<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>		<rss version="2.0"
			xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
			xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
			xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
			xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
			xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
			xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
					>

		<channel>
			<title>UFSM - Feed Customizado RSS</title>
			<atom:link href="https://www.ufsm.br/busca?rss=true&#038;tags=flora" rel="self" type="application/rss+xml" />
			<link>https://www.ufsm.br</link>
			<description>Universidade Federal de Santa Maria</description>
			<lastBuildDate>Sat, 01 Aug 2026 02:36:08 +0000</lastBuildDate>
			<language>pt-BR</language>
			<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
			<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.2</generator>

<image>
	<url>/app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico</url>
	<title>UFSM</title>
	<link>https://www.ufsm.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
						<item>
				<title>Jardim Botânico da UFSM passa a integrar rede internacional</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/18/jardim-botanico-da-ufsm-passa-a-integrar-rede-internacional</link>
				<pubDate>Mon, 18 May 2026 16:01:56 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[bioma pampa]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[flora]]></category>
		<category><![CDATA[jardim botânico]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72851</guid>
						<description><![CDATA[Com mais de 40 anos de atuação, o espaço agora faz parte da BGCI, organização que reúne jardins botânicos de mais de 100 países e fortalece ações de pesquisa e preservação da biodiversidade
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <img width="1024" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/Design-sem-nome-2-1024x576.jpg" alt="Foto colorida na horizontal que mostra, ao centro, uma moldura digital preta com o certificado oficial da Botanic Gardens Conservation International (BGCI), que reconhece o Jardim Botânico da UFSM como membro da organização. O certificado aparece em tom de verde claro, com escritos em branco e a logo da BGCI no topo, em inglês. Ao fundo da moldura, aparece uma árvore do jardim com folhas secas em tons alaranjados misturadas a folhas verdes." />													
		<p>O Jardim Botânico da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) passou a integrar a Botanic Gardens Conservation International (BGCI), organização internacional que reúne jardins botânicos de mais de 100 países. Localizado no prédio 13F do cam´pus sede e vinculado ao Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE), o espaço divulgou a novidade em suas redes sociais no dia 7 de maio. A conquista representa um marco para o Jardim Botânico, que agora passa a fazer parte de uma rede global voltada à conservação da biodiversidade vegetal.</p><p>De acordo com a diretora do Jardim Botânico, Simone Messina Gomez, a integração à rede internacional é um objetivo de longa data da gestão e deve contribuir diretamente para o desenvolvimento das atividades de conservação e pesquisa realizadas na universidade. “A BGCI atua na conservação da biodiversidade em nível mundial e nos oferece referenciais e modelos a seguir. Ainda temos muito a aprender sobre práticas de conservação com eles”, destaca a diretora. </p><p>Fundada em 1987, no Reino Unido, a BGCI é uma organização independente voltada à preservação da diversidade vegetal. A entidade reúne jardins botânicos e centros de conservação de diferentes nações, promovendo ações de pesquisa, educação ambiental e proteção de espécies ameaçadas. Entre os principais objetivos da organização está o desenvolvimento de estratégias para reduzir os riscos de extinção de plantas e fortalecer iniciativas de conservação da biodiversidade em escala global. </p><p>Para a gestora do jardim da UFSM, esse suporte se torna ainda mais relevante diante dos impactos das mudanças climáticas. “Muitas plantas começam a diminuir ou até entrar em extinção por causa das mudanças climáticas. A BGCI cria metodologias para que os jardins botânicos possam atuar nessa conservação”, explica Simone.