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				<title>Professores da UFSM são classificados como membros de comitês técnicos da Farmacopeia Brasileira</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/05/26/professores-da-ufsm-sao-classificados-como-membros-de-comites-tecnicos-da-farmacopeia-brasileira</link>
				<pubDate>Wed, 26 May 2021 12:23:48 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[anvisa]]></category>
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		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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						<description><![CDATA[Três docentes da UFSM estão entre os 80 profissionais de todo o país classificados pela Anvisa]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Os professores dos departamentos de Química, Érico Marlon de Moraes Flores, de Tecnologia e Ciência dos Alimentos, Juliano Smanioto Barin, e de Farmácia Industrial da UFSM, Clarice Madalena Bueno Rolim, foram novamente reconduzidos como membros dos Comitês Técnicos Temáticos da Farmacopeia Brasileira da Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa). A <a href="https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/farmacopeia/comites-tematicos" target="_blank" rel="noopener">divulgação</a> ocorreu em 18 de maio.</p>
<p>Os três docentes da UFSM estão entre os 80 profissionais de todo o país classificados para os 13 Comitês Técnicos Temáticos da Farmacopeia Brasileira. Ao contrário das demais composições dos Comitês, que eram feitos por indicação da Anvisa, desta vez houve um Edital de Chamamento Público, que estabeleceu critérios objetivos, como experiência comprovada e nível de titulação.</p>
<p>Para o professor Érico, classificado em 5º lugar entre mais de 300 candidatos, a nomeação para continuar participando da Farmacopeia Brasileira reflete o alto nível de exigência para os candidatos selecionados. Com mais esse mandato, o professor Érico completará duas décadas de trabalhos junto à Anvisa, o que reflete a contribuição que a UFSM tem dado para o estabelecimento dos métodos analíticos e dos padrões de qualidade dos fármacos comercializados no país.</p>
<p>O professor Juliano, classificado em 20° lugar geral, ressalta a importância da participação da UFSM nas atividades da Farmacopeia Brasileira, contribuindo significativamente para o desenvolvimento de substâncias químicas de referência que podem ser usadas não apenas para o controle da qualidade de fármacos e medicamentos, mas também alimentos e produtos veterinários.</p>
<p>A professora Clarice Madalena Bueno Rolim, classificada em 14° lugar geral, foi designada para assessorar a Anvisa na revisão das monografias de Especialidades Farmacêuticas para a Farmacopeia Brasileira. Esta indicação também evidencia o protagonismo dos professores do Departamento de Farmácia Industrial nesta área, os quais vêm contribuindo para a disponibilização de metodologias analíticas validadas, visando elevar a confiabilidade da avaliação da qualidade dos produtos farmacêuticos.</p>
<p><strong>Farmacopeia Brasileira</strong></p>
<p>A Farmacopeia Brasileira é o Código Oficial Farmacêutico seguido no Brasil, cuja primeira edição foi lançada em 1929. Tem como função principal estabelecer os requisitos mínimos de qualidade de medicamentos e outras formas farmacêuticas para uso em saúde. </p>
<p>Os colegiados da Farmacopeia Brasileira têm por objetivo assessorar a Agência Nacional de Vigilância Sanitária na revisão e atualização periódica dos compêndios e produtos da Farmacopeia Brasileira. A participação nos Comitês Técnicos Temáticos é considerada atividade de relevância pública e não remunerada. A quantidade máxima de vagas por comitê pode ser conferida no <a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/edital-de-chamamento-n-3-de-22-de-fevereiro-de-2021-304835378" target="_blank" rel="noopener">Edital de Chamamento Público</a>. </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Outras formas de testar o Botox</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/outras-formas-de-testar-o-botox</link>
				<pubDate>Sat, 15 Sep 2018 13:30:25 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[botóx]]></category>
		<category><![CDATA[ciências farmacêuticas]]></category>
		<category><![CDATA[farmácia industrial]]></category>
		<category><![CDATA[toxina botulínica]]></category>

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						<description><![CDATA[Pesquisa da UFSM cria um novo método para teste de potência da toxina botulínica tipo A]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <span style="font-weight: 400;">Ao ouvir o termo “botox”, é normal que venha à mente um rosto estático sem expressões faciais. E, de fato, a toxina botulínica é capaz de suavizar a aparência das linhas de expressão, levantar os cantos da boca e deixar a pessoa com uma aparência mais jovial. </span><span style="font-weight: 400;">Inclusive, segundo dados do último relatório da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (2016), o Brasil é o segundo país do mundo que mais usa a toxina botulínica, ficando atrás apenas dos Estados Unidos.</span>

&nbsp;

<span style="font-weight: 400;">Mas, para além dos fins cosméticos, existem outras formas de utilizar a substância. Alguns exemplos são os tratamentos para movimentos involuntários excessivos, como espasmos musculares, doença de Parkinson, dor, enxaqueca, suor excessivo e, até mesmo, estrabismo. Basicamente, a toxina pode ser aplicada para qualquer tratamento que necessite da paralisação de um músculo ou glândula para ser realizado.</span>

