<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>		<rss version="2.0"
			xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
			xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
			xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
			xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
			xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
			xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
					>

		<channel>
			<title>UFSM - Feed Customizado RSS</title>
			<atom:link href="https://www.ufsm.br/busca?rss=true&#038;tags=kaingang-pt" rel="self" type="application/rss+xml" />
			<link>https://www.ufsm.br</link>
			<description>Universidade Federal de Santa Maria</description>
			<lastBuildDate>Sat, 04 Apr 2026 03:51:18 +0000</lastBuildDate>
			<language>pt-BR</language>
			<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
			<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<generator>https://wordpress.org/?v=6.9</generator>

<image>
	<url>/app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico</url>
	<title>UFSM</title>
	<link>https://www.ufsm.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
						<item>
				<title>UFSM desenvolve projeto com comunidade Kaingang</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/11/07/estudante-de-pedagogia-da-ufsm-desenvolve-projeto-com-indigenas-kaingang</link>
				<pubDate>Fri, 07 Nov 2025 15:13:16 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[comunidade kaingang]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[kaingang]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=71300</guid>
						<description><![CDATA[Atividades contemplam região de Frederico Westphalen]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/IMG_0187-1024x683.jpg" alt="Foto colorida horizontal. Ao centro, o tronco alto do que já foi uma árvore sustenta a estrutura Kaingang central. Feixes de luz passam pelo teto circular, que não está totalmente coberto." />											<figcaption>Local aonde os Kaingang contaram suas histórias</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/IMG_0185-1-1-1024x683.jpg" alt="Foto colorida horizontal. Ao centro, indígenas Kaingang preparam a carne numa fogueira cercada por tijolos." />											<figcaption>Mulheres Kaingang preparam o alimento </figcaption>
										</figure>
		<p>“Um dos principais responsáveis pela destruição das culturas indígenas foi propriamente o Estado brasileiro”, afirma o mestre em Sociologia pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel), Carlos Eduardo da Silva Ribeiro. Professor do Departamento de Ciências da Comunicação da Universidade Federal de Santa Maria - campus Frederico Westphalen, ele participa do projeto de extensão “Memórias de Resistência Kaingang: a Voz dos Anciãos”. A proposta busca documentar o conhecimento oral dos indígenas Kaingang em escrito.</p>
<p>A iniciativa resulta de um diálogo contínuo entre a comunidade Kaingang da região e a universidade, segundo a coordenadora do projeto, Aline Ferrão Custódio Passini. Desde 2014, os indígenas reivindicam formações. Em 2019, teve início Licenciatura em Educação Indígena na modalidade EAD. Com a boa procura, em 2025 foi criado o curso presencial de Licenciatura Intercultural Indígena. Ambas as graduações são coordenadas por Aline, que atua no Departamento de Engenharia e Tecnologia Ambiental.</p>
<p>A docente, que também é estudante de Pedagogia pela UFSM, uniu o interesse pelo meio ambiente ao ensino, já que os registros podem servir para o Trabalho de Conclusão de Curso. “A universidade pública entra como mediadora. A gente coleta essas informações, transforma em material pedagógico que vai ser utilizado nas escolas indígenas e, geralmente, esse material é bilíngue”, explica. Para ela, preservar o conhecimento indígena é impedir o esquecimento da história do Rio Grande do Sul e do Brasil.&nbsp;</p>
<p>O professor Carlos tem uma visão um pouco diferente e define o papel da instituição como paradoxal. Por um lado, registros, museus e trabalhos acadêmicos contribuem para preservar a cultura indígena pela escrita. Por outro, corre-se o risco de colocar o indígena numa posição de integração. Ele recorda o período da ditadura militar brasileira, de 1964 a 1985, em que o indígena era incentivado a falar português, ser cristão, ir à escola, trabalhar e aprender o hino nacional.&nbsp; &nbsp;</p>