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A4355-1024x683.jpg" alt="Foto colorida na horizontal mostra, ao centro, uma placa retangular vermelha com a inscrição “Bem Vindos” em letras brancas. A placa está pendurada por cordas em um galho de árvore que atravessa a parte superior da foto. Ao fundo, aparece uma área arborizada com folhas em tons de verde, amarelo e alaranjado, iluminadas pela luz do sol. A mistura de cores nas árvores remete à transição entre o verão e o outono, criando um cenário natural e acolhedor." />											<figcaption> O Jardim Botânico integra o campus sede da UFSM há 45 anos</figcaption>
										</figure>
		<h3><strong>Integração internacional amplia oportunidades de conservação e pesquisa </strong></h3><p>De acordo com Simone, a entrada do Jardim Botânico na BGCI deve ampliar as possibilidades de atuação em diferentes áreas. “Nós queremos adentrar a tudo que a rede pode nos oferecer, como por exemplo, acesso à base de dados, capacitações e maior visibilidade para os nossos projetos”, afirma.</p><p>Além da visibilidade internacional para pesquisas e projetos, integrar a organização também garante acesso a redes globais de cooperação, programas de conservação de espécies vegetais e ferramentas científicas utilizadas por jardins botânicos ao redor do mundo. Entre elas está o <i>PlantSearch</i>, plataforma internacional da BGCI voltada ao compartilhamento de informações sobre coleções vivas mantidas por jardins botânicos. A ferramenta reúne dados taxonômicos de mais de 1.100 coleções de plantas vivas, sementes, pólen e tecidos localizadas em diferentes países. “A gente tem, agora, acesso a cadastros de plantas do mundo inteiro e nós vamos poder inclusive agregar nessa plataforma”, expõe Simone. </p><p>Essa conexão também possibilita novas oportunidades de qualificação para a equipe e participação em iniciativas internacionais de conservação. “Temos muitas coisas para explorar dentro do BCGI, como cursos online de formação para nossa equipe. Então, essa filiação abre portas para a participação dos projetos de conservação vegetal”, afirma a diretora.</p><p>Além disso, fazer parte do BCGI ainda permite que o Jardim Botânico participe de editais internacionais de financiamento. “É a primeira vez que a gente vai poder participar de um edital de fomento internacional para conseguir mais recursos aqui para o Jardim Botânico”, destaca Simone. Alguns editais já estão disponíveis para instituições vinculadas à organização. “Agora tem um edital que está aberto que oferece 2.500 dólares para os jardins selecionados. Então, com esse recurso, podemos conseguir comprar materiais de consumo para os projetos e investir mais ainda no nosso local.”</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A4416-1024x683.jpg" alt="Foto colorida na horizontal mostra o Telhado Verde da UFSM em um dia de céu azul. Próximo a câmera, há canteiros delimitados por pedras com diferentes espécies de plantas ornamentais e nativas, incluindo vegetação em tons de verde, vermelho e amarelo. Uma trilha curva de granito que atravessa o espaço e indica o caminho por onde os visitantes podem circular. Ao redor da trilha, aparecem áreas gramadas e pequenos jardins organizados em formatos circulares. Ao fundo da imagem, há uma cerca metálica que delimita a área do telhado, além de estátuas decorativas semelhantes a anjos posicionadas próximas à vegetação. Mais atrás, árvores altas e densas formam uma paisagem verde.Foto colorida na horizontal mostra o Telhado Verde da UFSM em um dia de céu azul. Próximo a câmera, há canteiros delimitados por pedras com diferentes espécies de plantas ornamentais e nativas, incluindo vegetação em tons de verde, vermelho e amarelo. Uma trilha curva de granito que atravessa o espaço e indica o caminho por onde os visitantes podem circular. Ao redor da trilha, aparecem áreas gramadas e pequenos jardins organizados em formatos circulares. Ao fundo da imagem, há uma cerca metálica que delimita a área do telhado, além de estátuas decorativas semelhantes a anjos posicionadas