.</p><p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.2;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">A iniciativa articula turismo rural, agricultura familiar e Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER), promovendo geração de renda, fortalecimento dos sistemas alimentares locais e inclusão produtiva de agricultores familiares e comunidades quilombolas. A proposta foi debatida como exemplo de ação com potencial de política pública em escala ampliada, atendendo aos critérios da Cesta de Políticas.</p> 		
													<img width="746" height="416" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/02/Captura-de-tela-2026-02-20-111342.jpg" alt="" />													
		<p>Os resultados apresentados evidenciam impactos concretos: entre 2023 e 2025, foram realizadas mais de 18 caminhadas em 13 municípios da Região Central do RS, com 2.694 participantes efetivos e 155 expositores locais. No período, a iniciativa gerou mais de 500 mil reais em movimentação econômica. Somente em 2025, foram 69 mil reais em vendas diretas, envolvendo cafés, almoços e feiras da agricultura familiar e quilombola. Ao todo, 917 pessoas participaram da organização dos eventos, integrando comunidade acadêmica, gestores públicos e comunidades rurais.</p><p>O projeto também alcançou reconhecimento institucional ao integrar, em 2026, uma questão do vestibular da UFSM, ampliando sua visibilidade acadêmica. A experiência está baseada em evidências científicas, com a produção de vários resumos, artigos e capítulos de livros publicados com a operacionalização do movimento do turismo rural na Região Central do RS.</p><p>Ao final do encontro, realizado no Auditório da Escola de Música, Campus Samambaia da UFG, a experiência da Caminhada foi citada e destacada na <a href="https://www.youtube.com/live/mWgQstbniQM?si=1Y4Rp4n-523WzFhU&amp;t=1642">plenária de encerramento</a> como referência de articulação entre universidade, extensão rural, poder público municipal e desenvolvimento territorial sustentável.</p><p>Em breve, a iniciativa deverá constar na plataforma oficial da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza:<br /><a href="https://globalallianceagainsthungerandpoverty.org/pt-br/">https://globalallianceagainsthungerandpoverty.org/pt-br/</a></p>		
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										<img width="650" height="554" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/02/Captura-de-tela-2026-02-20-111451.jpg" alt="" />											<figcaption>Turistas na Caminhada Internacional na Natureza – Raízes do Mirim em Toropi (RS), realizada em 30 de agosto de 2025</figcaption>
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										<img width="714" height="358" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/02/Captura-de-tela-2026-02-20-111541.jpg" alt="" />											<figcaption>Café da manhã e representantes das comunidades quilombolas em Restinga Sêca durante o evento Caminhando com os Quilombolas: história e ancestralidade, realizado em 09 de agosto de 2025</figcaption>
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		<h2><b>Representação do Colégio Politécnico e articulação nacional</b></h2><p>Representaram a UFSM, pela área de Extensão Rural do Colégio Politécnico, os professores Gustavo Pinto da Silva e Ezequiel Redin. O professor Gustavo apresentou a experiência de formação de extensionistas rurais por meio da disciplina Vivências em Fruticultura. Embora a proposta não tenha avançado como política de abrangência regional ou nacional, a participação reforçou a presença da UFSM em debates internacionais estratégicos sobre desenvolvimento social e rural sustentável.</p><p>Os docentes também participaram da defesa da inclusão da Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural para a Agricultura Familiar e Reforma Agrária (PNATER) na Cesta de Políticas da Agenda Global, ampliando o diálogo entre experiências locais e diretrizes nacionais.</p><p>A participação no seminário reafirma o protagonismo da UFSM, da Emater-RS/Ascar e dos municípios parceiros na construção de soluções inovadoras voltadas ao combate à fome e à pobreza, alinhadas à agenda global dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.</p>		
			<figure class='gallery-item'>
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="de3607b" data-elementor-lightbox-title="Captura de tela 2026-02-20 111711" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6MTQ5MzYsInVybCI6Imh0dHBzOlwvXC93d3cudWZzbS5iclwvYXBwXC91cGxvYWRzXC9zaXRlc1wvMzQ2XC8yMDI2XC8wMlwvQ2FwdHVyYS1kZS10ZWxhLTIwMjYtMDItMjAtMTExNzExLmpwZyIsInNsaWRlc2hvdyI6ImRlMzYwN2IifQ%3D%3D" href='https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/02/Captura-de-tela-2026-02-20-111711.jpg'><img width="300" height="166" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/02/Captura-de-tela-2026-02-20-111711-300x166.jpg" alt="" /></a>
			</figure><figure class='gallery-item'>
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="de3607b" data-elementor-lightbox-title="Captura de tela 2026-02-20 111634" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6MTQ5MzUsInVybCI6Imh0dHBzOlwvXC93d3cudWZzbS5iclwvYXBwXC91cGxvYWRzXC9zaXRlc1wvMzQ2XC8yMDI2XC8wMlwvQ2FwdHVyYS1kZS10ZWxhLTIwMjYtMDItMjAtMTExNjM0LmpwZyIsInNsaWRlc2hvdyI6ImRlMzYwN2IifQ%3D%3D" href='https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/02/Captura-de-tela-2026-02-20-111634.jpg'><img width="300" height="252" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/02/Captura-de-tela-2026-02-20-111634-300x252.jpg" alt="" /></a>
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		<p>Para mais informações, os interessados podem acessar as redes sociais do projeto <a href="https://www.instagram.com/caminhadasufsm/">@caminhadasufsm</a> ou na comunidade de avisos do <a href="https://chat.whatsapp.com/Fcw0NoRdHOs93lHhl9bYvU">WhatsApp</a>.&nbsp;</p>
<p><i>Texto e fotos: PROGEATER</i></p>
<p><i>Revisão e edição: Catharina Viegas, revisora de textos da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM) e Gabriele Mendes, bolsista de Jornalismo da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Radar Esportivo: conheça o projeto de extensão da UFSM que está realizando a transmissão do Campeonato Gaúcho 2026</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/02/03/radar-esportivo-conheca-o-projeto-de-extensao-da-ufsm-que-esta-realizando-a-transmissao-do-campeonato-gaucho-2026</link>
				<pubDate>Tue, 03 Feb 2026 14:22:52 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Apresentando projetos de extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Divulgação]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Radar Esportivo]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[rádio]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=14830</guid>
						<description><![CDATA[Projeto realiza cobertura dos jogos do Inter-SM no Gauchão em parceria com as Rádios UFSM]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-indent: 36pt;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">No ar desde 1981, o Radar Esportivo é um dos projetos de comunicação mais tradicionais da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Atualmente estruturado como Radar Esportivo em Multiplataforma, o projeto de extensão, vinculado aos cursos de Comunicação do <a style="text-decoration: none" href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccsh">Centro de Ciências Sociais e Humanas (CCSH)</a>, tem como objetivo promover e dar visibilidade ao esporte local e regional, além de ampliar o espaço para modalidades que historicamente recebem menor atenção da mídia, como o esporte universitário.</p><p dir="ltr">Em 2026, o projeto integra a cobertura do Campeonato Gaúcho às suas atividades, realizando a transmissão dos jogos do Inter de Santa Maria na competição. A iniciativa ocorre em parceria com as Rádios UFSM e com o programa UniFM Esporte Clube, unindo ensino, extensão e prestação de serviço à comunidade por meio da comunicação esportiva. As transmissões do Gauchão marcam a retomada de uma experiência que não acontecia desde antes da pandemia, com a última cobertura realizada em 2019, ampliando novamente a presença da UFSM em grandes eventos esportivos do estado.</p>		
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										<img width="768" height="922" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/02/WhatsApp-Image-2026-02-03-at-10.43.04-e1770126426709-768x922.jpeg" alt="" />											<figcaption>Integrantes do Radar Esportivo / Foto: Jessica Mocellin</figcaption>
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										<img width="1024" height="682" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/02/WhatsApp-Image-2026-01-27-at-10.58.52-1024x682.jpeg" alt="" />											<figcaption>Pedro na transmissão de São José x Inter-SM em Porto Alegre /                Foto: Patrício de Freitas/Divulgação</figcaption>
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		<p>Para o jornalista Pedro Pereira, egresso do projeto e do curso de Jornalismo da UFSM e, atualmente, produtor e apresentador do <a href="https://www.instagram.com/unifm_esporteclube/">UniFM Esporte Clube</a><strong>,</strong> a experiência tem sido marcante tanto no âmbito profissional quanto pessoal. Segundo ele, “essa experiência está sendo gratificante e, de certa forma, inacreditável”, especialmente por ter escolhido permanecer em Santa Maria após a graduação. O jornalista destaca que muitos colegas optam por deixar a cidade em busca de oportunidades em centros maiores, mas que a decisão de ficar possibilitou vivenciar uma cobertura de alto nível. “Estou tendo essa oportunidade justamente por ter tomado essa decisão”, afirma.</p><p>Pedro também ressalta a dimensão institucional da cobertura, que leva o nome da UFSM para diferentes regiões do estado. “Nós estamos tendo a oportunidade de cobrir e levar o nome da UFSM estado afora. Fomos para Porto Alegre duas vezes e para Bagé; na segunda fase devemos conhecer outras cidades, ou até voltar para Porto Alegre”, relata. Para ele, essa vivência é especialmente significativa por envolver estudantes que estão no início da formação profissional, muitos deles ainda nos primeiros semestres do curso.</p>		
			<h3><p>LABORATÓRIO DE FORMAÇÃO EM COMUNICAÇÃO</p></h3>		
		<p>Com mais de quatro décadas de trajetória, o Radar Esportivo consolidou-se como um importante laboratório de prática profissional para estudantes da área da Comunicação. Atualmente, o projeto conta com 15 integrantes, sendo 11 estudantes do curso de Jornalismo, três de Relações Públicas e um de Produção Editorial, além da coordenação e orientação da professora Viviane Borelli.</p><p>Ao longo das atividades, os estudantes participam de todas as etapas do processo jornalístico, incluindo pauta, apuração, produção, redação, edição, locução e apresentação. Durante as transmissões do Gauchão, os alunos atuam como narradores, comentaristas, repórteres de campo, repórteres de torcida, plantonistas e técnicos, vivenciando na prática a rotina do jornalismo esportivo em multiplataforma.</p><p>Pedro Pereira destaca a relevância dessa experiência para a formação acadêmica dos estudantes. Ele observa que muitos profissionais formados anteriormente não tiveram acesso a esse tipo de vivência durante a graduação. “Eu e mais alguns colegas saímos competentes da faculdade sem ter essa experiência, mas vemos alunos do Radar entrando no terceiro semestre. Ou seja, eles estão tendo essa oportunidade já no primeiro ano de faculdade. Pensa o quão melhores e mais preparados eles vão estar ao fim da graduação”, avalia.</p><p>O jornalista também destaca o aprendizado técnico envolvido nas transmissões, ressaltando que cada função apresenta desafios específicos. “Aqui, na rádio, nós temos vários eventos, mas participar da transmissão de um jogo é muito diferente. Muitos alunos estão tendo essa oportunidade pela primeira vez agora. Nós fazemos comentários nos programas do Radar, mas fazer comentários, ao vivo, de uma partida é muito diferente”, comenta, citando o trabalho de narradores, comentaristas e repórteres ao vivo como uma experiência fundamental para o desenvolvimento profissional.</p><p> </p>		
			<h3>VIVÊNCIA EXTENSIONISTA E CRESCIMENTO COLETIVO
</h3>		
		<p>A estudante Marina Ferreira dos Santos, bolsista do projeto e aluna do sétimo semestre do curso de Jornalismo, também destaca o caráter formativo e coletivo da experiência. Para ela, a atuação do Radar Esportivo em parceria com a Casa de Comunicação, a Coordenadoria de Comunicação, a rádio UniFM 107.9 e o programa UniFM Esporte Clube representa um diferencial na formação acadêmica. Marina afirma que vê a experiência “como algo enriquecedor”, ressaltando que, apesar de o termo ser frequentemente usado como clichê, ele traduz com precisão o impacto do projeto.</p><p>Segundo a estudante, a vivência contribui não apenas para a formação profissional, mas também para o crescimento pessoal dos participantes. Ela ressalta que a participação em transmissões longas, com mais de 90 minutos de duração, oferece uma experiência que dificilmente seria possível fora do ambiente universitário. “É um completo diferencial ter participado de transmissões de pelo menos 90 minutos de jogo, que nós não teríamos em nenhum outro lugar e em nenhum outro momento que não fosse agora, enquanto estudantes”, destaca.</p>		
