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						<item>
				<title>UFSM integra estudo sobre percepção de riscos hidrogeológicos em mapas </title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/12/31/ufsm-integra-estudo-sobre-percepcao-de-riscos-hidrogeologicos-em-mapas</link>
				<pubDate>Tue, 31 Dec 2024 11:30:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[artes visuais]]></category>
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						<description><![CDATA[Desenvolvido em conjunto com doutoranda da Universidade de Ferrara, na Itália, questionário estará disponível até 31 de janeiro]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Tendo em vista as fortes chuvas que atingiram o Rio Grande do Sul em maio deste ano, a</span><span style="font-weight: 400"> designer de Comunicação Visual e doutoranda da Universidade de Ferrara, na Itália</span><span style="font-weight: 400">, Laura Bortoloni está desenvolvendo uma pesquisa que investiga a percepção da população sobre os riscos hidrológicos representados em mapas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O trabalho é desenvolvido em parceria com o Departamento de Artes Visuais e o Laboratório de Geologia Ambiental (Lageolam) da UFSM, e busca investigar como o design da informação, o design gráfico e a cartografia podem contribuir para disseminar informações complexas sobre desastres naturais. No momento, a pesquisa está em fase de coleta de dados sobre mapas informativos, via <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfpL4ih1S60z0AuPCMvYkcKVAzOaoXj4oEOPLCdWokP0fC5xQ/viewform" target="_blank" rel="noopener">questionário no Google Forms,</a> que pode </span>ser preenchido até 31 de janeiro de 2025. </p>
[caption id="attachment_68010" align="alignright" width="663"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-20-at-09.57.49.jpeg"><img class=" wp-image-68010" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-20-at-09.57.49.jpeg" alt="" width="663" height="470" /></a> No mapa, é possível identificar o grau de risco em cada moradia do bairro[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">A inspiração para a pesquisa de Laura surgiu de uma problemática. “Às vezes, essas representações são tão complexas que invalidam a possibilidade de serem entendidas pelo público em geral”, argumenta a doutoranda. Nesse sentido, o trabalho busca entender como os mapas podem ajudar a reduzir o impacto dos eventos climáticos extremos. </span></p>
<h3><span style="font-weight: 400">A pesquisa e a UFSM</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Na UFSM, a professora do Departamento de Artes Visuais, do Centro de Letras e Artes (CAL), Cristina Ribas foi responsável por conectar Laura com o triste cenário presenciado no Estado. “Quando cheguei na UFSM, eu iniciei o projeto ‘</span><a href="https://portal.ufsm.br/projetos/publico/projetos/view.html?idProjeto=425161"><span style="font-weight: 400">Cartografia das águas</span></a><span style="font-weight: 400">’, onde estudamos os desafios que as águas trazem e a sua relação com os mapas e percepção das pessoas sobre elas. Depois, eu recebi uma mensagem da Laura e começamos a conversar sobre a pesquisa dela”, descreve Cristina.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Após o contato, Cristina e Laura passaram a unir os conhecimentos. “No início, eu passei para ela alguns mapeamentos que eu já havia feito em meu projeto e passamos a ajustar os parâmetros para que ela viesse fazer uma visita de campo. Por causa das enchentes, o município se tornou o objeto da pesquisa dela”, explica a docente. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Em novembro de 2024, Laura chegou em Santa Maria e, com auxílio da equipe do Lageolam - que na época desenvolvia o </span><a href="https://www.ufsm.br/2024/10/17/laboratorio-da-ufsm-elabora-o-plano-municipal-de-riscos-de-santa-maria"><span style="font-weight: 400">Plano Municipal de Redução de Riscos</span></a><span style="font-weight: 400"> -, realizou uma visita para conhecer as áreas de risco dos bairros Urlândia e Santos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Com as observações da visita, a pesquisadora, em parceria com o Lageolam, desenvolveu o mapa de riscos hidrogeológicos do bairro Urlândia. O mapa também foi utilizado no questionário da pesquisa, com a ideia de estudar a percepção e compreensão do respondente sobre a imagem e seus elementos técnicos e gráficos. Nesse sentido, o mapa desenhado vai contra as representações usuais — que normalmente trazem mapas mais gerais — porque aborda os riscos específicos em cada moradia do bairro. </span></p>