<p>“No momento em que tu acabar com o indígena, significa que a terra dele está disponível para algum fazendeiro, sabe?”, comenta Carlos. Em 2023, apesar de declarar inconstitucional a Lei do Marco Temporal, que estabelece a demarcação de terras ocupadas somente até 5 de outubro de 1988, o Supremo Tribunal Federal (STF) foi favorável à indenização de proprietários que viessem a ter terras demarcadas. No mesmo ano, o Congresso Nacional aprovou a lei e reacendeu disputas judiciais.&nbsp;</p>
<h3><b>A visita à aldeia</b></h3>
<p>No dia 11 de setembro de 2025, os dois docentes visitaram a aldeia Pinhalzinho, localizada em Planalto (RS). Com o auxílio de dois estudantes, realizaram vídeos e fotos dos anciãos, líderes que preservam a memória e conhecimento tradicional, e seu povo. Em dia de sol sem nuvens, a gravação ocorreu das 8h30 às 15h.&nbsp;</p>
<p>Na maior parte do tempo, o estudante do 2° semestre de Jornalismo operou a filmadora em movimento, enquanto o do 8° semestre cuidou da câmera fixa. O gravador de áudio ficou a cargo do professor Carlos, já Aline utilizou o celular para mais registros audiovisuais. Durante a captação, eles precisaram enfrentar o calor do ambiente, ardência nos olhos graças à fumaça das fogueiras, insetos e a perda de bateria dos próprios equipamentos. Os Kaingang, porém, os acolheram com a comida.&nbsp;</p>
<p>Os materiais obtidos formam o que o professor Carlos chama de arquivo. Graduado em cinema, ele pontua que vários documentários históricos são feitos a partir da montagem de arquivos. “Muito do que se faz em documentário contemporaneamente com povos indígenas tende a ser uma construção colaborativa com o povo da aldeia”, relembra.&nbsp;</p>
<p>Com previsão de durar até o final de 2027, o projeto deve englobar também as cidades de Iraí, Tenente Portela, Muliterno, Redentora, Lajeado do Bugre, Nonoai, Carazinho e Vicente Dutra. Entre os principais desafios, estão os recursos humanos e financeiros.&nbsp;&nbsp;</p>
<p><i><strong>Texto e fotos</strong>: Jônathas Grunheidt, acadêmico de Jornalismo, estagiário na Agência de Notícias</i></p>
<p><i><strong>Edição</strong>: Maurício Dias</i></p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/IMG_0189-1024x683.jpg" alt="Foto colorida horizontal. À direita, na parte de baixo da foto, uma garota sozinha no meio do campo. Ela olha para o chão de areia. Ao redor, o campo está cercado por estacas de madeira, postes e árvores e grama." />											<figcaption>O campo de futebol da aldeia
</figcaption>
										</figure>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM realiza aulas inaugurais dos Cursos Básicos de Língua Kaingang e Guarani com participação aberta ao público</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/08/01/ufsm-realiza-aulas-inaugurais-dos-cursos-basicos-de-lingua-kaingang-e-guarani-com-participacao-aberta-ao-publico</link>
				<pubDate>Fri, 01 Aug 2025 18:51:05 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[guarani]]></category>
		<category><![CDATA[kaingang]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=69980</guid>
						<description><![CDATA[Aulas inaugurais dos cursos de Kaingang e Guarani serão realizadas em formato híbrido e abertas ao público]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="273" data-end="554">A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) convida a comunidade acadêmica e o público em geral para as aulas inaugurais dos Cursos Básicos de Língua Kaingang e de Língua Guarani, que serão realizadas de forma híbrida, com transmissão online e presença no campus, sempre às 17h30.</p>
<p data-start="556" data-end="887">A Aula Inaugural do Curso de Língua Kaingang ocorre no dia 4 de agosto de 2025 (segunda-feira), enquanto a Aula Inaugural do Curso de Língua Guarani será no dia 6 de agosto (quarta-feira). Para participar, não é necessário estar inscrito nos cursos. Interessados devem preencher o formulário específico para cada atividade:</p>
<ul data-start="889" data-end="1057">
<li data-start="889" data-end="974">
