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				<title>Comunicação do diagnóstico é estratégia para a adesão ao tratamento de HIV</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/comunicacao-do-diagnostico-e-estrategia-para-a-adesao-ao-tratamento-de-hiv</link>
				<pubDate>Mon, 16 Jan 2023 18:06:19 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[carga viral]]></category>
		<category><![CDATA[destaque arco]]></category>
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						<description><![CDATA[O tratamento adequado diminui a carga viral no organismo e a chance de transmissão do vírus]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p id="docs-internal-guid-0fee1a73-7fff-8f0c-c8f0-b491b0f8d63f" dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Discriminação, preconceitos e desigualdades sociais permeiam a realidade daqueles que vivem com o vírus da imunodeficiência humana (HIV). Embora a medicina e a ciência tenham evoluído desde a década de 1980 - que marca o início da epidemia -, pessoas soropositivas ainda são afetadas pelos estigmas relacionados ao HIV. “O medo do estigma desencoraja o indivíduo a revelar sua sorologia, o que fragiliza sua rede de apoio e prejudica sua capacidade e vontade de aderir ao tratamento”, relata a professora do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem (PPGEnf) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Cristiane Cardoso de Paula.</p><p dir="ltr"> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">O HIV é um vírus sem cura, que ataca o sistema imunológico e deixa o organismo sem células de defesa (CD4) no combate a doenças. Entretanto, com o tratamento, é possível controlar a taxa de replicação viral, diminuir os sintomas e complicações da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS) causada pela infecção e, assim, melhorar a qualidade de vida. Conforme o Ministério da Saúde, 95% do total de pacientes em tratamento antirretroviral no país já não transmitem o HIV por via sexual, por terem atingido a carga viral suprimida. Em outras palavras, os medicamentos impedem a multiplicação do vírus, e a quantidade deste no sangue torna-se tão baixa que não é detectável/transmissível.</p>		
												<img width="1024" height="667" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2023/01/Capa-3-1024x667.jpg" alt="" loading="lazy" />														
		<p id="docs-internal-guid-5332f1ed-7fff-8a69-de93-54dce4021fc2" dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Apesar da comprovação da eficácia do tratamento, a não adesão ainda é um dos maiores desafios da rede de atenção à saúde. Dados da Política Municipal de HIV/AIDS, Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST’s) e Hepatites Virais revelaram que somente em Santa Maria, das 2,5 mil pessoas que vivem com o vírus, cerca de 800 abandonaram o tratamento. </p><p dir="ltr"> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">A não adesão à terapia antirretroviral está atrelada a diversos fatores, como o uso prolongado da medicação, os efeitos colaterais e os estigmas sociais que ela acompanha. Cristiane explica que a adesão pode ser influenciada negativamente por situações cotidianas que geram o medo da revelação do diagnóstico e da exposição à discriminação da comunidade, por exemplo, ao acessar o serviço de saúde mais próximo de seu domicílio. “Tudo isso mostra a complexidade da adesão, ou seja, o desafio que precisa ser compartilhado entre a pessoa que vive com HIV, a equipe de saúde e a rede de apoio para que o tratamento possa ser mantido a longo prazo”, afirma a docente.</p>		
			<h3>Comunicar em tempo oportuno</h3>		
		<p id="docs-internal-guid-91b8a9a2-7fff-8bf6-0866-8595e6f7881d" dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Ao mesmo tempo em que é desafiadora, a comunicação adequada do diagnóstico do HIV pode favorecer a aceitação do tratamento e servir como uma ferramenta para o fortalecimento do vínculo com a equipe de saúde. A maior incidência dos casos de infecção encontra-se na faixa etária de 25 a 29 anos. Conforme o <u><a href="https://www.scielo.br/j/bioet/a/jhMB7ctjy55QSZvcwCrNjzx/?format=pdf&amp;lang=pt" target="_blank" rel="noopener">estudo</a></u> publicado por pesquisadoras do PPGEnf e do Hospital Universitário de Santa Maria (HUSM), em 2021, a prevalência da infecção em adultos jovens aponta a juvenização da epidemia e se soma ao quantitativo de crianças e adolescentes na categoria de transmissão vertical (que ocorre quando a criança é infectada por alguma IST durante a gestação, o trabalho de parto ou a amamentação). </p><p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Em algum momento da vida, esses indivíduos experienciam a comunicação de seu diagnóstico e, independente da categoria de exposição e da idade, isso repercute no seu cotidiano. A não-comunicação ou comunicação inadequada, no caso de jovens, afeta o início da vida sexual, a adesão ao tratamento, a motivação para o autocuidado e a contenção da doença. Já para as crianças, não revelar o diagnóstico com a intenção de protegê-la também desencadeia resultados negativos a longo prazo. </p><p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">A pesquisa, de