próximas à vegetação. Mais atrás, árvores altas e densas formam uma paisagem verde.Foto colorida na horizontal mostra o Telhado Verde da UFSM em um dia de céu azul. Próximo a câmera, há canteiros delimitados por pedras com diferentes espécies de plantas ornamentais e nativas, incluindo vegetação em tons de verde, vermelho e amarelo. Uma trilha curva de granito que atravessa o espaço e indica o caminho por onde os visitantes podem circular. Ao redor da trilha, aparecem áreas gramadas e pequenos jardins organizados em formatos circulares. Ao fundo da imagem, há uma cerca metálica que delimita a área do telhado, além de estátuas decorativas semelhantes a anjos posicionadas próximas à vegetação. Mais atrás, árvores altas e densas formam uma paisagem verde.Foto colorida na horizontal mostra o Telhado Verde da UFSM em um dia de céu azul. Próximo a câmera, há canteiros delimitados por pedras com diferentes espécies de plantas ornamentais e nativas, incluindo vegetação em tons de verde, vermelho e amarelo. Uma trilha curva de granito que atravessa o espaço e indica o caminho por onde os visitantes podem circular. Ao redor da trilha, aparecem áreas gramadas e pequenos jardins organizados em formatos circulares. Ao fundo da imagem, há uma cerca metálica que delimita a área do telhado, além de estátuas decorativas semelhantes a anjos posicionadas próximas à vegetação. Mais atrás, árvores altas e densas formam uma paisagem verde.Foto colorida na horizontal mostra o Telhado Verde da UFSM em um dia de céu azul. Próximo a câmera, há canteiros delimitados por pedras com diferentes espécies de plantas ornamentais e nativas, incluindo vegetação em tons de verde, vermelho e amarelo. Uma trilha curva de granito que atravessa o espaço e indica o caminho por onde os visitantes podem circular. Ao redor da trilha, aparecem áreas gramadas e pequenos jardins organizados em formatos circulares. Ao fundo da imagem, há uma cerca metálica que delimita a área do telhado, além de estátuas decorativas semelhantes a anjos posicionadas próximas à vegetação. Mais atrás, árvores altas e densas formam uma paisagem verde.Foto colorida na horizontal mostra o Telhado Verde da UFSM em um dia de céu azul. Próximo a câmera, há canteiros delimitados por pedras com diferentes espécies de plantas ornamentais e nativas, incluindo vegetação em tons de verde, vermelho e amarelo. Uma trilha curva de granito que atravessa o espaço e indica o caminho por onde os visitantes podem circular. Ao redor da trilha, aparecem áreas gramadas e pequenos jardins organizados em formatos circulares. Ao fundo da imagem, há uma cerca metálica que delimita a área do telhado, além de estátuas decorativas semelhantes a anjos posicionadas próximas à vegetação. Mais atrás, árvores altas e densas formam uma paisagem verde." />											<figcaption>O Telhado Verde da UFSM deverá ampliar a presença de espécies do bioma Pampa em sua composição vegetal.
</figcaption>
										</figure>
		<h3><strong>Com integração à BGCI, o Jardim Botânico projeta os próximos passos </strong></h3><p>Com a nova fase do jardim, a gestão evidencia a vontade de fortalecer ações voltadas à conservação do bioma Pampa. “Nós já temos alguns projetos em andamento, um deles é criar um jardim só com plantas do bioma Pampa para incentivar a conservação”, afirma a diretora Simone. </p><p>O espaço possui uma característica considerada única por estar localizado em uma área de transição entre Mata Atlântica e Pampa, o que amplia o potencial para projetos de conservação de espécies nativas. “Nós já identificamos que existem algumas espécies que estão em risco de extinção dentro do próprio jardim botânico e queremos então multiplicar essas espécies e outras do pampa no nosso telhado verde”, explica.</p><p>Utilizado como espaço de conservação e educação ambiental, o telhado verde do prédio 13F permite o crescimento de vegetação sobre a estrutura da construção e contribui para a absorção da água da chuva e preservação das plantas. Segundo a diretora, a proposta é reformular o paisagismo do local para priorizar espécies do bioma Pampa. “Queremos recriar o paisagismo do telhado com o bioma pampa, porque nós entendemos que ele é algo único aqui do sul. Então, é algo inovador e que tem bastante chance de ganhar o edital de fomento, nós estamos bem confiantes.”