<p data-start="891" data-end="974"><a class="" href="https://forms.gle/kFfox4LSdXWpUmRb9" target="_new" rel="noopener" data-start="891" data-end="972">Inscrição – Aula Inaugural Língua Kaingang</a></p>
</li>
<li data-start="975" data-end="1057">
<p data-start="977" data-end="1057"><a class="" href="https://forms.gle/9kpsNZHCGMYuC4cx8" target="_new" rel="noopener" data-start="977" data-end="1057">Inscrição – Aula Inaugural Língua Guarani</a></p>
</li>
</ul>
<p data-start="1059" data-end="1328">A iniciativa é promovida pela Coordenadoria de Ações Educacionais (CAEd/PROGRAD) e pela Subdivisão de Ações Afirmativas Sociais, Étnico-Raciais e Indígenas, como parte das ações de valorização das línguas indígenas e da promoção da diversidade cultural na universidade.</p>
<p data-start="1330" data-end="1583">As inscrições para os cursos continuam abertas até 4 de agosto. As aulas regulares serão realizadas online: o curso de Língua Kaingang terá encontros às segundas e terças-feiras, e o de Língua Guarani às quartas e sextas-feiras, sempre das 17h30 às 19h.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM oferece cursos básicos de Língua Kaingang e Guarani com aulas online a partir de agosto</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/07/29/ufsm-oferece-cursos-basicos-de-lingua-kaingang-e-guarani-com-aulas-online-a-partir-de-agosto</link>
				<pubDate>Tue, 29 Jul 2025 15:45:19 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[caed]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[guarani]]></category>
		<category><![CDATA[kaingang]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=69939</guid>
						<description><![CDATA[Inscrições para os cursos gratuitos seguem até 4 de agosto]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="248" data-end="563">Estão abertas, até o dia 4 de agosto de 2025, as inscrições para os Cursos Básicos de Língua Kaingang e Língua Guarani promovidos pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), por meio da Coordenadoria de Ações Educacionais (CAEd/PROGRAD) e da Subdivisão de Ações Afirmativas Sociais, Étnico-Raciais e Indígenas.</p>
<p data-start="565" data-end="877">As aulas serão realizadas de forma online, com início na primeira semana de agosto. O curso de Língua Kaingang começa no dia 4 de agosto e terá encontros às segundas e terças-feiras, das 17h30 às 19h. Já o curso de Língua Guarani inicia no dia 6 de agosto, com aulas às quartas e sextas-feiras, no mesmo horário.</p>
<p data-start="879" data-end="967">As inscrições são gratuitas, abertas ao público em geral e devem ser realizadas por meio dos formulários eletrônicos:</p>
<ul data-start="969" data-end="1115">
<li data-start="969" data-end="1043">
<p data-start="971" data-end="1043"><a class="" href="https://forms.gle/boVKT5zRcmCB2b2r8" target="_new" rel="noopener" data-start="971" data-end="1041">Curso Básico de Língua Kaingang</a></p>
</li>
<li data-start="1044" data-end="1115">
<p data-start="1046" data-end="1115"><a class="" href="https://forms.gle/LMgZQumbBM7ys4Tr7" target="_new" rel="noopener" data-start="1046" data-end="1115">Curso Básico de Língua Guarani</a></p>
</li>
</ul>
<p data-start="1117" data-end="1241">A iniciativa faz parte das ações de valorização das línguas indígenas e de promoção da diversidade cultural na universidade.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM realiza aulas inaugurais dos cursos de línguas Guarani e Kaigang</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/04/12/ufsm-realiza-aulas-inaugurais-dos-cursos-de-linguas-guarani-e-kaigang</link>
				<pubDate>Mon, 12 Apr 2021 13:14:09 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[ações afirmativas indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[caed]]></category>
		<category><![CDATA[guarani]]></category>
		<category><![CDATA[kaingang]]></category>
		<category><![CDATA[Prograd]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=55506</guid>
						<description><![CDATA[A Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), a Coordenadoria de Ações Educacionais (Caed) e a Subdivisão de Ações Afirmativas Sociais, Étnico-Raciais e Indígenas da UFSM promovem nesta semana as aulas inaugurais dos cursos básicos de Guarani e Kaigang, abertas à comunidade externa. A aula inaugural do curso básico de Língua Guarani ocorre nesta segunda-feira (12), às 17h, [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>A Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), a Coordenadoria de Ações Educacionais (Caed) e a Subdivisão de Ações Afirmativas Sociais, Étnico-Raciais e Indígenas da UFSM promovem nesta semana as aulas inaugurais dos cursos básicos de Guarani e Kaigang, abertas à comunidade externa.</p>
