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				<title> Convite - CINE PET INDÍGENA</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/ciencias-contabeis/2024/07/25/convite-cine-pet-indigena</link>
				<pubDate>Thu, 25 Jul 2024 13:01:39 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Oportunidades]]></category>
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						<description><![CDATA[O PET Indígena UFSM convida toda comunidade acadêmica para a terceira edição do projeto CINE PET Indígena.&nbsp;Nesta edição será exibido o filme &#8220;Bicicletas de Nhanderú&#8221;, de Patrícia Ferreira e Ariel Duarte Ortega.O documentário &#8220;Bicicletas de Nhanderú&#8221; é uma imersão na espiritualidade e na cultura dos Mbyá-Guarani, da aldeia Koenju, em São Miguel das Missões, no [&hellip;]]]></description>
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<p>O PET Indígena UFSM convida toda comunidade acadêmica para a terceira edição do projeto CINE PET Indígena.&nbsp;<br>Nesta edição será exibido o filme "Bicicletas de Nhanderú", de Patrícia Ferreira e Ariel Duarte Ortega.<br>O documentário "Bicicletas de Nhanderú" é uma imersão na espiritualidade e na cultura dos Mbyá-Guarani, da aldeia Koenju, em São Miguel das Missões, no Rio Grande do Sul.</p>
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<!-- wp:paragraph -->
<p>Local: Auditório do prédio 40A<br>Data: 25 de julho de 2024<br>Horário: 18h</p>
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<!-- wp:paragraph -->
<p>Haverá emissão de certificado de 2 horas de atividade acadêmica.</p>
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<p>Link para inscrição:&nbsp;</p>
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<p><a href="https://forms.gle/bFRQioVySMS1mcHC9">https://forms.gle/bFRQioVySMS1mcHC9</a></p>
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				<title>Convite - CINE PET INDÍGENA</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/ciencias-economicas/2024/07/25/convite-cine-pet-indigena</link>
				<pubDate>Thu, 25 Jul 2024 12:57:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Oportunidades]]></category>
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<p>O PET Indígena UFSM convida toda comunidade acadêmica para a terceira edição do projeto CINE PET Indígena.&nbsp;<br>Nesta edição será exibido o filme "Bicicletas de Nhanderú", de Patrícia Ferreira e Ariel Duarte Ortega.<br>O documentário "Bicicletas de Nhanderú" é uma imersão na espiritualidade e na cultura dos Mbyá-Guarani, da aldeia Koenju, em São Miguel das Missões, no Rio Grande do Sul.</p>
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<p>Local: Auditório do prédio 40A<br>Data: 25 de julho de 2024<br>Horário: 18h</p>
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<p>Haverá emissão de certificado de 2 horas de atividade acadêmica.</p>
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				<title>Convite - CINE PET INDÍGENA</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/relacoes-internacionais/2024/07/25/convite-cine-pet-indigena</link>
				<pubDate>Thu, 25 Jul 2024 12:53:51 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[indígena]]></category>

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<p>O PET Indígena UFSM convida toda comunidade acadêmica para a terceira edição do projeto CINE PET Indígena.&nbsp;<br>Nesta edição será exibido o filme "Bicicletas de Nhanderú", de Patrícia Ferreira e Ariel Duarte Ortega.<br>O documentário "Bicicletas de Nhanderú" é uma imersão na espiritualidade e na cultura dos Mbyá-Guarani, da aldeia Koenju, em São Miguel das Missões, no Rio Grande do Sul.</p>
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						<item>
				<title>Aluna de Relações Internacionais da UFSM participa de programa internacional de mudanças climáticas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/relacoes-internacionais/2023/09/21/aluna-de-relacoes-internacionais-da-ufsm-participa-de-programa-internacional-de-mudancas-climaticas</link>
				<pubDate>Thu, 21 Sep 2023 14:42:37 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[indígena]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[Programa]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Internacionais]]></category>

