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				<title>Está no ar mais um episódio pra lá de especial do Hora do Mate!🧉</title>
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				<pubDate>Thu, 16 Nov 2023 01:23:14 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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						<description><![CDATA[No Ep. 18 as petianas Fernanda Ribeiro e Luana Flores tiveram uma conversa muito interessante com Profº Dr. Fábio Thewes, Graduado em Agronomia pela Universidade Federal de Santa Maria (2013), Mestre e Doutor em Agronomia pela Universidade Federal de Santa Maria. Período de Doutorado Sanduíche na Universidade de Hohenheim &#8211; Kompetenzzentrum Obstbau Bodensee/Alemanha, com a [&hellip;]]]></description>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/779/2023/11/Nova-Temporado-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-1149" /></figure>
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<p>No Ep. 18 as petianas Fernanda Ribeiro e Luana Flores tiveram uma conversa muito interessante com Profº Dr. Fábio Thewes, Graduado em Agronomia pela Universidade Federal de Santa Maria (2013), Mestre e Doutor em Agronomia pela Universidade Federal de Santa Maria. Período de Doutorado Sanduíche na Universidade de Hohenheim - Kompetenzzentrum Obstbau Bodensee/Alemanha, com a temática: “Plantio Direto em hortaliças.”Esta temporada tem como tema principal: “Solo Vivo”.🎧 Ouça agora, esse baita episódio que está imperdível! Pegue teu mate e escute o Ep.18 do Hora do Mate! 🧉</p>
<p>O PET (Programa de Educação Tutorial) Agronomia é um grupo que tem como intuito trabalhar com Ensino, Pesquisa e Extensão. Não deixe de escutar e siga nos acompanhando aqui e em nossas redes sociais!</p>
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<p> </p>
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													</item>
						<item>
				<title>Inscrições para bolsas de assistência técnica na área de produção de frutas e hortaliças encerram amanhã</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/2023/03/28/inscricoes-para-bolsas-de-assistencia-tecnica-na-area-de-producao-de-frutas-e-hortalicas-encerram-amanha</link>
				<pubDate>Tue, 28 Mar 2023 16:13:52 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[notícia]]></category>
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		<category><![CDATA[polifeira]]></category>
		<category><![CDATA[Politécnico]]></category>

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						<description><![CDATA[As inscrições para a seleção de bolsistas para atuar no Projeto de Extensão Nº 054843: “Polifeira do Agricultor” encerram amanhã (29). Alunos(as) interessados(as) podem consultar edital completo e realizar a inscrição clicando aqui. As atividades da bolsa incluem: acompanhamento das reuniões com agricultores; organização, execução e apoio dos eventos produzidos pelo projeto; apoiar a realização [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>As inscrições para a seleção de bolsistas para atuar no Projeto de Extensão Nº 054843: “Polifeira do Agricultor” encerram amanhã (29). <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/405/2023/03/2023_Edital-bolsista-_Abril_Assistencia-tecnica.pdf">Alunos(as) interessados(as) podem consultar edital completo e realizar a inscrição clicando aqui</a>.</p>
<p>As atividades da bolsa incluem: acompanhamento das reuniões com agricultores; organização, execução e apoio dos eventos produzidos pelo projeto; apoiar a realização de tarefas administrativas de gestão da Polifeira; acompanhamento durante a feira e interação com os agricultores na busca de informações e demandas; visitas de monitoramento nas propriedades, conversas diretas com os participantes do projeto e análise de problemas e possíveis soluções; estudo e preparação de materiais para criar a capacidade de orientar os agricultores em produção agroecológica; auxílio e desenvolvimento de atividades de manejo e condução de pomares e horta; preparar eventos de qualificação dos feirantes; organização da montagem da feira – carregar tendas, colocar material de divulgação; atividades de fomento a participação na Polifeira, projetos e ações desenvolvidas na UFSM; preparar e apresentar resumo na JAI – 2023; outras atividades inerentes ao projeto.</p>
<h4> </h4>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto de iluminação artificial de hortaliças começa a apresentar resultados positivos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/08/09/iluminacao-artificial-de-hortalicas-apresenta-resultados-positivos</link>
				<pubDate>Tue, 09 Aug 2022 18:55:15 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[hortaliças]]></category>
		<category><![CDATA[iluminação artificial]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM Cachoeira do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-cs]]></category>

