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				<title>Grupo Interdisciplinar de Pesquisa em Erosão e Hidrologia de Superfície realiza segundo encontro presencial sobre Educação Ambiental</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/2025/08/11/grupo-interdisciplinar-de-pesquisa-em-erosao-e-hidrologia-de-superficie-realiza-segundo-encontro-presencial-sobre-educacao-ambiental</link>
				<pubDate>Mon, 11 Aug 2025 15:27:59 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[notícia]]></category>
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		<category><![CDATA[educação ambiental]]></category>
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		<category><![CDATA[INPE]]></category>

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						<description><![CDATA[O Grupo Interdisciplinar de Pesquisa em Erosão e Hidrologia de Superfície da UFSM &#8211; GIPEHS &#8211; promoveu, neste sábado (09), o segundo encontro presencial do projeto de extensão voltado à Educação Ambiental, em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e a Escola Alfredo Lenhardt, da Secretaria Municipal de Educação de Itaara (SMED). [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="193" data-end="571"><img class="wp-image-11845 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2025/08/11-08-2025-danilo-300x225.jpg" alt="" width="470" height="353" />O <strong><a href="https://www.instagram.com/gipehs.ufsm/">Grupo Interdisciplinar de Pesquisa em Erosão e Hidrologia de Superfície da UFSM - GIPEHS</a></strong> - promoveu, neste sábado (09), o segundo encontro presencial do projeto de extensão voltado à Educação Ambiental, em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e a Escola Alfredo Lenhardt, da Secretaria Municipal de Educação de Itaara (SMED).</p>
<p data-start="573" data-end="936">A atividade teve como tema a qualidade da água e foi dividida em duas etapas. A primeira parte foi conduzida pelo professor Danilo Rheinheimer dos Santos (UFSM), com abordagem teórica sobre o assunto. Na sequência, Paulo Bairros (UFSM) ministrou a segunda parte, com enfoque prático, trazendo exemplos e orientações de forma acessível aos participantes.</p>
<p data-start="938" data-end="1124">A iniciativa integra ações de ensino, pesquisa e extensão, reforçando o compromisso da UFSM com a difusão de conhecimento científico e a formação cidadã por meio da educação ambiental.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>GIPEHS/UFSM comemora o Dia da Conservação do Solo e da Água com Dia de Campo na Bacia do Rio Guarda Mor</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/2025/03/28/gipehs-ufsm-comemora-o-dia-da-conservacao-do-solo-e-da-agua-com-dia-de-campo-na-bacia-do-rio-guarda-mor</link>
				<pubDate>Fri, 28 Mar 2025 18:52:14 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[conservação ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[crise-climática]]></category>
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		<category><![CDATA[guardamor2025]]></category>
		<category><![CDATA[solos]]></category>

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						<description><![CDATA[O Grupo Interdisciplinar de Pesquisa em Erosão e Hidrologia de Superfície (GIPEHS) da UFSM promoverá, no dia 15 de abril, um evento especial em comemoração ao Dia da Conservação do Solo e da Água. A programação inclui palestras no período da manhã e uma tarde de campo na Bacia do Rio Guarda Mor, proporcionando uma [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p class="" data-start="115" data-end="566"><a href="http://www.ufsm.br/eventos/guardamor2025"><img class="wp-image-11428 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2025/03/guarda-mor-2025-a-1024x862.jpg" alt="" width="459" height="386" /></a>O <a href="https://www.instagram.com/gipehs.ufsm/"><strong>Grupo Interdisciplinar de Pesquisa em Erosão e Hidrologia de Superfície (GIPEHS) da UFSM</strong></a> promoverá, no dia 15 de abril, um evento especial em comemoração ao Dia da Conservação do Solo e da Água. A programação inclui palestras no período da manhã e uma tarde de campo na Bacia do Rio Guarda Mor, proporcionando uma experiência prática sobre a importância da conservação dos recursos naturais.</p>
<p class="" data-start="568" data-end="839">Manhã: As atividades terão início às 07h40 no Auditório do Centro de Ciências Rurais (CCR) - Prédio 42, UFSM, onde especialistas discutirão estratégias para a conservação do solo e da água, abordando desafios e soluções para a sustentabilidade ambiental.</p>