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						<description><![CDATA[Os selecionados participam de uma formação intensiva ofertada pela Universidade de Harvard e irão estagiar no Ministério do Meio Ambiente]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p style="color: #1c1c1c;font-size: 16px"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/474/2023/09/rayane_2.jpeg" alt="" width="500" height="496">A estudante de Relações Internacionais da UFSM Rayane Xipaya foi uma das quatro representantes do Brasil selecionadas para o&nbsp;<a style="color: #204c90" href="https://www.climaterealityproject.org.br/post/processo-seletivo-aberto-opera%C3%A7%C3%A3o-cop-jovens-embaixadores-do-clima">Programa Operação COP 2023 – Jovens Embaixadores pelo Clima</a>. O programa tem por objetivo desenvolver habilidades de representação do governo, ética e dignidade, além de aprofundar o conhecimento em questões ambientais e diplomáticas.&nbsp;</p>
<p style="color: #1c1c1c;font-size: 16px">O&nbsp;<a style="color: #204c90" href="https://www.instagram.com/p/CwBRoMCv0CY/?utm_source=ig_web_copy_link&amp;igshid=MzRlODBiNWFlZA==">resultado final</a>&nbsp;saiu no dia 16 de agosto. Os jovens já estão participando de uma formação intensiva sobre mudanças climáticas e negociações internacionais, ofertada pela Universidade de Harvard, e irão complementar seu desenvolvimento com um estágio profissional virtual no Ministério das Relações Exteriores. Além disso, a expectativa é de que os jovens embarquem rumo aos Emirados Árabes Unidos, em novembro, para participar da COP 28 – Conferência das Partes -, organizada pelas Organizações das Nações Unidas (ONU).</p>
<p style="color: #1c1c1c;font-size: 16px">O processo, aberto pelo The Climate Reality Project América Latina e The Climate Reality Project Brasil, buscava jovens de 18 a 25 anos e foi dividido em três partes. Na primeira, o candidato realizou sua inscrição, enviou uma carta de motivação e um vídeo, em inglês. Ao todo, 10 inscritos foram selecionados a partir desta etapa. Na segunda parte do processo, ocorreu uma entrevista, também em inglês, em que os candidatos foram questionados sobre mudanças climáticas, políticas públicas e por que deveriam ser aceitos no programa. A última parte do processo foi a divulgação dos selecionados.&nbsp;</p>
<p style="color: #1c1c1c;font-size: 16px">A 28ª edição da Conferência das Partes (COP) ocorrerá de 30 de novembro a 12 de dezembro, em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. A COP é um evento anual que reúne representantes do mundo inteiro, como diplomatas, governos e membros da sociedade civil. O objetivo da conferência é debater a respeito das mudanças climáticas e buscar soluções para os problemas ambientais que afetam o planeta.</p>

<h3 style="line-height: 1.2;font-size: 1.75rem;color: #1c1c1c">Relação entre natureza e educação&nbsp;</h3>
<p style="color: #1c1c1c;font-size: 16px">No vídeo de apresentação, Rayane comentou sobre os motivos que inspiraram-na a se inscrever e quais seriam seus temas de interesse durante o estágio. Também falou sobre a construção da&nbsp;Hidrelétrica Belo Monte, o Rio Xingu e sua família. Desde que nasceu, o rio sempre fez parte da vida da jovem. Por isso, todas as transformações que ocorreram na região com a construção da hidrelétrica afetaram a vida dela e de toda a comunidade. Esse movimento foi um dos motivos que fez com que ela decidisse cursar Relações Internacionais.</p>
<p style="color: #1c1c1c;font-size: 16px">Para Rayane, a forma como uma região tão calma como a do Médio Xingu foi atingida, repentinamente, pela vinda de milhares de pessoas de todos os lugares do mundo, sem que a comunidade tivesse informações suficientes sobre o que estava acontecendo, e, ainda assim, tivesse seus lares, sua mata e sua vida alterados para sempre, trouxe um sentimento de revolta muito grande para o povo e para ela. Assim, o objetivo dela tornou-se se formar para poder instruir e ajudar sua comunidade frente à violência. “Por que eles fizeram isso? Eu não entendia muito bem esse contexto. Foram essas dúvidas que me envolveram muito para essa área de ensino, de geografia, geopolítica e história”, comenta Rayane.</p>
<p style="color: #1c1c1c;font-size: 16px">As formações intensivas sobre mudanças climáticas e negociações internacionais iniciaram no dia 18 de agosto. Os mais de 50 jovens, espalhados por toda América Latina, aprendem sobre negociações e resolução de conflitos. As aulas ocorrem na modalidade EaD. Além disso, o estágio profissional virtual, previsto para começar no início de setembro, irá proporcionar aos estudantes contato com o Ministério das Relações Exteriores do Brasil, o Itamaraty, e também com o setor de relações exteriores do Ministério do Meio Ambiente. Apesar de ainda não ter sido confirmado, a expectativa é de que os selecionados também estejam na COP 28, no mês de novembro, em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.</p>
