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				<title>Petrobras seleciona proposta de reportagem de egressos da UFSM sobre meninas e mulheres negras na ciência</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/08/13/petrobras-reportagem-egressos</link>
				<pubDate>Wed, 13 Aug 2025 19:05:03 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[ciência e diversidade]]></category>
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						<description><![CDATA[Jornalistas formados no curso do campus Frederico Westphalen farão narrativas em áudio com pesquisadoras das ciências exatas
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A Seleção Petrobras de Jornalismo Ciência &amp; Diversidade recebeu 184 inscrições de propostas de reportagens em texto, áudio e vídeo de todo o país. Entre as 15 iniciativas escolhidas pela comissão julgadora, está a dos jornalistas Lavínia dos Santos Machado e Rodrigo Alcântara Davila, egressos do curso de Jornalismo do campus Frederico Westphalen. O edital é direcionado para produções científicas feitas por grupos sub-representados na sociedade ou ainda que tratem de temáticas sobre inclusão e diversidade.</p><p>Os jornalistas Lavínia e Rodrigo apresentaram a proposta de reportagem em áudio:“Para uma ciência antirracista: as meninas e mulheres negras na pesquisa científica”. A  reportagem será veiculada, inicialmente, na <a href="https://www.comunitaria.com.br/">Rádio Comunitária de Frederico Westphalen</a> e, depois, em outras emissoras integrantes da <a href="https://www.abracors.org.br/">Associação Gaúcha de Radiodifusão Comunitária (Abraço RS)</a>. Assim como as demais reportagens selecionadas, a iniciativa será contemplada com o valor de R$ 20 mil.</p><p>Conforme o <a href="https://agencia.petrobras.com.br/w/selecao-de-jornalismo/petrobras-divulga-os-vencedores-da-selecao-petrobras-de-jornalismo">site da Petrobras</a>, a comissão julgadora usou como critérios: aderência e pertinência em relação aos temas de ciência e diversidade; interesse jornalístico; relevância e resultados para os grupos sub-representados e para a sociedade; consistência do detalhamento da sugestão e a viabilidade e conteúdo do plano de reportagem.</p>		
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										<img width="720" height="1018" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/lavinia-e1755111429753.jpg" alt="Foto colorida vertical de mulher jovem negra com cabelo comprido. Ela sorri e está em frente ao microfone em um estúdio de rádio" />											<figcaption>Jornalista Lavínia Machado direcionou seus estudos ao rádio e ao combate ao racismo</figcaption>
										</figure>
		<h3><b>Cientistas pretas na mídia sonora</b></h3><p>Lavínia comenta que o estágio atual é de ajustes da proposta encaminhada à Petrobras para definir os caminhos da apuração das informações. Ela e Rodrigo querem entrevistar meninas e mulheres pretas que atuam nas ciências exatas. </p><p>“A intenção é acompanhar e apresentar as trajetórias dessas mulheres, desde jovens que hoje ingressam nas universidades até profissionais já formadas e atuantes no mercado. Queremos dar visibilidade às suas vivências, destacando como se deu a construção de cada caminhada, os obstáculos superados e as contribuições para uma ciência mais inclusiva e diversa”, explica.</p><p>A mídia sonora foi escolhida por ser, no ponto de vista de ambos, a melhor forma de chegar à comunidade. “Nos últimos anos da minha graduação, eu estagiei em rádio comunitária e considero um divisor de águas na minha trajetória. Tive experiência com jornal impresso, mas percebi que o rádio alcança as pessoas de um jeito único, especialmente pela abrangência e pela proximidade com o público”, afirma Lavínia, que se formou em 2023 e atuou em rádio durante três anos. </p>		
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										<img width="1080" height="1080" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-13-at-13.49.55.jpeg" alt="Foto colorida vertical de homem jovem branco com fones de ouvido em frente a um microfone. Ele está sorrindo." />											<figcaption>Jornalista Rodrigo Davila, egresso da UFSM, atua há mais de 10 anos em rádio</figcaption>
