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				<title>Professora da UFSM ministra oficinas de fotografia inclusiva para cegos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/09/26/professora-da-ufsm-ministra-oficinas-de-fotografia-inclusiva-para-cegos</link>
				<pubDate>Tue, 26 Sep 2023 17:55:25 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação social]]></category>
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		<category><![CDATA[UFSM Frederico Westphalen]]></category>

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						<description><![CDATA[Docente de Jornalismo no Campus de Frederico Westphalen, Janaína Gomes ministrou uma oficina no Maranhão na semana passada]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_63850" align="alignright" width="639"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/09/20230925_104506.jpg"><img class=" wp-image-63850" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/09/20230925_104506-300x225.jpg" alt="" width="639" height="479" /></a> Fotografias do projeto foram expostas em São Luís[/caption]

Quando se tornou professora da UFSM, em 2012, no curso de Jornalismo (Campus de Frederico Westphalen), Janaína Gomes se deparou com um desafio: dar aulas de fotografia para uma estudante cega, que no caso era Rubia Steffens, então caloura no curso. Essa situação serviu como estímulo para que professora e aluna desenvolvessem em conjunto uma metodologia de aprendizagem que Janaína até hoje replica em oficinas que ministra em diferentes cidades e estados brasileiros.

A mais recente – a primeira oficina desde o início da pandemia de Covid-19 – foi na sexta-feira (22) e sábado (23), como atividade que antecedeu o 1º Encontro das Ações Inclusivas, evento que começou na segunda (25) e prossegue até esta terça-feira (26) no Instituto Federal do Maranhão. Realizada em São Luís, no campus do centro histórico, a oficina contou com seis participantes. Durante o encontro, a professora da UFSM também foi painelista da mesa de abertura, na qual falou sobre alfabetização visual e fotografia inclusiva.

Em um primeiro momento, ao pensar em como ajudar a estudante cega na hora de fotografar, uma questão em particular afligia a professora: a escolha das imagens. “Sempre pensava nisso quando fiquei sabendo que teria que dar aula para uma aluna cega. Eu, na verdade chorei muito pensando nisso. Chorei porque o mundo é tão lindo e tem pessoas que não conseguem vê-lo. Mas aprendi que isso é uma questão nossa e não deles. As escolhas e estímulos são distintos. Só para exemplificar, uma vez queria ser os olhos da Rubia. Fazer uma exposição fotografando coisas que ela gostaria de ver. Ela ria de mim.”

Desde esse primeiro encontro com Rubia, Janaína já ministrou oficinas para cerca de cem pessoas Brasil afora. No início, os cegos participantes das oficinas usavam câmeras compactas amadoras. Posteriormente, com a popularização dos <i>smartphones</i>, o uso das câmeras dos celulares foi inevitável. “Agora é imprescindível, devido à acessibilidade, qualidade da imagem e compartilhamento”, avalia a professora.

A relação de amizade entre Janaína e Rubia levou inclusive ao desenvolvimento de um aplicativo para <i>smartphon</i><i>e</i>, o Rubia Light, criado pelo marido de Janaína, Luiz Miritz, egresso do curso de Sistemas de Informação do Campus da UFSM em Frederico Westphalen. O objetivo inicial do aplicativo era ajudar Rubia a verificar, na hora de dormir, se a luz do seu quarto estava acesa, para que não acordasse com dor de cabeça no dia seguinte.

A utilidade do aplicativo para a fotografia, como auxílio para pessoas cegas na localização da fonte da luz, foi descoberta por acaso. “Ela estava almoçando na nossa casa e queria fazer uma <i>selfie</i>, mas estava em contraluz na minha sacada. Quando vi essa situação, perguntei se não poderia usar o Rubia Light para que a pessoa tivesse autonomia no momento de executar a foto. Sempre achei que minha metodologia era boa, mas não autônoma. Sempre dependia de alguém dizer onde estava a fonte de luz, já que fotografar é escrever com luz. O nome do <i>app</i> foi dado em homenagem à Rubia. Quando nós três estamos juntos sempre inventamos ou aprendemos algo bom.”

