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				<title>Estudantes da UFSM vencem prêmio de Jornalismo da Secretaria do Meio Ambiente do RS</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/10/30/estudantes-da-ufsm-vencem-premio-de-jornalismo-da-secretaria-do-meio-ambiente-do-rs</link>
				<pubDate>Thu, 30 Oct 2025 13:46:35 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
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						<description><![CDATA[Cerimônia de entrega dos troféus aconteceu no dia 29 de outubro, no Jardim Botânico, em Porto Alegre]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Dois trabalhos de estudantes do curso de Jornalismo da UFSM, do campus Santa Maria, foram vencedores na categoria jornalismo universitário do </span><a href="https://www.estado.rs.gov.br/governo-anuncia-os-vencedores-do-premio-sema-fepam-de-jornalismo-ambiental-2025"><span style="font-weight: 400">Prêmio Sema-Fepam de Jornalismo Ambiental</span></a><span style="font-weight: 400">. O anúncio dos premiados e a entrega dos troféus aconteceu na quarta-feira (29), no Jardim Botânico de Porto Alegre, em cerimônia realizada pela Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema).</span></p>
[caption id="attachment_71140" align="alignright" width="529"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-30-at-10.07.02.jpeg"><img class="wp-image-71140" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-30-at-10.07.02-300x258.jpeg" alt="Foto colorida e horizontal de quatro jovens que estão lado a lado, sorrindo e segurando prêmios. Da esquerda para a direita: um homem de óculos veste camisa bege e segura um certificado, uma mulher de cabelo loiro veste vestido preto e segura um troféu com mosaico colorido, outro homem, também segura um troféu semelhante e veste camisa preta e o quarto homem, de óculos e bigode, veste camisa azul e segura um certificado. Ao fundo, várias pessoas estão em pé, em um ambiente iluminado, com árvores e decoração de natureza." width="529" height="455" /></a> Estudantes de Jornalismo João Victor Souza, Jessica Mocellin, Pedro David Moro e Alexandre La-Bella (Foto: Mariana Henriques)[/caption]
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><b>Os trabalhos premiados</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Em primeiro lugar ficou o podcast narrativo “</span><a href="https://www.instagram.com/margempodcast"><span style="font-weight: 400">À margem</span></a><span style="font-weight: 400">” e, na segunda posição, a reportagem em quadrinhos “</span><a href="https://www.ufsm.br/2025/05/13/hq-ansiedade-climatica"><span style="font-weight: 400">Quando a rua enche</span></a><span style="font-weight: 400">”. Ambos os trabalhos foram encaminhados pelo estudante Pedro Pagnossin Moro ao edital da Secretaria de Meio Ambiente e Infraestrutura do Rio Grande do Sul (Sema) e da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O trabalho em áudio foi produzido em conjunto com Alexandre La Bella, Jessica Mocellin e João Victor Souza para a disciplina de Radiojornalismo III, ministrada pelo professor Maicon Kroth, e veiculado no Spotify. Já a HQ foi feita para a Agência de Notícias, sob a supervisão do jornalista Maurício Dias, e foi publicada no site e nas redes sociais da UFSM.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ambas as produções tratam das consequências da crise climática causada pelas enchentes de 2024 na vida de moradores que vivem às margens do Arroio Cadena no Bairro Urlândia, em Santa Maria. Entre os temas abordados está a ansiedade climática, sentimento de aflição quando chove – ou ocorrem outros fenômenos naturais – por pessoas que sofreram perdas de entes queridos, animais de estimação, moradias, negócios, móveis e/ou objetos pessoais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além de moradores atingidos pelas enchentes, os estudantes ouviram fontes especializadas, como a coordenadora do Plano Municipal de Redução de Riscos, Andrea Nummer; o secretário adjunto de Resiliência Climática e Relações Comunitárias, Edson Neves; a psicóloga especialista em situações de Emergências e Desastres, Melissa Couto; e o meteorologista Murilo Lopes, da UFSM.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Pedro celebrou a conquista ainda durante a formação: “Receber esse prêmio significa que fomos bons jornalistas e que conseguimos tratar as histórias com ética e dignidade. Para mim e para os meus colegas que produzem o podcast, estar entre os premiados reforça a importância da nossa profissão e o quanto ela é necessária, ainda mais quando pensamos no futuro do mundo. Poder contribuir de forma tão marcante, mesmo ainda estudantes, mostra que estamos no caminho certo.” </span></p>