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		<p>O colega, Rodrigo, egresso da turma de 2017, tem mais de dez anos de experiência em mídia sonora. “Inclusive parte do que aprendi nesse período veio dele”, acrescenta.&nbsp;Além da parceria no projeto encaminhado à Petrobras, Rodrigo também foi finalista do Prêmio de Jornalismo da&nbsp;<a href="https://sbhernia.org.br/sbh-divulga-finalistas-do-premio-de-jornalismo/" style="font-size: 1rem">Sociedade Brasileira de Hérnia e Parede Abdominal</a>, com a série em áudio “Quando tudo sai do lugar: os riscos da hérnia” também neste ano.</p><p>Para Lavi´nia, o áudio estabelece uma maior conexão entre quem produz e quem escuta, além de oferecer possibilidades distintas das demais mídias. “A narrativa em áudio tem um papel essencial para prender a atenção do público, permitindo que a história seja contada de maneira envolvente”, observa.</p>
<p><br></p><h3><b>Por um jornalismo antirracista</b></h3>
<p></p>
<p>Lavínia ingressou no curso de Jornalismo do campus Frederico Westphalen em 2019 e desde cedo se envolveu com a temática antirracista. O marco foi a participação, ainda no primeiro ano de faculdade, do IV Congresso de Pesquisadores/as Negros/as da Região Sul, o Copene Sul, em Jaguarão (RS), com o pôster “Foram 83 tiros: um estudo de agendamento sobre as mortes de Evaldo Rosa dos Santos e Luciano Macedo nos jornais Folha de S.Paulo e O Globo”. “A partir desse evento, passei a me reconhecer ainda mais como mulher preta e a direcionar minha atuação para a luta por um jornalismo antirracista que se tornou o meu norte durante a graduação”, destaca.</p>
<p>Enquanto estudante, Lavínia participou de projetos de ensino, da organização de evento sobre Jornalismo Antirracista, grupo de pesquisa e foi bolsista do Observatório de Comunicação Pública (OBCOMP). A professora Janaína Gomes, que acompanhou a trajetória da acadêmica enfatiza: “Lavínia descobriu sua identidade na universidade muito cedo. Da mesma forma o grande talento para a pesquisa e para um jornalismo mais profundo e comprometido socialmente”.</p>
<p>A universitária aprofundou seu estudo na temática no trabalho de conclusão de curso (TCC) “Como construir um jornalismo antirracista: compreensões, práticas e reflexões para jornalistas e estudantes”, orientado pelo professor Reges Schwab.“O objetivo foi refletir sobre caminhos para construir um jornalismo antirracista no Brasil”, lembra.&nbsp;</p>
<p>A partir da compreensão do racismo, da análise das práticas profissionais e da discussão sobre a relevância do tema para jornalistas e estudantes, o TCC discorreu sobre os caminhos para a construção de um jornalismo antirracista no país. Ao final do trabalho, Lavínia produziu um manual antirracista para jornalistas e estudantes da área. Já no estágio, ela retomou ao tema ao produzir a série de programas Faixa Preta, que discutiu temas como raça, escravidão, branqueamento, resistência, racismo e antirracismo.&nbsp;</p>
<p><i><b>Texto</b>: Maurício Dias</i></p><p><i><b>Fotos</b>: Arquivo Pessoal</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>2º Ciclo de Debates por um Jornalismo Antirracista ocorre nesta semana</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/08/30/2o-ciclo-de-debates-por-um-jornalismo-antirracista-ocorre-nesta-semana</link>
				<pubDate>Mon, 30 Aug 2021 11:58:42 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[ciências da comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Frederico Westphalen]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo antirracista]]></category>
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		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>

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						<description><![CDATA[Evento do Departamento de Ciências da Comunicação da UFSM Campus de Frederico Westphalen inicia na quarta (1º)]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>De quarta (1ª) a sexta-feira (3), às 19h, o Departamento de Ciências da Comunicação (Decom), da UFSM Campus de Frederico Westphalen, promove o 2º Ciclo de Debates Virtual, com o tema “Jornalismo Antirracista”. O objetivo é promover a discussão entre os estudantes e a comunidade sobre as vertentes e os desafios da imprensa negra, dos racismos nas plataformas digitais e as novas formas das mídias, levando em conta a proposta de construção de um jornalismo antirracista no Brasil. A iniciativa busca contribuir para a igualdade étnico-racial, na construção de uma comunicação diversa, plural e justa. A transmissão será realizada pelo canal Mão na Mídia UFSM no <a href="https://www.youtube.com/channel/UCmbF6QuzFUnKVnxeNU3K4UQ" target="_blank" rel="noopener">YouTube</a>.</p>
