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				<title>LARP participou do 20º Congresso Latino-Americano de Cromatografia e Técnicas Afins</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/11/13/larp-participou-do-20o-congresso-latino-americano-de-cromatografia-e-tecnicas-afins</link>
				<pubDate>Thu, 13 Nov 2025 10:40:20 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
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		<category><![CDATA[química]]></category>

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						<description><![CDATA[Laboratório de Análises de Resíduos de Pesticidas da UFSM foi premiado em evento em SP]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_71372" align="alignright" width="690"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/LARP_colacro.jpg"><img class="wp-image-71372" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/LARP_colacro.jpg" alt="foto colorida horizontal de um grupo de pessoas em pé de frente para a câmera tendo ao fundo um painel com o nome e a data do evento" width="690" height="462" /></a> Laboratório do Departamento de Química participou com 20 integrantes[/caption]
<p>O Laboratório de Análises de Resíduos de Pesticidas (LARP), do Departamento de Química da UFSM, participou com 20 integrantes, entre pesquisadores e alunos, do 20º Congresso Latino-Americano de Cromatografia e Técnicas Afins (COLACRO), realizado em Campos do Jordão (SP), de 28 a 31 de outubro. O evento, considerado o mais importante da área na América Latina, reuniu mais de 500 participantes.</p>
<p>O professor Renato Zanella, coordenador do LARP, presidiu duas sessões e proferiu a palestra “Analytical strategies for the determination of pesticide residues in biological samples” (“Estratégias analíticas para a determinação de resíduos de agrotóxicos em amostras biológicas”), abordando métodos inovadores de preparo de amostras e técnicas rápidas e abrangentes para a determinação de agrotóxicos em matrizes biológicas, como fluidos e tecidos.</p>
<p>O professor Osmar Damian Prestes contribuiu com o tema de preparo de amostras para a determinação de resíduos de agrotóxicos em alimentos e amostras ambientais, ministrando parte dos minicursos “Técnicas Contemporâneas de Preparo de Amostras” e “Avanços Recentes em LC/MS &amp; LC/MS/MS”. No evento paralelo, o Workshop de Avanços Recentes no Preparo de Amostras (WARPA), apresentou a palestra “Analytical challenges for the determination of pesticide residues in complex matrices” (“Os desafios analíticos para a determinação de resíduos de agrotóxicos em amostras complexas”).</p>
<p>A professora Carla Sirtori apresentou o trabalho “Development of open-access databases of emerging contaminants and their transformation products (TPs) to support automated HRMS-based screening methods” (“Desenvolvimento de bases de dados de acesso aberto para contaminantes emergentes e seus produtos de transformação para suporte a métodos automatizados de triagem baseados em HRMS”).</p>
<p>A equipe do LARP apresentou 19 trabalhos na forma de painéis em diversas áreas, com destaque para o desenvolvimento de novos métodos de preparo de amostras voltados à determinação de resíduos e contaminantes em matrizes alimentares, biológicas e ambientais.</p>
<p>O trabalho intitulado “High-throughput µSPE method for the determination of 131 pesticide residues in human urine by UHPLC-MS/MS” (“Método de microextração em fase sólida (μSPE) para determinação multirresíduo de 131 agrotóxicos em urina humana por UHPLC-MS/MS”), de autoria da doutoranda do PPGQ/UFSM Juliana Kuntz, sob orientação do professor Osmar Damian Prestes, foi premiado durante a cerimônia de encerramento do evento. Também participaram como coautores Franciele F. Machado, Igor F. de Souza, Gabriel A. B. Prates, Douglas de Andrade e Renato Zanella.</p>
<p>O LARP conta com a atuação dos professores Renato Zanella, Martha Adaime, Carla Sirtori e Osmar Damian Prestes, além dos servidores Cleusa Zanchin e José Dilson Francisco da Silva. O laboratório também integra colaboradores e diversos alunos da graduação e do Programa de Pós-Graduação em Química (PPGQ).</p>
