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				<title>UFSM dá início à recuperação ambiental da Sanga Lagoão do Ouro</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/06/18/ufsm-da-inicio-a-recuperacao-ambiental-da-sanga-lagoao-do-ouro</link>
				<pubDate>Wed, 18 Jun 2025 11:08:34 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[corrego lagoão do ouro]]></category>
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						<description><![CDATA[Técnicas de engenharia natural e cooperação entre laboratórios marcam ação sustentável no campus sede]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Se você passou recentemente pelo Prédio 26 do Centro de Ciências da Saúde da UFSM, talvez tenha notado máquinas em operação, equipes trabalhando no solo e uma movimentação diferente às margens do curso d’água que corta o campus. Essa movimentação tem um motivo: a Sanga Lagoão do Ouro está passando por uma importante obra de recuperação ambiental.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->		
										<figure>
											<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/06/Recuperacao-Ambiental-da-Sanga-Lagoao-do-Ouro.jpg" data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-title="Recuperação Ambiental da Sanga Lagoão do Ouro" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjY5NTYxIiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjVcLzA2XC9SZWN1cGVyYWNhby1BbWJpZW50YWwtZGEtU2FuZ2EtTGFnb2FvLWRvLU91cm8uanBnIn0%3D">
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											<figcaption>Mapa da área de intervenção na Sanga Lagoão do Ouro</figcaption>
										</figure>
		<p>A intervenção faz parte de um projeto que utiliza técnicas sustentáveis de engenharia natural para conter a erosão, recuperando as margens com vegetação nativa e materiais locais.</p>
<p>A execução da obra de recuperação ambiental da Sanga Lagoão do Ouro está sendo conduzida pelo Setor de Planejamento Ambiental da Pró-Reitoria de Infraestrutura (PROINFRA). O projeto técnico foi elaborado pelo Laboratório de Engenharia Natural (LabEn), do Departamento de Ciências Florestais, a partir de uma demanda da própria PROINFRA.</p>
<p>A iniciativa integra as exigências para a renovação da Licença de Operação Ambiental da Universidade, emitida pela Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam). A proposta foi pensada para atender às exigências legais e, ao mesmo tempo, promover uma solução sustentável para a recuperação da sanga.</p>
[caption id="attachment_69562" align="alignleft" width="302"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/06/IMG_7025-scaled-e1750245139210-773x1024.jpg" alt="" width="302" height="400" /> A pesquisadora Rita Sousa, do LabEn, explica detalhes da obra de recuperação da Sanga Lagoão do Ouro (Foto: Sofhia Krening)[/caption]
<p>De acordo com Rita Sousa, engenheira biofísica e pesquisadora de pós-doutorado no LabEn, o processo de elaboração do projeto percorreu diferentes etapas até chegar à obra atual. “Começamos com o projeto conceitual, etapa em que fizemos visitas à sanga para identificar os trechos mais afetados pela erosão. Depois, com o apoio do Departamento de Engenharia Rural, realizamos o levantamento topográfico da área. A partir dessas informações, elaboramos o projeto básico, definindo quais técnicas de engenharia natural seriam aplicadas em cada ponto. Por fim, desenvolvemos o projeto executivo, que serve como base para a licitação da obra”, explica.</p>
<p>Rita destaca que a recuperação da sanga envolve mais do que aspectos técnicos: também exige cuidado com a vegetação presente nas margens. Segundo ela, espécies exóticas como taquareiras e pinus predominavam no local, representando riscos tanto à segurança das pessoas quanto ao equilíbrio do córrego. “Essas espécies podem cair, obstruir o fluxo da água e agravar a erosão. Por isso, na primeira semana da obra, realizamos a remoção dessas plantas, que estavam instáveis”, comenta.</p>
<p>Com a área limpa, a equipe avançou para a fase de preparação do terreno. “Aqui nesta área será aplicada a técnica de enrocamento vivo, que combina a colocação de rochas com o plantio de espécies nativas entre os espaços das pedras, ajudando a estabilizar o solo e integrando soluções naturais e técnicas de engenharia”, diz Rita.</p>
<h3>Trabalho conjunto entre laboratórios fortalece projeto de recuperação da sanga</h3>