<p>Nesta segunda edição, o foco será nas plataformas digitais e midiáticas. A abertura, no dia 1º de setembro, contará com a presença da professora Karen Cristina Kraemer Abreu, representando a chefia do Departamento de Ciências da Comunicação da UFSM-FW, e da professora Leslie Sedrez Chaves, do Departamento de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Em seguida, haverá palestra sobre o tema “Racismo, algoritmos e plataformas sociodigitais”, com a participação do formando em Jornalismo William Martins (Unisinos), da professora Fernanda Carrera, pesquisadora da Universidade Federal Fluminense (UFF) e professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A mediação será do jornalista Ms. Ângelo Jorge Neckel, doutorando em Ciências da Comunicação (Unisinos).</p>
<p>No dia 2 de setembro, o tema será “Da imprensa às mídias negras: jornalismo, redes históricas e sociais”, reunindo o jornalista Dojival Vieira, fundador e editor da agência Afropress, fundada em 2007, e a jornalista Vera Daisy Barcellos, presidenta do Sindicato dos Jornalistas do RS. A mediação ficará a cargo do professor Deivison Moacir Cezar de Campos, da Universidade Luterana do Brasil (PPG Educação e Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas).</p>
<p>Na terceira noite, 3 de setembro, a mesa discutirá "Mídias negras: desafios do jornalismo antirracista", com o jornalista Antônio Junião, diretor de projetos especiais da Ponte Jornalismo, e a jornalista Alane Reis, da Revista Afirmativa, mestre em Comunicação pela Universidade Federal do Reconcavo Baiano (UFRB). Este debate será mediado pela professora Cláudia Herte de Moraes, jornalista e professora da UFSM/FW.</p>
<p>O evento é organizado pelo Curso de Jornalismo e pelo Programa Mão na Mídia - Educomunicação e Cidadania, em parceria com professores e pesquisadores das demais universidades: Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC); Universidade Luterana do Brasil (Ulbra); Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) e Universidade Federal do Pampa (Unipampa).</p>
<p>A ação tem apoio da Agência Íntegra e dos projetos de extensão Agência Da Hora e Comunicare RP, bem como apoio institucional do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas (Neabi) do Observatório dos Direitos Humanos da UFSM.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM-FW realiza Ciclo de Debates por um Jornalismo Antirracista até quinta (9)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/07/08/ufms-fw-realiza-ciclo-de-debates-por-um-jornalismo-antirracista-ate-quinta-9</link>
				<pubDate>Wed, 08 Jul 2020 13:31:51 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[agência íntegra]]></category>
		<category><![CDATA[ciências da comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Frederico Westphalen]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo antirracista]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>

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						<description><![CDATA[Desde terça (7) até quinta-feira (9), às 19h, o Departamento de Ciências da Comunicação (Decom), do campus de Frederico Westphalen, realiza debates com o tema “Jornalismo Antirracista”. O evento traz discussões sobre o combate ao racismo, como questão transversal na formação e nas práticas jornalísticas e no enfrentamento das desigualdades étnico-raciais históricas em nossa sociedade. Dando [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p dir="ltr">Desde terça (7) até quinta-feira (9), às 19h, o Departamento de Ciências da Comunicação (Decom), do campus de Frederico Westphalen, realiza debates com o tema “Jornalismo Antirracista”. O evento traz discussões sobre o combate ao racismo, como questão transversal na formação e nas práticas jornalísticas e no enfrentamento das desigualdades étnico-raciais históricas em nossa sociedade.</p>