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						<description><![CDATA[O projeto de pesquisa é desenvolvido desde 2021 pelo curso de engenharia elétrica da UFSM campus Cachoeira do Sul]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400"><img class="alignright wp-image-59369 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/08/IMG_1688-e1660071226744.jpeg" alt="" width="436" height="428" />A partir de uma horta piloto, estudantes de Engenharia Elétrica da UFSM </span><i><span style="font-weight: 400">campus</span></i><span style="font-weight: 400"> Cachoeira do Sul estão estudando o impacto da iluminação artificial para o cultivo de hortaliças, com o objetivo de aumentar os níveis de produtividade em um período de tempo inferior ao habitual. Como resultado da primeira colheita, feita com 72 pés de alface estimulados com suplementação luminosa e 18 sem estímulo, notou-se um aumento no tamanho, na área foliar, no peso e no diâmetro das plantas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Os pés de alface da pesquisa foram estimulados por seis horas de luz artificial por dia, ao longo de 45 dias, e os resultados preliminares, apresentados a seguir, são valores médios de cada canteiro analisado:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Número de folhas de cada pé: 47% maior em pés com suplementação;<br /></span><span style="font-weight: 400">Área foliar (área das folhas): 63% maior em pés com suplementação;<br /></span><span style="font-weight: 400">Peso de cada pé: 57% maior em pés com suplementação;<br /></span><span style="font-weight: 400">Diâmetro do pé: 17% maior em pés com suplementação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Iniciado em 2021, o projeto compunha o Trabalho de Conclusão de Curso de um dos estudantes de engenharia, mas atualmente tem continuidade através de três alunos de graduação e três docentes do </span><i><span style="font-weight: 400">campus</span></i><span style="font-weight: 400"> de Cachoeira do Sul. Segundo o professor coordenador da pesquisa, Paulo César Vargas da Luz, o estudo é feito em Cachoeira porque a cidade possui um número significativo de pequenos produtores de hortaliças, o que é importante para o projeto, uma vez que sua finalidade é criar um sistema favorável, economicamente, aos agricultores locais.</span></p>
<h3><b>Estrutura da iluminação suplementar</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400"><img class="alignleft wp-image-59368 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/08/IMG_1689.jpeg" alt="" width="478" height="399" />A iluminação artificial, fornecida por lâmpadas LED, imita a luz solar, utilizada pela planta para o crescimento. Assim, os pés de alface são estimulados a crescer durante a noite, por “entenderem” que o dia ainda não acabou, permitindo que o fotoperíodo (</span><span style="font-weight: 400">duração do dia em relação à noite)</span> <span style="font-weight: 400">da planta seja aproveitado ao máximo. Até o momento, o projeto detém 10 canteiros de 1m² cada, sendo oito destes compostos por lâmpadas LED em azul e vermelho, cores que geram uma iluminação rosa, característica das fazendas urbanas </span><i><span style="font-weight: 400">(pink farm)</span></i><span style="font-weight: 400">. Acionadas automaticamente no fim da tarde, às 18 horas, as luminárias são programadas também para se desligarem em intervalos de tempos diferentes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Da Luz explica que os pesquisadores pretendem quantificar o crescimento das hortaliças em relação ao tempo e à energia gasta no sistema de iluminação para, posteriormente, propor um sistema de iluminação mais acessível financeiramente. Tal fator é relevante para o projeto porque a ideia é que ele apresente baixo custo e seja de fácil implementação, para ser replicado por pequenos produtores. “É buscada a simplicidade para profissionais que não sejam especialistas da área de engenharia elétrica. Para tanto, pretendemos a documentação do projeto com manuais e vídeos que facilitem a reprodução dos sistemas propostos. [...] Através desse sistema, o tempo de cultivo de uma horta reduz, o que aumenta a produtividade desta área em um mesmo período de tempo. Por consequência, aumenta também a rentabilidade para estes agricultores.”, explica o professor responsável.</span></p>
<h3><b>Projeto</b><b><i> indoor</i></b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Para além da pesquisa de suplementação luminosa, os estudantes de engenharia elétrica também estão desenvolvendo um projeto </span><i><span style="font-weight: 400">indoor</span></i><span style="font-weight: 400">, no qual uma estufa de pequeno porte para temperos e hortaliças recebe iluminação, irrigação e calor artificiais. Neste caso, as plantas não ganham luz natural, por serem criadas em locais fechados, como apartamentos, por exemplo.</span></p>
<h3><b>O futuro da iluminação artificial</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Quanto aos próximos passos do projeto de iluminação artificial, o Coordenador da pesquisa expressa que, caso os resultados seguintes sigam sendo favoráveis, o objetivo é expandir o sistema piloto para diferentes tipos de cultivos, já que a suplementação luminosa pode ser aplicada a variadas categorias de plantas, variando apenas os períodos de iluminação e a potência das lâmpadas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Por meio de novas pesquisas, os acadêmicos de engenharia elétrica pretendem analisar questões como valor nutricional, controle de qualidade do solo e implementação de estufas totalmente automatizadas. A partir desse estudo ampliado, até o final de 2022, devem ser firmadas parcerias com produtores da região de Cachoeira do Sul, com o intuito de promover cultivos maiores.</span></p>
<p> </p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Texto: Laurent Keller, estudante de jornalismo, bolsista da Agência de Notícias<br /></span></i><i><span style="font-weight: 400">Fotos: Paulo César Vargas da Luz</span></i><i><span style="font-weight: 400"><br /></span></i><i><span style="font-weight: 400">Edição: Mariana Henriques, jornalista</span></i></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Hortaliças não convencionais são tema de live nesta quinta (3)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/09/03/hortalicas-nao-convencionais-sao-tema-de-live-nesta-quinta-3</link>
				<pubDate>Thu, 03 Sep 2020 11:13:10 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[hortaliças]]></category>
		<category><![CDATA[lives]]></category>
		<category><![CDATA[PhenoGlad]]></category>
		<category><![CDATA[plantas alimentícias não convencionais]]></category>