<p><b>O Prêmio</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">O Prêmio Sema-Fepam de Jornalismo Ambiental reconhece trabalhos jornalísticos voltados à sustentabilidade, às mudanças climáticas e ao uso consciente dos recursos naturais e energias limpas. </span><span style="font-weight: 400">Com o tema “Construindo juntos um futuro mais forte para o RS”, a </span><a href="https://sema.rs.gov.br/premiojornalismoambiental2025"><span style="font-weight: 400">terceira edição do prêmio</span></a><span style="font-weight: 400"> reforçou a importância da união da sociedade na reconstrução adaptada e resiliente frente aos eventos meteorológicos extremos que impactam o Estado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A edição de 2025 registrou recorde de participação, com 235 trabalhos concorrendo nas seis categorias: fotojornalismo, webjornalismo, jornalismo impresso, radiojornalismo ou </span><i><span style="font-weight: 400">podcast</span></i><span style="font-weight: 400">, telejornalismo e jornalismo universitário.</span></p>
<p><em>Com informações da Ascom/Sema</em></p>
[caption id="attachment_71139" align="aligncenter" width="841"]<img class=" wp-image-71139" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/10/29214728_2225754_GDO-300x169.jpeg" alt="Fotografia horizontal colorida com várias pessoas em cima de um palco, uma ao lado da outra, segundo os prêmios" width="841" height="474" /> Vencedores das seis categorias foram reconhecidos na cerimônia (Foto: Igor de Almeida/Ascom Sema)[/caption]
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Estudantes de Jornalismo são finalistas de Prêmio Sema-Fepam</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/10/07/estudantes-de-jornalismo-sao-finalistas-de-premio-sema-fepam</link>
				<pubDate>Tue, 07 Oct 2025 13:38:48 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[agência de notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade climatica]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[crise climática]]></category>
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		<category><![CDATA[prêmio jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[resiliência climática]]></category>

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						<description><![CDATA[Dos dois trabalhos, um foi feito como atividade do curso e o outro como conteúdo da Agência de Notícias
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Dois trabalhos de estudantes do curso de Jornalismo do campus sede foram selecionados entre os finalistas do Prêmio Sema-Fepam de Jornalismo Ambiental. Uma das produções foi feita como atividade do curso e a outra como conteúdo da Agência de Notícias da UFSM. A lista, divulgada nesta segunda (6), contempla, ainda, reportagens feitas por profissionais de empresas de comunicação.&nbsp;</p>
<p>O podcast narrativo “<a href="https://www.instagram.com/margempodcast">À margem</a>” e a reportagem em quadrinhos “<a href="https://www.ufsm.br/2025/05/13/hq-ansiedade-climatica">Quando a rua enche</a>” foram encaminhados pelo estudante Pedro Pagnossin Moro ao edital da Secretaria de Meio Ambiente e Infraestrutura do Rio Grande do Sul (Sema) e da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam). O trabalho em áudio foi produzido em conjunto com Alexandre La Bella, Jessica Mocellin e João Victor Souza para a disciplina de Radiojornalismo III, ministrada pelo professor Maicon Kroth, e veiculado no Spotify. Já a HQ foi feita para a Agência de Notícias, sob a supervisão do jornalista Maurício Dias, e foi publicada no site e nas redes sociais da UFSM.</p>
<p>Ambas as produções tratam das consequências da crise climática causada pelas enchentes de 2024 na vida de moradores que vivem às margens do Arroio Cadena no Bairro Urlândia, em Santa Maria. Entre os temas abordados está a ansiedade climática, sentimento de aflição quando chove - ou ocorrem outros fenômenos naturais - por pessoas que sofreram perdas de entes queridos, animais de estimação, moradias, negócios, móveis e/ou objetos pessoais.&nbsp;</p>
<p>Além de moradores atingidos pelas enchentes, os estudantes ouviram fontes especializadas, como a coordenadora do Plano Municipal de Redução de Riscos, Andrea Nummer; o secretário adjunto de Resiliência Climática e Relações Comunitárias, Edson Neves; a psicóloga especialista em situações de Emergências e Desastres, Melissa Couto; e o meteorologista Murilo Lopes, da UFSM.</p>