<p>A aula inaugural do curso básico de Língua Guarani ocorre nesta segunda-feira (12), às 17h, com transmissão pelo <a href="https://youtu.be/WBQvp4rmzXU" target="_blank" rel="noopener">YouTube</a> da Prograd. Participam o professor e líder Guarani Jonata Benites e o estudante da etnia Sérgio Duarte, com mediação de Rosane Brum Mello.</p>
<div dir="ltr">
<div>Já a aula inaugural do curso básico de Língua Kaingang será realizada na terça-feira (13), às 17h, também com transmissão pelo <a href="https://youtu.be/54glkrmbCXI" target="_blank" rel="noopener">YouTube</a> da Prograd. Haverá a participação de Adilson Policena, Carlos Charque e João Paulino da Silva, todos representantes da Terra Indígena de Inhacorá, com mediação de Rosane Brum Mello.</div>
</div>
<div dir="ltr"> </div>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM Inaugura Casa do Estudante Indígena</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2018/12/14/ufsm-inaugura-casa-do-estudante-indigena</link>
				<pubDate>Fri, 14 Dec 2018 19:01:52 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Casa do Estudante Indígena]]></category>
		<category><![CDATA[Guarani Mbya]]></category>
		<category><![CDATA[kaingang]]></category>
		<category><![CDATA[Kayowa]]></category>
		<category><![CDATA[Políticas afirmativas]]></category>
		<category><![CDATA[povos indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[Processo Seletivo Indígena]]></category>
		<category><![CDATA[terena]]></category>
		<category><![CDATA[tupinikim]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Xakriabá]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=46078</guid>
						<description><![CDATA[A Universidade Federal de Santa Maria inaugurou nesta sexta-feira (14) a Casa do Estudante Indígena&nbsp;Augusto Ópẽ da Silva.&nbsp;Participaram do ato a representação estudantil indígena da UFSM, lideranças indígenas do Rio Grande do Sul, Funai, o vice-reitor Luciano Schuch e representantes de pró-reitorias e setores da universidade. A casa fica localizada&nbsp; ao lado do Centro de [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"id":46086,"align":"right","width":327,"height":217,"linkDestination":"media"} -->
<div class="wp-block-image"><figure class="alignright is-resized"><a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2018/12/MG_8969.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2018/12/MG_8969-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-46086" width="327" height="217" /></a><figcaption>Inauguração do primeiro bloco teve celebração dos estudantes e lideranças indígenas.</figcaption></figure></div>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A Universidade Federal de Santa Maria inaugurou nesta sexta-feira (14) a Casa do Estudante Indígena&nbsp;Augusto Ópẽ da Silva.&nbsp;Participaram do ato a representação estudantil indígena da UFSM, lideranças indígenas do Rio Grande do Sul, Funai, o vice-reitor Luciano Schuch e representantes de pró-reitorias e setores da universidade. A casa fica localizada&nbsp; ao lado do Centro de Educação Física e Desportos (CEFD), no campus de Santa Maria.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O bloco inaugurado possui três andares, com uma área total de 1.244,16 m². A casa oferece 96 vagas de moradia, exclusiva para estudantes indígenas,&nbsp; e capacidade para abrigar 96 estudantes. Finalizada no início de 2018,&nbsp; Casa do Estudante Indígena já está sendo ocupada por 66 acadêmicos desde março, oriundos de sete povos originários: Guarani Mbya, Kayowa, Kaingang, Terena, Xakriabá eTupinikim.&nbsp; Foram investidos na construção e no mobiliário da casa aproximadamente R$ 1,8 milhão. O projeto ainda prevê a construção futura de mais três blocos semelhantes no espaço.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A cerimônia foi marcada por apresentações culturais e celebração, que começou na quinta-feira (13), com recepção das lideranças indígenas e ritual kaingang. Já na cerimônia inaugural, lideranças indígenas e representantes da universidade afirmaram que a&nbsp; casa é resultado direto das políticas afirmativas que, desde 2008, visam o acesso da população indígena à Universidade, a permanência e formação dos estudantes indígenas, que tem cumprido o papel de garantir e aprofundar a diversidade dentro das instituições públicas de ensino superior brasileiras.&nbsp;&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":45973,"align":"left","width":292,"height":194,"linkDestination":"media"} -->