<p style="color: #1c1c1c;font-size: 16px">O programa, além de proporcionar que Rayane conheça e dialogue com pessoas de toda a América Latina, também servirá como um complemento valioso para a graduação em Relações Internacionais, pois ela terá contato com áreas importantes da política brasileira e se aprofundará em debates e análises de negociações vigentes.</p>


[caption id="attachment_2394" align="alignleft" width="500"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/474/2023/09/rayane_3-300x300.jpeg" alt="" width="500" height="499"> Rayane Xipaya durante palestra no Filigram (Foto: Arquivo pessoal)[/caption]
<h3>Do Médio Xingu ao Coração do Rio Grande</h3>
Rayane é natural do município de Altamira, localizado na região do Médio Xingu, no Pará. A escolha dela pelo curso de Relações Internacionais da UFSM, em 2020, se deu pelas ações afirmativas da Universidade, como a Casa do Estudante Indígena. Para ela, a educação sempre foi uma ferramenta de afirmação e mudança social. Em sua terra natal, presenciou muita desigualdade de violência e, por isso, sua vinda a Santa Maria é mais do que uma vitória pessoal, é uma conquista de toda sua família e de toda a comunidade.

Um de seus objetivos é voltar para o município de Altamira e dar aulas de inglês a povos indígenas, por exemplo, e levar todo seu conhecimento na bagagem para ensinar e inspirar mais pessoas. Rayane sempre foi muito estudiosa e recorda de um episódio onde o estudo se tornou um local seguro para ela, enquanto criança e indígena. “Eu não entendia porque ninguém queria ser meu amigo. Eu não entendia e acho que isso foi o que mais me magoou. Eu não sabia qual era o meu problema, sabe? (…) Então eu me apeguei muito à educação, aos estudos, porque eu sentia que era um lugar reconfortante pra mim”, encerra a jovem.

Na UFSM, a estudante integra diferentes grupos de ensino, pesquisa e extensão. A participação mais antiga é na Liga Acadêmica de Assuntos Indígenas, Yandê, vinculada ao Centro de Ciências da Saúde (CCS). Desde o início do ano, integra o Núcleo de Pesquisa e Práticas em Direito Internacional (NPPDI), com o objetivo de, futuramente, talvez realizar um mestrado na Instituição, e o programa de extensão Gênero, Interseccionalidade e Direitos Humanos (GIDH).
<p style="color: #1c1c1c;font-size: 16px">Além disso, Rayane destaca que o embasamento apresentado durante todo o curso a ajudou a entender como o sistema internacional funciona e como ter esse conhecimento facilitou seu ingresso no programa: “Ter essa percepção geral de como funciona essa dinâmica internacional me deu um embasamento muito bom para compreender como se dão essas negociações e as motivações da defesa de cada ponto ou de muitos pontos apresentados por cada negociador”.</p>
<p style="color: #1c1c1c;font-size: 16px">Rayane integrou a direção do Instituto Juma até julho deste ano e, durante o tempo que esteve dirigindo o instituto, lutou pela proteção da floresta, do patrimônio, da propriedade intelectual e dos territórios dos povos indígenas e comunidades tradicionais da Amazônia brasileira. Além disso, também palestrou no Festival Internacional Literário de Gramado (Filigram) em 2022&nbsp;e representou o Brasil no Enlace Continental de Mulheres Indígenas das Américas (ECMIA) de 2021, onde participou de uma conversa com o comissariado da ONU.</p>
<p style="color: #1c1c1c;font-size: 16px"><em>Texto: Andreina Possan, estudante de Jornalismo e estagiária da Agência de Notícias
Edição: Mariana Henriques e Ricardo Bonfanti, jornalistas</em>
<em>Foto de capa:&nbsp;Pangaia CBD</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>RESISTIR PARA PERMANECER</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/revistatxt/2023/07/26/resistir-para-permanecer</link>
				<pubDate>Wed, 26 Jul 2023 12:00:12 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[28ª Edição]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
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		<category><![CDATA[permanência]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/experimental/revistatxt/?p=3831</guid>
