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				<title>Tau Rocket Team da UFSM se prepara para competir na LASC 2025</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/11/04/tau-rocket-team-da-ufsm-se-prepara-para-competir-na-lasc-2025</link>
				<pubDate>Tue, 04 Nov 2025 19:21:42 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
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		<category><![CDATA[Departamento de Engenharia Mecânica]]></category>
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						<description><![CDATA[Equipe de foguetemodelismo do CT participa da competição de lançamentos de foguetes e satélites entre 5 e 8 de novembro]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:image {"id":7465,"sizeSlug":"full","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/11/5507459_54d5e539ec17227.jpg" alt="" class="wp-image-7465" /></figure>
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<p><span style="font-weight: 400">A equipe </span><a href="https://www.instagram.com/taurocketteam/"><b><i>Tau Rocket Team</i></b></a><span style="font-weight: 400">, vinculada ao Centro de Tecnologia (CT) da UFSM, está se preparando para disputar a</span> <a href="https://www.lasc.space/"><b><i>LASC 2025 (Latin American Student Rocket Competition)</i></b></a><span style="font-weight: 400">, que acontece entre os dias 5 e 8 de novembro na cidade de Iacanga (SP). Com cinco anos de existência, o grupo participa da competição com o foguete Quark 2 e o satélite Áquila, ambos frutos de pesquisas e desenvolvimento conduzidos por estudantes de diversos cursos da universidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A equipe surgiu em 2020, no meio da pandemia, a partir de um projeto da disciplina de ”Concepção, Projeto, Implementação e Operação (CPIO)” do curso de Engenharia Aeroespacial. Com o financiamento da Agência Espacial Brasileira, os estudantes desenvolveram tecnologias de propulsão sólida e híbrida, adaptando o projeto inicial desenvolvido na disciplina e estabelecendo as bases para a formação da Tau Rocket Team.</span></p>
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<!-- wp:image {"id":7467,"width":"730px","height":"auto","sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large is-resized"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-03-at-15.46.46-edited.jpeg" alt="" class="wp-image-7467" style="width:730px;height:auto" /></figure>
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<p><span style="font-weight: 400">Atualmente, a Tau Rocket Team conta com 53 membros de diversos cursos da UFSM, orientados pelo professor Cesar Valverde, do Departamento de Engenharia Mecânica, especialista em propulsão. A equipe é organizada em subsistemas que incluem aerodinâmica e trajetória, eletrônica, estruturas, propulsão, recuperação, satélites, desenvolvimento de softwares internos e marketing.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“O nosso maior diferencial é a nossa estrutura organizacional. Tudo é muito bem documentado e estruturado, o que não encontramos em outras equipes da universidade”, destaca Nelson Netto, capitão da equipe Tau Rocket Team.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Na competição, a equipe disputará a categoria de 500 metros, com o foguete Quark 2, evolução do modelo de 2023, e levará pela primeira vez o satélite Áquila, desenvolvido para o monitoramento de rios e corpos d’água. O equipamento coleta dados ambientais durante o voo, como temperatura, umidade e nível de água, contribuindo para pesquisas de monitoramento fluvial. “O satélite conta pontos adicionais para o lançamento e amplia as missões que podemos realizar durante a competição. Aprendemos muito com os desafios do ano passado e estamos preparados para garantir que tudo funcione como planejado”, afirma Nelson.</span></p>
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<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-03-at-15.46.44-edited.jpeg" alt="" class="wp-image-7469" /></figure>
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<p><span style="font-weight: 400">Entre os principais desafios estão a performance do motor, sensível ao clima úmido de Santa Maria, e a integração de todos os subsistemas para garantir que o foguete retorne intacto ao solo. “Um bom desempenho é que todos os subsistemas funcionem perfeitamente: motor, aerodinâmica, eletrônica, recuperação e estruturas. Esse é o nosso objetivo”, completa o capitão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A participação na LASC representa uma oportunidade para validar a qualidade técnica da equipe e fortalecer o reconhecimento do CT como referência em formação de engenheiros especializados. “Para mim, pessoalmente, é a confirmação de que todo o esforço até aqui valeu a pena”, acrescenta Nelson.</span></p>
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<!-- wp:image {"id":7471,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none","align":"center"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-03-at-15.46.44-1-edited.jpeg" alt="" class="wp-image-7471" /></figure>
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<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