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										<img width="768" height="894" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/02/WhatsApp-Image-2026-01-28-at-12.14.40-e1770127447525-768x894.jpeg" alt="" />											<figcaption>Marina na transmissão de Internacional x Inter-SM em Porto Alegre / Arquivo pessoal</figcaption>
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		<p>Marina também enfatiza a importância de acompanhar todo o processo de construção das transmissões, desde as etapas iniciais até a realização final. Como bolsista, ela relata que acompanhar o desenvolvimento do projeto desde o início permite visualizar os resultados concretos do trabalho coletivo. “A gente consegue ver os colegas crescendo, a gente consegue ver a gente próprio crescendo, a gente consegue ver o fruto de todo o trabalho, de todas as discussões e reuniões e conversas que a gente teve para isso acontecer, que agora dá um fruto real”, afirma.</p>		
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										<img width="768" height="945" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/02/WhatsApp-Image-2026-02-03-at-11.13.28-768x945.jpeg" alt="" />											<figcaption>Gabriel na transmissão de Internacional x Inter-SM em Porto Alegre / Arquivo pessoal</figcaption>
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		<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-indent: 36pt;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">O estudante Gabriel Ferraz, aluno do terceiro semestre do curso de Jornalismo da UFSM e narrador das partidas transmitidas pelo projeto, também destaca o impacto formativo da experiência no Radar Esportivo. Segundo ele, participar das transmissões do Campeonato Gaúcho tem sido algo inédito em sua trajetória acadêmica.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-indent: 36pt;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Para o estudante, a vivência prática proporcionada pelo projeto representa algo raro dentro da formação universitária. “É muito difícil nós termos uma real experiência de como é atuar no mercado de trabalho durante os quatro anos de formação”, destaca. Ele cita como exemplo uma das transmissões realizadas no Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, quando teve contato direto com profissionais já conhecidos do jornalismo esportivo. “Eu sentei ao lado da equipe do Diário de Santa Maria e atrás de mim estava o pessoal da Rádio Gaúcha numa cabine, incluindo o Guerrinha. Enfim, profissionais consagrados que trabalham com isso constantemente”, relata.</p><p>Mesmo atuando com menos recursos técnicos em comparação com grandes emissoras, Gabriel afirma que a experiência é altamente motivadora. “Só a chance, a possibilidade de poder fazer uma transmissão melhor que a deles, mesmo com muito menos recursos, é algo que me motiva de uma maneira sem precedentes”, afirma. Ele compara as estruturas profissionais com a realidade do projeto e destaca o esforço coletivo envolvido. “Eles têm técnico de som e têm quatro, cinco, seis pessoas envolvidas só em uma função, nós não. No nosso caso, é todo mundo fazendo tudo por si; todo mundo fazendo um pouquinho para que no final o Radar Esportivo ganhe com isso”.</p>		
			<h3>PROGRAMAS NO RÁDIO E ATUAÇÃO NAS PLATAFORMAS DIGITAIS
</h3>		
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-indent: 36pt;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Além da transmissão do Campeonato Gaúcho, o Radar Esportivo mantém uma programação semanal de dois programas fixos na grade da UniFM, produzida e apresentada por acadêmicos dos cursos de Comunicação. São eles: o Radar na Rodada, um programa de debates sobre o esporte local, nacional e mundial, exibido às quartas-feiras, às 14h; e o Radar Entrevista, veiculado às sextas-feiras, às 14h, que recebe convidados envolvidos com o esporte de Santa Maria e região.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-indent: 36pt;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">O projeto também atua de forma intensa nas plataformas digitais, com produção de conteúdos jornalísticos para o Instagram. Entre os conteúdos produzidos, estão as coberturas realizadas nos stories, em tempo real, de eventos esportivos da cidade, como os jogos </p>		
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										<img width="768" height="512" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/02/IMG_0826-768x512.jpg" alt="" />											<figcaption>Cobertura de jogo da UFSM Futsal na Série Ouro de 2025 / Arquivo pessoal</figcaption>
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		<p>da UFSM Futsal na Série Ouro, partidas do Inter de Santa Maria, o Festival Paralímpico da UFSM, a Superliga de Futsal Pró de Santa Maria e os jogos do Santa Maria Soldiers, ampliando o alcance das informações esportivas junto à comunidade. </p>		
			<h3>EXTENSÃO, PESQUISA E IMPACTO SOCIAL</h3>		
		<p>Ao longo de sua trajetória, o Radar Esportivo passou por diferentes transformações, acompanhando as mudanças nas práticas jornalísticas e nos modos de consumo de conteúdo esportivo. O projeto também se destaca pela articulação entre ensino, pesquisa e extensão, com participação frequente em eventos acadêmicos como a Jornada Acadêmica Integrada (JAI) e o Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação (Intercom), onde são apresentados relatos e pesquisas sobre as práticas desenvolvidas.</p><p>Por meio de parcerias com equipes, entidades esportivas e projetos da UFSM e região, o Radar Esportivo contribui para a visibilização de modalidades, atletas e iniciativas que muitas vezes não encontram espaço na mídia comercial. Dessa forma, o projeto reafirma seu compromisso com a formação acadêmica, a divulgação científica e o acesso da sociedade a uma informação esportiva de qualidade, plural e independente.</p>		
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										<img width="768" height="714" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/02/WhatsApp-Image-2026-02-03-at-10.39.58-e1770128645448-768x714.jpeg" alt="" />											<figcaption>Equipe das oficinas da escola / Arquivo Pessoal</figcaption>
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		<p>Em 2025, o projeto também passou a desenvolver ações educativas por meio da iniciativa Radar Esportivo Multiplataforma: Extensão nas Escolas, com a realização de oficinas para estudantes do ensino médio em uma escola de Camobi. As atividades ocorreram em duas visitas, com turmas do 1º ano do Ensino Médio Integral do Colégio Estadual Professora Edna May Cardoso, em Santa Maria. A proposta combinou abordagens teóricas e práticas, voltadas à educação popular, ao protagonismo estudantil e à comunicação comunitária. Durante as oficinas, foram trabalhados conceitos sobre comunicação como direito e instrumento de cidadania, além de noções básicas de produção de conteúdo em áudio, incluindo estrutura de roteiro e técnicas de gravação utilizando o celular.</p><p>A retomada das transmissões de jogos do Inter-SM após o período de paralisação provocado pela pandemia é apontada como um marco importante para o projeto. Para Marina, voltar a realizar transmissões tanto pelo Radar Esportivo quanto pela UniFM representa um momento significativo de reconstrução e fortalecimento. Ela destaca o envolvimento coletivo e a expectativa de continuidade: “é muito legal ver que vai ter mais gente querendo entrar no Radar Esportivo e dar continuidade ao projeto da forma que ele tem que ser e que essa experiência é, para os estudantes, o mais autêntica e maximalista possível.”</p><p>Pedro Pereira reforça esse sentimento ao destacar o orgulho de representar a UFSM e o próprio Radar Esportivo em um evento de grande visibilidade. Ele afirma que é simbólico ver o projeto novamente presente ao lado de emissoras tradicionais da cidade. “É muito legal viver e ficar no gramado, estando ao lado da Rádio CDN e da Rádio Imembuí, tradicionais da cidade, e ali junto entre os microfones estar o laranja das Rádios UFSM”, comenta, ressaltando a importância histórica dessa presença.</p>		
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				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="927b517" data-elementor-lightbox-title="WhatsApp Image 2026-01-28 at 12.14.16" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6MTQ4NDUsInVybCI6Imh0dHBzOlwvXC93d3cudWZzbS5iclwvYXBwXC91cGxvYWRzXC9zaXRlc1wvMzQ2XC8yMDI2XC8wMlwvV2hhdHNBcHAtSW1hZ2UtMjAyNi0wMS0yOC1hdC0xMi4xNC4xNi5qcGVnIiwic2xpZGVzaG93IjoiOTI3YjUxNyJ9" href='https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/02/WhatsApp-Image-2026-01-28-at-12.14.16.jpeg'><img width="225" height="300" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/02/WhatsApp-Image-2026-01-28-at-12.14.16-225x300.jpeg" alt="" aria-describedby="gallery-1-14845" /></a>
				<figcaption class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-1-14845'>
				Transmissão de São José x Inter-SM
				</figcaption></figure><figure class='gallery-item'>
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="927b517" data-elementor-lightbox-title="WhatsApp Image 2026-01-28 at 12.15.38" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6MTQ4NDcsInVybCI6Imh0dHBzOlwvXC93d3cudWZzbS5iclwvYXBwXC91cGxvYWRzXC9zaXRlc1wvMzQ2XC8yMDI2XC8wMlwvV2hhdHNBcHAtSW1hZ2UtMjAyNi0wMS0yOC1hdC0xMi4xNS4zOC1lMTc3MDEyNzY4NDkwMC5qcGVnIiwic2xpZGVzaG93IjoiOTI3YjUxNyJ9" href='https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/02/WhatsApp-Image-2026-01-28-at-12.15.38-e1770127684900.jpeg'><img width="283" height="300" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/02/WhatsApp-Image-2026-01-28-at-12.15.38-e1770127684900-283x300.jpeg" alt="" aria-describedby="gallery-1-14847" /></a>
				<figcaption class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-1-14847'>
				Transmissão de Internacional x Inter-SM
				</figcaption></figure><figure class='gallery-item'>
				<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="927b517" data-elementor-lightbox-title="WhatsApp Image 2026-02-03 at 10.25.39" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6MTQ4NTEsInVybCI6Imh0dHBzOlwvXC93d3cudWZzbS5iclwvYXBwXC91cGxvYWRzXC9zaXRlc1wvMzQ2XC8yMDI2XC8wMlwvV2hhdHNBcHAtSW1hZ2UtMjAyNi0wMi0wMy1hdC0xMC4yNS4zOS5qcGVnIiwic2xpZGVzaG93IjoiOTI3YjUxNyJ9" href='https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/02/WhatsApp-Image-2026-02-03-at-10.25.39.jpeg'><img width="225" height="300" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/02/WhatsApp-Image-2026-02-03-at-10.25.39-225x300.jpeg" alt="" aria-describedby="gallery-1-14851" /></a>
				<figcaption class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-1-14851'>
				Transmissão de Inter-SM &#8211; São Luiz
				</figcaption></figure>
			<h3>EQUIPE DE COBERTURA DO GAUCHÃO
</h3>		
		<p>A cobertura do Campeonato Gaúcho 2026 realizada pelo projeto Radar Esportivo em conjunto com as Rádios da Universidade, envolve 15 estudantes dos cursos de Comunicação Social da UFSM, que atuam de forma integrada nas funções de narração, comentário, reportagem de campo, reportagem de torcida, plantão e técnica, além do apoio profissional do jornalista Pedro Pereira, do programa UNIFM Esporte Clube. A escala da primeira fase das coberturas contou com os seguintes integrantes e atribuições:</p><ul><li style="font-weight: 400">Andrya Lima Nielsen (Jornalismo) – <i>Comentarista e repórter de campo;</i></li><li style="font-weight: 400">Arthur Aires Dal Rosso (Relações Públicas) – <i>Plantonista;</i></li><li style="font-weight: 400">Clara Antonelo Basso (Jornalismo) – <i>Comentarista e técnica;</i></li><li style="font-weight: 400">Gabriel Martelet Ferraz (Jornalismo) – <i>Narrador;</i></li><li style="font-weight: 400">Gabriela Carvalho Bina (Relações Públicas) – <i>Plantonista;</i></li><li style="font-weight: 400">Gabriela dos Santos Alves (Jornalismo) – <i>Comentarista, plantonista e técnica;</i></li><li style="font-weight: 400">Gabriele Araujo Mendes (Jornalismo) – <i>Comentarista e repórter de campo;</i></li><li style="font-weight: 400">Isadora Juliatto Piovesan (Jornalismo) – <i>Comentarista, plantonista e repórter de torcida;</i></li><li style="font-weight: 400">Jaíne Kraetzig Cristofari (Jornalismo) – <i>Comentarista;</i></li><li style="font-weight: 400">João Victor Barbat Barros (Jornalismo) – <i>Comentarista, repórter de campo e repórter de torcida;</i></li><li style="font-weight: 400">Júlia Martins Moura (Relações Públicas) – <i>Plantonista;</i></li><li style="font-weight: 400">Leonardo Koehler (Jornalismo) – <i>Comentarista e repórter de campo;</i></li><li style="font-weight: 400">Maria Eduarda Jahn Marques (Produção Editorial) – <i>Organizadora das coberturas;</i></li><li style="font-weight: 400">Marina Brignol de Llano Einhardt (Jornalismo) – <i>Repórter de campo e técnica;</i></li><li style="font-weight: 400">Marina Ferreira dos Santos (Jornalismo) – <i>Comentarista, repórter de campo, repórter de torcida e organizadora das coberturas;</i></li><li style="font-weight: 400">Pedro Pereira (Jornalista do UNIFM Esporte Clube) – <i>Repórter de campo e organizador das coberturas.</i></li></ul>		