</p><p>Além disso, o espaço busca investir em iniciativas ligadas ao ecoturismo e à aproximação da comunidade com as atividades realizadas no jardim. </p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IC3A4373-1024x683.jpg" alt="Foto colorida na horizontal mostra a fachada do prédio do Jardim Botânico da UFSM em um dia de céu limpo. O prédio branca ocupa grande parte da imagem. No centro da parede da frente, está o logotipo do Jardim Botânico UFSM, acompanhado do escrito “Prédio 13 F” em letras pretas à direita. Na parte superior do edifício há o telhado verde com plantas e grades metálicas de proteção. Em frente ao prédio, uma rampa de acesso de concreto em direção à entrada principal. Ao lado da rampa há canteiros com flores pequenas, além de vasos com plantas. À direita da imagem, próximo à entrada, há uma placa colorida indicando os horários de funcionamento do Jardim Botânico." />											<figcaption>O local tem funcionamento de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. Em eventos especiais, o espaço também abre aos domingos. </figcaption>
										</figure>
		<h3><strong>Equipe multidisciplinar integra ações do Jardim Botânico</strong></h3><p>A diretora do Jardim Botânico da UFSM, Simone Messina Gomez, é doutora em Educação e especialista em Educação Ambiental pela universidade. A relação dela com o espaço começou ainda na graduação, quando atuou como uma das primeiras estagiárias do local. Hoje, à frente da gestão, Simone articulou o processo que levou o espaço à rede internacional Botanic Gardens Conservation International (BGCI). “Eu sou uma pessoa que gosta muito de aproveitar a oportunidade. Quando soube dessa possibilidade, entrei em contato com a Aliança Brasileira de Jardins Botânicos (ABJB) e ela me proporcionou todo o procedimento que era necessário”, relata.</p><p>Para a diretora, a conquista representa um momento importante na sua trajetória. “Eu sei que fazer parte do BCGI é o meu momento de fazer história como gestora também. Porque a gestão um dia passa e eu estou deixando essa herança para o local”, afirma.</p><p>O Jardim Botânico da UFSM conta com uma equipe formada por cerca de seis servidores, dez estagiários e três profissionais terceirizados responsáveis pela jardinagem. A diretora destaca ainda que o número de pessoas envolvidas nos projetos cresce constantemente.</p><p>Além das áreas tradicionalmente ligadas ao meio ambiente, o jardim também desenvolve atividades interdisciplinares com estudantes de diferentes cursos da instituição. “Temos alunos da Biologia, Engenharia Florestal, Desenho Industrial, até Ciência da Computação, que criaram um mapa do jardim”, afirma Simone.</p><p>O local é aberto à comunidade e oferece visitas guiadas para apresentar coleções e curiosidades do mundo vegetal. Entre os espaços disponíveis estão a coleção de plantas carnívoras, o telhado verde, o jardim sensorial, a exposição de animais taxidermizados, além de trilhas e coleções vivas, como o cactário e espécies nativas da região. O local tem entrada gratuita e funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, com aberturas ocasionais aos domingos durante eventos especiais, como o Viva o Campus UFSM. </p><p>Mais informações sobre visitas e atividades podem ser acompanhadas pelo Instagram do jardim, <a href="https://www.instagram.com/jardimbotanicodaufsm?utm_source=ig_web_button_share_sheet&amp;igsh=ZDNlZDc0MzIxNw==">@jardimbotanicodaufsm</a>.</p><p><em><strong>Texto</strong>: Giovanna Felkl, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</em></p><p><em><strong>Fotos</strong>: Mathias Ilnicki, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</em></p><p><em><strong>Edição</strong>: Maurício Dias </em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Conheça o projeto de pesquisa que leva para a internet a catalogação da flora brasileira</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/2019/04/03/conheca-o-projeto-de-pesquisa-que-leva-para-a-internet-a-catalogacao-da-flora-brasileira-2</link>