						<description><![CDATA[Estudantes indígenas enfrentam dificuldades para concluir o ensino superior]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"align":"center","id":3832,"width":768,"height":576,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large is-resized"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/714/2023/07/Povos-Indigenas-Vitoria-Sarturi-1-1024x768.jpg" alt="Fotografia horizontal e colorida em plano fechado de duas pessoas indígenas com cocar. Ao centro e de perfil, dois estudantes indígenas, um homem e uma mulher de pele parda, com olhos pequenos e castanhos, ambos com o corpo e o olhar voltados para a esquerda da foto. Vestem camisetas pretas e usam um cocar de penas de aves nas cores amarelo, verde, azul, preto e laranja. Em primeiro plano, o homem, que tem o cabelo raspado e usa óculos de grau arredondado. Em segundo plano, a mulher indígena, que tem cabelo castanho escuro, liso e até a altura do ombro. O fundo da fotografia está desfocado e é composto por árvores e carros estacionados." class="wp-image-3832" width="768" height="576" /><figcaption class="wp-element-caption">Como forma de resistir à evasão, os estudantes indígenas da UFSM se organizam em coletivos para discutir suas lutas e interesses | Foto: Vitória Sarturi</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>No&nbsp; ano de 2010, a UFSM recebeu a primeira estudante indígena. Laura Feliciana Paulo, da etnia Terena, ingressou em Medicina por meio do vestibular. Um ano depois, em 2011, de acordo com dados da Excelência a Serviço do Ensino Superior (Semesp), as universidades federais do país contavam com 3.542 estudantes indígenas. Em 2021, o número subiu para 16.784, em modalidade presencial e à distância.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O aumento da presença indígena no ensino superior não é o suficiente para garantir a permanência e a formação dos alunos. Segundo informações do Centro Indígena de Estudos e Pesquisas (CINEP), cerca de 20% dos estudantes indígenas brasileiros não conseguem concluir o ensino superior. Ainda que ações afirmativas sejam ofertadas, na UFSM essa realidade é a mesma.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O abandono da graduação é resultado de uma série de dificuldades. A permanência envolve adaptação, moradia, comunicação, problemas de apoio pedagógico, embate cultural e preconceito. O estudante de Medicina e membro da Liga Acadêmica de Assuntos Indígenas Yandê, Daniel Fernando Campos Sales, cita que incerteza é um dos motivos que os fazem retornar para casa antes do período previsto de conclusão. “Por mais que a gente saiba que os desafios da vida acadêmica são comuns em cada área, por que eles vão deixar a aldeia onde têm tudo e vir pra cá passar necessidade?”, questiona.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Um dos obstáculos centrais para os acadêmicos é a ambientação do português como segunda língua. Por consequência, surgem desafios individuais e coletivos, como a leitura de textos acadêmicos e a comunicação em seu convívio social. De acordo com Daniel, também há um estranhamento por parte dos não indígenas. “Você vê que as pessoas não foram preparadas para que você estivesse no meio delas e acho que não precisam nos entender muito, só respeitar”, afirma.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:heading {"level":4} -->
<h4 class="wp-block-heading"><strong>O que a UFSM oferece</strong></h4>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Há 106 estudantes indígenas regularmente matriculados. Destes, 74 são da etnia Kaingang. Para acolher estes universitários, a Coordenadoria de Ações Educativas (CAED) oferece monitorias de aprendizagem e atividades de integração, como rodas de conversa com palestrantes especializados em assuntos indígenas. Acompanhamentos psicológicos são ofertados de acordo com a solicitação dos estudantes, via contato presencial ou online.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A Instituição também conta com a Casa do Estudante Indígena, pautada em 2014 e inaugurada em 2018. Atualmente, a Casa não possui um processo seletivo de moradia e o ingresso está sob organização dos alunos que já residem no local.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Em maio de 2023, o Ministério da Educação (MEC) anunciou a liberação de novas bolsas para o Programa Bolsa Permanência, destinado a estudantes indígenas e quilombolas cadastrados no ano anterior e que ainda não haviam sido contemplados. A demanda de inscrições pendentes da UFSM era de oito estudantes no semestre anterior e, este ano, foram repassadas 15 bolsas. Devido à falta de distribuição por fluxo contínuo, as bolsas excedentes retornaram para o Governo Federal. A pró-reitora de Assistência Estudantil, Gisele Guimarães, afirma que o movimento atual está concentrado na busca por um quantitativo maior de bolsas, além de&nbsp; conquistar uma autonomia das instituições no cadastro e na distribuição do auxílio.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Como forma de resistir à evasão, os estudantes indígenas da UFSM se organizam em coletivos para discutir suas lutas e interesses. Daniel comenta que, para conquistar um espaço acadêmico preparado para atender as demandas de todos, é preciso focar em dois eixos principais: a escuta institucional e a resistência universitária.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:separator {"className":"is-style-dots"} -->