<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft is-resized"><a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2018/12/MG_2492.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2018/12/MG_2492-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-45973" width="292" height="194" /></a><figcaption>Bloco inaugurado tem capacidade para 96 pessoas. Atualmente, 66 estudantes indígenas vivem na casa.</figcaption></figure></div>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>&nbsp;A Casa do Estudante Indígena foi colocada em pauta em 2014 pela Comissão de Implementação e Acompanhamento do Programa Permanente de Formação de Acadêmicos Indígenas (CIAPPFAI), e a aprovação do projeto aconteceu em 2015. De acordo com Rodrigo Mariano, estudante de Direito da UFSM e liderança estudantil indígena, a conquista do espaço é resultado de mais de 10 anos de reivindicações e articulações entre povos originários, universidades e poder público: "Esta casa não é um favor, é uma conquista dos indígenas, com várias etapas, desde a concepção das políticas, até a ocupação da Reitoria em 2014", afirmou. Este processo de luta resultou na política de vagas para estudantes indígenas, o processo seletivo indígena e se consolida na inauguração da casa. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Augusto Ópẽ da Silva: um legado para os estudantes indígenas </strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Uma liderança indígena decisiva neste processo na UFSM foi o líder kaingang Augusto Ópẽ da Silva, falecido em 2014. Oriundo da comunidade kaingang de Iraí, Antônio foi uma liderança destacada na luta indígena em diversos lugares do estado e do país, principalmente em Santa Maria. Em 2008, criou a CIAPPFAI , comissão que deste então coloca em pauta na universidade todas as reivindicações dos povos originários. A Casa do Estudante Índigena foi nomeada em homenagem à Antônio Ópẽ, como um sinal de reconhecimento à liderança decisiva nas conquistas dos estudantes indígenas. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":46089,"align":"right","width":354,"height":235} -->
<div class="wp-block-image"><figure class="alignright is-resized"><img src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2018/12/MG_8914-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-46089" width="354" height="235" /><figcaption>Cacique Natanael Claudino (esquerda), presidente da CIAPPFAI, e Rodrigo Mariano, liderança estudantil indígena</figcaption></figure></div>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O atual presidente da Comissão, o cacique Natanael Claudino, destacou a liderança e a filosofia de Augusto Ópẽ: "As universidades estão em um processo de construção. Elas estarão prontas quando começarem a trabalhar as diferenças. Estamos começando a construir uma universidade aberta para todos", afirmou. Natanael destacou  a necessidade da comunidade acadêmica conviver e conhecer os estudantes indígenas, para que compreenda as suas reivindicações. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O cacique Natanael chamou a atenção para o crescimento da presença indígena na UFSM durante um processo que começou há apenas dez anos: Em 2008, o número de vagas para estudantes indígenas era de apenas três. Atualmente, 66 estudantes indígenas ocupam a Casa. De acordo com o pró-reitor substituto da Pró-reitoria de Graduação, Jerônimo Tybusch, há um total de 80 estudantes indígenas, entre moradores da Casa e estudantes que vivem nas aldeias da região. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Em 2018 foram abertas 23 vagas para o Processo Seletivo Indígena, com uma vaga para o campus de Frederico Westphalen e uma vaga para Palmeira das Missões.