<p>Segundo avaliação dos pesquisadores, a expressiva participação e o reconhecimento da equipe da UFSM no campo da Química Analítica reafirmam o protagonismo do grupo em nível nacional e internacional. O prêmio recebido representa um importante indicador da qualidade e relevância das pesquisas desenvolvidas no PPGQ, contribuindo para ampliar a visibilidade do programa e dos trabalhos conduzidos por seus membros.</p>
<p><em>Foto: Divulgação</em></p>
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<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto irá estudar opiniões de agricultores sobre o herbicida 2,4-D</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/09/30/projeto-ira-estudar-opinioes-de-agricultores-sobre-o-herbicida-24-d</link>
				<pubDate>Tue, 30 Sep 2025 14:42:41 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[colegio politécnico]]></category>
		<category><![CDATA[herbicida]]></category>
		<category><![CDATA[larp]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[ppgexr]]></category>

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						<description><![CDATA[Resultados vão ajudar a compreender os impactos do herbicida em fruticulturas gaúchas]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="303" data-end="677">Um projeto de pesquisa está estudando como agricultores familiares avaliam o uso do herbicida 2,4-D. A iniciativa, intitulada <em data-start="429" data-end="543">“Deriva de Herbicidas Hormonais e seus Impactos na Fruticultura do Rio Grande do Sul na percepção dos atingidos”</em>, é coordenada pelo docente do Colégio Politécnico e do Programa de Pós-Graduação em Extensão Rural da UFSM, Gustavo Pinto da Silva.</p>
<p data-start="679" data-end="974">O estudo conta com a parceria do Laboratório de Análises de Resíduos de Pesticidas (Larp), vinculado ao Departamento de Química do Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE), e da Aliança pela Fruticultura Gaúcha. O projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética e está em fase de coleta de dados.</p>
<h3 data-start="981" data-end="1013">O que é o herbicida 2,4-D?</h3>
<p data-start="1015" data-end="1392">Os herbicidas são pesticidas químicos usados na agricultura para o controle de ervas daninhas. O 2,4-D pertence ao grupo dos chamados “herbicidas hormonais”, que imitam os hormônios de crescimento das plantas. Ele afeta culturas sensíveis, como videiras, oliveiras e nogueiras, podendo causar deformações, redução da produção, atrofiamento de ramos e até a morte das plantas.</p>
<p data-start="1394" data-end="1615">Muito utilizado em lavouras de soja, o 2,4-D é considerado mais nocivo por apresentar alta volatilidade. Ou seja, após a aplicação, pode evaporar e se deslocar pelo ar para outras áreas. <span style="font-weight: 400">Esse processo também é chamado de deriva. </span></p>
<p data-start="1394" data-end="1615">Esses herbicidas representam uma ameaça à fruticultura. Segundo a coordenadora da Aliança pela Fruticultura Gaúcha, Aline Fogaça, os impactos são cumulativos, já que a fruticultura é formada por “plantas perenes”, que permanecem no mesmo local por anos. <span style="font-weight: 400">“Quando um pomar é atingido pela deriva de herbicidas, o efeito não se limita a uma safra. Estudos mostram que, após um episódio de deriva, um pomar pode levar de 2 a 3 anos para se recuperar. Agora imagine o que ocorre com 10 ou 12 anos seguidos de exposição, os danos vão se somando e se tornam cada vez mais graves.”</span></p>
<p data-start="1394" data-end="1615"><span style="font-weight: 400">Essa problemática é amplificada pelo fato desses impactos serem irreversíveis, já que uma vez que essa “desregulação hormonal” é causada nas plantas, não existem medidas de proteção ou recuperação eficazes. “Por isso, já observamos o que chamamos de “lento declínio dos vinhedos”: áreas muito atingidas entram em queda progressiva de produção até chegar ao declínio total, com morte de plantas e perda da viabilidade econômica do pomar. O mais preocupante é que esse processo é silencioso, o produtor percebe a redução de vigor e de colheita, mas nem sempre consegue identificar que a causa está na deriva de herbicidas.”, conta Aline.</span></p>