[caption id="attachment_69563" align="alignright" width="316"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/06/IMG_6898-640x1024.jpg" alt="" width="316" height="506" /> Produção de mudas nativas no Viveiro Florestal da UFSM envolve coleta, cultivo e preparo para o plantio nas margens da sanga. (Foto: Sofhia Krening)[/caption]
<p>A recuperação da Sanga Lagoão do Ouro é fruto da cooperação entre dois laboratórios do Departamento de Ciências Florestais da UFSM. O LabEn é responsável pelo desenvolvimento técnico da obra, enquanto o Laboratório de Silvicultura e Viveiro Florestal (Labsilvi) atua na produção das mudas que serão utilizadas no plantio, a partir de espécies nativas adaptadas às margens de rios e córregos.</p>
<p>A professora Maristela Machado Araújo, coordenadora do Labsilvi, explica que o processo envolve desde a coleta até a produção das mudas no Viveiro Florestal da UFSM. “Nossa participação é na coleta de propágulos, como sementes e estacas, e na produção de mudas de espécies nativas reófilas. Essas espécies desenvolvem um sistema radicular capaz de estabilizar as margens dos rios, além de apresentarem ramos flexíveis para suportar a força do fluxo d’água”, destaca.</p>
<p>Maristela também ressalta o envolvimento da comunidade acadêmica na ação. “A produção de mudas envolve estudantes da graduação e da pós-graduação em Engenharia Florestal. Em relação ao plantio, estamos otimistas: cerca de 90% da demanda já está pronta”, afirma. Ela observa, ainda, que, como as mudas são produzidas em recipientes, precisam ser plantadas em breve para manter a qualidade e garantir o bom desenvolvimento.</p>
<p>A pesquisadora Cláudia Costella, também do Labsilvi, reforça que o trabalho exigiu um grande esforço técnico e logístico para garantir a diversidade de espécies vegetais utilizadas no projeto. “Serão plantadas cerca de 15 mil mudas ao longo do trecho da sanga. Algumas espécies, como a <i>Calliandra brevipes</i>, são produzidas por sementes. Já o <i>Phyllanthus</i>, por exemplo, precisa ser multiplicado por estacas. Então, tivemos que ir até o ambiente natural, coletar os galhos e trazer para o viveiro”, explica.</p>		
										<figure>
										<img width="941" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/06/Vegetacao-Lagoa-941x1024.jpg" alt="" />											<figcaption>Espécies nativas utilizadas na recuperação da Sanga </figcaption>
										</figure>
		[caption id="attachment_69565" align="alignright" width="311"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/06/IMG_7114-639x1024.jpg" alt="" width="311" height="498" /> A pesquisadora Cláudia Costella, do LABSILVI, mostra a produção de mudas por estaca. (Foto: Sofhia Krening)[/caption]
<p>Ela relata que, em alguns casos, foi necessário deslocar a equipe para outros municípios em busca das espécies-alvo. “Uma das coletas foi feita em São Martinho da Serra. Mobilizamos parte da equipe para realizar a coleta diretamente no local. Foi desafiador, mas o resultado é um conjunto de mudas bem adaptado ao ambiente da sanga”, conclui.</p>
<h2>Valorização da vegetação nativa e importância da área de preservação permanente</h2>
<p>A obra de recuperação da Sanga Lagoão do Ouro integra a Área de Preservação Permanente (APP) da UFSM. As APPs são faixas protegidas por lei, geralmente localizadas às margens de rios, córregos e nascentes, com a função de conservar a vegetação, proteger o solo e preservar a qualidade da água. No campus sede da Universidade, a sanga e sua vegetação desempenham esse papel fundamental.</p>
<p>Com cerca de 11 km de extensão total, a Sanga Lagoão do Ouro teve 676 metros selecionados para esta etapa da obra, dividida em quatro áreas prioritárias. Os trabalhos começaram no trecho próximo ao Prédio 26, do Centro de Ciências da Saúde, onde o curso d’água possui aproximadamente 306 metros e concentra três pontos com erosão acentuada.</p>
<p>Além de conter os processos erosivos, o projeto também busca ampliar a biodiversidade e aumentar a segurança da comunidade universitária, especialmente durante períodos de chuva intensa. “Durante as enchentes recentes, houve transbordamento da água, e a força do fluxo agravou ainda mais o processo erosivo. Com a introdução das espécies nativas e as técnicas de engenharia natural, esperamos reduzir esse impacto e recuperar a funcionalidade ambiental da sanga”, explica Rita Sousa.</p>
<p><br /><br /></p>
