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				<title>Brasil avança em Liberdade de Imprensa, mas sofre com disparidade de gênero nas redações e ataques aos jornalistas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/08/liberdade-de-imprensa</link>
				<pubDate>Fri, 08 May 2026 17:46:09 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
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		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
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		<category><![CDATA[mídia]]></category>

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						<description><![CDATA[Estudo coordenado por professora da UFSM e publicado em ebook da WJS destaca momento atual da atividade jornalística no país
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph /--><p style="text-align: left">A Liberdade de Imprensa no Brasil avançou, segundo relatório recém divulgado pela organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF). Neste ano, o país figura na 52ª posição do ranking geral da RSF e, pela primeira vez, superou os Estados Unidos, que caiu para a 64ª colocação. Embora apresente melhorias, o país enfrenta problemas comuns aos de outras nações, como a judicialização do trabalho da imprensa. Além disso, no Brasil, existe disparidade de gênero nas redações e ocorre aumento dos casos de violência contra jornalistas. Os dados são de estudo inédito da World of Journalism Study (WJS), grupo internacional de pesquisadores do qual faz parte a professora Laura Storch, coordenadora do Grupo de Estudos em Jornalismo <a href="https://www.ufsm.br/grupos/ejor">(EJOR)</a> da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).  </p>
<p style="text-align: left"> </p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">O jornalismo tem o compromisso de informar de maneira responsável os assuntos de interesse público. Ao acompanhar e cobrar o cumprimento do papel de quem atua nos três poderes - executivo, legislativo e judiciário -, a imprensa exerce o chamado “quarto poder”. A mídia acaba, assim, contribuindo com a garantia da democracia. Em função do ofício, que implica na exposição a riscos na apuração de informações, o jornalista está em posição de fragilidade e frequentemente sofre com violências, censura, perseguições e manifestações de ódio.</p>		
													<img width="1024" height="682" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/Info-posicao-do-Mundo-na-liberdade-de-imprensa-1.jpg" alt="Imagem colorida horizontal sobre liberdade de imprensa. Em primeiro lugar, Noruega. Em 52º Brasil. EUA. e, 64º" />													
		<h3><b>Liberdade de Imprensa no mundo atinge níveis mais baixos do século XXI</b></h3>
<p></p>
<p>A pontuação média geral dos 180 países monitorados pela&nbsp;<a href="https://rsf.org/pt-br/ranking-2026-liberdade-de-imprensa-no-n%C3%ADvel-mais-baixo-em-25-anos" target="_blank" rel="noopener">Repórteres Sem Fronteiras (RSF)</a>&nbsp;está no nível mais baixo deste século. Divulgado na antevéspera do Dia Internacional da Liberdade de Imprensa, celebrado no dia 3 de maio, o ranking de 2026 revela que 52% da população mundial vive em lugares em que o trabalho de jornalistas é considerado “difícil” ou “muito grave”. Entre os motivos para tal quadro estão: a ocorrência regular de conflitos armados, a existência de regimes ditatoriais, a polarização política, a criminalização da atividade jornalística e a falta de políticas públicas.</p>
<p>A liberdade de imprensa é monitorada a partir de indicadores econômicos, políticos, legislativos, sociais e de segurança pública. Um dos destaques negativos apontados pela RSF é o índice legislativo, que revela o abuso de mecanismos como lei de segurança para cercear o trabalho da imprensa tanto em regimes autoritários, como a Rússia (172°), quando em países que já foram exemplo de democracia, como Estados Unidos (64º).</p>
<p>“A gente está vivendo um momento muito particular da história em que estamos acompanhando no mundo inteiro um recrudescimento tanto de regimes políticos mais totalitários, quanto de lógicas de mercado mais totalitárias. Esses elementos geram uma pressão importante sobre o jornalismo, num momento em que o próprio jornalismo está fragilizado pelas mudanças internas que está passando”, analisa a professora Laura Storch sobre o ranking da RSF.</p>
<p>A crise a que a pesquisadora se refere tem dois eixos centrais: a sustentabilidade financeira da profissão e a credibilidade da imprensa. A sustentabilidade financeira se revela na dificuldade do “fazer jornalismo”, com a necessidade de atualização de equipamentos caros, as rotinas intensas de trabalho e a manutenção da segurança dos trabalhadores. Já a credibilidade é posta em xeque quando há questionamento da pertinência da profissão e dos profissionais diante do crescimento da figura do influenciador digital, do uso da inteligência artificial e da mudança da dieta informativa.</p>		
													<img width="1024" height="682" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/Info-posicao-do-Brasil-na-liberdade-de-imprensa.jpg" alt="Gráfico colorido horizontal mostra evolução do ranking de liberdade de imprensa no Brasil: que estava em 111 em 2011 e saltou para a posição 52 neste ano, ou seja, melhorou" />													
		<h3><b>Brasil na contracorrente da América Latina</b></h3>
<p> </p>
<p>Pela primeira vez, o Brasil está em posição superior à dos EUA, e está em 52º lugar no ranking da RSF, subindo cinco colocações em relação ao ano passado. O avanço na liberdade de imprensa no país é ainda mais notável se comparado com cinco anos atrás, quando estava em 111º lugar. O relatório da entidade identifica que a mudança do governo de Jair Bolsonaro, que tratava a imprensa de forma truculenta e desacreditava a mídia, para o de Luís Inácio Lula da Silva, que dialoga com jornalistas, foi considerada decisiva para a mudança do quadro. </p>