<h3 data-start="1394" data-end="1615">Pesquisa desenvolve questionário para agricultores familiares</h3>
<p data-start="1394" data-end="1615">Para levantar as percepções dos agricultores, foi desenvolvido um <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf-rS7Ozgmn8yjCB8S0KrrWG7EF7Ng2nGdr1u_-RisoA9iimw/viewform">questionário</a> na plataforma Google Forms. Ele ficará disponível até fevereiro de 2026. Segundo Gustavo, o período é estratégico para observar culturas temperadas <span style="font-weight: 400">(plantas adaptadas a um clima de uma estação específica)</span>, como parreiras, melancia, macieiras, nogueiras e noz-pecã.</p>
<p><span style="font-weight: 400">“O projeto nasce para isso, para primeiro caracterizarmos a frequência, a ocorrência, distribuição geográfica. Vamos ter perguntas que vão avaliar também o quanto esses agricultores estão sendo prejudicados, se eles puderem estimar, e a que associam o dano sobre as plantas, seja produtivo, econômico, e o quanto isso também está impactando nas decisões de investimento das pessoas.”</span></p>
<p>As perguntas são objetivas, e os resultados serão analisados de forma quantitativa, por meio de estatísticas. A previsão é que o projeto tenha duração de um ano a um ano e meio. <span style="font-weight: 400">“Nós esperamos gerar informação para divulgar para a comunidade científica, e também, a partir dessas respostas, buscar promover a divulgação desse conhecimento para as autoridades. Os próprios agricultores também podem sugerir prioridades ou ações que possam ser desenvolvidas”, complementa.</span></p>
<h3 data-start="3889" data-end="3930">Contribuições esperadas da pesquisa</h3>
<p data-start="3932" data-end="4211">Apesar da existência de relatos e de normativas do governo estadual, ainda faltam informações científicas sobre a percepção dos agricultores. Para Gustavo, os resultados da pesquisa vão ajudar a mapear a situação no Rio Grande do Sul e a pensar em estratégias de enfrentamento.<span style="font-weight: 400"> “Tem havido uma redução muito grande da produção na região. Tem uma série de herbicidas hormonais que estão sendo liberados para uso no Brasil, e eles vão causar problemas para a produção de frutos, e principalmente para a diversidade produtiva da agricultura. Uma atividade não pode ser prejudicada por outras.”</span></p>
<p data-start="3932" data-end="4211">O docente reforça que a pesquisa busca contribuir para um desenvolvimento rural mais sustentável. Aline destaca ainda a importância de dar voz aos agricultores: <span style="font-weight: 400"> “São os agricultores que vivenciam esse problema todos os anos em seus pomares. Eles sabem na prática como a deriva de herbicidas afeta a produção, a qualidade das frutas e até a sobrevivência das plantas. A percepção deles ajuda a construir diagnósticos mais completos, embasar pesquisas e orientar políticas públicas que protejam a fruticultura e a agricultura como um todo.”</span></p>
<h3 data-start="5062" data-end="5097">Histórico da UFSM na temática</h3>
<p data-start="5099" data-end="5370">A atuação da UFSM no acompanhamento do 2,4-D não é recente. Em 2014, a Universidade iniciou, junto com a Cooperativa Agrária São José de Jaguari, os primeiros estudos sobre os impactos do herbicida. O Larp também atua desde então nessa área, com análises laboratoriais. <span style="font-weight: 400">“Chegou até nós muitas situações de agricultores que vinham perdendo colheita, e tendo alguns resultados que não eram muito positivos. Temos conhecimento que alguns produtores estão deixando de investir na atividade pelo risco.”, comenta o docente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Agora, o projeto está buscando recursos para bolsistas, e também pessoas que atuem como voluntárias. “Essa é uma grande contribuição que as pessoas podem nos ajudar, divulgar a pesquisa e o nosso formulário, ajudar aqueles agricultores que muitas vezes não tem condição de responder sozinhos.”</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Texto: Giulia Maffi, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias<br />Edição: Mariana Henriques, jornalista</span></i></p>
