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				<title>Complexo Multicultural Antiga Reitoria vai ganhar mural artístico</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/03/11/complexo-multicultural-antiga-reitoria-vai-ganhar-mural-artistico</link>
				<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 12:43:44 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[afroturismo]]></category>
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						<description><![CDATA[Obra integra o Projeto de Afroturismo na Região Central do Rio Grande do Sul]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O Mural Artístico Ubuntu Terra Viva será inaugurado no dia 25 de março, às 18h, no Complexo Multicultural Antiga Reitoria<span class="gmail_default">, no Centro de Santa Maria.</span></p>
<p><span style="color: initial">De autoria de Braziliano, Alexon Messias, Amanda Rodrigues, Cauê Toledo e Israel Caetano, o mural está inserido no Projeto de Afroturismo na Região Central do Rio Grande do Sul e teve financiamento da Fundação Palmares.</span></p>
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				<title>UFSM recebe recursos da Fundação Palmares para investimento em comunidades quilombolas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/10/02/ufsm-recebe-recursos-da-fundacao-palmares-para-investimento-em-comunidades-quilombolas</link>
				<pubDate>Wed, 02 Oct 2024 11:41:32 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
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						<description><![CDATA[Os repasses totalizam R$ 360 mil e são destinados ao fomento do afroturismo na Quarta Colônia e a projetos individuais nas comunidades]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Após receber um <a href="https://www.ufsm.br/2024/08/08/ufsm-recebe-r-170-mil-da-fundacao-palmares-para-apoio-do-afroturismo-na-quarta-colonia" target="_blank" rel="noopener">aporte de R$ 170 mil da Fundação Cultural Palmares</a> para investimento em afroturismo na Região Central, a UFSM recebeu mais R$ 190 mil da instituição para realizar pareceres nos editais de fomento da fundação e destinar este valor a projetos. Os valores são recebidos pelo Observatório dos Direitos Humanos (ODH), vinculado à Pró-Reitoria de Extensão (PRE).</p>
<p>Os primeiros R$ 170 mil recebidos serão destinados a um circuito de afroturismo nas comunidades quilombolas da Região Central do estado. A principal comunidade a receber os recursos é a de Rincão dos Martimianos, em Restinga Sêca.</p>
<p>Já com relação aos R$ 190 mil, a UFSM vai realizar pareceres nos editais de fomento da Fundação Palmares. Em linhas gerais, a fundação lança diversos editais de fomento para projetos que valorizam questões culturais em comunidades quilombolas. Representantes das comunidades desenvolvem os projetos e os apresentam à fundação com o objetivo de “concorrer” por essa verba. O papel da UFSM nesse processo será o de selecionar pareceristas, ou seja, pessoas qualificadas para avaliar os projetos e ajudar a aplicar o dinheiro nas melhores iniciativas.</p>
<p>Segundo Victor De Carli Lopes, coordenador de Desenvolvimento Regional da UFSM e responsável pelo recebimento dessas verbas, a execução dessas ações por meio da UFSM tornará a Universidade referência no tema. “Se conseguirmos debater mais a importância desse assunto dentro da nossa Instituição e as pessoas verem essas ações, a nossa Universidade se tornará referência entre as que realizam esse tipo de pareceres”, relata.</p>
<p>Victor ainda ressalta a importância do fomento ao afroturismo. “O objetivo é dar uma visibilidade, uma força maior para as comunidades negras da Região Central. O etnoturismo já é praticado na região, mas muitas vezes apenas o turismo de matriz italiana ou alemã. Esses valores vão ajudar a incentivar também o turismo de matriz negra”, diz.</p>
<h3>"Existe uma vontade de crescer, mas falta esse apoio"</h3>
<p>A iniciativa foi bem recebida pela líder da comunidade quilombola de Vó Firmina e Vó Maria Eulina, localizada em Restinga Sêca, Ivonete Carvalho, ex-comissária de polícia e ex-secretária nacional de Políticas Públicas para a Igualdade Racial. “Eu fiquei muito feliz quando soube que havia um recurso destinado para as comunidades. Isso é fundamental, é questão central. Há uma criatividade muito grande, principalmente das mulheres. Existe uma vontade de crescer, de se desenvolver, mas falta esse apoio, esse empurrão”, afirma.</p>
<p>Para Ivonete, ações como o destino desses recursos para comunidades quilombolas faz parte de um processo de reparação histórica e inclusão: “As portas para negros e negras nas universidades sempre foram fechadas. A partir das cotas, a universidade começa a olhar para esse segmento que até então era invisível. A gente sempre foi visto do lado de fora da Universidade. Hoje a gente está pensando junto com a universidade”.</p>
<p><em>Texto: Gabriel Barros, acadêmico de Jornalismo, estagiário da Agência de Notícias</em><br /><em>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</em></p>
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<p></p>
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