<p>“Existe um certo enrijecimento social em relação à política em diversos lugares do mundo, inclusive no Brasil”, pondera a professora Laura. A pesquisadora compara dados da pesquisa da RSF com os de estudo que realizou com o grupo de <i>World of Journalism Study </i>e revela<i>: </i>“temos claramente a percepção dos jornalistas brasileiros de que aquele momento do governo Bolsonaro foi muito desafiador e muito agressivo para o trabalho jornalístico. Tinha essa exposição produzida pelos próprios discursos do presidente naquele momento”.</p>
<p>O continente americano passa por uma situação semelhante à das regiões mais perigosas e mortais para o exercício do jornalismo, como Oriente Médio e Europa Oriental - atingidas por guerras e conflitos -, devido à atuação sistemática de governos (Estados Unidos, Argentina e El Salvador) e à violência dos cartéis (México, Equador e Peru). Ao avaliar os dados da região, a <a href="https://latamjournalismreview.org/pt-br/articles/a-liberdade-de-imprensa-nas-americas-cai-drasticamente-em-meio-a-repressao-global-aponta-relatorio-da-rsf/" target="_blank" rel="noopener">LatAm Journalism Review</a> pontua o caso do Brasil como “uma luz nas Américas”, pelo retorno da normalidade democrática, reforço da transparência, do acesso à informação e da independência institucional. Apesar da melhora, a liberdade de imprensa no país é abalada pelo aumento da judicialização e os casos de violência de todos os tipos, incluindo a praticada pelo crime organizado. </p><h3><b>Disparidade de gênero na redações</b></h3>
<p>A rede internacional de pesquisadores <a href="https://worldsofjournalism.org/" target="_blank" rel="noopener">World of Journalism Study</a><i> </i>publicou neste ano, <i>pelo</i> <i>Knight Center,</i> um e-book sobre o exercício da profissão na América Latina. O estudo trilíngue (português, espanhol e inglês) se baseia em entrevistas feitas com mais de 4 mil jornalistas de 11 países pela rede de pesquisadores WJS.</p>
<p><i>O</i> capítulo “Jornalismo brasileiro: Desafios de insegurança, autocensura e disparidades de gênero” é assinado pela professora Laura Storch, em parceria com os pesquisadores da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS), Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e Universidade de Siegen, na Alemanha. O texto destaca que o jornalismo no país é exercido em um contexto marcado por insegurança estrutural, precarização do trabalho e pressões constantes, que impactam diretamente na prática profissional. O Brasil tem altos índices de ataques a jornalistas, incluindo casos de assédio, perseguição, o que contribui para um ambiente hostil e de risco. Em função disso, muitos profissionais recorrem à autocensura como estratégia de autoproteção, evitando determinados temas ou abordagens para reduzir possíveis retaliações. O cenário é agravado pela instabilidade laboral proveniente de contratos frágeis, múltiplos empregos e baixa remuneração. Além do intenso desgaste emocional.</p>
<p>Além disso, o capítulo destaca barreiras estruturais da profissão, a exemplo das desigualdades de gênero na imprensa. De acordo com os pesquisadores, as mulheres têm menos estabilidade na carreira e enfrentam mais assédio e insegurança. A professora da UFSM enfatiza que a questão de gênero transparece na profissão por ser uma característica social.</p>
<p>“As nossas sociedades têm essa característica de que o trabalho da mulher é mais desvalorizado. Existe uma desigualdade estrutural. E isso se repete no jornalismo também. Nesse caso, tanto as pesquisas nacionais, quanto as internacionais vão demonstrar sistematicamente, que existem diferenças muito importantes, em relação ao trabalho da mulher e ao trabalho do homem jornalista, bem como em relação aos tipos de violência que eles sofrem também”, explica.</p>
<h3><b style="background-color: transparent;color: #000000;font-family: Arial, sans-serif;font-size: 11pt;white-space: pre-wrap;text-align: justify">A cada 1,7 minuto, um jornalista brasileiro é agredido virtualmente</b></h3>
<p>O relatório da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), divulgado em 2025, registrou 900 mil ataques virtuais a jornalistas. O número representa uma média de 2,5 mil agressões diárias ou cerca de 1,7 por minuto, indicando um crescimento de 35% em relação ao período anterior.</p>
<p>A Abert aponta que pelo menos nove jornalistas de veículos, como jornais, sites e emissoras de televisão, foram impedidos de realizar coberturas políticas, esportivas e regionais no ano passado, o que representa um aumento de 55% se comparado ao período anterior. A professora explica que normalmente, os casos de ataques contra jornalistas são muito particulares, e que a maioria dos profissionais depende do apoio oferecido pelas instituições. As empresas de mídia, por outro lado, nem sempre têm protocolos bem estabelecidos para lidar com as situações. A pesquisadora compara com a situação das enchentes, em que os jornalistas ficaram expostos a uma série de riscos, mas que os protocolos foram sendo estruturados com o tempo. </p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">No Brasil, a Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), é a responsável por defender os direitos trabalhistas dos jornalistas, e  a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), entidade sem fins lucrativos voltada ao jornalismo de interesse público, defende a liberdade de expressão e o aprimoramento das técnicas de investigação jornalística.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"><em>Reportagem: Ellen Scwade, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</em></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"><em>Infografia: Daniel Michelon De Carli</em></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"><em>Edição: Maurício Dias</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Cerimônia de abertura da 39ª JAI premia destaques institucionais da UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/11/25/cerimonia-de-abertura-da-39a-jai-premia-destaques-institucionais-da-ufsm</link>
				<pubDate>Mon, 25 Nov 2024 16:50:06 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino]]></category>
		<category><![CDATA[extensao]]></category>
		<category><![CDATA[imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[JAI]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>