caráter qualitativo, foi conduzida com dez participantes da região Sul do Brasil, com idade entre 15 e 24 anos, e procurou identificar os elementos do processo comunicativo do diagnóstico de infecção pelo HIV na vivência de cada um dos jovens. Os participantes relataram que a descoberta do diagnóstico aconteceu por meio de conversa entre médicos e familiares, de forma processual, em um momento específico na gestação ou parto ou aconteceu de forma indireta (por meio de documentos, exames, internações hospitalares, morte dos pais biológicos por AIDS, entre outros). </p><p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Um/a dos participantes identificado/a como (J3) relata que descobriu a soropositividade aos 10 anos de idade, com o falecimento da mãe por AIDS e, consequentemente, a descoberta do falecimento do pai pelo mesmo motivo. “Diziam que eu tinha que tomar (os medicamentos), que eu tinha que tomar, só. Eu perguntava por que e me diziam ‘um dia tu vai saber’”, relata.</p><p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Na perspectiva da pesquisadora, comunicar em tempo oportuno, ou seja, ainda na infância, visa garantir o direito da criança de conhecer seu diagnóstico, mas também evita que ela descubra sozinha ou por terceiros e tenha reações negativas: “Descobrir sozinha [que tem o vírus] pode gerar dúvidas do motivo de não lhe contar por falta de confiança e, muitas vezes, a criança reproduz o silêncio da família. Assim, mesmo sabendo seu diagnóstico, não tem com quem esclarecer suas dúvidas e medos”, afirma Cristiane.</p><p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Desse modo, os profissionais de saúde, em conjunto com a família, se deparam com a tarefa de comunicar a notícia adequadamente, de maneira humanizada, com respeito e clareza. Os resultados da pesquisa “<u><a href="https://www.scielo.br/j/bioet/a/jhMB7ctjy55QSZvcwCrNjzx/?format=pdf&amp;lang=pt" target="_blank" rel="noopener">Comunicação do diagnóstico de infecção pelo HIV</a></u>” concluem que a comunicação deve ser individualizada, ou seja, desenvolvida em um processo adaptado para a capacidade de entendimento de cada pessoa, o que inclui o nível de compreensão, estágio de desenvolvimento e contexto social e familiar. Além disso, é preciso levar em conta que a comunicação não é um evento isolado, mas um processo em constante desenvolvimento, que pode ocorrer com pessoas e profissionais diferentes, ao longo de várias conversas, ambientes e situações. </p><p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">A mesma pessoa (J3) citada anteriormente, relatou que a descoberta tardia gerou sentimentos negativos: “Quando eu descobri, eu me isolei. Com o tempo, eu fui me abrindo, tinha dias (em) que eu me abalava e ficava meio depressivo, daí eu pensava em parar de tomar os remédios.” De forma diferente, o/a participante (J6) teve uma experiência de revelação mais gradual e processual: “Eu fiquei triste, sabe, quando contaram o diagnóstico do HIV. Para mim, era uma novidade. Eu não acreditei, não gostei. Eu continuei tomando meus remédios normal. Eu entendi que pra ser saudável e viver bem, eu precisava tomar esses remédios”. </p><p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Para passar orientações confiáveis e facilitar a compreensão da infecção, os familiares e profissionais podem utilizar vídeos, brinquedos, desenhos, livros, folhetos, analogias e até mesmo ferramentas de informática, como redes sociais e sites. Durante o processo, devem-se abordar assuntos referentes à transmissão do HIV, ao uso de medicamentos, ao acompanhamento no serviço e à rotina de exames laboratoriais. Nessa etapa, é necessário enfatizar que a terapia está em constante avanço e já progrediu quanto à quantidade (menos comprimidos) e à qualidade (gosto e tamanho dos comprimidos), e que os efeitos colaterais costumam passar com o tempo. </p><p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Outra estratégia a ser utilizada é colocar o indivíduo em contato com demais pessoas soropositivas, com o objetivo de encorajar, gerar acolhimento, apoio e orientação por meio da representação social. Assim, transforma-se a visão que se tem da condição, ao eliminar os estigmas que levam a crenças como a da “morte precoce”, da impossibilidade de se relacionar, de ter filhos e de ter uma vida longa e saudável. </p><p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Em síntese, a última etapa do processo de comunicação do diagnóstico é permanente e consiste na constante avaliação da compreensão das informações pelo indivíduo. É recomendado que a rede de apoio acompanhe a repercussão e os efeitos decorrentes da transmissão de informações.</p>		
			<h3>Linhas de cuidado</h3>		