Desde então, o Rubia Light é uma presença constante nas atividades que Janaína propõe para pessoas cegas, tanto quanto outras tecnologias assistivas, como, por exemplo, a audiodescrição, que está presente em todas as etapas da oficina.

“A fotografia é só mais uma tarefa na vida cotidiana. Quem precisa de mais ajuda na vida, vai precisar na fotografia. Rubia tira foto da filha dela e posta no Instagram todos os dias. Rubia é muito independente. Isso foi incrível para mim. Mas vale ressaltar que, quando não tínhamos câmeras frontais em celulares, [<i>mesmo</i>] com câmeras compactas, meus alunos sempre arrasaram nas <i>selfies</i>”, conclui a professora.

<i>Texto: Lucas Casali</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Espaço de conversação em Libras na UFSM proporciona integração e inclusão</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/09/27/espaco-de-conversacao-em-libras-na-ufsm-proporciona-integracao-e-inclusao</link>
				<pubDate>Tue, 27 Sep 2022 12:17:03 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Biblioteca Setorial]]></category>
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		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão]]></category>
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		<category><![CDATA[surdos]]></category>

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						<description><![CDATA[Atividade, que é realizada toda segunda na Biblioteca Setorial do CCSH, foi comemorativa ao Dia Nacional do Surdo]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_59811" align="alignright" width="616"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/09/MG_1642.jpg"><img class="wp-image-59811" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/09/MG_1642.jpg" alt="foto colorida horizontal mostra uma pessoa em pé, comunicando-se em Libras com pessoas sentadas em semicírculo, ao fundo as vidraças do térreo da biblioteca" width="616" height="410" /></a> Atividades ocorrem toda segunda à tarde no térreo da BSCCSH[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Nesta segunda-feira (26), foi comemorado o Dia Nacional do Surdo. Na Biblioteca Setorial do Centro de Ciências Sociais e Humanas (CCSH), é realizado toda segunda, às 15h, um Encontro de Conversação em Libras. Neste último, devido à data, a atividade foi ainda mais especial. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O encontro realizado pela BSCCSH tem como objetivo ser um espaço de integração entre os ouvintes e surdos, sendo uma troca importante de diferentes perspectivas e vivências. Os temas abordados são diversos, e geralmente são acompanhados com exercícios para o aprendizado da Língua Brasileira de Sinais (Libras). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O encontro é mediado por Rochele Morais, estudante de Educação Física e bolsista na Biblioteca Setorial, que é surda. Ela conta com a ajuda de colegas que têm um conhecimento mais avançado de Libras para transmitir para a oralidade o que está sendo dito pela mediadora. Para Rochele, o encontro ajuda bastante na empatia do surdo com o ouvinte, pois propicia ao ouvinte um melhor entendimento das vivências do surdo e da sua forma de comunicação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para Rochele, o encontro é um espaço que ajuda na comunicação. Cada um tem o seu tempo de aprendizado e de nível de conhecimento de Libras, mas todos possuem um conhecimento básico para a comunicação entre eles, reflete ela. "É importante que as pessoas tenham contato com o surdo, e para o surdo também é importante para o seu desenvolvimento fora da biblioteca”, afirma.</span></p>
<p>O encontro é aberto a qualquer interessado, e não é necessário conhecimento prévio de Libras. As atividades realizadas possuem dinâmica diferenciada a cada aula e duram, em média, uma hora.</p>
<p><span style="font-weight: 400">A biblioteca do CCSH conta com outras iniciativas de acessibilidades, como a distribuição de cartazes com o alfabeto em Libras e ensinando como pedir para retirar o livro na língua de sinais e como ter acesso às salas de estudo individuais. Também há vídeos em Libras que apresentam legendas para facilitar a comunicação entre o ouvinte e o surdo.</span></p>
<p><em>Texto: Mariane Machado, acadêmica de Jornalismo, voluntária da Agência de Notícias</em><br /><em>Fotos: Ana Alícia Flores, acadêmica de Desenho Industrial, bolsista da Agência de Notícias</em><br /><em>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</em></p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/09/MG_1647.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/09/MG_1647.jpg" alt="" class="wp-image-59815" /></a><figcaption>Público aprende e pratica Libras</figcaption></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/09/MG_1638.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/09/MG_1638.jpg" alt="" class="wp-image-59816" /></a><figcaption>Materiais em Libras disponibilizados na atividade</figcaption></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/09/MG_1619.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/09/MG_1619.jpg" alt="" class="wp-image-59817" /></a><figcaption>Monitora se comunica em Libras</figcaption></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/09/MG_1657-1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/09/MG_1657-1.jpg" alt="" class="wp-image-59818" /></a><figcaption>Participantes fazem exercícios para o aprendizado de Libras</figcaption></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/09/MG_1652-1.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/09/MG_1652-1.jpg" alt="" class="wp-image-59819" /></a><figcaption>Participantes fazem exercícios para o aprendizado de Libras</figcaption></figure>
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													</item>
						<item>
				<title>Acadêmica da UFSM é convocada para a seleção brasileira de vôlei para surdos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/03/05/academica-da-ufsm-e-convocada-para-a-selecao-brasileira-de-volei-para-surdos</link>
				<pubDate>Sat, 05 Mar 2022 07:00:51 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão]]></category>