		<p>As transmissões do Radar Esportivo em parceria com as Rádios UFSM seguem agora para a segunda fase do Campeonato Gaúcho 2026, acompanhando os próximos confrontos do Inter-SM na competição. </p><p>Os jogos previstos são: 05/02 (quinta-feira), às 21h30min, Inter-SM x Avenida, no Estádio Presidente Vargas, em Santa Maria; 08/02 (domingo), às 16h, Monsoon x Inter-SM, no Estádio Francisco Novelletto, em Porto Alegre; 15/02 (domingo), sem horário definido, Guarany x Inter-SM, no Estádio Estrela D’Alva, em Bagé; 22/02 (domingo), sem horário definido, Inter-SM x Guarany, no Estádio Presidente Vargas, em Santa Maria; 01/03 (domingo), sem horário definido, Inter-SM x Monsoon, no Estádio Presidente Vargas, em Santa Maria; e 08/03 (domingo), sem horário definido, Avenida x Inter-SM, no Estádio dos Eucaliptos, em Santa Cruz do Sul. </p><p>Para acompanhar a cobertura, conferir conteúdos exclusivos ou obter mais informações, o público pode seguir o Radar Esportivo nas redes sociais, especialmente no <a href="https://www.instagram.com/radaresportivo/">Instagram</a> e no <a href="http://uclirczqt0x3v9ur5myzrsgg">YouTube</a>, além de acessar os links das <a href="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio">Rádios UFSM</a>, onde são realizadas as transmissões das partidas.</p><p> </p><p><i>Texto: Gabriele Mendes, bolsista de jornalismo da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</i></p><p><i>Revisão: Catharina Viegas, revisora de textos da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM). </i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>004/2026 - EDITAL 004/2026 - ODH/COCID/PRE/UFSM EDITAL DE FOMENTO AOS DIREITOS HUMANOS</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/editais/004-2026</link>
				<pubDate>Tue, 03 Feb 2026 13:44:34 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[#ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?post_type=editais&#038;p=14832</guid>
						<description><![CDATA[]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  ]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Encontro formativo reúne estudantes Guarani Mbya e cursos de Dança da UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/01/19/encontro-formativo-reune-estudantes-guarani-mbya-e-cursos-de-danca-da-ufsm</link>
				<pubDate>Mon, 19 Jan 2026 13:19:59 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[CE]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Parfor Equidade]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=71873</guid>
						<description><![CDATA[Atividade integrou memórias, práticas artísticas e reflexão crítica a partir de projeto extensionista desenvolvido em São Miguel das Missões]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="463" data-end="760"><img class="alignleft wp-image-71875 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/01/curso-1024x768.jpeg" alt="" width="509" height="382" />No dia 15 de janeiro, estudantes da Licenciatura Intercultural Indígena Guarani Mbya (UFSM/Parfor Equidade) participaram de um encontro formativo concebido pelos professores Patrícia Ferreira, Odailso Berté e Vítor Jochims Schneider, no Centro de Educação da <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Universidade Federal de Santa Maria</span></span>.</p>
<p data-start="762" data-end="1390">A atividade reuniu alunos da Licenciatura Guarani Mbya e dos cursos de Dança da UFSM e teve como base o projeto extensionista “De terra seus corpos”, desenvolvido entre 2018 e 2019 pelo curso de Dança – Licenciatura, em parceria com a Escola Indígena Igineo Romeu Ko’enju, da Tekoá Ko’enju, e a Prefeitura Municipal de São Miguel das Missões. O projeto promoveu um processo artístico-pedagógico que resultou na remontagem e em apresentações do macroespetáculo a céu aberto “Som e Luz em Corpos”, encenação coreográfica do tradicional espetáculo de Som e Luz realizado junto às ruínas do Sítio Arqueológico de São Miguel Arcanjo.</p>
<p data-start="1392" data-end="2094">Durante o encontro, os professores Patrícia Ferreira e Odailso Berté, juntamente com os bailarinos egressos do curso de Dança Crystian Castro, Paula Silveira, Estela Mesquita e Luiza Pereira, integrantes do elenco original do espetáculo, compartilharam experiências relacionadas à interação entre estudantes Guarani e não indígenas em uma vivência artística e pedagógica realizada no mesmo espaço onde se desenvolveu a história missioneira. Entre os principais aprendizados destacados estão a construção de uma perspectiva crítica sobre narrativas históricas hegemônicas, a ocupação protagonista dos Mbyá-Guarani nos espaços de patrimônio cultural e o aprendizado recíproco entre diferentes culturas.</p>
<p data-start="2096" data-end="2321">Inspiradas nessas vivências, também foram realizadas dinâmicas corporais da dança contemporânea e da dança-teatro com os estudantes da Licenciatura Intercultural Indígena Guarani Mbya, no jardim interno do Centro de Educação.</p>
<p data-start="2096" data-end="2321">Com informações e foto da Coordenação do curso Mbya Guarani Educação Intercultural Indígena</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto da UFSM amplia atuação com a comunidade Montanha Russa</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/2026/01/12/projeto-da-ufsm-amplia-atuacao-com-a-comunidade-montanha-russa</link>
				<pubDate>Mon, 12 Jan 2026 23:40:56 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[montanha russa]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>
		<category><![CDATA[proext-pg]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/?p=406</guid>
						<description><![CDATA[A partir do pedido de moradores, Coletivo Fluir passa a atuar também fora do espaço escolar ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Em meados de 2025, Daiane Ribas dos Santos — moradora da comunidade Montanha Russa e, à época, cozinheira da escola da região — fez um pedido à equipe do Coletivo Fluir: que o trabalho realizado com as crianças dentro da escola também chegasse aos demais moradores. A associação comunitária da qual ela fazia parte poderia ser o local para esses encontros. A partir dessa demanda, o projeto de extensão da Universidade Federal de Santa Maria passou a ocupar novos espaços.</p><p>Criado em 2024, o Coletivo Fluir é um projeto de extensão desenvolvido por professores e estudantes da UFSM, voltado à defesa das infâncias em contextos de vulnerabilidade social. Inicialmente, a iniciativa atuava em três instituições da rede pública municipal, com foco na formação da comunidade escolar e no cotidiano das crianças pequenas.</p><p>A presença regular dos universitários nesses territórios — em especial na Escola Municipal de Educação Infantil Montanha Russa — fez com que as ações desenvolvidas com as crianças começassem a repercutir para além do ambiente escolar. “A proposta de aproximação surgiu da necessidade que a comunidade tem de troca de conhecimento e desenvolvimento”, afirma Daiane.</p>[caption id="attachment_408" align="aligncenter" width="800"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/01/lideres-comunitarios-1024x768.jpg" alt="" width="800" height="600" /> Integrantes do Coletivo Fluir em diálogo com moradores da comunidade Montanha Russa[/caption]		
			<h2>Território Andarilho: escuta antes da ação</h2>		
		<p>A partir desse pedido, o Coletivo Fluir passou a estruturar o Território Andarilho da Comunidade Montanha Russa, um desdobramento do projeto que deslocou parte das ações para fora da escola e passou a concentrar encontros, oficinas e atividades na sede da associação comunitária.</p><p>Na prática, o Território Andarilho se consolidou como uma forma de atuação baseada na escuta da comunidade e na presença continuada da universidade no bairro. Desde o início, a equipe optou por não chegar ao território com propostas fechadas. O primeiro passo foi apresentar o Coletivo e ouvir os moradores.</p><p>“Nós fomos dialogar com as pessoas, apresentar o projeto — como a Dai nos pediu —, mas, ao mesmo tempo, queríamos ouvir quais eram as demandas e dificuldades da comunidade”, explica Taciana Segat, professora da UFSM e coordenadora do Coletivo Fluir.</p><p>Segundo ela, o contato inicial com a comunidade também foi marcado por incertezas sobre como o projeto poderia contribuir naquele contexto. “A gente foi um tanto sem saber exatamente como poderia ajudar”, afirma.</p><p>Com o avanço dos encontros e das conversas com moradores e lideranças locais, novos desafios começaram a emergir — muitos deles não visíveis a partir da experiência restrita ao espaço escolar. “Existia mais vulnerabilidades do que a gente imaginava”, relembra Leandra Possa, docente da UFSM e integrante do Fluir.</p>		
			<h2>Cuidar das crianças exige olhar para o entorno</h2>		
		<p>O contato direto com a comunidade levou os integrantes do projeto a rever alguns dos seus pressupostos. A equipe percebeu que a atuação centrada nos bebês e crianças pequenas não seria suficiente para enfrentar situações de vulnerabilidade mais amplas. “Trabalhar com crianças envolve trabalhar com adultos”, reconhece Taciana.</p><p>Ao aprofundar o diálogo no território, o coletivo percebeu que muitos dos adultos que hoje cuidam das crianças também viveram infâncias marcadas por vulnerabilidade. “São adultos que tiveram infâncias vulneráveis e que hoje participam da formação de crianças que vivem situações semelhantes. Isso foi complexificando o projeto”, explica Leandra.</p><p>A partir dessa compreensão, o Fluir reorganizou sua atuação: as crianças seguem no centro do projeto, mas passaram a ser pensadas em relação com as famílias, os adultos e as condições de vida do território. Essa leitura ampliada fez com que o projeto passasse a operar em diferentes frentes ao mesmo tempo. Enquanto aprofundava a atuação no território, o Fluir manteve as ações nas escolas e a disciplina de extensão em funcionamento. Para o grupo, o trabalho com as infâncias não se restringe a um único espaço. “A gente está pensando em como transformar os lugares onde as crianças vivem e moram em espaços mais seguros para crianças e adultos”, afirma a coordenadora do Fluir.</p>		
			<h2>Ações no território: presença, escuta e construção coletiva</h2>		
		<p>As ações do Território Andarilho da Comunidade Montanha Russa se estruturam a partir da presença contínua do Coletivo Fluir no bairro. Entre as atividades estão oficinas coletivas, momentos de convivência e escutas com moradores de diferentes idades, realizadas principalmente no espaço da associação comunitária.</p>[caption id="attachment_409" align="alignleft" width="400"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/01/IMG_1580-768x1024.jpg" alt="" width="400" height="533" /> Caminhada realizada pelo território[/caption]<p>Além dos encontros, a aproximação com a comunidade incluiu uma caminhada junto com moradores. A proposta era conhecer o território a partir de quem vive ali, percorrendo ruas, acessos e trajetos cotidianos que organizam a vida das famílias. Segundo Taciana Camera Segat, a parceria com as professoras da escola foi decisiva para que a atividade acontecesse. “Sem esse trabalho conjunto, não teria sido possível.”</p><p>Durante a caminhada pelo bairro, a equipe identificou obstáculos enfrentados pelas famílias que não se evidenciam no ambiente escolar.“Quando a gente subiu o morro, ficou muito mais claro o que uma mãe precisa enfrentar para levar uma, duas, três crianças, mochila, guarda-chuva, para chegar até a escola”, relata Márcia Cardona, egressa da UFSM e integrante do Coletivo Fluir. Segundo ela, a experiência reforçou a necessidade de compreender as infâncias para além da escola. “Só dentro da escola, a gente tem uma abrangência muito pequena da vida das crianças.”</p><p>Outra ação de destaque realizada pelo Coletivo Fluir foi uma oficina para a criação da marca da comunidade Montanha Russa. Conduzida por Andrei Lopes, doutorando integrante do projeto, a atividade reuniu crianças, jovens, adultos e idosos em torno da construção coletiva de uma identidade visual para a vila.</p>[caption id="attachment_410" align="alignright" width="400"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/01/oficina-logo-768x1024.jpg" alt="" width="400" height="533" /> Moradores participam de uma oficina oferecida pelo Fluir para discutir a logo da comunidade[/caption]<p>Ao longo dos encontros, a proposta se ampliou. Entre lápis de cor, desenhos e pinturas, os participantes passaram a compartilhar memórias e histórias do bairro, transformando a oficina também em um espaço de escuta e troca coletiva.</p><p>A aproximação com os moradores também revelou entraves burocráticos que dificultavam a organização comunitária. Um deles era a situação da Associação de Moradores, que não possuía CNPJ formalizado. A partir dessa demanda, o projeto articulou o contato com estudantes do curso de Direito da UFSM, que passaram a auxiliar a associação na compreensão dos trâmites legais necessários para a regularização.</p><p>Segundo Taciana, esse tipo de ação evidencia um papel assumido pelo projeto ao longo do processo: o de mediação entre as demandas da comunidade e os acessos institucionais que a Universidade possui. “A gente tem oportunidades de formação, de trânsito e de acesso que muitas pessoas da comunidade não têm. Nosso papel é construir essa ponte a partir da Universidade com a sociedade”, afirma a coordenadora do Fluir.</p><p>O semestre de atividades culminou, no início de dezembro, com uma grande festa comunitária realizada na Associação de Bairro, reunindo cerca de 300 pessoas. O evento funcionou como momento de encontro, devolutiva das ações e convivência.</p>		
