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				<title>Cachoeira do Sul recebe a 22ª Caminhada Internacional na Natureza e consolida maior projeto de turismo rural da Região Central do Rio Grande do Sul </title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/07/20/cachoeira-do-sul-recebe-a-22a-caminhada-internacional-na-natureza-e-consolida-maior-projeto-de-turismo-rural-da-regiao-central-do-rio-grande-do-sul</link>
				<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 11:30:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Caminhada Internacional na Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Divulgação]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
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		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

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						<description><![CDATA[Evento reuniu 206 participantes efetivos, movimentou a economia local, fortaleceu a agricultura familiar e reafirmou o papel do turismo rural como estratégia de desenvolvimento sustentável dos territórios ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"id":17039,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/image-16-1024x683.jpeg" alt="" /></figure>
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<p>A manhã do último domingo (12) foi marcada por integração, natureza, saúde e desenvolvimento territorial em Cachoeira do Sul. A realização da Caminhada Internacional na Natureza – Circuito Trilhas e Trilhos reuniu caminhantes, agricultores familiares, empreendedores locais, instituições parceiras e a comunidade em uma grande mobilização voltada à valorização das potencialidades do meio rural.</p>
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<p>Promovida pela Prefeitura Municipal de Cachoeira do Sul, Emater/RS-Ascar e Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), por meio do Programa do Geoparque de Assistência Técnica e Extensão Rural (PROGEATER), a iniciativa representou a 22ª edição dos eventos da Caminhada Internacional na Natureza desde a retomada do projeto, em 2023. Ao longo desse período, a ação alcançou um público estimado de <strong>3.482 caminhantes efetivos</strong>, consolidando-se como o maior projeto de turismo rural da Região Central do Rio Grande do Sul.</p>
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<p>Em Cachoeira do Sul, as 300 vagas disponibilizadas para pré-inscrição foram integralmente preenchidas. No dia do evento, compareceram 171 participantes previamente inscritos, aos quais se somaram outros 35 inscritos realizados no local, totalizando <strong>206 caminhantes </strong>credenciados. Juntamente com os 85 integrantes da equipe organizadora, a caminhada alcançou <strong>291 participantes</strong>, evidenciando a força da mobilização comunitária e institucional construída em torno da proposta.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
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<p>O circuito Trilhas e Trilhos levou os participantes a percorrer aproximadamente 10 quilômetros por paisagens rurais do município, incluindo trechos associados à história ferroviária local, áreas de campo aberto e cenários que revelam a diversidade produtiva e cultural de Cachoeira do Sul.</p>
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<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/image-23-1024x683.jpeg" alt="" style="object-fit:cover;width:512px;height:342px" /></figure>
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<p>Para o prefeito de Cachoeira do Sul, <strong>Leandro Balardin</strong>, a caminhada representa uma oportunidade de promover qualidade de vida, integração social e valorização do patrimônio natural do município. “É uma grande satisfação para Cachoeira do Sul receber a Caminhada Internacional na Natureza. Caminhar é promover saúde, conhecer novos lugares, vivenciar a natureza e fortalecer as amizades. Recebemos participantes de toda a região e celebramos, junto aos nossos parceiros, um projeto que gera resultados importantes para os municípios. Para Cachoeira do Sul, é uma honra integrar essa iniciativa e valorizar a natureza, a convivência e a qualidade de vida.”</p>
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<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/image-18-1024x683.jpeg" alt="" style="object-fit:cover;width:512px;height:342px" /></figure>
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<p>O perfil dos participantes demonstra a capacidade de abrangência do projeto. Entre os pré-inscritos, houve predominância feminina, representando 69% do público, além de forte presença de adultos e idosos. As idades variaram entre 10 e 82 anos, evidenciando o caráter inclusivo da atividade e seu potencial de reunir diferentes gerações em torno do contato com a natureza, da prática de atividades físicas e da convivência comunitária.</p>
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<p>Entre os participantes estava <strong>Valdete Gomes dos Santos</strong>, de 82 anos, que concluiu o percurso e destacou a experiência vivenciada ao longo da caminhada. “Foi muito bom participar desta caminhada. Gostei de conhecer lugares diferentes e viver essa experiência. Apesar do cansaço, consegui concluir o percurso e fiquei muito feliz por ter participado.”</p>
<!-- /wp:paragraph -->
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<p>A dimensão turística do evento também foi destacada pela extensionista rural <strong>Monique Chaves</strong>, da Emater/RS-Ascar Regional Santa Maria, que ressaltou a oportunidade de apresentar aos visitantes aspectos históricos, culturais e produtivos do município. “O circuito Trilhas e Trilhos proporcionou aos participantes a experiência de percorrer parte dos trilhos ferroviários que marcam a história do município, além de conhecer áreas de campos abertos e aspectos da produção agrícola local. Foi uma oportunidade de conhecer mais sobre a cultura, a história e as potencialidades de Cachoeira do Sul.”</p>
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<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/image-19-1024x683.jpeg" alt="" style="object-fit:cover;width:512px;height:342px" /></figure>
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<!-- wp:paragraph -->
<p>Ao final do percurso, os participantes foram recepcionados no Clube Comercial, onde ocorreu uma programação voltada à valorização da produção local. O espaço reuniu agroindústrias familiares, artesanato, produtos coloniais e demais empreendimentos vinculados à economia rural do município.</p>
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<p>A secretária adjunta de Desenvolvimento Econômico e Turismo de Cachoeira do Sul, <strong>Lívia Lima</strong>, destacou o sucesso da iniciativa e a importância das parcerias construídas para sua realização. “Concluímos com sucesso mais uma edição da Caminhada Internacional na Natureza – Trilhas e Trilhos. Ao final do percurso, os participantes puderam conhecer a Feira da Agricultura Familiar, as agroindústrias, o artesanato e outras expressões da cultura local. Queremos agradecer de coração a presença de todos e esperamos que esta seja a primeira de muitas participações. Também registramos nosso agradecimento à Emater/RS-Ascar e à Universidade Federal de Santa Maria, parceiras fundamentais para a realização deste evento.”</p>
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<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/image-20-1024x683.jpeg" alt="" style="object-fit:cover;width:512px;height:342px" /></figure>
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<p>A Feira da Agricultura Familiar constituiu um dos principais atrativos da programação. Ao todo, foram reunidos 12 expositores, contemplando agroindústrias familiares, artesãos, produtores de flores, hortaliças, frutas e empreendimentos ligados ao turismo rural. Para o extensionista rural <strong>Luciano Mazuim</strong>, da Emater/RS-Ascar de Cachoeira do Sul, a feira representa uma importante ferramenta de fortalecimento econômico das famílias rurais. “A Feira da Agricultura Familiar é um espaço dedicado à valorização dos agricultores familiares e das agroindústrias do município. Além de oportunizar a comercialização dos produtos, ela contribui para divulgar a produção local aos visitantes e participantes da caminhada, fortalecendo a geração de renda e dando visibilidade aos empreendimentos rurais de Cachoeira do Sul e da região.”</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Os resultados econômicos demonstram a relevância da iniciativa para o município. A comercialização de cafés da manhã, almoços, bebidas e produtos da feira gerou uma movimentação financeira superior a <strong>R$11 mil</strong>, beneficiando diretamente empreendimentos locais e agricultores familiares.</p>
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<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/image-21-1024x683.jpeg" alt="" style="object-fit:cover;width:512px;height:342px" /></figure>
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<p>Mais do que uma atividade de lazer, os eventos da Caminhada Internacional na Natureza desenvolvidos pelo PROGEATER constituem uma estratégia de desenvolvimento territorial que integra turismo rural, extensão universitária, assistência técnica e valorização da agricultura familiar. A iniciativa contribui diretamente para diversos dos <strong>17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)</strong> da Organização das Nações Unidas (ONU), especialmente aqueles relacionados à erradicação da pobreza, segurança alimentar, saúde e bem-estar, trabalho decente, redução das desigualdades, consumo responsável, fortalecimento das comunidades e construção de parcerias para o desenvolvimento.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>A articulação entre prefeituras municipais, Emater/RS-Ascar, UFSM, associações comunitárias, empreendedores rurais e demais organizações parceiras tem transformado as caminhadas em um instrumento efetivo de valorização dos territórios rurais, promovendo geração de renda, fortalecimento das identidades locais e aproximação entre o meio urbano e o meio rural.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
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<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/image-22-1024x683.jpeg" alt="" style="object-fit:cover;width:512px;height:342px" /></figure>
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<!-- wp:paragraph -->
<p>Os dados de participação, comercialização e demais indicadores apresentados foram coletados e sistematizados por <strong>alunos, docentes e técnicos da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (UERGS), Unidade Cachoeira do Sul</strong>, durante a realização do evento.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Ao alcançar sua 22ª edição desde 2023, a Caminhada Internacional na Natureza reafirma seu protagonismo no cenário regional e demonstra que o turismo rural pode ser uma poderosa ferramenta de desenvolvimento sustentável, capaz de conectar pessoas, valorizar comunidades e gerar oportunidades para quem vive e produz no campo.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Para mais informações, os interessados podem acessar as redes sociais do projeto <a href="https://www.instagram.com/caminhadasufsm/">@caminhadasufsm</a> ou na comunidade de avisos do <a href="https://chat.whatsapp.com/Fcw0NoRdHOs93lHhl9bYvU">WhatsApp</a>. </p>
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<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Fotos: Gabriel Henning Vestena</em></p>
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<p><em>Revisão: Esther Costa Faria, bolsista de Letras – Português da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</em></p>
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													</item>
						<item>
				<title>Oficinas de poda de roseiras promovidas pelo projeto Flores para Todos reúnem mais de 80 participantes na Quarta Colônia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/07/20/oficinas-de-poda-de-roseiras-promovidas-pelo-projeto-flores-para-todos-reunem-mais-de-80-participantes-na-quarta-colonia</link>
				<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 11:00:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Diálogos Extensionistas]]></category>
		<category><![CDATA[Divulgação]]></category>
		<category><![CDATA[dose de ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
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						<description><![CDATA[Evento em São João do Polêsine e Silveira Martins também mostrou como fazer mudas com galhos descartados e material reciclável]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Mais de 80 pessoas participaram das oficinas práticas de manejo de inverno em roseiras de jardim promovidas pelo projeto <em>Flores para Todos</em> nos dias 8 e 9 de julho, em São João do Polêsine e Silveira Martins, na região da Quarta Colônia de Imigração Italiana. A iniciativa capacitou moradores sobre técnicas de poda e produção de mudas, incentivando o cultivo de roseiras e o uso de práticas sustentáveis.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
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<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/Sem-titulo-4-576x1024.jpg" alt="" style="object-fit:cover;width:450px;height:600px" /></figure>
<!-- /wp:image -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>As atividades foram conduzidas pelo professor Nereu Augusto Streck, coordenador nacional do projeto, com o apoio de estudantes de graduação e pós-graduação da Equipe PhenoGlad da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Em São João do Polêsine, a oficina ocorreu na localidade de Vale Vêneto e reuniu 22 participantes de quatro municípios: Restinga Seca, Faxinal do Soturno, São Vicente do Sul e São João do Polêsine. Já em Silveira Martins, a atividade foi realizada nos canteiros de roseiras da Rua Siqueira Couto, com a participação de 64 pessoas dos municípios de Uruguaiana, Santa Maria e Silveira Martins.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Segundo o professor Nereu, julho é o período mais indicado para a poda anual das roseiras, prática essencial para garantir uma floração de qualidade ao longo das estações mais quentes. "Julho é o mês ideal para a poda anual de roseiras. Ensinamos os participantes como podar as roseiras da sua casa de forma profissional para ter uma floração exuberante, uniforme e duradoura desde a primavera até o próximo outono", explica o professor.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
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<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/Sem-titulo-5-1024x581.jpg" alt="" style="object-fit:cover;width:512px;height:342px" /></figure>
<!-- /wp:image -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Durante as oficinas, os participantes aprenderam técnicas de poda, identificação dos ramos que devem ser retirados e cuidados necessários para fortalecer as plantas. De acordo com o coordenador, embora todos os participantes já cultivassem roseiras em casa, nenhum conhecia o método correto de poda. "Todos os participantes informaram que têm roseiras no jardim de casa, mas nenhum sabia como podar de forma correta. No final, todos aprenderam como proceder à poda e voltaram para casa com a certeza de que agora a farão corretamente", destaca.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
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<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/Sem-titulo-6.jpg" alt="" style="object-fit:cover;width:512px;height:342px" /></figure>
<!-- /wp:image -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Além da poda, as oficinas abordaram a produção de mudas a partir dos galhos retirados durante o manejo. A técnica utiliza materiais recicláveis e de baixo custo, permitindo que os participantes multipliquem as plantas em casa. "Também ensinamos como fazer mudas a partir dos galhos podados utilizando material reciclável e sem custo em casa, reforçando o papel da extensão da UFSM em levar soluções baratas e sustentáveis para o desenvolvimento das comunidades da Quarta Colônia", conclui o professor.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>As oficinas foram promovidas pelas prefeituras de São João do Polêsine e de Silveira Martins, com apoio da Pró-Reitoria de Extensão (PRE) da UFSM, fortalecendo ações de extensão universitária voltadas à qualificação da comunidade e à valorização da jardinagem como prática de cuidado. </p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Texto: Laura Severo, bolsista de jornalismo da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Revisão: Catharina Viegas, revisora de textos da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->		
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													</item>
						<item>
				<title>Casa Verônica abre processo seletivo para Psicologia e Direito</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/07/17/casa-veronica-abre-processo-seletivo-para-psicologia-e-direito</link>
				<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 15:20:51 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Casa Verônica UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[casa verônica]]></category>
		<category><![CDATA[direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de extensão]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?p=4882</guid>
						<description><![CDATA[As inscrições devem ser realizadas conforme as orientações disponíveis na página oficial da Fundação de Apoio à Tecnologia e Ciência (FATEC). As vagas, sob regime CLT, via fundação de apoio, são para o cargo de Analista de Projetos e Ações em Gênero, Direitos Humanos e Enfrentamento às Violências, com atuação no Projeto Conecta Saúde Mental. [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>As inscrições devem ser realizadas conforme as orientações disponíveis na página oficial da Fundação de Apoio à Tecnologia e Ciência (FATEC).</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>As vagas, sob regime CLT, via fundação de apoio, são para o cargo de Analista de Projetos e Ações em Gênero, Direitos Humanos e Enfrentamento às Violências, com atuação no Projeto Conecta Saúde Mental. Os selecionados irão atuar na Casa Verônica, vinculada ao à Pró-Reitoria de Extensão (PRE) e ao Observatório de Direitos Humanos (ODH) da UFSM, além de contribuir com o Projeto de Implantação da Política de Igualdade de Gênero.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>O edital prevê contratação em regime CLT para os seguintes cargos:</strong><br>Analista de Projetos e Ações em Gênero, Direitos Humanos e Enfrentamento às Violências – <strong>Área: Psicologia</strong><br>Analista de Projetos e Ações em Gênero, Direitos Humanos e Enfrentamento às Violências – <strong>Área: Direito.</strong></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Os contratados irão desenvolver atividades como:</strong></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>- Acolhimento inicial e escuta qualificada<br>- Orientações e encaminhamento à rede de serviços<br>- Desenvolvimento de ações formativas e educativas<br>- Articulação com setores da Universidade e instituições parceiras<br>- Apoio à construção e qualificação dos fluxos institucionais de atendimento</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>A iniciativa integra as ações de fortalecimento da Casa Verônica, espaço que atua como porta de entrada para demandas relacionadas às violências de gênero e saúde mental, promovendo igualdade de gênero e direitos humanos na UFSM.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Com a ampliação da equipe, será possível consolidar ações voltadas ao enfrentamento das violências de gênero, ao cuidado em saúde mental e ao fortalecimento das respostas institucionais.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Página oficial do edital: <a href="https://www.fatecsm.org.br/processos-seletivos/">aqui</a></strong></p>
<p>Acesso o edital: <a href="https://www.fatecsm.org.br/doc.licitacoes/edital_090726130859-fatec.pdf">aqui</a></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Não deixe para a última hora: </strong>as inscrições encerram em 24 de julho de 2026.</p>
<p></p>
<p>Texto: Fabiane Gomes Imagem: Gabrielli Rodrigues&nbsp;</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>		
													<img width="768" height="951" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-17-at-12.14.38-768x951.jpeg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>CT escolhe representantes para o Prêmio Destaque Extensionista da UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2026/07/17/ct-escolhe-representantes-para-o-premio-destaque-extensionista-da-ufsm</link>
				<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 14:52:26 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio Destaque Extensionista]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio Reconhecimento Extensionista]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=8019</guid>
						<description><![CDATA[Professora Morgana Pizzolato e a técnica-administrativa Carolina Zulian Boeira foram reconhecidas por trajetórias de impacto na extensão universitária]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"id":8022,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/07/IMG_20260714_094250-1-1024x461.jpg" alt="" class="wp-image-8022" /><figcaption class="wp-element-caption">As homenageadas do Prêmio Reconhecimento Extensionista do CT 2026, Carolina Zulian Boeira e professora Morgana Pizzolato, ao lado de representantes da Direção e da Subdivisão de Projetos (SPROJ) do Centro de Tecnologia.</figcaption></figure>
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<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="2567" data-end="3246">O Centro de Tecnologia (CT) reconheceu as trajetórias extensionistas da professora Morgana Pizzolato e da técnica-administrativa Carolina Zulian Boeira, selecionadas para representar a unidade no Prêmio Destaque Extensionista da UFSM. A escolha valoriza ações que aproximam a universidade da sociedade por meio da formação de estudantes, da prestação de serviços especializados e do desenvolvimento tecnológico.</p>
<p data-start="3248" data-end="3406">As duas agora representarão o Centro de Tecnologia na etapa institucional do Prêmio Destaque Extensionista, promovido pela Pró-Reitoria de Extensão (PRE).</p>