				<pubDate>Wed, 03 Apr 2019 16:37:33 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[CCNE ao alcance de todos]]></category>
		<category><![CDATA[flora]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/?p=1018</guid>
						<description><![CDATA[Na UFSM, em 2015, teve início o projeto “Flora do Brasil on-line 2020 – Pooideae/Poaceae”. Nessa ocasião, um grupo de especialistas em gramíneas de Santa Maria participou do Edital de proposta de monografias para a Flora do Brasil Online, iniciativa que em âmbito nacional está sendo coordenada pelo Jardim Botânico do Rio de Janeiro e é uma forma de contribuir para o cumprimento dos objetivos do País na primeira meta da Global Strategy for Plant Conservation (GSPC) para 2020. Por meio de descrições botânicas, fotos das espécies, dados de distribuição geográfica no Brasil e instrumentos para identificação das espécies (chaves), irá ser consolidada uma rede de divulgação da flora nacional, incluindo algas, fungos e plantas, em uma plataforma que possa ser integrada com a Flora do Mundo Online (World Flora Online - WFO).]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_870" align="alignleft" width="240"]<img class=" wp-image-870" src="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/wp-content/uploads/sites/369/2018/12/IMG_0939-300x296.jpg" alt="" width="240" height="237"> Detalhe de antécio de gramínea (parte da inflorescência que contém a flor ou o fruto) na lupa. Foto: Arquivo pessoal.[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Na UFSM, em 2015, teve início </span><span style="font-weight: 400">o projeto “Flora do Brasil on-line 2020 – Pooideae/Poaceae”. Nessa ocasião, um grupo de especialistas em gramíneas de Santa Maria participou do Edital de proposta de monografias para a Flora do Brasil Online, iniciativa que em âmbito nacional está sendo coordenada pelo Jardim Botânico do Rio de Janeiro e é uma forma de contribuir para o cumprimento dos objetivos do País na primeira meta da Global Strategy for Plant Conservation (GSPC) para 2020. Por meio de descrições botânicas, fotos das espécies, dados de distribuição geográfica no Brasil e instrumentos para identificação das espécies (chaves), irá ser consolidada uma rede de divulgação da flora nacional, incluindo algas, fungos e plantas, em uma plataforma que possa ser integrada com a Flora do Mundo Online (World Flora Online - WFO).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">De acordo com a coordenadora do projeto, prof. Dr. Liliana Essi, </span><i><span style="font-weight: 400">“a principal contribuição do subprojeto da UFSM é a disponibilização de informações confiáveis sobre as espécies de gramíneas que estão sendo monografadas”</span></i><span style="font-weight: 400">. É através da internet que informações básicas sobre as espécies de gramíneas brasileiras e as monografias estão sendo disponibilizadas em tempo real através do <a href="http://floradobrasil.jbrj.gov.br/">site</a></span><span style="font-weight: 400">. O projeto deverá ser finalizado em 2020 e essa será a primeira obra completa sobre a flora brasileira após o trabalho de Carl Friedrich Philipp von Martius</span><i><span style="font-weight: 400">, </span></i><span style="font-weight: 400">produzido entre 1840 e 1906.</span> <span style="font-weight: 400">Todo esse conteúdo irá auxiliar diretamente pesquisadores e estudantes de diferentes áreas: zootecnia, agronomia, biologia, além de fornecer informações e levar o conhecimento da flora brasileira aos mais variados públicos. Em Santa Maria, &nbsp;estão sendo analisadas e serão monografadas todas as espécies de 14 gêneros selecionados de gramíneas, pertencentes à subfamília Pooideae com ocorrência na região sul. </span></p>