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													</item>
						<item>
				<title>Safra 2025 de arroz sem defensivos químicos chega aos supermercados de Santa Maria e região</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/08/28/safra-2025-de-arroz-sem-defensivos-quimicos-chega-aos-supermercados-de-santa-maria-e-regiao</link>
				<pubDate>Thu, 28 Aug 2025 10:54:59 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[arroz sem defensivos]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[Colégio Politécnico]]></category>
		<category><![CDATA[larp]]></category>
		<category><![CDATA[polifeira do agricultor]]></category>

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						<description><![CDATA[UFSM é responsável pelo acompanhamento técnico do projeto]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_70302" align="alignright" width="512"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/image2.jpg"><img class="wp-image-70302" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/image2.jpg" alt="foto colorida horizontal de plantas de arroz vistas de perto, em tons entre verde e amarelo, tendo ao fundo montanhas e céu azul acinzentado" width="512" height="340" /></a> Lavoura de arroz em Dona Francisca[/caption]
<p>A safra 2025 do arroz sem resíduos químicos já foi colhida e os números são promissores. Segundo a Cooperativa Agrícola Mista de Nova Palma, a colheita deste ano rendeu 1.655 sacas de arroz, oriundas de 10,17 hectares de três produtores do município de Dona Francisca, na Quarta Colônia de Imigração Italiana. Após passar por um ano da ocorrência de um evento climático extremo, como as enchentes de 2024 que levaram solos de boa parte dos solos das áreas cultivadas, os resultados são animadores e renovam as esperanças para a produção desse tipo de arroz.</p>
<p>Agricultor e parceiro do projeto há dois anos, Marlon Padilha Descovi colheu 170 sacas em sua propriedade, localizada na comunidade de Formoso, em Dona Francisca. Ele teve conhecimento do projeto através de uma reunião feita com os agricultores da localidade, promovida pelos idealizadores do projeto em 2021. Marlon explica que o diálogo e a colaboração de instituições como a Emater/RS-Ascar e UFSM, responsável pelo acompanhamento técnico, foi essencial para que o projeto fosse colocado em prática e fosse possível produzir um alimento livre de resíduos químicos de pesticidas, agregando assim mais valor ao produto final.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<h3>Participação da UFSM</h3>
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<!-- wp:paragraph -->
<p>O projeto Arroz Sem Defensivos Agrícolas foi desenvolvido pela liderança do professor da UFSM Ênio Marchesan para buscar mais competitividade de mercado/comercialização aos agricultores locais e para atender a demanda de consumidores preocupados com a<br>origem e o modo de produção do arroz. O projeto buscava ser uma alternativa para agricultores familiares que apresentavam baixa competitividade em função da pequena escala e sem diferencial que gerasse valor agregado. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<p>A opção do plantio de arroz sem resíduos químicos tinha o desafio de equivaler ou superar os números obtidos com a produção convencional, razão pela qual se permite o uso de fertilizantes minerais para que a planta cresça e produza de modo satisfatório, porém substituindo os pesticidas de controle de plantas daninhas, pragas e doenças, por bioinsumos. Dessa forma, esse sistema se caracterizou como intermediário, onde se mantivesse uma relação com algumas tecnologias do modo convencional de produção, mas que também se aproximando da produção orgânica.</p>
<p>Atualmente o arroz é comercializado em diversos supermercados de Santa Maria, com a marca Bella Dica e com o nome de arroz Seleto. A cooperativa Camnpal gerencia as atividades do projeto, também renumerando o agricultor com 20% a mais que o preço do arroz convencional. Após processar, a Camnpal distribuí esse produto nos pontos de venda. Apesar de não possuir a certificação de produto orgânico, o arroz sem uso de defensivos químicos se apresenta como uma alternativa segura, acessível e sustentável para os consumidores.</p>
