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				<title>UFSM-PM sedia exposição “Memória, Orgulho e Identidade” no Mês da Consciência Negra</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/10/31/em-celebracao-ao-mes-da-consciencia-negra-ufsm-pm-sedia-a-exposicao-fotografica-memoria-orgulho-e-identidade</link>
				<pubDate>Fri, 31 Oct 2025 15:34:26 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[identidades]]></category>
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		<category><![CDATA[mês da consciência negra]]></category>
		<category><![CDATA[religiões afrobrasileiras]]></category>

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						<description><![CDATA[Mostra traz mais de 30 fotografias de terreiros de religiões afrobrasileiras do Norte do RS]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/10/IMG_9911-1536x1024-1-1024x683.jpg" alt="Foto colorida horizontal de homem de costas que observa fotos enquadradas em uma parede vermelha. A imagem mostra parcialmente as fotos de praticantes de cultos afro" />											<figcaption>Exposição integra programação do Mês da Consciências Negra no campus Palmeir das Missões</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/10/DZV_9229-1536x1025-1-1024x683.jpg" alt="Foto colorida horizontal de mulher negra com roupa branca e turbante na cabeça. A mulher usa um colar, está de braços abertos e sorrindo. O local em que ela está tem folhas verdes largas" />											<figcaption>Exposição traz imagens de religiões afrobrasileiros </figcaption>
										</figure>
		<p>A exposição fotográfica “Memória, Orgulho e Identidade” pode ser visitada no hall do Prédio 1 da UFSM – Campus Palmeira das Missões até 19 de novembro. Com fotografias do documentarista Diogo Zanatta e curadoria da museóloga Patrícia Vivian, a mostra reúne mais de 30 imagens resultantes de pesquisa de campo em seis terreiros do norte do Rio Grande do Sul. As fotografias registram pessoas, espaços e ritos de religiões de matriz africana.</p>
<p>A mostra já passou por Passo Fundo, Marau, Erechim e Carazinho, onde contou com batuque e presença de Mãe Carmem de Holanda, liderança do Candomblé. Na ocasião, Mãe Carmem resumiu o espírito da mostra: “As nossas tradições pregam o bem, a vida em comunidade e a valorização da natureza; respeito entre religiões precisa ser um compromisso de todos.”</p>
<p>Para a curadora Patrícia Vivian, trazer a exposição para a UFSM aproxima&nbsp;universidades, escolas, comunidades de terreiro e pessoas em geral: “O trabalho convida a&nbsp;ver com calma e a ouvir com respeito, sem preconceitos. As imagens ajudam a&nbsp;desmontar&nbsp;estereótipos&nbsp;e a&nbsp;abrir diálogo público sobre liberdade e diversidade religiosa”, comenta. Já o fotógrafo&nbsp;Diogo Zanatta ressalta o caráter documental: “As fotos nasceram de escuta em&nbsp;cada casa visitada. São retratos de fé e para valorizar essas crenças&nbsp;que ainda são tratadas com discriminação.”</p>
<h3><b>Sobre a PNAB&nbsp;(Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura)</b></h3>
<p>“Fazer cultura no interior já é difícil. Fazer um projeto sobre religiões de matriz africana só&nbsp;foi possível por causa da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento. Essa política dá acesso&nbsp;a quem nunca teve: pessoas pretas, pardas, indígenas, periféricas, LGBTQIA+, como eu”,&nbsp;destaca o idealizador Nicolas Lian.&nbsp;Ele também conta que o intuito do projeto é dar visibilidade aos povos de terreiros e ressalta&nbsp;a receptividade das lideranças religiosas. “Quando a gente chegou nos terreiros, a vontade&nbsp;das lideranças de falar, de contar suas histórias, de desmistificar os preconceitos foi&nbsp;enorme. Eles vivem a intolerância todo dia e, mesmo assim, recebem a gente com&nbsp;generosidade, com verdade. Cada terreiro tem sua forma de pensar, de praticar, de viver —&nbsp;e isso mostra como há uma diversidade imensa dentro das próprias religiões afro-brasileiras, que quase ninguém conhece porque nunca tem espaço”.</p>
<h3><b>Material Educativo</b></h3>
<p>Além das imagens, o público encontra material educativo gratuito: um livreto com conceitos&nbsp;e referências sobre as tradições afro-brasileiras que foi pensado para aprofundar os&nbsp;conhecimentos a respeito do tema. Em cada cidade, a equipe promove conversas com&nbsp;educadores e gestores culturais, estimulando o uso pedagógico do acervo e ações de&nbsp;combate ao racismo religioso.</p>
<p>A equipe também registra os impactos da circulação para compor um futuro curta documental desdobramento do projeto, com depoimentos de pais e mães de santo e de visitantes sobre o que a mostra mobiliza nas cidades por onde passa. O projeto é realizado pela Skopo Media, produtora cultural de Passo Fundo que atua com audiovisual, fotografia e design. A produtora também realiza formações, assessorias e projetos culturais voltados para a valorização de territórios e narrativas sociais.</p>
<p><em>Texto: Divisão de Divulgação Institucional UFSM PM</em></p>
<p><em>Fotos: Diogo Zanatta/Divulgação</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Grupo de Pesquisa Comunicação, Identidades e Fronteiras realiza colóquio internacional nesta sexta (23)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/10/23/grupo-de-pesquisa-comunicacao-identidades-e-fronteiras-realiza-coloquio-internacional-nesta-sexta-23</link>
				<pubDate>Fri, 23 Oct 2020 10:56:40 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Fronteiras]]></category>
		<category><![CDATA[identidades]]></category>
		<category><![CDATA[poscom]]></category>