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						<description><![CDATA[Foram condecorados representantes de diversas áreas de atuação que se destacaram em 2024]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><!-- wp:tadv/classic-paragraph --></p>
Na manhã desta segunda-feira (25), na abertura da 39ª Jornada Acadêmica Integrada (JAI), com o tema “Da Ciência à Resiliência”, realizada no Centro de Convenções do Campus Sede, a UFSM premiou os destaques institucionais nas categorias Ensino, Pesquisa, Extensão e Inovação.
 
A categoria Destaques do Ensino é focada em distinguir anualmente os projetos de ensino desenvolvidos com o apoio do programa Fundo de Incentivo ao Ensino (FIEn) e dos Programas de Licenciaturas (Prolicen), vinculados à Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). Estes programas desenvolvem ações que impactam positiva e relevantemente os processos de ensino, contribuindo para a melhoria do desempenho acadêmico nos cursos da UFSM, de maneira alinhada aos objetivos institucionais previstos no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) e favorecendo a melhoria nos cursos de licenciatura.
 
O prêmio Pesquisador Destaque homenageia professores pela relevância de sua produção científica e pela contribuição significativa à pós-graduação e à pesquisa ao longo de sua carreira, com impacto no desenvolvimento institucional e da sociedade. 
 
Nos Destaques da Extensão, são condecorados um docente, um técnico-administrativo em educação (TAE) e um representante da comunidade externa que tenham reconhecida trajetória de trabalho extensionista em prol da parceria entre a UFSM e a sociedade.
 
Já na categoria Destaques da Inovação há as subdivisões “Inovação no mercado”, para docente da UFSM que possua proteção de tecnologia licenciada; “Pesquisador na empresa”, para docente que coordene projetos de PD&amp;I com empresas por meio de fundações de apoio; e “Startup Inovadora”, para empresa incubada na Pulsar da UFSM.
 
Neste ano, pela primeira vez, também foi concedida a premiação de <a href="https://www.ufsm.br/2024/11/19/premio-destaque-na-imprensa-sera-entregue-pela-primeira-vez-na-39a-jai" target="_blank" rel="noopener">Destaque na Imprensa</a>, para condecorar o estudante ou servidor da UFSM que mais atendeu aos veículos de comunicação no último ano.  Rodrigo Temp Müller, paleontólogo e técnico de laboratório do Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica (CAPPA), recebeu o Destaque Imprensa. “Eu fico muito feliz. Não é algo que a gente espera. Fazer paleontologia é algo que eu quero desde criança e receber um reconhecimento por isso, nos estimula a tentar fazer mais”, comentou. Müller atendeu meios de comunicação nacionais e internacionais, que vão da TV Globo ao The New York Times. O paleontólogo comentou sobre a importância do contato entre a comunicação e a ciência, “É a ponte que temos entre a nossa pesquisa e a população. Não adianta fazer uma pesquisa, encontrar um dinossauro e não transmitir isso para o público. E eu sozinho não iria conseguir, eu preciso da Comunicação da UFSM, trabalhamos juntos. É a tradução do nosso conhecimento científico para um público mais amplo”. 
  
<em>Confira os destaques institucionais:</em>
 
<h3>Ensino</h3>
 
<strong><em style="font-size: revert;color: initial;text-decoration: underline">Fundo de Incentivo ao Ensino (FIEn)</em></strong>: <strong>Fernanda Reis Favarin</strong>, docente do Departamento de Alimentos e Nutrição do Campus Palmeira das Missões, coordenadora do projeto Liga Acadêmica de Nutrição Clínica e Funcional, por sua contribuição significativa para o desenvolvimento e/ou adoção de novas práticas de ensino na UFSM. Doutora em Nanociências pela Universidade Franciscana (UFN), com período sanduíche na University College Cork (Irlanda), Fernanda coordena projetos de ensino, extensão, pesquisa e inovação nas áreas de nutrição clínica e funcional, nutrição hospitalar e nanotecnologia aplicada à área de alimentos.
 
<strong><em style="font-size: revert;color: initial;text-decoration: underline">Programa de Licenciaturas (Prolicen)</em></strong>: <strong>Mitieli Seixas Da Silva</strong>, docente do Departamento de filosofia, coordenadora do projeto Grupo de Mulheres e Pessoas Trans: Explorando a Filosofia através da escrita, por sua contribuição significativa para o desenvolvimento e/ou adoção de novas práticas de ensino na UFSM. Doutora pela UFRGS, dedica-se à obra de Émilie du Châtelet, coordenando o Émilie: Grupo de Pesquisa e Tradução, e ao estudo da maternidade sob uma perspectiva filosófica. No ano de 2021 recebeu o Prêmio Elisabeth da Bohemia, concedido pelo Center for the History of Women Philosophers and Scientists (Paderbron University, Alemanha) por sua atuação para a inserção de mulheres filósofas no cânone.
 
<h3>Pesquisa</h3>
 
<em><strong>Pesquisador destaque</strong></em>: <strong>Marcio Antonio Mazutti</strong>, do Departamento de Engenharia Química. Doutor em Engenharia de Alimentos pela Universidade Estadual de Campinas, Mazutti atua no Programa de Pós-Graduação em Engenharia Química, focando no desenvolvimento de processos e produtos biotecnológicos com aplicação na agricultura. Já publicou cerca de 300 artigos em revistas científicas. Atuou como coordenador de Projetos Institucionais vinculado à Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (2014-2017) e como coordenador de Desenvolvimento e Transferência de Tecnologia, vinculado à Pró-Reitoria de Inovação e Empreendedorismo (2017-2018). Tem experiência docente em Engenharia de Bioprocessos, Fenômenos de Transporte, Processos Fermentativos Industriais e Processos Enzimáticos Industriais. Coordena a Rede Gaúcha para o Desenvolvimento e Transferência de Tecnologia em Bionsumos (Redeitec Bioinsumos RS).
 