<p data-start="3408" data-end="3833">Mais do que reconhecer trajetórias individuais, a seleção destaca a diversidade de formas pelas quais a extensão universitária se materializa no CT. Entre elas está a prestação de serviços tecnológicos, modalidade prevista na Política de Extensão da UFSM, que aproxima universidade, setor produtivo e sociedade por meio da oferta de serviços especializados, capacitações e desenvolvimento de soluções para demandas reais.</p>
<p data-start="3835" data-end="4402">Ao longo de sua trajetória extensionista, Morgana Pizzolato coordenou e participou de cerca de 30 ações de extensão, envolvendo mais de 500 estudantes, atendendo aproximadamente 100 empresas e beneficiando cerca de mil pessoas. Suas iniciativas nas áreas de qualidade, metrologia, inovação tecnológica e melhoria de processos contribuíram para fortalecer a infraestrutura tecnológica regional e consolidar uma estrutura permanente de interação entre universidade e sociedade.</p>
<p data-start="4404" data-end="4866">Entre os resultados destacados em seu memorial estão a ampliação do acesso a serviços especializados de metrologia e qualidade, a formação prática de estudantes em ambientes profissionais, a produção de pesquisas aplicadas e o fortalecimento da participação feminina nas ações extensionistas desenvolvidas pelo Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ).</p>
<p data-start="4868" data-end="5358">Representando a categoria dos técnico-administrativos em educação, Carolina Zulian Boeira teve sua atuação reconhecida pelo trabalho desenvolvido na gestão da qualidade dos laboratórios do CT. Desde 2023, participa de ações que fortalecem o Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ), contribuindo para a manutenção de laboratórios acreditados, a organização de atividades de capacitação e a integração entre estudantes, pesquisadores, empresas e comunidade.</p>
<p data-start="5360" data-end="5888">Seu memorial destaca a atuação na manutenção dos processos que garantem a confiabilidade dos serviços laboratoriais oferecidos à sociedade, além do acompanhamento de estudantes em atividades de formação e da participação em ações de divulgação da cultura da qualidade. O programa reúne laboratórios que prestam serviços especializados para empresas de diferentes estados brasileiros e também do exterior, aproximando o conhecimento produzido na universidade das demandas do setor produtivo.</p>
<p data-start="5890" data-end="6158">A seleção foi conduzida por um grupo de trabalho formado pela Direção do CT, pela Subdivisão de Projetos (SPROJ) e pela Comissão Permanente de Extensão. A cerimônia de homenagem às homenageadas será realizada em uma das próximas reuniões do Conselho do Centro de Tecnologia.</p>
<hr />
<p data-start="5890" data-end="6158"><em>Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM</em> | <em> </em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos"><em>Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</em></a> | <em>Siga o CT nas redes sociais: </em><a href="https://www.instagram.com/ctufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Instagram</em></a><em> e </em><em><a href="https://www.linkedin.com/company/109683370" target="_blank" rel="noreferrer noopener">LinkedIn</a></em></p>
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													</item>
						<item>
				<title>Missão de revalidação do Geoparque Quarta Colônia inicia visitas de campo em São João do Polêsine e Ivorá</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/07/17/missao-de-revalidacao-do-geoparque-quarta-colonia-inicia-visitas-de-campo-em-sao-joao-do-polesine-e-ivora</link>
				<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 11:11:26 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[geoparque]]></category>
		<category><![CDATA[geoparque quarta colônia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73514</guid>
						<description><![CDATA[Primeiro dia da agenda técnica da UNESCO percorreu iniciativas voltadas à geoconservação, educação, turismo sustentável, patrimônio cultural e desenvolvimento local no território]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_73516" align="alignleft" width="503"]<img class="wp-image-73516 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/IMG_0972-1024x768.jpg" alt="" width="503" height="377" /> Avaliadores visitaram diversos locais do território (Foto: Giovana Fenandes)[/caption]
<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="328" data-end="812">A missão de revalidação do título de Geoparque Mundial da UNESCO cumpriu, nesta quinta-feira (16), o primeiro dia de visitas de campo no território do Geoparque Quarta Colônia. Os avaliadores da UNESCO, Daniela Rocha e Jean-Luc Desbois, percorreram os municípios de São João do Polêsine e Ivorá para conhecer iniciativas que demonstram a integração entre geoconservação, educação, turismo sustentável, patrimônio cultural e desenvolvimento local.</p>
<p data-start="814" data-end="1276">Em São João do Polêsine, a comitiva visitou a Casa Museu João Luiz Pozzobon, o Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica (CAPPA), a Cachaçaria Gentil, a Villa Campolongo, o Restaurante Romilda e a Gruta Nossa Senhora de Lourdes, novo geossítio do território. Ao longo do roteiro, foram apresentados projetos e ações que evidenciam a valorização do patrimônio geológico e cultural como estratégia de desenvolvimento regional.</p>
<p data-start="1278" data-end="1955">Na sequência, a missão seguiu para Ivorá, onde percorreu os Caminhos de Ivorá, com visitas à Praça Central, Monte Grappa, Museu do Nono, Cascata Cara de Índio e Restaurante I Fratelli Moro. O percurso destacou a relação entre o patrimônio natural, a memória da imigração italiana, a cultura, a gastronomia e o turismo. No restaurante, os avaliadores também participaram de um encontro com representantes da Associação de Turismo de Ivorá, que apresentaram iniciativas desenvolvidas no município e compartilharam experiências sobre a contribuição do Geoparque para o fortalecimento do turismo e do desenvolvimento sustentável no território.</p>
<p class="" data-start="1957" data-end="2541" data-is-last-node="" data-is-only-node="">As visitas integram o processo de revalidação promovido pela UNESCO, realizado periodicamente para verificar se os Geoparques Mundiais continuam atendendo aos critérios de excelência da organização. A programação da missão teve início na terça-feira (15), com a recepção dos avaliadores e um momento de integração que reuniu representantes da UFSM, dos municípios do território, de instituições parceiras e lideranças regionais. </p>
<p data-start="1957" data-end="2541" data-is-last-node="" data-is-only-node=""><em>Com informações da Assessoria de Comunicação do Geoparque Quarta Colônia</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Oficina de costura aproxima UFSM e comunidade na Montanha Russa</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/2026/07/16/oficina-de-costura-aproxima-ufsm-e-comunidade-na-montanha-russa</link>
				<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 15:31:59 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[coletivo fluir]]></category>
		<category><![CDATA[costura]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[montanha russa]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[proext-pg]]></category>
		<category><![CDATA[PRPGP]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/?p=466</guid>
						<description><![CDATA[Encontros semanais promovidos pelo Projeto Fluir conectam Universidade, famílias e território ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Desde o início do ano, na Associação de Moradores da comunidade Montanha Russa, em Santa Maria, uma oficina de costura passou a reunir moradoras, voluntárias, estudantes e professores da UFSM. Aos poucos, os encontros passaram a atrair famílias inteiras, transformando a associação em um espaço de convivência entre moradores e a Universidade.  <img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-16-at-15.50.43-768x1024.jpeg" alt="" width="450" height="525" /></p><p>O Projeto Fluir, da UFSM, iniciou suas ações em escolas da região há cerca de um ano e meio, a partir do trabalho com crianças e professoras em territórios marcados pelos impactos das enchentes de 2024 e por situações de vulnerabilidade social. A proposta era construir espaços de acolhimento, escuta e garantia de direitos. Com o tempo, porém, a equipe percebeu que compreender a realidade das crianças exigia olhar também para os espaços onde elas vivem e constroem suas relações cotidianas. Segundo a coordenadora do projeto, Taciana Segat, o trabalho foi ganhando novas dimensões ao longo do percurso: "Teve uma metamorfose entre o que era o projeto inicial e no que ele se transformou", resume. </p><p>Foi nesse movimento que surgiu a ideia da oficina de costura. Mais do que ensinar uma nova habilidade às moradoras, a atividade passou a funcionar como uma forma de se aproximar das famílias e criar um espaço de encontro fora do ambiente escolar. “Como é que essa criança vive na comunidade, para além dos muros da escola?”, questiona o professor Gabriel dos Santos Kehler. </p><p> </p><p>A partir dessa pergunta, a costura se tornou uma oportunidade para fortalecer vínculos, acompanhar o cotidiano das famílias e ampliar a atuação do projeto para além da escola. “A costura tem sido usada como um dispositivo para acessar essa família. Ao pensar nas aulas de costura, a gente pensou em algo que chamaria a atenção com esse caráter de aprender algo novo”, explica Gabriel.</p>		
			<h2>Costura como forma de aproximação</h2>		
		<p>A proposta se consolidou a partir de uma conversa entre a professora Taciana e Berenice Trindade de Mello, proprietária do Armarinho Donna Bere, de Camobi. Acostumada a participar de iniciativas comunitárias, Bere aceitou o convite para ensinar costura junto a outras voluntárias.</p><p>No início, a expectativa era incerta. “Eu já tinha feito isso em outra comunidade e não foi muito bem aceito. Então eu pensava: será que vão aceitar?”, lembra. A recepção, porém, surpreendeu. “No primeiro dia tinha umas 30 mulheres. Elas foram muito receptivas, fizeram mesa de doces, de salgados para nos receber. Foi muito legal”, conta.</p><p>Com o passar dos encontros, Bere percebeu que o interesse das participantes era grande, mas esbarrava em uma limitação prática: muitas não tinham máquinas para continuar treinando em casa. A partir disso, ela passou a adaptar as atividades. “Eu mudei um pouco o foco. Botei o fuxico, agora vou botar pintura. Eu levo tecido, agulha e linha”. Para ela, no entanto, os resultados mais importantes vão além da aprendizagem de uma técnica: “Não é só chegar ali e ensinar alguma coisa. É saber ouvir a pessoa, dar atenção, dar um abraço quando ela chega. Depois ela te retribui isso. Tu vê o interesse delas crescendo cada vez mais”.</p><p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-16-at-15.50.43-1-1024x768.jpeg" alt="" width="600" height="450" /></p><p>Uma das histórias que mais a marcaram foi a de uma participante que chegava aos encontros e permanecia isolada, acompanhada dos dois filhos pequenos. “A mudança dela é perceptível. Hoje o gurizinho brinca com todo mundo, a neném anda de colo em colo e ela senta para fazer as atividades despreocupada. Antes parecia que ela tinha medo”, relata a costureira. As quartas-feiras acabaram se tornando especiais também para quem ensina: “Quando eu vou para lá, eu volto renovada. Renovada mesmo. É só gratidão”.</p><p>A costura também passou a se articular às atividades das crianças. Em uma das ações propostas pelo Fluir, elas produziram histórias em uma atividade de RPG (Role-Playing Game, jogo em que os participantes interpretam personagens e constroem juntos uma história) e passaram a pensar na caracterização dos personagens. Com isso, a confecção das roupas se conectou ao trabalho das costureiras. </p><p>A metáfora da costura acabou se tornando uma síntese do que acontece na comunidade. “A aula de costura está costurando uma rede”, diz Gabriel. “Ela está costurando vínculos afetivos, está costurando essas histórias que a gente está criando para pensar uma cultura da infância em contexto de não escolarização”, afirma.</p>		
			<h2>Crianças vistas em outro contexto
</h2>		
		<p>A presença da equipe na comunidade também abriu novas possibilidades de compreensão sobre as crianças acompanhadas pelo projeto. Ao encontrar famílias e estudantes fora do ambiente escolar, a equipe passou a observar relações, rotinas e experiências que não apareciam durante as atividades nas escolas. </p><p>Gabriel explica que a proposta não é reproduzir a escola dentro da comunidade, mas trabalhar a chamada “pedagogia social”, que busca desenvolver ações educativas em espaços comunitários e fortalecer os vínculos entre crianças, famílias e território. “A pedagogia social entra pensando esse espaço não formal de escolarização”, pontua o professor. </p><p>A experiência também tem impactado a formação dos estudantes de graduação e pós-graduação envolvidos no projeto. "O coletivo Fluir se torna, além de um projeto de extensão, também um projeto de ensino", afirma Taciana Segat. Segundo a professora, o interesse dos estudantes cresceu à medida que as ações se expandiram para a comunidade. "Eles querem ir lá, eles vêm, eles querem entender", relata. Ao atuar diretamente na comunidade, eles passam a conhecer possibilidades de trabalho para além da escola e a refletir sobre diferentes formas de atuação educativa.</p>		
			<h2>Um ponto de encontro semanal
</h2>		
		<p>Com o passar dos meses, os encontros se consolidaram como um momento esperado pela comunidade. “A quarta-feira se tornou um ponto de encontro”, resume Gabriel. Segundo ele, famílias passaram a frequentar regularmente a associação para participar da iniciativa. </p><p>As atividades são planejadas e sistematizadas pela equipe da UFSM antes de cada encontro. Pela manhã, há trabalho com bolsistas; à tarde, formação com os estudantes; e, à noite, a ida à comunidade. “O que acontece lá é fruto do planejamento e da sistematização que a gente fez durante o dia”, explica Gabriel.</p><p>Essa presença contínua também ajudou a construir confiança. Gabriel lembra o caso de um pai que, no início, não entrava na Associação. “Ele ficava quase ‘de guarda’ do lado de fora, esperando a esposa e a criança. Depois ele começou a entrar e ficar no celular. Hoje ele é um pai que entra e tem a autonomia de pegar uma bola e brincar com as crianças”.</p><p>Para ele, a mudança mostra que o espaço passou a ser reconhecido como seguro. “No início, pode ter tido certa desconfiança. ‘Ah, quem é essa gente? Que que eles vêm fazer?’. Mas é um lugar seguro, seja para chorar, seja para brincar, seja para ser protagonista, porque sabe que tem pessoas que estão toda semana lá fazendo esse trabalho”.</p>[caption id="attachment_468" align="alignright" width="400"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-16-at-15.50.41-295x300.jpeg" alt="" width="400" height="407" /> Crianças da comunidade também participam das atividades, enquanto as moradoras recebem aulas de costura[/caption]<p>Entre as participantes está Diná de Lourdes Stock, moradora da comunidade. Ela conta que decidiu participar da oficina para ocupar o tempo livre e enfrentar a solidão. “Eu faço faxinas, mas tenho algumas horas vagas para descanso. Sou separada, moro sozinha e queria ocupar meu tempo em alguma coisa para me distrair. Foi o meio que achei para disfarçar um pouco a solidão e a depressão que eu sinto”, relata. Com o passar dos meses, ela percebeu mudanças tanto em si mesma quanto na convivência entre os moradores. “O que mais me motiva a voltar é que a gente aprende coisas novas. A conversa, a participação de todos, o entrosamento que dá, isso enche o coração da gente de coisas boas. Antes a gente só dava um oi. Depois do curso foi fortalecendo mais as amizades”.</p><p>Para Diná, a presença das crianças também é uma das marcas dos encontros. “É uma alegria sem tamanho. Elas ocupam a mente, se distraem e cultivam coisas boas. A convivência entre as gerações da nossa comunidade é muito importante”. </p><p>A percepção é compartilhada por Jonas, presidente da Associação de Moradores da Montanha Russa. “O projeto Fluir veio com o intuito de juntar as famílias, as crianças e os moradores. Todos estão empenhados nas atividades e muito felizes com o que está acontecendo. Com as crianças, está sendo muito importante para o desenvolvimento delas nas atividades de convivência social”, afirma.</p>		
			<h2>Da comunidade às políticas públicas</h2>		
		<p>A experiência vivida na Montanha Russa também alimenta outra frente do Fluir: o diálogo com gestores municipais e redes de ensino sobre políticas públicas voltadas à infância, especialmente os Planos Municipais da Primeira Infância.</p><p>Para a professora Viviane Ache Cancian, pensar sobre a infância exige articular educação, saúde, assistência social e outros setores da sociedade. “A cidade não é pensada para a criança, ela é pensada numa perspectiva do adulto. E o marco legal da primeira infância traz pela primeira vez a escuta das crianças”, afirma.</p><p>Segundo ela, o trabalho desenvolvido na comunidade ajuda a aproximar as políticas públicas das realidades vividas pelas crianças e suas famílias. “Nós temos políticas interessantes, mas elas não chegam na ponta, não chegam nas crianças. A gente tá defendendo o direito das crianças aqui”.</p><p>Viviane destaca que a aproximação com as famílias foi fundamental para compreender situações que muitas vezes permanecem invisíveis no cotidiano escolar. “Uma coisa é fazer um trabalho com as crianças, outra coisa é compreender quem é que está por trás delas”, observa.</p><p>Para a professora, a principal contribuição do projeto está justamente em conectar diferentes dimensões da vida das crianças. “Quando a gente vai dialogando para além da escola, a gente vai entendendo esses contextos. Na verdade, é tudo interligado. Nós que socialmente fomos ‘fatiando’ as coisas”. Por isso, conclui: “Não se faz educação de criança sem escola, família e comunidade”.</p>		
			<h2>O que fica quando a Universidade sai?</h2>		
		<p>Com o fim dos recursos do PROEXT-PG, programa da Capes que vinha financiando o projeto, o Fluir deve seguir em atividade, mas com o desafio de fortalecer o protagonismo da própria comunidade. A equipe já discute formas de manter os vínculos criados e, ao mesmo tempo, permitir que a associação e os moradores assumam cada vez mais as ações.</p><p>“No próximo semestre, a gente vai tentar reorganizar. Vamos tirar as máquinas de costura, porque tem um custo ligado a esse edital que termina agora, mas queremos planejar rodas de conversa envolvendo tricô, crochê, alguma coisa que permita continuar esse vínculo, porque a gente já viu que isso se tornou uma cultura. Queremos, sobretudo, engajar cada vez mais a gestão comunitária para que o protagonismo fique com a própria comunidade”, explica Gabriel.</p><p>Para ele, a pergunta agora é o que permanece quando o projeto se desloca para outros territórios. “A ideia é essa: quando a gente sai, o que que fica? Então esse é o desafio para o próximo semestre”.</p><p> </p><p><strong>Reportagem:</strong> Luciane Treulieb, jornalista</p><p><strong>Fotografias:</strong> Projeto Fluir</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>073/2026 - EDITAL 073/2026 PRE/UFSM - EXTENSÃO E PERMANÊNCIA - CT - PROJETO Brincar e Integrar: Ações de Desenho Universal nas Escolas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/editais/073-2026-2</link>
				<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 11:40:03 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[BSE]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?post_type=editais&#038;p=8011</guid>
						<description><![CDATA[<p>A ação de extensão <strong>Brincar e Integrar: Ações de Desenho Universal nas Escolas</strong>, registrada no Portal de Projetos da UFSM sob o nº <strong>059348</strong> e coordenada pela <strong>Profa. Vanessa Goulart Dorneles</strong>, torna pública a abertura de inscrições para seleção de acadêmicos(as) da UFSM para <strong>03 (três) Bolsas de Extensão Universitária</strong>, conforme a Resolução UFSM nº 176/2024 e o Edital nº 073/2026 PRE/UFSM – Extensão e Permanência.</p>
<p>A ação tem como objetivo desenvolver, em parceria com escolas públicas de Ensino Fundamental, atividades participativas relacionadas ao <strong>Desenho Universal</strong>, à <strong>acessibilidade</strong>, à <strong>Psicologia Ambiental</strong> e à <strong>relação pessoa-ambiente</strong>, promovendo a qualificação dos ambientes escolares por meio de oficinas, metodologias participativas, desenvolvimento de materiais didáticos e ações de extensão junto à comunidade escolar.</p>
<p><strong>As bolsas destinam-se a estudantes regularmente matriculados nos cursos de graduação em Arquitetura e Urbanismo, Engenharias e Desenho Industrial da UFSM</strong>, interessados em atuar em ações extensionistas voltadas ao desenvolvimento de atividades participativas em escolas, envolvendo temas relacionados ao Desenho Universal, à acessibilidade, à Psicologia Ambiental e à relação pessoa-ambiente.</p>
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A ação de extensão <strong>Brincar e Integrar: Ações de Desenho Universal nas Escolas</strong>, registrada no Portal de Projetos da UFSM sob o nº <strong>059348</strong> e coordenada pela <strong>Profa. Vanessa Goulart Dorneles</strong>, torna pública a abertura de inscrições para seleção de acadêmicos(as) da UFSM para <strong>03 (três) Bolsas de Extensão Universitária</strong>, conforme a Resolução UFSM nº 176/2024 e o Edital nº 073/2026 PRE/UFSM – Extensão e Permanência.</p>
<p>A ação tem como objetivo desenvolver, em parceria com escolas públicas de Ensino Fundamental, atividades participativas relacionadas ao <strong>Desenho Universal</strong>, à <strong>acessibilidade</strong>, à <strong>Psicologia Ambiental</strong> e à <strong>relação pessoa-ambiente</strong>, promovendo a qualificação dos ambientes escolares por meio de oficinas, metodologias participativas, desenvolvimento de materiais didáticos e ações de extensão junto à comunidade escolar.</p>
<p><strong>As bolsas destinam-se a estudantes regularmente matriculados nos cursos de graduação em Arquitetura e Urbanismo, Engenharias e Desenho Industrial da UFSM</strong>, interessados em atuar em ações extensionistas voltadas ao desenvolvimento de atividades participativas em escolas, envolvendo temas relacionados ao Desenho Universal, à acessibilidade, à Psicologia Ambiental e à relação pessoa-ambiente.</p>
]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>073/2026 - EDITAL 073/2026 PRE/UFSM - EXTENSÃO E PERMANÊNCIA - CT -PROJETO COMUNIDADE CONSCIENTE: FORMAÇÃO DE MULTIPLICADORES EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA A RESILIÊNCIA CLIMÁTICA</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/editais/073-2026</link>