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						<description><![CDATA[O Grupo de Pesquisa Comunicação, Identidades e Fronteiras do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFSM realiza nesta sexta (23), das 9h às 18h, seu 6º Colóquio Internacional. Neste ano, o evento será composto por quatro lives pelo YouTube, que podem ser assistidas por todos os interessados. O evento abordará temáticas como a cobertura da [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p dir="ltr">O Grupo de Pesquisa Comunicação, Identidades e Fronteiras do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFSM realiza nesta sexta (23), das 9h às 18h, seu 6º Colóquio Internacional. Neste ano, o evento será composto por quatro <em>lives</em> pelo YouTube, que podem ser assistidas por todos os interessados.</p>
<p dir="ltr">O evento abordará temáticas como a cobertura da pandemia Covid-19 na Argentina e no Brasil, cobertura noticiosa e controle social, discursos jornalísticos produzidos em capas de revista semanais, desigualdades socioterritoriais no acesso à infraestrutura de internet, lugar de fala e jornalismo e cultura nas fronteiras.</p>
<p dir="ltr">O grupo, liderado pela professora Ada Cristina Machado Silveira, foi fundado a partir de preocupações comuns acerca das representações identitárias realizadas em função de diversos processos midiáticos. Organiza-se em torno dos temas vinculados às identidades (coletiva, cultural, de gênero, étnica) e sua manifestação nos suportes baseados seja nas tradicionais relações representacionais (imagem, sujeito, objeto) ou na inovadora perspectiva da virtualidade.</p>
<p dir="ltr">Para receber certificado de ouvinte, é preciso preencher o <a href="https://forms.gle/nTipWe46R1HYpXWG8" target="_blank" rel="noopener noreferrer">formulário</a>.</p>
<p dir="ltr">Mais detalhes sobre temas, participantes e horários no canal do Poscom no <a href="https://www.youtube.com/channel/UCwAKzfL4AQEwf87jsgGozIg" target="_blank" rel="noopener noreferrer">YouTube</a>.</p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM e UFRR promovem ciclo de palestras sobre a cobertura jornalística na fronteira Brasil-Venezuela</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2019/05/02/ufsm-e-ufrr-promovem-ciclo-de-palestras-sobre-a-cobertura-jornalistica-na-fronteira-brasil-venezuela</link>
				<pubDate>Thu, 02 May 2019 12:56:41 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCSH]]></category>
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						<description><![CDATA[A UFSM promove na próxima semana, em conjunto com a Universidade Federal de Roraima (UFRR), um ciclo de palestras intitulado “A cobertura jornalística na fronteira Brasil-Venezuela: relatos do local para o global”. O evento é organizado pelo Programa de Extensão Universitária Rede Terecom, da UFRR, em parceria com o Grupo de Pesquisa Comunicação, Identidades e [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/05/58461463_2185146651579164_1008151776399982592_n.jpg"><img class="alignright wp-image-47580" src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/05/58461463_2185146651579164_1008151776399982592_n.jpg" alt="Arte com informações do evento sobre foto de refugiados venezuelanos entrando no Brasil com malas " width="478" height="272" /></a>A UFSM promove na próxima semana, em conjunto com a Universidade Federal de Roraima (UFRR), um ciclo de palestras intitulado “A cobertura jornalística na fronteira Brasil-Venezuela: relatos do local para o global”. O evento é organizado pelo Programa de Extensão Universitária Rede Terecom, da UFRR, em parceria com o Grupo de Pesquisa Comunicação, Identidades e Fronteiras, da UFSM.