[caption id="attachment_869" align="alignright" width="191"]<img class="size-medium wp-image-869" src="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/wp-content/uploads/sites/369/2018/12/IMG_0936-191x300.jpg" alt="" width="191" height="300"> Exsicatas de gramíneas. Foto: Arquivo pessoal.[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Liliana conta, que a nível nacional o projeto é descentralizado e os participantes são professores, pesquisadores ou pós-graduandos do Brasil e do exterior com experiência em taxonomia de gramíneas. Na UFSM, fazem parte do projeto a professora Liliana Essi, &nbsp;Leonardo Nogueira da Silva, egresso do curso de Ciências Biológicas de Palmeira das Missões e doutorando do Programa de Pós-graduação em Botânica da UFRGS e a Dra. Thais Scotti do Canto Dorow, docente aposentada da UFSM e ex-curadora do Herbário (SMDB) do Departamento de Biologia da Universidade.&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No que se trata de dificuldades, a coordenadora explica que todo o projeto está sendo feito de forma voluntária e sem financiamento específico para as monografias, e os departamentos que abrigam os professores participantes contribuem de forma decisiva com infraestrutura e custos básicos. Na UFSM, além dos materiais que chegam de outras partes do Brasil, o Herbário contribui emprestando materiais e recebendo pesquisadores visitantes. Os recursos aprovados para o projeto no nível nacional são escassos e precisam ser direcionados para a manutenção do sistema de inclusão de dados e interface de busca para o usuário na internet. Além disso, há muita burocracia no intercâmbio de material botânico: pacotes de plantas retidos, taxações exorbitantes, atrasos no envio e a própria falta de compromisso dos representantes políticos com os tratados internacionais. </span><i><span style="font-weight: 400">“Estamos fazendo tudo por amor à camiseta, da melhor forma que podemos, mas sem apoio governamental tudo fica muito complicado e às vezes inviável”</span></i><span style="font-weight: 400">, destaca Liliana.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Os frutos do projeto já estão sendo colhidos, pois a apresentação das monografias está de acordo com as metas semestrais, a plataforma está sendo acessada no mundo inteiro e os dados disponibilizados estão fomentando inúmeros tipos de trabalho. A experiência brasileira está sendo muito elogiada pela comunidade científica internacional durante os congressos e pode-se dizer que, agora, há um panorama mais claro da nova biodiversidade: quantas espécies, onde ocorrem e como reconhecê-las. Na visão da coordenadora, </span><i><span style="font-weight: 400">“tínhamos poucos sítes com informações confiáveis sobre plantas brasileiras e &nbsp;agora temos uma base de dados oficial de informações conferidas por especialistas nos grupos, o que é um tremendo avanço”</span></i><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para o futuro, o esperado é cumprir a meta de disponibilizar a flora completa em 2020 para a população brasileira e mundial: um feito histórico. Mas o trabalho não para por aí. Há muitos grupos em que se evidenciou a necessidade de mais estudos taxonômicos e ainda há um grande número de possíveis novas espécies a serem descritas. Ainda há a deficiência de especialistas em algas, fungos e alguns outros grupos de plantas e o esperado é que esse trabalho inspire mais jovens a se dedicar à taxonomia. </span><i><span style="font-weight: 400">“Não existe trabalho científico de qualidade sem uma identificação anterior correta das espécies. Esse grande trabalho também deixará de herança uma belíssima rede de trabalho colaborativo em botânica”</span></i><span style="font-weight: 400">, finaliza Liliana.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Texto por: Lucas Zimmermann, acadêmico de Comunicação Social – Relações Públicas e bolsista do Núcleo de Divulgação Institucional do CCNE</span></i></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Edição: Wellington Gonçalves, relações públicas do Núcleo de Divulgação Institucional do CCNE</span></i></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>5 plantas curiosas que você encontra no Jardim Botânico</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/5-plantas-curiosas-que-voce-encontra-no-jardim-botanico</link>
				<pubDate>Fri, 13 Jul 2018 18:05:44 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Extenda]]></category>
		<category><![CDATA[árvores]]></category>
		<category><![CDATA[flora]]></category>
		<category><![CDATA[jardim botânico]]></category>
		<category><![CDATA[plantas curiosas]]></category>