<p>“Trabalhar com jornalismo ambiental tem sido uma experiência marcante, ainda mais experimentando diferentes formatos. Foi desafiador contar algo tão recente e que afetou tanta gente, mas também muito importante. No podcast, buscamos dar voz às pessoas e entender melhor o impacto das chuvas e na HQ, tentei traduzir tudo isso de forma mais sensível e visual”, comentou o Pedro. O universitário e bolsista da Coordenadoria de Comunicação Social ainda ressalta a relevância de tratar sobre meio ambiente: “Acredito que esse tipo de trabalho faz a gente repensar o papel do jornalismo em tempos de crise climática”.</p>
<p>A <a href="https://sema.rs.gov.br/premiojornalismoambiental2025">terceira edição do Prêmio</a> da Sema-Fepam de Jornalismo Ambiental tem como tema "Construindo juntos um futuro mais forte para o RS". O objetivo da premiação é reconhecer produções jornalísticas que tratam de meio ambiente, mudanças climáticas, uso consciente dos recursos naturais e energias limpas.</p>		
										<figure>
										<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/05/01.jpg" title="" alt="Quadro colorido vertical com o título &quot;Quando a rua enche&quot;. O quadro mostra o repórter de costas e uma fonte, um senhor de idade, desenhados de forma estilizadas. Os dois estão de costas e andam por uma rua não asfaltada. Dos dois lados, estão casas de um piso, árvores, postes de energia e um cachorro caramelo. Acima, o céu cinzento, com alguns pássaros voando baixo." loading="lazy" />											<figcaption></figcaption>
										</figure>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Produção agropecuária sustentável: projeto da UFSM estuda utilização de fertilizante orgânico para adubação do solo</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/11/10/producao-agropecuaria-sustentavel</link>
				<pubDate>Fri, 10 Nov 2023 12:30:27 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[adubo orgânico]]></category>
		<category><![CDATA[fepam]]></category>
		<category><![CDATA[mapa]]></category>
		<category><![CDATA[Politécnico]]></category>

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						<description><![CDATA[Estudos realizados no Colégio Politécnico apontam resultados vantajosos para o meio ambiente]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Nos últimos dias um forte cheiro foi sentido em diversas localidades de Santa Maria. Alguns indícios apontam que o odor pode ter vindo da aplicação de 40 toneladas de esterco de peru, uma espécie de adubo orgânico, em áreas agrícolas da UFSM,</span> <span style="font-weight: 400">entre terça (6) e quarta-feira (7). A utilização de fertilizantes de origem animal visa diminuir a dependência de produtos químicos</span> <span style="font-weight: 400">na adubação do solo e é feita na UFSM há mais de 4 anos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para este semestre, a UFSM comprou mais de 140 toneladas de adubação orgânica, que já foi utilizada para pesquisas em áreas menores e teve bons resultados. Isso permitiu que se reduzisse a utilização e dependência do adubo químico</span><span style="font-weight: 400">. Os professores Luciano Pes, Ivan Maldaner e Marcelo Farias, do Colégio Politécnico, são responsáveis pelos experimentos de manejo do solo. Farias destaca que, mesmo se a substituição do produto químico não ocorrer de forma completa, os resultados das pesquisas indicam que os adubos orgânicos podem ser utilizados. “É justamente isso, buscar uma produção mais sustentável e depender menos do químico, que são produtos oriundos do petróleo [...] Além disso, o [fertilizante] químico é bem mais custoso do que o orgânico”, completa o professor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Por conta do mau tempo e da previsão de chuva para os próximos dias, ainda não há uma data para uma nova aplicação do produto - que é licenciado pela Fundação Estadual de Proteção Ambiental (FEPAM), pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) e pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), e que não oferece risco à saúde da população. Além disso, a FEPAM também realiza uma avaliação sobre a última aplicação do adubo orgânico, com o objetivo de identificar se algum importuno foi causado pelo produto. </span></p>
<h3>Odor Indesejado</h3>