<h3>Extensão</h3>
 
<strong><em style="font-size: revert;color: initial;text-decoration: underline">Docente</em></strong>: <strong>Luciano Zucuni Pes</strong>, do Departamento de Ensino do Colégio Politécnico desde 2009, atuou em mais de dez projetos de extensão como coordenador somente nos últimos dez anos. Durante a graduação, foi um dos idealizadores do DTG Noel Guarany, que segue em atividades até hoje, focado na valorização das tradições gaúchas dentro do ambiente universitário. Como docente, guia a pesquisa Advanced Farm 360, que trabalha com o objetivo de potencializar a inovação na área de agricultura 4.0. Este trabalho tem três linhas de pesquisa específicas: agricultura de precisão, zootecnia de precisão e produção agropecuária sustentável.
 
<strong><em style="font-size: revert;color: initial;text-decoration: underline">TAE</em></strong>: <strong>Fernanda Mirasso Lemes</strong> atua como terapeuta ocupacional no Centro de Ciências da Saúde (CCS) desde 2015, com foco em ações extensionistas que atuam em demandas assistenciais, principalmente na área de saúde mental. Sua atuação está dirigida a públicos de regiões da cidade de Santa Maria em vulnerabilidade social, adaptando o tema à realidade, permitindo autonomia e protagonismo do público em seus próprios processos. No seu período de atuação, já mobilizou quase 50 estudantes de graduação e pós-graduação, oriundos de diversas formações da área da saúde.
 
<strong><em style="font-size: revert;color: initial;text-decoration: underline">Externo</em></strong>: <strong>Comunidade de Vale Vêneto</strong>, por sua significativa atuação e parceria com a UFSM em ações extensionistas, contribuindo para a transformação da realidade social.
 
<h3>Inovação</h3>
 
<em style="font-size: revert;color: initial"><strong>Invenção no mercado</strong>: </em><strong>Maurício Veloso Brun</strong>, docente do Departamento da Clínica de Pequenos Animais. Doutor em Medicina Veterinária pela UFSM, tem pós-doutorado no Centro de Cirugía de Mínima Invasión Jessús Usón (CCMIJU), na Espanha. Atua no Programa de Pós-Graduação em Medicina Veterinária (PPGMV), é colaborador do CCMIJU/Espanha, bolsista Produtividade em Pesquisa do CNPq e vice-presidente do Colégio Brasileiro de Endoscopia e Videocirurgia Veterinária (CBEVV). Contemplado devido principalmente ao desenvolvimento de plataforma de tração multidirecional para a realização de cirurgias <em>gasless</em>, método que possibilita a realização de cirurgias minimamente invasivas sem a necessidade de insuflar o abdome do paciente com gás carbônico. A tecnologia foi licenciada pela empresa Bhio Supply e está em produção para comercialização. O professor possui ainda três pedidos de patentes nacionais e um pedido de registro de desenho industrial, todos vinculados à UFSM.
 
<em style="font-size: revert;color: initial"><strong>Pesquisador na empresa</strong>: </em><strong>Gustavo Brunetto</strong>, docente do Departamento de Solos. Com pós-doutorado no Programa de Pós-Graduação em Ciência do Solo (PPGCS) da UFSM, atua neste mesmo programa. Atualmente é coordenador substituto do PPG em Ciência do Solos e coordena o Grupo de Estudos de Predição de Adubação e Potencial de Contaminação de Elementos em Solos (Gepaces). Contemplado com a premiação devido à atuação promovendo avanços científicos que melhoram a qualidade e a produtividade da produção de uvas e vinhos no RS. Por meio de parcerias com a Vinícola Salton e a Cooperativa Vinícola Aurora, ele desenvolveu recomendações de adubação e calagem que reduziram o uso de fertilizantes, geraram economia para os produtores e melhoraram a qualidade do vinho. Além disso, seus projetos contribuíram para a formação de mestres, doutores e pesquisadores, além de captar expressivos recursos para a UFSM e fortalecer a relação com o setor produtivo.
 
<em style="font-size: revert;color: initial"><strong>Startup inovadora</strong>: </em><strong>Farm 360</strong>, empresa incubada da UFSM que trabalha com prestação de serviços de assessoria em agricultura de precisão, oferecendo soluções inovadoras como taxa variável de insumos, mapeamento de compactação do solo e irrigação em várzeas. Sua contemplação na categoria se deve ao trabalho em aliar tecnologia geoespacial para criar mapas de colheita e práticas sustentáveis como <em>mulching</em>, fazendo com que a empresa contribua tanto para a eficiência produtiva quanto para a preservação ambiental. Sua colaboração com a UFSM em projetos de pesquisa fortalece o ecossistema de inovação local, gera empregos qualificados e apoia a formação acadêmica.
 
