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				<title>Caminhada Internacional na Natureza terá edição em Formigueiro no dia 16 de agosto</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/08/03/caminhada-internacional-na-natureza-tera-edicao-em-formigueiro-no-dia-16-de-agosto</link>
				<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 11:33:10 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhada Internacional na Natureza]]></category>
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						<description><![CDATA[Inscrições para a atividade do PROGEATER são gratuitas]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p style="text-align: left" align="justify"><span style="font-family: Calibri, serif"><span style="font-size: medium">No dia </span></span><span style="font-family: Calibri, serif"><span style="font-size: medium">16 de agosto</span></span><span style="font-family: Calibri, serif"><span style="font-size: medium">, o município de Formigueiro receberá a </span></span><span style="font-family: Calibri, serif"><span style="font-size: medium">Caminhada Internacional na Natureza – Carreiros de Formigueiro: Circuito das Origens</span></span><span style="font-family: Calibri, serif"><span style="font-size: medium">, um roteiro que convida visitantes a percorrerem 12 quilômetros por estradas, comunidades e propriedades rurais onde a própria história do território se transforma em atrativo turístico. As inscrições já estão abertas e são gratuitas. O roteiro inclui café da manhã e almoço por adesão. Roteiro completo e link para inscrições no <a href="https://www.ecobooking.com.br/site3/claude_destinoEventoSimples.php?Xeven=48hz6kjlbrsg3lr0u51f" target="_blank" rel="noopener">site Ecobooking</a>.</span></span></p>
<p style="text-align: left" align="justify"><span style="font-family: Calibri, serif"><span style="font-size: medium">A caminhada integra o </span></span><span style="font-family: Calibri, serif"><span style="font-size: medium">Programa do Geoparque de Assistência Técnica e Extensão Rural (PROGEATER)</span></span><span style="font-family: Calibri, serif"><span style="font-size: medium">, desenvolvido pela UFSM, em parceria </span></span><span style="font-family: Calibri, serif"><span style="font-size: medium">com a Emater/RS-Ascar e prefeituras municipais. O projeto tornou-se uma das mais bem-sucedidas iniciativas de turismo rural da Região Central do estado, ao conectar extensão rural universitária, desenvolvimento territorial, agricultura familiar, patrimônio cultural e conservação ambiental em um único modelo de atuação.</span></span></p>
<p style="text-align: left" align="justify"><span style="font-family: Calibri, serif"><span style="font-size: medium">Desde a retomada das caminhadas, em 2023, o projeto já realizou </span></span><span style="font-family: Calibri, serif"><span style="font-size: medium">22 edições</span></span><span style="font-family: Calibri, serif"><span style="font-size: medium">, reuniu </span></span><span style="font-family: Calibri, serif"><span style="font-size: medium">mais de 3,4 mil caminhantes</span></span><span style="font-family: Calibri, serif"><span style="font-size: medium"> e consolidou uma rede regional que transforma pequenos municípios em destinos turísticos capazes de gerar renda, fortalecer empreendimentos locais e valorizar o modo de vida rural. Mais do que atrair visitantes, o programa demonstra que o turismo pode ser uma estratégia concreta de desenvolvimento para comunidades do interior.</span></span></p>
<p style="text-align: left" align="justify"><span style="font-family: Calibri, serif"><span style="font-size: medium">Ao reunir universidade, poder público, Emater/RS-Ascar, comunidades locais e agricultores familiares, o PROGEATER demonstra que o desenvolvimento sustentável acontece quando diferentes instituições trabalham de forma integrada. Em Formigueiro, essa cooperação ganha forma ao incentivar o turismo responsável, fortalecer a agricultura familiar, ampliar oportunidades econômicas no meio rural, preservar patrimônios naturais e culturais e aproximar visitantes da realidade das comunidades que mantêm viva a identidade do território. Trata-se de uma iniciativa que materializa, na prática, princípios defendidos pela Agenda 2030 das Nações Unidas, mostrando que desenvolvimento econômico, inclusão social, valorização cultural e conservação ambiental podem caminhar na mesma direção.</span></span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto Pilão atende mais de 200 famílias quilombolas em Santa Maria, Restinga Seca e Formigueiro</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/09/02/pilao-200-familias</link>
				<pubDate>Mon, 02 Sep 2024 13:03:11 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[#quilombolas]]></category>
		<category><![CDATA[afrodescendente]]></category>
		<category><![CDATA[distrito de palma]]></category>
		<category><![CDATA[formigueiro]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de extensão]]></category>
		<category><![CDATA[projeto pilão]]></category>
		<category><![CDATA[restinga sêca]]></category>

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						<description><![CDATA[Grupo realiza ações voltadas para emancipação e acesso a direitos, saúde, educação e valorização cultural
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_66690" align="aligncenter" width="1032"]<img class="wp-image-66690 size-full" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/09/WhatsApp-Image-2024-09-02-at-09.37.12.jpeg" alt="Foto colorida horizontal de várias crianças sentadas a uma mesa retangular. Atrás das crianças, uma estante de madeira com materiais escolares. A cena remete a uma atividade escolar. " width="1032" height="774" /> Comunidades quilombolas recebem atividades educativas[/caption]