			<h2>Quando o território transforma a universidade</h2>		
		<p>A experiência no Território Andarilho também produziu efeitos dentro da própria Universidade, especialmente na formação dos estudantes envolvidos no projeto. Ao lidar com demandas que não cabem em respostas prontas, o trabalho no território passou a tensionar modos tradicionais de fazer extensão e a forma como o conhecimento é construído e compartilhado.</p><p>Para Leandra Possa, o impacto do Território Andarilho não se dá apenas no sentido da Universidade em direção à comunidade. “A gente fala muito do impacto da universidade na comunidade. Mas o que esse projeto tem mostrado é o impacto da comunidade na Universidade, na nossa formação”, afirma.</p><p>Segundo as integrantes do Coletivo Fluir, esse impacto aparece de forma direta no percurso formativo dos alunos, que passam a confrontar, no território, os limites do que aprendem em sala de aula. “Um projeto como esse impacta inclusive nas nossas aulas e na nossa possibilidade de dialogar com os estudantes universitários sobre o que vivemos no bairro”, relata Taciana. </p><p>Nesse processo, a extensão deixa de ser entendida como aplicação de um saber pronto e passa a exigir escuta, negociação e construção conjunta. Para o grupo, assumir esse lugar implica reconhecer limites e aceitar o caráter experimental da extensão. Para as participantes, esse é o papel da universidade pública: criar condições, sustentar diálogos e construir junto, mesmo quando os caminhos não estão dados de antemão.</p>		
			<h2>Próximos passos: dados, políticas públicas e continuidade</h2>		
		<p>Para 2026, o Coletivo Fluir prevê a continuidade das ações nas escolas, da disciplina de extensão e das atividades no território. Ao mesmo tempo, a equipe identificou a necessidade de aprofundar o conhecimento sobre a realidade da Comunidade Montanha Russa a partir da produção de dados mais sistematizados.</p><p>“Agora a gente percebeu a necessidade de construir um instrumento de levantamento de dados, de ir casa a casa, conversar com as pessoas, para entender o que a universidade pode fazer e o que é responsabilidade do poder público”, explica Leandra.</p><p>A proposta é que esse levantamento possa subsidiar tanto ações da Universidade quanto a formulação de políticas públicas, a partir do diálogo com a prefeitura e a Câmara de Vereadores.</p><p>Reportagem: Luciane Treulieb</p><p>Fotografias: Coletivo Fluir</p><p> </p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Viva Silveira Martins 2025 fortalece vínculos com a comunidade em dois dias de ciência, arte e literatura</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2025/12/30/viva-silveira-martins-2025-fortalece-vinculos-com-a-comunidade-em-dois-dias-de-ciencia-arte-e-literatura</link>
				<pubDate>Tue, 30 Dec 2025 13:59:29 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura e Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Diálogos Extensionistas]]></category>
		<category><![CDATA[Divulgação]]></category>
		<category><![CDATA[dose de ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[geoparques]]></category>
		<category><![CDATA[Progredir Geoparque Quarta Colônia]]></category>
		<category><![CDATA[Território Imembuy]]></category>
		<category><![CDATA[geoparque quarta colônia]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=14666</guid>
						<description><![CDATA[O evento transformou o EMSM em um espaço de convivência e aprendizado, com mais de 40 atrações ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Durante os dias 5 e 6 de dezembro, aconteceu o “Viva Silveira Martins – Ciência, Arte, Cultura e Literatura em Movimento”, realizado no Espaço Multidisciplinar Silveira Martins. O evento teve como foco aproximar a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) da comunidade de Silveira Martins, reforçando os vínculos institucionais e territoriais por meio de ações culturais, educativas, científicas e sociais. A programação reuniu, em um mesmo espaço, atividades de extensão universitária, arte, patrimônio, saúde e interação comunitária, promovendo a integração entre a universidade e a população local.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>O evento reuniu cerca de 200 pessoas, compostas por estudantes e docentes da educação básica e do ensino superior, além de integrantes da comunidade em geral. Entre os participantes, estiveram autoridades municipais, pais e familiares de estudantes da educação básica, reforçando o caráter integrador e comunitário da iniciativa. A ação buscou valorizar o território e estimular o diálogo entre saberes acadêmicos e conhecimentos construídos pela comunidade, ampliando a participação social. Com isso, o Espaço Multidisciplinar Silveira Martins (EMSM) foi consolidado como um espaço dinâmico de convivência, aprendizagem e integração regional, reafirmando seu papel como ponto de encontro entre diferentes áreas do conhecimento e a comunidade.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>A preparação do espaço ocorreu de forma colaborativa, envolvendo a equipe do Espaço Multidisciplinar Silveira Martins e a Secretaria Municipal de Educação, que atuou diretamente na organização, ambientação e disposição das atividades. O trabalho conjunto garantiu acolhimento ao público e funcionalidade aos diferentes ambientes expositivos e interativos ao longo do evento.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:heading -->
<h2><strong>Programação</strong></h2>
<!-- /wp:heading -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Com mais de 40 atrações, o Viva Silveira Martins 2025 contou com a participação de projetos vinculados ao edital Território Imembuy e apresentou uma programação ampla e integrada ao longo de dois dias. As atividades envolveram as áreas de educação, cultura, ciência, literatura e saúde, reunindo diferentes públicos em um mesmo espaço de troca e aprendizagem.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>A programação incluiu exposições de trabalhos, relatos de experiências de escolas e projetos de extensão, oficinas temáticas nas áreas de literatura, nutrição, economia criativa, jogos populares e esporte de orientação, além de lançamentos do Centro de Documentação e Memória, ações de promoção da saúde, biblioteca itinerante, visitas guiadas e apresentações culturais.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:heading -->
<h2><strong>Extensão em ação </strong></h2>
<!-- /wp:heading -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>O evento destacou-se pela relevância no âmbito das ações de extensão universitária, ao concretizar o papel social da UFSM na aproximação com a comunidade de Silveira Martins e da região. Ao reunir, em um mesmo espaço, atividades culturais, educativas, científicas e sociais, a iniciativa ampliou a circulação de conhecimentos e facilitou o acesso da população às ações acadêmicas, promovendo diálogo, participação e sentimento de pertencimento.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>A interação direta entre universidade e comunidade evidenciou o compromisso institucional com o desenvolvimento territorial, a valorização da cultura local e a formação cidadã. Além disso, o evento fortaleceu redes de cooperação entre universidade, escolas, poder público e projetos comunitários, consolidando o Espaço Multidisciplinar Silveira Martins como um ambiente vivo, aberto e integrador. Ao dar visibilidade às iniciativas de extensão e estimular a troca entre saberes acadêmicos e comunitários, a ação contribuiu para a construção de vínculos duradouros, ampliou o impacto social das atividades desenvolvidas e abriu caminho para novas parcerias que qualificam a presença da UFSM no território.<br></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:heading -->
<h2><strong>Destaques da edição </strong></h2>
<!-- /wp:heading -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Esta edição do evento destacou-se pela ampliação das parcerias institucionais, especialmente com a Secretaria Municipal de Educação, e pela forte presença dos projetos vinculados ao Território Imembuy, que qualificaram a programação e reforçaram a identidade territorial da iniciativa. A proposta apresentou uma programação mais diversificada, com atividades culturais, educativas e comunitárias voltadas ao patrimônio, à saúde, à arte, à ciência e à participação social, ampliando o alcance junto à população e consolidando o Espaço Multidisciplinar Silveira Martins (EMSM) como um espaço vivo de integração entre universidade e comunidade.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Um dos principais destaques foi a integração do Viva Silveira Martins com dois eventos de grande relevância para o município: a Feira Municipal de Ciências e a Feira Municipal do Livro. A Feira de Ciências garantiu protagonismo às escolas, valorizando as produções estudantis, incentivando a cultura investigativa e fortalecendo o diálogo entre a educação básica e a universidade. Já a Feira do Livro agregou um importante componente cultural e educativo, estimulando a leitura, a formação de leitores e o acesso à literatura por meio de estandes, exposições e atividades formativas. A união dessas três iniciativas potencializou a programação, diversificou o público participante e consolidou o EMSM como um espaço articulador de saberes, cultura, ciência e integração comunitária.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:heading -->
<h2>Confira as fotos do evento </h2>
<!-- /wp:heading -->
<!-- wp:columns -->
<!-- wp:column -->
<!-- wp:image {"id":14670,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2025/12/IMG_5099-3-1024x683.jpg" alt="" /></figure>
<!-- /wp:image -->
<!-- /wp:column -->
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<p><em>Texto: Laura Severo, bolsista de Jornalismo da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</em></p>
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<p><em>Revisão: Valéria Luzardo, bolsista de Revisão Textual da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->
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<p><em>Fotos: <a href="https://drive.google.com/drive/folders/1G9z61W9Csl14OjGg7vTa-ZVq4h-BTH7L?fbclid=PAb21jcAOv7I5leHRuA2FlbQIxMQBzcnRjBmFwcF9pZA81NjcwNjczNDMzNTI0MjcAAaetIXf25Sv0eErboansO6NS4Bq0oFaDP7jy2J7d-IRkH2XDLbDnXQhAmVz17w_aem_FFMhB1GpAJ50SHUplionHQ" data-type="link" data-id="https://drive.google.com/drive/folders/1G9z61W9Csl14OjGg7vTa-ZVq4h-BTH7L?fbclid=PAb21jcAOv7I5leHRuA2FlbQIxMQBzcnRjBmFwcF9pZA81NjcwNjczNDMzNTI0MjcAAaetIXf25Sv0eErboansO6NS4Bq0oFaDP7jy2J7d-IRkH2XDLbDnXQhAmVz17w_aem_FFMhB1GpAJ50SHUplionHQ">Espaço Multidisciplinar Silveira Martins</a></em></p>
<!-- /wp:paragraph -->		
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													</item>
						<item>
				<title>Caminhada Internacional na Natureza consolida expansão histórica em 2025 e se destaca como referência na Região Central do RS em Turismo Rural Sustentável</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2025/12/23/caminhada-internacional-na-natureza-consolida-expansao-historica-em-2025-e-se-destaca-como-referencia-na-regiao-central-do-rs-em-turismo-rural-sustentavel</link>
				<pubDate>Tue, 23 Dec 2025 14:30:18 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
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		<category><![CDATA[Caminhadas na Natureza]]></category>
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		<category><![CDATA[geoparque quarta colônia]]></category>
		<category><![CDATA[natureza]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=14638</guid>
						<description><![CDATA[Com crescimento recorde no período 2023–2025, a iniciativa fortalece o turismo rural, mobiliza centenas de famílias agricultoras, integra os 17 ODS da ONU e consolida uma articulação inédita entre UFSM, Emater/RS-Ascar e prefeituras municipais, tornando-se um modelo diferenciado de Extensão Rural e desenvolvimento territorial no Brasil.
