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						<item>
				<title>Grupo Interdisciplinar de Pesquisa em Erosão e Hidrologia de Superfície realiza segundo encontro presencial sobre Educação Ambiental</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/2025/08/11/grupo-interdisciplinar-de-pesquisa-em-erosao-e-hidrologia-de-superficie-realiza-segundo-encontro-presencial-sobre-educacao-ambiental</link>
				<pubDate>Mon, 11 Aug 2025 15:27:59 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[educação ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[gipehs]]></category>
		<category><![CDATA[INPE]]></category>

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						<description><![CDATA[O Grupo Interdisciplinar de Pesquisa em Erosão e Hidrologia de Superfície da UFSM &#8211; GIPEHS &#8211; promoveu, neste sábado (09), o segundo encontro presencial do projeto de extensão voltado à Educação Ambiental, em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e a Escola Alfredo Lenhardt, da Secretaria Municipal de Educação de Itaara (SMED). [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="193" data-end="571"><img class="wp-image-11845 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2025/08/11-08-2025-danilo-300x225.jpg" alt="" width="470" height="353" />O <strong><a href="https://www.instagram.com/gipehs.ufsm/">Grupo Interdisciplinar de Pesquisa em Erosão e Hidrologia de Superfície da UFSM - GIPEHS</a></strong> - promoveu, neste sábado (09), o segundo encontro presencial do projeto de extensão voltado à Educação Ambiental, em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e a Escola Alfredo Lenhardt, da Secretaria Municipal de Educação de Itaara (SMED).</p>
<p data-start="573" data-end="936">A atividade teve como tema a qualidade da água e foi dividida em duas etapas. A primeira parte foi conduzida pelo professor Danilo Rheinheimer dos Santos (UFSM), com abordagem teórica sobre o assunto. Na sequência, Paulo Bairros (UFSM) ministrou a segunda parte, com enfoque prático, trazendo exemplos e orientações de forma acessível aos participantes.</p>
<p data-start="938" data-end="1124">A iniciativa integra ações de ensino, pesquisa e extensão, reforçando o compromisso da UFSM com a difusão de conhecimento científico e a formação cidadã por meio da educação ambiental.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Aluna de Geografia da UFSM é premiada por estudo sobre uso de imagens de satélite na educação básica</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/04/24/aluna-de-geografia-da-ufsm-e-premiada-por-estudo-sobre-uso-de-imagens-de-satelite-na-educacao-basica</link>
				<pubDate>Thu, 24 Apr 2025 10:36:44 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[geografia]]></category>
		<category><![CDATA[INPE]]></category>
		<category><![CDATA[LabGeotec]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=68877</guid>
						<description><![CDATA[Missaela dos Santos Soares obteve destaque no 21º Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_68878" align="alignright" width="374"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-23-at-16.56.30-e1745488712815.jpeg"><img class="wp-image-68878" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-23-at-16.56.30-e1745488712815.jpeg" alt="foto vertical colorida de 3 pessoas segurando um banner em frente a um painel com o nome do evento sobre foto de salvador" width="374" height="547" /></a> Gisieli Kramer, Waterloo Pereira Filho e Missaela dos Santos Soares no evento[/caption]
<p dir="ltr">A estudante Missaela dos Santos Soares, do curso de Geografia Bacharelado da UFSM, recebeu o prêmio de melhor pôster na categoria Comunicação Visual durante o 21º Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto (SBSR), realizado de 13 a 16 de abril em Salvador (BA).</p>
<p dir="ltr">O estudo premiado avaliou qual ano escolar apresenta melhor desempenho na aprendizagem de conceitos espaciais com o uso de imagens de satélite. Aplicado em turmas do 5º ao 9º ano do ensino fundamental da Escola Municipal Vicente Farencena, de Santa Maria, o trabalho concluiu que os alunos do 9º ano obtiveram os melhores resultados. A pesquisa utilizou estereoscopia de imagens como recurso didático complementar.</p>
<p dir="ltr">O projeto foi desenvolvido no Laboratório de Geotecnologias (Labgeotec), em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), com orientação dos pesquisadores Gisieli Kramer, Waterloo Pereira Filho, Igor Narvaes e Eliane Munhoz Munhoz. Missaela, bolsista do Inpe, conduziu a execução e apresentação do trabalho.</p>
<p dir="ltr">O estudo representa uma etapa de um projeto mais amplo, parte da pesquisa de Caroline Zimmermann Rodrigues, que cedeu parte de seu portfólio sensorial como base para a aplicação.</p>
<p dir="ltr">Na avaliação do professor Waterloo, a premiação reforça o compromisso da UFSM com a formação científica de seus estudantes e a inovação no ensino de geografia.</p>
<p dir="ltr">O Labgeotec esteve presente no evento em Salvador por meio de nove painéis e duas apresentações orais, com a presença de oito pesquisadores.</p>
<p dir="ltr"><em>Foto: Divulgação</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Prédio do Inpe ficará sem energia na manhã de quinta (3)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/04/02/predio-do-inpe-ficara-sem-energia-na-manha-de-quinta-2</link>
				<pubDate>Wed, 02 Apr 2025 13:20:42 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Funcionalismo]]></category>
		<category><![CDATA[desligamento de energia]]></category>
		<category><![CDATA[INPE]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias para Servidores]]></category>
		<category><![CDATA[proinfra]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=68713</guid>
						<description><![CDATA[A Coordenadoria de Manutenção da Pró-Reitoria de Infraestrutura (Proinfra) informa que haverá desligamento parcial da rede de energia na quinta-feira (3), a partir das 8h, com retorno previsto para as 12h, atingindo o prédio do Inpe, para avaliação do sistema elétrico (identificação de circuitos).   A energia poderá voltar antes do horário final informado, e [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<div>A Coordenadoria de Manutenção da Pró-Reitoria de Infraestrutura (Proinfra) informa que haverá desligamento parcial da rede de energia na quinta-feira (3), a partir das 8h, com retorno previsto para as 12h, atingindo o prédio do Inpe, para <span style="color: initial">avaliação do sistema elétrico (identificação de circuitos).</span></div>
<div>
<div> </div>
<div>A energia poderá voltar antes do horário final informado, e para segurança da comunidade acadêmica, a rede deve ser considerada energizada mesmo durante o horário programado para manutenção. Por questões climáticas, acidentes ou eventos emergenciais, a programação poderá ser cancelada sem aviso prévio.</div>
</div>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Equipe SpaceLab UFSM é tricampeã na competição de nanossatélites CubeDesign 2024</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2024/10/18/equipe-spacelab-ufsm-e-tricampea-na-competicao-de-nanossatelites-cubedesign-2024</link>
				<pubDate>Fri, 18 Oct 2024 14:37:38 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CubeDesign]]></category>
		<category><![CDATA[DEM]]></category>
		<category><![CDATA[Departamento de Engenharia Mecânica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Aeroespacial]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Mecânica]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[GPESC]]></category>
		<category><![CDATA[INPE]]></category>
		<category><![CDATA[nanossatélite]]></category>
		<category><![CDATA[satélite]]></category>
		<category><![CDATA[Spacelab]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=5765</guid>
						<description><![CDATA[Nanossatélite da UFSM transmite dados em tempo real para a estação terrena, incluindo imagens]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>A equipe SpaceLab UFSM conquistou o primeiro lugar na competição de nanossatélites <a href="https://www.gov.br/inpe/pt-br/eventos/cubedesign/2024" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong><em>CubeDesign 2024</em></strong></a>, organizada pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). A equipe venceu na categoria CanSat, desenvolvendo um nanossatélite capaz de transmitir telemetria (dados do satélite) em tempo real para uma estação terrena, incluindo imagens capturadas durante o voo em um balão de sondagem. O CanSat foi composto pelos subsistemas de energia, estrutura, comunicação, computação de bordo, recuperação e carga útil. Além disso, também foi desenvolvida uma estação terrena para recebimento dos dados do satélite. O evento ocorreu nos dias 29 e 30 de agosto de 2024, em São José dos Campos, SP.&nbsp;</p>
[caption id="attachment_5766" align="alignnone" width="1024"]<img style="color: #000000;font-size: 16px" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2024/10/alunos-integrando-o-nanossatelite-1024x461.jpeg" alt="" width="1024" height="461"> &nbsp;Estudantes integrando o nanossatélite[/caption]
<p>O CubeDesign é uma competição latino-americana promovida pelo INPE, por meio da Divisão de Pequenos Satélites (DIPST) e em parceria com a pós-graduação da instituição. A competição visa fomentar o desenvolvimento de sistemas espaciais miniaturizados, desafiando as equipes a conceberem, projetarem, fabricarem e operarem seus nanossatélites, atendendo a um conjunto de requisitos e restrições estabelecidas pela organização.</p>
<p>Esta foi a terceira vez que a equipe SpaceLab UFSM alcançou o primeiro lugar na competição, tendo vencido anteriormente em 2019 e 2022. Neste ano, a equipe se destacou pela rápida capacidade de resolução de problemas e pelo diferencial técnico de seu nanossatélite, que foi capaz de transmitir imagens em tempo real durante o voo, além de outros dados de telemetria. Além disso, o relatório técnico submetido como parte dos requisitos da competição recebeu elogios dos avaliadores pela metodologia de desenvolvimento e no gerenciamento do projeto. Esse feito reforça a excelência e organização da equipe, que tem utilizado a competição como uma plataforma para aplicar conceitos práticos de engenharia aeroespacial, além de colocar os alunos em contato direto com outros estudantes e profissionais do setor espacial, propiciando conexões profissionais e oportunidades de colaboração em futuros projetos.</p>
[caption id="attachment_5768" align="alignnone" width="1024"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2024/10/Verificacao-de-requisitos-por-banca-avaliadora-1024x603.jpeg" alt="" width="1024" height="603"> Verificação de requisitos pela banca avaliadora[/caption]
<p>A equipe SpaceLab UFSM (<a href="https://www.instagram.com/spacelabufsm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" data-type="link" data-id="https://www.instagram.com/spacelabufsm/"><strong><em>@spacelabufsm</em></strong></a>) foi orientada pelo Prof. Eduardo Escobar Bürger, do Departamento de Engenharia Mecânica da UFSM. Os alunos Felipe Pinto Vogel, José Guilherme Aparecido Ferreira e Matheus Klement Sebben, do curso de Engenharia Aeroespacial, foram responsáveis pelo desenvolvimento do CanSat vencedor. O apoio do Núcleo de Gestão Orçamentária do CT foi essencial para garantir o uso ágil dos recursos necessários à participação da equipe. Além disso, a participação foi viabilizada pelo financiamento da Pró-Reitoria de Extensão (PRE/UFSM), por meio do Edital Nº 040/2024, que ofereceu auxílio à representação institucional em eventos.</p>
[caption id="attachment_5767" align="alignnone" width="1024"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2024/10/apresentacao-do-projeto-para-banca-avaliadora-1024x461.jpeg" alt="" width="1024" height="461"> Equipe apresentando o projeto para banca avaliadora[/caption]
<p>A equipe SpaceLab UFSM faz parte do Projeto de Ensino nº 053818 - "SpaceLab UFSM - Desenvolvimento de Nanossatélites para competição", vinculada Centro de Tecnologia da UFSM, e é um braço de ensino do <a href="https://www.ufsm.br/grupos/gpesc" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong><em>Grupo de Pesquisa em Engenharia de Sistemas e Complexidade - GPESC</em></strong></a>, sendo um projeto de destaque na formação de novos profissionais para o setor aeroespacial.</p>
<p>Há planos de expandir a equipe para competir em todas as categorias do CubeDesign no próximo ano (2025), dando continuidade ao legado de sucesso do projeto. O processo seletivo para novos membros está previsto para o final deste ano. Além disso, em parceria com um grupo de alunos da disciplina de CPIO II (Engenharia Aeroespacial) e com participação da COESU/INPE, o SpaceLab UFSM está desenvolvendo uma plataforma multimissão para sondagens estratosféricas, com lançamento previsto para 2025, a qual realizará duas missões científicas.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<hr>
<p><i>Texto por Eduardo Escobar Bürger, com edição da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM</i></p>
<p><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site?&nbsp;<a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos">Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</a>!</em></p>
