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						<item>
				<title>Egressas da UFSM estão entre as 100 Mulheres Doutoras do Agro da Forbes</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/11/06/egressas-da-ufsm-estao-entre-as-100-mulheres-doutoras-do-agro-da-forbes</link>
				<pubDate>Mon, 06 Nov 2023 13:25:42 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[100 mulheres doutoras do agro]]></category>
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						<description><![CDATA[Dayanna Nascimento e Elissa Vizzotto destacam a importância da Instituição em suas trajetórias]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Duas </span><span style="font-weight: 400">ex-alunas da UFSM foram incluídas na</span><a href="https://forbes.com.br/forbesagro/2023/10/lista-forbes-das-100-mulheres-doutoras-do-agro/"><span style="font-weight: 400"> lista das 100 Mulheres Doutoras do Agro</span></a><span style="font-weight: 400"> em 2023, divulgada pela Forbes em reconhecimento à dedicação de mulheres que lutaram para se aperfeiçoar em suas carreiras no meio rural, por meio do doutorado. Elissa Vizzotto, zootecnista e doutora em Nutrição, e Dayanna Nascimento, integrante da Secretaria de Estado do Meio Ambiente no Mato Grosso e doutora em Engenharia Florestal, são as egressas da Universidade exaltadas pela revista mais conceituada nas áreas de negócios e economia do mundo. A lista foi divulgada em 15 de outubro, Dia Internacional da Mulher Rural.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Elissa, atualmente coordenadora de Bovinos de Leite Premix, em Goiânia (GO), iniciou sua trajetória acadêmica na UFSM pelo Colégio Politécnico, formando-se como </span><span style="font-weight: 400">técnica agrícola com habilitação em agropecuária, e, </span><span style="font-weight: 400">em 2011, graduou-se no curso de Zootecnia. Após se formar, migrou para a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), onde realizou seu mestrado e doutorado, até 2018, quando finalizou os estudos. Suas pesquisas têm como foco principal analisar o comportamento de bovinos leiteiros nas fazendas, a fim de proporcionar avanços para a indústria agropecuária.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Já Dayanna construiu sua carreira no meio universitário toda na UFSM: ingressou na graduação de Engenharia Florestal em 2008, depois entrou no mestrado e no doutorado do mesmo curso em 2014 e em 2016, respectivamente. Durante o mestrado, trabalhou com </span><span style="font-weight: 400">fauna edáfica na área de mineração de carvão, e, no doutorado, estudou a diversidade genética e a rota de dispersão de </span><i><span style="font-weight: 400">Thaumastocoris peregrinus</span></i><span style="font-weight: 400">. Em 2020, iniciou o pós-doutorado na área de diversidade genética e filogenética, até que, em 2021, foi chamada para lecionar na Faculdade Centro-Matogrossense (Facem), em Sorriso (MT). No momento, atua na Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso, como analista de Meio Ambiente, no Cadastro Ambiental Rural, no setor de tipologia vegetal.</span></p>
[caption id="attachment_64392" align="alignright" width="496"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/11/IMG_6390-2.png"><img class="wp-image-64392" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/11/IMG_6390-2.png" alt="" width="496" height="331" /></a> Elissa Vizzotto[/caption]
<h3>Egressas são exemplo</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Infelizmente, Elissa e Dayanna são pontos fora da curva em meio à realidade da maioria das mulheres que atuam no agro: dados de 2018 da Fundação Getúlio Vargas (FGV) demonstram que apenas 34% dos cargos gerenciais do agronegócio brasileiro são ocupados por mulheres, seguindo um padrão mundial, já que a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) indica que 85% das propriedades agrícolas pertencem a homens. Contudo, </span><span style="font-weight: 400">ao menos</span><span style="font-weight: 400"> no meio acadêmico, o público feminino está alcançando seu espaço. Conforme a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), o número de mulheres com doutorado no Brasil tem crescido nos últimos anos: entre 2013 e 2019, elas passaram de </span><span style="font-weight: 400">8.315 para 13.419, superando, inclusive, os homens, que foram de 7.336 para 11.013 no período. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Nesse sentido, Dayanna Nascimento comenta que, mesmo possuindo um currículo completo e um cargo respeitado, ainda precisa lidar com machismos na sua rotina.</span> <i><span style="font-weight: 400">‘</span></i><span style="font-weight: 400">’Alguns homens duvidam da nossa capacidade técnica e emocional, e é nisto que estamos ganhando visibilidade, mostrando que estamos ali porque somos profissionais qualificadas, competentes, capazes de resolver diferentes situações com inteligência e podemos atuar em qualquer segmento’’</span><span style="font-weight: 400">, reforça a doutora seu desejo por mais oportunidades e respeito ao público feminino. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Justamente por todos os entraves que tantas mulheres ainda enfrentam hoje em dia para conseguir se estabelecerem no meio acadêmico e no mercado de trabalho, Dayanna sente o peso da responsabilidade de estar em uma lista que trata de um segmento tão masculino como é o agro.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Somado a esse peso, a analista de Meio Ambiente conta ter ficado sem acreditar quando soube da sua inclusão na listagem da Forbes:</span><i><span style="font-weight: 400"> ‘</span></i><span style="font-weight: 400">’foi uma surpresa total, fiquei incrédula e super feliz ao ver que meu nome estava entre as 100 mulheres doutoras do agro. Foi muito emocionante.’’</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ao encontro disso, Elissa Vizzotto se mostrou muito grata à indicação da Forbes e destacou a importância do suporte dado pela empresa em que trabalha para que alcançasse tal reconhecimento. Afinal, as companhias desempenham a função, ou ao menos deveriam, de impulsionar suas funcionárias em busca do crescimento profissional, bem como as instituições de ensino devem fazer. </span></p>
[caption id="attachment_64393" align="alignleft" width="490"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/11/TimePhoto_20221213_141800-2-scaled-e1698849966962.jpg"><img class="wp-image-64393" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/11/TimePhoto_20221213_141800-2-scaled-e1698849966962.jpg" alt="" width="490" height="503" /></a> Dayanna Nascimento[/caption]
<h3>UFSM e o suporte às acadêmicas</h3>
<p><span style="font-weight: 400">No caso da UFSM, Dayana exalta o papel da Universidade em sua história e afirma ter muito orgulho de incluir o nome da Instituição em sua trajetória, além de reforçar a relevância da participação de projetos durante sua graduação. </span><span style="font-weight: 400">"Sinto-me</span><span style="font-weight: 400"> privilegiada por ter passado pelo laboratório de Entomologia Florestal durante minha formação acadêmica. Nunca houveram distinções entre homens e mulheres para fazerem parte da equipe", afirma. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Relato semelhante foi feito por Elissa, que conta ter integrado o núcleo de pesquisa em produção e comportamento de bovinos de leite durante a graduação, área pela qual se diz ser apaixonada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">E esse carinho e gosto pela profissão precisa ser estimulado dentro do ambiente universitário, de acordo com o professor e coordenador do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Florestal </span><span style="font-weight: 400">da UFSM Jorge Farias. </span><i><span style="font-weight: 400">"</span></i><span style="font-weight: 400">A Universidade não está aqui para formar mão de obra para o mercado de trabalho. A Universidade está aqui para gerar conhecimento, para formar cabeças, desenvolver intelectualidade. Então, quando nós temos uma egressa que fez um curso de graduação, fez a sua pós-graduação pesquisando tanto pesquisa básica como aplicada, e isso gerando ganhos para a sociedade ao ponto dela ser reconhecida, isso resume melhor do que tudo a razão de existir da Universidade. A premiação delas é o sinônimo do nosso tripé: pesquisa, ensino e extensão", afirma.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Farias foi docente de Dayanna tanto na graduação, quanto na pós, e relata sua satisfação de ver a dedicação do corpo docente e da UFSM como um todo resultar em um reconhecimento tão positivo como estar em uma lista da Forbes:</span><span style="font-weight: 400"> "são esses alunos que acabam nos inspirando. [...] Acredito que a universidade cumpre seu papel quando ela dá oportunidade".