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <h2><b>Crescimento consistente coloca a Região Central do RS entre as principais referências em turismo rural comunitário</b></h2><p>A Região Central do Rio Grande do Sul registrou, entre 2023 e 2025, um crescimento contínuo e expressivo na <i>Caminhada Internacional na Natureza</i>, iniciativa que integra Extensão Rural, turismo sustentável e desenvolvimento comunitário. O ano de 2025 marcou o maior salto da série histórica, com recordes de participação, envolvimento comunitário e movimentação econômica, alavancando o protagonismo do território no cenário brasileiro de ações integradas aos <a href="https://brasil.un.org/pt-br/sdgs"><b>17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)</b></a>.</p><p>De 2023 a 2025, o projeto acumulou <b>3.428 pré-inscritos</b>, <b>2.694 participantes efetivos</b>, <b>1.195 cafés</b>, <b>2.310 almoços</b>, <b>376 pessoas na organização</b>, <b>541 integrantes das comunidades</b> e <b>155 expositores locais</b>, consolidando-se como uma das iniciativas mais robustas de integração entre agricultura familiar, turismo, educação e desenvolvimento territorial no estado. Esses números refletem a capacidade de mobilização e o fortalecimento das redes de cooperação entre municípios, agricultores familiares, empreendimentos locais e instituições públicas.</p><h2><b>2025: o grande salto da consolidação regional</b></h2><p>O ano de 2025 apresentou o avanço mais expressivo desde o início da série, tornando-se um marco para o fortalecimento do turismo rural na região. Com <b>1.819 pré-inscritos</b> e <b>1.470 participantes</b>, distribuídos em nove municípios, o projeto atingiu níveis inéditos de engajamento comunitário e visibilidade institucional.</p><p>As caminhadas mobilizaram <b>201 organizadores</b>, <b>352 membros das comunidades</b> e <b>42 expositores</b>, movimentando mais de <b>R$ 69 mil</b> em vendas de produtos locais — como agroindústrias familiares, artesanatos, hortaliças, panificados e itens típicos da cultura regional. Além disso, foram servidos <b>623 cafés</b> e <b>1.054 almoços</b>, reforçando o papel das comunidades na oferta gastronômica e na geração de renda.</p><p>O aumento expressivo desses indicadores demonstra não apenas a ampliação das atividades, mas o fortalecimento de processos formativos, culturais, econômicos e sociais que envolvem agricultores, estudantes, técnicos, gestores e famílias rurais.</p><p> </p><h2><b>Extensão Rural, ODS e universidade: um tripé de transformação territorial</b></h2><p>A iniciativa do Programa do Geoparque de Assistência Técnica e Extensão Rural (PROGEATER) —- ação Caminhada Internacional na Natureza — se alinha de forma direta a diversos <b>ODS</b>, como o ODS 2 (Fome Zero e Agricultura Sustentável), ODS 3 (Saúde e Bem-Estar), ODS 4 (Educação de Qualidade), ODS 5 (Igualdade de Gênero), ODS 8 (Trabalho Decente), ODS 10 (Redução das Desigualdades), ODS 11 (Cidades e Comunidades Sustentáveis), ODS 12 (Consumo Responsável), ODS 13 (Ação Climática) e ODS 15 (Vida Terrestre).</p><p>Cada caminhada é um espaço de educação ambiental e patrimonial, de fortalecimento de redes sociais locais, estímulo econômico e valorização de práticas sustentáveis no meio rural. Tais aspectos são centrais nos princípios de Extensão Universitária definidos pelo Fórum de Pró-Reitores de Extensão.</p><p>A <b>UFSM</b>, por meio do <a href="https://incaper.es.gov.br/proater">Programa de Extensão Rural PROGEATER</a>, desempenha papel estruturante no planejamento, execução e avaliação das ações, unindo ensino, pesquisa e extensão para promover o desenvolvimento territorial sustentável. Além de fomentar metodologias participativas com agricultores e comunidades, a universidade fortalece a formação de estudantes e professores, integra saberes tradicionais e científicos e amplia a visibilidade do turismo rural no estado.</p><p>Ao mesmo tempo, a ação reforça o papel da <b>Extensão Rural pública</b>, conduzida pela Emater/RS-Ascar, que atua na mobilização das comunidades, na valorização dos saberes locais, no apoio à produção agroindustrial e na organização dos roteiros.</p>		
													<img width="1024" height="577" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2025/12/20250518_082705-1024x577.jpg" alt="" />													
		<h2><b>Colaboração institucional que se torna referência nacional</b></h2><p>O sucesso crescente da Caminhada Internacional na Natureza resulta da articulação entre <b>prefeituras municipais</b>, <b>Emater/RS-Ascar</b> e <b>UFSM</b>, constituindo um modelo de governança colaborativa raro no Brasil.</p><p>Nos territórios do <b>Geoparque Quarta Colônia</b>, do <b>Projeto Geoparque Raízes de Pedra</b> e em regiões vizinhas, essa cooperação cria uma rota estruturada de turismo de base comunitária, envolvendo escolas, empreendedores, comunidades e setores públicos em um processo que coloca o desenvolvimento local no centro da agenda.</p><p>O conjunto das ações faz do projeto um caso exemplar de como a Extensão Rural, quando articulada à Extensão Universitária e aos ODS, pode gerar impactos concretos, mensuráveis e sustentáveis. Com o avanço significativo de 2025, a Região Central do Rio Grande do Sul consolida-se como referência nacional na integração entre turismo rural, políticas públicas e desenvolvimento comunitário.</p>		
													<img width="1024" height="577" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2025/12/20251026_082720-1024x577.jpg" alt="" />													
		<h2><b>Um projeto que transforma e projeta o futuro dos territórios</b></h2><p>Com o expressivo avanço de 2025 e os resultados acumulados entre 2023 e 2025, a Caminhada Internacional na Natureza reafirma seu papel como uma das iniciativas mais relevantes em Extensão Rural e turismo sustentável no Brasil. Além de integrar comunidades, qualificar territórios e gerar oportunidades, o projeto demonstra que políticas públicas articuladas com universidades e serviços de extensão podem produzir impactos reais e duradouros.</p><p>A expansão consolidada na Região Central do RS aponta para a continuidade do trabalho e para novas possibilidades de inovação, pesquisa e articulação regional, fortalecendo ainda mais a presença da UFSM, da Emater/RS-Ascar e das prefeituras na construção de territórios mais sustentáveis, educadores e resilientes.</p><p>A UFSM, por meio da Pró-Reitoria de Extensão (PRE) e do Programa do Geoparque de Assistência Técnica e Extensão Rural (PROGEATER), registrado no Colégio Politécnico e na Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, apoia e participa desta iniciativa, em conjunto com a Emater-RS/Ascar, a gestão pública municipal, agricultores e demais representantes das comunidades rurais.</p>		
													<img width="1024" height="577" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2025/12/20251005_082944-1024x577.jpg" alt="" />													
		<p>Para mais informações, os interessados podem acessar as redes sociais do projeto (<a href="https://www.instagram.com/caminhadasufsm/">@caminhadasufsm</a>) ou a comunidade de avisos no <a href="https://chat.whatsapp.com/Fcw0NoRdHOs93lHhl9bYvU">WhatsApp</a>. </p><p><i>Texto: Programa do Geoparque de Assistência Técnica e Extensão Rural (PROGEATER) e Gabriele Mendes, bolsista de Jornalismo da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</i></p><p><i>Revisão: Valéria Luzardo, bolsista de Revisão Textual da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM). </i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Viva Campus celebra 65 anos da UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2025/12/23/viva-campus-celebra-65-anos-da-ufsm</link>
				<pubDate>Tue, 23 Dec 2025 11:24:08 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão nas Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Viva o Campus]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura e Arte]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=14618</guid>
						<description><![CDATA[Como parte das comemorações pelos seus 65 anos, a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) promoveu no domingo (14) uma edição especial do Viva Campus]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>No domingo (14), o Viva Campus teve como objetivo celebrar os 65 anos da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). A edição especial integrou a programação comemorativa promovida pela instituição e reuniu a comunidade no campus para uma tarde de atividades culturais, educativas e de lazer.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>A UFSM, que já tem tradição em receber o público nos finais de semana, mais uma vez abriu suas portas para a comunidade, que encontrou no campus um espaço de convivência, entretenimento e lazer junto a familiares e amigos. Para garantir que o evento transcorresse com tranquilidade, os setores de trânsito e segurança da Universidade atuaram de forma integrada durante toda a programação.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>A edição comemorativa foi promovida pela UFSM, por meio da Coordenadoria de Cultura e Arte (CCA) da Pró-Reitoria de Extensão (PRE). As atividades, gratuitas e abertas ao público, ocorreram das 15h às 19h e fizeram parte de uma série de ações realizadas pela Universidade em celebração aos seus 65 anos de história.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Cerca de dez atividades integraram a programação do Viva Campus. Entre os destaques estiveram as ações desenvolvidas pelo Jardim Botânico da UFSM, que ofereceu atividades especiais adaptadas ao clima quente, como visitas livres ao telhado verde, ao jardim sensorial, à horta mandala e a exposições educativas e ações voltadas ao público infantil. Outra atração de grande destaque foi a exposição de carros antigos promovida pela Associação de Veículos Antigos de Santa Maria (AVASM) e Amigos do Fusca, que levou ao campus uma seleção de exemplares históricos, chamando a atenção de visitantes de diferentes idades.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>A última edição de 2025 também contou com a presença dos parceiros do Viva Campus, como a Polifeira do Agricultor, que, excepcionalmente, devido às altas temperaturas, foi realizada no bosque em frente ao Planetário, oferecendo produtos locais em um espaço mais arborizado e acolhedor.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Ao longo dos anos, o Viva Campus consolidou-se como um importante elo entre a Universidade e a comunidade, contribuindo para o fortalecimento dessa relação. Ao abrir os espaços universitários para a população, o projeto transforma o campus em um ambiente de convivência, cultura, esporte e educação, promovendo a inclusão social e a troca de experiências entre a UFSM e a sociedade.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:heading -->
<h2>Confira fotos do evento</h2>
<!-- /wp:heading --><!-- wp:gallery {"linkTo":"none"} -->
<figure><!-- wp:image {"id":14621,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-23-at-07.46.58-576x1024.jpeg" alt="" /></figure>
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<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-23-at-07.46.51-576x1024.jpeg" alt="" /></figure>
<!-- /wp:image --></figure>
<!-- /wp:gallery --><!-- wp:paragraph -->
<p><em>Texto: Laura Severo, bolsista de jornalismo da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</em></p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p><em>Revisão: Catharina Viegas, revisora de textos da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</em></p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p><em>Fotos: Coordenadoria de Cultura e Arte</em></p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->		
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_4-1024x1024.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-1024x1024.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Eventos do Geoparque Caçapava celebram o GeoDia com educação, integração e valorização do território</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2025/12/22/eventos-do-geoparque-cacapava-celebram-o-geodia-com-educacao-integracao-e-valorizacao-do-territorio</link>
				<pubDate>Mon, 22 Dec 2025 11:17:25 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Diálogos Extensionistas]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[geoparques]]></category>
		<category><![CDATA[Progredir Geoparque Caçapava]]></category>
		<category><![CDATA[geoparque quarta colônia]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=14598</guid>