<h3><span style="font-weight: 400">O que será feito com os resultados?</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Preparação e mitigação são duas palavras-chave que guiam o futuro da pesquisa. “Espero que mapas melhor projetados, e desenvolvidos ouvindo as necessidades dos cidadãos, possam ajudar a aumentar a conscientização sobre riscos e perigos”, detalha a pesquisadora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Como parte da pesquisa contou com o redesign de mapas do bairro Urlândia, Laura tem a esperança de que seu trabalho colabore para a região. “Na última parte do questionário, há uma série de mapas de risco da Urlândia, um bairro de Santa Maria fortemente afetado pela enchente, no qual o Lageolam está trabalhando. Espero que os resultados me ajudem a entender quais escolhas visuais são mais úteis e eficazes para transmitir a mensagem, que, neste caso, é o nível de risco”, finaliza a doutoranda.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para perguntas ou mais informações sobre a pesquisa, o e-mail de Laura é </span><span style="font-weight: 400">laura.bortoloni@unife.it.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Texto e fotos: Pedro Moro, acadêmico de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias<br /></span></i><em>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pesquisadores da UFSM apresentam, em e-book, estudo sobre os riscos de desastres hidrológicos no RS</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/06/24/pesquisadores-da-ufsm-apresentam-em-e-book-estudo-sobre-os-riscos-de-desastres-hidrologicos-no-rs</link>
				<pubDate>Mon, 24 Jun 2024 12:10:26 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[crise-climática]]></category>
		<category><![CDATA[desastres hidrológicos]]></category>
		<category><![CDATA[GEOLOGIA AMBIENTAL]]></category>
		<category><![CDATA[LAGEOLAM]]></category>

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						<description><![CDATA[Pesquisa analisa dados históricos para mapear municípios e períodos de maior incidência de eventos hidrológicos no estado]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/06/ebook-geo-1.jpg"><img class="alignright  wp-image-66110" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/06/ebook-geo-1.jpg" alt="" width="458" height="648" /></a>O estudo “</span><a href="https://www.meridapublishers.com/dhrs/"><span style="font-weight: 400">Desastres Hidrológicos: Levantamento para o estado do Rio Grande do Sul, Brasil</span></a><span style="font-weight: 400">”, publicado como e-book, analisa dados até 2020 que apresentam a propensão do estado do Rio Grande do Sul a sofrer com desastres hidrológicos. Segundo o coordenador do grupo, Luis Eduardo Robaina, a ocorrência dos recentes alagamentos de 2023 e maio de 2024, apesar de não estarem registrados no trabalho, reforçam a afirmativa de predisposição do estado a ser afetado por esses eventos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Desenvolvido </span><span style="font-weight: 400">pelo </span><span style="font-weight: 400">Laboratório de Geologia Ambiental (Lageolam) da UFSM, a partir de estudos prévios com a participação de estudantes de iniciação científica e pós-graduação, o livro teve como autores quatro docentes da Universidade: </span><span style="font-weight: 400">Luis Eduardo Robaina, Romario Trentin, Anderson Volpato Sccoti e Andrea Valli Nummer. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Através do </span><span style="font-weight: 400">apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), por meio do Programa de Internacionalização Capes-PrInt, </span><span style="font-weight: 400">o trabalho também conta com a co-autoria de dois docentes da Universidade do Porto (Portugal), </span><span style="font-weight: 400">Carlos Valdir de Meneses Bateira e Susana Pereira.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400">Base do estudo</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Através da sistematização da ocorrência de desastres hidrológicos no estado, o livro organiza cartograficamente as informações sobre esses eventos, faz o mapeamento dos municípios mais afetados e os períodos do ano mais críticos. Esses apontamentos são permeados por parte do conceito de espaço geográfico, que analisa os processos naturais, sociais e a relação humana com o ambiente. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“</span><span style="font-weight: 400">As áreas de risco a desastres surgem como uma interação entre o meio natural e o meio social, ou seja, a natureza impõe obstáculos para a ocupação de certas áreas, mas são os seres humanos, ao ocupar as áreas suscetíveis, que acabam desencadeando o surgimento do risco e potencializando a ocorrência de desastre</span><span style="font-weight: 400">”, relata a obra.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400">Conteúdo do livro</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Dividido em quatro capítulos, o livro aborda na primeira parte aspectos como o surgimento e a ocupação dos municípios do estado, as diretrizes legais quanto ao tratamento de áreas de risco e conceitos basilares de termos como p</span><span style="font-weight: 400">erigo, vulnerabilidade e risco, além da classificação dos riscos hidrológicos. Já na segunda, trata de dados sobre as condições climáticas que provocam grande volume de chuva, bem como as características das bacias hidrográficas que integram o Rio Grande do Sul.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Em seguida, faz duas análises. Uma delas é temporal, que define os anos e os meses com maior número de municípios afetados pelos registros de desastres hidrológicos. Já a outra análise é espacial, que possibilita indicar a propensão de um município ser afetado, além de averiguar a perspectiva socioeconômica de enfrentamento por parte dos municípios diante desses eventos. </span></p>
<h3><span style="font-weight: 400">Contribuição de Portugal</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Os docentes da Universidade do Porto foram responsáveis por auxiliar nas discussões das temáticas abordadas no estudo, bem como contribuir com a experiência do contexto, tanto português como europeu, de trabalhar conceitos na academia e apresentar dados importantes observados para o poder público. De acordo com o coordenador do Lageolam, Luis Eduardo, no Brasil a relação com o poder público está em processo de construção se comparado com a realidade da Europa, por isso, a troca de informações permitiu uma qualificação ainda maior para o trabalho.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400">Importância do estudo</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Para Luis Eduardo, os dados apresentados no livro são fundamentais para pensar na gestão de desastres, pois trazem um levantamento histórico da ocorrência desse tipo de evento, com indicações temporais e das localidades mais suscetíveis. É só a partir da noção de como se dá o processo até o evento em si que é possível iniciar o planejamento de medidas de prevenção e de contenção de danos, e se preparar de forma mais eficiente no futuro.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Texto: Júlia Weber, estudante de Jornalismo e estagiária da Agência de Notícias<br /></span></i><i><span style="font-weight: 400">Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</span></i></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>LAGEOLAM promove palestras e entrevistas com profissionais e pesquisadores</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/geografia/2021/04/13/lageolam-promove-palestras-e-entrevistas-com-profissionais-e-pesquisadores</link>
				<pubDate>Tue, 13 Apr 2021 13:15:22 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[geografia]]></category>
		<category><![CDATA[GEOLOGIA AMBIENTAL]]></category>
		<category><![CDATA[LAGEOLAM]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

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						<description><![CDATA[O evento será transmitido pelo canal do LAGEOLAM no YouTube. A primeira palestra irá ocorrer no dia 23 de abril, às 14h.                                                           ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O evento será transmitido pelo canal do LAGEOLAM no YouTube. A primeira palestra irá ocorrer no dia 23 de abril, às 14h.</p>
<p>                                         <img class="alignnone size-medium wp-image-532" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/451/2021/04/Convite-LAGEOLAM-abril.2021-212x300.jpeg" alt="" width="212" height="300" />                  <img class="alignnone size-medium wp-image-533" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/451/2021/04/LAGEOLAM-Karine-Bastos-Leal-23.04.2021-282x300.jpeg" alt="" width="282" height="300" /></p>
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