<p>Dando continuidade à programação, nesta quarta (8), às 19h, o professor Deivison Moacir Cezar de Campos apresentará sua pesquisa sobre "Branquitude, Racismo e Mídia", considerando esta última o <em>locus</em> de manutenção e de disputa do sentido de ser negro/a no contemporâneo. Jornalista e pesquisador de mídia, relações étnico-raciais e decolonialidade, Deivison atua como professor do Programa de Pós-Graduação em Educação e dos cursos de comunicação da Ulbra. Também faz parte do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas (Neabi) e lidera o grupo de pesquisas Mídia e Complexidade nas Sociedades Contemporâneas na Universidade Luterana do Brasil (Ulbra). Também coordena a área acadêmica de Comunicação e Mídia da Associação Brasileira de Pesquisadores Negros (ABPN) e integra a direção da Associação Brasileira de Professores de Jornalismo (ABPJ). Recebeu o prêmio Carlos Santos da Câmara de Vereadores de Porto Alegre em 2018 pelo conjunto da pesquisa sobre a história do negro em Porto Alegre. O debate será mediado pelo Ms. Ângelo Jorge Neckel, jornalista vinculado ao Observatório de Comunicação Pública (Obcomp/UFRGS).</p>
<p>A última noite de evento (9) terá a presença das jornalistas e criadoras do site Entreviste um Negro (EuN), Helaine Martins e Karol Gomes. O EuN está lançando a campanha “Entreviste um Negro” que tem o objetivo de promover um debate público sobre a importância e responsabilidade do jornalismo na construção de um mundo livre de racismo. Ao longo do mês de julho, o projeto EuN se juntará a uma rede de jornalistas na produção de conteúdo especial sobre práticas de um jornalismo antirracista, lives com especialistas e profissionais da comunicação e atualização do banco de dados com fontes jornalísticas negras das mais diversas áreas. O Entreviste um Negro nasceu em 2015 como um banco de dados de fontes jornalísticas, mas com um diferencial: todos os/as especialistas são negros/as. Este debate será mediado pela professora Sátira Machado, jornalista e professora da Unipampa/Campus Jaguarão.</p>
<p dir="ltr">A transmissão pode ser acompanhada pelo canal da Agência Íntegra no <a href="https://bit.ly/AgênciaÍntegra" target="_blank" rel="noopener noreferrer">YouTube</a>.</p>
<p dir="ltr"><em>Fonte: Núcleo de Divulgação Institucional da UFSM-FW</em></p>
<p> </p>
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													</item>
						<item>
				<title>UFSM-FW promove Ciclo de Debates por um Jornalismo Antirracista</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/07/02/ufsm-fw-promove-ciclo-de-debates-por-um-jornalismo-antirracista</link>
				<pubDate>Thu, 02 Jul 2020 14:25:06 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Frederico Westphalen]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo antirracista]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>

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						<description><![CDATA[Nos dias 7, 8 e 9 de julho, às 19h, o Departamento de Ciências da Comunicação (DECOM), do campus de Frederico Westphalen, realizará um Ciclo de Debates virtual com o tema “Jornalismo Antirracista”. O evento tem o objetivo de promover a discussão entre estudantes e comunidade em torno da necessidade de um ensino de jornalismo [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p dir="ltr"><a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2020/07/ciclo-de-debates-luta-antirracista.jpg"><img class="alignright  wp-image-52749" src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2020/07/ciclo-de-debates-luta-antirracista.jpg" alt="" width="472" height="265" /></a>Nos dias 7, 8 e 9 de julho, às 19h, o Departamento de Ciências da Comunicação (DECOM), do campus de Frederico Westphalen, realizará um Ciclo de Debates virtual com o tema “Jornalismo Antirracista”. O evento tem o objetivo de promover a discussão entre estudantes e comunidade em torno da necessidade de um ensino de jornalismo que tenha como premissa a igualdade étnico-racial e colabore para a construção de um campo da comunicação mais inclusivo e justo, incorporando cada vez mais em suas atividades diárias as várias vozes que fazem parte da população brasileira.</p>