O circuito de palestras ocorre nos dias 7 e 10 de maio, das 18h às 22h, no Auditório Alexandre Borges, na UFRR, em Boa Vista. O evento será presencial e terá transmissão via Facebook da <a href="https://www.facebook.com/redeterecom/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Rede Terecom</a>, com emissão de certificado. São 165 vagas para participantes na modalidade presencial e 200 vagas na modalidade online.

As palestras serão ministradas por jornalistas radicados em Roraima que atuaram e/ou atuam na cobertura da crise na fronteira Brasil-Venezuela para a mídia nacional e internacional.

A professora Ada Cristina Machado, coordenadora do Grupo de Pesquisa Comunicação, Identidades e Fronteiras da UFSM, explica que o evento foi organizado tendo em vista a dificuldade que se tem de obter informações concretas e fidedignas sobre os acontecimentos que envolvem a relação do Brasil com a Venezuela. Nesse sentido, o ciclo de palestras tem como objetivo produzir conhecimentos consistentes sobre essa relação fronteiriça, que é muito particular devido aos fluxos imigratórios, vínculos comerciais e tensionamentos políticos.

Para entender um pouco mais da realidade da região, o coordenador do Programa Rede Terecom da UFRR, professor Edileuson Santos Almeida, explica que aquele Estado recebe imigrantes advindos do país vizinho, carentes de emprego, saúde, alimentação adequada e sem formação qualificada. As políticas públicas brasileiras não têm respondido na mesma velocidade que as demandas, e com o agravamento dessa situação, a Venezuela suspendeu o contrato de fornecimento de energia que abastecia Roraima há mais de 20 anos.

Ambos os professores responsáveis pela organização do evento acreditam que a abordagem mais explorada pela mídia de referência diz respeito ao tensionamento que existe entre o governo brasileiro e o venezuelano. Segundo eles, essa postura resulta em uma cobertura parcial, que mostra essa região como sendo um lugar de tensão e eminentes distúrbios.

“Nós não conhecemos, de fato, a região Norte do nosso país, devido à contingência da estrutura de mídia que nós temos, que realiza a mediação das informações com base nos seus interesses econômicos específicos que provêm das capitais situadas na costa litorânea”, enfatiza a professora Ada.

Almeida salienta que a fronteira Brasil-Venezuela se revela mais uma vez como espaço de disputa de narrativas, mas pela primeira vez conta com a participação da cobertura feita pela ótica da mídia local, ou pelo menos de seus profissionais, que conhecem a realidade, como protagonistas na produção de notícias.

“Em algumas situações a cobertura apenas alimentou as tensões, o que culminou inclusive com ataques xenófobos aos venezuelanos que vivem em cidades do Estado de Roraima, mas também teve casos em que a cobertura resultou em ações positivas a favor dos imigrantes”, afirma.

Ele esclarece que o ciclo de palestras também tem a intenção de entender como essa mídia local se apropriou da temática e que tipo de narrativas são apresentadas sobre o conflito.

Inscrições para o evento podem ser feitas pelo <a href="https://www.eventbrite.com.br/e/ciclo-de-palestras-a-cobertura-jornalistica-na-fronteira-brasil-venezuela-registration-60842143489" target="_blank" rel="noopener noreferrer">link</a>.

<strong>Programação:</strong>

<strong>Dia 7 de maio</strong>
- Jornalista Cyneida Correia - repórter do Grupo Folha e correspondente do Jornal Estadão e Wall Street Journal;
- Fotojornalista Priscilla Torres - Grupo Folha e correspondente de agências de notícias;
- Jornalista Gleide Rodrigues - documentarista;
- Jornalista Érica Figueiredo - repórter da Rede Amazônica e correspondente da TV Globo;
- Publicitário Wagner Pessoa - ex-repórter-cinematográfico da Rede Amazônica e correspondente da TV Globo.

<strong>Dia 10 de maio</strong>
- Jornalista Bruno Perez - repórter da Band Roraima e correspondente da TV Band nacional;
- Jornalista Josué Ferreira - repórter do Jornal Roraima em Tempo e correspondente da BBC Brasil;
- Acadêmico de Jornalismo Robson Moreira - repórter da Rede Amazônica e correspondente da TV Globo;
- Acadêmico de Jornalismo Alan Chaves - ex-repórter do G1/RR e correspondente do G1 nacional;
- Repórter-cinematográfico Roque Neto - Rede Amazônica e correspondente da TV Globo.

<em>Texto: Bruna Meinen Feil, acadêmica de Jornalismo, bolsista da Agência de Notícias</em>

<em>Edição: Ricardo Bonfanti</em>]]></content:encoded>
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