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots" />
<!-- /wp:separator -->

<!-- wp:paragraph {"align":"right"} -->
<p class="has-text-align-right"><strong>Reportagem: </strong><em>Vitória Sarturi</em><br><strong>Contato:</strong> <em><a href="mailto:%76i%74%6fr%69%61s%61r%74%75%72i@%67%6d%61il.%63o%6d">vitoriasarturi@gmail.com</a></em></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Roda de Conversa debate educação escolar Indígena e direitos humanos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/04/18/roda-de-conversa-debate-educacao-escolar-indigena-e-direitos-humanos</link>
				<pubDate>Tue, 18 Apr 2023 14:12:13 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[indígena]]></category>
		<category><![CDATA[Prograd]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=61864</guid>
						<description><![CDATA[Evento é aberto a todos os interessados no assunto]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Nesta terça-feira (18), às 18 horas, acontece a roda de conversa “Educação Escolar Indígena no Brasil - Na perspectiva dos Direitos Humanos”. O palestrante será Juvino Sales, liderança indígena, professor da rede estadual e acadêmico do curso de licenciatura em Educação Indígena UAB/UFSM.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O evento terá transmissão on-line pelo </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=enedwMFU7cE"><span style="font-weight: 400">Canal do YouTube Capacitação Digital UFSM</span></a> e os participantes poderão assinar lista de presença para obtenção de certificado<span style="font-weight: 400">. A promoção é da  Disciplina de Tópicos Transversais para a Formação Docente I e da Coordenadoria de Tecnologia Educacional /PROGRAD / UFSM.</span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Revista Reconexão Periferias da Fundação Perseu Abramo entrevista professora Leonice Alves Pereira Mourad</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/2021/10/20/revista-reconexao-periferias-da-fundacao-perseu-abramo-entrevista-professora-leonice-alves-pereira-mourad</link>
				<pubDate>Wed, 20 Oct 2021 22:00:56 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[Coletivo da Terra]]></category>
		<category><![CDATA[educação do campo]]></category>
		<category><![CDATA[indígena]]></category>
		<category><![CDATA[quilombola]]></category>

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						<description><![CDATA[No dia 15 de outubro, a Revista Reconexão Periferias da Fundação Perseu Abramo publicou uma matéria sobre o Coletivo da Terra com sede em Tangará da Serra (Mato Grosso), que é uma organização criada a partir da articulação de professores de várias Universidades do Brasil, professores de educação básica e movimentos sociais relacionados à questão [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>No dia 15 de outubro, a Revista Reconexão Periferias da Fundação Perseu Abramo publicou uma matéria sobre o Coletivo da Terra com sede em Tangará da Serra (Mato Grosso), que é uma organização criada a partir da articulação de professores de várias Universidades do Brasil, professores de educação básica e movimentos sociais relacionados à questão indígena, quilombola e camponesa. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Uma das entrevistadas, representando as Universidades que compõe a rede, foi a professora Leonice Alves Pereira Mourad, docente do Curso de Licenciatura em Educação do Campo da UFSM, egressa do mesmo curso.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O <strong><a href="https://fpabramo.org.br/publicacoes/estante/revista-reconexao-periferias-outubro-2021/">referido número da revista</a></strong> apresenta experiências positivas de educação no Brasil enfatizando o seu papel na superação da pobreza e desigualdade social. <strong><a href="https://fpabramo.org.br/2021/10/15/revista-trata-de-educacao-e-poder-politico-para-as-periferias/">Para leitura do material clique aqui.</a></strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A entrevista na íntegra está disponível no canal do YouTube da Fundação Perseu Abramo, <strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=Kfiozix6ksU">para assistir clique aqui</a></strong>.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2021/10/professora-leonice-e1634767426795-1024x642.jpg" alt="" class="wp-image-5891" width="482" height="302" /></figure>
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