<p dir="ltr">A iniciativa foi inspirada pelo banco de dados de fontes jornalísticas <a href="http://www.entrevisteumnegro.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.entrevisteumnegro.com.br&amp;source=gmail&amp;ust=1593785198339000&amp;usg=AFQjCNGM_iMdCkfXL6d3HiNqRuRG76q5bQ">Entreviste um Negro</a>, composto majoritariamente por especialistas negros/as e está unindo as disciplinas Fotografia e Sociedade, Políticas Públicas em Comunicação, Produção de Sentidos, Laboratório de Mídias Digitais, Redação em Relações Públicas, além dos projetos de extensão Agência Da Hora e Comunicare RP e Agência Íntegra.</p>
<p dir="ltr">De acordo com os organizadores do evento, "compreendemos que as fontes estão na base da construção das notícias. Elas podem garantir credibilidade à matéria, quando são especializadas em alguma área do conhecimento ou quando respondem por alguma instituição oficial na estrutura da sociedade. Mas, acima de tudo, elas constroem nossa história quando se admite que o jornalismo produz conhecimento sobre o mundo em sua volta. Nesse sentido, ajudam a elucidar ou perpetuar problemas sociais, na medida em que têm condições de estabelecer pontos de vistas sobre um mesmo fato. Por isso, as fontes jornalísticas importam, assim como as “Vidas negras importam” tanto nesta discussão".</p>
<p dir="ltr">A abertura do evento será feita na próxima terça-feira (07) pela professora Sátira Machado, jornalista e professora da Unipampa/Campus Jaguarão. Na sequência, haverá o primeiro debate sobre questões a respeito do racismo estrutural e o feminismo negro desenvolvidas no Curso de Combate ao Racismo, promovido pela Pró-reitoria de Gestão de Pessoas da UFSM. O curso, oferecido para servidores, está em sua terceira edição e é ministrado pelos servidores Victor De Carli Lopes e Sthefanny Saldanha de Oliveira. Victor é mestre em História pela UFSM e coordena o Observatório de Direitos Humanos da UFSM. Sthefanny é bacharela em Letras pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), tradutora e pesquisadora do discurso, gênero e raça. A mediação será feita pela professora Leslie Sedrez Chaves, jornalista, professora e chefe do Departamento de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).</p>
<p dir="ltr">No dia seguinte (8), o professor Deivison Moacir Cezar de Campos apresentará a pesquisa sobre Branquitude, Racismo e Mídia, considerando esta última o locus de manutenção e de disputa do sentido de ser negro/a no contemporâneo. Jornalista e pesquisador de mídia, relações étnico-raciais e decolonialidade, Deivison atua como professor do Programa de Pós-Graduação em Educação e dos cursos de comunicação da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra). Também faz parte do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas (NEABI) e lidera o grupo de pesquisas Mídia e Complexidade nas Sociedades Contemporâneas na Ulbra. Recebeu o prêmio Carlos Santos da Câmara de Vereadores de Porto Alegre em 2018 pelo conjunto da pesquisa sobre a história do negro em Porto Alegre. O debate será mediado pelo Ms. Ângelo Jorge Neckel, jornalista vinculado ao Observatório de Comunicação Pública (OBCOMP/UFRGS).</p>
<p dir="ltr">A última noite de evento (9) terá a presença das jornalistas e criadoras do site Entreviste um Negro (EuN), Helaine Martins e Karol Gomes. O EuN está lançando a campanha “Entreviste um Negro” que tem o objetivo de promover um debate público sobre a importância e responsabilidade do jornalismo na construção de um mundo livre de racismo. Ao longo do mês de julho, o projeto EuN se juntará a uma rede de jornalistas na produção de conteúdo especial sobre práticas de um jornalismo antirracista, lives com especialistas e profissionais da comunicação e atualização do banco de dados com fontes jornalísticas negras das mais diversas áreas. O Entreviste um Negro nasceu em 2015 como um banco de dados de fontes jornalísticas, mas com um diferencial: todos os/as especialistas são negros/as. Este debate será mediado pela professora Sátira Machado, jornalista e professora da Unipampa/Campus Jaguarão.</p>
<p dir="ltr">O debate poderá ser acompanhado no <a href="https://www.youtube.com/channel/UC7wi6w_zbspeC1GGB2RZo8Q" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.youtube.com/channel/UC7wi6w_zbspeC1GGB2RZo8Q&amp;source=gmail&amp;ust=1593785198339000&amp;usg=AFQjCNEJ_BLu9OAtT_mzVk5bDd3EcAr3sg">Canal da Agência Íntegra, no Youtube.</a></p>
<p dir="ltr"><em>Texto: Assessoria de Comunicação da UFSM/FW</em></p>
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