<span style="font-weight: 400;">
</span><img class="aligncenter size-full wp-image-4576" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/09/Box_3.png" alt="" width="800" height="302" />

<span style="font-weight: 400;">A estudante do Programa de Pós-graduação em Ciências Farmacêuticas Bruna </span><span style="font-weight: 400;">Xavier</span><span style="font-weight: 400;"> desenvolveu sua pesquisa de mestrado, dentro do Centro de Desenvolvimento de Testes e Ensaios Farmacêuticos (CTEFAR), sobre a avaliação de potência e teor da toxina botulínica.</span>

&nbsp;

<span style="font-weight: 400;">Essa avaliação consiste no controle de qualidade das marcas que comercializam a toxina, já que existem outras além do Botox, mas todas com a mesma finalidade cosmética e terapêutica de uso profissional. Ela analisa se a quantia de toxina botulínica indicada na embalagem é realmente a que está presente no produto e se a substância não oferece riscos para a saúde do paciente, que vão desde a paralisia até o óbito.</span>

&nbsp;

<img class="aligncenter size-large wp-image-4578" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/09/UFSM.2018.040.013-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" />

<span style="font-weight: 400;">Esse teste é necessário porque não há um padrão internacional, e cada marca utiliza a quantidade específica de unidades</span> <span style="font-weight: 400;">da toxina misturada com excipientes (diluidores para estabilizar e proteger a proteína). “</span><span style="font-weight: 400;">As análises são baseadas em um padrão, mas cada empresa possui o seu próprio padrão. Por isso, 10 unidades de um produto não têm o mesmo efeito que 10 unidades de outra marca”, explica Bruna.</span>

&nbsp;

<span style="font-weight: 400;">O diferencial proposto na dissertação, defendida no início do mês de agosto, é dar a opção para que o ensaio seja feito </span><i><span style="font-weight: 400;">in vitro, </span></i><span style="font-weight: 400;">ou seja, utilizando modelos celulares</span><i><span style="font-weight: 400;">, </span></i><span style="font-weight: 400;">ao invés de testes </span><i><span style="font-weight: 400;">in vivo, </span></i><span style="font-weight: 400;">realizados em camundongos. Baseado no conceito dos 3Rs (Reduzir, Reutilizar e Reciclar), busca-se fazer a substituição, o aprimoramento e a redução do uso de animais em testes científicos.</span>

&nbsp;

<b>Como funcionam os métodos alternativos?</b>

<img class="aligncenter size-large wp-image-4579" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/09/UFSM.2018.040.044-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" />

<span style="font-weight: 400;">Para a realização da pesquisa, dois tipos de ensaios </span><i><span style="font-weight: 400;">in vitro </span></i><span style="font-weight: 400;">são realizados e ambas as técnicas são combinadas com testes </span><i><span style="font-weight: 400;">in vivo</span></i><span style="font-weight: 400;">. Um deles é o físico-químico, que utiliza HPLC, uma máquina que faz a separação, avaliação e detecção das atividades estruturais da molécula. O segundo método consiste em cultivar células em uma garrafa para que se desenvolvam e se reproduzam. No dia do ensaio, uma quantia é retirada da garrafa, contabilizada e colocada para incubação por 24 horas. Depois é aplicada a toxina botulínica em cada célula e se observa o quanto inibiu das proliferação mesmas. Quanto mais inibe, maior a potência da toxina para seu uso cosmético e clínico, como, por exemplo, para o tratamento do câncer (ainda estão sendo realizadas pesquisas sobre o uso da toxina no tratamento do câncer de mama e de estômago).</span>

&nbsp;

<span style="font-weight: 400;">Na atualidade, não é possível adotar apenas o método</span><i><span style="font-weight: 400;"> in vitro, </span></i><span style="font-weight: 400;">porque o teste em camundongos é uma exigência da Anvisa. Por isso, Bruna elucida que realiza estudos com métodos alternativos para que possa sugerir novos procedimentos que sejam aplicados não em substituição, mas em conjunto. A expectativa, segundo a pesquisadora, é de que “no futuro, possa substituir o uso de animais.”</span>

&nbsp;

<span style="font-weight: 400;">O método ainda está sendo aprimorado, já que é totalmente inovador no mundo da ciência relacionada à toxina botulínica. Porém, Bruna tem a previsão de que até o final de seu doutorado, em 2022, a técnica seja validada pelo laboratório como precisa e reprodutível.</span>

&nbsp;

<img class="aligncenter size-large wp-image-4580" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/09/UFSM.2018.040.023-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" />

<span style="font-weight: 400;"><strong>Reportagem:</strong> Paola Jung, acadêmica de Jornalismo</span>

<span style="font-weight: 400;"><strong>Edição:</strong> Andressa Motter e Tainara Liesenfeld, acadêmicas de Jornalismo</span>

<span style="font-weight: 400;"><strong>Fotografia:</strong> Rafael Happke</span>]]></content:encoded>
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