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<p><!-- wp:tadv/classic-paragraph /--></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Docente do Centro de Tecnologia é eleita para a Comissão Internacional de Ozônio</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2024/07/31/docente-do-centro-de-tecnologia-e-eleita-para-a-comissao-internacional-de-ozonio</link>
				<pubDate>Wed, 31 Jul 2024 12:32:24 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Departamento de Engenharia Química]]></category>
		<category><![CDATA[INPE]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>
		<category><![CDATA[ozônio]]></category>
		<category><![CDATA[ppgmet]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=5297</guid>
						<description><![CDATA[A professora Damaris Kirsch Pinheiro representará o Brasil até 2028 em programa vinculado à ONU]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">A Comissão Internacional de Ozônio está associada ao Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e o seu principal objetivo é fomentar as pesquisas científicas ao redor do mundo sobre o estudo do ozônio. A comissão conta com aproximadamente 30 cientistas de todo o mundo e a filiação para membros da comissão é feita por meio de eleições de pares, que acontecem junto ao evento </span><a href="https://qos2024.colorado.edu/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>Simpósio Quadrienal de Ozônio (QOS)</strong></em></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Durante o QOS de 2024, que ocorreu nos dias 15 a 19 de julho em Boulder no Colorado e também de forma remota, a professora Damaris Kirsch Pinheiro, do Departamento de Engenharia Química, foi eleita pelos demais pesquisadores para compor a Comissão Internacional de Ozônio. A professora já participa dos eventos internacionais de ozônio há 10 anos e agora integrará a comissão até 2028.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A participação da docente na Comissão Internacional de Ozônio proporciona mais visibilidade às pesquisas realizadas sobre o ozônio atmosférico no Programa de Pós-Graduação em Meteorologia (PPGMet) e no Instituto</span><span style="font-weight: 400"> Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)</span><span style="font-weight: 400">. No panorama mundial a professora Damaris Kirsch representa o Brasil e em conjunto com o Raúl Cordero, representa a América Latina.</span></p>
[caption id="attachment_5298" align="alignright" width="421"]<img class="wp-image-5298 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2024/07/damaris-e-gabriela-e1722426207569-300x176.jpg" alt="" width="421" height="247" /> Pós-doutoranda Gabriela Bittencourt e Professora Damaris Kirsch[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Para Damaris Kirsch Pinheiro, que é pesquisadora e coordenadora do PPGMet, ser eleita para a comissão é um reconhecimento mundial significativo. Além da importância para a sua pesquisa, a participação na Comissão Internacional de Ozônio traz relevância para as pesquisas científicas de ozônio realizadas dentro da UFSM. A professora Damaris Kirsch e a pós-doutoranda Gabriela Bittencourt afirmam que o PPGMet é uma oportunidade de entrada para pesquisa científica e a participação na Comissão tende a impulsionar a internacionalização do programa e da universidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No Simpósio Quadrienal de Ozônio de 2024, a pós-doutoranda e egressa do PPGMet, Gabriela Bittencourt, apresentou um trabalho de pesquisa realizado junto com a docente Damaris Kirsch. Ela afirma que a eleição da professora para a comissão é um reconhecimento importante para os pesquisadores sobre ozônio do Brasil e da universidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo a docente, os próximos passos da comissão são fomentar a pesquisa sobre ozônio no mundo e indicar ao </span><em><strong><a href="https://www.gov.br/mma/pt-br/assuntos/mudanca-do-clima/ozonio/camada-de-ozonio/convencao-de-viena-e-protocolo-de-montreal" target="_blank" rel="noopener">fundo da Convenção de Viena</a></strong></em><span style="font-weight: 400"> projetos para serem financiados. </span></p>
<hr />
<p><em>Texto e foto por Emilly Vargas Wacht, acadêmica de jornalismo – Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM.</em></p>
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<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM recebe o Finep Day com oportunidades de investimentos em inovação</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/06/12/ufsm-recebe-o-finep-day-com-oportunidades-de-investimentos-em-inovacao</link>
				<pubDate>Wed, 12 Jun 2024 13:43:44 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[finep day]]></category>
		<category><![CDATA[inovatec]]></category>
		<category><![CDATA[INPE]]></category>
		<category><![CDATA[proinova]]></category>

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						<description><![CDATA[Realizado em todo o Brasil, evento tem como objetivo estreitar as relações entre pesquisa e desenvolvimento]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/06/Card-Finep.jpg"><img class="alignright  wp-image-66038" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/06/Card-Finep.jpg" alt="" width="410" height="410" /></a>No dia 25 de junho, das 8h40 às 12h, no auditório do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), no Campus Sede da UFSM, acontecerá o Finep Day Edição Santa Maria. O evento é promovido pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), agência pública vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação que apoia a inovação e o empreendedorismo em empresas e universidades, com o intuito de fomentar a cultura da inovação e o empreendedorismo no país.</p>
<p>O Finep Day tem como objetivo apresentar programas, editais, linhas de fomento e linhas de crédito para instituições científicas e tecnológicas (ICTs), empresas e outras organizações. O encontro reunirá pesquisadores, representantes de empresas e startups, ICTs, entidades governamentais e demais interessados em investimentos para pesquisa e desenvolvimento tecnológico. Será uma oportunidade para obter informações sobre os recursos disponíveis para a submissão de projetos por empresas/organizações e ICTs. </p>
<p>Além disso, a Finep estará apoiando propostas que busquem solucionar os problemas causados pela catástrofe no Rio Grande do Sul, ocorrida entre abril e maio deste ano. Recentemente, a financiadora aprovou uma linha de crédito de R$1,6 bilhão para apoiar empresas inovadoras do RS afetadas pelas inundações. </p>
<p>Inscrição para o evento <a href="https://forms.gle/CTYJcDpBByPBnBF78" target="_blank" rel="noopener">neste link.</a></p>
<p>Confira a programação:</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td>
<p>8h20</p>
</td>
<td>
<p>Recepção </p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>8h40</p>
</td>
<td>
<p>Abertura institucional</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>9h</p>
</td>
<td>
<p>Apresentação editais de subvenção:</p>
<p>Apresentação editais "Mais Inovação Brasil"</p>
<p><i>Analista da Finep Marco Bruno Manzolillo</i></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>9h30</p>
</td>
<td>
<p>Case: InovaTec UFSM e Parque Tecnológico da UFN – (Aprovação em edital para Parques Tecnológicos em fase de implantação) </p>
<p><i>Maria Daniele Dutra, diretora do InovaTec, e Lissandro Dornelles, diretor do Parque Tecnológico da UFN </i></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>9h45</p>
</td>
<td>
<p>Case Empresa Powermig (Aprovação em três editais de apoio à comercialização de Propriedade Intelectual ) </p>
<p><i>Mairon Marques, c</i><i>oordenador de P&amp;D </i></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>10h</p>
</td>
<td>
<p>Case Zeit – Startup da Pulsar Incubadora Tecnológica </p>
<p><i>CEO Renan Buque Pardinho</i></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>10h15</p>
</td>
<td>
<p><i>Coffee</i></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>10h30</p>
</td>
<td>
<p>Apresentação Linhas de crédito direto e indireto da Finep com a participação de instituições financeiras</p>
<p><i>Analista da Finep Marco Bruno Manzolillo e representantes de instituições financeiras</i></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>11h</p>
</td>
<td>
<p>Case Get Commerce </p>
<p><i>CEO José Augusto Arnuti Aita</i></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>11h15</p>
</td>
<td>
<p>Apresentação das Iniciativas da Finep para apoiar o Rio Grande do Sul </p>
<p><i>Analista da Finep Marco Bruno Manzolillo</i></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>11h30</p>
</td>
<td>
<p>Dúvidas e considerações finais </p>
<p><i>UFSM e analista da Finep Marco Bruno Manzolillo </i></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>12h</p>
</td>
<td>
<p>Encerramento </p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM sedia iniciativa internacional inédita para monitoramento da camada de ozônio e radiação solar</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/03/05/ufsm-sedia-iniciativa-internacional-inedita-para-monitoramento-da-camada-de-ozonio-e-radiacao-solar</link>
				<pubDate>Tue, 05 Mar 2024 11:38:56 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[camada de ozônio]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[INPE]]></category>
		<category><![CDATA[Meteorologia]]></category>
		<category><![CDATA[radiação solar]]></category>
		<category><![CDATA[radiação ultravioleta]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=65291</guid>
						<description><![CDATA[Esta é a primeira vez que ocorre, na América Latina, um evento de capacitação para calibração de instrumentos que medem ozônio e radiação ultravioleta]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_65294" align="alignright" width="657"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/03/Foto-1.jpeg"><img class="wp-image-65294" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/03/Foto-1.jpeg" alt="foto colorida horizontal mostra pessoas no alto de um prédio, reunidas em dois grupos, com equipamentos brancos espalhados. O dia está nublado" width="657" height="493" /></a> Os equipamentos trazidos para o encontro são de diferentes locais do Brasil e da América do Sul[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) da UFSM é a sede da <a href="https://rbcce.aemet.es/2024/01/25/iberoamericana_comparison/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://rbcce.aemet.es/2024/01/25/iberoamericana_comparison/&amp;source=gmail&amp;ust=1708433073571000&amp;usg=AOvVaw3qaBt9HdQmmWfyqURe-Orj">1ª Campanha Ibero-Americana de Calibração e Intercomparação de Instrumentos para Medição de Ozônio Total e Radiação Solar Ultravioleta</a>, realizada em colaboração com a Agência Estatal de Meteorologia (Aemet) da Espanha e a Organização Meteorológica Mundial (OMM). O encontro teve início no dia 19 de fevereiro e segue até sexta-feira (8), com a participação de aproximadamente 35 pessoas, incluindo alunos do curso de Meteorologia da UFSM, professores, pesquisadores nacionais e internacionais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Coordenado pela professora da UFSM e representante brasileira junto à Unep (órgão da ONU voltado à proteção do meio ambiente e à promoção do desenvolvimento sustentável) nas reuniões dos gerentes de pesquisa de ozônio (ORM - <em>Ozone Research Managers</em>) Damaris Kirsch Pinheiro, o evento reúne em Santa Maria pesquisadores da Argentina, Chile, Equador, Bolívia, Espanha, Portugal, Itália, Suíça e Alemanha, além de representantes de unidades do Inpe de São José dos Campos e Natal e da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O espectrofotômetro Brewer, utilizado para aferição dos níveis de radiação ultravioleta e de ozônio na atmosfera, foi desenvolvido entre as décadas de 1970 e 1980, e necessita de calibrações frequentes. É justamente a forma correta de realizar esses ajustes que está sendo ensinada durante o evento, com divisão em três etapas: reparo e manutenção, formação prática e teórica sobre como realizar a calibração e, por fim, a calibração dos equipamentos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No momento, a sede do Inpe na UFSM conta com 10 equipamentos (nove espectrômetros e um calibrador), trazidos pelos grupos do Chile, Argentina, Bolívia e Equador. Todos eles estão conectados à rede europeia de Brewers, a <a href="https://eubrewnet.aemet.es/eubrewnet" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://eubrewnet.aemet.es/eubrewnet&amp;source=gmail&amp;ust=1708433073571000&amp;usg=AOvVaw1AqBzqauX_7LmSfBF_Bw8A">Eubrewnet</a>. Um dos destaques desta campanha é justamente a integração dos resultados à rede, uma iniciativa desenvolvida pela Aemet que permite o monitoramento em tempo real da camada de ozônio e dos níveis de radiação ultravioleta em todo o mundo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A professora Damaris destaca que anteriormente os instrumentos eram calibrados de forma individual, o que gera um custo cerca de três vezes maior do que a calibração em conjunto. Outra vantagem são as três semanas para o ajuste de equipamentos, que normalmente é realizado em poucos dias. Isso deve melhorar também a precisão dos dados coletados, já que todos os equipamentos precisam estar ajustados de forma idêntica ao calibrador.</span></p>