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">A complexidade da atenção às pessoas com HIV exige ação multidisciplinar da equipe de saúde de forma articulada e integrada, demonstra outro <u><a href="https://www.scielo.br/j/ean/a/JrZB768xWN45KGsvxjRPB5x/" target="_blank" rel="noopener">estudo</a></u> conduzido por integrantes do PPGEnf. É necessária a descentralização das ações e a integração entre o Serviço Especializado (SE) e os serviços de Atenção Primária à Saúde (APS). O objetivo, além de que os APS sejam reconhecidos como fonte de primeiro contato, é que pessoas que vivem com o vírus sejam transferidas aos especialistas sem que deixem de comparecer aos serviços de atenção primária para acompanhamento de sua condição crônica e para a promoção da sua saúde.</p><p dir="ltr"> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">De acordo com a investigação, a comunicação entre os serviços ainda precisa melhorar para que a linha de cuidado se efetive. Este é um desafio no Sistema Único de Saúde (SUS), em especial no atendimento às pessoas vivendo com HIV - que historicamente foram atendidas nos SE -, para os profissionais que precisam estar capacitados para este atendimento compartilhado e para as pessoas que precisam compreender a importância desse acesso aos serviços de APS. Para que isso seja possível, a integração entre os serviços precisa ser estabelecida por meio de um fluxo de usuários no sistema, o que permite que os cuidados às pessoas com HIV sejam partilhados em um sistema de redes de atenção à saúde. </p><p dir="ltr"> </p><p>O <u><a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/aids-hiv" target="_blank" rel="noopener">SUS</a></u> oferece acesso a diversas estratégias gratuitas de combate ao HIV, como a educação sexual, as campanhas de prevenção e conscientização, a testagem, a profilaxia pós-exposição, a profilaxia pré-exposição e os tratamentos e cuidados contínuos.</p>		
			<h3>“Revelar” e “Via Láctea”: tecnologias educativas</h3>		
		<h6 dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Desde 1998, o <u><a href="https://www.ufsm.br/grupos/gp-pefas/" target="_blank" rel="noopener">Grupo de Pesquisa Cuidado à Saúde das Pessoas, Famílias e Sociedade (GP-PEFAS)</a></u> tem desenvolvido projetos para responder às demandas da sociedade e estuda o HIV por meio de três linhas de pesquisa: cuidado às pessoas vivendo com HIV e suas famílias; adesão ao tratamento antirretroviral do HIV e sífilis; e comunicação do diagnóstico de HIV para as crianças. Nessas linhas, um dos projetos sob coordenação da professora Cristiane é intitulado “Tradução de conhecimentos na produção de tecnologias educativas promotoras de cuidado de crianças em risco de exposição ao HIV”. Uma dessas tecnologias é o website informativo “Revelar”, que tem como público-alvo os profissionais de saúde e o objetivo é ajudá-los no acompanhamento do processo comunicativo do diagnóstico de HIV. "Para apoiar os familiares na revelação do diagnóstico, os profissionais necessitam de ferramentas de acompanhamento desse processo comunicativo”, esclarece Cristiane.</h6><p><br />Além disso, há também a tese da doutoranda Marília Alessandra Bick, que visa produzir a tecnologia educativa no formato de website informativo, o “<u><a href="https://www.ufsm.br/pet/ciencia-da-computacao/alimentacao-lactea" target="_blank" rel="noopener">Via Láctea</a></u>: o caminho para segurança alimentar e nutricional de crianças menores de 6 meses não amamentadas”.</p><p> </p>		
									<figure>
										<img width="1024" height="444" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2023/01/image1-1-1024x444.jpg" alt="" loading="lazy" />											<figcaption>Capa do website</figcaption>
										</figure>
		<p>Conforme a autora, o website consiste numa tecnologia cuidativo-educacional com conteúdo escrito e imagético baseado em evidências científicas, traduzido para o público-alvo que são familiares de crianças vivendo com HIV. “O objetivo desse produto é contribuir com o fornecimento de orientações adequadas para famílias de crianças menores de seis meses que não são amamentadas”, explica Marília.</p>		
									<figure>
										<img width="634" height="300" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2023/01/Picsart_23-01-16_19-23-01-799.jpg" alt="" loading="lazy" />											<figcaption>Print do questionário do website</figcaption>
										</figure>
		<p id="docs-internal-guid-b25a2a7c-7fff-711c-1cb9-a378e2217277" dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">A justificativa para o desenvolvimento do site é decorrente de que as crianças nascidas de mulheres que vivem com HIV não devem ser amamentadas, pois este é um dos cuidados para prevenir a transmissão do vírus para o bebê. Receber alimentação láctea (fórmula láctea ou leite de vaca líquido ou em pó) pode gerar insegurança alimentar, logo, é fundamental garantir que a criança receba os nutrientes que precisa e que o preparo e a oferta do leite ou da fórmula sejam realizados com os cuidados de higiene necessários, para evitar riscos de adoecimento na infância. </p><p> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">O site é hospedado em página institucional da UFSM e já está disponível para acesso. A tese será defendida no dia 24 de janeiro.</p><p><strong><em>Expediente:</em></strong></p><p><em><strong>Reportagem:</strong> Jéssica Medeiros, acadêmica de Jornalismo e estagiária;</em></p><p><em><strong>Design gráfico:</strong> Julia Coutinho, acadêmica de Desenho Industrial e bolsista;</em></p><p><em><strong>Mídia social:</strong> Eloíze Moraes, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Gabriel Escobar, acadêmico de Jornalismo e bolsista; e Nathália Brum, acadêmica de Jornalismo e estagiária;</em></p><p><em><strong>Edição de Produção:</strong> Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista;</em></p><p><em><strong>Edição geral:</strong> Luciane Treulieb e Mariana Henriques, jornalistas.</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM terá testagem rápida para HIV e outras doenças no dia 15 de dezembro</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/11/21/ufsm-tera-testagem-rapida-para-hiv-e-outras-doencas-no-dia-15-de-dezembro</link>