						<description><![CDATA[Com uma programação diversificada realizada nos meses de novembro e dezembro, os eventos do Geoparque Caçapava celebraram o GeoDia por meio de atividades educativas, oficinas interativas e experiências culturais ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>No dia 14 de novembro, o Campus da Universidade Federal do Pampa (Unipampa), em Caçapava do Sul, recebeu mais uma edição do GeoDia, reunindo estudantes, professores e visitantes ao longo de um dia inteiro de atividades educativas, culturais e interativas. A coordenação do evento ficou a cargo da Subdivisão de Geoparques da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>A programação contou com oficinas, exposições e experiências práticas. Entre as atividades, estiveram a oficina “Pequenos Paleo-Artistas”, com pintura de fósseis, ministrada pela equipe do Serviço Geológico do Brasil (SGB), a sessão historiada “Uma Vida de Preguiça”, a Exposição de Minerais e Rochas, a Trilha das Plantas Ameaçadas do Pampa, o projeto “ODS em Ação: Pensar Global, Agir Local” e a oficina “As cores do Geoparque Caçapava”, que envolveu a produção de tintas naturais</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Também fizeram parte da programação a visita guiada ao Jardim da Geodiversidade, mostra fotográfica, muro de escalada, jogo de memória, oficinas com lã no “Caminhos da Lã”, Sandbox, uso de óculos de realidade virtual, entre outras atrações que despertaram o interesse de públicos de todas as idades.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>No período da tarde, alunos e professores participaram de atividades como “Investigadores da Natureza”, Corrida de Orientação, ações do Projeto Te Acolhe – APAE e da apresentação “Tambores de Sopapo: arte e ancestralidade”, que encantou os participantes ao valorizar a cultura e a ancestralidade afro-gaúcha. Durante todo o evento, uma equipe de monitores esteve distribuída pelos espaços, garantindo organização e uma experiência qualificada para o público.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Dando continuidade às ações, o GeoDia — Edição Minas do Camaquã chegou à sua 4ª edição no dia 11 de dezembro, sendo realizado na Escola Gladi Machado. O evento reuniu alunos, professores e membros da comunidade em um dia repleto de atividades educativas e oficinas interativas, fortalecendo o vínculo entre escola, universidade e território.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>As atividades foram ministradas por alunos e servidores da UFSM e da Unipampa, com coordenação da Subdivisão de Geoparques da UFSM, promovendo a integração entre as universidades e o território do Geoparque. A programação incluiu a Trilha das Plantas Ameaçadas do Pampa, as mostras fotográficas “Aves do Geoparque Caçapava”, de Thomas Michel Ambiel, e “Céu Noturno do Geoparque Caçapava”, com registros de Vinícius Tavares, cedidos pela Tuna Ecoturismo.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Atividades como “Investigadores da Natureza” animaram as crianças, que puderam explorar o ambiente natural de forma lúdica. Oficinas do “Caminhos da Lã”, o Cine Kids — que apresentou os bastidores e o processo criativo do livro <em>Geoaventuras em Caçapava do Sul</em> —, o projeto ODS em Ação e a exposição de minerais e rochas do Geoparque Caçapava completaram a programação.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Antes do evento, os ministrantes participaram de um city tour pelas Minas do Camaquã, conhecendo de perto a riqueza natural, histórica e cultural da região. A edição contou ainda com a presença da subprefeita das Minas do Camaquã, Vitória Godinho, reforçando o apoio institucional às ações do Geoparque.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p><em>Texto: Laura Severo, bolsista de Jornalismo da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</em><br /><em>Revisão: Valéria Luzardo, bolsista de Revisão Textual da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</em></p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Fotos: <a href="https://www.instagram.com/geoparquecacapava/?e=0dc35a6f-5dd0-4345-8859-042fe0a88e77&amp;g=5">@geoparquecacapava</a></p>
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								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-22-at-08.39.00-150x150.jpeg" alt="WhatsApp Image 2025-12-22 at 08.39.00" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-22-at-08.38.59-1-150x150.jpeg" alt="WhatsApp Image 2025-12-22 at 08.38.59 (1)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-22-at-08.38.59-150x150.jpeg" alt="WhatsApp Image 2025-12-22 at 08.38.59" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-22-at-08.38.58-2-150x150.jpeg" alt="WhatsApp Image 2025-12-22 at 08.38.58 (2)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-22-at-08.38.58-1-150x150.jpeg" alt="WhatsApp Image 2025-12-22 at 08.38.58 (1)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-22-at-08.38.58-150x150.jpeg" alt="WhatsApp Image 2025-12-22 at 08.38.58" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-22-at-08.38.57-2-150x150.jpeg" alt="WhatsApp Image 2025-12-22 at 08.38.57 (2)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-22-at-08.38.57-1-150x150.jpeg" alt="WhatsApp Image 2025-12-22 at 08.38.57 (1)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-22-at-08.38.57-150x150.jpeg" alt="WhatsApp Image 2025-12-22 at 08.38.57" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-22-at-08.38.56-2-150x150.jpeg" alt="WhatsApp Image 2025-12-22 at 08.38.56 (2)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-22-at-08.38.56-1-150x150.jpeg" alt="WhatsApp Image 2025-12-22 at 08.38.56 (1)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-22-at-08.38.56-150x150.jpeg" alt="WhatsApp Image 2025-12-22 at 08.38.56" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-22-at-08.38.55-150x150.jpeg" alt="WhatsApp Image 2025-12-22 at 08.38.55" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-22-at-08.38.53-150x150.jpeg" alt="WhatsApp Image 2025-12-22 at 08.38.53" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-22-at-08.38.52-150x150.jpeg" alt="WhatsApp Image 2025-12-22 at 08.38.52" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-22-at-08.38.51-150x150.jpeg" alt="WhatsApp Image 2025-12-22 at 08.38.51" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-22-at-08.38.50-150x150.jpeg" alt="WhatsApp Image 2025-12-22 at 08.38.50" /></figure>			
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													</item>
						<item>
				<title>Totens interativos e exposição fotográfica são estratégias para a conscientização sobre a crise climática</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/2025/12/19/totens-interativos-e-exposicao-fotografica-sao-estrategias-para-a-conscientizacao-sobre-a-crise-climatica</link>
				<pubDate>Fri, 19 Dec 2025 17:26:45 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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						<description><![CDATA[Projeto Memorar Quarta Colônia, da UFSM, objetiva sensibilização e resiliência climática]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph /--><p>No início de novembro, a Jornada Acadêmica Integrada Mirim (<a href="https://www.ufsm.br/2025/11/05/4a-edicao-da-jai-mirim-abre-as-portas-da-ufsm-aos-pequenos-cientistas"><b><u>JAI Mirim</u></b></a>) recebeu pequenos cientistas do ensino infantil e fundamental no Museu do Conhecimento da UFSM. Dentre os projetos presentes no evento, um dos destaques foi o Memorar - Memorial das Águas e da Resiliência Climática da Quarta Colônia. Foi a estreia de t<a href="https://www.instagram.com/p/DQpa0Jskano/?img_index=1"><u><b>otens digitais interativos</b></u></a>, adquiridos com recursos do Pró-Equipamentos, projeto parceiro financiado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal (Capes). Por meio dos totens, as crianças puderam visualizar e interagir com histórias em quadrinhos, quizzes, imagens das enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul e mapas que mostram o movimento das águas no estado.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="906" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-18-at-09.43.08-3-e1766165301863-1024x906.jpeg" alt="" />											<figcaption>Criança interage com totem durante JAI Mirim, na UFSM.</figcaption>
										</figure>
		<p>O professor Adriano Figueiró é do Departamento de Geografia da UFSM e coordena o projeto Memorar. Segundo ele, mais de 300 pessoas, entre crianças e professores, passaram e interagiram com os totens. “Todo mundo ficou bastante impactado e surpreso com o conteúdo que observaram. Eu acho que isso cumpriu um primeiro objetivo [do projeto], que é justamente a sensibilização”, afirma Adriano.</p>
<p> </p>
<p>Os totens funcionam como ferramentas de divulgação científica e difusão do conhecimento sobre mudanças e resiliência climática, pois permitem compreender, visualizar e interagir com explicações sobre causas e efeitos dos eventos climáticos extremos, que estão cada vez mais frequentes. “A partir da mudança climática, nós transformamos o extraordinário em ordinário”, declara Adriano. Para o professor, esse entendimento é importante para sensibilizar e conscientizar diferentes gerações. Crianças, adolescentes e jovens, que no momento são os públicos-alvo do projeto, têm mais facilidade de compreender a seriedade do fenômeno por terem nascido imersos nesta complexidade. Consequentemente, tem mais possibilidade de incorporar práticas sustentáveis no seu dia a dia.</p>
<p> </p>
<p>Por outro lado, por não ter presente a vivência da memória de eventos climáticos extremos que já aconteciam no século passado, a noção de urgência e de planejamento de ações a longo prazo encontra mais dificuldades. Já para os adultos, essa mesma característica dificulta a compreensão da mudança climática, uma vez que enchentes, estiagens, chuvas de granizo e vendavais já causavam destruição em décadas passadas. “Mas a partir do momento em que eles começam a compreender que a mudança climática é, na verdade, a intensificação dos fenômenos extraordinários que sempre aconteceram, eu diria que eles são parceiros mais fáceis de serem incorporados, porque têm uma noção  de mundo que os jovens não têm”, explica Adriano.</p>
<p> </p>
<p>Foram adquiridos dez totens que atualmente estão no Museu do Conhecimento da UFSM. No entanto, de acordo com Adriano, futuramente alguns deles podem ser instalados no Memorial da Resiliência Climática, objetivo principal do projeto e que está em fase de planejamento.</p>		
			<h3>Memorial Quarta Colônia: da Tragédia ao Sonho</h3>		
		<p>A fim de ampliar a visibilidade do projeto, o Memorar QC inaugurou na semana passada a mostra fotográfica ‘Memorial Quarta Colônia: da Tragédia ao Sonho’ no hall do Centro de Ciências Naturais e Exatas. “O nosso objetivo é tentar partir de diferentes instrumentos para sensibilizar diferentes grupos da comunidade”, diz Adriano. São 20 fotos das enchentes de 2024 selecionadas a partir de materiais midiáticos, que também são dados coletados pelo projeto. Estas fotografias representam a tragédia. Por outro lado, Adriano afirma que a ideia da mostra surgiu para fazer uma espécie de contrapeso, já que a atuação no projeto exige reviver a catástrofe e rememorar a tragédia. Por isso, criaram um concurso fotográfico para selecionar fotos de paisagens da Quarta Colônia, que significam o Sonho. “[Serve] para que as pessoas possam perceber o potencial dessas paisagens para construir a vida”, declara.</p>		
							“A paisagem da Quarta Colônia é excepcionalmente linda. Mas quando você confronta essas duas realidades, ou seja, uma paisagem linda e uma paisagem submetida a uma catástrofe, nós percebemos que a passagem de uma paisagem linda para uma de perigo, morte e destruição, é uma passagem muito rápida, que pode se dar num tempo muito curto. Por isso temos que criar estratégias para tentar evitar que o impacto seja tão grande como foi em 2024”. - Adriano Figueiró, coordenador do projeto.
		<p>Para Adriano, este comparativo demonstra que, para além da tragédia, aquela paisagem tem capacidade de resiliência e recuperação. A mostra fotográfica é itinerante e será levada para diferentes espaços da UFSM, de escolas e da Quarta Colônia em 2026.</p>		
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										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-18-at-09.43.09-1-1024x683.jpeg" alt="" />											<figcaption>Mostra fotográfica ‘Memorial Quarta Colônia: da Tragédia ao Sonho’, no Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE).</figcaption>
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										<img width="1024" height="682" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-18-at-09.43.09-1024x682.jpeg" alt="" />											<figcaption>Mostra fotográfica reúne imagens das paisagens da Quarta Colônia antes e depois das enchentes de 2024.</figcaption>
										</figure>
			<h3>Memória como ferramenta para o futuro</h3>		
		<p>O nome do projeto já informa um de seus objetivos: transformar a enchente em memória. Adriano explica que, apesar de ser um processo doloroso, rememorar as paisagens e consequências das enchentes de 2024 é necessário. “Costumamos dizer que a memória é a única coisa que efetivamente consegue ligar o passado ao presente, para construir o futuro”, declara. Por isso ela se torna ferramenta de conscientização: permite compreender a noção da passagem do tempo. “[Ela] nos permite ter a noção de onde as coisas vieram, de como chegaram até aqui, do que aconteceu lá atrás, porque esse processo se repete no tempo. E se não temos a memória, não temos a compreensão de repetição”, conta Adriano. Isso é importante para compreender, inclusive, a intensificação de fenômenos climáticos extremos. </p>		
							<b>“Esse é o princípio para nós. Vivemos um momento, na sociedade planetária, submetido a um modo de produção capitalista, em que a memória tende a ser sistematicamente apagada porque quando temos um indivíduo sem memória, ele é mais vulnerável para o processo do consumo, da construção de imaginários que não são reais”, finaliza Adriano.</b>
		<p>Um dos instrumentos para a preservação da memória das enchentes será o Memorial da Resiliência Climática, cuja previsão de instalação é para o próximo ano.</p><p><i><b>Reportagem</b>: Samara Wobeto, jornalista</i></p>
<p><i><b>Fotografias</b>: Memorar Quarta Colônia</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM encerra comemorações dos 50 anos da PRE </title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2025/12/18/ufsm-encerra-comemoracoes-dos-50-anos-da-pre</link>
				<pubDate>Thu, 18 Dec 2025 13:11:59 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Diálogos Extensionistas]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão nas Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Articulação e Fomento à Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura e Arte]]></category>
		<category><![CDATA[geoparque quarta colônia]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=14571</guid>
						<description><![CDATA[O evento contou com lançamento de livro, balanço da gestão e homenagem a ex-pró-reitores]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Na tarde de segunda-feira (15), foi realizado o principal evento comemorativo dos 50 anos da Pró-Reitoria de Extensão (PRE). Com início às 14h, a programação ocorreu no Salão Imembuí, no segundo andar da Reitoria. O encontro marcou o encerramento das comemorações, destacando a trajetória, as conquistas e a relevância da Pró-Reitoria ao longo de seus 50 anos de atuação.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>A atividade foi organizada em três momentos: apresentação do livro dos 50 anos, exposição do Relatório de Gestão 2022–2025 e entrega de homenagem simbólica aos ex-pró-reitores de extensão, com destaque para a presença do primeiro Pró-Reitor de Extensão da UFSM, Valter Antoninho Bianchini, hoje com 81 anos.   </p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:image {"id":14574,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2025/12/image-8-edited.jpg" alt="" /><figcaption><em>Público presente no evento</em></figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>O atual Pró-Reitor de Extensão, Flavi Ferreira Lisboa, realizou a abertura do evento ao lado da Pró-Reitora de Extensão Adjunta, Jacielle Carine Vidor Sell, e dos coordenadores da equipe. Na ocasião, o pró-reitor agradeceu à PRE pela parceria ao longo de sua gestão, iniciada em 2018. Emocionado, Flavi despediu-se do cargo, pois seguirá para uma nova trajetória na Universidade, deixando a Pró-Reitoria de Extensão.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