<h3>O que o espectrofotômetro Brewer mostra</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Os dados obtidos pelos espectrofotômetros são de grande importância para o cotidiano e saúde pública da população, em especial a de países abaixo da Linha do Equador, que está sujeita a níveis mais altos de radiação ultravioleta. “A Organização Meteorológica Mundial recomenda que não se saia de casa em caso de radiação extrema, e a nossa região possui nível alto ou extremo seis meses ao ano”, destaca a pesquisadora. Como a alternativa de não sair de casa não é viável, é preciso investir na prevenção.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Com o nível de radiação, é possível saber a proteção necessária, um protetor solar, roupa de manga, cobertura total e também o tempo de exposição ao sol, que pode ser 10 minutos, nulo ou até por horas, como em alguns dias do inverno”, completa. </span></p>
[caption id="attachment_65295" align="alignleft" width="431"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/03/Ozonio.png"><img class="wp-image-65295" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/03/Ozonio.png" alt="desenho circular de um polo global, em tons de verde e azul" width="431" height="431" /></a> Representação da abertura do buraco de ozônio no polo sul entre agosto e novembro (Reprodução/Nasa)[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Francisco Raimundo da Silva, que conduz experimentos com ozônio desde 1979 e atua como pesquisador do Inpe de Natal, detalha que o tom da pele é outro elemento a ser considerado ao se falar sobre exposição à radiação solar. Independente da tonalidade, os raios ultravioletas causam danos, mas em peles mais claras, o tempo de exposição segura é menor, enquanto em peles mais escuras o período é maior. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Outro dado que pode ser obtido pelo Brewer é a concentração de ozônio na atmosfera, que impacta diretamente na intensidade da radiação, já que atua como escudo contra os raios solares. Na década de 1980, foi constatado que a camada diminuía gradualmente por conta da alta emissão de clorofluorcarbonetos (CFCs), gases utilizados como líquidos de refrigeração.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Por meio do protocolo de Montreal, que entrou em vigor a partir de 1989, foi estabelecida uma redução gradual da emissão de CFCs até sua eliminação total, prevista para 2040. O tratado internacional conseguiu reverter a degradação da camada de ozônio, que já está recuperada em alguns lugares, como no Equador. No entanto, é preciso continuar o monitoramento para saber se ela retornará aos níveis anteriores aos da década de 80 no Brasil e no mundo. “Esse é um problema que foi compreendido, mas não foi resolvido e nem se resolverá tão cedo, já que os gases que emitimos décadas atrás ainda estão na atmosfera e alguns ficam mais de 100 anos. É extremamente importante mantermos as medidas de ozônio”, salienta Damaris.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No polo antártico, há um buraco na camada de ozônio que abre de forma cíclica em agosto e dura de dois a três meses. Essa abertura traz dois efeitos, chamados de primário e secundário. O efeito primário é o aumento da radiação ultravioleta sobre os locais que estão abaixo do buraco, como ao sul do Chile. Já o efeito secundário é causado por massas de ar que carregam o ar com pouco ozônio das áreas de efeito primário para outras regiões, como o Brasil. Com isso, a concentração de ozônio é reduzida e a radiação solar pode chegar a níveis extremos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O monitoramento realizado pelo Brewer mostra a chegada dessas massas de ar com pouco ozônio e permite previsões sobre a sua chegada, sendo possível avisar a população sobre os períodos com alta radiação solar.</span></p>
[caption id="attachment_65296" align="alignright" width="821"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/03/Foto-3-1.jpeg"><img class="wp-image-65296" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/03/Foto-3-1.jpeg" alt="foto colorida horizontal de um homem falando ao microfone, de lado, olhando para um telão projetado na parede de fundo, em que aparece um texto em espanhol e uma imagem da terra vista do espaço" width="821" height="462" /></a> Graças ao acordo firmado entre o Inpe e a Aemet, os instrumentos passarão a ser calibrados no período indicado pela estatal espanhola[/caption]
<h3>Parceria internacional para a manutenção dos equipamentos</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Apesar da importância dos equipamentos, a questão financeira impedia que fossem regulados com a frequência correta. “Os instrumentos devem ser calibrados a cada dois ou três anos e aqui no Brasil estávamos há mais 10 anos sem nenhuma calibração”, afirma Damaris.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para a realização do projeto, requerido pelo Ministério da Agricultura e da Pesca (Mapa), foi preciso captar recursos internacionais da Organização Meteorológica Mundial, do Fundo da Convenção de Viena e do Fundo Canadense de Brewers. Os espectrofotômetros brasileiros que não são do Inpe de Santa Maria irão retornar para a sede do Instituto em São José dos Campos, para as unidades de Natal e Cachoeira Paulista e para a Estação Comandante Ferraz, a base brasileira na Antártica. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O Brewer é capaz de se manter em funcionamento sem a calibração. No entanto, esse processo é importante para recuperar dados anteriores do equipamento e garantir seu funcionamento correto. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A professora conta que a UFSM e o Inpe fecharam um acordo com a Agência Estatal de Meteorologia (Aemet), pelo qual a estatal espanhola vai realizar a calibração dos equipamentos no período recomendado de dois a três anos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Francisco destaca a importância da iniciativa inédita. “É muito importante termos isso na América do Sul e conseguimos pela luta da Damaris como coordenadora. Adoro o pessoal daqui e sou suspeito para elogiar a estrutura, gostaria que mais atividades do Inpe fossem realizadas aqui”, relata o cientista, que trabalha com o espectrofotômetro Brewer desde 1992.</span></p>
<p><em><span style="font-weight: 400">Texto: Bernardo Silva, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias<br /></span>Fotos: Damaris Kirsch Pinheiro</em><br /><em><span style="font-weight: 400">Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</span></em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM sedia iniciativa internacional para monitoramento da camada de ozônio e radiação solar</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/02/19/ufsm-sedia-iniciativa-internacional-para-monitoramento-da-qualidade-do-ar-e-radiacao-solar</link>
				<pubDate>Mon, 19 Feb 2024 13:33:45 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>
		<category><![CDATA[INPE]]></category>
		<category><![CDATA[Meteorologia]]></category>
		<category><![CDATA[ozônio]]></category>
		<category><![CDATA[radiação solar]]></category>

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						<description><![CDATA[Campanha ibero-americana tem colaboração da Agência Estatal de Meteorologia da Espanha e da Organização Meteorológica Mundial]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<div>Começam nesta segunda-feira (19) e seguem até o dia 8 de março as atividades de um evento de grande importância internacional sediado pela UFSM nas dependências do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Trata-se da <a href="https://rbcce.aemet.es/2024/01/25/iberoamericana_comparison/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://rbcce.aemet.es/2024/01/25/iberoamericana_comparison/&amp;source=gmail&amp;ust=1708433073571000&amp;usg=AOvVaw3qaBt9HdQmmWfyqURe-Orj">1ª Campanha Ibero-Americana de Calibração e Intercomparação de Instrumentos para Medição de Ozônio Total e Radiação Solar Ultravioleta</a>, em colaboração com a Agência Estatal de Meteorologia (Aemet) da Espanha e a Organização Meteorológica Mundial (OMM).</div>
<div><br />Durante as próximas semanas, a UFSM receberá mais de 20 especialistas e operadores de instrumentos de diversos países ibero-americanos, como Argentina, Bolívia, Chile e Equador. O foco desses profissionais será atualizar e calibrar os instrumentos utilizados na medição do ozônio e da radiação solar ultravioleta, atividades cruciais para monitorar a saúde da camada de ozônio e os níveis de radiação ultravioleta que atingem a superfície terrestre.</div>
<div> </div>
<div>A campanha será dividida em três fases: uma primeira semana dedicada à atualização da instrumentação, uma segunda semana em que será ministrado um curso de formação de operadores pela Aemet e pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), e uma última semana em que será realizada a calibração propriamente dita. Os instrumentos calibrados serão integrados na rede Eubrewnet.</div>
<div> </div>
<div>Um dos destaques desta campanha é a integração dos resultados à rede <a href="https://eubrewnet.aemet.es/eubrewnet" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://eubrewnet.aemet.es/eubrewnet&amp;source=gmail&amp;ust=1708433073571000&amp;usg=AOvVaw1AqBzqauX_7LmSfBF_Bw8A">Eubrewnet</a>, uma iniciativa desenvolvida pela Aemet que permite o monitoramento em tempo real da camada de ozônio e dos níveis de radiação ultravioleta em todo o mundo. Com isso, a UFSM consolida sua posição de referência na pesquisa atmosférica e fortalece os laços de cooperação entre os países ibero-americanos em questões ambientais e científicas de relevância global.</div>
<div> </div>
<div><em>Com informações da Subdivisão de Comunicação do Centro de Tecnologia</em></div>
<div> </div>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>INPE terá desligamento de energia no dia 2 de dezembro</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/11/24/inpe-tera-desligamento-de-energia-no-dia-2-de-dezembro</link>
				<pubDate>Fri, 24 Nov 2023 13:29:12 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Funcionalismo]]></category>
		<category><![CDATA[desligamento de energia]]></category>
		<category><![CDATA[INPE]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias para Servidores]]></category>
		<category><![CDATA[proinfra]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=64629</guid>
						<description><![CDATA[Haverá desligamento de energia no dia 2 de dezembro, sábado, das 7h30 às 20h, no INPE, para alteração no sistema gerador/concessionária. Durante o desligamento poderão ocorrer oscilações na rede elétrica de todo o Campus Sede e desligamentos emergenciais sem prévio aviso. A energia poderá voltar antes do horário final informado, e para segurança da comunidade [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Haverá desligamento de energia no dia 2 de dezembro, sábado, das 7h30 às 20h, no INPE, para alteração no sistema gerador/concessionária.</p>
<p>Durante o desligamento poderão ocorrer oscilações na rede elétrica de todo o Campus Sede e desligamentos emergenciais sem prévio aviso.</p>
<p>A energia poderá voltar antes do horário final informado, e para segurança da comunidade acadêmica, a rede deve ser considerada energizada mesmo durante o horário programado para manutenção.</p>
<p>Por questões climáticas, acidentes ou eventos emergenciais, a programação poderá ser cancelada sem aviso prévio.</p>
<div> </div>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Representantes da UFSM visitam Agência Espacial Brasileira para discutir projetos de inovações para a Universidade</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/09/13/representantes-da-ufsm-visitam-agencia-espacial-brasileira-para-discutir-projetos-de-inovacoes-para-a-universidade</link>
				<pubDate>Wed, 13 Sep 2023 11:43:06 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia da Computação]]></category>
		<category><![CDATA[INPE]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=63684</guid>
						<description><![CDATA[Um dos objetivos da viagem foi entregar o resultado do Projeto MAPTEC]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><!-- wp:tadv/classic-paragraph --></p>
[caption id="attachment_63685" align="alignleft" width="610"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/09/foto-cvt-1.jpeg" alt="" width="610" height="413"> Em Brasília, representantes da UFSM dialogaram sobre tecnologia e inovação[/caption]
<p align="justify">Entre os dias 27 e 30 de agosto, representantes do curso de Engenharia da Computação, do Centro de Tecnologia da UFSM, estiveram em Brasília, Distrito Federal, para entregar à Agência Espacial Brasileira (AEB) o resultado do <u><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/2021/02/19/ufsm-e-agencia-espacial-brasileira-firmam-parceria-para-desenvolvimento-de-projeto-de-mapeamento">Projeto MAPTEC</a><b>,</b></u>&nbsp;um&nbsp;sistema de informação para o mapeamento de tecnologias espaciais nacionais<strong>. </strong>Além disso, foi iniciada a negociação para a criação de um Centro Vocacional Tecnológico Espacial (CVT-E) em Santa Maria, no Campus Sede.</p>