				<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 12:07:51 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[BSE]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?post_type=editais&#038;p=8009</guid>
						<description><![CDATA[<p>A ação de extensão denominada COMUNIDADE CONSCIENTE: FORMAÇÃO DE MULTIPLICADORES EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA A RESILIÊNCIA CLIMÁTICA, coordenada pelo Prof. Nattan Roberto Caetano, torna pública a abertura de inscrições para seleção de acadêmicos da UFSM para Bolsa de Extensão Universitária, conforme Resolução N. 176/2024.</p>
<p>Bolsa de Graduação 1: Área Engenharia Mecânica, Elétrica, Automação e afins</p>
<p>Bolsa de Graduação 2 Área Computação e afins</p>
<p>Bolsa de Graduação 3: Área Educação, Licenciaturas, Ciências Sociais ou Ambientais e afins</p>
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A ação de extensão denominada COMUNIDADE CONSCIENTE: FORMAÇÃO DE MULTIPLICADORES EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA A RESILIÊNCIA CLIMÁTICA, coordenada pelo Prof. Nattan Roberto Caetano, torna pública a abertura de inscrições para seleção de acadêmicos da UFSM para Bolsa de Extensão Universitária, conforme Resolução N. 176/2024.</p>
<p>Bolsa de Graduação 1: Área Engenharia Mecânica, Elétrica, Automação e afins</p>
<p>Bolsa de Graduação 2 Área Computação e afins</p>
<p>Bolsa de Graduação 3: Área Educação, Licenciaturas, Ciências Sociais ou Ambientais e afins</p>
]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Estudantes da UFSM contribuem para implantação da Computação nas escolas municipais</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2026/07/14/estudantes-do-ct-contribuem-para-implantacao-da-computacao-nas-escolas-municipais</link>
				<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 14:07:34 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[BNCC]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência da Computação]]></category>
		<category><![CDATA[Computação Desplugada]]></category>
		<category><![CDATA[Educação básica]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[formação de professores]]></category>
		<category><![CDATA[Grafos]]></category>
		<category><![CDATA[Rede Municipal de Ensino]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=7993</guid>
						<description><![CDATA[Parceria entre o Centro de Tecnologia da UFSM e a Secretaria de Município da Educação de Santa Maria contribui para a implantação da Computação na Educação Básica e aproxima estudantes de demandas reais das escolas]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/07/IMG_20260702_184441712_HDR-1-272x182.jpg" alt="IMG_20260702_184441712_HDR" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/07/IMG_20260702_192256118_HDR-1-272x182.jpg" alt="IMG_20260702_192256118_HDR" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/07/IMG_20260702_193719469-1-272x182.jpg" alt="IMG_20260702_193719469" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/07/IMG_20260702_190543820-1-272x182.jpg" alt="IMG_20260702_190543820" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/07/grafos-ntem-2-2026-1-272x182.jpeg" alt="grafos-ntem-2-2026" /></figure>			
		<p data-start="1292" data-end="1847">Estudantes do curso de Ciência da Computação da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) participaram, no início de julho, da formação de professores da Rede Municipal de Ensino de Santa Maria sobre o tema <em data-start="1500" data-end="1508">grafos</em>, um dos conteúdos previstos na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para a área de Computação. A atividade integra uma parceria entre o Centro de Tecnologia (CT-UFSM) e o Núcleo de Tecnologia Educacional Municipal (NTEM), vinculado à Secretaria de Município da Educação (SMEd), voltada à implantação da Computação nas escolas municipais.</p>
<p data-start="1849" data-end="2096">A formação foi conduzida pelos estudantes Arthur Lorenço Freitas da Silva, Daniel Farias Nascimento e Francisco das Chagas Sousa Júnior, sob orientação da professora Andrea Schwertner Charão, do Departamento de Linguagens e Sistemas de Computação.</p>
<p data-start="2098" data-end="2449">Durante os encontros, os professores conheceram estratégias lúdicas, ativas e desplugadas para trabalhar o conceito de grafos em sala de aula. As atividades exploraram formas de representar elementos e as relações entre eles, além de desafios de resolução de problemas que estimulam o pensamento computacional sem a necessidade do uso de computadores.</p>
<p data-start="2451" data-end="2624">Para Daniel Farias Nascimento, participar da formação também representou uma oportunidade de desenvolver competências importantes para sua formação como futuro profissional:</p>
<p><!-- /wp:tadv/classic-paragraph --></p>		
							"Planejar e participar dessa oficina foi uma experiência muito valiosa, tanto na questão de organização e planejamento, mas principalmente para fazer esse exercício de como eu transmito esses conhecimentos teóricos e técnicos de uma maneira mais direta, acessível e, principalmente, lúdica. É necessário um modo de pensar diferente para desenvolver essas atividades desplugadas. Ver o engajamento dos participantes e o interesse pelo tema dos grafos foi muito recompensador."
							<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/07/balao.png" title="balao" alt="balao" loading="lazy" />						
														Daniel Nascimento
																						Estudante de Ciência da Computação
		<p data-start="3105" data-end="3603">Na Computação, grafos são estruturas utilizadas para representar conexões entre pessoas, objetos, lugares ou informações. Esse conceito está presente em aplicações do cotidiano, como redes sociais, sistemas de transporte, mapas, rotas de entrega e mecanismos de recomendação de conteúdo. Na Educação Básica, seu estudo contribui para o desenvolvimento do pensamento computacional ao incentivar a análise de relações, a identificação de padrões e a construção de estratégias para resolver problemas.</p>
<p data-start="3605" data-end="3833">Os resultados da formação começaram a aparecer logo após os encontros. A professora Gisele Kramer, da Rede Municipal de Ensino, aplicou as atividades em turmas do Ensino Fundamental e observou grande envolvimento dos estudantes:</p>
<p><!-- /wp:tadv/classic-paragraph --></p>		
							"A experiência foi muito motivadora. Os alunos se envolveram, foram desafiados, e foi uma forma lúdica de desenvolver o raciocínio lógico, o pensamento computacional e a organização das ideias. Os grafos proporcionaram uma atividade diferenciada daquilo que os alunos estavam acostumados a vivenciar em sala de aula."
							<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/07/balao.png" title="balao" alt="balao" loading="lazy" />						
														Gisele Kramer
																						Professora que participou da capaciatação
		<p data-start="4156" data-end="4508">A iniciativa faz parte de uma colaboração iniciada em 2019, durante o programa de extensão Clube de Computação. Desde então, a parceria entre a UFSM e a Rede Municipal de Ensino tem resultado em diferentes ações voltadas ao ensino de Computação, entre elas o desenvolvimento do aplicativo BNCC Computação e novas atividades formativas para professores.</p>
<p data-start="4510" data-end="4679">Segundo a professora Andrea Schwertner Charão, a parceria fortalece tanto a formação dos docentes da educação básica quanto a experiência dos estudantes da Universidade:</p>
<p><!-- /wp:tadv/classic-paragraph --></p>		
							"A parceria com o NTEM é importante porque gera muitas oportunidades de conexão e desenvolvimento mútuo. A equipe do NTEM desenvolve um trabalho excelente junto a docentes e alunos do município, e nossos estudantes podem contribuir para diversificar e fortalecer as ações do NTEM, ao mesmo tempo em que também fortalecem suas próprias competências."
							<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/07/balao.png" title="balao" alt="balao" loading="lazy" />						
														Andrea Charão
																						Professora orientadora
		<p data-start="2451" data-end="2624">Além de apoiar a implementação da Computação na Educação Básica, a iniciativa evidencia o papel da extensão universitária na aproximação entre Universidade e escolas, permitindo que estudantes de graduação apliquem conhecimentos em situações reais e contribuam para a formação continuada de professores. A expectativa é que a parceria com o NTEM tenha continuidade, com novas formações e iniciativas voltadas ao apoio da implantação da Computação nas escolas da rede municipal.</p>
<p><!-- /wp:tadv/classic-paragraph --></p>		
										<figure>
										<img width="768" height="449" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2026/07/grafos-ntem-1-2026-2-768x449.jpeg" alt="" />											<figcaption>Professores da Rede Municipal de Ensino de Santa Maria e estudantes do curso de Ciência da Computação da UFSM participaram da formação sobre grafos promovida em parceria com o Núcleo de Tecnologia Educacional Municipal (NTEM). Foto: Divulgação</figcaption>
										</figure>
		<p><em style="color: #000000;font-size: 16px">Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM</em> | <em style="color: #000000;font-size: 16px"> </em><a style="font-size: 16px" href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos"><em>Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</em></a> | <em style="color: #000000;font-size: 16px">Siga o CT nas redes sociais: </em><a style="font-size: 16px" href="https://www.instagram.com/ctufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Instagram</em></a><em style="color: #000000;font-size: 16px"> e </em><em><a style="color: #204c90" href="https://www.linkedin.com/company/109683370" target="_blank" rel="noreferrer noopener">LinkedIn</a></em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Da extensão ao desenvolvimento territorial: a atuação da UFSM nos Geoparques </title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/07/13/da-extensao-ao-desenvolvimento-territorial-a-atuacao-da-ufsm-nos-geoparques</link>
				<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 13:00:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[geoparques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Progredir Geoparque Caçapava]]></category>
		<category><![CDATA[Progredir Geoparque Quarta Colônia]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[geoparque quarta colônia]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=16999</guid>
						<description><![CDATA[Da preservação do patrimônio geológico à geração de renda, a Universidade Federal de Santa Maria atua junto às comunidades na construção de estratégias de desenvolvimento sustentável que transformaram dois territórios da região central do Rio Grande do Sul em Geoparques Mundiais da UNESCO]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Quando um território recebe o reconhecimento como Geoparque Mundial da UNESCO, o título reconhece um modelo de desenvolvimento em que patrimônio natural, cultura, educação e participação comunitária caminham juntos para melhorar a qualidade de vida da população. Nesse processo, a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) tem desempenhado um papel central na região central do Rio Grande do Sul ao aproximar conhecimento científico, comunidades e poder público por meio da integração entre ensino, pesquisa e extensão.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Atualmente, a região reúne dois territórios reconhecidos pela UNESCO — o Caçapava Geoparque Mundial da UNESCO, certificado em 2022, e o Quarta Colônia Geoparque Mundial da UNESCO, reconhecido em 2023. A trajetória de ambos está diretamente ligada à atuação da universidade, especialmente por meio da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), que desde 2018 incorporou os Geoparques como uma de suas ações estratégicas de desenvolvimento regional.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Mais do que preservar a chamada "Memória da Terra", conceito utilizado pela UNESCO para definir territórios onde a geodiversidade é protegida e utilizada de forma sustentável, os Geoparques buscam transformar esse patrimônio em oportunidades para as comunidades. O turismo, a gastronomia, o artesanato, a agricultura familiar, a economia criativa e a valorização dos saberes tradicionais passam a integrar uma estratégia que associa conservação ambiental, identidade cultural e desenvolvimento econômico.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:heading -->
<h2><strong>Universidade e comunidade construindo o território</strong></h2>
<!-- /wp:heading --><!-- wp:paragraph -->
<p>A participação da UFSM vai além da produção de pesquisas sobre patrimônio geológico, já que a instituição atua como articuladora de uma ampla rede de cooperação que reúne comunidades locais, administrações municipais, escolas, instituições públicas e privadas, empreendedores e organizações da sociedade civil.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Essa atuação ocorre por meio de projetos extensionistas, pesquisas aplicadas, atividades de ensino, programas de formação, ações educativas e iniciativas voltadas ao fortalecimento das economias locais. A proposta é construir soluções em conjunto com as comunidades, respeitando seus modos de vida, seus conhecimentos tradicionais, sua cultura e suas potencialidades.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Ao integrar diferentes áreas do conhecimento, a universidade contribui para qualificar produtos e serviços, fortalecer o turismo sustentável, incentivar novos empreendimentos, preservar patrimônios naturais e culturais, além de ampliar as possibilidades de permanência dos jovens nos territórios. Ao mesmo tempo, os Geoparques tornam-se espaços privilegiados para o desenvolvimento de projetos acadêmicos, pesquisas científicas e ações extensionistas, fortalecendo a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:heading -->
<h2><strong>Caçapava do Sul: uma construção coletiva iniciada em 2018</strong></h2>
<!-- /wp:heading --><!-- wp:image {"id":17000,"sizeSlug":"full","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/Versao-principal-RGB-fundo-branco-300dpi-1-768x230-1.jpg" alt="" /></figure>
<!-- /wp:image --><!-- wp:paragraph -->
<p>A trajetória do Caçapava Geoparque Mundial da UNESCO começou a ganhar forma em 2018, quando a UFSM iniciou uma série de reuniões com representantes da Universidade Federal do Pampa (Unipampa), gestores municipais, lideranças locais e instituições parceiras para discutir a construção de uma estratégia integrada de desenvolvimento territorial.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Coordenado pela UFSM em parceria com a Unipampa – Campus Caçapava do Sul, o projeto consolidou uma proposta baseada na valorização do patrimônio geológico, natural e cultural da região. O território abriga sucessões de rochas sedimentares marinhas e continentais com mais de 500 milhões de anos, paisagens de grande relevância científica e beleza cênica, como as Pedras das Guaritas e a Serra do Segredo, além de fósseis da megafauna, especialmente de preguiças-gigantes, e uma rica biodiversidade do Bioma Pampa.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:image {"id":17002,"sizeSlug":"full","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/layout_site_mapa-1024x768-1.jpg" alt="" />
<figcaption>Reprodução: Caçapava Geoparque  Mundial UNESCO</figcaption>
</figure>
<!-- /wp:image --><!-- wp:paragraph -->
<p>O patrimônio natural soma-se à diversidade cultural presente nas comunidades indígenas, quilombolas, pecuaristas familiares e demais grupos que preservam modos de vida tradicionais. Essa integração entre natureza, cultura e participação comunitária constitui um dos pilares do Geoparque.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Em 2019, o trabalho foi ampliado com atividades de sensibilização, mobilização e capacitação junto ao poder público, setor produtivo e comunidades locais. No mesmo período, a UFSM lançou uma chamada interna que financiou oito projetos de extensão voltados exclusivamente ao território. As iniciativas envolveram dezenas de estudantes, docentes, técnicos-administrativos e colaboradores externos, fortalecendo o diálogo entre universidade e sociedade.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Esse conjunto de ações transformou uma rede de cooperação entre universidades, municípios, entidades representativas e comunidades locais, fortalecendo a governança territorial e construindo as bases que levaram ao reconhecimento internacional pela UNESCO em 2022.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Desde então, o Geoparque Caçapava do Sul ampliou suas ações de geoconservação, educação, pesquisa, geoturismo e desenvolvimento regional. Também fortaleceu redes de cooperação nacionais e internacionais e passou a desenvolver iniciativas alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030, promovendo conservação ambiental, formação de profissionais, valorização da cultura local e geração de oportunidades para a população.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:heading -->
<h2><strong>Quarta Colônia: duas décadas de atuação da UFSM</strong></h2>
<!-- /wp:heading --><!-- wp:image {"id":17001,"sizeSlug":"full","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/Versao-Principal-CMYK-fundo-branco-300dpi-1024x332-1.jpg" alt="" /></figure>
<!-- /wp:image --><!-- wp:paragraph -->
<p>A construção do Quarta Colônia Geoparque Mundial da UNESCO possui uma trajetória ainda mais longa. Desde o início dos anos 2000, pesquisadores da UFSM desenvolvem estudos e projetos voltados ao patrimônio geológico, paleontológico, ambiental e cultural da região.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Reconhecido pela UNESCO em 2023, o território reúne nove municípios da região central do Rio Grande do Sul — Agudo, Dona Francisca, Faxinal do Soturno, Ivorá, Nova Palma, Pinhal Grande, Restinga Sêca, São João do Polêsine e Silveira Martins —, ocupando uma área de aproximadamente 2.923 quilômetros quadrados.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Situado entre os biomas Mata Atlântica e Pampa, o território abriga escarpas arenítico-basálticas, rios, cascatas, vales e importantes depósitos fossilíferos do período Triássico, considerados entre os mais relevantes do mundo para os estudos sobre a origem e evolução dos dinossauros. Espécies como <em>Buriolestes schultzi</em>, <em>Bagualosaurus agudoensis</em> e <em>Macrocollum itaquii</em> foram descritas a partir de fósseis encontrados na região.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:image {"id":17004,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/1421-1536x864-2-1024x576.png" alt="" />
<figcaption>Reprodução: Quarta Colônia Geoparque Mundial da UNESCO</figcaption>
</figure>
<!-- /wp:image --><!-- wp:paragraph -->
<p>Entretanto, a riqueza do território vai além da paleontologia. A identidade cultural formada por povos indígenas, comunidades quilombolas e descendentes de imigrantes italianos, alemães e portugueses está presente na arquitetura, gastronomia, festas populares, agricultura e nos saberes tradicionais preservados pelas comunidades.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>A universidade foi uma das principais articuladoras do processo de reconhecimento internacional do território, atuando em parceria com o Consórcio de Desenvolvimento Sustentável da Quarta Colônia (CONDESUS), administrações municipais, escolas, empreendedores e organizações locais.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:heading -->
<h2><strong>Extensão como ferramenta de desenvolvimento regional</strong></h2>
<!-- /wp:heading --><!-- wp:paragraph -->
<p>Grande parte dessa atuação é coordenada pela Coordenadoria de Desenvolvimento Regional (CODER), vinculada à Pró-Reitoria de Extensão. A unidade articula uma ampla rede de projetos de ensino, pesquisa e extensão voltados ao fortalecimento das comunidades e à valorização do patrimônio regional.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Entre as iniciativas desenvolvidas estão ações de educação patrimonial, arqueologia, geoconservação, turismo sustentável, agricultura familiar, empreendedorismo, preservação ambiental e formação comunitária.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:image {"id":17007,"sizeSlug":"full","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/IMG_2093-1-1-768x512-1.jpg" alt="" />
<figcaption>Equipe CODER no V CONECTA TERRITÓRIO IMEMBUY</figcaption>
</figure>
<!-- /wp:image --><!-- wp:paragraph -->
<p>Projetos como a Jornada Interdisciplinar de Formação de Professores em Educação Patrimonial aproximam educadores, estudantes e comunidades do patrimônio geológico e cultural da região. Já iniciativas como o Museu Virtual CAPPA ampliam o acesso público às pesquisas desenvolvidas pela universidade e fortalecem a divulgação científica.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>A CODER também participa da construção de políticas públicas e programas voltados à inclusão social e ao desenvolvimento econômico, fortalecendo a governança territorial e incentivando a cooperação entre universidades, gestores públicos, empreendedores e lideranças comunitárias.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:heading -->
<h2><strong>Qualificação profissional e geração de oportunidades</strong></h2>
<!-- /wp:heading --><!-- wp:paragraph -->
<p>Entre as iniciativas coordenadas pela universidade destaca-se o Progredir Geoparque Quarta Colônia, lançado em 2022 pela Pró-Reitoria de Extensão em parceria com o CONDESUS e os Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) dos nove municípios do território.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Financiado pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, o projeto oferece qualificação profissional para pessoas inscritas no Cadastro Único, promovendo formação voltada às áreas de cultura, turismo, empreendedorismo e desenvolvimento territorial.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>Registrado como projeto de extensão da UFSM, o Progredir vai além da oferta de cursos. A iniciativa fortalece redes locais, incentiva o empreendedorismo, amplia oportunidades de geração de renda e demonstra como a universidade pública pode atuar diretamente na construção de políticas voltadas ao desenvolvimento social.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p><em>Texto: Laura Severo, bolsista de jornalismo da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</em></p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p><em>Revisão: Esther Costa Faria, bolsista de Letras - Português da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM). </em></p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Bastidores da revalidação: articulação institucional e mobilização comunitária preparam territórios para avaliação da UNESCO</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/07/13/bastidores-da-revalidacao-articulacao-institucional-e-mobilizacao-comunitaria-preparam-territorios-para-avaliacao-da-unesco</link>