				<pubDate>Mon, 21 Nov 2022 19:36:48 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[dezembro vermelho]]></category>
		<category><![CDATA[HIV]]></category>
		<category><![CDATA[testagem rápida]]></category>

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						<description><![CDATA[Ação integra iniciativas do Dezembro Vermelho]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O Dezembro Vermelho, campanha instituída pela <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2017/lei/L13504.htm">Lei nº 13.504/2017</a>, marca uma mobilização nacional na luta contra o vírus HIV/AIDS e outras Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST).</p>
<p>Como forma de contribuir com a campanha, no próximo dia 15 de dezembro o Projeto VemTestar realiza uma nova ação na UFSM. A iniciativa acontece em frente ao hall do Restaurante Universitário I, entre às 11 e às 15 horas. Na ocasião, serão realizados testes rápidos para HIV, hepatites virais e sífilis. A testagem será para todos os interessados da comunidade acadêmica, alunos e servidores. O resultado dos testes sai na hora e é sigiloso. </p>
<p>O projeto é uma parceria entre a Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis da UFSM, o Curso de Enfermagem e a Prefeitura de Santa Maria. </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM terá testagem rápida para HIV e outras doenças na segunda (6)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/06/01/ufsm-tera-testagem-rapida-para-hiv-e-outras-doencas-na-segunda-6</link>
				<pubDate>Wed, 01 Jun 2022 11:25:02 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[#vemtestar]]></category>
		<category><![CDATA[coletivo voe]]></category>
		<category><![CDATA[HIV]]></category>
		<category><![CDATA[mês do orgulho lgbtqia+]]></category>
		<category><![CDATA[PRAE]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura de Santa Maria]]></category>
		<category><![CDATA[RU]]></category>

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						<description><![CDATA[#CelebrandoAVida será realizado no hall do RU, marcando o Mês do Orgulho LGBTQIA+]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/06/WhatsApp-Image-2022-05-24-at-15.36.44.jpeg"><img class="alignright  wp-image-58727" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/06/WhatsApp-Image-2022-05-24-at-15.36.44.jpeg" alt="" width="377" height="670" /></a>Junho, Mês do Orgulho LGBTQIA+, é marcado por comemorações e conscientização sobre a comunidade LGBTQIA+. Na próxima segunda-feira (6), às 11h, acontece um evento de testagem rápida para HIV, hepatites virais e sífilis em uma unidade móvel próxima ao Restaurante Universitário I, no Campus Sede da UFSM. Além da realização dos testes, o <em>hall</em> do RU será tomado por apresentações culturais e artísticas. O evento é promovido pela Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Prae), Coletivo Voe e Prefeitura de Santa Maria. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Em 2021, a Organização Mundial da Saúde divulgou que mais de um milhão de casos de infecções sexuais são contraídos diariamente. As maiores taxas de sífilis são adquiridas por jovens de 20 a 29 anos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A assistente social Bruna Surdi Alves, do Núcleo de Atenção ao Estudante da Prae, ressalta a importância da testagem da população universitária, tendo em vista que é a faixa etária mais afetada. Bruna também pontua a importância da promoção do evento. “Pensamos na realização no mês do orgulho justamente porque o grupo é o que mais sofre discriminação e muitas vezes é marginalizado no cuidado à saúde”, ressalta. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O projeto #vemtestar, idealizado pela odontóloga Tatiana Dalla Costa Chiattone, ofereceu testes, tira-dúvidas e aconselhamentos para estudantes da Universidade de 2018 a 2020. Com o início da pandemia, em março de 2020, o projeto parou com as testagens. O evento desta segunda marca o retorno da iniciativa. A assistente social complementa dizendo que “o acolhimento humanizado e o atendimento sigiloso, livre de discriminação e preconceito, é o primeiro passo para um cuidado em saúde eficaz”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No dia do evento, a testagem será para todos os interessados, não apenas estudantes da UFSM. Sugere-se que quem for fazer apresente documento de identificação. O resultado dos testes sai na hora e o resultado é sigiloso. </span></p>
<p><em>Texto: Letícia Klusener, acadêmica de Jornalismo, voluntária da Agência de Notícias</em><br /><em>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Arco Entrevista: Stela Padoin</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/entrevista-stela-padoin</link>