</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No mesmo sentido, Dayanna deixa como recado às universitárias a importância de aproveitar as oportunidades de bolsas, projetos de extensão, pesquisa, e demais espaços e atividades oferecidas dentro do ambiente universitário. Também expõe que existirão obstáculos a serem enfrentados ao longo da carreira, mas que o importante é não desistir: <em>"</em></span><span style="font-weight: 400">acredite nos seus sonhos, lance seus objetivos e corra atrás, pois tudo é possível!",</span><span style="font-weight: 400"> ressalta a doutora a todas as jovens que possam se inspirar em sua trajetória.</span></p>
<p><em><span style="font-weight: 400">Texto: Laurent Keller, </span><span style="font-weight: 400">acadêmica de jornalismo e voluntária da Agência de Notícias<br /></span>Arte gráfica: Lucas Zanella, acadêmico de Desenho Industrial, estagiário</em><br /><em>Fotos: Arquivo pessoal</em><br /><em>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>CCR celebra dupla conquista na Lista Forbes das 100 Mulheres Doutoras do Agro</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/2023/10/20/ccr-celebra-dupla-conquista-na-lista-forbes-das-100-mulheres-doutoras-do-agro</link>
				<pubDate>Fri, 20 Oct 2023 16:05:34 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[#agro]]></category>
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		<category><![CDATA[engenharia florestal]]></category>
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		<category><![CDATA[Zootecnia]]></category>

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						<description><![CDATA[O Centro de Ciências Rurais está em festa com a notícia de que duas de suas egressas, Dayanna do Nascimento Machado e Elissa Forgiarini Vizzoto, foram destacadas na prestigiosa Lista da Revista Forbes das 100 Mulheres Doutoras do Agro. Dayanna do Nascimento Machado, graduação, pós-graduação e pós-doutorado em Engenharia Florestal pelo Centro de Ciências Rurais, [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O Centro de Ciências Rurais está em festa com a notícia de que duas de suas egressas, Dayanna do Nascimento Machado e Elissa Forgiarini Vizzoto, foram destacadas na prestigiosa Lista da Revista Forbes das 100 Mulheres Doutoras do Agro.</p>
<p><img class=" wp-image-9175 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2023/10/20-10-23-24-300x249.png" alt="" width="369" height="306" />Dayanna do Nascimento Machado, graduação, pós-graduação e pós-doutorado em Engenharia Florestal pelo Centro de Ciências Rurais, especializada nas áreas de Entomologia e Proteção Florestal, foi reconhecida como a personalidade número 28 na lista. Sua dedicação incansável e conhecimento excepcional no campo do Agro a destacaram como uma das principais líderes em sua área de atuação. Atualmente atua na Secretaria de Estado e Meio Ambiente de Mato Grosso, no setor de Tipologia Vegetal.</p>
<p>Já Elissa Forgiarini Vizzoto, zootecnista egressa do CCR, conquistou a posição de número 35 na Lista Forbes das 100 Mulheres Doutoras do Agro. Doutora desde 2018 na área de nutrição e produção de ruminantes, suas pesquisas focam no comportamento dos bovinos leiteiros nas fazendas, proporcionando conhecimentos relevantes para a indústria.</p>
<p><img class=" wp-image-9176 alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2023/10/20-10-23-23-300x200.png" alt="" width="338" height="225" />Atualmente, Elissa desempenha um papel crucial como coordenadora técnica de bovinos de leite na Premix, em Goiânia, onde continua sua pesquisa e contribui ativamente para o avanço da indústria agropecuária no Brasil.</p>
<p>O CCR parabeniza ambas as profissionais por suas conquistas notáveis e se orgulha de ser parte do caminho que as levou ao sucesso. Esses feitos exemplares não apenas iluminam o nome das mulheres no campo acadêmico e profissional, mas também destacam a excelência educacional oferecida pelo nosso Centro. Que esses exemplos inspirem futuras gerações de estudantes a alcançarem altos patamares no mundo do Agro e além.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
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