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						<description><![CDATA[A convocação é para jogar na 24ª edição das Summer Deaflympics, que serão disputadas em maio em Caxias do Sul]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_57872" align="alignright" width="483"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/03/IMG-20220228-WA0001.jpeg"><img class=" wp-image-57872" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/03/IMG-20220228-WA0001-200x300.jpeg" alt="" width="483" height="725" /></a> Eduarda Santi conquistou a vaga ao participar de uma seletiva nos dias 29 e 30 de janeiro em São Paulo[/caption]
<p class="p1">Aluna doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Medicina Veterinária da UFSM, Eduarda Santi foi convocada para a seleção brasileira de vôlei de surdos, para competir na 24ª edição das <a href="https://www.deaflympics2021.com/" target="_blank" rel="noopener">Summer Deaflympics</a> (<i>Surdolimpíadas de Verão</i>), que acontecem em Caxias do Sul, de 1º a 15 de maio. Inicialmente previstos para dezembro de 2021, os jogos foram adiados para maio deste ano devido à pandemia de Covid-19. De acordo com os organizadores, as Deaflympics serão o maior evento poliesportivo da história do Rio Grande do Sul, com a participação de cerca de 6 mil atletas, representando mais de cem países. Esta também será a primeira vez em que o evento (realizado pela primeira vez em Paris, em 1924) acontece na América Latina.</p>
<p class="p1">Integrante do Núcleo de Implementação da Excelência Esportiva e Manutenção da Saúde (Nieems) e da equipe de voleibol feminino da UFSM, a qual conquistou a <a href="https://www.ufsm.br/2021/10/20/equipe-de-esportes-da-ufsm-conquistou-premiacoes-nos-jogos-universitarios-brasileiros/" target="_blank" rel="noopener">medalha de bronze</a> nos Jogos Universitários Brasileiros em outubro do ano passado, Eduarda Santi começou a treinar há 7 meses com a equipe de vôlei da Associação de Surdos de Santa Maria (ASSM), a convite da treinadora Maria Esther Gomes de Souza. Ela foi também convocada para a seleção gaúcha feminina de vôlei para surdos, que ficou em 4º lugar na Surdolimpíada Nacional, disputada em dezembro em São José dos Campos (SP).</p>
<p class="p1">Ao observá-la nessa competição, o técnico da seleção brasileira feminina de vôlei para surdos, Rubinho Gutierrez, convidou Eduarda para participar da seletiva que ocorreu nos dias 29 e 30 de janeiro em São Paulo. Ainda durante a seletiva, ela foi pré-convocada. A confirmação da vaga na seleção veio no último final de semana, quando ela recebeu a carta de convocação da Confederação Brasileira de Desportos de Surdos (CBDS).</p>