<h3 dir="auto">Imprensa</h3>
 
<strong>Rodrigo Temp Müller</strong>, servidor técnico-administrativo, técnico do Laboratório de Paleontologia no Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica da Quarta Colônia (CAPPA/UFSM). Bacharel em Gestão Ambiental pela Universidade Federal do Pampa, Rodrigo é mestre e doutor pelo Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade Animal pela UFSM, no qual hoje atua como orientador de mestrado e doutorado. Desde 2016, é técnico do CAPPA. Tem se dedicado ao estudo da biota Triássica, com ênfase na origem e diversificação dos dinossauros e grupos relacionados. Já descobriu e escavou diversos fósseis no Rio grande do Sul, incluindo os mais completos dinossauros do Brasil, e participou de expedições de prospecção na Argentina, onde coletou espécimes que hoje estão depositados em museus de Buenos Aires e Anillaco. Foi fonte em veículos de imprensa nacionais e internacionais, como TV Globo, Folha de S. Paulo, New York Times e National Geographic.
<p><!-- /wp:tadv/classic-paragraph --></p>		
								<a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="e2c51da" data-elementor-lightbox-title="Fernanda Reis Favarin, destaque Fundo de Incentivo ao Ensino (FIEn)" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjY3NzIyIiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjRcLzExXC9JQzNBOTAyMC5qcGciLCJzbGlkZXNob3ciOiJlMmM1MWRhIn0%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/11/IC3A9020.jpg"><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/11/IC3A9020.jpg" alt="Fernanda Reis Favarin, destaque Fundo de Incentivo ao Ensino (FIEn)" /><figcaption>Fernanda Reis Favarin, destaque Fundo de Incentivo ao Ensino (FIEn)</figcaption></figure></a><a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="e2c51da" data-elementor-lightbox-title="Mitieli Seixas Da Silva, destaque Programa de Licenciaturas (Prolicen)" 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src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/11/IC3A9029.jpg" alt="Fernanda Mirasso Lemes, destaque Extensionista TAE" /><figcaption>Fernanda Mirasso Lemes, destaque Extensionista TAE</figcaption></figure></a><a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="e2c51da" data-elementor-lightbox-title="Luciano Zucuni Pes, destaque extensionista docente" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjY3NzE5IiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjRcLzExXC9JQzNBOTAzNC5qcGciLCJzbGlkZXNob3ciOiJlMmM1MWRhIn0%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/11/IC3A9034.jpg"><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/11/IC3A9034.jpg" alt="Luciano Zucuni Pes, destaque Extensionista Docente" /><figcaption>Luciano Zucuni Pes, destaque Extensionista Docente</figcaption></figure></a><a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="e2c51da" data-elementor-lightbox-title="Neri Flávio Bortoluzzi e Vivaldina Bortoluzzi, representantes da comunidade de Vale Vêneto, destaque extensionista externo" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjY3NzE4IiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjRcLzExXC9JQzNBOTA0MS5qcGciLCJzbGlkZXNob3ciOiJlMmM1MWRhIn0%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/11/IC3A9041.jpg"><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/11/IC3A9041.jpg" alt="Neri Flávio Bortoluzzi e Vivaldina Bortoluzzi, representantes da comunidade de Vale Vêneto, destaque Extensionista Externo" /><figcaption>Neri Flávio Bortoluzzi e Vivaldina Bortoluzzi, representantes da comunidade de Vale Vêneto, destaque Extensionista Externo</figcaption></figure></a><a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="e2c51da" data-elementor-lightbox-title="Marcio Antonio Mazutti, destaque pesquisador" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjY3NzE3IiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjRcLzExXC9JQzNBOTA0NS5qcGciLCJzbGlkZXNob3ciOiJlMmM1MWRhIn0%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/11/IC3A9045.jpg"><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/11/IC3A9045.jpg" alt="Marcio Antonio Mazutti, destaque Pesquisador" /><figcaption>Marcio Antonio Mazutti, destaque Pesquisador</figcaption></figure></a><a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="e2c51da" data-elementor-lightbox-title="Maurício Veloso Brun, destaque Invenção no mercado" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjY3NzE2IiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjRcLzExXC9JQzNBOTA0OC5qcGciLCJzbGlkZXNob3ciOiJlMmM1MWRhIn0%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/11/IC3A9048.jpg"><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/11/IC3A9048.jpg" alt="Maurício Veloso Brun, destaque Invenção no mercado" /><figcaption>Maurício Veloso Brun, destaque Invenção no mercado</figcaption></figure></a><a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="e2c51da" data-elementor-lightbox-title="Gustavo Brunetto, destaque Pesquisador na empresa" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjY3NzE1IiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjRcLzExXC9JQzNBOTA1My5qcGciLCJzbGlkZXNob3ciOiJlMmM1MWRhIn0%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/11/IC3A9053.jpg"><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/11/IC3A9053.jpg" alt="Gustavo Brunetto, destaque Pesquisador na empresa" /><figcaption>Gustavo Brunetto, destaque Pesquisador na empresa</figcaption></figure></a><a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="e2c51da" data-elementor-lightbox-title="Farm 360, destaque Startup inovadora" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjY3NzE0IiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjRcLzExXC9JQzNBOTA1OS5qcGciLCJzbGlkZXNob3ciOiJlMmM1MWRhIn0%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/11/IC3A9059.jpg"><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/11/IC3A9059.jpg" alt="Farm 360, destaque Startup inovadora" /><figcaption>Farm 360, destaque Startup inovadora</figcaption></figure></a><a data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-slideshow="e2c51da" data-elementor-lightbox-title="Rodrigo Temp Müller, destaque Imprensa" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjY3NzEzIiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjRcLzExXC9JQzNBOTA2OC0yLmpwZyIsInNsaWRlc2hvdyI6ImUyYzUxZGEifQ%3D%3D" href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/11/IC3A9068-2.jpg"><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/11/IC3A9068-2.jpg" alt="Rodrigo Temp Müller, destaque Imprensa" /><figcaption>Rodrigo Temp Müller, destaque Imprensa</figcaption></figure></a>			
		<h3><strong>Solenidade de abertura</strong></h3>