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<p>Durante a cerimônia, Flavi convidou a futura equipe de gestão a se levantar, apresentando quem assumirá seu cargo e os novos coordenadores. Em seguida, destacou sua admiração por todos os ex-pró-reitores que já passaram pela PRE e agradeceu a oportunidade de recebê-los no evento.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
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<p>“Todas as pessoas que nos antecederam contribuíram, cada uma à sua maneira, para que pudéssemos chegar onde a Universidade está hoje: reconhecida mundialmente. É nesse sentido que pensamos neste evento, para encerrar o nosso ciclo e celebrar essa trajetória de 50 anos”, comentou Flavi.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:heading -->
<h2><strong>Relatório de Gestão 2022–2025 apresenta ações e investimentos em extensão</strong></h2>
<!-- /wp:heading -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>A programação teve início com a apresentação do Relatório de Gestão 2022–2025, com resultados de políticas e iniciativas desenvolvidas no período. Entre os destaques, a gestão apontou ações de fomento e editais, atividades de articulação com comunidades e o fortalecimento da institucionalização da extensão nos cursos.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>No eixo de desenvolvimento regional,</strong> o coordenador Leandro Nunes Gabbi destacou o papel da UFSM em processos ligados aos territórios de Geoparques, mencionando a continuidade do trabalho de fomento e ações nos territórios e atividades como formação, oficinas e projetos vinculados à extensão.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Ele relata alguns feitos da coordenadoria: “O trabalho estruturado nos Geoparques intensificou-se a partir de 2019, após a certificação dos territórios em 2013. Entre as principais ações, destaca-se a Jornada de Formação de Professores, iniciada em 2020 na Quarta Colônia e expandida em 2025 para Caçapava, com recorde de participação, reunindo mais de 750 professores em 45 oficinas. A JAI Mirim também se consolidou, com 196 trabalhos apresentados, ampliando sua atuação da Quarta Colônia para o território Imembuí e fortalecendo a articulação regional entre cerca de 40 municípios".</p>
<!-- /wp:paragraph -->
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<p>Além de mencionar, também, as iniciativas vinculadas ao território Imembuí, entendido como área de atuação na região central, com articulação municipal e ações extensionistas voltadas ao desenvolvimento territorial. “Temos o projeto Caminhadas na Natureza que é fomentado e ativado pelo Poder de Segurança Regional, com o objetivo de promover o desenvolvimento e a valorização do território de forma acessível, por meio de caminhadas que envolvem produtores locais, comunidades e a sociedade em geral. As ações são construídas em diálogo com a comunidade, a partir da identificação das demandas que podem ser atendidas pelo Estado, consideradas prioritárias para o fortalecimento e o fomento do território Imembuí”, explica o coordenador.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
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<p><strong>No campo da articulação e fomento</strong>, a Pró-Reitora de Extensão Adjunta e coordenadora da Coordenadoria de Articulação e Fomento a Extensão (CAFE), Jacielle Carine Vidor Sell, destaca a importância de mecanismos de financiamento e organização de demandas comunitárias, com ênfase em editais, fóruns e ações que aproximam a Universidade de entidades externas.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
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<p>A CAFE desempenhou, entre 2022 e 2025, papel estratégico na consolidação da política de extensão da UFSM, atuando como elo entre as demandas da sociedade e os mecanismos institucionais de fomento. Conforme apresentado no Relatório de Gestão, a CAFE é responsável por mapear demandas comunitárias, articular agentes extensionistas e viabilizar ações por meio de editais e fundos de incentivo.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Segundo Jacielle, uma das iniciativas de maior destaque no período foi o fortalecimento da extensão na pós-graduação, considerada uma ação inovadora no cenário nacional. Desenvolvida em parceria com a Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP) e a Pró-Reitoria de Inovação (PROINOVA), essa política ampliou o reconhecimento da extensão como dimensão formativa também na pós-graduação. Por meio de editais específicos, como o PROEXT-PG, financiado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), foram fomentadas ações com foco no impacto social, alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), consolidando a extensão como prática articuladora entre produção científica e transformação social.</p>
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<!-- wp:paragraph -->
<p>Outro eixo central de atuação da CAFE foi a organização dos Fóruns Permanentes de Extensão, tanto na graduação quanto na pós-graduação. “Esses espaços de diálogo promoveram a escuta ativa das comunidades, entidades externas e parceiros institucionais, permitindo que as demandas sociais fossem sistematizadas e transformadas em chamadas públicas e ações extensionistas. Os fóruns reforçaram o caráter territorializado da extensão e qualificaram o planejamento institucional das ações desenvolvidas nos diferentes campi da UFSM” relata a coordenadora Jacielle.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
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<p>Além disso, entre os principais instrumentos de fomento à extensão na UFSM está o Fundo de Incentivo à Extensão (FIEX), considerado o maior mecanismo de financiamento contínuo da área. Por meio do FIEX, a Universidade fomentou, anualmente, mais de 200 ações extensionistas. Em 2025, foram contempladas 187 ações, com investimento superior a um milhão de reais, com recursos descentralizados para as unidades acadêmicas. Tanto o relatório quanto a coordenadora da CAFE apontam que há previsão de ampliação desses valores nos próximos anos, em função do reajuste das bolsas de extensão.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
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<p>A programação também evidenciou o papel da extensão no acesso à cultura e na preservação do patrimônio universitário. <strong>A coordenadora da Coordenadoria de Cultura e Arte (CCA)</strong>, Vera Lúcia Portinho Vianna, apresentou ações vinculadas a museus, planetário e acervos, ressaltando o desafio contínuo de preservar e ampliar o acesso público a esses patrimônios.   </p>
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<p>No âmbito dos equipamentos culturais, a CCA passou a agregar formalmente diversos espaços estratégicos. Entre eles estão o Museu Gama d’Eça, o mais antigo da UFSM; o Planetário, integrado à política museal; o Laboratório de Arqueologia e Sociedades Culturais das Américas (LASCA); o Museu de Arte, Ciência e Tecnologia (MACT); além de outros acervos científicos e culturais distribuídos pela Universidade, como coleções de arqueologia, mineralogia, solos e áreas técnicas. A coordenadoria também passou a atuar de forma articulada com novos espaços museais e acervos em consolidação.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
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<p>Outro eixo relevante da atuação da CCA foi a gestão cultural do Centro de Convenções da UFSM. “Após períodos de fechamento, o espaço retomou, em 2024 e 2025, com uma programação intensa e diversificada, recebendo espetáculos nacionais e grandes eventos artísticos, culturais e acadêmicos, consolidando-se como referência regional e motivo de orgulho institucional” , comenta Vera.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
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<p>Segundo dados do relatório, a coordenadoria manteve e ampliou projetos culturais voltados à ocupação dos espaços universitários pela comunidade, com apresentações artísticas, musicais e atividades culturais abertas ao público. Concertos da Orquestra Sinfônica, da Banda Sinfônica e de grupos ligados às tradições gaúchas reforçaram a UFSM como espaço cultural acessível, com destaque para o aumento significativo de público após a utilização do Centro de Convenções.</p>
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<p>A coordenadora explica que, no campo do reconhecimento cultural, foi consolidado o “Destaque Cultural UFSM", uma premiação anual voltada a pessoas e coletivos que se destacaram nas atividades culturais da Universidade. Ao longo da gestão, foram homenageadas personalidades com trajetória significativa na cultura institucional, valorizando o trabalho artístico e cultural desenvolvido no âmbito universitário e fortalecendo a identidade cultural da UFSM.</p>
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<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2025/12/image-9-1024x684.jpg" alt="" /><figcaption><em>Flavi Ferreira Lisboa, Vera Lúcia Portinho Vianna, Jacielle Carine Vidor Sell e Leandro Nunes Gabbi durante a apresentação do relatório</em></figcaption></figure>
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<h2><strong>Livro registra cinco décadas de extensão universitária na UFSM</strong></h2>
<!-- /wp:heading -->
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<p>Em sequência, ocorreu o lançamento do livro “50 anos da Pró-Reitoria de Extensão UFSM: conexões que transformam”, obra que resgata a história da extensão universitária na instituição desde a criação da PRE, em 1975. A publicação reúne entrevistas com ex-pró-reitores de extensão e apresenta um panorama das coordenadorias que compõem a Pró-Reitoria: Coordenadoria Cultura e Arte (CCA); Coordenadoria Articulação e Fomento à Extensão (CAFE); Coordenadoria de Cidadania (COCID); e Coordenadoria de Desenvolvimento Regional (CODER), evidenciando a diversidade de ações e projetos desenvolvidos ao longo de cinco décadas. </p>
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<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2025/12/image-10-1024x684.jpg" alt="" /></figure>
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<p>A produção da obra contou com a atuação de Micael dos Santos Olegário, mestrando pelo programa de pós-graduação em comunicação da UFSM. Desde o período das enchentes do ano passado até a metade deste ano, Micael atuou como jornalista na Subdivisão de Divulgação e Editoração (SDE) da CAFE, sendo responsável pela realização das entrevistas que compõem a publicação comemorativa.     </p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Segundo o jornalista, o livro foi construído, em grande medida, a partir de um processo de escuta atenta e sensível, eixo central do trabalho desenvolvido pela CAFE e pela SDE. A proposta foi ouvir aqueles que fizeram parte da caminhada da extensão universitária e que contribuíram diretamente para a construção dessa trajetória ao longo de cinco décadas.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>“O diálogo com quem construiu essa história foi fundamental. A obra busca compartilhar um pouco desse processo de escuta e da construção coletiva da extensão”, destaca Micael. Para ele, o conteúdo apresentado no relatório de gestão e nas entrevistas evidencia a potência transformadora da extensão, não apenas para as comunidades com as quais a Universidade se relaciona, mas também para a própria UFSM.</p>
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<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2025/12/image-12-701x1024.jpg" alt="" /><figcaption><em>Micael ao decorrer da apresentação do livro </em><br></figcaption></figure>
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<h2><strong>Homenagem aos ex-pró-reitores marca continuidade histórica da extensão</strong></h2>
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<p>O encerramento do evento foi marcado por um momento de homenagem e reconhecimento. Durante a cerimônia, uma placa simbólica foi entregue aos ex-pró-reitores de extensão, valorizando as gestões que, ao longo de cinco décadas, estruturaram e fortaleceram a extensão universitária na instituição. Foram homenageados os ex-pró-reitores presentes no evento, como  Valter Antoninho Bianchini, João Luiz de Oliveira Roth — cuja esposa recebeu a placa em seu lugar —, Ailo Valmir Saccol e Teresinha Heck Weiller.</p>
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<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2025/12/image-13-1024x684.jpg" alt="" /></figure>
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<p>A homenagem destacou o papel histórico e transformador desses gestores na construção de uma extensão sólida, capaz de integrar a Universidade à sociedade e gerar impactos significativos nas comunidades. O momento simbolizou não apenas gratidão, mas também a continuidade do compromisso da UFSM com a extensão como ferramenta de conhecimento e transformação social.</p>
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<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2025/12/image-17-edited.jpg" alt="" /></figure>
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<p>Após o recebimento de sua placa simbólica, o primeiro Pró-Reitor de Extensão, Valter Antoninho Bianchini, emocionou os presentes ao refletir sobre a trajetória da Universidade e da extensão. Bianchini, que tem uma longa história ligada à instituição, destacou a relevância do trabalho desenvolvido ao longo das décadas e o impacto transformador da extensão universitária na sociedade.</p>
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<p>“Estudem o máximo que puderem, mas nunca deixem de viver, de construir uma vida feliz e de amar esta grande Universidade”, afirmou. Ele contou ainda que foi convocado pelo então reitor Hélios Homero Bernardi para criar a Pró-Reitoria de Extensão, exigência do Ministério da Educação e Cultura (MEC) à época. “Naquele momento, fui ao Maranhão para entender do que se tratava. Ainda não compreendia totalmente a proposta, mas foi o início de uma trajetória que me trouxe muita satisfação”, lembrou.</p>