				<pubDate>Mon, 31 Jan 2022 17:12:20 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[arco entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[destaque arco]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Enfermagem]]></category>
		<category><![CDATA[HIV]]></category>
		<category><![CDATA[HUSM]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde da mulher]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/arco/?p=8910</guid>
						<description><![CDATA[Expediente: Entrevista e Reportagem: Esther Klein, acadêmica de Jornalismo; Design Gráfico: Renata Costa, acadêmica de Produção Editorial e bolsista; Mídia Social: Eloíze Moraes, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Rebeca Kroll, acadêmica de Jornalismo e voluntária; Alice dos Santos, acadêmica de Jornalismo e voluntária; Gustavo Nuh, acadêmico de Jornalismo e voluntário; Edição de Produção: Samara Wobeto, [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/01/Arco_Entrevista_Site_Ajustes_001-1024x1024.jpg" alt="Quadrinho de HQ ilustrada quadrado e colorido. Na parte superior, em preto e letra cursiva, o título &quot;Stela Padoin&quot;, ao lado da logomarca da Revista Arco, e da palavra &quot;Entrevista 01/2022&quot;, em branco e sobre fundo azul claro. Abaixo, uma tela do meet com três mulheres. Na primeira tela, uma mulher negra, de cabelos cacheados e pretos, olhos grandes e escuros, boca e nariz grandes, veste uma camiseta vermelha e segura uma caneta preta em frente a uma mesa de desenho. Abaixo, uma mulher de pele branca, rosto angular, cabelos ruivos e levemente ondulados, olhos verdes; usa óculos e veste uma blusa de manga comprida na cor verde escuro; está em frente ao teclado do notebook. No lado direito, em tela maior, mulher de pele branca, cabelos escuros, lisos e na altura do pescoço; tem olhos escuros e sobrancelha pequena, nariz e boca pequena; veste blusa cinza e usa brinco circular branco. Ao fundo, uma janela e estante de livros. Do lado da mulher, há dois balões de fala, com as frases, em preto: &quot;Sou formada em Enfermagem e, desde 1996, docente na UFSM&quot;; e &quot;Trabalho com o cuidado de pessoas e famílias convivendo com HIV, violência contra mulheres, saúde da mulher e amamentação&quot;. Abaixo, um balão de fala ao lado da mulher ruiva, com a frase &quot;Por que você escolheu trabalhar nessa área?&quot;. Abaixo, uma aba prta com símbolo de microfone, câmera, compartilhamento de tela, configurações e desligar." loading="lazy" />														
												<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/01/Arco_Entrevista_Site_Ajustes_002-1024x1024.jpg" alt="Quadrinho de HQ ilustrado e colorido, dividido em quatro quadrinhos. Na parte superior da imagem, o texto &quot;Desde cedo quis fazer enfermagem&quot;. Abaixo, o primeiro quadrinho, em que uma menina de cabelo escuro e vestido azul claro faz uma tipoia em um menino de cabelo escuro e blusa bordô. Abaixo, o texto &quot;Sou a filha mais velha de quatro irmãos e aprendi que deveria cuidar deles&quot;. Abaixo, o segundo quadrinho, com ilustração de quatro crianças, de costas, com uma mochila e descendo escadas. Ao lado, o terceiro quadrinho, em que a menina de vestido azul está com uma maleta de primeiros socorros na mão e ao lado de um menino sentado, que chora e tem um corte na perna. Abaixo, o texto &quot;Minha mãe conta que uma vez um deles caiu e, antes que alguém chegasse perto, eu já estava preparada para fazer a limpeza do ferimento&quot;. Abaixo, no último quadro, está dividido em três partes: na primeira, mulher de pele branca e cabelos escuros, curtos e lisos está em frente a um quadro e segura um giz branco na mão. Na segunda, uma mulher mais velha, de pele branca e cabelo curto, usa avental branco sobre blusa azul e mexe uma colher de pau em uma bacia; e a terceira, de pele branca, cabelos escuros, lisos e curtos, ua óculos, veste blusa verde marinho e segura uma seringa nas mãos. Abaixo, o texto &quot;Minhas avós e minha mãe também me influenciaram, eram pessoas que cuidavam dos outros&quot;" loading="lazy" />														
												<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/01/Arco_Entrevista_Site_Ajustes_003-1024x1024.jpg" alt="Quadrinho de HQ ilustrada quadrado e colorido, dividido em três partes. A primeira, na parte superior esquerda, tem ilustração de uma sala de aula com carteiras duplas e nove pessoas. Acima, o texto &quot;No ensino médio, fiz um curso de visitadora sanitária, voltado para os cuidados básicos de saúde&quot;. No lado, no segundo quadrinho, Ilustração de duas mulheres de jaleco branco fazendo exercício de respiração manual. Os textos estão acima e abaixo do desenho: &quot;Passei no vestibular para enfermagem na UFSM. Logo já entendi que era o curso certo&quot;, e &quot;Acho que isso foi graças ao espírito do curso, que tem, desde aquela época, esse olhar de uma formação não só biológica, mas humanística&quot;. Abaixo, o terceiro quadrinho, de pessoas em marcha, com uma faixa com o texto &quot;Reforma Sanitária&quot;. As pessoas caminham em estrada asfaltada ao lado de um prédio cinza. O ano indicado é 1981. Abaixo, o texto: &quot;Naquela época, estávamos no fervor do período da reforma sanitária, então o ensino já era direcionado para o SUS. Acho que isso fez muita diferença&quot;." loading="lazy" />														