<p>Durante a abertura, a vice-reitora, professora professora Martha Adaime, destacou o <a href="https://www.ufsm.br/2024/10/09/jai-registra-recorde-de-trabalhos-inscritos">recorde de trabalhos inscritos</a>. “Nós superamos o número de inscritos em um ano muito difícil, com enchentes e greve. Penso que estamos em um ascendente em relação a JAI”, avaliou a vice-reitora da UFSM.</p>
<p>A 39ª Jornada Acadêmica Integrada (JAI) ultrapassou os números anteriores. “Ano passado, atingimos um recorde de trabalhos inscritos, sendo 5880. Isso é cerca de 38% a mais do ano de 2022. Este ano também batemos o recorde de inscritos, foram 6019 trabalhos submetidos”, comentou Leandro Souza da Silva, coordenador de pesquisa da Pró Reitoria de Pós Graduação e Pesquisa.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">A abertura da JAI teve apresentação do Duo de Flauta e Violão da Orquestra Sinfônica de Santa Maria, que trouxe música popular brasileira como “Trem das Onze”, de Adoniran Barbosa.  </p>
 <strong style="color: #000000;font-size: 1rem;text-align: var(--bs-body-text-align)"> </strong>
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/11/IC3A9018-1024x683.jpg" alt="Foto colorida horizontal. O destaque é o painel com 39ª JAI. Ao lado à direita, uma mulher ao microfone e outra no púlpito. Em segundo plano, a plateia" />											<figcaption>Solenidade de abertura da 39ª JAI</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/11/IC3A8978-1024x683.jpg" alt="" />											<figcaption>Apresentação musical ao início da 39ª JAI</figcaption>
										</figure>
		<h3><strong>Desigualdades sociais</strong></h3>
A conferência de abertura da 39ª JAI teve como tema  “<a style="color: #204c90" href="https://www.ufsm.br/2024/11/21/palestra-sobre-desigualdades-sociais-marcara-a-abertura-da-39a-jai-na-segunda-25">Retrato das desigualdades sociais no Brasil: internacionais, raça e decolonialidades</a>”, com o  professor e pesquisador da Universidade de Brasilia (UnB) Kleber Aparecido da Silva. <br />Ganhador do Prêmio Paulo Freire de Educação, o professor compartilhou suas vivências e demarcou a necessidade do pensamento anticolonial e antirracista. Kleber evidenciou a necessidade de explorar a vivência a partir do olhar do outro, isto é, com lentes decoloniais.		
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/11/IC3A9095-1024x683.jpg" alt="" />											<figcaption>Professor Kleber Kleber da Silva, da UnB, falou sobre desigualdades e decolonialismo</figcaption>
										</figure>
		<h3><strong>Programação da 39ª JAI</strong></h3>
<p>As atividades da Jornada seguem até sexta (28) nos campi Santa Maria e Cachoeira do Sul. A programação geral inclui apresentações orais e de banners,&nbsp;<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/681/2024/11/PERFORMATIVA.pdf" target="_blank" rel="noopener">JAI Performativa</a>,&nbsp;<a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/salao-de-extensao-ufsm/jai-mirim" target="_blank" rel="noopener">3ª JAI Mirim</a>,&nbsp;<a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/salao-de-extensao-ufsm/19-salao-de-extensao" target="_blank" rel="noopener">19º Salão de Extensão</a>,&nbsp;<a href="https://linktr.ee/orquestrasm22" target="_blank" rel="noopener">X Encontro de Flautistas do Rio Grande do Sul</a>,&nbsp;<a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proinova/eventos/maratona-de-inovacao-jai-2024" target="_blank" rel="noopener">Maratona de Inovação</a>&nbsp;e a&nbsp;<a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/jai?p=2561" target="_blank" rel="noopener">JAI Cachoeira do Sul</a>. Estão previstos vários eventos-satélite, como simpósios, colóquios, fóruns, semanas acadêmicas, seminários, encontros, rodas de conversa e minicursos.&nbsp; Mais informações na <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/jai/eventos/jai2024">página do evento</a>.</p><p><em>Texto: Ricardo Bonfanti, jornalista, e Jéssica Mocellin, acadêmica de Jornalismo e bolsita da Agência de Notícias</em></p>
<p><em>Fotos: Gabriel Escobar, estudante de jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</em></p>
<p><em style="color: #000000;font-size: 1rem;font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight );text-align: var(--bs-body-text-align)">Edição: Ricardo Bonfanti, Mariana Henriques e Maurício Dias, jornalistas</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Curso de Relações Públicas da UFSM-FW celebra 15 anos com coletiva de imprensa com a egressa Anelise Machado</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/frederico-westphalen/relacoes-publicas/2024/10/20/curso-de-relacoes-publicas-da-ufsm-fw-celebra-15-anos-com-coletiva-de-imprensa-com-a-egressa-anelise-machado</link>
				<pubDate>Sun, 20 Oct 2024 15:29:33 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Públicas]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/frederico-westphalen/relacoes-publicas/?p=796</guid>
						<description><![CDATA[Egressa de Relações Públicas retorna à UFSM, após 10 anos, para compartilhar insights sobre a sua trajetória profissional]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p style="text-align: justify;margin: 12.0pt 0cm 12.0pt 0cm">Em comemoração aos 15 anos do curso de Relações Públicas da Universidade Federal de Santa Maria – Campus Frederico Westphalen (UFSM-FW), a egressa Anelise Machado, em uma coletiva de imprensa com estudantes do Curso, compartilha sua trajetória profissional e responde a perguntas formuladas pelos acadêmicos, proporcionando um panorama sobre sua experiência no mercado.</p><p style="text-align: justify;margin: 12.0pt 0cm 12.0pt 0cm">Anelise relembra do período da graduação como participante de diversos projetos na universidade, experiência crucial para conhecer o mercado de trabalho. Ela menciona que se sentiu realmente preparada para atuar na área ao iniciar seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), destacando a importância do estágio realizado em um órgão público de Frederico Westphalen como parte desse processo.</p><p style="text-align: justify;margin: 12.0pt 0cm 12.0pt 0cm">Os desafios de gênero no mercado de trabalho também são abordados pela Relações-Públicas.  Por vezes, é preciso adotar uma postura mais firme para ser ouvida e conquistar credibilidade. Nesse sentido, ressalta a importância de se trabalhar com outras mulheres, afirmando que a presença feminina no ambiente de trabalho contribui para um clima organizacional mais colaborativo.</p><p style="text-align: justify;margin: 12.0pt 0cm 12.0pt 0cm">Para os e as estudantes, Anelise aconselha: não se prender à nomenclatura da profissão e buscar sempre experiências diversas. Há relações públicas em todas as áreas. Justamente por isso é importante construir uma rede de contatos desde a graduação. "Santo de casa não faz milagres, mas a UFSM é o berço de todas as minhas conquistas", conclui a Relações Públicas.</p><p style="text-align: justify;margin: 12.0pt 0cm 12.0pt 0cm"><em>Texto: Millena Nery e Luane Alvarenga, acadêmicas da disciplina de Relacionamento com a Mídia do curso de Relações Públicas. </em></p><p style="text-align: justify;margin: 12.0pt 0cm 12.0pt 0cm"><em>Fotos: Marcos Vinícius de Castro</em></p>		