<p class="p1"><b>Surdolimpíada Nacional –</b> De 4 a 7 de dezembro de 2021, cerca de 800 atletas celebraram em São José dos Campos, durante a 3ª edição da Surdolimpíada Nacional, a inclusão das pessoas surdas na sociedade por meio do esporte. De forma semelhante ao que acontece nos Jogos Olímpicos, nos quais os atletas representam os países em que nasceram ou adotaram, na Surdolimpíada Nacional os atletas competem por equipes estaduais. Elas são organizadas e convocadas pelas federações desportivas de surdos de cada estado brasileiro, as quais são filiadas à CBDS, instituição responsável pela promoção da Surdolimpíada. Os jogos nacionais tiveram como objetivo a preparação para a sua versão internacional: as Summer Deaflympics.</p>
<p class="p1">A Federação Desportiva de Surdos do Rio Grande do Sul ficou em 3º lugar na competição, tendo conquistado 22 medalhas (8 de ouro, 7 de prata e 7 de bronze). Foi superada somente pelas de São Paulo e Rio de Janeiro, que ficaram em 1º e 2º lugar, respectivamente. Uma das entidades filiadas à federação gaúcha é a ASSM, da qual participam alguns dos atletas que representaram o estado na Surdolimpíada Nacional, incluindo alunos surdos (e também ouvintes, na equipe técnica) e egressos da UFSM.</p>
<p class="p1">O time gaúcho de vôlei masculino, que sagrou-se campeão na Surdolimpíada, teve a colaboração, como auxiliar técnico, de Gabriel Correa da Silva, que é ouvinte e cursa o Bacharelado em Educação Física da UFSM, tendo já concluído a licenciatura. A equipe é comandada pela treinadora Maria Esther Gomes de Souza, que tem graduação e especialização em Educação Especial pela UFSM. Ela é professora na Escola Estadual de Educação Especial Dr. Reinaldo Fernando Cóser e atua como secretária na ASSM, onde também é técnica dos times masculino e feminino de vôlei.</p>
<p class="p1"><span class="s1">A treinadora recentemente lançou o</span> livro <a href="https://www.editoraalcance.com.br/shop/autores/maria-esther-gomes-de-souza/minivoleibol-para-surdos/" target="_blank" rel="noopener"><i>Minivoleibol para Surdos</i></a>, escrito em conjunto com Jeferson de Oliveira Miranda, graduado em Educação Física pela UFSM, que também é professor na Escola Reinaldo Cóser. Ele é técnico da seleção gaúcha de vôlei feminino, que ficou em 4º lugar na Surdolimpíada, na qual jogaram Eduarda Santi e a acadêmica Rochele Moraes, da Licenciatura em Educação Física da UFSM.</p>
<p class="p1">No judô, Igor Mazzorani, aluno da Licenciatura em Educação Física da UFSM, conquistou medalha de bronze na categoria Peso Leve (de 66 até 73 kg). Giordano Maurer, do curso de Teatro da UFSM, destacou-se no atletismo. Ele ganhou duas medalhas de bronze, nos 800 metros e nos 5 mil metros rasos.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Roda de conversa vai abordar a participação social de crianças com síndrome congênita de Zika</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/12/06/roda-de-conversa-vai-abordar-a-participacao-social-de-criancas-com-sindrome-congenita-de-zika</link>
				<pubDate>Mon, 06 Dec 2021 21:05:55 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[educação especial]]></category>
		<category><![CDATA[Enfermagem]]></category>
		<category><![CDATA[Fisioterapia]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão]]></category>