				<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 12:30:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[geoparques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Progredir Geoparque Caçapava]]></category>
		<category><![CDATA[Progredir Geoparque Quarta Colônia]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[geoparque quarta colônia]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=16992</guid>
						<description><![CDATA[Encontros promovidos pela UFSM ao longo dos últimos meses mostram que a missão de revalidação é resultado de um trabalho permanente de fortalecimento dos Geoparques Caçapava e Quarta Colônia]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Entre os dias 15 e 19 de julho, os Geoparques Mundiais da UNESCO Caçapava e Quarta Colônia receberão a visita dos avaliadores internacionais responsáveis pela missão de revalidação do selo concedido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO). Embora a visita aconteça em poucos dias, a preparação começou muito antes. Reuniões estratégicas, ações de extensão e encontros com a comunidade marcaram os últimos meses e demonstram que a manutenção do reconhecimento internacional é construída de forma contínua, por meio da articulação entre universidade, gestores, pesquisadores, empreendedores e moradores do território.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:heading -->
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Articulação institucional fortalece preparação</strong></h2>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Um dos marcos dessa preparação ocorreu em 20 de maio, quando a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) sediou uma reunião voltada ao fortalecimento das ações de apoio institucional aos geoparques da Região Central do Rio Grande do Sul. O encontro reuniu representantes da Universidade, pesquisadores, gestores e integrantes dos Geoparques Caçapava e Quarta Colônia para alinhar estratégias e reforçar o compromisso coletivo com a missão de revalidação.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Durante a reunião, foram discutidas as ações desenvolvidas pelos territórios desde a última avaliação da UNESCO e o papel da universidade na consolidação das iniciativas voltadas ao desenvolvimento sustentável. Também foram reforçadas as parcerias entre diferentes setores envolvidos na gestão dos geoparques, evidenciando que a revalidação depende de uma atuação integrada e permanente.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:columns -->
<div class="wp-block-columns"><!-- wp:column -->
<div class="wp-block-column"><!-- wp:image {"id":16993,"sizeSlug":"full","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-full"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/image-13.jpeg" alt="" class="wp-image-16993" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Foto por Giovana Fernandes – área de Comunicação no Geoparque Quarta Colônia Mundial da UNESCO. </em></figcaption></figure>
<!-- /wp:image --></div>
<!-- /wp:column -->

<!-- wp:column -->
<div class="wp-block-column"><!-- wp:image {"id":16994,"sizeSlug":"full","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-full"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/image-14.jpeg" alt="" class="wp-image-16994" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Foto por Giovana Fernandes – área de Comunicação no Geoparque Quarta Colônia Mundial da UNESCO. </em></figcaption></figure>
<!-- /wp:image --></div>
<!-- /wp:column --></div>
<!-- /wp:columns -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Participaram representantes da Subdivisão de Geoparques da UFSM, vinculado à Coordenadoria de Desenvolvimento Regional (CODER), pesquisadores que integram os comitês científicos dos geoparques, gestores das duas iniciativas, além de representantes da Diretoria de Relações Internacionais e da Pró-Reitoria de Extensão (PRE/UFSM).</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:heading -->
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Encontro em Caçapava do Sul</strong></h2>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Poucos dias depois, em 22 de maio, a preparação ganhou as ruas com o Encontro com o Geoparque Caçapava, realizado em parceria entre a Subdivisão de Geoparques da UFSM, a Universidade Federal do Pampa (Unipampa) — Campus Caçapava do Sul — e a coordenação do Geoparque Caçapava.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O evento foi planejado para aproximar a população do conceito de Geoparque Mundial da UNESCO e esclarecer como funciona o processo de revalidação. Cerca de 50 pessoas participaram da atividade, entre moradores, artesãos, agricultores familiares, empreendedores, lideranças comunitárias e representantes de instituições.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":16995,"sizeSlug":"full","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/WhatsApp-Image-2026-05-25-at-11.36.26-2-768x412-1.jpeg" alt="" class="wp-image-16995" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto por Patricia Freitas e Bibiana Toniazzo </figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Durante o encontro, representantes do Geoparque apresentaram os avanços conquistados desde a última missão de avaliação, destacando que a manutenção do reconhecimento internacional depende diretamente do envolvimento da comunidade. Além das palestras, a programação contou com ações de integração, incentivo à economia criativa, apresentação de empreendimentos parceiros, como o Sítio Chaleira Preta, e a realização da Geofeira, que valorizou a produção local por meio da gastronomia e do artesanato.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A atividade também celebrou os três anos da certificação do Caçapava Geoparque Mundial da UNESCO, reforçando o sentimento de pertencimento da população em relação ao território.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:heading -->
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ivorá reúne comunidade da Quarta Colônia</strong></h2>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A mobilização continuou no dia 21 de junho, quando a Praça Central de Ivorá recebeu o Encontro com o Geoparque Quarta Colônia, realizado durante a Temporada de Inverno do município. A iniciativa reuniu aproximadamente 150 pessoas entre moradores, visitantes, empreendedores, gestores públicos e representantes dos municípios que compõem o território.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:columns -->
<div class="wp-block-columns"><!-- wp:column -->
<div class="wp-block-column"><!-- wp:image {"id":16996,"sizeSlug":"full","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/WhatsApp-Image-2026-06-22-at-09.40.04-PATRICIA-DE-FREITAS-FERREIRA-1024x771-1.jpeg" alt="" class="wp-image-16996" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Fotos por Patricia Freitas, Victor Maffini e Eduarda Brum</em></figcaption></figure>
<!-- /wp:image --></div>
<!-- /wp:column -->

<!-- wp:column -->
<div class="wp-block-column"><!-- wp:image {"id":16997,"sizeSlug":"full","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/WhatsApp-Image-2026-06-22-at-09.40.13-1-PATRICIA-DE-FREITAS-FERREIRA-1024x771-1.jpeg" alt="" class="wp-image-16997" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Fotos por Patricia Freitas, Victor Maffini e Eduarda Brum</em></figcaption></figure>
<!-- /wp:image --></div>
<!-- /wp:column --></div>
<!-- /wp:columns -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O objetivo foi ampliar o diálogo entre o Geoparque e a comunidade, apresentar o significado do reconhecimento concedido pela UNESCO e explicar como acontece a missão de revalidação. Durante a programação, representantes da equipe técnica esclareceram dúvidas da população, apresentaram as ações desenvolvidas ao longo dos últimos anos e destacaram que a participação da comunidade constitui um dos principais critérios observados pelos avaliadores internacionais.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>As atividades também envolveram crianças e famílias, com oficinas de educação patrimonial, pintura de fósseis, sorteios e espaços de divulgação dos empreendimentos locais por meio da Geofeira, aproximando diferentes públicos do patrimônio geológico, histórico, cultural e natural da Quarta Colônia.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:heading -->
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma construção permanente</strong></h2>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>As ações realizadas ao longo dos últimos meses demonstram que a revalidação representa o resultado de um processo permanente de construção coletiva. A certificação da UNESCO considera aspectos como gestão, conservação do patrimônio, educação, turismo sustentável, participação social e desenvolvimento econômico, fatores que exigem trabalho contínuo entre diferentes instituições e a população.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Nesse contexto, a atuação da UFSM, por meio da PRE, da CODER e da Subdivisão de Geoparques, busca fortalecer as redes de cooperação, ampliar o acesso da comunidade às informações sobre os geoparques e incentivar o protagonismo dos moradores na valorização de seus territórios.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Texto: Laura Severo, bolsista de jornalismo da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</em> </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Revisão: Catharina Viegas, revisora de textos da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM e Diversidade: Casa Verônica mapeia 24 disciplinas sobre gênero e relações étnico-raciais para o 2º semestre de 2026</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/07/10/ufsm-e-diversidade-casa-veronica-mapeia-22-disciplinas-sobre-genero-e-relacoes-etnico-raciais-para-o-2o-semestre-de-2026</link>
				<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 15:08:33 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Casa Verônica UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[casa verônica]]></category>
		<category><![CDATA[direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?p=4874</guid>
						<description><![CDATA[21Nesta terça-feira, 7, a Casa Verônica concluiu o mapeamento antecipado das disciplinas voltadas às temáticas de gênero, diversidade, orientação sexual e relações étnico-raciais que integrarão a grade acadêmica da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) no segundo semestre de 2026. Além de facilitar o planejamento acadêmico dos estudantes, o mapeamento dá visibilidade a conteúdos que [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>21Nesta terça-feira, 7, a <strong><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/casa-veronica" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Casa Verônica</a></strong> concluiu o mapeamento antecipado das disciplinas voltadas às temáticas de gênero, diversidade, orientação sexual e relações étnico-raciais que integrarão a grade acadêmica da <a href="https://www.ufsm.br/calendario/2026-71069" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)</a> no segundo semestre de 2026.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Além de facilitar o planejamento acadêmico dos estudantes, o mapeamento dá visibilidade a conteúdos que consolidam uma formação cidadã e crítica, alinhada aos princípios dos Direitos Humanos. A iniciativa do mapeamento está fundamentada na Resolução nº 64/2021, que institui a Política de Igualdade de Gênero na UFSM, reforça o compromisso institucional com a promoção do pluralismo e da inclusão. </p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>O levantamento foi construído a partir de 21 devolutivas do formulário divulgado no final do mês de junho e enviadas por diferentes centros de ensino, incluindo colégios técnicos e campi da universidade, resultando na identificação de 24 disciplinas. A análise técnica das ementas permitiu organizar os conteúdos em <strong>seis eixos temáticos prioritários</strong>, que expressam a transversalidade dos saberes e fortalecem a integração entre áreas como saúde, educação, tecnologia e artes.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Com essa ação, a UFSM reafirma seu papel como instituição pública comprometida com a construção de uma sociedade mais justa, inclusiva e democrática, garantindo que seus estudantes tenham acesso a uma formação que ultrapassa os limites técnicos e promove uma visão crítica e transformadora. A presença desses eixos demonstra a transversalidade do tema na UFSM. O eixo de "Interseccionalidade", por exemplo, manifesta-se de forma estratégica em áreas da saúde, como na Terapia Ocupacional, conectando marcadores sociais à prática profissional, o que é fundamental para uma formação cidadã e crítica.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Seis eixos temáticos prioritários identificados: </strong></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:list --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none">
<ul><!-- wp:list-item --></ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li style="list-style-type: none">
<ul>
<li><strong>Gênero e Sexualidade;</strong></li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none">
<ul>
<li><strong>Direitos Humanos e Diversidade;</strong></li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none">
<ul>
<li><strong>Relações Étnico-Raciais;</strong></li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none">
<ul>
<li><strong>Educação Inclusiva;</strong></li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none">
<ul>
<li><strong>Políticas Públicas;</strong></li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none">
<ul>
<li><strong>Interseccionalidade.</strong></li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- /wp:list --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>A transversalidade dos eixos formativos na UFSM significa que eles não se limitam a uma disciplina ou curso específico, mas atravessam diferentes áreas do conhecimento, promovendo uma formação ampla e crítica. Essa abordagem garante que temas como diversidade, equidade e direitos humanos estejam presentes em múltiplos cursos, favorecendo a integração de saberes que conecta áreas como saúde, educação, tecnologia e artes. </p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>No âmbito da graduação, foram identificadas 15 disciplinas que compõem o núcleo central deste mapeamento. O cenário para o semestre 2026/2 revela dados importantes sobre a abrangência desses conteúdos:</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Modalidades:</strong> Predominância do ensino presencial (14 disciplinas), com uma oferta na modalidade à distância (EaD).</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Natureza do Vínculo:</strong> A maioria das ofertas (10 disciplinas) possui caráter obrigatório em seus respectivos cursos, enquanto as outras 5 são classificadas como eletivas ou optativas.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong>Regras de Matrícula:</strong> Embora 9 disciplinas permitam a matrícula de estudantes de outros cursos da UFSM, promovendo o intercâmbio de saberes, existe um ponto de atenção para o crescimento institucional: 8 dessas disciplinas ainda não aceitam a matrícula de alunos especiais, o que representa um desafio para a abertura plena desses conteúdos à comunidade externa.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>A oferta abrange uma diversidade de centros, como o Centro de Ciências Sociais e Humanas (CCSH), o Centro de Artes e Letras (CAL), além de departamentos de Química, Geociências e Saúde Coletiva. Já na pós-graduação na UFSM, apesar do número menor de disciplinas que abordam os eixos temáticos identificados, os programas demonstram maior flexibilidade quanto à regra das matrículas em comparação à graduação. Os Programas de Pós-graduação que responderam o formulário, apresentam disciplinas com abertura para mobilidade acadêmica interna e externa, permitindo a matrícula de alunos de outros programas e de alunos especiais.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>A descentralização do conhecimento também é evidenciada pela participação de outras unidades: como no Campus de Frederico Westphalen queoferece uma disciplina presencial e obrigatória, destacando-se pela abertura tanto para alunos de outros cursos quanto para alunos especiais. E os colégios técnicos como o Colégio Técnico Industrial de Santa Maria (CTISM), que contribui com uma disciplina eletiva/optativa que, embora aceite estudantes de outros cursos, mantém restrições para a matrícula de alunos especiais.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Os dados a seguir detalham a oferta acadêmica mapeada pela Casa Verônica, servindo como ferramenta de consulta para o corpo discente.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p><strong> </strong><b>Tabela 1: Graduação</b></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td>
<p><b>Disciplina</b></p>
</td>
<td>
<p><b>Docente Responsável</b></p>
</td>
<td>
<p><b>E-mail</b></p>
</td>
<td>
<p><b>Curso(s) / Departamento</b></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Tópicos Aprofundados em História</p>
</td>
<td>
<p>Nikelen Acosta Witter</p>
</td>
<td>
<p>nikelen.witter@ufsm.br</p>
</td>
<td>
<p>História Licenciatura e Bacharelado</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Comunicação e Cultura</p>
</td>
<td>
<p>Fernanda Sagrilo Andres</p>
</td>
<td>
<p>fernanda.andres@ufsm.br</p>
</td>
<td>
<p>Relações Públicas e Publicidade e Propaganda</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>*Diáspora Africana, Cultura e Espiritualidade</p>
</td>
<td>
<p>Adriana Moreira da Rocha Veiga</p>
</td>
<td>
<p>adrianaufsm@gmail.com</p>
</td>
<td>
<p>Fundamentos da Educação</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Direitos Humanos e Gênero</p>
</td>
<td>
<p>Márcia Eliane Leindcker da Paixão</p>
</td>
<td>
<p>marciapaixao12@gmail.com</p>
</td>
<td>
<p>Educação Especial e Pedagogia</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Projeto Tecnológico em Química I (QMC 1870)</p>
</td>
<td>
<p>Paola de Azevedo Mello</p>
</td>
<td>
<p>paola.mello@ufsm.br</p>
</td>
<td>
<p>Processos Químicos</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Práticas em Arte/Educação 1 (ART1255)</p>
</td>
<td>
<p>Flávia Maria de Brito Pedrosa Vasconcelos</p>
</td>
<td>
<p>flavia.p.vasconcelos@ufsm.br</p>
</td>
<td>
<p>Artes Visuais</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Práticas em Arte/Educação 2 (ART1256)</p>
</td>
<td>
<p>Flávia Maria de Brito Pedrosa Vasconcelos</p>
</td>
<td>
<p>flavia.p.vasconcelos@ufsm.br</p>
</td>
<td>
<p>Artes Visuais</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Bases Epistemológicas Contemporâneas em Terapia Ocupacional</p>
</td>
<td>
<p>Andrea do Amparo Carotta de Angeli</p>
</td>
<td>
<p>andrea.angeli@ufsm.br</p>
</td>
<td>
<p>Terapia Ocupacional</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Interculturalidade e Saúde Indígena (com participação de estudantes indígenas e convidados)</p>
</td>
<td>
<p>Marinel Mór Dall'Agnol</p>
</td>
<td>
<p>marinel@ufsm.br</p>
</td>
<td>
<p>Saúde Coletiva (Aberta aos cursos da UFSM)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Sociologia (DEF1100)</p>
</td>
<td>
<p>Oscar Agustín Torres Figueredo</p>
</td>
<td>
<p>oscar.torres@ufsm.br</p>
</td>
<td>
<p>Engenharia Florestal</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>História da Arte Contemporânea</p>
</td>
<td>
<p>Cristina T. Ribas</p>
</td>
<td>
<p>cristina.ribas@ufsm.br</p>
</td>
<td>
<p>Artes Visuais – Licenciatura e Bacharelado</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Educação para Relações Étnico-Raciais</p>
</td>
<td>
<p>Jacilene Aguiar Silva</p>
</td>
<td>
<p>—</p>
</td>
<td>
<p>Licenciatura Intercultural Indígena Guarani Mbya (CAL)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Espaço e Relações Étnico-Raciais (GCC1119)</p>
</td>
<td>
<p>Anderson Luiz Machado dos Santos</p>
</td>
<td>
<p>anderson.santos@ufsm.br</p>
</td>
<td>
<p>Cursos de Geografia / Departamento de Geociências</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Ética, Bioética e Deontologia Profissional em Terapia Ocupacional</p>
</td>
<td>
<p>Ana Luiza Ferrer</p>
</td>
<td>
<p>ana-luiza-ferrer@ufsm.br</p>
</td>
<td>
<p>Terapia Ocupacional</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Tópicos Especiais em Direitos Humanos</p>
</td>
<td>
<p>Mariana Selister Gomes</p>
</td>
<td>
<p>mariana.gomes@ufsm.br</p>
</td>
<td>
<p>Relações Internacionais</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><b>*  </b><em>Diáspora Africana, Cultura e Espiritualidade - <strong>Disciplina na modalidade EAD </strong></em></p>
<p><strong> </strong><b style="color: #000000;font-size: 1rem">Tabela 2: Pós-Graduação</b></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td>
<p><b>Disciplina</b></p>
</td>
<td>
<p><b>Docentes Responsáveis</b></p>
</td>
<td>
<p><b>E-mail.</b></p>
</td>
<td>
<p><b>Programa/Curso</b></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>"Vidas Negras Importam!" Reflexões para uma educação antirracista</p>
</td>
<td>
<p>Adriana M. da Rocha Veiga, Valeska F. de Oliveira, Tânia M. Miorando</p>
</td>
<td>
<p>adrianaufsm@gmail.com</p>
</td>
<td>
<p>PPGE - Educação</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Promoção da Saúde</p>
</td>
<td>
<p>Juliana da Rosa Wendt</p>
</td>
<td>
<p>juliana.wendt@ufsm.br</p>
</td>
<td>
<p>PPG Ciências da Saúde – Mestrado Profissional</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Processos Criativos, Experiência e Arte Contemporânea (PPGA835)</p>
</td>
<td>
<p>Flávia Maria de Brito Pedrosa Vasconcelos</p>
</td>
<td>
<p>flavia.p.vasconcelos@ufsm.br</p>
</td>
<td>
<p>Pós-Graduação em Artes Visuais</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Seminário: Estudos Afro-Diaspóricos na Formação Docente</p>
</td>
<td>
<p>Adriana M. da Rocha Veiga, Valeska F. de Oliveira, Tânia M. Miorando</p>
</td>
<td>
<p>adrianaufsm@gmail.com</p>
</td>
<td>
<p>PPGE - Educação</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Direitos Humanos e Gênero / Diversidade e Direitos Humanos</p>
</td>
<td>
<p>Márcia Paixão</p>
</td>
<td>
<p>marcia.paixao@ufsm.br</p>
</td>
<td>
<p>Pedagogia, Educação Especial e Mestrado Profissional</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Seminário Avançado de Pesquisa em Psicologia: Bases Epistemológicas e Éticas II</p>
</td>
<td>