&nbsp; "66 pode ser um número pequeno comparado com a amplitude da UFSM, mas antropologicamente é um número enorme por tudo que significa em representatividade", lembrou o professor Ascísio Pereira, da Pró-Reitoria de Extensão.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Atualmente, os estudantes indígenas estão em diferentes cursos de graduação, como Direito, Educação Física, Matemática e Pedagogia, chegando até na pós-graduação, com um estudante de mestrado no Centro de Ciências Rurais da UFSM. Segundo o cacique Natanael, as vagas para estudantes indígenas são debatidas numa articulação entre Universidade e os diferentes povos originários, que reivindicam vagas em cursos específicos, de acordo com as demandas das aldeias. O próximo passo é a articulação política para vagas nos cursos de pós-graduação.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":46085,"align":"left","width":266,"height":399,"linkDestination":"media"} -->
<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft is-resized"><a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2018/12/MG_8963.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2018/12/MG_8963-683x1024.jpg" alt="" class="wp-image-46085" width="266" height="399" /></a><figcaption>kujà Jorge Kagnãg Garcia, líder espiritual indígena</figcaption></figure></div>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A cerimônia de inauguração ainda teve a presença de lideranças indígenas de diferentes povos. Os representantes foram unânimes em celebrar a conquista, mas também de que é apenas um primeiro passo: "é uma confraternização pelo primeiro passo dado como resultado&nbsp; de luta para que os filhos da nossa terra tenham atendimento de qualidade e para que se sintam dentro de suas próprias aldeias", afirmou o representante da Reserva da Guarita, Osmar Maurício Sales.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Continuação do projeto da Casa Indígena aguarda recursos federais&nbsp;</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O vice-reitor da UFSM, Luciano Schuch, destacou que a Casa do Estudante Indígena da UFSM é um projeto audacioso, que marca a presença indígena na instituição. Reafirmou o compromisso da UFSM com a diversidade e a necessidade de lutar por políticas públicas de acesso ao Ensino Superior, pois é necessário que a sociedade reflita dentro da Universidade. O vice-reitor ainda destacou o trabalho das incubadoras Social e Tecnológica da UFSM e do PET Índigena.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Já o pró-reitor de Assuntos Estudantis, professor Clayton Hillig afirmou que, para além do reconhecimento dos povos originários, a Universidade, com seus laboratórios e infraestrutura, tem muito conhecimento a ser adquirido em diálogo com os estudantes indígenas: "os laboratórios de Engenharia podem aprender muito sobre bio construção, a Agronomia sobre plantas medicinais, a Química, com os compostos das ervas usadas nos rituais".&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Também participaram da cerimônia de inauguração, a chefe do Núcleo de Ações Ações Afirmativas Sociais, Étnico-Raciais e Indígenas da UFSM, Rosane Brum Melo e a representante da Funai, Maria Inês de Freitas.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>De acordo com Luciano Schuch, o futuro do projeto de ampliação da Casa do Estudante Indígena da UFSM ainda depende da liberação de recursos federais.&nbsp; A proposta da Universidade é construir outros três prédios semelhantes, na mesma área, dispostos em forma de círculo, simulando uma aldeia indígena. A área central, entre as edificações, seria destinada à realização de rituais e usada como espaço de convivência. Apesar de projetadas, as obras dos demais blocos ainda não tem previsão de execução.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Reportagem: Davi dos Santos Pereira<br>Fotografias: Andressa Menezes</em><br><br></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM inaugura Casa do Estudante Indígena nesta sexta-feira (14)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2018/12/10/ufsm-inaugura-casa-do-estudante-indigena-nesta-sexta-feira-14</link>