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						<description><![CDATA[Uma live nesta quinta-feira (3), às 17h, no Instagram @PhenoGlad e no Facebook, vai debater plantas alimentícias (hortaliças) não convencionais. O coordenador da Equipe PhenoGlad na UFSM, professor Nereu Augusto Streck, conversa com a pesquisadora da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) Marinalva Woods Pedrosa.  ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p id="m_1411879957498999138yMail_cursorElementTracker_1599093357788"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2020/09/1599087541846blob.jpg"><img class="alignright  wp-image-53509" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2020/09/1599087541846blob.jpg" alt="" width="400" height="400" /></a>Uma <em>live</em> nesta quinta-feira (3), às 17h, no Instagram @PhenoGlad e no <a href="https://www.facebook.com/PhenoGlad/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Facebook</a>, vai debater plantas alimentícias (hortaliças) não convencionais.</p>
<p>O coordenador da Equipe PhenoGlad na UFSM, professor Nereu Augusto Streck, conversa com a pesquisadora da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) Marinalva Woods Pedrosa.</p>
<p id="m_1411879957498999138yMail_cursorElementTracker_1599093357788"> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Hortaliças hidropônicas são orgânicas?</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/hortalicas-hidroponicas-sao-organicas</link>
				<pubDate>Tue, 11 Sep 2018 12:49:05 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[hidroponia]]></category>
		<category><![CDATA[hortaliças]]></category>
		<category><![CDATA[Mitômetro]]></category>
		<category><![CDATA[orgânicos]]></category>

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						<description><![CDATA[Ao invés de crescerem na terra, esses alimentos são cultivados na água. Como acontece isso? E o que faz com que sejam (ou não) orgânicos?]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <span style="font-weight: 400;">O cultivo de plantas na água, sem contato algum com o solo ou substrato, e em ambiente protegido, é chamado de hidroponia (</span><i><span style="font-weight: 400;">hydro</span></i><span style="font-weight: 400;"> = água, </span><i><span style="font-weight: 400;">ponos</span></i><span style="font-weight: 400;"> = trabalho) ou ainda sistema NFT (Nutrient Film Technique). </span><span style="font-weight: 400;">A maioria das hortaliças pode ser cultivada neste sistema, especialmente as folhosas, como alface, rúcula, salsa e cebolinha.</span>

&nbsp;

<span style="font-weight: 400;">O jeito mais fácil de identificar uma planta hidropônica na prateleira do supermercado é observando a embalagem, que normalmente contém uma unidade da hortaliça e está devidamente identificada, ou pela presença da raiz (no caso da alface), em tonalidade clara. Além disso, as hortaliças hidropônicas geralmente apresentam boa aparência, sendo o aspecto visual do produto bastante levado em conta pelo consumidor na hora da compra. Mas é possível que hortaliças hidropônicas sejam orgânicas?</span>

&nbsp;

<span style="font-weight: 400;">A professora de Olericultura do Departamento de Fitotecnia do Centro de Ciências Rurais da UFSM, Natalia Teixeira Schwab, explica que, se levado ao pé da letra o que diz a </span><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2007/Decreto/D6323.htm"><span style="font-weight: 400;">legislação</span></a><span style="font-weight: 400;"> para a produção orgânica no Brasil, seria difícil enquadrar a produção hidropônica em um sistema orgânico certificado. “Muitas pessoas pensam que a produção orgânica é aquela que não utiliza agrotóxicos, mas não é só isso. Existem diferenças no processo de preparação do solo - no caso da produção convencional no solo, na seleção dos adubos, que devem ser oriundos de fontes renováveis [aquelas que se regeneram espontaneamente ou através da intervenção humana] e no controle de doenças e pragas”, explica Natalia. </span><img class="aligncenter size-full wp-image-4456" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/08/Infografico_Hidroponia.png" alt="" width="765" height="1005" />