<p>A utilização de fertilizantes minerais permite que as plantas recebam os nutrientes necessários para uma boa produtividade, enquanto a ausência de herbicidas, fungicidas e inseticidas reduz os riscos à saúde e o impacto ambiental. Isso resulta em um produto zero resíduo passando por análises de resíduos de pesticidas no Laboratório de Análises de Resíduos de Pesticidas (LARP) da UFSM.</p>
<h3>Agricultura mais sustentável</h3>
<p>O desenvolvimento desse projeto em uma parceria composta por diversas organizações da Região Central demonstra a resiliência e o compromisso com uma agricultura mais sustentável. Mesmo diante dos impactos causados pelas enchentes, esses agricultores conseguiram manter uma produtividade satisfatória, reforçando que é possível produzir com responsabilidade ambiental e ainda obter resultados positivos. Mais do que uma técnica de cultivo, ele representa uma forma de resistência e inovação frente aos desafios da produção de arroz, das adversidades climáticas e dos mercados.</p>
<p>Em relação à colheita deste ano, Marlon relata que foi dentro do esperado, muito próxima ao que se obtinha na produção convencional, conseguindo conviver com algumas pragas comuns das lavouras de arroz, o que comprova a eficácia do sistema de transição.</p>
<p>O sistema de cultivo adotado, que dispensa o uso de defensivos químicos e prioriza práticas mais equilibradas com o meio ambiente, tem agregado valor ao produto final para os agricultores. O arroz cultivado em Dona Francisca carrega em si a história de adaptação e inovação de seus produtores, servindo como exemplo de que é possível aliar tradição, tecnologia e sustentabilidade na agricultura familiar.</p>
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<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
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<p><strong>Onde encontrar o arroz:</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>● Supermercado Royal, Camobi<br>● Supermercado Bella Vista<br>● Rede Super Bertangnolli, Camobi e Bairro São José<br>● Supermercados da Rede Vivo<br>● Armazém Coopercedro, na Praça Saturnino de Brito<br>● Supermercado da Cooperativa Agrícola Mista Nova Palma, em Nova Palma</p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

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<p><strong>Parceiros do projeto:</strong></p>
<p>● Gerência Regional da Emater/RS-Ascar<br />● Polifeira do Agricultor - UFSM<br />● Grupo de Pesquisa em Arroz Irrigado e Uso Alternativo de Várzeas (GPAI-UFSM)<br />● Instituto Riograndense de Arroz (IRGA)<br />● Grupo Meta de Desenvolvimento Agrícola de Agudo<br />● Cooperativa Camnpal de Nova Palma<br />● Prefeitura Municipal de Dona Francisca<br />● Cooperativa de Produção e Desenvolvimento Rural dos Agricultores Familiares de Santa Maria (Coopercedro)<br />● Laboratório de Análises de Resíduos de Pesticidas da UFSM (LARP).</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><em>Texto: Fabiola Nicoletti, bolsista de comunicação da Polifeira do Agricultor</em><br /><em>Foto: acervo fotográfico do projeto</em></p>
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<p></p>
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<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pesquisadores da UFSM ministram palestras em congresso internacional na Colômbia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/12/06/pesquisadores-da-ufsm-ministram-palestras-em-congresso-internacional-na-colombia</link>
				<pubDate>Fri, 06 Dec 2024 12:51:50 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[colômbia]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>
		<category><![CDATA[laqia]]></category>
		<category><![CDATA[larp]]></category>
		<category><![CDATA[química]]></category>