<p align="justify">Marcelo Zanetti, professor e coordenador do curso e do projeto, e João Pedro Buzatti, estudante e orientando do projeto, foram os responsáveis por conversar com o presidente da AEB, Marco Antonio Chamon. De acordo com o docente, a ideia é que a iniciativa proposta para abranger Santa Maria integre o Planetário, o Observatório Astronômico, o Hangar Aeroespacial e outras atividades aeroespaciais e de astrofísica, junto como o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Ele explica, ainda, que o apoio da Agência Espacial Brasileira será investido em instrumentação de laboratório, ferramentas e demais equipamentos necessários para os programas e as atividades em processo de planejamento. O Hangar, por exemplo, vai receber aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB) – entidade que teve seu Centro de Operações Espaciais (COPE) no Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE) visitado pelos representantes da UFSM, onde discutiram parcerias com o Capitão Tenente Pedro Galvão para colaborar na área de rastreio de detritos espaciais que afetam a vida útil dos satélites de defesa operados&nbsp;pela&nbsp;FAB.</p>
<p align="justify">Outra questão que Zanetti destaca é que a iniciativa irá atender a rede de ensino de Santa Maria e da Região Central do Rio Grande do Sul. A proposta é que o CVT-E comece a operar em 2024. João Pedro, estudante membro da equipe que está negociando com a AEB, evidenciou o quão importante foi a visita a Brasília para entregar o Projeto MAPTEC e conversar com as autoridades.&nbsp;“Do ponto de vista pessoal, foi uma baita experiência por ter tido a oportunidade de conhecer a cidade mais importante do país, os ministérios, a Agência Espacial Brasileira, a casa do presidente da república, etc. Do ponto de vista acadêmico, poder estar representando a UFSM é algo que, com certeza, vou colocar no meu currículo: apresentar um projeto diretamente na AEB”, finalizou o aluno.</p>
<p align="justify">
</p><p align="justify"><em>Texto: Pedro Pereira, estudante de jornalismo e estagiário da Agência de Notícias<br>Fotos: Arquivo pessoal dos representantes da UFSM<br>Edição Mariana Henriques</em></p>
<p><!-- /wp:tadv/classic-paragraph --></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Inauguração do Laboratório de Arcos Elétricos da UFSM ocorre nesta segunda (23)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/05/23/inauguracao-do-laboratorio-de-arcos-eletricos-da-ufsm-ocorre-nesta-segunda-23</link>
				<pubDate>Mon, 23 May 2022 11:17:25 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[ANEEL]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[CPFL]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[INPE]]></category>
		<category><![CDATA[laboratório de arcos elétricos]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=58623</guid>
						<description><![CDATA[Laboratório é uma parceria entre CPFL Energia e UFSM]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/05/0c5c78c7-ae75-481a-8410-57eed55a5662.jpg"><img class="alignright  wp-image-58624" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/05/0c5c78c7-ae75-481a-8410-57eed55a5662.jpg" alt="" width="389" height="445" /></a>O Laboratório de Arcos Elétricos da UFSM será inaugurado nesta segunda-feira (23), às 14h, no auditório do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), no Campus Sede da Universidade.</p>
<p>O laboratório é uma parceria entre CPFL Energia e UFSM, através do Programa de P&amp;D da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que contribuirá para aprofundar o conhecimento nacional sobre arcos elétricos, seus efeitos e comportamento, tema de grande relevância para o setor elétrico para garantir a segurança dos trabalhadores.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Após adiamento, satélite brasileiro NanoSatC-Br2 é colocado em órbita</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/03/22/apos-adiamento-satelite-brasileiro-nanosatc-br2-e-colocado-em-orbita</link>
				<pubDate>Mon, 22 Mar 2021 13:17:16 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>
		<category><![CDATA[INPE]]></category>
		<category><![CDATA[nanosatc-BR2]]></category>
		<category><![CDATA[nanossatélite]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=55375</guid>
						<description><![CDATA[Após um adiamento por questões técnicas de segurança, o nanossatélite brasileiro NanoSatC-Br2, desenvolvido pela UFSM e Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), foi lançado com sucesso na madrugada desta segunda-feira (22), a bordo do foguete russo Soyuz-2. O equipamento, de 1,72 quilograma, foi colocado em sua órbita nominal após a decolagem a partir do Cosmódromo [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_55376" align="alignright" width="496"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/03/WhatsApp-Image-2021-03-22-at-09.48.05.jpeg"><img class="wp-image-55376 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/03/WhatsApp-Image-2021-03-22-at-09.48.05.jpeg" alt="" width="496" height="358" /></a> Momento do lançamento do nanossatélite, a bordo do foguete russo Soyuz-2[/caption]
<p>Após um adiamento por questões técnicas de segurança, o nanossatélite brasileiro NanoSatC-Br2, desenvolvido pela UFSM e Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), foi lançado com sucesso na madrugada desta segunda-feira (22), a bordo do foguete russo Soyuz-2. O equipamento, de 1,72 quilograma, foi colocado em sua órbita nominal após a decolagem a partir do Cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão.</p>
<p>O equipamento brasileiro agora se encontra em órbita baixa terrestre (LEO) para, entre outros objetivos, estudar e monitorar em tempo real os distúrbios observados na magnetosfera terrestre, a intensidade do campo geomagnético e a precipitação de partículas energéticas sobre o território brasileiro.</p>
<p>O lançamento estava previsto para o sábado (20), mas uma anomalia foi detectada no módulo “Fregat”, um dos estágios superiores do veículo Soyuz responsável pela inserção da carga útil em órbita, nos minutos finais antes do lançamento, quando são feitas as últimas checagens de equipamento. Decidiu-se, portanto, pelo adiamento para que os sistemas passassem por uma nova revisão.</p>
<p>O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) transmitiu ao vivo em seus canais, nas duas tentativas, todas as fases de lançamento. O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, astronauta Marcos Pontes, participou do evento no sábado (20), trazendo sua expertise do setor espacial, ao lado de outros especialistas e profissionais envolvidos no desenvolvimento do nanossatélite, que comentaram passo a passo o lançamento. “Momento muito importante que não só traz a tecnologia, mas também essa agregação de valor com participação da universidade, de professores, alunos. Nós precisamos ter uma renovação de quadros, motivar jovens para trabalhar no setor espacial. Eu faço questão sempre de ressaltar esse ponto da participação da universidade dentro do Programa Espacial, porque é de lá que vem a maior parte das pesquisas realizadas no país”, ressaltou Pontes.</p>
<p>Durante a <em>live</em> o ministro também fez questão de destacar que o MCTI tem trabalhado para valorizar cada vez mais o programa espacial brasileiro. “Tanto o Centro Espacial de Alcântara quanto a produção e desenvolvimento de satélites e outras cargas úteis, foguetes, foguetes lançadores, aplicações no espaço e toda a parte de regulação no espaço. Tudo isso tem sido modernizado na nossa gestão. É um <em>upgrade</em> do programa espacial que, apesar das limitações orçamentárias, tem sido levado a cabo graças à dedicação de tantos profissionais que trabalham em conjunto com o MCTI como a AEB, o Inpe a Força Aérea dentre outros parceiros”, afirmou.</p>
<p>O presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), vinculada ao MCTI, Carlos Moura, também fez questão de destacar o trabalho em conjunto e a participação da academia. “É a concretização de um trabalho de muitas pessoas desde estudantes de graduação, pós-graduação, professores, institutos de ciência e tecnologia num ramo que tem crescido cada vez mais que é o dos nanossatélites. A AEB tem como um dos seus objetivos além de apoio às iniciativas de capacitação para o setor espacial também o apoio a iniciativas de ciências”, declarou.</p>
<p>O diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), unidade de pesquisa subordinada ao MCTI, Clezio de Nardin explicou qual o papel do Inpe/MCTI nesta empreitada. “Essa classe de nanossatélites é fundamental. A AEB já possui tradição de apoiar pequenos satélites e agora o INPE também se engaja nesta iniciativa mundial pela redução do tamanho dos satélites começando pelos cubesats como porta de entrada para os grandes satélites para atender as demandas nacionais”.</p>
<p>Parceira no NanosatC-Br2 a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) esteve presente na <em>live</em> representada pelo reitor, professor Paulo Burmann, vice-reitor, professor Luciano Schuch, e diretor do Centro de Tecnologia, professor Tiago Marchesan, além de professores e alunos que participaram ativamente do projeto. “É um prazer participar de um evento tão importante para a nossa universidade, para o país, para nossos professores, pesquisadores, estudantes e todos os responsáveis pela realização deste projeto. É o segundo nanossatélite que a UFSM participa e temos muito orgulho de fazer parte de um projeto como esse”, destacou Burmann.</p>
<p><strong>Nova tentativa</strong></p>
<p>Em nota, o diretor-geral da Roscosmos, Dmitry Rogozin, informou que seriam realizadas nova inspeções no veículo lançador no domingo (21), e caso os resultados dos testes fossem positivos, que uma nova tentativa de lançamento seria marcada para o dia 22, às 11h07 no horário local (3h07 no horário de Brasília).</p>
<p>Esse tipo de adiamento é comum em lançamentos espaciais, em que a segurança do equipamento e de pessoal vem em primeiro lugar. Assim, os procedimentos de checagem garantem um alto nível de sucesso e confiabilidade. O módulo russo “Fregat”, por exemplo, responsável pelo adiamento neste caso, tem um elevado índice de sucesso, com 97,6% (somente duas falhas em 83 lançamentos), o que o torna um dos estágios superiores mais confiáveis do mundo. É também o único estágio superior capaz de inserir carga útil em 3 diferentes órbitas em um mesmo voo.</p>
<p>Finalmente, às 3h07 minutos de segunda-feira (22), o foguete Soyuz-2 decolou do Cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão, carregando o nanossatélite brasileiro NanoSatC-Br2. Na live realizada para a segunda tentativa, após a decolagem bem-sucedida, o diretor do Inpe/MCTI, Clezio de Nardin, explicou os próximos passos, em que a equipe em solo inicia as operações de testes de voo, de telecomandos, sistemas, entre outros.</p>
<p>“O pessoal acha que agora terminou o trabalho, mas ele acaba de começar”, afirmou. “Agora entramos na parte que chamamos de LEOP. O Fregat vai começar a liberar a carga principal de satélites, depois ele faz a subida para uma órbita mais alta, larga vários satélites e depois ele desce, e por isso é que ele leva essas quatro horas, chegando a uma órbita mais baixa, onde saem os últimos seis satélites, onde está o nosso.”</p>
<p><strong>Sobre o NanoSatC-Br2 </strong></p>
<p>O lançamento de nanossatélite é parte do projeto de desenvolvimento de missões espaciais com foco científico, tecnológico e educacional apoiados pelo MCTI e parceiros.</p>
<p>Os satélites padrão CubeSat são plataformas padronizadas mais baratas e acessíveis e de rápido desenvolvimento. Suas aplicações no Brasil têm sido, principalmente, com foco em pesquisas e capacitação de recursos humanos e operacionais e, o NanosatC-Br2, posicionará o Brasil à frente na discussão sobre importantes questões das pesquisas relacionadas ao Geoespaço, Aeronomia, Geofísica Espacial e de Engenharias e Tecnologias Espaciais.</p>
<p>O NanoSatC-Br2 é o segundo nanossatélite científico universitário brasileiro, proposto no âmbito do Programa NanoSatC-Br, que consiste em uma parceria entre a a AEB e o Inpe, instituições vinculadas ao MCTI, e a UFSM, do Rio Grande do Sul.</p>
<p>O programa é voltado para a integração e formação de professores universitários, alunos de graduação e pós-graduação, pesquisadores e tecnologistas em projetos de pesquisa espacial e áreas afins, como o desenvolvimento de engenharias, tecnologias espaciais, ciências da computação e espaciais, promovendo a preparação de uma nova geração de profissionais, pesquisadores e promotores do conhecimento sobre o assunto.</p>
<p>Mais informações sobre o projeto do nanossatélite no <a href="https://www.ufsm.br/2021/03/19/segundo-nanossatelite-desenvolvido-pela-ufsm-e-inpe-ira-ao-espaco-neste-sabado-no-cazaquistao/" target="_blank" rel="noopener">link</a>.</p>
<p><em>Texto: Assessoria de Comunicação do MCTI<br />Fotos: Reprodução/mídias sociais</em></p>
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				<title>Segundo nanossatélite desenvolvido pela UFSM e Inpe irá ao espaço neste sábado no Cazaquistão</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/03/19/segundo-nanossatelite-desenvolvido-pela-ufsm-e-inpe-ira-ao-espaco-neste-sabado-no-cazaquistao</link>
				<pubDate>Fri, 19 Mar 2021 04:26:57 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência da Computação]]></category>