<p class="" data-start="841" data-end="1087">Tarde: A partir das 13h, os participantes seguirão para a Bacia do Rio Guarda Mor, onde serão realizadas atividades de campo, permitindo a observação de práticas de manejo sustentável e análise das condições ambientais da região.</p>
<p data-start="841" data-end="1087">O evento tem o apoio do Departamento de Solos e do Programa de Pós-Graduação em Ciências do Solo da UFSM. <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfc75ziPq3fDe6alH_bF8u-SAmTpZlPaJxIstOUA9ScnWk-vg/viewform"><strong>As vagas são limitadas. Interessados podem se inscrever gratuitamente até o dia 10 de abril clicando aqui.</strong></a></p>
<p class="" data-start="1280" data-end="1546">O evento representa uma oportunidade única para estudantes, pesquisadores e profissionais da área aprofundarem seus conhecimentos teóricos e práticos sobre a preservação dos recursos hídricos e do solo, fundamentais para a manutenção dos ecossistemas e da produção agrícola sustentável.</p>
<p data-start="1280" data-end="1546"><a href="http://www.ufsm.br/eventos/guardamor2025"><strong>A programação completa pode ser visualizada clicando aqui.</strong></a></p>
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													</item>
						<item>
				<title>Oportunidade de Pós-Doutorado: GIPEHS seleciona pesquisador para projeto sobre conservação do solo e adaptação às mudanças climáticas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/2025/02/06/oportunidade-de-pos-doutorado-gipehs-seleciona-pesquisador-para-projeto-sobre-conservacao-do-solo-e-adaptacao-as-mudancas-climaticas</link>
				<pubDate>Thu, 06 Feb 2025 13:53:51 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[crise-climática]]></category>
		<category><![CDATA[gipehs]]></category>
		<category><![CDATA[hidrologia]]></category>
		<category><![CDATA[Pós-doutorado]]></category>

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						<description><![CDATA[O Grupo Interdisciplinar de Pesquisa em Erosão e Hidrologia de Superfície (GIPEHS) está selecionando pesquisador(a) para participar do Projeto “Estratégias de conservação de solo e de água em bacias rurais para a adaptação dos sistemas produtivos às mudanças climáticas”. O estudo é financiado pela FAPERGS por intermédio do EDITAL FAPERGS 06/2024 &#8211; PROGRAMA DE PESQUISA [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_11151" align="alignright" width="384"]<img class="wp-image-11151" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2025/02/06-02-02025-2-1024x1024.jpg" alt="" width="384" height="384" /> <span style="color: #808080"><em>Monitoramento realizado pelo GIPEHS de evento de chuva na Bacia Hidrográfica do Rio Guarda Mor em junho de 2021</em></span>[/caption]
<p>O Grupo Interdisciplinar de Pesquisa em Erosão e Hidrologia de Superfície (GIPEHS) está selecionando pesquisador(a) para participar do Projeto “Estratégias de conservação de solo e de água em bacias rurais para a adaptação dos sistemas produtivos às mudanças climáticas”. O estudo é financiado pela FAPERGS por intermédio do EDITAL FAPERGS 06/2024 - PROGRAMA DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO VOLTADO A DESASTRES CLIMÁTICOS.<br /><br />O projeto será desenvolvido na região central do RS pelo Laboratório de Pesquisa em Erosão e Hidrologia de superfície da UFSM, com a participação do IFF Campus São Vicente, UERGS Campus Cachoeira do Sul, UFFS Campus Cerro Largo, EMBRAPA Trigo, e EMATER/RS-ASCAR e bacia experimental do rio Guarda Mor, sob a supervisão do professor Jean Minella (CCR/UFSM).<br /><br />A pesquisa envolve conhecimentos em Conservação do Solo e da Água, Extensão Rural, Monitoramento e Modelagem Ambiental. Caso tenha interesse, envie o seu currículo e uma carta de motivação para o e-mail: <strong>jean.minella@ufsm.br</strong>, até 12 de fevereiro de 2025. As entrevistas serão realizadas pela plataforma Google Meet nos dias 13 e 14 de fevereiro, conforme disponibilidade dos candidatos e dos avaliadores. As notas do currículo e da entrevista terão o mesmo peso.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Programa da UFSM de monitoramento de bacia hidrográfica busca conservar o solo e proteger os recursos hídricos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/01/08/programa-da-ufsm-de-monitoramento-de-bacia-hidrografica-busca-conservar-o-solo-e-proteger-os-recursos-hidricos</link>