												<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/01/Arco_Entrevista_Site_005-1024x1024.jpg" alt="Quadrinho de HQ ilustrada quadrado e colorido, dividido em três partes. Na primeira, no lado superior esquerdo, Ilustração do Husm, prédio verde claro e longo, cuja parte direita é mais alta e tem sete andares. O texto: &quot;Quando voltamos para Santa Maria, fiquei sem emprego. Então fiz concurso para trabalhar no Husm. Passei&quot;. Ao lado, ilustração de uma mulher de pele branca, cabelos escuros, curtos e lisos, usa óculos e veste camiseta verde marinho; segura uma prancheta nas mãos; aí fundo, pessoas deitadas em camas hospitalares. O texto: &quot;Gostava muito do que fazia, mas a educação continuava me chamando muita atenção&quot;. Abaixo, o terceiro quadrado, com uma ilustração de sala de aula, dos fundos. Há uma professora escrevendo no quadro e duas alunas com a mão levantada. O ano indicado é 1996. O texto: &quot;Foi quando comecei no mestrado. Na mesma época, prestei concurso pra ser professora e fui selecionada. Pedi vacância no trabalho assistencial pra focar no mestrado e na docência&quot;. Um balão de pensamento está ao lado de uma das alunas com a mão levantada, de pele branca e cabelos escuros, lisos e curtos. O texto no balão diz &quot;Vou para a aula ou para o trabalho?&quot;. Abaixo, na parte inferior, o texto: &quot;Comecei os dois juntos. O dia que conhecia o departamento também foi o primeiro dia de aula no mestrado&quot;." loading="lazy" />														
												<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/01/Arco_Entrevista_Site_Ajustes_004-1024x1024.jpg" alt="Quadrinho de HQ ilustrada quadrado e colorido, dividido em sete partes. Na superior esquerda, ilustração de uma sala de aula, com o texto &quot;Quando terminei a graduação, fiz um curso de especialização em metodologia do ensino superior. Foi meu primeiro contato com a pesquisa. Eu já sentia uma forte tendência a dar aula&quot;. Ao lado, Ilustração de um homem de pele branca e cabelos marrons, ao lado de uma folhagem alta. Os textos: &quot;Quando finalizei a especialização, fomos para Rosário. Nos mudávamos muito por causa do trabalho do meu esposo&quot;; e &quot;Ele é engenheiro agrônomo e trabalhava com assistência técnica de lavouras&quot;. O terceiro quadrinho, na metade esquerda do card, tem a ilustração de um prédio de quatro andares na cor bege, e com o nome &quot;Hospital de Caridade&quot;. Ao lado, detalhe dos pilares do hospital, local em que está uma mulher de roupa verde claro empurrando um homem em cadeiras de rodas. Os textos: &quot;Em Rosário, comecei a trabalhar com assistência hospitalar&quot;; e &quot;Nas minhas práticas, sempre busquei conscientizar que o paciente é mais que um corpo&quot;. Ao lado, quadrinho cinco, com ilustração em zoom da enfermeira que empurra a cadeira de rodas do homem. O texto: &quot;Ele tem uma história, algo para contar, basta saber perguntar&quot;. Na terceira linha, o quadrinho seis está do lado esquerdo e tem a ilustração de um Fusca em uma estrada, com campos verdes dos dois lados e uma placa verde com a palavra &quot;Cruz Alta&quot;. O texto: &quot;Depois, nos mudamos para Cruz Alta, onde tive a oportunidade de iniciar na docência&quot;. Ao lado, ilustração de uma mulher de pele branca, cabelos curtos, lisos e escuros, que usa óculos de grau e veste camisa rosa queimado, está em frente a um quadro verde. Pessoas levantam a mão. O texto: &quot;Foi em um curso de extensão para auxiliares de enfermagem&quot;." loading="lazy" />														
												<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/01/Arco_Entrevista_Site_Ajustes_006-1024x1024.jpg" alt="Quadrinho de HQ ilustrada quadrado e colorido, dividido em três partes. A primeira, na parte superior, tem ilustração de uma pessoa estudando. Há uma mesa marrom, com uma xícara de café, três livros e um papel com a palavra &quot;Ideias&quot; e anotações. Os textos: &quot;No mestrado, comecei a me interessar por diferentes áreas de pesquisa&quot;; &quot;Quando terminei, peguei o caderno para escrever tudo que poderia pesquisar dali pra frente - e uma folha inteira não foi suficiente. Era muita coisa&quot;; e &quot;Mas, quando eu trabalhava no Husm, recebíamos muitos pacientes com HIV. Lembro que, de 10 pacientes que chegavam por dia, 8 morriam&quot;. Abaixo, o segundo quadrinho, na esquerda inferior, com a ilustração de uma mulher em um corredor de biblioteca. Ela segura um livro azul nas mãos. Os textos: &quot;Tínhamos um contexto muito diferente do que é hoje, e existia uma grande lacuna de conhecimento sobre o assunto&quot;; e &quot;Então foi isso que escolhi estudar&quot;. Ao lado, o terceiro quadrinho, com Ilustração da mulher só lado de uma maca de hospital, olhando para um homem deitado, que tem a pele branca e cabelo castanho escuro. Os textos: &quot;Fui para o hospital &#039;Dia&#039;, onde os pacientes chegavam e ficavam o dia fazendo algum tipo de medicação e depois iam embora&quot;; e &quot;Conversava com eles sobre como era conviver com a doença&quot;." loading="lazy" />														