<p>Ana Luiza Ferrer e colaboradores</p>
</td>
<td>
<p>ana-luiza-ferrer@ufsm.br</p>
</td>
<td>
<p>Doutorado em Psicologia</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Gênero, Decolonialidade e Mobilidades</p>
</td>
<td>
<p>Mariana Selister Gomes</p>
</td>
<td>
<p>mariana.gomes@ufsm.br</p>
</td>
<td>
<p>Programa de Pós-Graduação em Relações Internacionais</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong> Campi Externos</strong></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:table --></p>
<figure>
<table>
<tbody>
<tr>
<td><strong>Nome da Disciplina</strong>  </td>
<td><strong>Docente Responsável</strong>  </td>
<td><strong>E-mail para contato</strong>  </td>
<td><strong>Unidade / Curso</strong>  </td>
</tr>
<tr>
<td>Sociologia (DEF1100)  </td>
<td>Oscar Agustín Torres Figueredo  </td>
<td><a href="mailto:oscar.torres@ufsm.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">oscar.torres@ufsm.br</a>  </td>
<td>Campus Frederico Westphalen (Eng. Florestal)  </td>
</tr>
<tr>
<td>Relações Humanas e Diversidade  </td>
<td>Mariglei Severo Maraschin  </td>
<td>—  </td>
<td>CTISM (Redes de Computadores)  </td>
</tr>
</tbody>
</table>
</figure>
<p><!-- /wp:table --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Essa transversalidade se concretiza de forma significativa, ampliando as oportunidades de aprendizado e garantindo que os estudantes dominem além dos conteúdos técnicos, o aprendizado para desenvolver a habilidade de uma visão crítica e cidadã. Dessa maneira, cada aluno aprende a enxergar seu campo de atuação como parte de uma sociedade em que cada decisão profissional contribui aos poucos para a construção de uma sociedade mais inclusiva, democrática e justa.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Ao organizar e dar visibilidade a estas 24 disciplinas, a <strong>Casa Verônica</strong> deseja reafirmar seu papel estratégico como agente de transformação na UFSM, atuando na ponte entre as diretrizes políticas e a prática em sala de aula. Mais detalhes sobre as ementas, cargas horárias e os projetos pedagógicos estão disponíveis no <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/855/2022/01/Catalogo-de-Disciplinas-2022.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Catálogo de Disciplinas da UFSM</a>. </p>
<ul>
<li><strong><em>A planilha foi atualizada para contemplar duas devolutivas adicionais do formulário, registradas após o término do prazo.</em></strong></li>
</ul>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Texto e Arte - Fabiane Gomes e Arte (Bolsista Casa Verônica)5</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>		
													<img width="768" height="960" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/07/Disciplinas-para-o-Segundo-Semestre-2026-768x960.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Casa Verônica recebe pesquisadora da UFRGS para fortalecer parceria em pesquisa sobre saúde da população trans</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/07/09/casa-veronica-recebe-pesquisadora-da-ufrgs-para-fortalecer-parceria-em-pesquisa-sobre-saude-da-populacao-trans</link>
				<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 13:12:05 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Casa Verônica UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[casa verônica]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Roda de Conversas]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?p=4860</guid>
						<description><![CDATA[Na manhã desta terça-feira, 7, a equipe da Casa Verônica recebeu a visita da Profa. Laura Cecília López, docente do Departamento de Saúde Coletiva da UFRGS para um encontro de diálogo e troca de experiências sobre o cuidado em saúde da população trans. O encontro, em formato de roda de conversa e compartilhamento de experiências, [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Na manhã desta terça-feira, 7, a equipe da Casa Verônica recebeu a visita da Profa. Laura Cecília López, docente do Departamento de Saúde Coletiva da UFRGS para um encontro de diálogo e troca de experiências sobre o cuidado em saúde da população trans.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>O encontro, em formato de roda de conversa e compartilhamento de experiências, contou com a presença de integrantes do Coletivo Trama, a administradora Bruna Loureiro Denkin e o assistente social Ricardo Pereira de Felippe e Monalisa Dias de Siqueira, professora adjunta e atual chefe do Departamento de Saúde Coletiva da UFSM.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Antropóloga e pesquisadora área da Saúde Coletiva, Laura López desenvolve pesquisas sobre interseccionalidade entre gênero, raça e sexualidade, com foco nas políticas públicas de saúde e nos direitos sexuais e reprodutivos. Durante o encontro, a pesquisadora apresentou seu projeto de pesquisa "Produção de cuidado gênero-sensível com a saúde e a vida de pessoas trans no Rio Grande do Sul", contemplado no edital Programa Pesquisa para o SUS (PPSUS), que irá desenvolver um importante pesquisa junto aos ambulatórios Trans do Estado.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<blockquote>
<p><em>O projeto será desenvolvido em parceria entre pesquisadoras da UFRGS e da UFSM e prevê o mapeamento da situação dos ambulatórios trans do Rio Grande do Sul, além de estudos de caso realizados nos serviços localizados em Porto Alegre, na Região Metropolitana e em Santa Maria.</em></p>
</blockquote>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>O Trama UFSM<strong>,</strong> formado por estudantes trans da UFSM, também compartilho suas experiências e apresentou reflexões sobre o acesso aos serviços de saúde, os desafios vivenciados e as demandas relacionadas ao acolhimento e à garantia de direitos. Organizado em torno de pautas como acesso, permanência e visibilidade das pessoas trans na universidade, o coletivo desenvolve ações de formação, rodas de conversa e espaços de debate voltados à promoção da inclusão e do respeito à diversidade.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Ao reunir pesquisadoras, profissionais e integrantes do movimento estudantil, a atividade reforça a importância da participação social na construção coletiva do conhecimento, reconhecendo que as experiências e os saberes das pessoas diretamente envolvidas são essenciais para o desenvolvimento de pesquisas comprometidas com a realidade. A aproximação entre universidade, serviços de saúde e movimentos sociais fortalece a produção de conhecimento, a qualificação das políticas públicas e a promoção do direito à saúde da população trans.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph --></p>
<p> </p>
<p>Texto e fotos: Fabiane Gomes - Bolsista Casa Verônica</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>		
													<img width="1024" height="883" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/07/Roda-de-ConversA_TODOS.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/07/Roda-de-Conversa.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/07/Roda-de-Conversa04-1024x768.jpeg" alt="" />													
													<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/07/Roda-de-Conversa-03-1024x768.jpeg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>O que é a missão de revalidação da UNESCO? Entenda como funciona o processo que garante a qualidade dos Geoparques Globais</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/07/08/o-que-e-a-missao-de-revalidacao-da-unesco-entenda-como-funciona-o-processo-que-garante-a-qualidade-dos-geoparques-globais</link>
				<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 22:17:43 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Divulgação]]></category>
		<category><![CDATA[geoparques]]></category>
		<category><![CDATA[Progredir Geoparque Caçapava]]></category>
		<category><![CDATA[Progredir Geoparque Quarta Colônia]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[geoparque quarta colônia]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=16923</guid>
						<description><![CDATA[Realizada a cada quatro anos, a missão de revalidação vai muito além da visita de especialistas ao território. O processo inicia mais de um ano antes e envolve produção de documentos, autoavaliação, análise técnica e avaliação em campo para verificar se o geoparque continua cumprindo os critérios internacionais da UNESCO.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p id="docs-internal-guid-ac56f735-7fff-22e5-c9e5-9308463ee9bb" dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Quando um Geoparque Global da UNESCO recebe a visita de avaliadores internacionais, é comum que a missão seja vista como uma espécie de "prova final" capaz de definir o futuro do território em poucos dias. No entanto, os documentos oficiais da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) revelam que essa percepção está longe da realidade.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">A missão de revalidação é apenas uma das etapas de um processo técnico, planejado e contínuo, que acompanha o trabalho desenvolvido pelos geoparques ao longo de quatro anos. O objetivo não consiste apenas em avaliar o patrimônio geológico da área, mas verificar se o território mantém uma gestão capaz de promover conservação, educação, pesquisa científica, desenvolvimento sustentável e participação das comunidades locais.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Muito mais que uma inspeção pontual, a revalidação funciona como um mecanismo internacional de monitoramento da qualidade dos Geoparques Globais da UNESCO, assegurando que o reconhecimento continue representando excelência na gestão do patrimônio geológico.</p><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 18pt;margin-bottom: 4pt">O que é um Geoparque Mundial da UNESCO?</h2><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Os Geoparques Mundiais da UNESCO são territórios que possuem patrimônio geológico de relevância internacional, adotando um modelo de gestão baseado na conservação, na educação e no desenvolvimento sustentável.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Ao contrário de unidades de conservação tradicionais, os geoparques não buscam somente proteger áreas naturais. Em vez disso, procuram integrar ciência, cultura, turismo, economia e participação social, utilizando a geodiversidade como elemento capaz de impulsionar o desenvolvimento do território.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Por isso, o reconhecimento concedido pela UNESCO não depende exclusivamente da importância geológica da região, já que a organização avalia também a forma como esse patrimônio é administrado, divulgado e compartilhado com a população.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">O título representa um compromisso permanente. Assim, para manter a relação com a Rede Global de Geoparques, cada território precisa demonstrar periodicamente que continua atendendo aos critérios internacionais estabelecidos pela UNESCO.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 4pt">Um reconhecimento que exige compromisso permanente</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Receber o título de Geoparque Global da UNESCO não significa obter um reconhecimento definitivo. Desde sua criação, o programa estabelece que todos os territórios certificados devem passar por um novo processo de avaliação a cada quatro anos.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Essa exigência está diretamente relacionada ao conceito que orienta os geoparques. Para a UNESCO, não basta que uma região possua sítios geológicos de relevância internacional. É necessário demonstrar que esse patrimônio é protegido, utilizado para fins educativos e científicos de maneira integrada às estratégias de desenvolvimento sustentável do território.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Desse modo, a revalidação verifica se o geoparque continua cumprindo os compromissos assumidos quando recebeu o reconhecimento internacional, avaliando se as ações implementadas nos últimos anos produziram resultados concretos tanto para a população quanto para a conservação do patrimônio.</p><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 18pt;margin-bottom: 4pt">Como funciona o processo de revalidação</h2><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">A revalidação ocorre a cada quatro anos e tem como finalidade verificar se o geoparque continua desempenhando suas funções de maneira eficaz.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">O processo busca responder uma pergunta central: o território mantém os princípios que justificaram seu reconhecimento como Geoparque Mundial da UNESCO?</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Para responder a essa questão, a organização realiza uma análise ampla da gestão do território a partir de aspectos científicos, ambientais, culturais, educacionais, sociais e econômicos. A missão em campo é apenas uma parte desse trabalho.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 4pt">A preparação começa muito antes da chegada dos avaliadores</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Um dos principais equívocos sobre a missão de revalidação é imaginar que os especialistas chegam ao território para realizar uma avaliação surpresa. Na prática, o processo começa aproximadamente um ano antes da visita técnica.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">O primeiro passo é o envio de um resumo institucional do geoparque à Secretaria da UNESCO até o final de julho do ano anterior à revalidação. Em seguida, a equipe gestora inicia a elaboração de um relatório de progresso, documento que apresenta detalhadamente todas as ações desenvolvidas desde a última avaliação.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Esse relatório, limitado a 25 páginas, deve ser encaminhado até 31 de janeiro do ano da missão. Além dele, o geoparque precisa preencher dois formulários oficiais: o Formulário A, de Autoavaliação, e o Formulário B, de Avaliação do Progresso.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Esses documentos funcionam como uma prestação de contas. Neles, a gestão apresenta evidências das atividades realizadas, dos investimentos, das parcerias estabelecidas e das ações desenvolvidas nas diferentes áreas de atuação do geoparque. Somente após a análise dessa documentação ocorre a visita dos avaliadores internacionais.</p><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 18pt;margin-bottom: 4pt">Quem são os avaliadores</h2><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">A missão é conduzida por dois especialistas credenciados pela UNESCO, selecionados a partir de uma lista internacional de avaliadores.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Esses profissionais possuem experiência em áreas específicas, como patrimônio geológico, geoconservação, gestão territorial, turismo sustentável, educação, desenvolvimento regional e meio ambiente.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Sua função não é atuar como fiscais, mas verificar se o território continua atendendo aos padrões internacionais definidos para os Geoparques Mundiais.</p><h2 dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 18pt;margin-bottom: 4pt">O que acontece durante a missão</h2><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Durante vários dias, os avaliadores percorrem diferentes regiões do território. Eles visitam geossítios, centros de visitantes, museus, trilhas interpretativas, escolas, projetos de educação ambiental, empreendimentos turísticos, centros culturais e iniciativas comunitárias.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Também participam de reuniões institucionais e conversam com gestores, pesquisadores, professores, estudantes, representantes do poder público, empresários, artesãos, produtores locais, condutores de turismo e moradores.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Esses encontros permitem compreender como o geoparque está inserido no cotidiano da população e como diferentes setores participam da construção do território.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">No caso do Caçapava Geoparque Mundial da UNESCO, por exemplo, a missão representa uma oportunidade para demonstrar como universidades, escolas, comunidades, empreendedores, associações, órgãos públicos e instituições parceiras trabalham de forma integrada na valorização do patrimônio geológico e cultural da região.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 4pt">O que a UNESCO avalia</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Embora o patrimônio geológico seja a base para a criação de um geoparque, ele representa apenas um dos aspectos considerados durante a revalidação.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Os avaliadores analisam se a gestão conseguiu transformar esse patrimônio em um instrumento de desenvolvimento territorial.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Entre os principais critérios observados estão:</p><ul style="margin-top: 0;margin-bottom: 0;padding-inline-start: 48px"><li dir="ltr" style="list-style-type: disc;font-size: 12pt;font-family: Arial,sans-serif;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: 400;font-style: normal;font-variant: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline;white-space: pre"><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 0pt" role="presentation">conservação e proteção do patrimônio geológico;</p></li><li dir="ltr" style="list-style-type: disc;font-size: 12pt;font-family: Arial,sans-serif;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: 400;font-style: normal;font-variant: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline;white-space: pre"><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt" role="presentation">qualidade da gestão administrativa e financeira;</p></li><li dir="ltr" style="list-style-type: disc;font-size: 12pt;font-family: Arial,sans-serif;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: 400;font-style: normal;font-variant: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline;white-space: pre"><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt" role="presentation">desenvolvimento de programas de educação e divulgação científica;</p></li><li dir="ltr" style="list-style-type: disc;font-size: 12pt;font-family: Arial,sans-serif;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: 400;font-style: normal;font-variant: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline;white-space: pre"><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt" role="presentation">incentivo à pesquisa científica;</p></li><li dir="ltr" style="list-style-type: disc;font-size: 12pt;font-family: Arial,sans-serif;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: 400;font-style: normal;font-variant: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline;white-space: pre"><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt" role="presentation">promoção do geoturismo sustentável;</p></li><li dir="ltr" style="list-style-type: disc;font-size: 12pt;font-family: Arial,sans-serif;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: 400;font-style: normal;font-variant: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline;white-space: pre"><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt" role="presentation">participação das comunidades locais;</p></li><li dir="ltr" style="list-style-type: disc;font-size: 12pt;font-family: Arial,sans-serif;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: 400;font-style: normal;font-variant: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline;white-space: pre"><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt" role="presentation">valorização do patrimônio cultural associado à geodiversidade;</p></li><li dir="ltr" style="list-style-type: disc;font-size: 12pt;font-family: Arial,sans-serif;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: 400;font-style: normal;font-variant: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline;white-space: pre"><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt" role="presentation">fortalecimento da economia local;</p></li><li dir="ltr" style="list-style-type: disc;font-size: 12pt;font-family: Arial,sans-serif;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: 400;font-style: normal;font-variant: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline;white-space: pre"><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt" role="presentation">ações voltadas ao desenvolvimento sustentável;</p></li><li dir="ltr" style="list-style-type: disc;font-size: 12pt;font-family: Arial,sans-serif;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: 400;font-style: normal;font-variant: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline;white-space: pre"><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt" role="presentation">cooperação com outros geoparques nacionais e internacionais;</p></li><li dir="ltr" style="list-style-type: disc;font-size: 12pt;font-family: Arial,sans-serif;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: 400;font-style: normal;font-variant: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline;white-space: pre"><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 12pt" role="presentation">atendimento às recomendações feitas na última avaliação.</p></li></ul><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Na missão de campo, dois avaliadores credenciados pela UNESCO percorrem o território para verificar se as informações apresentadas nos documentos correspondem à realidade. Durante a visita, eles conhecem geossítios, centros de visitantes, museus, escolas, empreendimentos turísticos, projetos comunitários e iniciativas desenvolvidas em parceria com instituições públicas e privadas.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Também conversam com gestores, pesquisadores, representantes do poder público, empreendedores e moradores envolvidos nas atividades do geoparque.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 4pt">Muito além da geologia</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Os documentos oficiais deixam claro que a avaliação não se limita aos aspectos científicos. A UNESCO considera que um Geoparque Global deve utilizar seu patrimônio geológico como ferramenta para promover educação, fortalecer a identidade cultural, incentivar a geração de renda, estimular o turismo responsável e contribuir para o desenvolvimento sustentável das comunidades.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Por isso, durante a revalidação, são observados projetos educativos, atividades com escolas, ações de comunicação, iniciativas de inclusão social, programas de conservação ambiental e estratégias de valorização da cultura local. Em outras palavras, o território é analisado como um conjunto de políticas e ações integradas, e não apenas como uma área de interesse geológico.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 4pt">Os três possíveis resultados</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Após a missão, os avaliadores elaboram um relatório técnico que será analisado pelo Conselho dos Geoparques Globais da UNESCO. O processo pode resultar em três classificações.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 14pt;margin-bottom: 0pt">Cartão Verde</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">O Cartão Verde confirma que o geoparque continua atendendo aos critérios internacionais. Nesse caso, o reconhecimento é renovado por mais quatro anos, permitindo que o território continue integrando a Rede Global de Geoparques da UNESCO.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 14pt;margin-bottom: 0pt">Cartão Amarelo</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Quando os avaliadores identificam fragilidades ou aspectos que precisam ser aprimorados, o geoparque recebe um Cartão Amarelo. Isso não significa perda do título.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">O reconhecimento é mantido, mas a gestão recebe um prazo de dois anos para implementar as melhorias indicadas pela UNESCO. Ao final desse período, uma nova avaliação verificará se as recomendações foram atendidas.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 14pt;margin-bottom: 0pt">Cartão Vermelho</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Caso o território continue sem cumprir os critérios após o período concedido pelo Cartão Amarelo, a UNESCO poderá emitir um Cartão Vermelho.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Nessa situação, o geoparque perde o reconhecimento como Geoparque Global da UNESCO.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 4pt">A qualidade depende de melhoria contínua</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">O processo de revalidação demonstra que a certificação concedida pela UNESCO não representa um ponto de chegada, mas um compromisso permanente.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Desde a fase de candidatura, os territórios são orientados a realizar autoavaliações, consultar geoparques já reconhecidos, participar das redes internacionais e reunir evidências de que cumprem os critérios exigidos. Depois da conquista do título, o acompanhamento continua por meio de relatórios periódicos, missões de avaliação e monitoramento constante.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Essa lógica incentiva a melhoria contínua da gestão e garante que o reconhecimento internacional esteja associado a resultados concretos para a conservação do patrimônio geológico e para o desenvolvimento das comunidades.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Texto: Laura Severo, bolsista de jornalismo da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM). </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Revisão: Esther Costa Faria, bolsista de Letras - Português da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM). </p><p> </p>		