				<guid isPermaLink="false">http://coral.ufsm.br/arco/sitenovo/?p=3945</guid>
						<description><![CDATA[Conheça as peculiaridades de espécies cultivadas no Jardim da UFSM]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <span style="font-weight: 400;">O Jardim Botânico da UFSM compreende uma área territorial de treze hectares e conta com uma coleção de cerca de 400 espécies de plantas. </span>Além de servir como espaço de ensino e pesquisa para a comunidade acadêmica, o Jardim serve como espaço de lazer e aprendizado para a comunidade em geral, que pode visitá-lo gratuitamente e se deparar com curiosas espécies. Na galeria do lugar, são encontradas plantas medicinais, carnívoras, exóticas e nativas, entre outras.

<a href="http://coral.ufsm.br/arco/sitenovo/?p=3933" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>+ Confira os mitos que envolvem a criação de plantas carnívoras.</strong></a>

<span style="font-weight: 400;">A revista Arco separou 5 espécies existentes no Jardim Botânico da UFSM e apresenta as peculiaridades de cada uma delas. Confira a seguir:</span>

<b>Árvore do viajante</b>

É originária de Madagascar. Por possuir um tronco alto e folhas enormes, histórias populares aparecem interligadas à forma de suas folhas, que armazenam água e matam a sede de viajantes que passam pelo seu caminho.

<img class="aligncenter size-large wp-image-3950" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/07/UFSM.2018.032.099.RA_.jpg" alt="" width="683" height="1024" />

<b>Embira-branca </b>

Da sua entrecasca podem ser extraídas fibras, muito resistente e duráveis, que são usadas para fazer cordas. Nesse processo, deixa-se a fibra secar para depois trançá-la e transformá-la em corda. Por ser tóxica, o manuseio prolongado dessa fibra gera feridas nas mãos.

<img class="aligncenter size-large wp-image-3948" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/07/UFSM.2018.032.251.RA_.jpg" alt="" width="1024" height="683" />

<b>Melaleuca ou Tronco mole</b>

Árvore nativa da Austrália, desperta curiosidade devido à casca do seu tronco, pois desprende-se em várias lâminas e tem textura de papelão. Parente do Eucalipto, tem floração ornamental. Os óleos extraídos têm várias propriedades utilizadas na medicina e perfumaria.

<img class="aligncenter size-large wp-image-3947" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/07/UFSM.2018.032.035.RA_.jpg" alt="" width="683" height="1024" />

<b>Paineira </b>

<span style="font-weight: 400;">Árvore nativa do Rio Grande do Sul, é curiosa devido à textura de seu tronco, que é coberto por acúleos - algo parecido com espinhos.  Sua madeira é muito macia, então não pode ser utilizada como lenha. </span>

<img class="aligncenter size-large wp-image-3998" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/07/UFSM.2018.032.236.RA_.jpg" alt="" width="683" height="1024" />

<b>Pau-Ferro </b>

<span style="font-weight: 400;">Como o próprio nome sugere, a árvore </span><b> </b><span style="font-weight: 400;">possui madeira densa, durável e resistente. Violões e violinos, construção civil e construção de vigas podem se beneficiar dessa planta. Sua casca pode ser utilizada para fins medicinais como o combate infecções, redução de micróbios e purificação de toxinas no organismo. </span>

<img class="aligncenter size-large wp-image-3946" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/07/UFSM.2018.032.141.RA_.jpg" alt="" width="683" height="1024" /><b></b>

Reportagem: Bibiana Pinheiro
Fotografia: Rafael Happke]]></content:encoded>
													</item>
					</channel>
        </rss>
        