<p><i>Texto e foto de capa: Camila Londero, estudante de Jornalismo e estagiária da Agência de Notícias<br /></i><i>Design: Daniel Michelon de Carli<br />Edição: Mariana Henriques</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Laboratório da UFSM tem aumento na demanda por mudas para áreas degradadas pelas chuvas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/09/17/laboratorio-da-ufsm-tem-aumento-na-demanda-por-mudas-para-areas-degradadas-pelas-chuvas</link>
				<pubDate>Tue, 17 Sep 2024 11:27:53 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[care]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[crise-climática]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
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		<category><![CDATA[Laboratório de Silvicultura e Viveiro Florestal]]></category>
		<category><![CDATA[labsilvi]]></category>

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						<description><![CDATA[LABSILVI vem fazendo um trabalho voltado à produção de mudas para estas áreas]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_66845" align="alignright" width="602"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/09/IMG_2919.jpg"><img class="wp-image-66845" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/09/IMG_2919.jpg" alt="foto colorida horizontal de duas moças agachadas em meio a um viveiro de mudas, uma delas mede uma planta com uma régua e outra anota em uma planilha" width="602" height="401" /></a> Júlia e Maria Luiza estão entre os bolsistas que têm auxiliado nas atividades[/caption]
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">As chuvas torrenciais de maio devastaram grandes extensões de áreas ribeirinhas a cursos d'água. Não é preciso sair do Campus Sede da UFSM para constatar o estrago deixado pelas enxurradas. Em toda a região, não foi diferente. São quilômetros e quilômetros de áreas a serem recuperadas. Desta forma, tem aumentado a demanda por mudas junto ao Laboratório de Silvicultura (LABSILVI) e Viveiro Florestal da UFSM. Porém, não há mudas suficientes. E o processo de produção pode levar até dois anos.</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">A professora Maristela Machado Araújo, do Departamento de Ciências Florestais, explica que, para o reflorestamento de áreas degradadas pelas chuvas, são indicadas mudas de espécies arbóreas e arbustivas florestais, em especial as reófitas, que são adaptadas à condição de fluxo rápido da água em beiras de rios. Só que a produção destas mudas é complexa e demorada. E por isso, é pouco comum, principalmente em viveiros comerciais - daí o aumento da demanda ao LABSILVI.</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">A dificuldade inicial está na coleta de propágulos e sementes a partir de árvores matrizes selecionadas, um trabalho árduo que é feito por Maristela e por alunos da Engenharia Florestal na beira de rios e córregos. "As reófitas têm uma semente raríssima. Muitas vezes temos que nos apoiar nas árvores ribeirinhas para a coleta de materiais", relata. </span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">A partir disso, já com os propágulos no LABSILVI, têm início as fases de produção (enraizamento ou germinação), de crescimento e rustificação da muda (prática de transição entre o viveiro e plantio). É um trabalho que demanda mão de obra e recursos para insumos (substratos, fertilizantes, fitoreguladores, recipientes, entre outros) </span><span style="font-family: Times New Roman, serif">e equipamentos (sopradores, mesas suspensas)</span><span style="font-family: Times New Roman, serif">. </span><span style="font-family: Times New Roman, serif">As estufas, recentemente danificadas por ventos fortes, também carecem de reparos.</span></p>
[caption id="attachment_66846" align="alignleft" width="603"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/09/IMG_2926.jpg"><img class="wp-image-66846" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/09/IMG_2926.jpg" alt="foto colorida horizontal com 3 corredores de mudas, cada um deles com plantas em diferentes estágios de crescimento, de pequenos caules até plantas já crescidas" width="603" height="402" /></a> Mudas produzidas recentemente foram destinadas a demandas no Campus Sede[/caption]
