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						<item>
				<title>Pesquisadores da UFSM-PM realizam missão no Japão para análise de estratégias de enfrentamento às mudanças climáticas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/27/pesquisadores-da-ufsm-pm-realizam-missao-no-japao-para-analise-de-estrategias-de-enfrentamento-as-mudancas-climaticas</link>
				<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 15:13:21 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[FAPERGS]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>
		<category><![CDATA[japão]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>
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		<category><![CDATA[UFSM PM]]></category>

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						<description><![CDATA[Visitas técnicas, reuniões institucionais e estudos de campo em Tóquio integram projeto que investiga governança ambiental e prevenção de desastres com base em experiências internacionais]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="470" data-end="955">Uma missão técnica internacional levou pesquisadores da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), campus Palmeira das Missões, a Tóquio, no Japão, entre os dias 19 e 26 de abril. A atividade integra o projeto “O que nos fez chegar aos desastres climáticos do Rio Grande do Sul? Análise da governança ambiental do estado por meio das regiões de desenvolvimento sob a perspectiva de experiências internacionais”, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Agronegócios (PPGAGR/UFSM-PM).</p>
<p data-start="957" data-end="1140">Participaram da missão o coordenador do projeto, professor Nelson Guilherme Machado Pinto, do Departamento de Administração e coordenador do PPGAGR, e o mestrando Thiago Machado Budó.</p>
<h3 data-start="957" data-end="1140">País referência</h3>
<p data-start="957" data-end="1140">O Japão foi escolhido como destino por ser um dos países mais suscetíveis a eventos extremos, como terremotos, tsunamis, tufões e erupções vulcânicas. Esse contexto permite o contato direto com políticas e práticas consolidadas na gestão de riscos e desastres, alinhando-se ao objetivo da missão: compreender estratégias de prevenção e mitigação de impactos causados por eventos naturais.</p>
<p data-start="1142" data-end="1568">Durante a agenda, os pesquisadores realizaram visitas técnicas e reuniões institucionais. Entre as atividades, esteve a análise da Baía de Tóquio e do Rio Sumida, com observação de estruturas e produtos voltados à prevenção de desastres. Na University of Tsukuba, com apoio do professor Claus Aranha, foram analisadas estruturas físicas preparadas para emergências, além de sistemas de prevenção, evacuação e gestão de riscos.</p>
<p data-start="1570" data-end="1839">Os pesquisadores também visitaram o Tokyo Rinkai Disaster Prevention Park, onde observaram a organização de um sistema de prevenção e resposta a desastres, com foco em terremotos. A visita incluiu a análise da infraestrutura e das estratégias de orientação à população.</p>
<p data-start="1841" data-end="2170">A missão incluiu ainda reunião na Embaixada do Brasil em Tóquio, no setor de Ciência, Tecnologia e Inovação, representado por Carolina Saito e Vinicius Yamanaka Paes. O encontro teve como objetivo discutir iniciativas voltadas ao enfrentamento de desastres associados às mudanças climáticas, com foco na cooperação internacional.</p>
<p data-start="2172" data-end="2336">Durante a estadia, foram realizadas observações de campo, discussões técnicas e análises sobre resiliência, políticas públicas e estratégias de adaptação climática. O professor Nelson afirma que o Japão possui estruturas organizadas e programas de treinamento voltados à preparação da população para situações de risco. Segundo ele, o país desenvolve ações contínuas de orientação, com simulações e protocolos definidos para diferentes tipos de desastres, o que contribui para a resposta após eventos extremos. Ele destaca que a integração entre planejamento urbano, tecnologia e capacitação da população permite reduzir impactos e organizar ações em situações de emergência.</p>
<h3 data-start="3620" data-end="3637">Sobre o projeto</h3>
<p data-start="3639" data-end="4099">O projeto foi aprovado em dezembro de 2024 no Programa de Pesquisa e Desenvolvimento voltado a Desastres Climáticos, com financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs). A pesquisa tem como foco as enchentes de grandes proporções que atingiram o estado em 2024, buscando compreender os fatores que contribuíram para esses eventos, com ênfase na governança ambiental e na comparação com modelos adotados em outros países.</p>
<p data-start="4101" data-end="4420">Como parte do cronograma, a equipe já realizou missões técnicas em Brumadinho (MG), em setembro de 2025, e em Mariana (MG), em outubro do mesmo ano — cidades marcadas por rompimentos de barragens em 2019 e 2015, respectivamente. Mais recentemente, em fevereiro de 2026, os pesquisadores estiveram em Nova Orleans (EUA).</p>
<p data-start="4422" data-end="4643">O projeto ainda prevê uma missão técnica em Valência, na Espanha, ampliando a base comparativa entre o contexto do Rio Grande do Sul e experiências internacionais relacionadas à gestão e mitigação de desastres ambientais.</p>