				<pubDate>Wed, 08 Jan 2025 13:26:46 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[bacia hidrográfica]]></category>
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		<category><![CDATA[departamento de solos]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
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		<category><![CDATA[rio guarda mor]]></category>

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						<description><![CDATA[Estudo conduzido pelo GIPEHS sofreu impactos após as chuvas de maio de 2024 e precisou de apoio do CARE/UFSM]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_68036" align="alignright" width="438"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/01/Imagem1.png"><img class="wp-image-68036" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/01/Imagem1.png" alt="foto colorida horizontal de uma estrutura que parece uma ponte sobre um pequeno rio" width="438" height="327" /></a> Seção de monitoramento hidrossedimentológico da bacia do Rio Guarda Mor[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Cerca de oito meses após os eventos climáticos extremos de maio de 2024, prosseguem na UFSM os projetos que têm relação com os impactos ambientais decorrentes. Muitos estudos que já estavam em andamento foram impactados e passaram por mudanças. Um deles é o programa de monitoramento hidrossedimentológico na bacia experimental do Rio Guarda Mor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O Grupo Interdisciplinar de Pesquisa em Erosão e Hidrologia de Superfície (GIPEHS) da UFSM trabalha na busca de soluções para os problemas relacionados ao escoamento superficial e à erosão em bacias hidrográficas no Rio Grande do Sul. Atualmente, o grupo trabalha com a bacia experimental do Rio Guarda Mor, com o propósito de monitorar e modelar o planejamento de práticas de conservação do solo e proteção dos recursos hídricos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O professor coordenador do grupo, Jean Paolo Gomes Minella, do Departamento de Solos do Centro de Ciências Rurais (CCR), explica que o trabalho desenvolvido nesta bacia é “entender e descrever o impacto da atividade humana, especialmente a agrícola, nos recursos hídricos, ou seja, como a ocupação humana no espaço afeta o comportamento dos rios e a qualidade da água, especialmente a produção de sedimentos”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Minella explica que para desenvolver este trabalho precisa ser monitorada a chuva e, a partir dela, a transferência de energia, de sedimentos e de água. “Essas medidas são feitas a cada cinco minutos, a chuva, a vazão, os sedimentos, agroquímicos, fertilizantes e tudo que sai da bacia é medido em intervalos com alta frequência temporal. Trazemos essas amostras para o laboratório, e aqui fazemos a análise de quanto sedimento tem na água, como isso varia ao longo dos meses do ano, em função dos tipos diferentes de chuva. Assim, tentamos entender esse fenômeno, essa bacia hidrográfica”, relata.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Neste trabalho são utilizados equipamentos automáticos que ficam submersos na água, realizando a medição do nível do rio e a quantidade de sedimentos. Além dos equipamentos, a equipe de monitoramento, composta por alunos de graduação, pós-graduação e professores da Universidade, vão a campo, principalmente quando chove, para acompanhar desde a elevação do nível do rio até quando o rio voltar ao normal, para coletar amostras e verificar o funcionamento dos equipamentos. </span></p>
<h3>Reestruturação com apoio do CARE/UFSM</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Com o evento extremo das enchentes de maio do ano passado, os equipamentos que ficam submersos no rio tiveram danos devido ao volume de pedras, troncos e à turbulência da água. Ainda assim, a maior parte dos equipamentos não foi perdida porque o grupo estava fazendo a medição e, ao perceber a magnitude do evento, retirou-a da água e conseguiu salvá-la.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Mas o coordenador ressalta que equipamentos mais sofisticados e modernos melhorariam os trabalhos do grupo. “Os equipamentos modernos permitem a medição, principalmente da velocidade da água, estando fora do rio, sem a necessidade de estarem submersos, sofrendo o impacto das pedras e dos troncos. São equipamentos muito úteis em rios de montanha, como é o Rio Guarda Mor", afirma Minella.