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						<description><![CDATA[O evento terá como convidada a fisioterapeuta e professora Elisa Beatriz Van Eyken, do IFRJ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/12/teamigos-1.jpg"><img class=" wp-image-57429 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/12/teamigos-1-300x300.jpg" alt="" width="543" height="543" /></a>Nesta quarta-feira (8), às 19h, o projeto de extensão TEAmigos, do Campus da UFSM em Palmeira das Missões, realiza uma roda de conversa virtual com o tema “A participação social de crianças com síndrome congênita de Zika (SCZ)”. A atividade terá como convidada a fisioterapeuta e professora Elisa Beatriz Braga dell’Orto Van Eyken, líder do Grupo de Pesquisa em Saúde da Criança, Adolescente e Materno-Infantil do Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ).

A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) e a 15ª Coordenadoria Regional de Saúde são instituições apoiadoras do evento, que é gratuito e aberto a toda a comunidade. Para participar, os interessados devem preencher o <a href="https://linktr.ee/TEAmigos" target="_blank" rel="noopener">formulário de inscrição</a>.

<i>Com informações da Assessoria de Comunicação do Campus de Palmeira das Missões</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto do Centro de Educação e Rádio Universidade aborda a acessibilidade</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2019/09/12/projeto-do-centro-de-educacao-e-radio-universidade-aborda-a-acessibilidade</link>
				<pubDate>Thu, 12 Sep 2019 14:07:13 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[centro de educação]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão]]></category>
		<category><![CDATA[Rádio Universidade]]></category>

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						<description><![CDATA[O projeto #ColanoCE, uma parceria do Núcleo de Comunicação Institucional do Centro de Educação (CE) com a Rádio Universidade, promoveu na quarta-feira (11) a gravação do programa Campus da Gente. O tema abordado foi acessibilidade. Participaram pessoas com deficiência, estudiosos e profissionais da área. Kauan Galvão dos Santos, acadêmico de Desenho Industrial, relatou sua experiência enquanto [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O projeto <a class="m_676808504334922699gmail-_58cn" href="https://www.facebook.com/hashtag/colanoce?source=feed_text&amp;epa=HASHTAG&amp;__xts__%5B0%5D=68.ARCzrU2uP1E-xUltznVT2ncaEfuO1zp7FGgwn12HyzI0cDJrM0ql3xr-1t8TUSFmc1x4KnD3HDkcLqatDKXfS4CskaJIEFkOm0eWnbPRA69QWuLJdbgJwGi-B5VdyjXnu6oDj-3IfY-0ssoAJMqEmlcZyNe57GaycYOZf1euMBDpPZnV2kdXXVCDVYI6bD3x0s8X1MRFBMRjjOu6-GCJc3WhZQRBhsSSLHrUdaO472Bdjf6lT0fGTPN6DIoN_9P2tbkkW-TlFfbYHGmNhamSXiGXB92O8wzJJhegay-zH32XNzxUyTcrERPixLuFMaU_-TtSYFbIm5jAq_JP4n4akzZtKA&amp;__tn__=%2ANK-R" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.facebook.com/hashtag/colanoce?source%3Dfeed_text%26epa%3DHASHTAG%26__xts__%255B0%255D%3D68.ARCzrU2uP1E-xUltznVT2ncaEfuO1zp7FGgwn12HyzI0cDJrM0ql3xr-1t8TUSFmc1x4KnD3HDkcLqatDKXfS4CskaJIEFkOm0eWnbPRA69QWuLJdbgJwGi-B5VdyjXnu6oDj-3IfY-0ssoAJMqEmlcZyNe57GaycYOZf1euMBDpPZnV2kdXXVCDVYI6bD3x0s8X1MRFBMRjjOu6-GCJc3WhZQRBhsSSLHrUdaO472Bdjf6lT0fGTPN6DIoN_9P2tbkkW-TlFfbYHGmNhamSXiGXB92O8wzJJhegay-zH32XNzxUyTcrERPixLuFMaU_-TtSYFbIm5jAq_JP4n4akzZtKA%26__tn__%3D%252ANK-R&amp;source=gmail&amp;ust=1568381567190000&amp;usg=AFQjCNEpkaMsTkZvaypd7agbtBkZzmp0Lw"><span class="m_676808504334922699gmail-_5afx"><span class="m_676808504334922699gmail-_58cl m_676808504334922699gmail-_5afz">#</span><span class="m_676808504334922699gmail-_58cm">ColanoCE,</span></span></a> uma parceria do Núcleo de Comunicação Institucional do Centro de Educação (CE) com a Rádio Universidade, promoveu na quarta-feira (11) a gravação do programa Campus da Gente.</p>
<p>O tema abordado foi acessibilidade. Participaram pessoas com deficiência, estudiosos e profissionais da área. Kauan Galvão dos Santos, acadêmico de Desenho Industrial, relatou sua experiência enquanto aluno surdo. Ele salientou a importância da Coordenadoria de Ações Educacionais (Caed) para o seu desenvolvimento enquanto estudante. Já Fernanda Taschetto, a primeira servidora técnico-administrativa cega da UFSM, falou sobre inclusão e sobre assuntos relacionados ao trabalho que desenvolve junto à Biblioteca Setorial do CE. </p>
<div class="m_676808504334922699gmail-text_exposed_show">
<p>As entrevistas serão transmitidas a partir desta quinta (12) e durante a próxima semana, pela <a href="https://farol.ufsm.br/transmissao/radio-am" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Rádio Universidade 800AM</a>, das 11h às 12h, e na <a href="https://farol.ufsm.br/transmissao/unifm" target="_blank" rel="noopener noreferrer">UniFM 107.9</a>, das 9h às 10h.</p>
<p><em>Fonte: Núcleo de Comunicação Institucional do CE</em></p>
</div>
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													</item>
						<item>
				<title>Programação do Setembro Surdo na UFSM terá atividades no dia 25</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2019/09/12/programacao-do-setembro-surdo-na-ufsm-tera-atividades-no-dia-25</link>
				<pubDate>Thu, 12 Sep 2019 12:12:38 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CE]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão]]></category>
		<category><![CDATA[PPGE]]></category>
		<category><![CDATA[setembro surdo]]></category>