<p data-start="3010" data-end="3309"><em>Com informações do Projeto “O que nos fez chegar aos desastres climáticos do </em><em>Rio Grande do Sul? Análise da governança ambiental do estado por meio das regiões de desenvolvimento sob a perspectiva de experiências internacionais”.</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Parceria tecnológica é firmada entre startup da UFSM e empresa japonesa</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/11/23/parceria-tecnologica-e-firmada-entre-startup-da-ufsm-e-empresa-japonesa</link>
				<pubDate>Wed, 23 Nov 2022 11:23:26 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[crops team]]></category>
		<category><![CDATA[japão]]></category>
		<category><![CDATA[pulsar incubadora]]></category>
		<category><![CDATA[startup]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=60576</guid>
						<description><![CDATA[Ao estimular a produção mais eficiente de grãos, a cooperação entre a Crops Team e a Softbank Corporation promove sustentabilidade]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_60577" align="alignright" width="758"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/11/unnamed-2.jpg"><img class="wp-image-60577" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/11/unnamed-2.jpg" alt="Foto colorida horizontal mostra cópia de tela de computador durante encontro virtual, em que aparecem 10 participantes, alguns orientais, cada um em uma janela" width="758" height="426" /></a> Parceria foi formalizada durante encontro virtual[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Na última semana, a startup Crops Team, incubada na Pulsar Incubadora Tecnológica da UFSM, realizou um encontro virtual com a Softbank Corporation, empresa japonesa, para formalizar parceria visando ao desenvolvimento de um projeto de tecnologia atrelada à agricultura. Também participaram do encontro representantes do Ministério de Relações Internacionais e Comunicação do Japão, Shingo Hiraki, do Ministério de Ciência e Tecnologia, Everton Goursand de Freitas e Rita de Fátima Aragão Macêdo, do Ministério de Comunicações, Jeferson Nacif, e do Centro Internacional de Agricultura Tropical da Colômbia (CIAT), Manabu Ishitani e Mariana Quintero.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A parceria entre Brasil e Japão se originou do interesse da Softbank em aplicar as inovações tecnológicas da Crops Team em seu dispositivo, o </span><span style="font-weight: 400">e-kakashi</span><span style="font-weight: 400">, aparelho que possui sensores de temperatura, radiação solar, umidade, temperatura do solo e instrumentos meteorológicos. A partir desses elementos, por meio da Internet das Coisas, o dispositivo é capaz de determinar a velocidade com que as plantas observadas se desenvolvem, além do quanto os agricultores podem produzir. Nessa lógica, por meio da análise dos cultivos, que podem ser arroz ou soja, o e-kakashi revela aos produtores dados que contribuem para uma agricultura mais sustentável, como a estimativa de quando a lavoura deve ser colhida, por exemplo.</span></p>
<h3>Contribuição da UFSM ao dispositivo</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Para somar à inovação japonesa, foram agregados ao e-kakashi os algoritmos desenvolvidos pela startup santa-mariense, a partir de estudos feitos nas estações meteorológicas locais. O coordenador da Crops Team, Michel da Silva, explica que os mecanismos da UFSM auxiliariam os agricultores a realizar o manejo no campo, mostrando a forma adequada de manipulação de fungicidas e insumos nas plantas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">‘’Eles [empresa japonesa] querem testar os nossos algoritmos no dispositivo deles. Assim, pode ser que, no futuro, tenhamos uma parceria comercial, em que eles disponibilizam o hardware e nós o software, para que haja um manejo mais sustentável’’</span><span style="font-weight: 400">, complementa o coordenador. A parceria entre as entidades teve início durante a última safra, quando foram feitos testes de funcionalidade dos aparelhos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Antes dessa colaboração, a empresa japonesa já havia estabelecido união com o CIAT da Colômbia, responsável, inclusive, por conectá-los com o Brasil. A Softbank também tentou se juntar a outras startups da América Latina, mas nenhuma foi efetivada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">De acordo com Michel da Silva, ao final da próxima safra, depois de concluído o acompanhamento de nove cultivos, devem ser feitas reuniões para debater se os resultados da parceria entre os dispositivos foram ou não benéficos e, assim, definir o futuro. </span><span style="font-weight: 400">‘’O próximo passo seria ampliar para nível nacional, [porque] hoje estamos nos quatro cantos do Rio Grande do Sul, mas não saímos do estado ainda. [Somado a isso] pretendemos pensar na comercialização do produto’, afirma", afirma.</span></p>
<p><em><span style="font-weight: 400">Texto: Laurent Keller, acadêmica de jornalismo e bolsista da Agência de Notícias<br /></span>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
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