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<p>Bianchini reforçou que a extensão universitária é fundamental para o amadurecimento da universidade e para a integração com a sociedade. “A extensão realimenta a universidade, conecta a instituição com o futuro e nos transforma continuamente. Quando conseguirmos integrar a extensão aos mesmos moldes do ensino e da pesquisa, estaremos ainda mais preparados para transformar a sociedade em uma comunidade mais justa, humana e feliz”, declarou.</p>
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<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2025/12/image-18-edited.jpg" alt="" /><figcaption><em>Valter Antoninho Bianchini durante seu discurso</em></figcaption></figure>
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<p>Em fala voltada à importância histórica do momento, a vice-reitora e futura reitora da UFSM, Martha Adaime, saudou os ex-dirigentes e reforçou a continuidade do trabalho como missão institucional, destacando que os resultados apresentados são fruto de uma construção coletiva. </p>
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<p>Martha também sintetizou um dos sentidos centrais do evento ao afirmar que “a extensão é o nosso contrato com a comunidade”, chamando atenção para a necessidade de a sociedade reconhecer o alcance das ações e investimentos feitos pela Universidade. </p>
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<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2025/12/image-20-1024x684.jpg" alt="" /><figcaption><em>Ex-pró-reitores, atuais e futuros pró-reitores de Extensão da UFSM.</em></figcaption></figure>
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<p><em>Texto: Maria Lúcia Homrich Gotuzzo e Laura Waechter Severo, bolsistas de jornalismo da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</em><br><em>Revisão: Catharina Viegas de Carvalho, revisora de textos da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</em><br></p>
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													</item>
						<item>
				<title>UFMG sedia 56º FORPROEX, que aponta novos caminhos para a extensão nas políticas públicas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2025/12/15/ufmg-sedia-56o-forproex-que-aponta-novos-caminhos-para-a-extensao-nas-politicas-publicas</link>
				<pubDate>Mon, 15 Dec 2025 11:18:29 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão nas Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Articulação e Fomento à Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=14550</guid>
						<description><![CDATA[Com o tema “Extensão nas Políticas Públicas: democracia e justiça social”, o encontro reuniu gestores de instituições públicas de ensino superior para debater estratégias e definir diretrizes para o futuro da extensão universitária no Brasil.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Entre os dias 22 e 25 de novembro de 2025, a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) sediou o 56º Encontro Nacional do Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Instituições Públicas de Educação Superior Brasileiras (FORPROEX). Com o tema "Extensão nas Políticas Públicas: democracia e justiça social”, o encontro reuniu 146 gestores e gestoras de extensão de 76 instituições públicas de ensino superior de todas as regiões do país.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>O evento culminou na divulgação da Carta de Belo Horizonte, documento que sistematiza debates, posicionamentos e encaminhamentos estratégicos destinados a orientar o fortalecimento da extensão no Brasil nos próximos anos. O texto reafirma o papel da extensão como dimensão formadora, prática transformadora e instrumento essencial para a construção de políticas públicas comprometidas com os direitos sociais e a democracia.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>A programação institucional e política discutiu temas estratégicos para o futuro da extensão no Brasil, com destaque para o financiamento da extensão, a integração à Política Nacional de Educação Superior (PNEDS), as relações entre extensão e políticas públicas e a internacionalização da extensão. O Encontro teve início com uma atividade simbólica no Memorial Brumadinho, reafirmando o compromisso da extensão com memória, direitos humanos e justiça socioambiental. Além disso, prestou-se homenagem à extensionista Maria das Dores Pimentel Nogueira (“Marizinha”).</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Durante o evento, foi aprovada a criação da Associação FORPROEX, ampliando a capacidade de articulação estratégica do Fórum. As mesas temáticas enfatizaram a necessidade de ampliar recursos, consolidar a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, fortalecer a relação com os territórios e garantir a inclusão explícita da extensão em editais das Fundações de Amparo à Pesquisa.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Na Carta de Belo Horizonte, é possível encontrar 14 encaminhamentos prioritários para o fortalecimento da extensão universitária. Entre eles: defesa da democracia, valorização dos saberes territoriais, sustentabilidade financeira, internacionalização solidária, articulação com poderes públicos, comprometimento com a Agenda 2030 da ONU e consolidação da extensão como política pública estratégica.</p>
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<!-- wp:heading -->
<h2><strong>Confira a carta</strong></h2>
<!-- /wp:heading -->
<!-- wp:file {"id":14551,"href":"https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2025/12/Carta-de-Belo-Horizonte-_Forproex-25-11-2025.pdf","displayPreview":true} -->
<object data="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2025/12/Carta-de-Belo-Horizonte-_Forproex-25-11-2025.pdf" type="application/pdf" style="width:100%;height:600px" aria-label="Carta de Belo Horizonte _Forproex 25-11-2025"></object><a id="wp-block-file--media-8c9ee1c7-bbcf-465c-8ada-e2ff387c26d8" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2025/12/Carta-de-Belo-Horizonte-_Forproex-25-11-2025.pdf">Carta de Belo Horizonte _Forproex 25-11-2025</a><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2025/12/Carta-de-Belo-Horizonte-_Forproex-25-11-2025.pdf" download aria-describedby="wp-block-file--media-8c9ee1c7-bbcf-465c-8ada-e2ff387c26d8">Baixar</a>
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<p><em>Texto: Laura Severo, bolsista de Jornalismo da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM). Revisão: Catharina Viegas, revisora da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</em></p>
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													</item>
						<item>
				<title>UFSM impulsiona turismo rural em Palmeira das Missões</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/2025/12/08/ufsm-impulsiona-turismo-rural-em-palmeira-das-missoes</link>
				<pubDate>Tue, 09 Dec 2025 00:59:15 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[erva-mate]]></category>
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		<category><![CDATA[Turismo]]></category>

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						<description><![CDATA[Universidade auxilia produtores a transformar o cultivo tradicional da erva-mate em novas oportunidades de renda e desenvolvimento local
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <section data-id="173a39a" data-element_type="section" data-model-cid="c26"> <p>A produção de erva-mate começa a ganhar novos desdobramentos na região de Palmeira das Missões – município do noroeste do Rio Grande do Sul reconhecido como “berço da erva-mate” por uma lei estadual. O que antes era visto principalmente como atividade agrícola passou a ser entendido como oportunidade de desenvolvimento regional.</p><p>“A nossa região tem muita capacidade para o turismo”, afirma a professora Rosani Marisa Spanevello, do Departamento de Zootecnia e Ciências Biológicas da UFSM-PM. O projeto de extensão que ela coordena, chamado “Estratégias e Alternativas para o Desenvolvimento Regional Sustentável”, tem a proposta de transformar o ciclo da erva-mate (plantio, colheita, beneficiamento e usos culturais) em experiência para os visitantes. A iniciativa envolve uma rede formada pela Universidade, Secretaria de Cultura e Turismo de Palmeira das Missões, Emater e pela recém-criada Associação dos Ervateiros.</p></section><section data-id="5ffd12d" data-element_type="section" data-model-cid="c35"><h2 data-elementor-setting-key="title">Diagnóstico no campo revela potencial</h2></section><section data-id="44d731f" data-element_type="section" data-model-cid="c44"><figure id="attachment_71606" aria-describedby="caption-attachment-71606"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-08-at-15.06.41-225x300.jpeg" alt="" width="400" height="533" /><figcaption id="caption-attachment-71606">Equipe da UFSM percorre as propriedades junto aos produtores de erva-mate</figcaption></figure><p>Durante o segundo semestre de 2025, professores e estudantes da UFSM percorreram as propriedades das seis famílias de produtores de erva-mate que aceitaram participar do projeto para conversar com os agricultores, observar áreas de cultivo e identificar vocações para o turismo de cada lugar.<br />Os relatórios desenvolvidos após as visitas apontaram potencial para caminhadas entre ervais, demonstrações de colheita, degustação de chimarrão e atividades relacionadas à memória da produção da erva-mate. Pretende-se valorizar a história local e abrir novas alternativas de renda.<br />Para alguns produtores, o processo já provocou mudanças na percepção sobre a própria terra. “Mudou o modo de enxergar nossa propriedade”, relata Vera Lucia Friderich da Cruz, da Ervateira Gurizinho. “Para nós, que trabalhamos aqui diariamente, é só o nosso trabalho. A UFSM e a Emater nos fizeram ver que existem muitas possibilidades.”<br />Ao longo do ano, a UFSM e a Emater ofereceram capacitações sobre temas como hospitalidade rural, turismo de natureza e organização da propriedade. A conversa com especialistas ajudou a romper a ideia de que o turismo dependeria de grandes investimentos e obras complexas. Para muitas propriedades, ajustes simples, como manejo do lixo, roçada das trilhas e placas de identificação, possibilitam a criação de atividades turísticas de baixo custo e alto valor cultural.<br />De acordo com a professora Rosani, a lógica é semelhante a qualquer outra atividade econômica: produzir morangos, ovos ou laranjas também exige investimento. No turismo, a diferença está em aproveitar o que a propriedade já oferece: o ambiente natural, as histórias da família e a relação com a erva-mate.</p><h2>Primeiros roteiros começam a tomar forma </h2></section><section data-id="44fe402" data-element_type="section" data-model-cid="c6727"><p>Com base nos diagnósticos, a equipe da UFSM está ajudando os produtores a imaginar diferentes usos turísticos para cada propriedade. Para isso, utiliza ferramentas de design e imagens criadas com apoio de inteligência artificial, simulando trilhas, mirantes, casas na árvore, balanços e outros elementos. Há propriedades com ervais sombreados por árvores centenárias e outras com vocação para gastronomia, que produzem bolos e sagus com erva-mate.</p><p>“O mais interessante é o ar puro, o sossego, a sombra boa e a paisagem linda”, descreve Vera, da ervateira Gurizinho. A expectativa é oferecer aos visitantes um ambiente de simplicidade, descanso e acolhimento. “A gente espera mostrar que existe um lugar de refúgio, onde tudo é simples, mas muito bonito — e, claro, espera ter retorno financeiro”, afirma.</p></section><section data-id="62f084e" data-element_type="section" data-model-cid="c8273"><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-08-at-15.06.40-768x1024.jpeg" alt="" width="768" height="1024" /><figcaption>A produtora rural Vera da Cruz junto a bolos e sagu feitos com erva-mate</figcaption></figure> <figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/12/IA-erval.jpg" alt="" width="576" height="864" /><figcaption>"Trilha do erval" é uma das propostas de turismo rural. Imagem criada por Inteligência Artificial. </figcaption></figure></section><section data-id="40c34d2" data-element_type="section" data-model-cid="c71"><h2 data-elementor-setting-key="title">Indicação geográfica: reconhecimento que pode fortalecer o setor</h2></section><section data-id="ffd221e" data-element_type="section" data-model-cid="c80"><p>Outra frente do projeto é a discussão sobre a indicação geográfica (IG) da erva-mate produzida em Palmeira das Missões. Concedida pelo INPI, a IG funciona como um selo de origem que certifica características únicas do produto — sabor, cor, qualidade e história associadas ao território.<br />Para apresentar a ideia aos agricultores, foi realizada uma visita a Machadinho, cidade que já possui registro de IG de erva-mate. A comparação permitiu que os produtores visualizassem a potência local. “Eles perceberam, ao ver de perto, que Palmeira também têm muito potencial”, conta Rosani.<br />A professora recorre a um exemplo conhecido do público gaúcho para explicar o conceito: “O vinho pode ser produzido em vários lugares. Mas o vinho do Vale dos Vinhedos tem um sabor, uma cor, uma qualidade e uma história que são daquele território.”<br />Segundo ela, a erva-mate de Palmeira pode trilhar caminho semelhante, conquistando reconhecimento por atributos próprios. O processo, porém, exige articulação coletiva — por isso a Universidade tem apoiado os produtores na compreensão e preparação para uma futura candidatura. </p></section><section data-id="449b085" data-element_type="section" data-model-cid="c89"><h2 data-elementor-setting-key="title">Próximos passos </h2></section><section data-id="cbf7ad4" data-element_type="section" data-model-cid="c98"><p>Com os diagnósticos concluídos e as primeiras capacitações realizadas, o próximo semestre será dedicado ao planejamento das atividades experimentais. A proposta é que, durante o Festival do Carijo, que vai ser realizado em maio de 2026, a Secretaria de Cultura e Turismo promova visitas-piloto às propriedades participantes. Será uma oportunidade para testar fluxos, observar a recepção dos primeiros grupos e ajustar a estrutura para roteiros futuros.<br />Até lá, as propriedades devem realizar os pequenos ajustes sugeridos nas devolutivas elaboradas pela UFSM. A expectativa é construir um circuito inicial que permita aos visitantes vivenciar o cultivo da erva-mate e compreender a importância desse patrimônio para o território.</p><p>Repórter: Luciane Treulieb</p><p>Imagens cedidas pelo projeto</p></section>]]></content:encoded>
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