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">A professora estima que, na região, sejam necessárias atualmente milhares de mudas de dezenas de espécies, as quais apresentam comportamento diferente em relação ao crescimento, demanda hídrica, nutricional e lumínica, além das diferentes técnicas necessárias para sua obtenção. Uma vez enraizadas, as reófitas são espécies que formam abundante sistema radicular e ramos flexíveis, se espalhando e estabilizando os taludes das margens com maior flutuação das águas fluviais.</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">Atualmente, o LABSILVI está com os estoques de mudas praticamente zerados, especialmente de reófitas. As mudas produzidas recentemente foram destinadas a demandas da Pró-Reitoria de Infraestrutura (PROINFRA). A intenção é contribuir com as iniciativas do projeto <a href="https://www.ufsm.br/2024/07/23/projeto-da-ufsm-foca-na-engenharia-natural-para-recuperar-areas-degradadas-pelas-chuvas" target="_blank" rel="noopener">“Engenharia natural: recomposição da vegetação ciliar, otimização hidráulica e controle de erosão nas áreas afetadas pelos eventos meteorológicos extremos no Rio Grande do Sul”</a>, vinculado ao Comitê de Apoio para Eventos Extremos e Emergências (CARE) da UFSM.</span><br /><br /><span style="font-family: Times New Roman, serif">Maristela acredita ser necessária a realização de cursos de capacitação de produtores sobre produção de mudas e formação de pequenos viveiros florestais, visando ampliar o suprimento de mudas de qualidade utilizadas em práticas de restauração de áreas. O ideal seria que os próprios produtores se apropriassem das tecnologias e, em suas propriedades, multiplicassem plantas para restabelecer áreas.</span></p>
<h3>Preparação para início de reflorestamento</h3>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">Maristela explica que a produção de mudas representa o início de um reflorestamento com objetivo comercial ou ambiental. Cada planta deve apresentar qualidade genética, física, fisiológica e sanitária, sendo capaz de se estabelecer no campo sem os cuidados recebidos no viveiro (que é um "berçário" para a semente germinar e ter seu desenvolvimento inicial). Desse modo, cada pequena planta produzida no viveiro somente existe porque houve planejamento e ações, desde a coleta do material utilizado na propagação, semeio e, posteriormente, o manejo, cujo tempo varia de oito a 24 meses, dependendo do porte da muda e da espécie.<br /><br />Daí a importância de um trabalho profissional e bem executado, como desenvolvido no LABSILVI. Localizado próximo à várzea, no Campus Sede, o laboratório e viveiro conta atualmente com área de produção de mudas, local para equipamentos e insumos e espaço didático para capacitação teórica e prática. O trabalho é conduzido por professores, oito alunos de graduação, dois de mestrado e três de doutorado.</span></p>
[caption id="attachment_66847" align="alignright" width="511"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/09/IMG_2924.jpg"><img class="wp-image-66847" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/09/IMG_2924.jpg" alt="foto colorida horizontal de pessoas, aparecendo somente braços e joelhos agachados, medindo plantas e anotando em planilha" width="511" height="340" /></a> Produção de mudas envolve várias etapas e pode levar até 24 meses[/caption]
<h3><span style="font-family: Times New Roman, serif">A importância do trabalho de acadêmicos</span></h3>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif">Além da mão de obra e de recursos disponíveis, são cada vez mais necessárias pesquisas relacionadas ao acesso aos propágulos, armazenamento, à conservação e multiplicação de plantas. Enfim, estudos que otimizem a produção de mudas, especialmente de espécies reófitas. É nisso que pesquisadores e acadêmicos de graduação e pós-graduação em Engenharia Florestal do Centro de Ciências Rurais (CCR) estão empenhados. Alguns alunos, por exemplo, têm ajudado tanto nas coletas na beira de cursos d´água quanto no trabalho no viveiro.</span><br /><br /><span style="font-family: Times New Roman, serif">Júlia Luiza Stahl, mestranda, e Maria Luiza Bertanha, graduanda em Engenharia Florestal, estão entre os bolsistas que acompanham os processos com as mudas nos espaços do LABSILVI. "É muito importante para nós esta prática, porque proporciona experiência profissional ao mesmo tempo em que aplica ensino, pesquisa e extensão", comenta Júlia.</span></p>
<p><em>Texto e fotos: Ricardo Bonfanti, jornalista da Agência de Notícias</em></p>
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