<span style="font-weight: 400;">No entanto, para sanar completamente a questão, é necessário antes conhecer mais sobre a hidroponia. A técnica é bastante antiga, contudo chegou ao Brasil somente na década de 1980. </span><span style="font-weight: 400;">Surgiu inicialmente com o sistema de </span><i><span style="font-weight: 400;">floating </span></i><span style="font-weight: 400;">(flutuante, em português), </span><span style="font-weight: 400;">também conhecido como DFT (</span><span style="font-weight: 400;"><em>Deep Film Technique</em> ou técnica de filme profundo, </span><span style="font-weight: 400;">em português) ou piscina. Nele não existem canais de cultivo, m</span><span style="font-weight: 400;">as sim uma mesa na qual permanece uma lâmina de solução nutritiva em contato com as plantas. O sistema evoluiu até chegar ao formato utilizado atualmente, conhecido por NFT, no qual um filme de água nutritiva passa pela raiz da planta através de calhas.</span>

&nbsp;

<span style="font-weight: 400;">Segundo a professora Natalia, o sistema de hidroponia, por ser conduzido em ambiente protegido (estufas), possibilita o controle de todo o processo produtivo, desde as condições ambientais, como a temperatura e a umidade do ar, até a quantidade de nutrientes recebida pelas hortaliças. Com isso, é possível cultivar plantas em um ciclo mais curto, aumentando a produção por área, além de garantir a qualidade visual do produto, tornando-o mais valorizado no mercado.</span>

&nbsp;

<span style="font-weight: 400;">Porém, apesar dos benefícios da produção hidropônica em estufas, esta é uma das características que dificultam a execução da lei para a produção orgânica, que preconiza o emprego de  recursos renováveis, e a estufa, por ser de plástico, e este derivar do petróleo, vai contra o determinado. Além disso, muitos dos adubos utilizados nesse sistema não são derivados de fontes renováveis. O que o cultivo em estufa permite, segundo Natalia, é a redução ou substituição de agrotóxicos por outros insumos e técnicas - cumprindo parte da lei. Uma delas é realizar o controle de insetos por meio de iscas entomológicas - placas coloridas que atraem e capturam tais pragas - o que resulta em uma produção mais limpa.</span>

&nbsp;

<img class="aligncenter size-large wp-image-4544" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/09/viagem_de_estudos_agua_boa_28-1024x684.jpg" alt="" width="1024" height="684" />

&nbsp;

<span style="font-weight: 400;">O sistema, se comparado ao convencional, possui custo mais elevado, especialmente na fase de instalação, nas manutenções da estrutura física e na compra de adubos - mais caros que os utilizados no cultivo convencional no solo. Além disso, é altamente dependente de energia elétrica - na falta dela, a produção é perdida - e exige conhecimento técnico elevado. Contudo, a hidroponia, se bem manejada, proporciona todas as condições que a planta precisa para crescer, de acordo com Natalia, que complementa: “É um sistema muito interessante, uma fábrica de alimentos. Acredito que a tendência da produção de hortaliças seja ir para a hidroponia”.</span>

&nbsp;

<span style="font-weight: 400;">Neste sentido, refinamentos da técnica já foram desenvolvidos: a aquaponia, na qual é consorciada a criação de peixes com o cultivo de hortaliças; e a aeroponia, que, em vez de filme de água com nutrientes, ocorre a aspersão de nutrientes nas plantas, reduzindo o consumo de água. No entanto, ainda não existem linhas específicas de incentivo governamental à produção de hortaliças e, por consequência, da produção hidropônica.</span>

&nbsp;

<img class="aligncenter size-full wp-image-4549" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/09/ATUALIZADO-Box_hidroponia.png" alt="" width="800" height="679" />

&nbsp;

&nbsp;

<b>Agora, no supermercado, vo</b><b>cê já sabe: hortaliças hidropônicas não são necessariamente orgânicas. De qualquer forma, são alimentos extremamente saudáveis e devem ser consumidos sem moderação.</b>

<img class="aligncenter size-full wp-image-4556" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/09/Mitômetro_3_depende.png" alt="" width="690" height="450" />

&nbsp;

&nbsp;

<strong>Reportagem:</strong> Andressa Motter, acadêmica de Jornalismo
<strong>Edição:</strong> Tainara Liesenfeld, acadêmica de Jornalismo
<strong>Ilustração:</strong> Juliana  Krupahtz, acadêm ica de Desenho Industrial

<strong>Fotografia: </strong>Arquivo pessoal]]></content:encoded>
													</item>
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