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				<title>UFSM integra grupo de trabalho que vai rediscutir o projeto de viaduto na rótula da Avenida Roraima</title>
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				<pubDate>Fri, 24 Oct 2025 16:09:54 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Avenida Roraima]]></category>
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						<description><![CDATA[Estudos de professores alertam para riscos e impactos do projeto previsto para a RSC-287
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							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p dir="ltr"><span style="font-size: large">A UFSM propôs uma discussão conjunta para buscar soluções à duplicação da </span>RSC-287, a Faixa Nova de Camobi, especialmente quanto ao viaduto previsto na Avenida Roraima, na rótula de acesso ao Campus Sede. Esta foi a manifestação do diretor do Centro de Tecnologia (CT), Tiago Marchesan, futuro vice-reitor, em audiência pública realizada há poucos dias no CTG Sentinela da Querência, em Camobi.</p>
<p dir="ltr">Convidado para compor a mesa oficial, Tiago enfatizou a importância da duplicação da rodovia, mas revelou preocupação com a proposta do viaduto apresentada pela empresa paranaense vencedora da licitação, que resultaria em <span style="font-size: large">grandes paredes laterais das rampas, que encobririam o acesso à Universidade e dividiriam o bairro. </span></p>
<p dir="ltr">"O sentimento é de que a duplicação da Faixa Nova, principalmente no trecho urbano, da forma que está sendo realizada, divide o bairro ao meio, atravanca esse parque linear que é a Avenida Roraima, usada não só para trânsito, mas também para caminhadas, esportes, bicicletas, todos os modais de transporte", afirma.</p>
<div><span style="font-size: revert;color: initial">Como resultado da audiência pública, que reuniu cerca de 150 participantes, foi encaminhada a criação de um grupo de trabalho reunindo representantes da UFSM, Prefeitura, Câmara de Vereadores e entidades representativas do município para trabalhar uma solução técnica e articular junto ao Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer) e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) para que o projeto inicial não seja licitado.</span></div>
<div> </div>
<div><span style="color: initial;font-size: revert">"A UFSM se insere, junto com as demais entidades, nesse trabalho de viabilização de uma solução técnica. A Universidade tem pesquisadores qualificados, que podem auxiliar e colaborar na elaboração de um projeto melhor, em conversa com a sociedade e em sintonia com os interesses da comunidade", salienta Tiago, que é o representante da Universidade no grupo de trabalho.</span></div>
<div> </div>
<h3>Preocupações e recomendações</h3>
<p><span style="font-size: large">A pedido do Gabinete do Reitor, os professores Alejandro Ruiz Padillo, </span>do Laboratório de Mobilidade e Logística (Lamot), e Carlos Félix, do Grupo de Estudos em Mobilidade (GeMob), do Centro de Tecnologia (CT) da UFSM, encaminharam pareceres técnicos com análises convergentes que apontam preocupações e recomendações sobre o projeto de interseção entre a RSC-287 e a Avenida Roraima. As análises indicam a necessidade de revisão técnica e urbanística do projeto apresentado pela Engemin Engenharia ao Daer. </p>
<p>A proposta prevê que a RSC-287 seja elevada sobre a Avenida Roraima, substituindo a atual rotatória por um sistema de alças de acesso e retornos laterais. Essa configuração, segundo os documentos, levanta questionamentos sobre segurança, fluidez e integração urbana.</p>
<p><span style="font-size: large">O estudo do grupo GeMob destaca que a interseção já opera no limite de sua capacidade, especialmente nos horários de pico, quando coincidem o tráfego regional e o grande volume de veículos que entram e saem da UFSM. Porém, em relação à proposta apresentada, o parecer alerta para o risco de saturação das alças e retornos, caso não sejam dimensionados adequadamente, e para conflitos de tráfego entre os fluxos vindos da universidade e da ERS-509, a Faixa Velha.</span></p>
<p><span style="font-size: large">O relatório também ressalta impactos urbanísticos e ambientais decorrentes do viaduto em aterro, como ruído, alterações na drenagem, desapropriações e barreiras físicas que podem fragmentar o bairro. Além disso, chama atenção para o impacto visual e simbólico da estrutura na entrada principal da UFSM e para o risco de que os espaços sob o viaduto se tornem áreas de insegurança pública. </span></p>
<p><span style="font-size: large">Entre as recomendações, estão a realização de estudos detalhados de tráfego, a avaliação de alternativas de projeto — como rotatórias multiníveis ou soluções mistas — e a garantia de ciclovias, passagens de pedestres e pontos de ônibus seguros.</span></p>
<h3 dir="ltr">Necessidade de novos estudos</h3>
<p><span style="font-size: large">Já o parecer do Laboratório de Mobilidade e Logística reforça que a nova configuração proposta cria entrelaçamentos curtos e potencialmente perigosos na Avenida Roraima, além de interromper a ciclovia e calçadas existentes, contrariando as diretrizes do Plano de Mobilidade Urbana de Santa Maria. O documento também ressalta a necessidade de manter a continuidade e segurança da infraestrutura voltada a pedestres e ciclistas, e de garantir condições adequadas para o transporte coletivo que atende o Campus Sede e o Hospital Universitário de Santa Maria (HUSM).</span></p>
<p><span style="font-size: large">Os professores destacam que não tiveram acesso ao projeto detalhado nem aos dados de tráfego utilizados para embasar a proposta, o que limita a avaliação técnica e reforça a importância de mais transparência e de novos estudos de demanda e simulação. Também recomendam que a proposta considere medidas de mitigação ambiental e sonora, bem como um plano de fases de obra que minimize os impactos sobre a circulação local durante a construção.</span></p>
<p><span style="font-size: large">Ambos os pareceres concordam que o projeto, como está, pode gerar congestionamentos, riscos à segurança viária e perda de qualidade urbana se não forem feitos ajustes e estudos complementares. Assim, defendem uma avaliação integrada que envolva também a interseção da Avenida Roraima com a ERS-509, já sobrecarregada, para evitar o deslocamento de problemas de tráfego de um ponto para outro. </span></p>
<p><em>Foto: Felippe Richardt</em></p>
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