<p><span style="font-weight: 400">A aplicação de adubos orgânicos é comum em áreas da UFSM, tanto para ensino quanto para pesquisa, e é segura para a saúde. Agora, os professores do Politécnico estão desenvolvendo um projeto para a troca total de seus fertilizantes para o adubo orgânico, o que justifica a última aplicação em uma área maior do que as anteriores, cerca de 14 hectares. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O mau cheiro que exala da adubação orgânica ocorre porque pode haver nitrogênio em excesso no composto e os microrganismos não conseguem o assimilar por inteiro. Isso faz com que ele volte ao ambiente com cheiro de amônia</span><b>.</b><span style="font-weight: 400"> Como as aplicações eram feitas em locais e com quantidades menores, o odor costumava não ser sentido em grande escala. Outro fator que contribuiu para que, desta vez, ele tenha sido mais forte, foi o calor extremo marcado na tarde de terça-feira, o primeiro dia de aplicação, com sensação térmica de aproximadamente 40°C.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No entanto, os pesquisadores responsáveis afirmam ser improvável que o cheiro do adubo aplicado tenha se espalhado por toda a região de Santa Maria, mas concordam que não há como estimar o seu alcance, pois isso depende da temperatura do ambiente, da umidade do ar e dos ventos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As operações estão suspensas até que os resultados de uma avaliação mais detalhada da FEPAM sejam entregues.</span></p>
<p><em><span style="font-weight: 400">Texto: Andreina Possan, estudante de jornalismo e estagiária da Agência de Notícias<br />Edição: Mariana Henriques, jornalista</span></em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM realiza trabalho de poda, corte e plantio de espécies arbóreas no campus sede</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/06/20/licenca-de-operacao-autoriza-poda-e-corte-de-arvores-exoticas-no-campus-sede-da-ufsm</link>
				<pubDate>Mon, 20 Jun 2022 14:08:07 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Cappa]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia florestal]]></category>
		<category><![CDATA[fepam]]></category>
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		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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		<category><![CDATA[planejamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[proinfra]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Arco]]></category>

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						<description><![CDATA[No caso de plantas nativas, processo exige autorização da Fepam e compensação florestal]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Desde 2020, a Universidade Federal de Santa Maria</span>, realiza a poda e o corte seletivo de árvores exóticas que colocam em risco edificações e pedestres. Para isso, um estudo é feito determinando quais plantas ameaçam a segurança no local ou causam riscos para fiações, entupimentos de calhas ou problemas em edificações. Os cortes são planejados e efetuados mediante autorização de órgãos ambientais.<span style="font-weight: 400"> Concedida pela Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam), a </span><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/609/2021/03/Licenca-de-Operacao-UFSM.pdf" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400">Licença de Operação</span></a><span style="font-weight: 400"> auxilia na retirada de árvores que não são nativas e ameaçam a segurança do local. Já o corte de nativas é compensado através da escolha do cultivo propício para a região. A poda só é realizada através de pedidos feitos e autorizados pela Fepam. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A cartilha </span><a href="http://www.ibama.gov.br/phocadownload/biodiversidade/especies-exoticas-invasoras/2019/2019-Estrategia_Especies_Exoticas_Invasoras_folder_v2.pdf" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400">Estratégia Nacional para Espécies Exóticas Invasoras Projeto - Pró-Espécies: Todos contra a extinção,</span></a><span style="font-weight: 400"> produzida pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), tem como objetivo mostrar as diferenças de espécies invasoras e nativas, bem como exemplificar a importância da manutenção de árvores nativas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O documento explica a diferença entre espécie exótica e exótica invasora. A primeira é definida como “espécie, subespécie ou táxon de hierarquia inferior ocorrendo fora de sua área de distribuição natural passada ou presente. Inclui qualquer parte, como gametas, sementes, ovos ou propágulos que possam sobreviver e subsequentemente reproduzir-se". Já a segunda é definida como "espécie exótica cuja introdução e/ou dispersão ameaçam a diversidade biológica". No item 3.2 da licença de operação, a Universidade fica autorizada também a evitar que este tipo de árvore apareça pelo Campus Sede. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A chefe do Setor de Planejamento Ambiental da UFSM, engenheira sanitarista e ambiental Nicolli Reck, relata que o corte de árvores exóticas é autorizado junto à Fepam. “Tudo que for exótico a gente pode cortar sem autorização, que é o caso, por exemplo, o mais comum aqui na UFSM, pinos e eucalipto, o paisagismo já está autorizado a cortar. No entanto, embora autorizado pela Fepam, nada será feito sem análise do Setor de Planejamento Ambiental da Universidade, sobre a real necessidade de corte”, complementa. A </span><span style="font-weight: 400">bióloga e professora Marilise Mendonça Krügel, também da equipe da Pró-Reitoria de Infraestrutura (Proinfra), conta que, </span><span style="font-weight: 400">além de eucalipto e pinus, plantados para fins de ensino e pesquisa, também são encontradas no Campus Sede outras espécies arbóreas exóticas, como goiabeira, ligustro, uva-do-japão, jambolão, ameixeira, amora, abacateiro, jasmim-manga, tipuana, extremosa, cinamomo, plátano e cipreste. </span></p>
<h3>Árvores nativas requerem autorização da Fepam</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Já a poda - ultrapassando ⅓ da copa - ou o corte em árvores nativas exige uma autorização geral da Fepam anexa ao processo, e junto dela, uma planta de localização com todas as informações da área, o inventário florestal, laudo da cobertura vegetal e laudo técnico-paleontológico da área. Além disso, a cada processo aberto cobra-se uma taxa e espera-se para a análise. Após o corte de uma árvore nativa, é preciso que seja feita a compensação desta, e isso leva em conta vários fatores. </span></p>
[caption id="attachment_58913" align="alignright" width="540"]<img class="wp-image-58913" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/06/WhatsApp-Image-2020-12-02-at-10.45.16.jpeg" alt="" width="540" height="405" /> Plantio de espécies nativas ao longo da Av. Roraima[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Marilise pontua que é necessário considerar os grupos sucessionais e funcionais das espécies. “Quanto aos grupos sucessionais, priorizamos o plantio de espécies pioneiras e secundárias (estas subdivididas em iniciais e tardias). Espécies pioneiras produzem grande número de sementes, crescem a pleno sol, apresentam crescimento rápido e geralmente apresentam ciclo de vida curto (em torno de 10 anos). Espécies secundárias iniciais também têm crescimento rápido e crescem a pleno sol”, explica. Ela complementa que a escolha também se relaciona com a disponibilidade de mudas nos viveiros florestais e do local do plantio. Ao longo da execução do trabalho, desde 2020, <a href="https://www.ufsm.br/2020/12/11/ufsm-realiza-plantio-de-especies-nativas-no-campus-sede-e-na-avenida-roraima/">mais de 15 espécies nativas e centenas de mudas já foram plantadas no campus e na Av. Roraima</a>: jacarandá-mimoso, goiabeira-serrana, araçá, araticum, guabiroba do campo, angico vermelho, pata-de-vaca rosa, ipê roxo, cangerana, cedro, camboatá vermelho, açoita-cavalo, falso barbatimão, caroba, corticeira do banhado, dedaleiro, sibipiruna e ingazeiro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As demandas mais recorrentes são as que atrapalham fiação elétrica e telhados e o entupimento de calhas. “Os pedidos têm surgido cada vez mais tendo em vista estes problemas, e com toda a questão de necessidade de autorização, caso o corte ultrapasse 1/3 da copa de nativas, como diz a lei, pode demorar um pouco”, relata a engenheira. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O Setor de Planejamento Ambiental trabalha junto ao Setor de Urbanismo e Paisagismo para a realização destes serviços, além de receber apoio de professores do Departamento de Engenharia Florestal e do Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica (Cappa) para a realização dos laudos necessários. Além de ser um trabalho buscando a segurança do ambiente e de quem vive ao redor do Campus Sede, é também pensado para apreciação das flores e frutos. A Revista Arco produziu uma reportagem listando </span><a href="https://ufsm.br/r-601-9296" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400">15 espécies de árvores frutíferas</span></a><span style="font-weight: 400"> dispostas pelo Campus.</span></p>
<p><em>Texto: Letícia Klusener, acadêmica de Jornalismo, bolsista da Agência de Notícias</em><br /><em>Foto de capa: Daniel Michelon de Carli/Unidade de Comunicação Integrada<br />Foto do texto: Erli Bolzan</em><br /><em>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</em></p>
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