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_4-1024x1024.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-1024x1024.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Casa Verônica promove Roda de Conversa em parceria com o CCR</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/07/07/casa-veronica-promove-roda-de-conversa-em-parceria-com-ccr</link>
				<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 19:28:13 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Casa Verônica UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[casa verônica]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de extensão]]></category>
		<category><![CDATA[rodas de conversa]]></category>

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						<description><![CDATA[A Casa Verônica promoveu na última quinta-feira, 02 de julho, uma Roda de Conversa com o tema: “Gênero, poder e violência – O que você tem a ver com isso?” tendo como público de interesse os trabalhadores do serviço público do CCR/UFSM. O encontro aconteceu na Sala Cláudio Mussoi, no Centro de Ciências Rurais (CCR/UFSM) [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>A Casa Verônica promoveu na última quinta-feira, 02 de julho, uma Roda de Conversa com o tema: “Gênero, poder e violência – O que você tem a ver com isso?” tendo como público de interesse os trabalhadores do serviço público do CCR/UFSM. O encontro aconteceu na Sala Cláudio Mussoi, no Centro de Ciências Rurais (CCR/UFSM) e contou com a participação da advogada Elizandra Rodrigues Tatsch e do assistente social Ricardo Pereira de Felippe. A reflexão sobre as relações de gênero, os impactos do poder e as formas de violência presentes no cotidiano, reforça o papel da universidade como espaço de diálogo e transformação social.</p>
<!-- /wp:paragraph -->		
													<img width="768" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-03-at-10.45.29-768x768.jpeg" alt="" />													
													<img width="768" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/07/WhatsApp-Image-2026-06-25-at-09.38.34-768x768.jpeg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Caminhada Internacional na Natureza reúne 182 participantes em Mata e consolida maior projeto de turismo rural da Região Central do RS </title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/07/06/caminhada-internacional-na-natureza-reune-182-participantes-em-mata-e-consolida-maior-projeto-de-turismo-rural-da-regiao-central-do-rs</link>
				<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 18:56:37 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Caminhada Internacional na Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Divulgação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=16898</guid>
						<description><![CDATA[Circuito “Cidade da Pedra que Já Foi Madeira” chega à 21ª edição e já mobilizou mais de 3,2 mil participantes desde 2023]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>A cidade de Mata (RS) viveu mais um sábado de integração, saúde, turismo e valorização do meio rural. No dia 27 de junho de 2026, a <strong>Caminhada Internacional na Natureza – Circuito Cidade da Pedra que Já Foi Madeira</strong> reuniu <strong>182 participantes efetivos</strong> em um percurso de <strong>15 quilômetros de nível moderado</strong>, percorrendo paisagens rurais, estradas do interior e locais que ajudam a contar a história geológica de um dos municípios mais singulares do Brasil.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>A atividade marcou a <strong>21ª edição do Projeto Caminhadas Internacionais na Natureza</strong>, desenvolvido pelo <strong>Programa do Geoparque de Assistência Técnica e Extensão Rural (PROGEATER)</strong> da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em parceria com a Prefeitura Municipal de Mata, Emater/RS-Ascar, Associação Turística Caminhos dos Fósseis e diversas entidades locais.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:image {"id":16914,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/image-12-1024x577.jpeg" alt="" /></figure>
<!-- /wp:image -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Ao longo do percurso, os participantes tiveram a oportunidade de contemplar cenários naturais, conhecer aspectos da cultura local e vivenciar uma experiência que une atividade física, lazer, educação ambiental e turismo rural. O circuito percorreu áreas que evidenciam a riqueza paleobotânica do município, reconhecido nacionalmente pelos fósseis vegetais petrificados que inspiram o nome “Cidade da Pedra que Já Foi Madeira”.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Para muitos participantes, a caminhada representa uma oportunidade de conhecer novos lugares e viver experiências que vão além do turismo convencional. "Eu adoro essas caminhadas. Acho que essa aqui está maravilhosa. Tem bastante variação de terreno, está tranquila de fazer e muito bonita. Foi uma experiência muito boa", destacou a caminhante <strong>Luciana Silveira Flôres</strong>, de Santa Maria.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>A hospitalidade da comunidade local também foi um dos pontos altos do evento. Moradores, agricultores, voluntários e instituições trabalharam conjuntamente para receber os visitantes e proporcionar uma experiência acolhedora aos caminhantes. "Adoro participar das caminhadas. É muito bom caminhar, encontrar as pessoas e aproveitar as belezas do nosso município", comentou <strong>Zelina de Freitas</strong>, moradora de Mata.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Além dos benefícios à saúde e ao bem-estar, a caminhada também gerou impactos econômicos importantes para o município. Foram comercializados <strong>79 cafés da manhã</strong>, <strong>160 almoços</strong>, além de bebidas e produtos locais, resultando em uma <strong>movimentação financeira estimada de R$ 10.585,00</strong>. O evento envolveu diretamente <strong>18 pessoas na organização</strong>, <strong>12 moradores da comunidade rural</strong>, além de agroindústrias, artesãos e empreendedores locais.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Os resultados de Mata somam-se a uma trajetória que vem transformando o turismo rural na Região Central do Rio Grande do Sul. Desde 2023, o projeto já realizou <strong>21 caminhadas</strong>, mobilizando <strong>3.276 participantes efetivos</strong>, envolvendo <strong>1.057 pessoas na organização e nas comunidades locais</strong>, promovendo a comercialização de <strong>1.494 cafés da manhã</strong> e <strong>2.949 almoços</strong>, além da participação de <strong>171 expositores de agroindústrias familiares e artesanato</strong>.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Os números demonstram que a iniciativa ultrapassou a condição de evento turístico para se tornar uma estratégia de desenvolvimento territorial. Ao conectar universidade, extensão rural, poder público, agricultores, empreendedores e visitantes, o projeto fortalece a economia local, amplia a visibilidade dos municípios e valoriza o patrimônio natural, cultural e histórico do interior gaúcho.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Mais do que percorrer trilhas, os participantes caminham por histórias, paisagens e comunidades que ajudam a construir uma nova visão sobre o meio rural. Em Mata, essa experiência ganhou um significado especial ao unir natureza, paleontologia, cultura e hospitalidade em um único percurso.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Acompanhe as próximas caminhadas</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Novas edições já estão sendo planejadas em diferentes municípios da Região Central do Rio Grande do Sul. Para acompanhar as próximas inscrições, conferir fotos e vídeos dos eventos e conhecer novos roteiros de turismo rural, siga o Instagram <strong>@caminhadasufsm</strong>.</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Para mais informações, os interessados podem acessar as redes sociais do projeto <a href="https://www.instagram.com/caminhadasufsm/">@caminhadasufsm</a> ou na comunidade de avisos do <a href="https://chat.whatsapp.com/Fcw0NoRdHOs93lHhl9bYvU">WhatsApp</a>. </p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:heading -->
<h2>Fotos do Evento </h2>
<!-- /wp:heading -->
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<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/image-2-1024x683.jpeg" alt="" /></figure>
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<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/image-6-1024x683.jpeg" alt="" /></figure>
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<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/image-8-1024x683.jpeg" alt="" /></figure>
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<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/image-10-1024x683.jpeg" alt="" /></figure>
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<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/image-11-1024x683.jpeg" alt="" /></figure>
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<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Revisão: Esther Costa Faria, bolsista de Letras - Português da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->		
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													</item>
						<item>
				<title>Viva o Campus celebra o Dia do Rock com música, ciência e lazer na UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/07/06/viva-o-campus-celebra-o-dia-do-rock-com-musica-ciencia-e-lazer-na-ufsm</link>
				<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 15:32:02 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Divulgação]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Viva o Campus]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura e Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

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						<description><![CDATA[O rock será a trilha sonora de uma tarde de ciência, cultura e lazer na UFSM, neste domingo (12)]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Em comemoração ao <strong>Dia Mundial do Rock</strong>, a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), por meio da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), através da Coordenadoria de Cultura e Arte (CC), promove, no próximo domingo, <strong>12 de julho</strong>, uma edição especial do <strong>Viva o Campus Dia do Rock</strong>. O evento acontece das <strong>14h às 18h</strong>, com atividades gratuitas e abertas à comunidade no Campus Sede da UFSM. </p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>A programação reúne atrações para todas as idades, combinando música, ciência, educação e lazer em uma tarde de integração entre a Universidade e a comunidade. O destaque fica por conta da apresentação da banda <strong>Venice Queens</strong>, às <strong>16h30</strong>, no Largo do Planetário, trazendo um repertório repleto de clássicos do rock para celebrar a data. </p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Além da atração musical, o público poderá visitar os espaços parceiros do Viva o Campus. O <strong>Planetário da UFSM </strong>estará aberto das 14h às 18h com a exposição <strong>Céus do Sul </strong>e sessões de cúpula ao longo da tarde. O <strong>Jardim Botânico </strong>receberá visitantes para conhecer a exposição de animais taxidermizados, o telhado verde, o jardim sensorial, a horta mandala e a nova <strong>Pracinha Quintal dos Brotos</strong>. </p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Também integram a programação a <strong>Mostra Morfo</strong>, no Prédio 19, apresentando atividades relacionadas às Ciências Morfológicas, e a <strong>Polifeira do Agricultor</strong>, instalada no Largo do Planetário com produtos da agricultura familiar. </p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:paragraph -->
<p>Realizado desde 2014, o Viva o Campus busca aproximar a comunidade da Universidade por meio de experiências culturais, científicas, educativas e de convivência. A edição especial em homenagem ao Dia do Rock convida o público a aproveitar uma tarde ao ar livre, celebrando a música e conhecendo os diferentes espaços e projetos da UFSM. </p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:heading -->
<h2><strong>Programação</strong></h2>
<!-- /wp:heading -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Atração artística</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:list -->
<ul><!-- wp:list-item -->
<li>16h30 </li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li>Largo do Planetário </li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li>Banda Venice Queens </li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Parceiros permanentes </strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:list -->
<ul><!-- wp:list-item -->
<li><strong>Planetário da UFSM </strong>– 14h às 18h </li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li><strong>Exposição: </strong><em>Céus do Sul </em></li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Sessões de Cúpula</strong>:</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:list -->
<ul><!-- wp:list-item -->
<li>14h30 – Universo </li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li>15h30 – O Mundo Virtual de Arthur </li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li>16h30 – A Questão da Vida </li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Jardim Botânico </strong>– 14h às 18h </p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:list -->
<ul><!-- wp:list-item -->
<li>Visita livre à exposição de animais taxidermizados;</li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li>Telhado verde; </li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li>Jardim sensorial; </li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li>Horta mandala; </li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li>Pracinha Quintal dos Brotos. </li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Mostra Morfo </strong>– 14h às 18h </p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:list -->
<ul><!-- wp:list-item -->
<li>Mostra de Ciências Morfológicas </li>
<!-- /wp:list-item -->
<!-- wp:list-item -->
<li>Prédio 19 </li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->
<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Polifeira do Agricultor </strong>– 14h às 18h</p>
<!-- /wp:paragraph -->
<!-- wp:list -->
<ul><!-- wp:list-item -->
<li> Largo do Planetário</li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->		
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/11.jpg" alt="1(1)" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/3.jpg" alt="3" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/4.jpg" alt="4" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/5.jpg" alt="5" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/6.jpg" alt="6" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/7.jpg" alt="7" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/8.jpg" alt="8" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/2.jpg" alt="2" /></figure>			
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_4-1024x1024.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-1024x1024.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Primeira edição do Festival de Queijos e Vinhos reúne gastronomia regional e produtos dos Geoparques no Praça Nova</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/07/02/primeira-edicao-do-festival-de-queijos-e-vinhos-reune-gastronomia-regional-e-produtos-dos-geoparques-no-praca-nova</link>
				<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 13:14:32 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão nas Redes]]></category>
		<category><![CDATA[geoparques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Progredir Geoparque Caçapava]]></category>
		<category><![CDATA[Progredir Geoparque Quarta Colônia]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[geoparque quarta colônia]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=16812</guid>
						<description><![CDATA[Queijos, vinhos e produtos regionais marcaram a primeira edição do festival]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Nos dias 20 e 21 de junho, o Shopping Praça Nova recebeu a primeira edição do Festival de Queijos e Vinhos. Realizado no corredor das Lojas Americanas, o evento reuniu produtores, empreendedores e visitantes em uma programação dedicada à gastronomia regional, com a presença de queijos, vinhos e produtos artesanais oriundos dos territórios dos Geoparques.</p>
<p>Durante os dois dias, o público teve acesso a uma variedade de produtos elaborados por empreendimentos da região. Os expositores apresentaram diferentes tipos de queijos, vinhos, geleias, embutidos, doces e outros alimentos artesanais que representam as características produtivas e culturais dos territórios participantes. Além da comercialização dos produtos, o evento possibilitou o contato direto entre consumidores e produtores, permitindo que os visitantes conhecessem a origem dos alimentos, os processos de elaboração e as histórias relacionadas a cada empreendimento.</p>
<p>A programação incluiu a apresentação musical de Fernando Ávila, que acompanhou o festival ao longo dos dois dias. A música integrou a proposta do evento e contribuiu para a ambientação do espaço destinado às degustações e à visitação dos estandes.</p>
<p>O Festival de Queijos e Vinhos surgiu a partir da parceria entre os territórios dos Geoparques, a Subdivisão de Geoparques da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e o Shopping Praça Nova. A iniciativa tem como objetivo incentivar o desenvolvimento turístico e regional por meio da estratégia dos Geoparques, que reúne ações de geoconservação, geoturismo, educação, valorização do patrimônio natural e cultural e geração de renda para as comunidades envolvidas.</p>
<!-- /wp:paragraph -->		
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/Captura-de-tela-2026-07-02-101633.jpg" alt="Captura de tela 2026-07-02 101633" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/Captura-de-tela-2026-07-02-101649.jpg" alt="Captura de tela 2026-07-02 101649" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/Captura-de-tela-2026-07-02-101659.jpg" alt="Captura de tela 2026-07-02 101659" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/Captura-de-tela-2026-07-02-101711.jpg" alt="Captura de tela 2026-07-02 101711" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/Captura-de-tela-2026-07-02-101718.jpg" alt="Captura de tela 2026-07-02 101718" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/Captura-de-tela-2026-07-02-101726.jpg" alt="Captura de tela 2026-07-02 101726" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/Captura-de-tela-2026-07-02-101741.jpg" alt="Captura de tela 2026-07-02 101741" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/Captura-de-tela-2026-07-02-101751.jpg" alt="Captura de tela 2026-07-02 101751" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/Captura-de-tela-2026-07-02-101805.jpg" alt="Captura de tela 2026-07-02 101805" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/Captura-de-tela-2026-07-02-101816.jpg" alt="Captura de tela 2026-07-02 101816" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/Captura-de-tela-2026-07-02-101831.jpg" alt="Captura de tela 2026-07-02 101831" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/Captura-de-tela-2026-07-02-101847.jpg" alt="Captura de tela 2026-07-02 101847" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/Captura-de-tela-2026-07-02-101854.jpg" alt="Captura de tela 2026-07-02 101854" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/Captura-de-tela-2026-07-02-101901.jpg" alt="Captura de tela 2026-07-02 101901" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/07/Captura-de-tela-2026-07-02-101910.jpg" alt="Captura de tela 2026-07-02 101910" /></figure>			
