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				<title>UFSM é homenageada pela Emater por trabalho com produtores de erva-mate</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/27/ufsm-e-homenageada-pela-emater-por-trabalho-com-produtores-de-erva-mate</link>
				<pubDate>Wed, 27 May 2026 13:39:02 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
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						<description><![CDATA[Apoio da Universidade foi decisivo para a obtenção da Indicação Geográfica para a região de Machadinho]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_73006" align="alignright" width="667"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IMG_3909-1.jpg"><img class=" wp-image-73006" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IMG_3909-1.jpg" alt="" width="667" height="444" /></a> Dilson Bisognin (C) recebeu troféu de representantes da Emater[/caption]
<p dir="ltr"><span style="font-size: large">A UFSM foi homenageada pela participação no projeto que resultou na concessão de Indicação Geográfica (IG) da erva-mate produzida na região nordeste gaúcha. Na tarde desta terça-feira (26), o professor </span>do Departamento de Fitotecnia do Centro de Ciências Rurais (CCR) Dilson Antônio Bisognin recebeu da Emater uma condecoração por sua contribuição para a <a href="https://www.ufsm.br/2025/03/14/pesquisador-da-ufsm-colabora-na-conquista-da-indicacao-geografica-da-erva-mate-da-regiao-de-machadinho" target="_blank" rel="noopener">IG obtida para a região de Machadinho</a> no ano passado. A homenagem ocorreu durante curso <span style="font-size: large">de capacitação para agroindústrias realizado pela Emater nas dependências do Núcleo de Estudos em Agricultura Familiar (Nesaf), no Campus Sede.</span></p>
<p dir="ltr"><span style="font-size: large;color: initial">O supervisor e assistente técnico regional da Emater </span><span style="font-size: revert;color: initial">Gilmar Deponti enfatizou que o troféu entregue é um reconhecimento ao trabalho realizado por professores da UFSM. "</span><span style="font-size: large;color: initial">Toda a Universidade está envolvida neste processo e contribuiu muito para que a Associação de Produtores de Erva-Mate de Machadinho conseguisse a certificação de IG da cultura", destacou. Além de Dilson, que auxiliou</span><span style="font-size: revert;color: initial"> na implantação de sistemas agroflorestais e, mais recentemente, na seleção de cultivares e melhoramento genético, e</span><span style="font-size: large;color: initial">le agradeceu ao professor Dalvan Reinert, por sua contribuição na área de solos. </span></p>
[caption id="attachment_73007" align="alignleft" width="503"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IMG_3946.jpg"><img class="wp-image-73007" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/IMG_3946.jpg" alt="" width="503" height="335" /></a> Homenagem pela Indicação Geográfica concedida pelo INPI[/caption]
<p dir="ltr"><span style="font-size: large">Dilson afirmou que a UFSM, ao auxiliar no processo de obtenção de IG da erva-mate, mostrou mais uma vez que pode contribuir para o desenvolvimento local e regional. "A Universidade entrou com a questão mais técnica, científica, </span>baseada em dados de pesquisas, <span style="font-size: large">que é o que nós sabemos fazer. É a contribuição que podemos dar, como cientistas", ressaltou. </span></p>
<h3 dir="ltr"><span style="font-size: large">Apoio da UFSM deve resultar em IG para mais uma região   </span></h3>
<p dir="ltr"><span style="font-size: revert;color: initial">A Indicação Geográfica (IG) é um direito de propriedade intelectual concedido pelo Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI) que "identifica a origem de um produto ou serviço que tem certas qualidades graças a sua origem geográfica ou que tem origem em um local conhecido por aquele produto ou serviço".</span></p>
<p dir="ltr"><span style="font-size: large">Após auxiliar a região de Machadinho com</span> suporte científico, <span style="font-size: large">Dilson já escreveu um relatório que embasou o pedido de IG para a região de Ilópolis, ainda em andamento. A </span>expectativa é de que seja concedida a propriedade intelectual também para o Alto Taquari, a mais importante reg<span style="font-size: large">ião produtora de erva-mate do estado. </span></p>
<div dir="ltr">
<p><span style="font-size: large">Além disso, o Núcleo de Melhoramento e Propagação Vegetativa de Plantas do Departamento de Fitotecnia, do qual ele é o coordenador, segue atuando fortemente em pesquisas com erva-mate. "Temos pesquisas de campo há mais de 10 anos com novos clones de erva-mate no Alto Taquari e atualmente estamos conduzindo os ensaios para registro e proteção de novas cultivares. Serão as primeiras cultivares clonais de erva-mate oriundas do Programa de Melhoramento Genético", relata Dilson.   </span></p>
<p><em>Texto: Ricardo Bonfanti, jornalista</em><br /><em>Fotos: Mathias Ilnicki, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</em></p>
</div>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pesquisador da UFSM colabora na conquista da Indicação Geográfica da erva-mate da região de Machadinho</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/03/14/pesquisador-da-ufsm-colabora-na-conquista-da-indicacao-geografica-da-erva-mate-da-regiao-de-machadinho</link>
				<pubDate>Fri, 14 Mar 2025 10:51:55 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
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		<category><![CDATA[indicação geográfica]]></category>