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/330/2024/10/Sem-nome-1920-x-1280-px-3-768x512.jpg" alt="" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/330/2024/10/Sem-nome-1920-x-1280-px-2-1-768x512.jpg" alt="" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/330/2024/10/Sem-nome-1920-x-1280-px-1-1-768x512.jpg" alt="" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/330/2024/10/Sem-nome-1920-x-1280-px-768x512.jpg" alt="" /></figure>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Especial COVID-19: Informação e prevenção são os melhores remédios.</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/integra/2020/05/14/especial-covid-19-informacao-e-prevencao-sao-os-melhores-remedios</link>
				<pubDate>Thu, 14 May 2020 14:43:40 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cenário das Políticas Públicas]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Produções em disciplinas]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[covid19]]></category>
		<category><![CDATA[imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[integraufsm]]></category>
		<category><![CDATA[políticas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[PPC]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[UFSMCombate]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/experimental/integra/?p=3550</guid>
						<description><![CDATA[Neste episódio, vamos falar da atuação da imprensa nesta crise da pandemia. Na produção e apresentação, estamos Camila Wesner, Débora Franke, Helena Knob e Thaane Otero.Produto da disciplina de Políticas Públicas em Comunicação do curso de Jornalismo.Orientado pela professora Claudia H. de Moraes. “Rede Globo, vocês estão levando ao desespero, pessoas da 3° idade. É muito sensacionalismo, terrorismo. Pelo [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph {"align":"center"} -->
<p class="has-text-align-center"><em><strong>Neste episódio, vamos falar da atuação da imprensa nesta crise da pandemia.</strong></em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph {"align":"right","fontSize":"small"} -->
<p class="has-text-align-right has-small-font-size"><em>Na produção e apresentação, estamos <strong>Camila Wesner, Débora Franke, Helena Knob e Thaane Otero</strong></em>.<br><em><em>Produto da disciplina de <strong>Políticas Públicas em Comunicação</strong> do curso de Jornalismo.</em></em><br>O<em><em>rientado pela professora <strong>Claudia H. de Moraes.</strong></em></em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:audio {"id":3553} -->
<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://www.ufsm.br/midias/experimental/integra/wp-content/uploads/sites/813/2020/05/Imprensa.mp3"></audio><figcaption>Cenário das Políticas Públicas - Especial COVID-19: a atuação da Imprensa nesta crise da pandemia.</figcaption></figure>
<!-- /wp:audio -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>“Rede Globo, vocês estão levando ao desespero, pessoas da 3° idade. É muito sensacionalismo, terrorismo. Pelo amor de Deus, parem de aterrorizar, vocês vão matar idosos, mais que o coronavírus. FAÇAM JORNALISMO, NÃO SENSACIONALISMO” -Tweet</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Esse comentário que eu li é sobre o trabalho que a globo vem exercendo relacionado ao coronavírus, no entanto, como estudante de jornalismo não consigo enxergar por esse lado, já que é uma doença que matou e provavelmente vai matar muita gente.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Talvez por não estarem acostumados com esse tipo de notícia nos telejornais, jornal impresso, digital, rádio, que as pessoas ficam realmente assustadas, mas a imprensa tem o dever de levar ao público todas as informações e alertar sobre esse vírus. Além disso, é o momento de esclarecer e fazer com que as pessoas não caiam em fakenews e criar uma conscientização.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Para os veículos de comunicação do interior, onde as notícias municipais e regionais são o foco principal, o impacto do novo coronavírus também foi grande. É impossível deixar de falar sobre o Covid-19, apesar de não termos nenhum caso confirmado até o momento. Todos os acontecimentos estão girando ao redor da doenças e das medidas tomadas em nível nacional, estadual e, consequentemente, municipal.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Uma situação dinâmica. É assim que o momento atual está sendo descrito pelas autoridades. Os decretos estão sendo atualizados a todo o momento, buscando alinhar as leis às medidas sanitárias. E haja fôlego para acompanhar este dinamismo. A comunidade do interior, em particular a de Frederico Westphalen, tem interesse em saber quais medidas estão sendo tomadas e busca ficar informada sobre as atualizações. Analisando as páginas dos veículos de comunicação do município, percebemos que é difícil encontrar uma crítica direta, ao contrário do que vemos nos veículos EM nível nacional.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Chega a ser difícil falar sobre outra coisa. Pra ser sincera, a gente cansa de falar de coronavírus. Nós queríamos estar falando sobre outra coisa? Queríamos muito, mas a situação está complicada. Os eventos foram cancelados, as feiras foram reagendadas e se tem reunião pode ter certeza que é para falar das medidas que foram ou irão ser tomadas sobre o coronavírus.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Em tempos de pandemia do Covi-19, a atividade jornalística está basicamente liga a apuração e a informação. Gostamos de comprar a informação como uma medida preventiva, que também auxilia no combate ao coronavírus.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>“Vocês só sabem falar sobre coronavírus?”</em> Essa foi a pergunta feita por uma senhora que caminhava na rua de uma pequena cidade da região.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>“Enquanto as pessoas estiverem nas ruas, assim como você, que inclusive faz parte do grupo de risco, nós falaremos sim!”</em>, essa foi a resposta do profissional da rádio.