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<p><i>Texto por Lia Guerreiro, acadêmica de jornalismo, com supervisão da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM<br />Fotos: acervo pessoal da equipe TauRocket Team.<br />Fonte: <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/09/15/estudantes-do-ppgee-da-ufsm-ampliam-horizontes-com-experiencias-internacionais">Site do CT-UFSM</a></i></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Equipe de foguetemodelismo da UFSM participa de competição internacional </title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/10/17/foguetemodelismo</link>
				<pubDate>Fri, 17 Oct 2025 18:12:31 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[EXTENSÃO]]></category>
		<category><![CDATA[foguetemodelismo]]></category>
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		<category><![CDATA[nanossatélite]]></category>
		<category><![CDATA[tau rocket team]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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						<description><![CDATA[A Tau Rocket Team é um projeto que desenvolve foguetes e satélites em nível acadêmico 
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1024" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/10/40a920ea-6cea-4351-972e-e8a09bca5479-1024x576.jpg" alt="Foto colorida horizontal de grupo de pessoas em um auditório. Todas as pessoas estão em pé e seguram duas bandeiras, uma branca e a outra preta, com o nome Taura Rocket Team. O grupo de pessoas é composto por jovens, homens e mulheres, com diferentes fenótipos e com roupas casuais." />											<figcaption>Tau Rocket reúne 55 integrantes de diferentes cursos de Engenharia e, também, das Ciências Econômicas, do Desenho Industrial e das Letras</figcaption>
										</figure>
		<p>No universo da matemática, as letras possuem um papel fundamental. São elas que representam valores, incógnitas e carregam história. A letra 𝜏 (Tau), por exemplo, é a última letra do alfabeto hebraico e a nona do alfabeto grego antigo. Ela também é utilizada na área da engenharia para cálculos diversos. Além do papel na matemática, a Tau desempenha papel na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Não é por acaso que um time de foguetemodelismo da instituição carrega o nome da letra. </p><p>A <em>Tau Rocket Team</em> é uma equipe de acadêmicos da UFSM que tem como objetivo desenvolver foguetes e satélites em nível universitário para competir com outras equipes do Brasil e do mundo. Fundado em 2020, o projeto nasceu a partir de uma disciplina do curso de Engenharia Espacial, a Concepção, Projeto, Implementação e Operação (CPIO). Durante a disciplina, os acadêmicos realizam um projeto desde a concepção até a implementação. “A gente faz toda a parte teórica, com a expectativa de criar o projeto na vida real. Muitas vezes não acontece por questões orçamentárias”, explica o atual capitão da Tau, Nelson Ciancaglio Netto. </p><p>O capitão da equipe conta que, na época, a ideia era desenvolver um foguete que pousasse de ré, “como os foguetes do Elon Musk”. No andamento da disciplina, abriu um edital da Agência Espacial Brasileira (AEB) que oferecia financiamento para foguetes universitários movidos à propulsão híbrida, tecnologia pouco difundida no país até então. Para contemplar o edital, os acadêmicos mudaram o projeto do foguete que pousava de ré para um com tecnologia mais complexa, a híbrida. A proposta foi aceita e recebeu o financiamento da AEB.  </p><p>Além do protótipo do grupo, outro projeto do Centro de Tecnologia foi agraciado pela AEB. A iniciativa, também feita para a disciplina CPIO, consiste em uma bancada para teste de motor híbrido. Assim, a Tau nasceu. “O nome Tau é da letra grega, que é muito utilizada na engenharia, em mecânica de sólidos, na parte estrutural do curso. É uma letra bem comum para a gente”, conta Nelson sobre a origem do nome da equipe. </p><p>Com 55 membros, o time é composto por pessoas de diversas áreas. A maioria é das Engenharias Aeroespacial, da Computação, de Controle e Automação, Mecânica, da Produção, Civil, Telecomunicações e Química. Mas também há participantes de outras áreas, como Ciências Econômicas, Desenho Industrial e Letras.</p>		
													<img width="578" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/10/GRAFICO-FOGUETE-1-578x1024.jpg" alt="Imagem colorida vertical com fundo em azul e desenho em branco de foguete." />													
													<img width="1920" height="1280" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/10/capa_tac-1.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="850" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/10/GRAFICO-SATELITE-1-1024x850.jpg" alt="" />													
		<h3><b>Tau levará foguete e satélite para competição</b></h3><p>A Latin American Space Challenge (LASC), uma das maiores competições de foguetes e satélites experimentais do mundo,  acontece em Bauru, São Paulo, e dura três dias. “Esse ano estão previstos 100 times diferentes, incluindo do México, da Índia e de Taiwan”, complementa Nelson. </p><p>A primeira vez que a equipe competiu na LASC foi em 2023. “A equipe lançou o primeiro foguete competitivo da UFSM. Desde então, o grupo tem evoluído continuamente, tanto em termos técnicos quanto educacionais. Hoje é reconhecido como um importante projeto de pesquisa, extensão e formação de engenheiros”, complementa o professor orientador Cesar Valverde</p><p>A competição inclui diferentes categorias, divididas de acordo com o apogeu dos foguetes: 500 metros, 1 quilômetro e 3 quilômetros. Dentro das categorias, há subdivisões para