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						<description><![CDATA[PPG em Química esteve representado no evento]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_67866" align="alignright" width="281"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-06-at-09.37.05.jpeg"><img class="wp-image-67866" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-06-at-09.37.05.jpeg" alt="" width="281" height="426" /></a> Érico Flores[/caption]
[caption id="attachment_67865" align="alignright" width="320"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-06-at-09.37.05-1.jpeg"><img class="wp-image-67865" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-06-at-09.37.05-1.jpeg" alt="" width="320" height="427" /></a> Renato Zanella[/caption]
<p>Os pesquisadores do Programa de Pós-Graduação em Química (PPGQ) da UFSM Érico Flores e Renato Zanella apresentaram palestras durante o 16º Latin American Symposium on Environmental Analytical Chemistry (LASEAC), em Bucaramanga, na Colômbia, de 13 a 15 de novembro. Nessa edição, o evento foi organizado em conjunto com o 19º Latin American Congress of Chromatography and Related Techniques e contou com mais de 300 participantes, com pesquisadores de diversos países.</p>
<p>Um dos eventos mais tradicionais nas áreas de Química Analítica e Química Ambiental na América Latina, o LASEAC tem sido organizado desde 1990 pela Red Latinoamericana para el Análisis de la Calidad Ambiental en América Latina (RACAL), que foi presidida por Renato nos últimos 10 anos e representa a International Association of Environmental Analytical Chemistry (IAEAC) na América Latina.</p>
<p>A palestra apresentada por Érico foi “How efficient can the decomposition of difficult samples using diluted solutions be?" ("Quão eficiente pode ser a decomposição de amostras difíceis usando soluções diluídas?"), na qual foram abordados os desafios e os avanços para a análise de amostras consideradas “difíceis” por técnicas de espectrometria atômica, uma das linhas de pesquisa do Laboratório de Análises Químicas Industriais e Ambientais (LAQIA).</p>
<p>Renato ministrou a conferência plenária "Analytical strategies for the determination of pesticide residues in foods and biological samples" ("Estratégias analíticas para determinação de resíduos de pesticidas em alimentos e amostras biológicas"), na qual apresentou os trabalhos desenvolvidos no Laboratório de Análises de Resíduos de Pesticidas (LARP).</p>
<p>Os professores Renato e Osmar Prestes, do LARP, coordenaram a organização do IX LASEAC, em Salvador-BA (2011), e do XV LASEAC, em Bento Gonçalves-RS (2019). A próxima edição do LASEAC será organizada na Costa Rica, em 2026.</p>
<p><em>Fotos: Divulgação</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM participa de pesquisa com o uso de biomonitor para análise da qualidade do ar após as enchentes</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/07/24/ufsm-participa-de-pesquisa-com-o-uso-de-biomonitor-para-analise-da-qualidade-do-ar-apos-as-enchentes</link>
				<pubDate>Wed, 24 Jul 2024 14:14:18 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[biomonitor]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[crise-climática]]></category>
		<category><![CDATA[larp]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade do ar]]></category>
		<category><![CDATA[sama]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=66373</guid>
						<description><![CDATA[Centro de Apoio a Ações Integradas para Garantia do Consumo Seguro de Alimentos e Conservação do Meio Ambiente participa do estudo da UFRJ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_66374" align="alignright" width="485"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/07/Foto-amostradores-com-biomonitor.jpeg"><img class="wp-image-66374" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/07/Foto-amostradores-com-biomonitor.jpeg" alt="foto colorida quadrada mostra em detalhe dois vasos transparentes pendurados em um galho de árvore, dentro deles há algo que se assemelha a palha de ninho de pássaros" width="485" height="383" /></a> "Tillandsia usneoides" está sendo utilizada como biomonitor[/caption]