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						<description><![CDATA[Relatórios técnicos desenvolvidos na Universidade deram suporte para o reconhecimento da IG]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/03/ILUSTRACAO-1.jpg"><img class="alignright wp-image-68516" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/03/ILUSTRACAO-1.jpg" alt="" width="461" height="307" /></a>A erva-mate, matéria-prima do tradicional chimarrão, é o alimento mais característico da cultura gaúcha. Estima-se que cerca de 100 mil toneladas da erva sejam consumidas anualmente pela população do Rio Grande do Sul, conforme o Instituto Brasileiro de Erva-Mate (Ibramate). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Tendo isso em mente, em fevereiro deste ano a região de Machadinho recebeu o reconhecimento da Indicação Geográfica (IG) como produtora de erva-mate, título concedido pelo Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI). </span><span style="font-weight: 400">Segundo o INPI, “a Indicação Geográfica (IG) identifica a origem de um produto ou serviço que tem certas qualidades graças à sua origem geográfica ou que tem origem em um local conhecido por aquele produto ou serviço".</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A conquista da IG contou com o suporte científico do professor do Departamento de Fitotecnia da UFSM Dilson Bisognin, que explica o valor desse reconhecimento. “Com o tempo essa conquista trará uma maior valorização do produto, ou seja, os produtores passarão a comercializar um produto com um maior valor agregado, porque as IGs oferecem uma credibilidade de segurança e qualidade ao produto, logo o consumidor terá preferência”, afirma.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além disso, Dilson destaca que a IG reforça a valorização cultural e histórica da erva-mate em relação ao estado. “A planta da erva é a planta símbolo do Rio Grande do Sul. O chimarrão segue esse mesmo caminho, porque é a bebida tradicional da nossa região”, afirma o professor, baseando-se na Lei nº 11.929, de 20 de junho de 2003, a qual define o chimarrão como "Bebida Símbolo do Rio Grande do Sul". </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A conquista da IG de Machadinho deve-se aos relatórios técnicos que o professor da UFSM elaborou sobre a região do Alto Taquari. Ele explica que os dados recolhidos remeteram às condições edafoclimáticas dos locais, e consideraram os principais impactos na produtividade e qualidade da erva-mate. “O Alto Taquari é o polo com a maior produção do Estado. Por isso, nossas pesquisas buscam caracterizar a qualidade dos produtos dessas regiões”, argumenta. O reconhecimento da IG para o Alto Taquari também já foi solicitado, e os relatórios desenvolvidos contribuirão nesse processo de obtenção da Indicação.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400">Qual a importância de estudar sobre erva-mate?</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400">O Instituto Pasteur, fundação francesa voltada a estudos biológicos, reconhece a erva-mate como “uma das plantas mais completas do mundo”. Isso porque, segundo dados, a espécie possui cerca de 237 compostos biofuncionais, que são capazes de atuar nos processos metabólicos e reduzir o risco de surgimento de doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes e Alzheimer.</span></p>
[caption id="attachment_68515" align="alignleft" width="556"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/03/A-foto-e-de-plantas-em-producao-de-um-clone-desenvolvido-no-grupo-de-pesquisa-liderado-por-mim-aqui-na-UFSM.jpg"><img class="wp-image-68515" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/03/A-foto-e-de-plantas-em-producao-de-um-clone-desenvolvido-no-grupo-de-pesquisa-liderado-por-mim-aqui-na-UFSM.jpg" alt="foto quadrada colorida de duas fileiras de plantas de uma altura de cerca de 2 metros, entre elas gramíneas, ao fundo céu nublado" width="556" height="417" /></a> Plantas em produção de um clone desenvolvido no grupo de pesquisa liderado pelo professor Dilson Bisognin[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Dessa forma, Dilson argumenta que os estudos sobre a erva-mate revelam um grande potencial relacionado à saúde humana. “Temos uma série de compostos que são altamente benéficos para a nossa saúde. É um alimento e um suporte”, comenta. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além disso, o professor destaca que a visibilidade, que acompanha a IG sob certo produto, aumenta o reconhecimento sobre ele. Logo, permite que a comunidade científica atente-se para ele, estude e retorne para a sociedade as descobertas favoráveis à humanidade.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400">Erva-mate e a Universidade</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Na UFSM, os relatórios técnicos da região do Alto Taquari foram desenvolvidos no projeto de pesquisa “Melhoramento e Propagação Vegetativa de Plantas (MPVP)”, liderado por Dilson. No projeto, dentre diversas atividades, são realizados estudos sobre a genética da erva-mate e as formas de propagação da espécie. “Nós estudamos formas de clonagem e melhoramento da qualidade do produto por meio da manipulação genética. Atualmente, estamos no estágio de lançar essas plantas selecionadas e fazermos testes para ver se será possível fazer com que essa tecnologia de clonagem chegue aos produtores”, conta o docente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Dilson explica que, na prática, a clonagem representa a replicação de um indivíduo. Nesse sentido, se uma planta clonada de erva-mate com alto teor cafeína, por exemplo, for inserida em uma plantação, as ervas ao redor irão replicar essa característica. Assim, segundo o pesquisador, o uso dessa tecnologia permite que haja melhor controle sobre a qualidade do produto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Os avanços já são uma realidade. Em março de 2024 a UFSM firmou parceria com o Ibramate na intenção de aprimorar as pesquisas de clonagem que já ocorriam na Universidade, e levar a tecnologia para outras regiões do Rio Grande do Sul. A reportagem completa sobre o assunto pode ser conferida </span><a href="https://www.ufsm.br/2024/03/01/com-tecnica-pioneira-ufsm-inova-na-pesquisa-de-clones-de-erva-mate#:~:text=Inova%C3%A7%C3%A3o%20da%20UFSM,projeto%2C%20%C3%A9%20uma%20inova%C3%A7%C3%A3o%20significativa."><span style="font-weight: 400">aqui</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><i></i><i><span style="font-weight: 400">Texto e arte gráfica: Pedro Moro, estudante de Jornalismo e bolsista na Agência de Notícias<br /></span></i><i><span style="font-weight: 400">Foto: arquivo pessoal de Dilson Bisognin<br /></span></i><i><span style="font-weight: 400">Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</span></i></p>
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