os tipos de motor usados nos foguetes. </p><p>Neste ano, a equipe da UFSM vai competir com o Quark II na categoria de propulsão sólida. Ainda, os integrantes pretendem competir nas categorias de 1km e de 500m. </p><p>A Tau também levará o primeiro satélite à competição, o Áquila. Com o tamanho de uma lata de refrigerante, o Áquila é um nanosatelite educacional. Sua missão principal é ser um sistema de monitoramento climático capaz de monitorar e estimar a qualidade do ar e capturar imagens do ambiente em tempo real. </p><p>Para chegar ao LASC, a equipe buscou meios de ajuda financeira. Com a “Campanha Premiada” fazem promoções com empresas de Camobi. “A gente optou por sortear pequenos prêmios que fazem sentido no cotidiano do universitário”, explica o integrante do time e um dos responsáveis pela campanha, Carlos Pereira. Uma das ações é uma <a href="https://www.instagram.com/taurocketteam/">promoshare no Instagram</a>. </p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/10/66eb613f-77a5-44a0-8c0d-09ed18e636d9-1024x576.jpg" alt="Foto colorida horizontal de dois estudantes segurando um foguete verde, preto e branco, uma menino e uma menina. O foguete tem cerca de meio metro. Pouco atrás deles, um outro estudantes, atrás de uma mesa, com alguns foguetes menores em exposição" />											<figcaption>Quark é o segundo foguete criado pela equipe Tau</figcaption>
										</figure>
		<h3><b>A concepção de um foguete </b></h3><p>De acordo com o orientador do grupo, Cesar Valverde, tudo começa pela definição da missão, que estipula qual será o objetivo do voo, a altitude, o tipo de carga útil e as restrições técnicas. Depois, cada subequipe trabalha em um subsistema: propulsão, aerodinâmica, estrutura, eletrônica, recuperação e integração. Na sequência, os projetos passam por fases de simulação, construção e testes de bancada, em que os sistemas são avaliados em condições controladas. Após os testes, o foguete é preparado para lançamentos em campo, que costumam acontecer durante competições, como a LASC.</p><h3><b>Extensão atrai estudantes para a universidade</b></h3><p>Como projeto de extensão, a Tau realiza atividades em escolas de Santa Maria. Durante os encontros, os universitários ensinam os estudantes a construir e lançar foguetes com garrafas PET. “Nesse processo, vários conceitos de física e de matemática são abordados, e as implicações na tecnologia desses foguetes. Medidas, áreas e trajetórias são investigadas dessa forma”, relata a professora e coorientadora do projeto, Karine Magnago. Ela acrescenta que os tópicos de engenharia aeroespacial, considerados mais complexos, são apresentados de maneira lúdica. </p><p>As atividades extensionistas despertam o interesse dos alunos da educação básica por cursos superiores. “Muitos estudantes da rede pública, que compõem o público alvo principal das nossas ações, não se vêem capazes de traçar carreiras com formação universitária, especialmente nas áreas das exatas e da tecnologia. Essas práticas aproximam os estudantes dessas áreas e podem reduzir crenças limitantes e preconceitos”, afirma Karine.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/10/71c6b7a6-b00a-48a9-a680-217aab2c7ed3-1024x576.jpg" alt="Foto colorida horizontal de foguete preto, verde e branco ao lado de um cubo preto com inscrições em branco. O foguete tem mais de um metro e meio e está no situado no chão em um corredor de um prédio da universidade" />											<figcaption>Nome do foguete, Quark, também é o de uma partícula elementar da física
</figcaption>
										</figure>
		<h3><b>Diferencial na formação acadêmica</b></h3>
<p>Segundo o orientador do projeto, Cesar Valverde, a Tau é um espaço de aprendizado ativo. É nele que os alunos aplicam conceitos aprendidos em aula. “A Tau tem um papel de formação cidadã ao estimular a curiosidade científica, a autonomia, o senso de propósito e formar profissionais comprometidos com o avanço da ciência e da engenharia no Brasil”, explica.&nbsp;&nbsp;</p>
<p>Além disso, os acadêmicos podem desenvolver <i>soft skills, </i>ou seja, habilidades não técnicas, como trabalho em equipe, liderança, resolução de problemas e criatividade. O capitão Nelson comenta que o contato com o cargo o fez ter diferentes visões sobre como liderar um time: “é uma corda bamba entre puxar o pessoal para que o projeto ande, mas também respeitar o tempo de cada um”.&nbsp;&nbsp;</p>
<h3><b>Como participar&nbsp;</b></h3>
<p>Os novos integrantes costumam ser selecionados, por meio de processos, após as competições. “A princípio, depois de novembro, a gente faria processo seletivo. A gente só não sabe exatamente se vamos fazer logo depois da competição ou se vamos esperar até o início do próximo ano”, antecipa Nelson.&nbsp;</p>
<p>Mais informações, acompanhe o Instagram da <a href="https://www.instagram.com/taurocketteam/">Tau Rocket Team</a></p>
<p><i><b>Texto</b>: Jessica Mocellin, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</i></p>
<p><i><b>Fotos</b>: Carlos Pereira/Tau Rocket Team/Divulgação/UFSM</i></p>
<p><i><b>Infográfico</b>: Lisa Nielsen de Melo, a</i><i style="font-size: 16px">cadêmica de Desenho Industrial e estagiária da Agência de Notícias&nbsp;</i><i style="font-size: 1rem">sob a supervisão de Daniel Michelon De Carli</i></p>
<p><i style="font-size: 1rem"><b>Edição</b>: Maurício Dias</i></p>]]></content:encoded>
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