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				<title>Centro de Triagens de Animais Silvestres (Cetas) é inaugurado na UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/12/17/centro-de-triagens-de-animais-silvestres-cetas-e-inaugurado-na-ufsm</link>
				<pubDate>Wed, 17 Dec 2025 10:41:53 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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						<description><![CDATA[Em convênio com o Ibama, novo Cetas na UFSM realizará o resgate e tratamento de animais silvestres da região, além de oferecer estágios e oportunidades para iniciativas acadêmicas]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">O novo Centro de Triagens de Animais Silvestres (Cetas), localizado na Universidade Federal de Santa Maria, em convênio com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), foi inaugurado na manhã desta terça-feira (16). O espaço fica localizado atrás do Hospital Veterinário Universitário (HVU), no Campus Sede, e além de realizar o resgate e tratamento de animais silvestres, pretende oportunizar estágios, iniciativas e projetos relacionados à fauna silvestre para a comunidade acadêmica.</span></p>
[caption id="attachment_71672" align="aligncenter" width="821"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/12/2025-12-16-Cetas-UFSM-Paulo-Barauna-15.jpg" data-wp-editing="1"><img class=" wp-image-71672" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/12/2025-12-16-Cetas-UFSM-Paulo-Barauna-15.jpg" alt="" width="821" height="548" /></a> Superintendente do Ibama/RS, Diara Sartori, reitor da UFSM, Luciano Schuch, e o presidente do Ibama, Rodrigo Agostinho, na cerimônia de inauguração do novo Cetas, no Salão Imembuí[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">A cerimônia de inauguração se iniciou no Salão Imembuí, na Reitoria, e foi finalizada com uma visita ao local. Contou com a presença do presidente do Ibama, Rodrigo Agostinho; da superintendente do Ibama/RS, Diara Sartori; do reitor da UFSM, Luciano Schuch; da vice-reitora, Martha Adaime; do secretário municipal do Meio Ambiente, Diego Rigon de Oliveira; de Renata de Baco Hartmann, da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam); Maristela Lovato, representando o Conselho Regional de Medicina Veterinária do Rio Grande do Sul; Diego Vilibaldo Beckmann, gerente do HVU, além de representantes da Brigada Militar e diretores e pró-reitores da Universidade. A inauguração foi alusiva ao Dia do Bioma Pampa (17 de dezembro). </span></p>
<h3>Parceria com a UFSM</h3>
<p><span style="font-weight: 400">A criação de um Cetas em Santa Maria, junto à UFSM, é um projeto que estava em planejamento desde 2010. O compromisso foi consolidado em maio de 2025, com a assinatura do Acordo de Cooperação Técnica nº 25/2025, confirmando a gestão compartilhada da unidade pelas duas instituições. “A ideia da parceria com a Universidade é justamente isso, entendemos que o Cetas é um espaço educativo, de formação, de capacitação, e aqui os alunos da Universidade poderão se beneficiar com isso, podendo aprender como manejar um animal silvestre, como lidar com eles”, comentou o presidente do Ibama, Rodrigo Agostinho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“O Cetas irá resgatar o olhar para o Bioma Pampa, com certeza fará toda a diferença. Não só para os animais, mas também para os nossos estudantes, para a produção de pesquisas. Vamos ter, além da assistência necessária para os animais, também espaço para a formação na nossa Universidade. Essa rede de apoio é fundamenta", destacou o reitor, Luciano Schuch, em sua fala durante a inauguração da unidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além da realização do resgate e tratamento da fauna silvestre, a parceria com a Universidade visa ao oferecimento de oportunidades de estudos, formação acadêmica e projetos voltados à conservação da fauna no espaço, possibilitando o desenvolvimento de diversas iniciativas nas áreas da Biologia, Medicina Veterinária e Zootecnia com a comunidade acadêmica. “É uma parceria há muito tempo esperada. Estamos muito felizes, fiz questão de vir pessoalmente de Brasília para cá, para prestigiar esse momento”, compartilhou o presidente do Ibama.</span></p>
[caption id="attachment_71673" align="aligncenter" width="822"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/12/2025-12-16-Cetas-UFSM-Paulo-Barauna-06.jpg"><img class=" wp-image-71673" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/12/2025-12-16-Cetas-UFSM-Paulo-Barauna-06.jpg" alt="Foto no interior de uma sala de paredes brancas. No lado direito, há uma bancada com uma pia. No lado esquerdo, há prateleiras com caixas de papelão, várias caixas transparentes contendo rações e alimentos, e pacotes grandes de alimentos." width="822" height="548" /></a> Sala de armazenamento de alimentos no novo Cetas, que fica atrás do HVU[/caption]