<p>O Centro de Apoio a Ações Integradas para Garantia do Consumo Seguro de Alimentos e Conservação do Meio Ambiente (SAMA) da UFSM, apoiado pelo Laboratório de Análises de Resíduos de Pesticidas (LARP), iniciou nesta semana a sua participação em uma pesquisa relacionada ao monitoramento da qualidade do ar no Rio Grande do Sul após as enchentes. Este estudo é coordenado pelo Instituto de Biofísica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e conta com a colaboração da Fiocruz, FURG, IF-RS campus Caxias do Sul e da UFSM para sua execução.</p>
<p>Para realizar esse monitoramento, os pesquisadores estão utilizando um biomonitor. Para os cientistas, um biomonitor pode ser qualquer ser vivo (vegetal ou animal) utilizado para avaliar a qualidade ambiental do local escolhido. Os biomonitores são usados em estudos de ecologia e toxicologia ambiental para avaliar a qualidade da água, do ar, do solo e outros componentes do meio ambiente.</p>
<p>No estudo que começou a ser desenvolvido, a <em>Tillandsia usneoides</em>, mais conhecida como “barba de velho” ou “barba de pau”, está sendo utilizada como biomonitor da qualidade do ar. A pesquisa está sendo realizada com a participação de pesquisadores voluntários e em escolas públicas e privadas de 15 cidades do RS (Porto Alegre, Cachoeirinha, Gravataí, Eldorado do Sul, Caxias do Sul, Santa Maria, São João do Polêsine, Itaara, Rio Grande, Pelotas, Lajeado, Estrela, Bom Retiro do Sul, Taquari e Venâncio Aires). Em todos esses locais, os amostradores com o biomonitor foram instalados em áreas externas, ficando expostos por 15 e 45 dias. Após estes períodos, os biomonitores serão recolhidos e enviados à UFRJ para avaliar a poeira e metais fazendo uso de diferentes técnicas de análise.</p>
<p>Essa mesma pesquisa já foi realizada pela equipe do Instituto de Biofísica da UFRJ anteriormente, na cidade de Brumadinho (MG), para monitorar a qualidade do ar após o acidente ambiental que ocorreu naquela cidade em janeiro de 2019. Os resultados das análises permitiram aos pesquisadores observar um aumento de casos de doenças respiratórias e cardiovasculares na região de Brumadinho após a tragédia ambiental.</p>
<p>Mais informações sobre a pesquisa no <a href="https://www.instagram.com/centro_sama_ufsm/" target="_blank" rel="noopener">Instagram do SAMA</a>. </p>
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				<title>LARP recebe reconhecimento do Inmetro que atesta padrão de qualidade internacional</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/02/10/larp-recebe-reconhecimento-do-inmetro-que-atesta-padrao-de-qualidade-internacional</link>
				<pubDate>Fri, 10 Feb 2023 12:51:06 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[agrotoxicos]]></category>
		<category><![CDATA[cerfiticação]]></category>
		<category><![CDATA[laboratório]]></category>
		<category><![CDATA[larp]]></category>

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						<description><![CDATA[Laboratório recebeu certificação que garante a qualidade e confiabilidade dos serviços prestados]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400"><img class="alignleft wp-image-61187 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/02/WhatsApp-Image-2023-02-10-at-07.32.02.jpeg" alt="" width="597" height="297" /></span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O <a href="https://www.ufsm.br/laboratorios/larp">Laboratório de Análises de Resíduos de Pesticidas</a> (LARP) da UFSM foi Acreditado pela Coordenação Geral de Acreditação do Inmetro (Cgcre) para Ensaios NBR ISO/IEC 17025 sob número CRL 0627. Isto é, o Laboratório teve o reconhecimento formal do atendimento de requisitos estabelecidos internacionalmente em relação a padrão de qualidade, segurança e confiança dos serviços prestados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A certificação </span><span style="font-weight: 400">confirma a manutenção da acreditação do LARP obtida em 2013 e </span><span style="font-weight: 400">reconhece, ainda, que o Laboratório possui equipamentos modernos e infraestrutura adequada para a realização de análises laboratoriais, visando o monitoramento de resíduos de agrotóxicos e outros contaminantes em amostras de alimentos, ambientais e industriais. </span><span style="font-weight: 400">De acordo com o professor Renato Zanella, que atua como Coordenador do LARP, juntamente com Martha Bohrer Adaime e Osmar Damian Prestes, a acreditação confirma que o Laboratório trabalha de forma eficiente dentro de normas estabelecidas internacionalmente, atendendo uma série de requisitos de qualidade e segurança. “Is</span><span style="font-weight: 400">so faz com que os resultados que geramos sejam reconhecidos com maior garantia. Órgãos como Ministério da Saúde e da Agricultura, por exemplo, só permitem que façamos análises para eles se tivermos essa acreditação”, explica Zanella.