				<pubDate>Mon, 10 Dec 2018 17:35:08 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[ações afirmativas indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[casa estudante indígena]]></category>
		<category><![CDATA[indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[kaingang]]></category>
		<category><![CDATA[moradia universitária]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=45972</guid>
						<description><![CDATA[A Universidade Federal de Santa Maria realiza nesta sexta-feira (14) a cerimônia de inauguração da Casa do Estudante Indígena &#8211; Augusto Ópẽ da Silva. O ato está marcado para às 11h, junto ao primeiro bloco da moradia indígena, localizado à esquerda do Centro de Educação Física e Desportos (CEFD), no campus sede, em Camobi. Estarão [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
[caption id="attachment_45973" align="alignleft" width="450"]<img class="wp-image-45973" src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2018/12/MG_2492.jpg" alt="Dois prédios cinzas de três andares " width="450" height="300" /> Moradia indígena, situada próxima ao CEFD, tem 96 vagas[/caption]
<p>A Universidade Federal de Santa Maria realiza nesta sexta-feira (14) a cerimônia de inauguração da Casa do Estudante Indígena - Augusto Ópẽ da Silva. O ato está marcado para às 11h, junto ao primeiro bloco da moradia indígena, localizado à esquerda do Centro de Educação Física e Desportos (CEFD), no campus sede, em Camobi. Estarão presentes lideranças indígenas e universitárias.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A programação de inauguração começa na quinta-feira (13) à noite, com a recepção de lideranças indígenas, ritual Kaingang e reunião com a presença do coordenador da Comissão de Implementação e Acompanhamento do Programa Permanente de Formação de Acadêmicos Indígenas (CIAPFAI), representantes das aldeias e coletivo indígena. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Na sexta-feira (14), a cerimônia inicia às 11h com o Hino Nacional cantado em Kaingang, pelo acadêmico Josias Vitorino. Em seguida, haverá uma apresentação de dança, pelo coletivo indígena, e o pronunciamento das autoridades presentes. À tarde, caciques e lideranças estudantis reúnem-se para a articulação das demandas dos estudantes indígenas a serem apresentadas ao reitor.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O bloco de moradia estudantil indígena tem três andares e doze apartamentos mobiliados, cada um com quatro quartos, um banheiro, uma sala e uma cozinha. Com uma área total de 1.244,16 m², a casa oferece 96 vagas de moradia, exclusiva para estudantes indígenas. O valor total investido na construção e na mobília dos apartamentos foi de aproximadamente R$ 1,8 milhão. Finalizado no início de 2018, o bloco foi entregue aos estudantes indígenas ainda no primeiro semestre. Atualmente, residem no local 74 moradores, entre eles filhos dependentes de estudantes indígenas. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Este é o primeiro bloco de um projeto ampliado de moradia estudantil indígena na UFSM, idealizado em 2015. A proposta da Universidade é construir outros três prédios semelhantes, na mesma área, dispostos em forma de círculo, simulando uma aldeia indígena. A área central, entre as edificações, seria destinada à realização de rituais e usada como espaço de convivência. Apesar de projetadas, as obras dos demais blocos ainda não tem previsão de execução.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Texto: Assessoria de Comunicação do Gabinete do Reitor</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Foto: Marcos Oliveira</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Comunidades ressaltam importância de cursos das línguas kaingang e guarani na UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2018/12/03/comunidades-ressaltam-importancia-de-cursos-das-linguas-kaingang-e-guarani-na-ufsm</link>
				<pubDate>Mon, 03 Dec 2018 14:16:56 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[ensino de línguas]]></category>
		<category><![CDATA[guarani]]></category>
		<category><![CDATA[idiomas]]></category>
		<category><![CDATA[indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[kaingang]]></category>