												<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/01/Arco_Entrevista_Site_Ajustes_007-1024x1024.jpg" alt="Quadrinho de HQ ilustrada quadrado e colorido, dividido em três partes. A primeira, na parte superior esquerda, tem ilustração de uma mulher, de costas, ao lado de uma mala. Ela veste casaco bege, calça jeans e calçados vermelhos. Está em frente a um táxi amarelo. Ao fundo, um prédio alto e vermelho. O texto: &quot;Depois do mestrado, fiquei por alguns anos no trabalho administrativo do departamento. Em 2004, comecei meu doutorado do Rio de Janeiro, na Escola de Enfermagem Anna Nery&quot;. Ao lado, ilustração de cima de uma mesa, com um teclado preto, três cartões de memória, um cubo mágico colorido e uma foto de um homem com duas crianças, um menino e uma menina. Os textos: &quot;Fiz meu doutorado em 26 meses, deixei as crianças em Santa Maria com o marido&quot;; e &quot;Primeiro queria levar todos comigo, mas depois vi que eles poderiam ficar aqui. Ao longo do curso, ia e voltava várias vezes&quot;. Abaixo, o terceiro quadrinho, com ilustração de uma roda de 10 mulheres gestantes sentadas em cadeiras com estofado azul. Seis tem pele negra e quatro tem pele branca. Os textos: &quot;Nessa época, a epidemia de HIV já estava mudando. E os estudos acompanham essa evolução&quot;; e &quot;Existiam mais mulheres diagnosticadas com HIV, inclusive gestantes. Entrevistei-as sobre o dilema de serem recomendadas a não amamentar por causa do vírus. Quando finalizei, voltei para Santa Maria&quot;." loading="lazy" />														
												<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/01/Arco_Entrevista_Site_Ajustes_008-1024x1024.jpg" alt="Quadrinho de HQ ilustrada quadrado e colorido. A ilustração é de uma página de álbum de memórias. Na parte superior do álbum, que tem fundo bege, há recortes de três páginas de conteúdo, de jornal e artigos. Os textos: &quot;Aqui, retomei o trabalho no grupo &#039;Programa AIDS, Educação e Cidadania&#039;, do qual fazia parte desde o mestrado. Nele, já tivemos vários projetos&quot;; &quot;Escrevíamos para jornais e tínhamos nosso próprio periódico. Divulgávamos nossas pesquisas e fazíamos artigos de opinião&quot;; e &quot;Também fazíamos extensão em um ambulatório. Tivemos um grupo de apoio para pais de crianças com HIV&quot;. Abaixo, ilustração de fotografia de uma casa amarela, com cerva em frente e gramado verde. Na cerca, uma placa branca com o nome &quot;Lar Acalanto&quot;. No lado esquerdo da fotografia, preso por um alfinete, um laço vermelho de fita. Os textos: &quot;Fomos os fundadores da Casa Lar Acalanto, que era um lar para crianças com HIV e hoje funciona como uma ONG em Santa Maria&quot;; e &quot;Fazíamos campanhas de 1° de dezembro, que é o dia mundial de combate à AIDS&quot;" loading="lazy" />														
												<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/01/Arco_Entrevista_Site_Ajustes_009-1024x1024.jpg" alt="Quadrinho de HQ ilustrada quadrado e colorido. Na ilustração, boneco de material sintético na cor rosa deitado sobre uma maca branca. Na perna direita, mãos com luvas azuis fazer uma sutura. Na parte superior esquerda, o texto &quot;A prática assistencial e a experiência na extensão afetam muito a pesquisa. Eu pergunto para meus alunos&quot;. Abaixo, duas sequencias de balões de fala. Na esquerda, as perguntas da professora, na direita, as respostas do aluno. Para a descrição, será reproduzida a partir da sequência. &quot;1. Vocês cozinham o peixe com a cabeça&quot;. &quot;2. Ah, professora, eu cozinho. Por quê?&quot;. &quot;1. Com quem você aprendeu isso?&quot;. &quot;2. Acho que com a minha mãe&quot;. &quot;1. E sua mãe aprendeu com quem?&quot;. &quot;2. Com a mãe dela.&quot; &quot;1. Então você faz o peixe com a cabeça porque alguém te disse que era pra fazer assim. Mas será que ele pode ser feito sem a cabeça?&quot;. Na parte inferior direita, o texto: &quot;Na enfermagem, isso se traduz: será que esse curativo pode ser feito de outro jeito? Unir a teoria com a prática é um pouco disso. É a gente perguntar se a coisa pode ser feita de outro jeito&quot;." loading="lazy" />														
												<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/01/Arco_Entrevista_Site_Ajustes_010-1024x1024.jpg" alt="Quadrinho de HQ ilustrada quadrado e colorido. No centro da imagem, aba de meet com o título &quot;Arco Entrevista - Stela Padoin&quot;. Abaixo, ilustração de mulher de pele branca, rosto redondo, olhos escuros, cabelos lisos, escuros e na altura do pescoço. Usa óculos de grau e brincos de bolinha. Veste blusa cinza. Ao fundo, janela com moldura marrom, armário e estante com livros. Ao lado, balões de fala que iniciam acima do desenho e contornam ele pelo lado direito. As frase: &quot;Você escuta as crianças, as mães, os pais. E vai se questionando.&quot;; &quot;Assim, a pesquisa vai evoluindo, vai mudando&quot;; &quot;A extensão e os problemas do cotidiano oxigenam a pesquisa&quot;; &quot;Nos fazem pensar como os projetos científicos precisam chegar em resultados que modifiquem a realidade&quot;. No canto inferior direito, botão com fundo azul claro, e, em branco, a logomarca da Revista Arco e as frases: &quot;Roteiro: Esther Klein&quot;; &quot;Ilustrações: Renata Costa&quot;. O fundo é branco." loading="lazy" />														