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além da reestruturação envolver um projeto de compra de equipamentos de monitoramento mais modernos, o <a href="https://www.ufsm.br/reitoria/gabinete-do-reitor/care" target="_blank" rel="noopener">Comitê de Apoio para Eventos Extremos e Emergências (CARE)</a>, que tem o objetivo de unir grupos técnico-científicos a fim de apresentar projetos e soluções possíveis para o enfrentamento da crise climática, auxiliou na reconstrução da seção de monitoramento, que sofreu erosão de margem e deposição de cascalho no fundo do leito. Assim, três meses após as enchentes, o grupo já conseguiu voltar a trabalhar, restabelecendo as medições de vazão, concentração de sedimentos e parâmetros de qualidade de água decorrentes dos estragos do evento climático. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A reestruturação do programa de monitoramento hidrossedimentológico na bacia experimental do Rio Guarda Mor em consequência de eventos climáticos extremos é um dos projetos vinculado ao CARE com o objetivo de aprimorar o monitoramento para melhor compreender a dinâmica hidrológica de pequenas bacias rurais, visando recomendar estratégias de conservação do solo e da água na escala de bacia.</span></p>
[caption id="attachment_68038" align="aligncenter" width="340"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/01/Imagem2-antes.jpg"><img class="wp-image-68038" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/01/Imagem2-antes.jpg" alt="" width="340" height="484" /></a> Seção de monitoramento antes...[/caption]
[caption id="attachment_68039" align="aligncenter" width="624"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/01/Imagem3-depois.jpg"><img class="wp-image-68039" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/01/Imagem3-depois.jpg" alt="" width="624" height="448" /></a> ... e depois dos eventos climáticos extremos do ano passado[/caption]
<h3>Bacia abrange municípios da Quarta Colônia</h3>
<p><span style="font-weight: 400">A bacia hidrográfica do Rio Guarda Mor é uma sub-bacia do Rio Soturno, localizada na Quarta Colônia, envolvendo os municípios de Ivorá, Silveira Martins, Júlio de Castilhos e São João do Polêsine. Tem uma área de contribuição de 19.5 km², característica do rebordo do planalto, com elevada diversidade geológica e de solos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O GIPEHS busca contemplar a população próxima ao Rio Guarda Mor com ações efetivas de monitoramento e planejamento da bacia, buscando conciliar as atividades agropecuárias desenvolvidas na área com um projeto de conservação do solo e água a ser instituído na bacia, para fazer frente à nova configuração de uso e manejo adotado pelos agricultores.</span></p>
<h3>Impactos no sistema fluvial do Rio Jacuí e Lago Guaíba</h3>
<p><span style="color: initial;font-size: revert">O GIPEHS também realizou uma proposta de projeto de pesquisa ao perceber que, após o evento extremo das enchentes, houve uma grande mobilização de sedimentos para dentro dos rios, que chegaram ao Lago Guaíba. O projeto é para medir os grandes depósitos de sedimentos que ocorreram desde o Rio Jacuí - onde está a bacia do Rio Soturno, que possui a bacia do Rio Guarda Mor - e chegam até o Guaíba. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo o professor, com base nas características químicas desses sedimentos, poderá se identificar o potencial poluidor do material depositado. "Todo esse material que foi depositado dentro do Jacuí, ao longo dos anos, vai remobilizar poluentes para dentro do corpo de água, causando problemas de eutrofização, uma série de aspectos negativos para a qualidade da água. Então, nesse estudo, o primeiro objetivo é identificar a origem dos sedimentos, ou seja, quais são as grandes bacias que contribuíram para a maior quantidade de sedimentos presentes ao longo do Rio Jacuí até o Lago Guaíba, e também avaliar o potencial poluidor dele, sendo fundamental para a gestão dos recursos hídricos", relata.</span></p>
<p><em><span style="font-weight: 400">Texto: Milena Gubiani, acadêmica de Jornalismo, estagiária da Agência de Notícias <br /></span>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</em><br /><em><span style="font-weight: 400">Fotos: Arquivo do GIPEHS</span></em></p>
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