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O coordenador também destaca que, na área de atuação do LARP, são poucos os laboratórios que possuem essa acreditação e ter esse reconhecimento é algo que depende de uma grande equipe, que envolve pesquisadores, docentes, estudantes e técnicos. “É como um selo de garantia e isso é importante para nós pela perspectiva do trabalho que desenvolvemos, mas também para a formação de pessoal. Para os estudantes é uma experiência muito rica poderem atuar dentro de um sistema de qualidade que é acreditado pelo Inmetro. Isso tem um peso bastante grande”, finaliza Renato.</span></p>
<p><img class="wp-image-61188  aligncenter" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/02/WhatsApp-Image-2023-02-07-at-12.49.51-2.jpeg" alt="" width="701" height="495" /></p>
<p><b>LARP</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">O LARP pesquisa e analisa resíduos de pesticidas em matrizes como hortigranjeiros, águas, leite e outros. Possui projetos regulares de monitoramento que controlam os níveis de resíduos de pesticidas em matrizes que são consumidas pela sociedade (hortigranjeiros, água potável) ou que entram em contato com o meio ambiente (água de cultivo de arroz irrigado, solo, plantas). Esses resíduos podem causar danos irreparáveis ao homem e à natureza.</span></p>
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				<title>Curso de Relações Públicas da UFSM realiza Mostra das Assessorias</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/02/10/curso-de-relacoes-publicas-da-ufsm-realiza-mostra-das-assessorias</link>
				<pubDate>Thu, 10 Feb 2022 11:05:35 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCSH]]></category>
		<category><![CDATA[larp]]></category>
		<category><![CDATA[mostra das assessorias]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Públicas]]></category>

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						<description><![CDATA[Mostra é organizada pela Assessoria do Laboratório de Relações Públicas do CCSH]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/02/MARP-UNIDADES.jpg"><img class="alignright  wp-image-57747" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/02/MARP-UNIDADES.jpg" alt="" width="484" height="272" /></a>Nesta quinta-feira (10), alunos da disciplina de Assessoria de Relações Públicas II do curso de Relações Públicas, do Centro de Ciências Sociais e Humanas (CCSH), lançam no YouTube a edição 2021 da Mostra das Assessorias realizadas nas unidades da UFSM, objetivando relatar as atividades realizadas durante o período da disciplina aos demais alunos do curso e à comunidade em geral.</p>
<p>A mostra, que não acontecia desde 2019, é organizada pela Assessoria do Laboratório de Relações Públicas (Larp) da UFSM e neste ano letivo foi realizada em formato de vídeo devido à impossibilidade de atividades presenciais.</p>
<p>As unidades assessoradas foram: Colégio Técnico Industrial de Santa Maria, Centro de Ciências da Saúde, Centro de Ciências Naturais e Exatas, Centro de Educação, Orquestra Sinfônica de Santa Maria, Centro de Processamento de Dados, Coordenadoria de Assuntos Educacionais, UFSM Futsal e Laboratório de Relações Públicas.</p>
<p>Todos os grupos foram orientados pela professora Jaqueline Quincozes Kegler, responsável pela disciplina. A atividade também contará como objeto de avaliação da disciplina.</p>
<p>A mostra na íntegra encontra-se disponível no canal do curso de Relações Públicas no <a href="https://www.youtube.com/watch?v=wWiJl3sy4vQ" target="_blank" rel="noopener">YouTube</a>.</p>
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