		<category><![CDATA[povos indígenas]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=45833</guid>
						<description><![CDATA[O Núcleo de Ações Afirmativas Sociais, Étnico-Raciais e Indígenas da Coordenadoria de Ações Educacionais da UFSM (CAED) ofereceu, neste ano, os Cursos Básicos das Línguas Guarani e Kaingang. As aulas tiveram início em outubro e seguem até o dia 17 de dezembro.  O objetivo é interagir com a cultura, além de desenvolver aspectos da oralidade e [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
[caption id="attachment_45835" align="alignleft" width="350"]<img class="wp-image-45835" src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2018/12/IMG_20181128_171932029_HDR.jpg" alt="Homem em pé em frente a quadro branco explica conteúdo para oito pessoas sentadas" width="350" height="263" /> Aulas de kaingang reúnem indígenas de três etnias distintas[/caption]
<p>O Núcleo de Ações Afirmativas Sociais, Étnico-Raciais e Indígenas da Coordenadoria de Ações Educacionais da UFSM (CAED) ofereceu, neste ano, os Cursos Básicos das Línguas Guarani e Kaingang. As aulas tiveram início em outubro e seguem até o dia 17 de dezembro. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O objetivo é interagir com a cultura, além de desenvolver aspectos da oralidade e da escrita dos idiomas. Segundo a CAED, a previsão é que os cursos sejam ofertados em 2019, com outros níveis de aprendizado. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Conforme dados do <a href="http://www.portalkaingang.org/lgua_kaingang.pdf">Portal Kaingang</a>, uma das línguas com maior número de falantes no Brasil é o kaingang. O povo dessa etnia está espalhado em dezenas de áreas nos três estados do Sul do Brasil e do interior de São Paulo, totalizando mais de 25 mil pessoas.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>As aulas de kaingang são voltadas para indígenas que pertencem à etnia, mas também há alunos dos povos xacriabá e terena. Para o professor Natanael Claudino, ensinar o kaingang na UFSM é uma oportunidade de reafirmar a cultura e seus aspectos linguísticos. “A experiência está sendo bem gratificante. A metodologia que eu estou usando é a alfabetização. Não é porque eu sei falar o kaingang que eu sei escrever. E essa é a maior dificuldade dos alunos. Eles perderam totalmente a noção da fala, entendem quando eu converso em kaingang, mas ainda me respondem em português”, explica o professor.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O acadêmico Daniel Fernando Sales, do curso de Medicina, teve interesse em frequentar as aulas para reaprender o kaingang. “O básico eu já sabia, mas perdi com o passar do tempo. O curso é muito bom. Eu já tenho noção de fala, mas faltava um estímulo para aprender a escrever. É um aprendizado que nunca se esgota, uma língua muito interessante”, enfatiza.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
[caption id="attachment_45836" align="alignleft" width="350"]<img class="wp-image-45836" src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2018/12/IMG_20181129_170817428_HDR.jpg" alt="Homem escreve no quadro enquanto alunos observam" width="350" height="263" /> Aulas de guarani foram abertas à comunidade em geral[/caption]
<p>O curso de Guarani, diferentemente do de kaingang, foi aberto para toda a comunidade acadêmica. Para o  professor Jonata Benites, o espaço oferecido pela UFSM é uma forma da cultura guarani estar mais presente no universo acadêmico. “É importante, para a nação guarani, a UFSM dar esse espaço. Por mais que vivemos em um mundo diferente, nós temos os mesmos objetivos, que é alcançar a formação”, ressalta.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O técnico em administração José Máximo Noya, do Centro de Ciências Rurais (CCR), elogia o curso de guarani e afirma que pretende continuar os estudos da língua. “O professor tem uma ótima didática. Ele consegue transmitir muito bem o conhecimento. A dificuldade maior é com as pronúncias. Mas estamos aprendendo”, comenta.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Texto e fotos: Luana Giazzon, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Edição: Maurício Dias</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
					</channel>
        </rss>
        