<h3>Cetas auxiliam na preservação da fauna silvestre</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Atualmente, com o novo centro em Santa Maria, o Ibama conta com 26 Cetas no país. Os espaços têm como objetivo realizar o resgate, a reabilitação e a conservação da fauna silvestre, responsável pelo recebimento de animais resgatados ou apreendidos pela população, e executar a identificação, marcação, triagem, avaliação, tratamento, recuperação e reabilitação desses animais, visando devolvê-los à natureza. Entre 2020 e 2025, os Cetas do Ibama receberam mais de 370 mil animais silvestres no país, dos quais 61% voltaram para a natureza após tratamento e/ou reabilitação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A capacidade inicial do centro inaugurado na UFSM é de alojar cerca de 100 animais, mas a previsão é a ampliação da estrutura ao longo dos próximos anos. Segundo Rodrigo, está sendo criado um acordo, também com o governo estadual, para a cooperação técnica no fornecimento de alimentos, medicações, na destinação dos animais, para a redução de atropelamentos e para o combate ao tráfico. “Muitos animais são atropelados nas rodovias da região. Também recebemos no Cetas de Porto Alegre animais que acabam sendo traficados e trazidos para essa região, e que agora vão ter o Cetas aqui, como é o caso do cardeal amarelo e dos caboclinhos. Queremos poder trabalhar melhor a conservação dessas espécies aqui”, ressaltou Agostinho.</span></p>
<h3>Localização estratégica</h3>
<p><span style="font-weight: 400">A criação de um Cetas em Santa Maria responde a uma demanda de vulnerabilidade ao tráfico internacional de animais silvestres, devido à proximidade com as fronteiras com a Argentina e o Uruguai. Além disso, a localização do município na região central do estado permite uma maior rapidez no atendimento, transporte e destinação dos animais, que ocorrerá por meio da rodoviária e do aeroporto da cidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além de atropelamentos e do tráfico, um dos impactos observados em espécies silvestres são incidentes envolvendo redes elétricas. Em 2025, foi registrada a morte de 25 bugios-ruivos e 15 mutilações na região de Porto Alegre e Viamão. Em Santa Maria, um bugio causou a interrupção do fornecimento de energia elétrica ao entrar na rede da Subestação Santa Maria 3, no Distrito Industrial, no dia 14 de novembro, e acabou morrendo no dia 18. Situações como esta demonstram a necessidade de reforço desta atuação na região central.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O Cetas na UFSM é uma unidade estratégica, pensada para ser um local de estadia temporária - e não permanente - dos animais, objetivando sua reabilitação e retorno para a natureza. Ainda, visa preservar a fauna do Pampa, que é um bioma ameaçado. “Os animais chegarão, serão triados, passarão por quarentena, serão reabilitados, e, quando possível, voltarão para a natureza. Hoje, no Brasil inteiro, no Cetas do Ibama chegam 60 mil animais por ano e 40 mil já conseguem voltar para a natureza”, relata o presidente.</span></p>
<p><em><span style="font-weight: 400">Texto: Giulia Maffi, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</span></em><br /><em><span style="font-weight: 400">Fotos: Paulo Baraúna, estudante de Desenho Industrial e bolsista da Agência de Notícias</span></em><br /><em>Edição: Ricardo Bonfanti</em></p>
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													</item>
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				<title>UFSM realiza trabalho de poda, corte e plantio de espécies arbóreas no campus sede</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/06/20/licenca-de-operacao-autoriza-poda-e-corte-de-arvores-exoticas-no-campus-sede-da-ufsm</link>
				<pubDate>Mon, 20 Jun 2022 14:08:07 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Cappa]]></category>
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		<category><![CDATA[Revista Arco]]></category>

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						<description><![CDATA[No caso de plantas nativas, processo exige autorização da Fepam e compensação florestal]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Desde 2020, a Universidade Federal de Santa Maria</span>, realiza a poda e o corte seletivo de árvores exóticas que colocam em risco edificações e pedestres. Para isso, um estudo é feito determinando quais plantas ameaçam a segurança no local ou causam riscos para fiações, entupimentos de calhas ou problemas em edificações. Os cortes são planejados e efetuados mediante autorização de órgãos ambientais.<span style="font-weight: 400"> Concedida pela Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam), a </span><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/609/2021/03/Licenca-de-Operacao-UFSM.pdf" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400">Licença de Operação</span></a><span style="font-weight: 400"> auxilia na retirada de árvores que não são nativas e ameaçam a segurança do local. Já o corte de nativas é compensado através da escolha do cultivo propício para a região. A poda só é realizada através de pedidos feitos e autorizados pela Fepam. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A cartilha </span><a href="http://www.ibama.gov.br/phocadownload/biodiversidade/especies-exoticas-invasoras/2019/2019-Estrategia_Especies_Exoticas_Invasoras_folder_v2.pdf" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400">Estratégia Nacional para Espécies Exóticas Invasoras Projeto - Pró-Espécies: Todos contra a extinção,</span></a><span style="font-weight: 400"> produzida pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), tem como objetivo mostrar as diferenças de espécies invasoras e nativas, bem como exemplificar a importância da manutenção de árvores nativas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O documento explica a diferença entre espécie exótica e exótica invasora. A primeira é definida como “espécie, subespécie ou táxon de hierarquia inferior ocorrendo fora de sua área de distribuição natural passada ou presente. Inclui qualquer parte, como gametas, sementes, ovos ou propágulos que possam sobreviver e subsequentemente reproduzir-se". Já a segunda é definida como "espécie exótica cuja introdução e/ou dispersão ameaçam a diversidade biológica". No item 3.2 da licença de operação, a Universidade fica autorizada também a evitar que este tipo de árvore apareça pelo Campus Sede. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A chefe do Setor de Planejamento Ambiental da UFSM, engenheira sanitarista e ambiental Nicolli Reck, relata que o corte de árvores exóticas é autorizado junto à Fepam. “Tudo que for exótico a gente pode cortar sem autorização, que é o caso, por exemplo, o mais comum aqui na UFSM, pinos e eucalipto, o paisagismo já está autorizado a cortar. No entanto, embora autorizado pela Fepam, nada será feito sem análise do Setor de Planejamento Ambiental da Universidade, sobre a real necessidade de corte”, complementa. A </span><span style="font-weight: 400">bióloga e professora Marilise Mendonça Krügel, também da equipe da Pró-Reitoria de Infraestrutura (Proinfra), conta que, </span><span style="font-weight: 400">além de eucalipto e pinus, plantados para fins de ensino e pesquisa, também são encontradas no Campus Sede outras espécies arbóreas exóticas, como goiabeira, ligustro, uva-do-japão, jambolão, ameixeira, amora, abacateiro, jasmim-manga, tipuana, extremosa, cinamomo, plátano e cipreste. </span></p>
<h3>Árvores nativas requerem autorização da Fepam</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Já a poda - ultrapassando ⅓ da copa - ou o corte em árvores nativas exige uma autorização geral da Fepam anexa ao processo, e junto dela, uma planta de localização com todas as informações da área, o inventário florestal, laudo da cobertura vegetal e laudo técnico-paleontológico da área. Além disso, a cada processo aberto cobra-se uma taxa e espera-se para a análise. Após o corte de uma árvore nativa, é preciso que seja feita a compensação desta, e isso leva em conta vários fatores. </span></p>
[caption id="attachment_58913" align="alignright" width="540"]<img class="wp-image-58913" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/06/WhatsApp-Image-2020-12-02-at-10.45.16.jpeg" alt="" width="540" height="405" /> Plantio de espécies nativas ao longo da Av. Roraima[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Marilise pontua que é necessário considerar os grupos sucessionais e funcionais das espécies. “Quanto aos grupos sucessionais, priorizamos o plantio de espécies pioneiras e secundárias (estas subdivididas em iniciais e tardias). Espécies pioneiras produzem grande número de sementes, crescem a pleno sol, apresentam crescimento rápido e geralmente apresentam ciclo de vida curto (em torno de 10 anos). Espécies secundárias iniciais também têm crescimento rápido e crescem a pleno sol”, explica. Ela complementa que a escolha também se relaciona com a disponibilidade de mudas nos viveiros florestais e do local do plantio. Ao longo da execução do trabalho, desde 2020, <a href="https://www.ufsm.br/2020/12/11/ufsm-realiza-plantio-de-especies-nativas-no-campus-sede-e-na-avenida-roraima/">mais de 15 espécies nativas e centenas de mudas já foram plantadas no campus e na Av. Roraima</a>: jacarandá-mimoso, goiabeira-serrana, araçá, araticum, guabiroba do campo, angico vermelho, pata-de-vaca rosa, ipê roxo, cangerana, cedro, camboatá vermelho, açoita-cavalo, falso barbatimão, caroba, corticeira do banhado, dedaleiro, sibipiruna e ingazeiro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As demandas mais recorrentes são as que atrapalham fiação elétrica e telhados e o entupimento de calhas. “Os pedidos têm surgido cada vez mais tendo em vista estes problemas, e com toda a questão de necessidade de autorização, caso o corte ultrapasse 1/3 da copa de nativas, como diz a lei, pode demorar um pouco”, relata a engenheira. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O Setor de Planejamento Ambiental trabalha junto ao Setor de Urbanismo e Paisagismo para a realização destes serviços, além de receber apoio de professores do Departamento de Engenharia Florestal e do Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica (Cappa) para a realização dos laudos necessários. Além de ser um trabalho buscando a segurança do ambiente e de quem vive ao redor do Campus Sede, é também pensado para apreciação das flores e frutos. A Revista Arco produziu uma reportagem listando </span><a href="https://ufsm.br/r-601-9296" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400">15 espécies de árvores frutíferas</span></a><span style="font-weight: 400"> dispostas pelo Campus.</span></p>
<p><em>Texto: Letícia Klusener, acadêmica de Jornalismo, bolsista da Agência de Notícias</em><br /><em>Foto de capa: Daniel Michelon de Carli/Unidade de Comunicação Integrada<br />Foto do texto: Erli Bolzan</em><br /><em>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</em></p>
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