		<strong><em>Expediente: </em></strong>
<em><strong>Entrevista e Reportagem:</strong> Esther Klein, acadêmica de Jornalismo;</em>
<em><strong>Design Gráfico:</strong> Renata Costa, acadêmica de Produção Editorial e bolsista;</em>
<em><strong>Mídia Social:</strong> Eloíze Moraes, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Rebeca Kroll, acadêmica de Jornalismo e voluntária; Alice dos Santos, acadêmica de Jornalismo e voluntária; Gustavo Nuh, acadêmico de Jornalismo e voluntário;</em>
<strong><em>Edição de Produção</em>:</strong> <em>Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista;</em><br><em><b>Editor convidado</b>: Augusto Paim, jornalista</em>
<em><strong>Edição Geral:</strong> Luciane Treulieb e Maurício Dias, jornalistas.</em>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Estudantes podem realizar testagem para HIV e ISTs até dezembro</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2019/11/25/estudantes-podem-realizar-testagem-para-hiv-e-ists-ate-dezembro</link>
				<pubDate>Mon, 25 Nov 2019 17:16:57 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[HIV]]></category>
		<category><![CDATA[notícias para estudantes]]></category>
		<category><![CDATA[PRAE]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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						<description><![CDATA[A Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis informa que os procedimentos de testagem rápida para HIV e outras Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) ofertados encerram no dia 12 de dezembro. O projeto tem como proposta manter o atendimento contínuo, facilitando o acesso dos estudantes da instituição ao conhecimento de sua sorologia e sendo referência para dúvidas, acolhimento e [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>A Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis informa que os procedimentos de testagem rápida para HIV e outras Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs)  ofertados encerram no dia 12 de dezembro. O projeto tem como proposta manter o atendimento contínuo, facilitando o acesso dos estudantes da instituição ao conhecimento de sua sorologia e sendo referência para dúvidas, acolhimento e orientações sobre o tema.  </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Realizado por uma odontóloga e por uma assistente social, capacitadas pela Casa Treze de Maio, o projeto é uma parceria com a Coordenação da Política de HIV/Aids do Município de Santa Maria, que disponibiliza os kits.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Os testes são realizados todas as segundas-feiras, das 17h às 19h, e às quintas-feiras, das 11h às 13h, nas dependências da PRAE, no prédio 48 -D, 3º andar. São ofertados testes para HIV, sífilis e hepatites B e C. Os atendimentos serão retomados em março de 2020.</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>SATIE/PRAE oferece testagem rápida de HIV aos estudantes da UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2019/05/08/satie-prae-oferece-testagem-rapida-de-hiv-aos-estudantes-da-ufsm</link>
				<pubDate>Wed, 08 May 2019 16:45:55 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[HIV]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias para Alunos]]></category>
		<category><![CDATA[PRAE]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=47648</guid>
						<description><![CDATA[A AIDS é o estágio mais avançado da doença causada pelo vírus HIV. Apesar de ainda não existir cura, quanto mais cedo o vírus for detectado, maior a probabilidade de sucesso do tratamento com medicamentos antirretrovirais. Considerando a importância do diagnóstico precoce e preciso para que o paciente obtenha acompanhamento médico e tratamento adequado, o [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>A AIDS é o estágio mais avançado da doença causada pelo vírus HIV. Apesar de ainda não existir cura, quanto mais cedo o vírus for detectado, maior a probabilidade de sucesso do tratamento com medicamentos antirretrovirais. Considerando a importância do diagnóstico precoce e preciso para que o paciente obtenha acompanhamento médico e tratamento adequado, o serviço odontológico do Setor de Atendimento Integral do Estudante (Satie), da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Prae), oferece a testagem rápida para HIV nas segundas-feiras, das 17h às 19h, e nas quintas-feiras, das 11h às 13h. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>As testagens ocorrem nas dependências do Satie, prédio 31, em cima do RU. O teste é realizado por uma odontóloga e por uma assistente social, capacitadas pela Casa Treze de Maio (unidade de saúde especializada no atendimento de infecções sexualmente transmissíveis, HIV/Aids e hepatites virais). Além do teste rápido para detecção do HIV, são realizados exames para sífilis e hepatites virais (B e C).</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
					</channel>
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