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							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_55356" align="alignright" width="476"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/03/image6.jpeg"><img class=" wp-image-55356" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/03/image6.jpeg" alt="" width="476" height="357" /></a> Equipe de montagem e integração contempla o nanossatélite[/caption]
<p class="p1">Um grupo de cientistas, professores e pesquisadores da UFSM e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) está com a atenção fixada a mais de 14 mil km de distância, nas estepes desérticas da Ásia Central, mais especificamente no Cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão. Mais antigo e mais movimentado porto aeroespacial do mundo, o cosmódromo é a base de onde será lançado o segundo nanossatélite do programa NanosatC-BR, fruto de um convênio entre Inpe e UFSM. O programa é responsável pelo lançamento, em 2014, do <a href="https://www.ufsm.br/2015/06/19/projetado-em-santa-maria-primeiro-nanossatelite-brasileiro-completa-um-ano-em-orbita/" target="_blank" rel="noopener">primeiro nanossatélite brasileiro</a>, que continua em órbita até hoje.</p>
<p class="p1">O lançamento do NanosatC-BR2 está programado para este sábado (20), às 3h07min (horário de Brasília). Satélite miniaturizado do tipo Cubesat 2U, ele irá ao espaço (junto com <a href="http://en.roscosmos.ru/21964/" target="_blank" rel="noopener">outros 37 satélites de 18 países</a>) a bordo de um foguete Soyuz 2.1a/Fregat-M operado pela Roscosmos – Agência Espacial da Federação Russa. O artefato será lançado em órbita baixa, a uma distância aproximada de 600 km da superfície terrestre. O público poderá assistir ao lançamento em uma <a href="https://www.youtube.com/MCTIC" target="_blank" rel="noopener">live</a> promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, com início à 0h10min, a qual terá entrevistas com participantes do projeto.</p>
<p class="p1">Baikonur é conhecida como a base de lançamento de grandes conquistas da era espacial, como as missões Sputnik 1 (primeiro satélite artificial), Sputnik 2 (com a cadela Laika, primeiro animal a orbitar a Terra) e Vostok 1 (com o primeiro voo espacial de um ser humano, o cosmonauta Yuri Gagarin). Para a UFSM e o Inpe, o lançamento deste sábado representa, além da obtenção de <i>know how</i>, a formação de jovens lideranças no setor aeroespacial, as quais participam de todas as fases do ciclo de vida do projeto, que tem apoio financeiro da Agência Espacial Brasileira. Uma animação que ilustra como o lançamento funciona pode ser conferida abaixo.</p>
[embed]https://www.youtube.com/watch?v=ScEEn_BLvwg&amp;t=6s[/embed]
<p class="p1">Com formato de paralelepípedo – 22 cm de comprimento, 10 cm de largura e 10 cm de altura – e 1,72 kg de massa, este novo nanossatélite brasileiro terá a missão científica de monitorar a precipitação de elétrons na ionosfera, bem como a intensidade e os distúrbios no campo geomagnético, com destaque para os seus efeitos na região da Anomalia Magnética da América Sul. Sua missão tecnológica é a de validar novas tecnologias espaciais, como um circuito tolerante a radiação e um software tolerante a falhas, além de um sistema de determinação de altitude e um experimento radioamador.</p>
<p class="p1">As missões científica e tecnológica serão desenvolvidas por meio do rastreamento do satélite, mais especificamente das suas três cargas úteis físicas e das suas duas cargas úteis de software:</p>


[caption id="attachment_55358" align="alignright" width="394"]<img class="size-full wp-image-55358" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/03/26.jpg" alt="" width="394" height="700" /> Plataforma de serviço e módulo de cargas úteis do nanossatélite NanosatC-BR2[/caption]
<p class="p1"><b>Cargas físicas:</b></p>
<p class="p1">- Sistema de Determinação de Atitude Tolerante a Falha – Trata-se do primeiro sistema nacional de determinação de altitude, contando com tripla redundância, magnetômetro próprio e utilizando sensores solares da plataforma do nanossatélite. Projeto realizado em cooperação entre pesquisadores do Inpe e das universidades federais de Minas Gerais e do ABC;</p>
<p class="p1">- Sonda de Langmuir – O objetivo principal desse dispositivo, desenvolvido no Inpe, é observar a distribuição global da densidade e temperatura de elétrons, especialmente na parte noturna das órbitas;</p>
<p class="p1">- Placa com experimentos – É formada por um circuito integrado FPGA projetado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, um circuito integrado Asic desenvolvido pela Santa Maira Design House e um magnetômetro projetado no Inpe.</p>
<p class="p1"><b>Cargas de Software:</b></p>
<p class="p3"><span class="s1">- Controle de altitude B-dot </span>– Controlador de tipo magnético, desenvolvido no Inpe;</p>
<p class="p1">- Experimento de comunicação de pacotes <i>store &amp; forward </i>– Desenvolvido pela Radio Amateur Satellite Corporation do Brasil e pela Liga de Amadores Brasileiros de Radioemissão de São Paulo.</p>
<p class="p1">Para a operação do satélite, na qual há envio e recebimento de dados, o programa NanosatC-BR conta com duas estações de rastreio. Uma delas fica sobre o prédio da Coordenação Espacial do Sul (Coesu) do Inpe, que fica no campus sede da UFSM. A outra localiza-se na Coordenação Espacial do Nordeste, na cidade de Natal. O sinal do satélite pode ser captado ainda por radioamadores mundo afora.</p>
<p class="p1">Em Santa Maria, toda a pesquisa e operação do nanossatélite é feita por alunos de graduação dos cursos de Engenharia Aeroespacial e de outros cursos do Centro de Tecnologia da UFSM, que trabalham sob a supervisão de professores da universidade e de pesquisadores do Inpe. Atualmente a Coesu também presta apoio a outras instituições, o que inclui a operação de nanossatélites brasileiros e estrangeiros.</p>


[caption id="attachment_55357" align="alignleft" width="524"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/03/IMG-20210317-WA0010.jpg"><img class=" wp-image-55357" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/03/IMG-20210317-WA0010.jpg" alt="" width="524" height="393" /></a> Os professores Eduardo Escobar Bürger (à esq.) e Andrei Piccinini Legg acompanharam o deslocamento do foguete Soyuz 2 que levará o nanossatélite brasileiro ao espaço[/caption]
<p class="p1">Na Coesu, atua o criador e coordenador geral do programa NanosatC-BR, o pesquisador Nelson Jorge Schuch. Ele é também gerente dos projetos dos dois nanossatélites (BR1 e BR2), cuja coordenação geral coube à professora Maria de Fátima Mattiello Francisco, que é ademais coordenadora de Ensino, Pesquisa e Extensão do Inpe. Na qualidade ainda de coordenadora geral de engenharias e tecnologias espaciais do programa, ela liderou a equipe de técnicos e alunos de pós-graduação do Inpe que atuou na montagem do satélite e integração das cargas úteis.</p>
<p class="p1">O desenvolvimento do satélite teve ainda a participação de startups brasileiras, como a Emsisti e a Atlas, as quais forneceram o software de bordo, e a LSI-Tec, que junto com aquela atuou na melhoria e customização das ferramentas desenvolvidas quando do lançamento do primeiro nanossatélite.</p>
<p class="p1">No Cosmódromo de Baikonur, todos os que de alguma forma contribuíram para o desenvolvimento do NanosatC-BR2 estarão representados por dois professores da UFSM: Eduardo Escobar Bürger, do curso de Engenharia Aeroespacial, e Andrei Piccinini Legg, do curso de Engenharia de Telecomunicações. Ambos já estão no Cazaquistão para presenciar o lançamento deste sábado. Depois disso, o próximo passo do programa é o NanosatC-BR3, que se encontra em fase final de concepção.</p>
<p class="p1">Outras informações constam na página <a href="http://www.inpe.br/crs/nanosat" target="_blank" rel="noopener">www.inpe.br/crs/nanosat</a>.</p>
<p class="p1"><i>Texto: Lucas Casali</i></p>
<em>Fotos: Inpe e arquivo pessoal</em>]]></content:encoded>
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				<title>Egresso da UFSM, novo diretor do Inpe aponta para inserção de novas áreas do conhecimento na pesquisa espacial</title>
				<link>https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/radio/2020/10/17/egresso-da-ufsm-novo-diretor-do-inpe-aponta-para-insercao-de-novas-areas-do-conhecimento-na-pesquisa-espacial</link>
				<pubDate>Sat, 17 Oct 2020 20:39:40 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[farol]]></category>
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						<description><![CDATA[Egresso da UFSM, o engenheiro eletrecista Clezio Marcos De Nardin tomou posse como diretor geral do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), no dia 2 de outubro. A nomeação foi feita pelo ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes. Em entrevista para o programa Editoria 107.9, da UniFM, com o jornalista Gilson Piber, Nardin [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="" align="alignleft" width="300"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2020/10/clezio-300x188.jpg" alt="" width="300" height="188" /> Clezio De Nardin foi também coordenador geral de Ciências Espaciais e Atmosféricas do Inpe (Foto: Reprodução/Lattes)[/caption]
<p>Egresso da UFSM, o engenheiro eletrecista Clezio Marcos De Nardin tomou posse como diretor geral do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), no dia 2 de outubro. A nomeação foi feita pelo ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes.</p>
<p>Em entrevista para o programa Editoria 107.9, da UniFM, com o jornalista Gilson Piber, Nardin falou sobre a aproximação com universidades que planeja para os próximos quatro anos. “Com a reestruturação que o ex-diretor Darcton (Policarpo Damião) promoveu, nós tivemos a oportunidade de facilitar a dinâmica de funcionamento, então vamos concentrar as ações nas áreas de pesquisa espacial e pesquisa ambiental, usando para tanto, o acesso ao espaço e desenvolvimento de artefatos espaciais. O ponto principal é que nós faremos isso nos aproximando com as universidades”, afirmou.</p>
<p>Quando questionado sobre a relação com a UFSM, o novo diretor do instituto informou que  gostaria de fazer uma visita ao reitor Paulo Burmann para discutir o envolvimento de pesquisadores de áreas além das tradicionalmente associadas ao setor espacial, como Engenharia, Física e Matemática, mas também Administração e Economia, importantes para o programa espacial e que, em sua visão, devem ser implementados, incorporados e potencializados.</p>
<p>A parceria entre o Inpe e a UFSM tem como um de seus maiores exemplos o <a href="http://inpe.br/crs/nanosat/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">NanosatC-BR</a>, Programa de Desenvolvimento de CubeSats. O  primeiro nano-satélite produzido pelo programa, o NanosatC-BR1, foi lançado em 2014 e está em órbita desde então. O segundo, NanosatC-BR2, começou em julho a etapa de montagem, integração e testes, e tem previsão de lançamento para novembro de 2020, na Rússia, a bordo de foguete Soyuz.</p>
<p>Para expandir essa parceria, Nardin visa<strong> </strong>verificar com universidades a necessidade de um pequeno satélite para realização estudos. O Inpe seria responsável pela execução e gerenciamento do projeto e a universidade pelo desenvolvimento da carga útil. “Nós projetaríamos a plataforma, reduzindo os custos para a universidade, e a universidade teria seus estudos ampliados em, por exemplo, mapeamento hídrico e mapeamento agrícola”, disse o novo diretor. Segundo ele, com isso também seria possível o desenvolvimento de teses no Departamento de Economia, sobre os custos e as vantagens financeiras de monitorar plantações com satélites. </p>
<p>A entrevista na íntegra você pode conferir no canal da UniFM no<a href="https://farol.ufsm.br/video/editoria-1079-entrevista-clezio-marcos-de-nardin" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> Farol UFSM.</a></p>
<p><strong>Currículo:</strong></p>
<p>Clezio De Nardin formou-se no curso de engenharia elétrica da UFSM em 1996. Entre 1999, se tornou mestre, e em 2003, doutor em Geofísica Espacial, ambos pelo Inpe. Em 2004 realizou um pós-doutorado, também no instituto, e se tornou pesquisador adjunto. Em 2008, passou em um concurso público para ser pesquisador associado do Inpe. Antes de ser anunciado como novo diretor do Inpe, Nardin ocupava o cargo de  coordenador geral de Ciências Espaciais e Atmosféricas do Inpe e vice-presidente da Latinamerican Association of Space Geophysics (Alage). Atualmente também é o representante brasileiro na Equipe Inter-Programa sobre Informação, Sistemas e Serviços do Clima Espacial (IPT-SWeISS) da OMM e membro do Grupo de Espertos em Clima.</p>
<p><br /><em>Texto: Ana Laura Iwai, acadêmica de Jornalismo, bolsista da Agência de Notícias.</em></p>
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						<item>
				<title>Egresso da UFSM, novo diretor do Inpe aponta para inserção de novas áreas do conhecimento na pesquisa espacial</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/10/15/egresso-da-ufsm-novo-diretor-do-inpe-aponta-para-insercao-de-novas-areas-do-conhecimento-na-pesquisa-espacial</link>
				<pubDate>Thu, 15 Oct 2020 13:54:57 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[INPE]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[UNIFM]]></category>