<p><span style="font-weight: 400"> O projeto de extensão Pilão tem como finalidade auxiliar as comunidades quilombolas e afrodescendentes na busca pela emancipação, defesa dos direitos humanos, acesso à saúde e à alimentação adequada, geração de renda e valorização cultural. Iniciado em 2007, o projeto da Universidade Federal de Santa Maria atende, atualmente, mais de 200 famílias no distrito de Palma, em Santa Maria, nas comunidades de Passo do Louro e Cerro do Formigueiro, no município de Formigueiro, e em Ernesto Penna, Restinga Seca.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A coordenação executiva é feita pela enfermeira aposentada Vânia Maria Paulon, presente desde a criação do projeto. Naquela época, ela representava a Associação dos Servidores da Universidade Federal de Santa Maria (Assufsm) como conselheira em segurança alimentar. Desde então, Vânia articula ações de inclusão e contra a fome em quilombos isolados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Na UFSM, o grupo criou uma biblioteca itinerante e forneceu atendimento odontológico gratuito. Além disso, em parceria com os cursos Técnicos em Fruticultura e em Alimentos, do Colégio Politécnico da UFSM, oficinas de plantio de frutíferas e hortaliças, e de produção de geleias foram realizadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ainda, no campo da educação, o projeto trabalha com cursos de alfabetização de idosos, capacitações e oficinas profissionalizantes que visam inserir quilombolas no comércio. Outras ações incluem  distribuição de materiais informativos sobre a comunidade negra e rodas de conversa sobre cotas universitárias e histórias infantis referentes à proteção sociocultural. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O Pilão também auxilia as comunidades em suas organizações internas e na busca pela emancipação. Segundo Vânia, nos 17 anos do projeto, o grupo já providenciou a instalação de poços artesianos e estufas no distrito santa-mariense de Palma e em Formigueiro, assim como a de um tanque de piscicultura em Restinga Seca. Já houve, também, encaminhamentos para o melhoramento de acesso para ônibus escolares e demais veículos trafegarem nas comunidades.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A servidora aposentada ajudou a criar o <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/gt-nucleo-de-estudos-afro-brasileiros-e-indigenas-neabi#:~:text=O%20Grupo%20Tem%C3%A1tico%20N%C3%BAcleo%20de,conserva%C3%A7%C3%A3o%20e%20divulga%C3%A7%C3%A3o%20das%20importantes">Núcleo de Estudos Afros-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da UFSM</a> junto à professora do Departamento de Letras Estrangeiras, Carmem Nassar. Vânia entende o Pilão como um espaço de empoderamento e compreensão da história negra. A coordenadora executiva define o projeto de extensão como uma ponte que permite trocas enriquecedoras e uma nova visão sobre diferentes realidades. “A universidade tem muito a dar às comunidades e vice-versa. Vim ao mundo para estar com pessoas, e, aqui, fazemos algo que vale a pena. Fazemos por amor ao próximo", afirma.</span></p>
<h3><b>Acesso à saúde nas comunidades quilombolas</b></h3>
[caption id="attachment_66691" align="alignright" width="371"]<img class="wp-image-66691" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/09/WhatsApp-Image-2024-09-02-at-09.37.12-1-1.jpeg" alt="Foto colorida vertical em área externa rural, com chão batido e árvores atrás. A foto mostra cinco quatro pessoas, duas sentadas e três em pé. Todos posam para a foto." width="371" height="659" /> A coordenadora executiva do projeto, Vânia, primeira à esquerda em pé, em uma das comunidades quilombolas atendidas pelo Pilão[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Desde 2020, o Pilão Paz realiza ações voltadas para a saúde das famílias quilombolas e afrodescendentes, como palestras sobre a importância da autodeclaração no Sistema Único de Saúde (SUS), saúde do coração, saúde ocular e anemia falciforme - doença hereditária que afeta os glóbulos vermelhos. </span><span style="font-weight: 400">Em paralelo, o grupo arrecada e distribui kits de higiene e próteses dentárias em prol da saúde bucal. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">De acordo com a coordenadora, Vânia Paulon, nas próximas semanas haverá a distribuição de kits de higiene bucal recebidos da Cruz Vermelha. Outras ações serão organizadas com tempo, uma vez que o planejamento conta com diversas etapas. "Pretendemos levar esses produtos a essas localidades e, depois, para outros planos, ver a viabilidade. Dependemos de transporte e verba para irmos às comunidades", explica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O grupo aceita doações de kits de higiene para distribuição nas localidades atendidas. Os interessados em contribuir podem levar donativos na Sala 505 do <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/complexo-multicultural-antiga-reitoria-ufsm">Complexo Cultural Antiga Reitoria da UFSM</a>,  na Rua Floriano Peixoto, 1184. </span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400"><strong>Reportagem</strong>: Kemyllin Dutra, acadêmica de Jornalismo</span></i></p>
<p><i><span style="font-weight: 400"><strong>Edição</strong>: Maurício Dias</span></i></p>
<p><i><span style="font-weight: 400"><strong>Fotos</strong>: Projeto Pilão Paz/UFSM</span></i></p>
<p> </p>
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