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Enquanto a população continuar achando que esse assunto não exige atenção e cuidado nós como profissionais, continuaremos a falar incansavelmente no ar, a escrever para as pessoas receberem a informação no conforto de suas casas e passaremos a informação em todos os meios possíveis.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Enquanto acadêmica de jornalismo e já inserida no meio, me questionei sobre o meu trabalho. Talvez, em meio&nbsp; tantas perguntas feitas pela população e muitas delas sem resposta até por autoridades do nosso país, momentaneamente, como futurAs jornalistas, ficamos confusAs. Mas talvez essa pandemia tenha servido, serviu para confirmar que sim, a função social do jornalista é grandiosa e, neste caso, pode até salvar vidas.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Então eu pergunto: essas informações que chegam à população, como estão sendo absorvidas? Depois de mais ou menos três semanas os brasileiros afrouxaram as cordas em torno do isolamento social.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Ao mesmo tempo que o jornalismo cumpre com o papel perante a sociedade, também recebe diariamente um grande número de críticas presidenciais. O mesmo indivíduo, se direciona até as mídias televisivas para impensavelmente nos encaminhar ao colapso do sistema de saúde público. Enquanto apenas o comércio que não presta serviço essencial permanece fechado, muitos brasileiros começam a desejar que pronunciamentos presidenciais também não fossem essenciais.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>O podcast “Informação e prevenção são os melhores remédios” foi apresentado por Camila Wesner, Débora Franke, Helena Knob e Thaane Otero para&nbsp; a disciplina de políticas públicas em comunicação, em abril de 2020</em>.&nbsp;&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":3552,"sizeSlug":"large"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/midias/experimental/integra/wp-content/uploads/sites/813/2020/05/Purple-and-White-Modern-Advertising-Presentation-5-4-1024x576.png" alt="" class="wp-image-3552" /><figcaption>Íntegra – Agência Experimental de Comunicação – Laboratório didático do Departamento de Ciências da Comunicação da Universidade Federal de Santa Maria campus Frederico Westphalen.</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph {"fontSize":"medium"} -->
<p class="has-medium-font-size"><strong>Atualização oficial do números de afetados pelo COVID-19 em Frederico Westphalen</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O Hospital Divina Providência (HDP) de Frederico Westphalen, informou através de nota oficial, na manhã desta quarta-feira (13), a morte de uma mulher de 63 anos por conta do coronavírus. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O Jornal Folha do Noroeste veiculou em seu site a entrevista com a <a href="https://www.folhadonoroeste.com.br/noticias/fw-secretaria-de-saude-atualiza-informacoes-sobre-o-coronavirus/">Secretária da Saúde do município em que atualiza as informações sobre coronavírus.</a> No dia 14 de Maio, às 11h da manhã, foram registrados em Frederico Westphalen oficialmente 12 casos confirmados, 1 óbito, 1 recuperado, 83 suspeitos e 121 pessoas que tiveram contato e não apresentam sintomas. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:media-text {"mediaId":3554,"mediaType":"image","mediaWidth":27} -->
<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:27% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><img src="https://www.ufsm.br/midias/experimental/integra/wp-content/uploads/sites/813/2020/05/Capturar.png" alt="" class="wp-image-3554" /></figure><div class="wp-block-media-text__content"><!-- wp:paragraph {"placeholder":"Conte\u00fado...","fontSize":"large"} -->
<p class="has-large-font-size">Frederico Westphalen aparece no Google com alerta de risco.</p>
<!-- /wp:paragraph --></div></div>
<!-- /wp:media-text -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Em Frederico, é sujeito a multa andar sem máscara nas ruas a partir dessa quinta-feira (14). Isso pois houve uma quebra na quarentena e no isolamento social, tanto em Frederico Westphalen quando no Brasil. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:media-text {"mediaId":3555,"mediaType":"image","mediaWidth":58} -->
<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:58% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><img src="https://www.ufsm.br/midias/experimental/integra/wp-content/uploads/sites/813/2020/05/Capturar2.png" alt="Dados oficiais da OMS em 14/05 às 11h" class="wp-image-3555" /></figure><div class="wp-block-media-text__content"><!-- wp:paragraph {"placeholder":"Conte\u00fado...","fontSize":"large"} -->
<p class="has-large-font-size">Com pouco isolamento, os casos de contágio aumentam. </p>
<!-- /wp:paragraph --></div></div>
<!-- /wp:media-text -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O Rio Grande do Sul é o 13º Estado com mais números de afetados pelo COVID-19, sendo que não foram divulgados os números de testes. Segundo G1 Bem Estar, 74,10% dos leitos de UTI em todo o estado estão ocupados em 13/5. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>"É importante colocar isso na mesa: esse vírus pode se tornar endêmico em nossas comunidades e nunca desaparecer", disse o especialista em emergências da Organização Mundial da Saúde (OMS), Mike Ryan, em entrevista&nbsp;online. Ainda completou que é "(...) importante sermos realistas e não acho que alguém possa prever quando essa doença desaparecerá". A OMS alerta, nessa quarta-feira (13), que o vírus pode se tornar endêmico, como o HIV.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":3556,"sizeSlug":"large"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/midias/experimental/integra/wp-content/uploads/sites/813/2020/05/Capturar3.png" alt="" class="wp-image-3556" /><figcaption>Fonte: Atualização oficial da OMS pelo Google no dia 14 de Maio de 2020 às 11h.</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Importante ressaltar que os dados mudam rapidamente e podem não mostrar alguns dos casos que ainda não foram informados. As bases dos dados são apenas os casos que incluem pessoas que tiveram testes com resultado positivo. Ou seja, há um grande número de <em>Subnotificação</em> dos dados. Existem várias fontes que monitoram e agregam dados sobre o coronavírus, atualizados em momentos distintos e coletados com metodologias diferentes.</p>
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<p class="has-text-align-right has-small-font-size"><em>Texto de atualização por <strong>Kawê Veronezi</strong></em></p>
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