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						<description><![CDATA[Egresso da UFSM, o engenheiro eletricista Clezio Marcos De Nardin tomou posse como diretor geral do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), no dia 2 de outubro. A nomeação foi feita pelo ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes. Em entrevista para o programa Editoria 107.9, da UniFM, com o jornalista Gilson Piber, Nardin [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_54101" align="alignleft" width="300"]<img class="wp-image-54101 size-medium" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2020/10/clezio-300x188.jpg" alt="" width="300" height="188" /> Clezio De Nardin foi também coordenador geral de Ciências Espaciais e Atmosféricas do Inpe[/caption]
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<p>Egresso da UFSM, o engenheiro eletricista Clezio Marcos De Nardin tomou posse como diretor geral do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), no dia 2 de outubro. A nomeação foi feita pelo ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes. </p>
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<p>Em entrevista para o programa Editoria 107.9, da UniFM, com o jornalista Gilson Piber, Nardin falou sobre a aproximação com universidades que planeja para os próximos quatro anos. “Com a reestruturação que o ex-diretor Darcton (Policarpo Damião) promoveu, nós tivemos a oportunidade de facilitar a dinâmica de funcionamento, então vamos concentrar as ações nas áreas de pesquisa espacial e pesquisa ambiental, usando para tanto, o acesso ao espaço e desenvolvimento de artefatos espaciais. O ponto principal é que nós faremos isso nos aproximando com as universidades”, afirmou.</p>
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<p>Quando questionado sobre a relação com a UFSM, o novo diretor do instituto informou que&nbsp; gostaria de fazer uma visita ao reitor Paulo Burmann para discutir o envolvimento de pesquisadores de áreas além das tradicionalmente associadas ao setor espacial, como Engenharia, Física e Matemática, mas também Administração e Economia, importantes para o programa espacial e que, em sua visão, devem ser implementados, incorporados e potencializados.</p>
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<p>A parceria entre o Inpe e a UFSM tem como um de seus maiores exemplos o <a rel="noreferrer noopener" href="http://inpe.br/crs/nanosat/" target="_blank">NanosatC-BR</a>, Programa de Desenvolvimento de CubeSats. O&nbsp; primeiro nano-satélite produzido pelo programa, o NanosatC-BR1, foi lançado em 2014 e está em órbita desde então. O segundo, NanosatC-BR2, começou em julho a etapa de montagem, integração e testes, e tem previsão de lançamento para novembro de 2020, na Rússia, a bordo de foguete Soyuz.</p>
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<p>Para expandir essa parceria, Nardin visa<strong> </strong>verificar com universidades a necessidade de um pequeno satélite para realização estudos. O Inpe seria responsável pela execução e gerenciamento do projeto e a universidade pelo desenvolvimento da carga útil. “Nós projetaríamos a plataforma, reduzindo os custos para a universidade, e a universidade teria seus estudos ampliados em, por exemplo, mapeamento hídrico e mapeamento agrícola”, disse o novo diretor. Segundo ele, com isso também seria possível o desenvolvimento de teses no Departamento de Economia, sobre os custos e as vantagens financeiras de monitorar plantações com satélites.&nbsp;</p>
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<p>A entrevista na íntegra você pode conferir no canal da UniFM no<a rel="noreferrer noopener" href="https://farol.ufsm.br/video/editoria-1079-entrevista-clezio-marcos-de-nardin" target="_blank"> Farol UFSM.</a></p>
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<p><strong>Currículo: </strong></p>
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<p>Clezio De Nardin formou-se no curso de engenharia elétrica da UFSM em 1996. Entre 1999, se tornou mestre, e em 2003, doutor em Geofísica Espacial, ambos pelo Inpe. Em 2004 realizou um pós-doutorado, também no instituto, e se tornou pesquisador adjunto. Em 2008, passou em um concurso público para ser pesquisador associado do Inpe. Antes de ser anunciado como novo diretor do Inpe, Nardin ocupava o cargo de&nbsp; coordenador geral de Ciências Espaciais e Atmosféricas do Inpe e vice-presidente da Latinamerican Association of Space Geophysics (Alage). Atualmente também é o representante brasileiro na Equipe Inter-Programa sobre Informação, Sistemas e Serviços do Clima Espacial (IPT-SWeISS) da OMM e membro do Grupo de Espertos em Clima.</p>
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<p><br><em>Texto: Ana&nbsp;Laura Iwai, acadêmica de Jornalismo, bolsista da Agência de Notícias.</em></p>
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				<title>Egresso da UFSM é o novo diretor geral do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/10/02/egresso-da-ufsm-e-o-novo-diretor-geral-do-instituto-nacional-de-pesquisas-espaciais</link>
				<pubDate>Fri, 02 Oct 2020 13:34:58 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>
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							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O egresso da UFSM Clezio Marcos de Nardin foi escolhido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) para ser o novo diretor geral do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) para os próximos quatro anos. A posse ocorre nesta sexta (2).</p>
<p>Clezio formou-se no curso de Engenharia Elétrica do Centro de Tecnologia (CT) em 1996. É doutor em Geofísica Espacial pelo Inpe, onde orienta teses de doutorado, mestrado e projetos de iniciação científica. Anteriormente, ele era coordenador-geral de Ciências Espaciais e Atmosféricas do Inpe e vice-presidente da Latinamerican Association of Space Geophysics (Alage). Também é o representante brasileiro na Equipe Inter-Programa sobre Informação, Sistemas e Serviços do Clima Espacial (IPT-SWeISS) da OMM e membro do Grupo de Espertos em Clima Espacial do Comitê para o Uso Pacífico do Espaço Exterior da ONU.</p>
<p>Mais informações no <a href="https://www.gov.br/mcti/pt-br/acompanhe-o-mcti/noticias/2020/10/nota-a-imprensa-inpe-mcti" target="_blank" rel="noopener noreferrer">site do MCTI</a>.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Representantes da UFSM destacam-se em competição internacional de engenharia de sistemas espaciais</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/09/10/representantes-da-ufsm-destacam-se-em-competicao-internacional-de-engenharia-de-sistemas-espaciais</link>
				<pubDate>Thu, 10 Sep 2020 03:59:15 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Aeroespacial]]></category>
		<category><![CDATA[INPE]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=53552</guid>
						<description><![CDATA[Equipes do Brasil, China, Colômbia, Equador, Gana, Índia, Irlanda, Cazaquistão e Rússia participaram de forma virtual (on-line) da Future Skills Camp 2020, competição focada no treinamento de habilidades para jovens profissionais. Uma equipe brasileira destacou-se na categoria de Engenharia de Sistemas Espaciais ao conquistar 38 pontos dos 42 possíveis – a maior pontuação entre os [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Equipes do Brasil, China, Colômbia, Equador, Gana, Índia, Irlanda, Cazaquistão e Rússia participaram de forma virtual (on-line) da Future Skills Camp 2020, competição focada no treinamento de habilidades para jovens profissionais. Uma equipe brasileira destacou-se na categoria de Engenharia de Sistemas Espaciais ao conquistar 38 pontos dos 42 possíveis – a maior pontuação entre os competidores. O evento, nessa categoria, ocorreu de de 3 a 10 de agosto, em uma promoção da organização internacional WorldSkills e do Godovikov Polytechnic College in Moscow, em parceria com a Roscosmos (agência espacial federal russa).</p>
[caption id="attachment_53553" align="alignright" width="600"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2020/09/Equipe-Brasileira-Lorenzzo-Italo-e-Artur.jpg"><img class=" wp-image-53553" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2020/09/Equipe-Brasileira-Lorenzzo-Italo-e-Artur.jpg" alt="" width="600" height="338" /></a> Integrantes da equipe brasileira: Lorenzzo Mantovani, Artur Slongo e Italo Rodrigues (em sentido horário)[/caption]
<p>A equipe brasileira é formada por três membros: Artur Gustavo Slongo, formando em Engenharia Aeroespacial pela UFSM; Lorenzzo Quevedo Mantovani, egresso do mesmo curso e mestrando em Engenharia Aeronáutica e Mecânica no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA); Italo Pinto Rodrigues (orientador da equipe), engenheiro eletricista<span class="Apple-converted-space">  </span>e doutorando em Engenharia e Tecnologia Espaciais no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Tanto Artur como Lorenzzo foram bolsistas de iniciação científica, tecnológica e inovação no Centro Regional Sul (CRS) do Inpe, sob orientação do pesquisador sênior Nelson Jorge Schuch,</p>
<p>"Competições como estas são muito importantes para desenvolver e treinar as habilidades técnicas dos competidores. Em um mundo cada vez mais tecnológico, com sistemas altamente integrados e complexos, a engenharia de sistemas cumpre o papel fundamental de criar soluções para atender às expectativas das partes interessadas em determinado projeto”, afirma Italo.</p>
<p>Durante a competição, as equipes atuaram em um contexto multidisciplinar, visto que a engenharia de sistemas une as diversas grandes áreas de qualquer projeto espacial. Assim, os participantes deveriam cumprir desafios específicos diários, visando a simular as diferentes etapas de um projeto real.</p>
<p>"A limitação de tempo foi um dos grandes desafios, tanto pelas atividades em si quanto pelo fato de alguns softwares disponibilizados estarem em russo", aponta Artur.</p>
<p>A competição estava relacionada a um projeto específico de um pequeno satélite com uma missão de sensoriamento remoto. Dentro deste escopo, foram abordadas e avaliadas áreas como:</p>
<ul>
<li>Desenvolvimento do modelo 3D do satélite, considerando a posição correta dos equipamentos e cabos;</li>
<li>Simulação numérica da propagação de órbita do satélite, considerando a geometria da órbita e massa dos equipamentos;</li>
<li>Balanço de energia elétrica, considerando o consumo de cada equipamento e estimando a profundidade de descarga da bateria;</li>
<li>Desenvolvimento de algoritmos descrevendo a operação do satélite em órbita, assim como o comportamento dos subsistemas;</li>
<li>Implementação dos algoritmos em linguagem C;</li>
<li>Correta operação de uma câmera (carga útil), que deveria ser ligada em coordenadas específicas do globo terrestre; </li>
<li>Ajuste de parâmetros do sistema de controle do satélite, garantindo sua estabilidade em órbita;</li>
<li>Estimativa do custo da missão espacial.</li>
</ul>
<p>De acordo com Lorenzzo, a competição “foi uma oportunidade muito legal para reforçar conhecimentos de uma maneira aplicada e descobrir novos softwares e metodologias. Mas o mais interessante foi lidar com todos os desafios no pouco tempo disponível”.</p>
<p>Além desta modalidade, o Future Skills Camp promoveu competições nas categorias de Aprendizado de Máquina e Ciência de Dados, Soldagem Robótica, Operação de Drones e Manufatura Aditiva, entre outras. Outras informações constam na página <a href="http://fscamp.worldskills.ru/en" target="_blank" rel="noopener noreferrer">fscamp.worldskills.ru/en</a>.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Nanossatélite desenvolvido pela UFSM e Inpe completa seis anos em órbita</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/06/26/nanossatelite-desenvolvido-pela-ufsm-e-inpe-completa-seis-anos-em-orbita</link>
				<pubDate>Fri, 26 Jun 2020 04:21:45 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Aeroespacial]]></category>
		<category><![CDATA[INPE]]></category>
		<category><![CDATA[nanossatélite]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=52662</guid>
						<description><![CDATA[Na última sexta-feira (19), completaram-se seis anos do lançamento com sucesso o NanoSatC-BR1, CubeSat 1U, que foi lançado em 2014 na base de Yasny, na Rússia. Trata-se do primeiro nanossatélite brasileiro, fruto de uma parceria entre a UFSM e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O satélite, que tem formato de cubo (com 10 [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_46148" align="alignright" width="512"]<img class=" wp-image-46148" src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2018/12/nano_Felippe-Richardt.jpg" alt="Foto colorida horizontal mostrando em destaque o nanossatélite sobre uma mesa" width="512" height="341"> Nanossatélite lançado pela UFSM em 2014. Foto: Felippe Richardt[/caption]

Na última sexta-feira (19), completaram-se seis anos do lançamento com sucesso o NanoSatC-BR1, CubeSat 1U, que foi lançado em 2014 na base de Yasny, na Rússia. Trata-se do primeiro nanossatélite brasileiro, fruto de uma parceria entre a UFSM e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O satélite, que tem formato de cubo (com 10 centímetros de aresta), permanece em operação,&nbsp;enviando telemetrias para as estações terrenas do Programa NanosatC-BR de Desenvolvimento de Cubesats e para estações de apoio radioamador.