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						<description><![CDATA[Setembro é especial e comemorativo para a comunidade surda. Neste mês, são celebradas diversas conquistas para a comunidade e também é comemorado o Dia Nacional do Surdo, no dia 26. Dentro desta perspectiva, acontecerá o Setembro Surdo na UFSM, com uma programação especial no dia 25 de setembro. Das 9h às 12h, haverá roda de conversa [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p dir="ltr"><a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/09/IMG-20190910-WA0013.jpg"><img class="alignright wp-image-49467" src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/09/IMG-20190910-WA0013.jpg" alt="Arte colorida horizontal com dados sobre a programação" width="387" height="274" /></a>Setembro é especial e comemorativo para a comunidade surda. Neste mês, são celebradas diversas conquistas para a comunidade e também é comemorado o Dia Nacional do Surdo, no dia 26.</p>
<p dir="ltr">Dentro desta perspectiva, acontecerá o Setembro Surdo na UFSM, com uma programação especial no dia 25 de setembro. Das 9h às 12h, haverá roda de conversa no espaço em frente ao Planetário (se chover, a atividade será no Espaço Multiuso). Os participantes estão convidados a levar tapetes, lençol, almofada, chimarrão, cadeiras e lanches para o encontro.</p>
<p dir="ltr">À tarde, das 13h30 às 18h, serão realizadas oficinas (<em>youtuber</em>, cinema e Libras) no prédio 16, Centro de Educação. Formulário para inscrições pode ser acessado no <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeIBVpJG5Aoj7jXgb1YZZ3aHN578GASjbExnO32sgzAgbVMBA/viewform" target="_blank" rel="noopener noreferrer">link</a>. </p>
<p dir="ltr">O mês que celebra a comunidade surda na UFSM conta com a organização da professora Cláudia Sarturi e com o apoio do Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE), do Centro de Educação, do Departamento de Educação Especial e da Coordenadoria de Ações Educacionais (Caed).</p>
<p dir="ltr"><em>Fonte: Núcleo de Comunicação Institucional do CE</em></p>
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