		<p>Nesse contexto, a gastronomia ocupa papel importante como expressão da identidade dos territórios. Os alimentos apresentados durante o festival carregam características ligadas à história, às tradições e às formas de produção de cada região, além de representar o trabalho desenvolvido por agricultores familiares, agroindústrias e pequenos empreendedores.</p>
<p>A presença dos Geoparques no evento também permitiu ampliar o conhecimento do público sobre esse modelo de desenvolvimento territorial. Reconhecidos pela Unesco, os Geoparques articulam ações voltadas à conservação do patrimônio geológico, ao fortalecimento do turismo sustentável, à educação e ao incentivo às atividades econômicas relacionadas às características de cada território.</p>
<p>A participação dos produtores locais representou uma oportunidade para apresentar seus produtos a novos consumidores e estabelecer contato com diferentes públicos. Para os visitantes, o festival ofereceu a possibilidade de conhecer a diversidade da produção regional em um único espaço, além de experimentar produtos elaborados em diferentes municípios dos territórios participantes.</p>
<p><i>Texto: Laura Severo, bolsista de jornalismo da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</i></p>
<p><i>Revisão: Esther Costa Faria, bolsista de Letras - Português da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM). </i></p>
<p><i>Fotos: Shopping Praça Nova SM</i></p>		
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_4-1024x1024.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-1024x1024.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>“O idoso precisa conversar, precisa de abraço, além da ginástica e da dança”</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/2026/06/30/o-idoso-precisa-conversar-precisa-de-abraco-alem-da-ginastica-e-da-danca</link>
				<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 19:41:21 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[dança]]></category>
		<category><![CDATA[educação física]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[feliz dade]]></category>
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		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>
		<category><![CDATA[proext-pg]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/projetos/extensao/proext-pg/?p=460</guid>
						<description><![CDATA[Ao encerrar dois anos de atividades do PROEXT-PG, Gustavo Duarte faz um balanço dos aprendizados do projeto Feliz(c)idade e dos impactos da iniciativa para idosos, estudantes e a comunidade ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Promover o envelhecimento saudável foi o objetivo que guiou o projeto Feliz(c)idade ao longo dos dois anos de execução do PROEXT-PG UFSM Além do Arco. Coordenado pelos professores Gustavo Duarte e Melissa Braz, a iniciativa reuniu idosos, estudantes e docentes de diferentes áreas em ações voltadas à saúde e ao bem-estar.</p>
<p>O projeto promoveu uma atuação interdisciplinar que integrou Educação Física, Terapia Ocupacional, Fisioterapia e Nutrição em atividades de ginástica, fortalecimento muscular, equilíbrio, dança, estimulação cognitiva, educação alimentar e práticas integrativas. </p>
<p>Sob coordenação de Gustavo Duarte, os grupos Corpo Mais e Dança Mais reuniram dezenas de participantes em atividades semanais voltadas à promoção da saúde e à convivência. Já as ações coordenadas por Melissa Braz levaram atividades a idosos residentes na Vila Itagiba, instituição de longa permanência para pessoas idosas, e ao grupo Renascer, formado por mulheres que passaram pelo tratamento do câncer de mama. </p>
<p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-30-at-16.34.39-e1782848275728-1024x708.jpeg" alt="" width="700" height="484" /></p>
<p>A iniciativa também manteve parcerias com grupos da comunidade, como o Mexe Coração. Ao longo do projeto, dezenas de idosos participaram das atividades desenvolvidas dentro e fora da Universidade, enquanto docentes e estudantes construíram ações integradas de ensino, pesquisa e extensão voltadas ao envelhecimento.</p>
<p>Com o encerramento do ciclo de dois anos do PROEXT-PG, o professor Gustavo Duarte, do Centro de Educação Física e Desportos (CEFD), faz um balanço dos resultados alcançados pelo projeto, dos aprendizados construídos ao lado dos participantes e do que a experiência revelou sobre envelhecimento, convivência e combate à solidão.</p>
<p><b>Além do Arco — Depois desse período de atuação, o que vocês aprenderam sobre as principais necessidades das pessoas idosas de Santa Maria?</b></p>
<p><b>Gustavo Duarte—</b> Muitas coisas. Ainda há muita coisa para fazer, desde a acessibilidade dentro da Universidade e da cidade. Não há calçadas e adaptações suficientes para a população idosa. A gente está tentando buscar o selo de Cidade Amiga do Idoso, da Organização Mundial da Saúde. Rio Grande e Pelotas já têm, por exemplo. A ideia é construir, junto à prefeitura e outros parceiros, uma comissão para discutir o que Santa Maria precisa avançar nessa área.</p>
<p>O que a cidade pode fazer? Uma praça para idosos, um centro de referência, um centro-dia. O centro-dia é uma unidade pública destinada ao atendimento especializado de pessoas idosas durante o dia. É uma alternativa para quem precisa de acompanhamento, mas não necessita de institucionalização. Hoje nós não temos esse serviço em Santa Maria.</p>
<p>Também faltam locais públicos acessíveis, centros de convivência e mais profissionais preparados para trabalhar com o envelhecimento. Muitos idosos estão sozinhos, precisam de cuidadores e apoio. Eles vêm aos projetos, mas o nosso funciona apenas alguns dias da semana. E nos outros dias? Quem cuida do idoso? Então isso precisa ser pensado como política pública.</p>
<p><b>Além do Arco — E para além dessas questões estruturais, o que mais chamou a atenção de vocês durante o projeto?</b></p>
<p><b>Gustavo Duarte—</b> O que mais nos chamou atenção foi a questão da saúde mental. A maioria dos idosos participa de três ou quatro grupos, mas ainda assim enfrenta muita solidão e depressão. Eles chegam antes das atividades e vão embora depois porque querem conversar.</p>
<p>A gente está tentando ampliar atividades como sessões de cinema e rodas de conversa. Não só para fazer exercício. Vamos sentar, conversar e falar da vida. O idoso precisa conversar, precisa de abraço além da ginástica e da dança. Precisa de escuta sensível. Muitos estão sozinhos em casa. São viúvos, casais longevos, mulheres que vivem sozinhas. Muitas vezes a família não tem tempo de acompanhar, no máximo nos fins de semana.</p>
<p>Então, realmente, a solidão e a depressão aparecem muito. Foi um aprendizado importante para nós. A gente trabalhou toda a questão da saúde, mas percebeu que é preciso olhar também para a dimensão psicossocial, para os encontros, para a convivência e para as redes de apoio. Eles precisam dessa rede, desse suporte, que é o que a extensão faz há muito tempo e que, depois da pandemia, se tornou ainda mais necessário.</p>
[caption id="attachment_462" align="alignleft" width="600"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-30-at-16.34.40-3-300x237.jpeg" alt="" width="600" height="473" /> Professor Gustavo junto a participantes do projeto[/caption]
<p><b>Além do Arco — Houve algum resultado que surpreendeu vocês ao longo do projeto?</b></p>
<p><b>Gustavo Duarte—</b> Os homens continuaram e ficaram. A gente tinha só dois homens no projeto, agora a gente já tem acho que cinco ou seis. As próprias mulheres trazem os amigos viúvos, além dos companheiros. Outra coisa é que, além do nosso grupo, os idosos estão se encontrando fora. Domingo vão tomar chimarrão na Medianeira ou no Parque Itaimbé. Já foi um desdobramento do nosso projeto.</p>
<p><b>Além do Arco — Existe alguma história que represente bem o que vocês construíram nesses dois anos?</b></p>
<p><b>Gustavo Duarte—</b> Tem a dona Fausta. Ela tem 88 anos e não falta às quartas-feiras. Ela pega um ônibus ou dois lá da Tancredo Neves, Santa Marta, daquela região, para chegar. Ela faz ginástica, ela faz dança, mora sozinha, é autônoma, tá em outros grupos também. Ela faz questão de dizer que já começou lá  nos anos 1990 com o professor Juca [José Francisco Silva Dias, docente aposentado da UFSM que fundou o NIEaTI (Núcleo Integrado de Estudos e Apoio à Terceira Idade)]. Ela nunca reclama. A gente esquece que ela tem 88 anos.</p>
<p>Também tem um grupo de professoras aposentadas que estão na ginástica e na dança. Elas têm uma relação a partir do grupo. Vão no cinema, vão no teatro, fazem o figurino da dança. Agora duas delas vão a Joinville conosco para assistir ao Festival Internacional de Dança. É uma oportunidade que pode abrir a cabeça, apresentar outro mundo pra elas.</p>
<p><b>Além do Arco — Você atua diretamente com atividades de dança. O que a dança proporciona para esse público além do exercício físico?</b></p>
[caption id="attachment_461" align="alignleft" width="720"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/929/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-30-at-16.34.39-1.jpeg" alt="" width="720" height="672" /> Aulas de dança do projeto[/caption]
<p><b>Gustavo Duarte—</b> Toda atividade física é importante. Mas o que a dança proporciona, só ela proporciona. Ao mesmo tempo trabalha ritmo, coordenação, afetividade, musicalidade e novas conexões no cérebro. Porque é muita informação junto. Não é nem dupla tarefa, é tripla tarefa. São várias coisas ao mesmo tempo que uma simples coreografia trabalha no corpo e no cérebro: a coreografia tem que encaixar na música, interpretar um papel, ainda tem que segurar um objeto, né? Porque elas dançam com lenço, com sombrinha, com leque espanhol, com chapéu... É a percepção do espaço, do tempo, do ritmo.</p>
<p>E as aulas não param às quartas-feiras. Como a gente tem um grupo do WhatsApp, a gente filma a coreografia e posta lá.  Eu também coloco coisas do Festival de Dança Joinville, de balé, de Flamenco. É muito mais do que dançar. É o antes da dança e o depois. A dança não acaba só no corpo, tem um estudo teórico do grupo de dança. A gente está estudando os feminismos agora. Estamos fazendo a coreografia da história das mulheres, começamos com Gal, vai ter Elis Regina, Rita Lee… E eu não decido nada sozinho, elas estão implicadas no processo junto.</p>
<p><b>Além do Arco — E qual foi o impacto do projeto para os estudantes envolvidos?</b></p>
<p><b>Gustavo Duarte—</b> Eu tenho duas ou três mestrandas que nunca tinham trabalhado com idosos. Muitas delas estão colocando questões de gênero agora que não estavam presentes nos trabalhos sobre envelhecimento. O projeto delas de mestrado mudou e se qualificou a partir desse trabalho de campo, do que elas viram no Corpo Mais, no Dança Mais e nas outras ações do Feliz(c)idade.</p>
<p>Os mestrandos que passaram pelos projetos nesses dois anos ficaram mais apaixonados pelo envelhecimento. Muitos mudaram o foco das pesquisas a partir das questões que encontraram nos grupos.</p>
<p><b>Além do Arco — E pessoalmente, como essa experiência transformou você?</b></p>
<p><b>Gustavo Duarte —</b>  É  aquilo que não cabe no Lattes, que não tem como pontuar, né? Me transformou tanto como ser humano quanto como profissional. Fazer as coisas com mais calma, com paciência, com mais emoção, com mais afetividade, com mais significado. Como professor, dentro da sala de aula, me ajudou a planejar melhor minhas aulas, e como pesquisador também, porque há múltiplas velhices, não é só um envelhecimento.</p>
<p><b>Além do Arco — O projeto está chegando ao fim. O que vem pela frente?</b></p>
<p><b>Gustavo Duarte —</b> Eu acho que é o evento Feliz(c)idade. Era uma demanda que todos queriam. A gente veio do Acampavida, que começou com o professor Juca e o professor Marco [Aurelio Acosta, referência em Gerontologia). A gente fez duas edições do Feliz(c)idade e a terceira vai ficar para novembro ou dezembro. Agora já tem os grupos parceiros, entrou no calendário da UFSM. Cada vez mais professores querem dar oficinas. Então vamos ocupar uma lacuna muito grande que existia, retomando esse encontro com outra roupagem, outra cara.</p>
<p> </p>
<p><strong>Reportagem:</strong> Luciane Treulieb, jornalista<br /><br /><strong>Fotografias:</strong> Projeto Feli(z)cidade</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Encontro com o Geoparque Quarta Colônia mobiliza comunidade de Ivorá e destaca importância da participação popular na revalidação da UNESCO</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/06/30/encontro-com-o-geoparque-quarta-colonia-mobiliza-comunidade-de-ivora-e-destaca-importancia-da-participacao-popular-na-revalidacao-da-unesco</link>
				<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 18:42:57 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Diálogos Extensionistas]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[geoparques]]></category>
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		<category><![CDATA[Progredir Geoparque Caçapava]]></category>
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		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

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						<description><![CDATA[Ação promovida pela UFSM em parceria com o Quarta Colônia Geoparque Mundial da UNESCO integrou a Temporada de Inverno de Ivorá e reuniu moradores, visitantes e lideranças do território]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>A Praça Central de Ivorá recebeu, no dia 21 de junho, o Encontro com o Geoparque Quarta Colônia, atividade promovida pela Subdivisão de Geoparques da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), vinculada ao Programa Território Imembuy, em parceria com o Quarta Colônia Geoparque Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO). A iniciativa integrou a programação da Temporada de Inverno de Ivorá e reuniu cerca de 150 pessoas entre moradores do município, representantes dos demais municípios da Quarta Colônia, visitantes de Santa Maria, empreendedores e lideranças locais.</p>
<!-- /wp:paragraph --><!-- wp:paragraph -->
<p>O encontro teve como principal objetivo ampliar o diálogo entre o Geoparque e a comunidade, desenvolver o conhecimento da população sobre o significado de um Geoparque Mundial da UNESCO e incentivar o envolvimento dos moradores na preservação do patrimônio geológico, natural e cultural da região. A atividade também destacou a importância da participação da comunidade no processo de revalidação do título concedido pela UNESCO, etapa que será realizada entre os dias 15 e 19 de julho.</p>
<!-- /wp:paragraph -->		
													<img width="1024" height="771" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-22-at-09.40.04-PATRICIA-DE-FREITAS-FERREIRA-1024x771.jpeg" alt="" />													
													<img width="1024" height="771" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-22-at-09.40.13-1-PATRICIA-DE-FREITAS-FERREIRA-1024x771.jpeg" alt="" />													
		<h2 dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 18pt;margin-bottom: 4pt">Informação e aproximação com a comunidade</h2>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">A programação iniciou com a apresentação da administradora da Subdivisão de Geoparques da UFSM, Patrícia Freitas, que destacou a necessidade de manter um processo permanente de sensibilização da população. Segundo ela, embora o Geoparque Quarta Colônia já seja reconhecido como uma iniciativa de desenvolvimento territorial, ainda existem dúvidas sobre seu funcionamento e seus objetivos.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Durante a fala, Patrícia explicou o conceito de Geoparque Mundial da UNESCO, explicou sobre como o reconhecimento internacional beneficia o território e ressaltou que a participação da comunidade representa um dos pilares desse modelo de desenvolvimento. O encontro também proporcionou um espaço para o esclarecimento de dúvidas e para a aproximação entre a equipe do Geoparque e os moradores.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">A atividade demonstrou que o Geoparque vai além da preservação do patrimônio geológico. A proposta também incentiva a valorização da cultura local, da biodiversidade, da história, do turismo sustentável, da educação e do empreendedorismo, sempre com foco na melhoria da qualidade de vida da população e na construção de oportunidades para o território.</p>
<h2 dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 18pt;margin-bottom: 4pt">Preparação para a missão de revalidação</h2>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Outro destaque da programação foi a apresentação da diretora do Geoparque Quarta Colônia, Eduarda Brum, que abordou a missão de revalidação da UNESCO. A avaliação periódica verifica se o território mantém os critérios necessários para continuar integrando a Rede Global de Geoparques Mundiais da UNESCO.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Durante a apresentação, Eduarda explicou como acontece a visita dos avaliadores internacionais, apresentou as ações desenvolvidas pelo Geoparque nos últimos anos e destacou que o envolvimento da comunidade possui papel decisivo nesse processo. Moradores, empreendedores, gestores públicos, instituições de ensino e parceiros locais fazem parte da construção coletiva do Geoparque e representam elementos fundamentais para demonstrar a força da iniciativa.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">A diretora também ressaltou que cada ação desenvolvida ao longo dos últimos anos contribui para a manutenção do reconhecimento internacional da Quarta Colônia e amplia as possibilidades de desenvolvimento sustentável para os nove municípios que integram o território.</p>
<h2 dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 18pt;margin-bottom: 4pt">Educação patrimonial para crianças e famílias</h2>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Além das apresentações durante o encontro, o Geoparque da Quarta Colônia organizou e ofereceu atividades voltadas para diferentes públicos. Um dos destaques foi a oficina de pintura de fósseis, destinada às crianças. A atividade proporcionou uma experiência lúdica e educativa sobre o patrimônio geológico da região, despertou o interesse pela ciência e pela conservação dos bens naturais.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">As famílias também participaram das atividades e tiveram acesso a informações sobre a importância dos fósseis, das paisagens e dos demais elementos que tornam a Quarta Colônia um território de relevância internacional. Ao longo da tarde, o público participou ainda de sorteios de kits do Geoparque Quarta Colônia</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Parceria fortalece programação em Ivorá</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">O Encontro com o Geoparque integrou a programação da Temporada de Inverno de Ivorá, evento organizado pela Associação de Empreendimentos Turísticos de Ivorá. A parceria possibilitou a realização das atividades em conjunto e ampliou o alcance das ações junto à comunidade e aos visitantes.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Além do Encontro com o Geoparque, a programação contou com atrações como a Geofeira, espaço destinado à divulgação de produtos e iniciativas do território, além de brincadeiras tradicionais para as crianças, que valorizaram a convivência entre diferentes gerações e a identidade cultural da região.</p>
<h2 dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 18pt;margin-bottom: 4pt">Conhecimento que transforma o território</h2>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">A realização de encontros como esse contribui para aproximar a população do Geoparque Quarta Colônia e ampliar o sentimento de pertencimento em relação ao território. Quando a comunidade conhece sua história, seu patrimônio e as oportunidades geradas pelo reconhecimento da UNESCO, torna-se protagonista na preservação desses bens e na construção de um modelo de desenvolvimento sustentável.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Além de incentivar a conservação do patrimônio natural e cultural, a iniciativa também amplia a capacidade dos moradores para receber visitantes, compartilhar informações sobre a região e atuar como embaixadores do território. Esse envolvimento impulsiona o turismo sustentável, valoriza os empreendimentos locais e amplia as oportunidades de desenvolvimento econômico e social para toda a Quarta Colônia. </p>		
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-22-at-09.40.03-PATRICIA-DE-FREITAS-FERREIRA.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-06-22 at 09.40.03 - PATRICIA DE FREITAS FERREIRA" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-23-at-10.43.30-3-PATRICIA-DE-FREITAS-FERREIRA.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-06-23 at 10.43.30 (3) - PATRICIA DE FREITAS FERREIRA" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-23-at-10.45.25-1-PATRICIA-DE-FREITAS-FERREIRA.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-06-23 at 10.45.25 (1) - PATRICIA DE FREITAS FERREIRA" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-23-at-10.45.34-PATRICIA-DE-FREITAS-FERREIRA.jpeg" alt="WhatsApp Image 2026-06-23 at 10.45.34 - PATRICIA DE FREITAS FERREIRA" /></figure>			
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Texto: Laura Severo, bolsista de jornalismo da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Fotos: Patricia Freitas, Victor Maffini e Eduarda Brum</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Revisão: Catharina Viegas, revisora de textos da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</p>		
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_4-1024x1024.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-1024x1024.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM promove capacitação gratuita voltada a coleções musealizadas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/06/30/ufsm-promove-capacitacao-gratuita-voltada-a-colecoes-musealizadas</link>
				<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 18:35:02 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[antiga reitoria]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão nas Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Articulação e Fomento à Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=16776</guid>