Atualmente a UFSM e o Inpe trabalham na finalização e integração do NanoSatC-BR2, CubeSat 2U, com recursos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações e Agência Espacial Brasileira, além do apoio da Reitoria e da Fundação de Apoio à Tecnologia e Ciência (Fatec). O lançamento do novo satélite está previsto para o último trimestre de 2020. Além disso, a equipe que atua no projeto trabalha também no apoio ao desenvolvimento de outros projetos de nanossatélietes brasileiros (Aesp-14, Itasat1, Conasat1, Ubatubasat, Tancredo1, Serpens 1 &amp; 2), entre outras iniciativas.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Vaga para bolsista de graduação no Observatório Espacial do Sul</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2020/02/05/vaga-para-bolsista-de-graduacao-no-observatorio-espacial-do-sul</link>
				<pubDate>Wed, 05 Feb 2020 16:32:34 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Oportunidades]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências Exatas]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharias]]></category>
		<category><![CDATA[INPE]]></category>
		<category><![CDATA[Recursos Renováveis]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=3077</guid>
						<description><![CDATA[O Laboratório de Modelagem e Estudos de Recursos Renováveis de Energia &#8211; LABREN, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais &#8211; INPE está oferecendo uma oportunidade de bolsa de Iniciação Tecnológica e Industrial através do convênio INPE/PETROBRAS para alunos graduandos nas áreas de ciências exatas e engenharias. As atividades do bolsista serão realizadas na estação SONDA de [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O <a href="http://labren.ccst.inpe.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Laboratório de Modelagem e Estudos de Recursos Renováveis de Energia - LABREN</a>, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais - INPE está oferecendo uma oportunidade de bolsa de Iniciação Tecnológica e Industrial através do convênio INPE/PETROBRAS para alunos graduandos nas áreas de ciências exatas e engenharias.</p>
<p>As atividades do bolsista serão realizadas na <a href="http://sonda.ccst.inpe.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">estação SONDA</a> de coleta de dados radiométricos, ambientais e meteorológicos no Observatório Espacial do Sul, localizado em São Martinho da Serra, sob coordenação do Centro Regional Sul do INPE de Santa Maria.</p>
<p>A bolsa é de cinco (05) horas semanais durante as quais o bolsista deverá realizar atividades <em>in situ</em> tais como:</p>
<ul>
<li>Verificar a coleta e transmissão dos dados coletados;</li>
<li>Corrigir possíveis desalinhamentos dos rastreadores solar;</li>
<li>Nivelamento horizontal de sensores;</li>
<li>Conferir funcionamento de sistema de <em>nobreak</em>, sistema alimentação fotovoltaica e baterias dos sensores;</li>
<li>Realizar a troca de dispositivos tais como baterias, fontes e sensores;</li>
<li>Realizar a manutenção de rotina dos sensores e equipamentos.</li>
</ul>
<p>Para essas atividades é necessário que o bolsista tenha as seguintes habilidades:</p>
<ul>
<li>Leitura e interpretação de texto técnico em língua inglesa;</li>
<li>Domínio no uso de multímetro;</li>
<li>Conhecimento intermediário de programação;</li>
<li>Conhecimento básico de eletrônica.</li>
</ul>
<p>O valor mensal da bolsa é de R$560,00 e o acesso à estação pode ser feito semanalmente através de viatura do INPE quando houver disponibilidade ou com carro próprio com combustível pago pelo projeto, sendo que neste último caso fica a critério do bolsista.</p>
<p>O aluno interessado na vaga deve enviar o currículo para o endereço de e-mail <a href="mailto:marcelo.pes@inpe.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">marcelo.pes@inpe.br</a> e passar por uma entrevista online.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Trabalho desenvolvido na UFSM é incorporado a sistema de previsão ionosférica do INPE</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2019/12/10/resultado-de-disciplina-do-ppgcc-e-incorporado-a-sistema-de-previsao-ionosferica-do-inpe</link>
				<pubDate>Tue, 10 Dec 2019 18:30:26 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[INPE]]></category>
		<category><![CDATA[PPGCC]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=3033</guid>
						<description><![CDATA[Neste semestre, a disciplina de Programação de Alto Desempenho, ofertada no Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação da UFSM (PPGCC), adotou um método de aprendizagem baseado em problemas, aplicado a um caso real oriundo do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). A disciplina aborda conceitos, métodos e tecnologias para aproveitar ao máximo as características [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p style="text-align: justify">Neste semestre, a disciplina de Programação de Alto Desempenho, ofertada no <a href="https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgcc/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação da UFSM</a> (PPGCC), adotou um método de aprendizagem baseado em problemas, aplicado a um caso real oriundo do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). A disciplina aborda conceitos, métodos e tecnologias para aproveitar ao máximo as características de modernos recursos computacionais, visando a solução de problemas que demandem alto poder de processamento.</p>
<p style="text-align: justify">O problema abordado nesta edição da disciplina foi o sistema de previsão ionosférica Supim-Davs (<i>Sheffield University Plasmasphere-Ionosphere Model/Data Assimilation and Visualization System</i>). Esse sistema executa simulações diárias, em computadores servidores do Inpe, para fornecer uma previsão do conteúdo total de elétrons na ionosfera para a América do Sul.</p>
<p style="text-align: justify">A ionosfera é uma camada superior da atmosfera, ionizada pela radiação solar. O conteúdo total de elétrons na ionosfera interfere nos dados de posicionamento de dispositivos de GPS (<i>Global Positioning System</i>), portanto as simulações são de grande importância na prevenção de erros de posicionamento. O sistema executa diariamente simulações que podem durar mais de 3 horas para fornecer previsões com quase 24 horas de antecedência, publicadas no endereço <a href="http://www2.inpe.br/climaespacial/portal/tec-supim-previsao" target="_blank" rel="noopener noreferrer">www.inpe.br/climaespacial/portal/tec-supim-previsao</a>. </p>
<p style="text-align: justify">No trabalho desenvolvido pelos alunos Iago Corrêa, Lucas Ferreira e Rhauani Fazul, juntamente com a professora da UFSM Andrea Charão e o tecnologista do Inpe Adriano Petry, investigou-se gargalos de desempenho no sistema Supim-Davs e explorou-se diferentes implementações de um algoritmo que calcula interpolações, essenciais ao funcionamento desse sistema.</p>
<p style="text-align: justify">O trabalho resultou em alterações no sistema, reduzindo o tempo das interpolações a cerca de um terço do tempo original. Essa melhoria significativa está agora em operação no sistema do Inpe, contribuindo para a produção de resultados relevantes mais rapidamente e com melhor aproveitamento de recursos.</p>
<p><em><sub>Com informações da professora do Departamento de Linguagens e Sistemas de Computação, Andrea Schwertner Charão.</sub></em></p>
<hr />
<p><strong>Quer divulgar seu projeto ou evento no nosso site? Fez uma viagem técnica</strong><strong>? Teve seu trabalho premiado? Participa de uma iniciativa bacana?</strong> <strong>Conta pra gente!</strong> <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSc_nxolk61EmQhqsL1iRoxmweQwESiHwclQ7a9bmCy999enuw/viewform">Divulgação de eventos</a>, <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSc6SBEqj9_DSGhk8YMdbGg2L5ZriHLqH7FkwLy6wmwhQ1TAQg/viewform?usp=send_form">divulgação de notícias</a>, <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfJFmizgxSAgDIZQjRczpuc-_MvL8AlS0hQRaRt6pIevmXEIA/viewform">divulgação de dissertações e teses</a>. </p>
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<p> </p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Seminário de Educação Socioambiental discutirá queimadas e suas consequências no dia 19</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2019/11/13/seminario-de-educacao-socioambiental-discutira-queimadas-e-suas-consequencias-no-dia-19</link>
				<pubDate>Wed, 13 Nov 2019 13:01:10 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[educação socioambiental]]></category>
		<category><![CDATA[INPE]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=50438</guid>
						<description><![CDATA[O Programa de Educação Socioambiental promove o seminário &#8220;As queimadas e suas consequências&#8221;, que será ministrado pela diretora do Centro Regional Sul de Pesquisas Espaciais (Inpe), Tatiana Kuplich, no dia 19 de novembro, às 16h, no Auditório Flávio Miguel Schneider, ao lado do prédio 42 do campus sede da UFSM. O evento é aberto a [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/11/Divulgação-evento-3.jpg"><img class="alignright  wp-image-50439" src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/11/Divulgação-evento-3.jpg" alt="" width="418" height="350" /></a>O Programa de Educação Socioambiental promove o seminário "As queimadas e suas consequências", que será ministrado pela diretora do Centro Regional Sul de Pesquisas Espaciais (Inpe), Tatiana Kuplich, no dia 19 de novembro, às 16h, no Auditório Flávio Miguel Schneider, ao lado do prédio 42 do campus sede da UFSM.</p>
<p>O evento é aberto a toda a comunidade. A inscrição é gratuita e deve ser realizada pelo <a href="https://forms.gle/5Fr61eXd4J8KDCLw8" target="_blank" rel="noopener noreferrer">link</a>.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Oportunidade de bolsa PROBIC/PROBITI/FAPERGS para pesquisadores ou tecnologistas lotados no Centro Regional Sul de Pesquisas Espaciais</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2019/07/09/oportunidade-de-bolsa-probic-probiti-fapergs-para-pesquisadores-ou-tecnologistas-lotados-no-centro-regional-sul-de-pesquisas-espaciais</link>
				<pubDate>Tue, 09 Jul 2019 15:00:32 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Oportunidades]]></category>
		<category><![CDATA[Iniciação Científica]]></category>
		<category><![CDATA[INPE]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=2667</guid>
						<description><![CDATA[O Centro Regional Sul de Pesquisas Espaciais (CRCRS/INPE) tornou público na última terça-feira (8), o Edital nº 8/2019/SEI-MCTIC, para abertura das inscrições para solicitação de uma cota de bolsa do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica e de Iniciação Tecnológica e Inovação (PROBIC/PROBITI) da Fundação de Amparo à pesquisa do Estado do RS (FAPERGS), [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O Centro Regional Sul de Pesquisas Espaciais (CRCRS/INPE) tornou público na última terça-feira (8), o <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/wp-content/uploads/sites/375/2019/07/EDITAL-Nº-8-2019-SEI-MCTIC.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Edital nº 8/2019/SEI-MCTIC</a>, para abertura das inscrições para solicitação de uma cota de bolsa do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica e de Iniciação Tecnológica e Inovação (PROBIC/PROBITI) da Fundação de Amparo à pesquisa do Estado do RS (FAPERGS), com período de vigência entre 01/08/2019 a 31/07/2020.</p>
<p>Pesquisadores ou tecnologistas lotados no Centro Regional Sul de Pesquisas Espaciais (CRCRS) detentores de título de Doutorado poderão se inscrever até o dia 12 de julho de 2019. A inscrição será feita através do envio da documentação necessário para o e-mail crcrs@inpe.br até as 17h desta sexta-feira (12). Também serão aceitas incrições na Secretaria do Centro Regional de Pesquisas Espaciais (CRCRS/INPE):<br />   | Campus Universitário - UFSM<br />   | Prédio do INPE sala 2002<br />   | Santa Maria-RS<br />   | Fone: (55) 3301-2006</p>
<p> </p>
<p>Confira o <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/wp-content/uploads/sites/375/2019/07/EDITAL-Nº-8-2019-SEI-MCTIC.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">edital na íntegra</a>.</p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Nanossatélite projetado em parceria entre UFSM e Inpe completa cinco anos em órbita</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2019/06/19/nanossatelite-projetado-em-parceria-entre-ufsm-e-inpe-completa-cinco-anos-em-orbita</link>
				<pubDate>Wed, 19 Jun 2019 13:49:56 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[INPE]]></category>
		<category><![CDATA[nanosatc-BR1]]></category>
		<category><![CDATA[nanosatc-BR2]]></category>
		<category><![CDATA[nanossatélite]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa espacial]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=48242</guid>
						<description><![CDATA[Nesta quarta-feira (19), o primeiro nanossatélite científico brasileiro, o NanoSatC-BR1, completa cinco anos em órbita. O lançamento ocorreu em 2014, em uma base russa localizada na cidade de Yasny, sendo considerado um marco pelo pioneirismo e incentivo a outras missões brasileiras com cubesats, importantes também para a capacitação de recursos humanos para a área espacial. [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_48243" align="alignleft" width="450"]<img class="wp-image-48243" src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/06/nanosat_ufsm-1024x683.jpg" alt="Na foto, um homem ajusta um dispositivo eletrônico retangular em uma plataforma metálica. Um segundo homem observa. Os dois estão agachados." width="450" height="300" /> Em 2104, equipe apresentou plataforma de serviço do NanosatC BR-1 (Foto: Felippe Richardt/AN/UFSM)[/caption]
<p>Nesta quarta-feira (19), o primeiro nanossatélite científico brasileiro, o NanoSatC-BR1, completa cinco anos em órbita. O lançamento ocorreu em 2014, em uma base russa localizada na cidade de Yasny, sendo considerado um marco pelo pioneirismo e incentivo a outras missões brasileiras com cubesats, importantes também para a capacitação de recursos humanos para a área espacial.</p>
<p>Fruto de uma parceria do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) com a UFSM, por meio do Laboratório de Ciências Espaciais de Santa Maria (Lacesm), o NanoSatC-BR1 é um pequeno satélite científico, pesando pouco mais de um quilo, e o primeiro cubesat desenvolvido no país.</p>
<p>O lançamento teve especial importância para a UFSM porque, além de equipes de estudantes e pesquisadores atuando em parceria com o Inpe, um dos circuitos integrados (chip) do nanossatélite foi desenvolvido pela Santa Maria Design House (SMDH), ligada a grupos de pesquisa da Universidade.</p>