						<description><![CDATA[A ação reuniu cerca de 60 pessoas e abordou técnicas de conservação preventiva de acervos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Na última quinta-feira (25), a Divisão de Museus da Pró-Reitoria de Extensão (PRE) e a Rede de Museus da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) realizaram o minicurso gratuito "Introdução à Conservação Preventiva: Diretrizes para a Preservação de Coleções Musealizadas". A iniciativa, relacionada à gestão de acervos históricos, científicos e culturais, contou com 100 inscrições.</p><p>Alinhada à Política Museal da UFSM, a oficina representa a primeira etapa de uma proposta de capacitação continuada em documentação museológica, catalogação, expografia e gestão de coleções. De acordo com a museóloga e chefe da Divisão de Museus da PRE, Aline Vargas, o objetivo do curso é qualificar e instrumentalizar operadores de trabalho em coleções de salvaguarda especificamente sobre a conservação preventiva. </p><p>A profissional explica que formas de restauração não foram abordadas devido à necessidade de expertise para a realização desse tipo de intervenção direta nas obras. “Considerei que estava falando com pessoas que talvez nunca tivessem tido contato com a instituição ainda, com o local de salvaguarda. Estou estudando a possibilidade de fazer uma experiência prática com o pessoal que participou da teoria e talvez fazer outras edições voltadas também à comunidade externa”, acrescenta.</p>		
										<figure>
										<img width="768" height="380" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/06/DSC0004-768x380.jpg" alt="" />											<figcaption>Aline Vargas ministra curso.</figcaption>
										</figure>
		<p>Sobre a aderência do público à proposta, Aline define como “uma feliz surpresa”. Ela conta que, desde que assumiu a Divisão, notava uma lacuna na Universidade em termos de interesse pelos acervos. “Quanto mais eventos são feitos, mais essa consciência do patrimônio material vai sendo evidenciada. Temos muitas coleções que são muito interessantes na Universidade, não só nos museus, mas também em laboratórios, acervos, mostras, entre outros locais”, afirma. </p><p>Um dos participantes foi o acadêmico de Licenciatura em História, Miguel Costa Martello. Além do interesse pessoal, o estudante afirma ter se inscrito no evento para aprofundar seus conhecimentos básicos em preservação, adquiridos por sua experiência como extensionista no Laboratório de Arqueologia, Sociedade e Cultura das Américas (LASCA). O setor, onde Aline atua também como museóloga, tem como missão promover a interação da sociedade com o patrimônio arqueológico por meio da preservação, pesquisa e comunicação dos bens arqueológicos sob a guarda da UFSM. </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"><em> </em></p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"><em>Texto e fotos: Kemyllin Haana Timm Dutra, jornalista da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).<br />Revisão: Catharina Viegas, revisora de textos da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</em></p> 		
													<img width="300" height="300" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_4-300x300.jpg" alt="" />													
													<img width="300" height="300" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-300x300.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Inaugurada nova exposição que explica origem dos mamíferos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/pgeec/2026/06/29/inaugurada-nova-exposicao-que-explica-origem-dos-mamiferos</link>
				<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 20:34:32 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Divulgação]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Cappa]]></category>
		<category><![CDATA[educacao em ciencias]]></category>
		<category><![CDATA[ensino de ciencias]]></category>
		<category><![CDATA[espaço não formal]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[ideiaufsm]]></category>
		<category><![CDATA[paleontologia]]></category>
		<category><![CDATA[ppgeci]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/pgeec/?p=1849</guid>
						<description><![CDATA[Na manhã desta segunda-feira, 29 de junho de 2026, o Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica (CAPPA/UFSM) viveu um momento marcante de celebração acadêmica e social. A discente da Licenciatura em Ciências Biológicas Ana Laura Doneda apresentou sua monografia e, logo em seguida, abriu oficialmente as portas da mais nova exposição do centro, fruto direto [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-path-to-node="3"><img class="size-medium wp-image-1851 alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/565/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-29-at-13.57.08-225x300.jpeg" alt="" width="225" height="300" />Na manhã desta segunda-feira, <b data-path-to-node="3" data-index-in-node="30">29 de junho de 2026</b>, o Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica (CAPPA/UFSM) viveu um momento marcante de celebração acadêmica e social. A discente da Licenciatura em Ciências Biológicas <b data-path-to-node="3" data-index-in-node="179">Ana Laura Doneda</b> apresentou sua monografia e, logo em seguida, abriu oficialmente as portas da mais nova exposição do centro, fruto direto de seu trabalho de pesquisa sob a orientação do Prof Luiz Caldeira com coorientação de Tamara Piovesan - pesquisadores do <a href="http://www.ufsm.br/ideia" target="_blank" rel="noopener">Grupo IDEIA Educação em Ciências</a> e vinculados ao PPG Educação em Ciências.</p>
<p data-path-to-node="4">O trabalho, intitulado <i data-path-to-node="4" data-index-in-node="23">"Educar com fósseis à sombra da árvore dos sinápsidos: a construção de uma exposição paleontológica"</i>, foi avaliado e aclamado pela banca examinadora em uma sessão híbrida, que conectou pesquisadores presencial e virtualmente. Avaliaram o texto os pesquisadores Bárbara Sepulvreda (UFPA - Museu Paraense Emilio Goeldi) e Voltaire Paes Neto (UFRJ- Museu Nacional) </p>
<h3 data-path-to-node="6"><b data-path-to-node="6" data-index-in-node="0">Da pesquisa para o público</b></h3>
<p data-path-to-node="7">Logo após a rodada de arguições e a deliberação da banca, os presentes puderam conferir em primeira mão a inauguração da mostra <b data-path-to-node="7" data-index-in-node="204">"À sombra da árvore dos sinápsidos"</b>. A exposição foi projetada por 12 meses por uma equipe multidisciplinar (além de Ana Laura, Tamara e Luiz, participaram da concepção e montagem a designer Débora Borges e a bióloga Alessandra Mesquita) e teve com financiamento CAPES, CNPq e PIBIC-UFSM. O objetivo principal é apresentar a trajetória evolutiva do grupo <i data-path-to-node="8" data-index-in-node="147">Synapsida</i> — linhagem que deu origem aos mamíferos —, valorizando o impressionante patrimônio fossilífero da <b data-path-to-node="8" data-index-in-node="255">Quarta Colônia<img class="size-medium wp-image-1850 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/565/2026/06/inauguracao_equipeq-300x225.jpeg" alt="" width="300" height="225" /></b>, no Rio Grande do Sul.</p>
<p data-path-to-node="7"><b style="font-size: revert;color: revert" data-path-to-node="11" data-index-in-node="0">O que os visitantes vão encontrar?</b></p>
<p data-path-to-node="12">Com uma abordagem acessível para todas as idades, a nova mostra do CAPPA reúne:</p>
<ul data-path-to-node="13">
<li>
<p data-path-to-node="13,0,0"><b data-path-to-node="13,0,0" data-index-in-node="0">Árvore filogenética</b> detalhada para compreender o caminho evolutivo até os mamíferos;</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="13,1,0"><b data-path-to-node="13,1,0" data-index-in-node="0">Painéis didáticos</b> com linguagem simples e ilustrativa;</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="13,2,0"><b data-path-to-node="13,2,0" data-index-in-node="0">Reconstruções paleoartísticas</b> que dão vida aos antigos habitantes da região;</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="13,3,0"><b data-path-to-node="13,3,0" data-index-in-node="0">Elementos do cotidiano paleontológico</b>, mostrando os bastidores de como a ciência é feita no campo e nos laboratórios.</p>
</li>
</ul>
<h3 data-path-to-node="15"><b data-path-to-node="15" data-index-in-node="0">Visite o CAPPA!</b></h3>
<p data-path-to-node="16">A inauguração consolida o compromisso do CAPPA/UFSM em estreitar os laços entre a produção científica de ponta e a sociedade. A exposição <i data-path-to-node="16" data-index-in-node="138">"À sombra da árvore dos sinápsidos"</i> <b data-path-to-node="16" data-index-in-node="174"><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/cappa" target="_blank" rel="noopener">já está aberta para visitação mediante agendamentos</a>.</b></p>
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													</item>
						<item>
				<title>SANTA SUMMIT 2026 PROMOVE SEGUNDO ENCONTRO PARA DEFINIÇÃO DAS VERTICAIS TEMÁTICAS</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2026/06/25/santa-summit-2026-promove-segundo-encontro-para-definicao-das-verticais-tematicas</link>
				<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 19:16:55 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[antiga reitoria]]></category>
		<category><![CDATA[centro de convenções]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão nas Redes]]></category>
		<category><![CDATA[Articulação e Fomento à Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 04]]></category>
		<category><![CDATA[ODS 17]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/?p=16740</guid>
						<description><![CDATA[Equipe organizadora da conferência avança na construção colaborativa de sua programação temática
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph /--><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Na última quinta-feira (17), o Santa Summit 2026 promoveu o 2º Encontro das Verticais Temáticas, etapa que integra o processo de construção colaborativa da programação da conferência. Realizada no Complexo Multicultural da Antiga Reitoria da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), a atividade reuniu especialistas, lideranças e demais interessados para discutir os principais desafios e oportunidades de desenvolvimento da Região Central do Rio Grande do Sul.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Reconhecido como uma das principais iniciativas voltadas à inovação, ao empreendedorismo e ao crescimento socioeconômico, o Santa Summit será realizado em novembro e terá a UFSM como instituição anfitriã. A organização do evento reúne o Hub de Inovação Social (Hub IS), vinculado à Coordenadoria de Cidadania (COCID) da Pró-Reitoria de Extensão (PRE/UFSM), o Inovacentro, a Prefeitura de Santa Maria, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), a Agência de Desenvolvimento de Santa Maria (ADESM) e a UFSM.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">A abertura ficou a cargo do professor de Publicidade e Propaganda da UFSM, Luciano Mattana, participante do núcleo organizador engajado no ecossistema de inovação de Santa Maria. Conduzidos pelo curador de conteúdo Mateus Piveta, os presentes trabalharam na definição de temas, debates e experiências que irão compor a programação. As atividades foram organizadas em sete verticais consideradas estratégicas para a região: Agro, Saúde, Indústria, Varejo e Serviços, Turismo, Startups e Arena Gov.</p>		
										<figure>
										<img width="768" height="384" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2026/06/DSC0022-1-768x384.jpg" alt="" />											<figcaption>Professor Luciano Mattana realizando a abertura do evento.</figcaption>
										</figure>
			<h4>Papel das verticais temáticas</h4>		
		<p>Segundo a organização, as verticais funcionam como espaços permanentes de governança econômica. Sua missão é fortalecer a articulação entre academia, governo, empresas e sociedade civil, em um modelo baseado na chamada quádrupla hélice da inovação. A proposta é que o Santa Summit ultrapasse o caráter de um evento pontual e se consolide como uma plataforma capaz de gerar conhecimento, conexões e projetos com impacto de longo prazo.</p>
<p>Entre os temas apontados pelos grupos de trabalho estão a sucessão familiar e a incorporação de tecnologias no agronegócio; a automação industrial e a aplicação da inteligência artificial nos negócios; além de avanços na área da saúde, com foco em robótica médica, saúde esportiva e longevidade. Também ganhou destaque a transformação digital no varejo, com soluções voltadas à experiência do consumidor e ao comércio eletrônico.</p>
<p>No turismo, os debates abordaram o desenvolvimento de destinos inteligentes, estratégias de marketing digital e a valorização de ativos locais, como o Distrito Verde, os geoparques e o turismo religioso. Já na Arena Gov foram discutidas ferramentas tecnológicas para a gestão pública e iniciativas de inovação aberta voltadas aos municípios da região.</p>
<p>No segmento de <i style="color: #000000;font-size: 1rem">startups</i>, foi destacada a necessidade de ampliar a visibilidade dos empreendimentos inovadores e criar oportunidades práticas de capacitação e geração de negócios. As conversas também apontaram áreas promissoras para a economia regional, como a chamada economia prateada, voltada ao desenvolvimento de produtos e serviços para pessoas com mais de 55 anos.</p>
<p>Outro tema relevante foi o potencial de Santa Maria para consolidar-se como hub logístico regional, aproveitando sua localização estratégica. No agronegócio, foram identificadas oportunidades de expansão por meio da adoção de novas tecnologias, qualificação profissional e fortalecimento das cadeias produtivas locais.</p>		
			<h4><p>Liderança, inovação e comunidade</p></h4>		
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Um dos focos do encontro foi ampliar a conexão entre startups e setores tradicionais da economia. A estratégia prevê ações de inovação aberta, permitindo que empresas consolidadas testem e validem soluções desenvolvidas por negócios inovadores. Também estão previstos painéis que reunirão especialistas de diferentes áreas e empreendedores de base tecnológica para discutir aplicações concretas dessas soluções.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Piveta destaca que o evento busca equilibrar debates globais sobre inovação com as demandas locais. “Esse equilíbrio se dá pela curadoria dos palestrantes. Especialistas de fora do RS trazem visão global, enquanto nomes regionais e cases locais mostram como empresas daqui traduziram tendências em ações práticas. Painéis mais aprofundados têm a função de conectar o que acontece no mundo aos dilemas concretos da região”, explica.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">A iniciativa integra uma agenda permanente voltada ao fortalecimento do ecossistema local. De acordo com a organização, o engajamento de lideranças, especialistas e representantes de diferentes segmentos é essencial para manter a articulação entre universidades, empresas, governo e sociedade civil.</p>		
			<h4><p>UFSM como parceira fundamental</p></h4>		
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">O coordenador da Incubadora Social e do Hub de Inovação Social da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), Lucas Ávila, ressalta que o Santa Summit representa apenas uma parte do trabalho desenvolvido ao longo do ano pelo ecossistema de inovação de Santa Maria. “O Santa Summit é o momento de mostrar os resultados construídos durante todo o ano, fortalecer conexões e projetar Santa Maria como referência em inovação”, afirma.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Segundo ele, esse ecossistema funciona como uma rede colaborativa formada por universidades, empresas, entidades de apoio ao empreendedorismo e poder público, mobilizados em torno de objetivos comuns: criar oportunidades, desenvolver projetos e impulsionar novos negócios. Ávila destaca a atuação da Incubadora Social (IS/UFSM) e do Hub IS como estruturas fundamentais para ampliar o conceito de inovação para além da tecnologia e dos negócios.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">De acordo com o coordenador, ambas as iniciativas atuam de forma integrada para promover desenvolvimento humano, sustentabilidade e transformação social. Ele também ressalta o papel do InovaCentro na captação de recursos, na aproximação entre investidores e empreendedores e no estímulo a novas parcerias. Para Ávila, a atuação dessas instituições reforça que o crescimento regional depende tanto da inovação tecnológica quanto da geração de impacto social e do fortalecimento das comunidades.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt"> </p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt"> </p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Texto e fotos: Kemyllin Haana Timm Dutra, jornalista da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Revisão: Catharina Viegas, revisora de textos da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).</p>		
													<img width="300" height="300" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_4-300x300.jpg" alt="" />													
													<img width="300" height="300" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/346/2020/09/ODS_17-300x300.jpg" alt="" />]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>TCC e inauguração da exposição "À sombra da árvore dos sinápsidos" marcam ações do Grupo Ideia e CAPPA</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/pgeec/2026/06/25/tcc-e-inauguracao-da-exposicao-a-sombra-da-arvore-dos-sinapsidos-marcam-acoes-do-grupo-ideia-e-cappa</link>
				<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 17:54:55 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Divulgação]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Cappa]]></category>
		<category><![CDATA[educacao em ciencias]]></category>
		<category><![CDATA[ensino de ciencias]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[formação de professores]]></category>
		<category><![CDATA[ideia]]></category>
		<category><![CDATA[ideiaufsm]]></category>
		<category><![CDATA[ppgeci]]></category>

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						<description><![CDATA[Nesse dia 29 de junho de 2026, pela manhã, ocorrem dois eventos que apresentam as ações do Grupo IDEIA &#8211; Educação em Ciências em parceria com o CAPPA &#8211; Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica. A partir das 9h ocorre a apresentação do Trabalho de Conclusão de Curso da Licenciatura em Ciências Biológicas intitulado &#8220;Educar [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p></p>
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<p><img class="size-medium wp-image-1846 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/565/2026/06/card_analaura_2026-300x300.jpeg" alt="" width="300" height="300" />Nesse dia 29 de junho de 2026, pela manhã, ocorrem dois eventos que apresentam as ações do <a href="http://www.ufsm.br/ideia" target="_blank" rel="noopener">Grupo IDEIA - Educação em Ciências</a> em parceria com o <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/cappa" target="_blank" rel="noopener">CAPPA - Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica</a>. <br />A partir das 9h ocorre a apresentação do Trabalho de Conclusão de Curso da Licenciatura em Ciências Biológicas intitulado "Educar com fósseis à sombra da árvore dos sinápsidos: a construção de uma exposição paleontológica" de autoria de Ana Laura Doneda, com orientação de Luiz Caldeira e Tamara Piovesan, pesquisadores do IDEIA.</p>
<p>Em seguida, haverá a cerimônia de inauguração da exposição "À sombra da árvore dos sinápsidos" no espaço da Mostra Paleontológica Irmãos Cargnin, no CAPPA. A exposição é composta por um inédito painel com réplicas em uma árvore filogenética que mostra a evolução dos sinápsidos, grupo que deu origem aos mamíferos atuais, dioramas e uma cena que reproduz um espaço de estudos de uma paleontóloga. A produção contou com o apoio de bolsas PIBIC-UFSM, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior Brasil (CAPES) - Código de Financiamento 001 e do CNPq - Bolsa de produtividade.  </p>
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<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>CineMental celebra 10 anos com sessão especial e lançamento de capítulo em e-book</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/25/cinemental-celebra-10-anos-com-sessao-especial-e-lancamento-de-capitulo-em-e-book</link>
				<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 12:47:55 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[antiga reitoria]]></category>
		<category><![CDATA[CineMental]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73375</guid>
						<description><![CDATA[Projeto da UFSM comemora uma década de atividades com exibição do documentário Sangue da Terra, debate com convidados e programação cultural gratuita]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="244" data-end="457">O projeto CineMental promove, nesta sexta-feira (26), uma edição especial em comemoração aos seus 10 anos de atividades. A programação ocorre às 15h30, na sala 301 da Antiga Reitoria da UFSM, com entrada gratuita.</p>
<p data-start="459" data-end="911">Além da celebração da primeira década do projeto, o evento marca o lançamento do capítulo "CineMental: o cinema como estratégia terapêutica", publicado no e-book <a href="https://repositorio.ufsm.br/bitstream/handle/1/36973/Identidades%2c%20Trajet%c3%b3rias%20e%20Perspectivas%20-%20ODH-PRE-UFSM.pdf?sequence=1&amp;isAllowed=y">Identidades, trajetórias e perspectivas</a>, organizado pelo Observatório dos Direitos Humanos da Pró-Reitoria de Extensão (PRE) da UFSM. A obra reúne experiências extensionistas da universidade e está disponível no Repositório Institucional da UFSM.</p>
<p data-start="913" data-end="1384">A programação inclui um momento cultural e a exibição do documentário <em data-start="983" data-end="1000">Sangue da Terra</em>, dirigido por Fabiano Foggiato Godinho. O filme acompanha a rotina de Paulo Roberto Moraes da Silva, catador de materiais recicláveis, retratando seu cotidiano, os desafios da profissão e a importância social e ambiental do trabalho realizado pelos recicladores. A produção foi viabilizada com recursos da Lei Paulo Gustavo, do Governo Federal, por meio da Prefeitura de Santa Maria.</p>
<p data-start="1386" data-end="1538">Após a sessão, haverá um debate com a participação do diretor Fabiano Foggiato Godinho e do protagonista do documentário, Paulo Roberto Moraes da Silva.</p>
<p data-start="1540" data-end="1706">A edição também presta homenagem ao Dia Mundial do Meio Ambiente, propondo uma reflexão sobre sustentabilidade, reciclagem, inclusão social e o cuidado com o planeta.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
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