<p>Após cinco anos em órbita, o satélite continua a enviar dados dos subsistemas de sua plataforma e carga úteis. As informações são utilizadas em pesquisas sobre clima espacial e fenômenos como a Anomalia Magnética do Atlântico Sul, uma “falha” do campo magnético terrestre que fica sobre o Brasil e pode afetar as comunicações, redes de distribuição de energia, os sinais de satélites de posicionamento global (como o GPS), ou mesmo causar falhas de equipamentos eletrônicos, como computadores de bordo.</p>
<p><strong>NanoSatC-BR2 está sendo finalizado</strong></p>
[caption id="attachment_48244" align="alignleft" width="350"]<a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/06/sonda_nanosat_ufsm.jpg"><img class="wp-image-48244" src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/06/sonda_nanosat_ufsm.jpg" alt="Dispositivo eletrônico retangular composto de várias placas" width="350" height="197" /></a> Pesquisador integra sonda de Langmuir à plataforma de serviço do NanosatC-BR2 (Foto: Divulgação/INPE)[/caption]
<p>Segundo o pesquisador do Inpe Nelson Jorge Schuch, atualmente as equipes do Inpe e da UFSM estão trabalhando na finalização do NanoSatC-BR2 - CubeSat 2U, graças aos recursos complementares obtidos da Secretaria Executiva do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), da Agência Espacial Brasileira e do próprio Inpe, com a Reitoria da UFSM e com apoio de gestão administrativa-financeira da Fatec. O lançamento ao espaço deverá ocorrer entre o final de 2019 e o primeiro trimestre de 2020, a depender do veículo lançador.</p>
<p>É possível acompanhar o NanoSatC-BR1 pelo <a href="http://www.inpe.br/crs/nanosat/">site</a> e também por <a href="http://www.inpe.br/crs/nanosat/acompanhe/aplicativos.php">aplicativos</a>.</p>
<p><em>Fotos: Felippe Richardt/ Arquivo Agência de Notícias UFSM e Divulgação/INPE</em></p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto de intercâmbio entre UFSM e universidades francesas para a formação de engenheiros é aprovado pela Capes</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2018/12/19/projeto-de-intercambio-entre-ufsm-e-universidades-francesas-para-a-formacao-de-engenheiros-e-aprovado-pela-capes</link>
				<pubDate>Wed, 19 Dec 2018 11:54:36 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[brafisat]]></category>
		<category><![CDATA[Capes]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[frança]]></category>
		<category><![CDATA[INPE]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>
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		<category><![CDATA[nanossatélite]]></category>
		<category><![CDATA[pdi]]></category>
		<category><![CDATA[SAI]]></category>
		<category><![CDATA[UFC]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=46147</guid>
						<description><![CDATA[No último dia 11, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Nível Pessoal e Superior&nbsp;(Capes) aprovou o projeto “Brafisat: Cooperação Brasil-França na Formação de Engenheiros na&nbsp;Exploração de Micro e Nanossatélite”. A proposta envolve o intercâmbio de alunos dos cursos de&nbsp;graduação em Engenharia entre o Brasil e a França, com o intuito de qualificar os estudantes em áreas&nbsp;estratégicas [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"id":46148,"align":"right","width":287,"height":191} -->
<div class="wp-block-image"><figure class="alignright is-resized"><img src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2018/12/nano_Felippe-Richardt-1024x683.jpg" alt="Foto colorida horizontal mostrando em destaque o nanossatélite sobre uma mesa" class="wp-image-46148" width="287" height="191" /><figcaption>Nanossatélite lançado pela UFSM em 2014</figcaption></figure></div>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>No último dia 11, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Nível Pessoal e Superior&nbsp;(Capes) aprovou o projeto “Brafisat: Cooperação Brasil-França na Formação de Engenheiros na&nbsp;Exploração de Micro e Nanossatélite”. A proposta envolve o intercâmbio de alunos dos cursos de&nbsp;graduação em Engenharia entre o Brasil e a França, com o intuito de qualificar os estudantes em áreas&nbsp;estratégicas da exploração aeroespacial, além da produção de satélites.<br></p>
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<p>A aprovação do Brafisat pela Capes reforça o processo de internacionalização da UFSM.&nbsp;A estratégia prevista no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) tem como objetivo, cada vez<br>mais, inserir as produções científicas dos estudantes no cenário internacional, proporcionando assim o&nbsp;contato entre diferentes culturas, trocas de conhecimento e experiências curriculares abrangentes.<br></p>
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<p>Entre as oito universidades que participam do projeto estão, do lado brasileiro, além da UFSM, responsável pela coordenação geral das atividades desenvolvidas em território nacional, a Universidade Federal do Ceará (UFC) e o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA). </p>
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<p>Em relação&nbsp;à participação francesa, são cinco universidades envolvidas no intercâmbio e na formação dos&nbsp;estudantes: Université Grenoble Alpes, Université de Montpellier, Institut Polytechnique de Grenoble,&nbsp;École Nationale Supérieure des Mines de Saint-Étienne e o Institut Polytechnique de Bordeaux.<br></p>
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<p>De acordo com o professor e coordenador do projeto em território brasileiro, João Baptista&nbsp;Martins, a aprovação do Brafisat representa uma conquista inédita para cursos de Engenharia&nbsp;da UFSM, à medida que contempla os alunos da graduação. Dessa maneira, os estudantes de Engenharia Eletrônica, Engenharia da Computação, Engenharia de Telecomunicações e Engenharia&nbsp;Aeroespacial, cursos da Universidade que participam do projeto, terão a oportunidade de aprofundar e aplicar os conhecimentos ainda no início da formação profissional.<br></p>
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<p>Conforme o professor, o estudo dos satélites e a produção desses equipamentos em escala&nbsp;micro ou nano, embora represente um processo mais rápido e barato se comparado aos grandes&nbsp;satélites que são construídos, é uma linha ainda muito recente no Brasil. Assim, a ideia foi&nbsp;reunir as instituições brasileiras que estudam e manipulam esse tipo de equipamento, como o ITA,&nbsp;capacitado no lançamento de satélites, e a UFC, que desenvolve estudos acerca da computação de&nbsp;bordo. </p>
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<p>Já a UFSM, além de possuir conhecimento e prática em lançamento dos satélites, produz atividades especializadas no desenvolvimento, fabricação e testagem de circuitos integrados através da Santa Maria Design House (SMDH).<br></p>
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<p>Entre as atividades previstas durante o intercâmbio dos estudantes estão, além da troca de&nbsp;conhecimento cultural e linguístico, a participação em aulas relacionadas à área aeroespacial, bem&nbsp;como o acompanhamento de um tutor, tanto para os alunos brasileiros que viajarão à França quanto para os franceses que vierem ao Brasil. </p>
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<p>Outra oportunidade será a possibilidade de o estudante realizar estágio em grandes empresas europeias. João Baptista explica que empresas francesas como a Airbus, líder no desenvolvimento de programas espaciais e líder mundial na produção de helicópteros para uso civil, bem como o Grupo Thales, responsável por comercializar sistemas de informação e serviços para indústrias aeroespaciais, já demonstraram interesse em receber os estudantes brasileiros. </p>
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<p>Além disso, outra proposta do projeto é fornecer ao aluno uma dupla diplomação. Dessa maneira, o graduando terá o diploma com título brasileiro e francês.<br></p>
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<p>O projeto terá início no primeiro semestre de 2019, com duração de quatro anos. O&nbsp;estudante interessado em participar do intercâmbio precisará se inscrever em edital, previsto para&nbsp;março do próximo ano, através do qual será feita a seleção dos candidatos. Serão 36 intercambistas&nbsp;brasileiros, 12 selecionados em cada instituição participante, que precisarão ter domínio básico da&nbsp;língua francesa. O aluno receberá uma bolsa federal a fim de custear a passagem aérea, estadia e&nbsp;seguro saúde na Europa. </p>
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<p>Cada estudante selecionado terá a oportunidade de passar um período que vai de quatro meses a um ano na França, desenvolvendo as práticas e os conhecimentos adquiridos nas instituições estrangeiras participantes do projeto.</p>
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<p><em>Texto: Bárbara Marmor, acadêmica de Jornalismo, bolsista da Agência de Notícias</em></p>
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<p><em>Edição: Ricardo Bonfanti</em></p>
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				<title>Santa Maria recebe a sétima edição do Simpósio Brasileiro de Geofísica Espacial e Aeronomia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2018/11/07/santa-maria-recebe-a-setima-edicao-do-simposio-brasileiro-de-geofisica-espacial-e-aeronomia</link>
				<pubDate>Wed, 07 Nov 2018 22:00:25 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Física]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[INPE]]></category>

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						<description><![CDATA[De 5 a 9 deste mês, a UFSM recebe o 7º Simpósio Brasileiro de Geofísica Espacial e Aeronomia. O evento é organizado em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e ocorre no Centro Regional Sul de Pesquisas Espaciais no campus sede em Santa Maria, reunindo autoridades, acadêmicos e pesquisadores do Brasil e [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_45490" align="alignright" width="445"]<a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2018/11/20181105_091413.jpg"><img class=" wp-image-45490" src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2018/11/20181105_091413.jpg" alt="" width="445" height="334" /></a> Em seu discurso, o reitor Paulo Burmann (em pé) ressaltou a importância do evento para a universidade[/caption]
<p style="text-align: left" align="justify"><span style="font-size: medium">De 5 a 9 deste mês, a </span><span style="font-size: medium">UFSM</span><span style="font-size: medium"> recebe o </span><span style="font-size: medium">7º</span><span style="font-size: medium"><a href="http://www.sbgea.org.br/vii-sbgea/"> Simpósio Brasileiro de Geofísica Espacial e Aeronomia</a>. O evento é organizado em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais </span><span style="font-size: medium">(Inpe</span><span style="font-size: medium">) e ocorre no Centro Regional Sul de Pesquisas Espaciais no campus sede em Santa Maria, reunindo autoridades, acadêmicos e pesquisadores do Brasil e do mundo.</span></p>
<p style="text-align: left" align="justify"><span style="font-size: medium">O evento recebe o apoio de </span><span style="font-size: medium">13</span><span style="font-size: medium"> universidades brasileiras e tem como objetivo </span><span style="font-size: medium">discutir resultados científicos recentes, estabelecer e fortalecer a cooperação e o intercâmbio acadêmico e planejar ações futuras para essas áreas no país. Ainda, um objetivo importante do simpósio é estreitar a relação entre alunos e pesquisadores, através da troca de ideias e experiências.</span></p>
<p style="text-align: left" align="justify"><span style="font-size: medium">O reitor da UFSM, prof</span><span style="font-size: medium">essor</span><span style="font-size: medium"> Paulo Afonso Burmann, ressaltou a importância da presença do Inpe dentro da universidade e as parcerias realizadas ao longo do tempo, evidenciando a posição geoespacial privilegiada </span><span style="font-size: medium">n</span><span style="font-size: medium">a qual o campus sede está inserido e que permite que diversos trabalhos e ações sejam desenvolvidos através do intercâmbio acadêmico, mencionando o acordo Brasil/China. “Este evento é importantíssimo, pois traz para Santa Maria uma oportunidade ímpar de termos a nossa comunidade acadêmica fortalecendo relações com pesquisadores e cientistas do mundo todo que aqui estão”, </span><span style="font-size: medium">d</span><span style="font-size: medium">estacou.</span></p>
<p style="text-align: left" align="justify"><span style="font-size: medium">Durante os quatro dias, importantes pesquisadores da área contribuem com o evento: Fabiano Rodrigues, bacharel em Engenharia Elétrica pela UFSM e professor associado de física afiliado do corpo docente do departamento de engenharia elétrica e de computação da Universidade do Texas, EUA; Jörg Büchner, PhD pela </span><span style="font-size: medium">Universidade de Moscou</span><span style="font-size: medium"> e professor de física e astrofísica na Universidade de Göttingen, Alemanha, e professor eminente da Universidade de Tóquio; Leandro Toss Hoffmann</span><span style="font-size: medium">k,</span><span style="font-size: medium"> graduado em Informática, com habilitação em análise de sistemas pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos </span><span style="font-size: medium">(Unisinos)</span><span style="font-size: medium"> e tecnologista sênior do </span><span style="font-size: medium">Inpe</span><span style="font-size: medium">; Pierre-Dominique Pautet, graduado em física aplicada pela </span><span style="font-size: medium">Universidade da</span> <span style="font-size: medium">Borgonha</span><span style="font-size: medium">, França, pesquisador do Center for Atmospheric and Space Sciences na Utah State University, EUA.</span></p>
<p style="text-align: left" align="justify"><span style="font-size: medium">As áreas de geofísica espacial e de aeronomia são campos científicos interdisciplinares que exploram o espaço próximo da Terra, o meio interplanetário e suas relações com o sol e a atmosfera da terra. Nesta sétima edição do </span><span style="font-size: medium">s</span><span style="font-size: medium">impósio, outras áreas relacionadas </span><span style="font-size: medium">a essas</span><span style="font-size: medium"> foram incluídas nas discussões, como a meteorologia, engenharias aeroespacial, elétrica e mecânica, e ciência da computação.</span></p>
<p style="text-align: left" align="justify"><i><span style="font-size: medium">Texto: Pablo Iglesias, acadêmico de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</span></i></p>]]></content:encoded>
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