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						<item>
				<title>Professores da UFSM apresentam pesquisas em simpósio internacional de Química Analítica Ambiental na Costa Rica</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/07/28/professores-da-ufsm-apresentam-pesquisas-em-simposio-internacional-de-quimica-analitica-ambiental-na-costa-rica</link>
				<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 11:20:34 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[laquia]]></category>
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		<category><![CDATA[laseac]]></category>
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		<category><![CDATA[PPGQ]]></category>

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						<description><![CDATA[Docentes dos programas de pós-graduação em Química e Engenharia Química ministraram palestras sobre contaminação ambiental, resíduos de agrotóxicos e elementos terras raras]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Professores do Departamento de Química da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), vinculados ao Programa de Pós-Graduação em Química (PPGQ) e ao Programa de Pós-Graduação em Engenharia Química (PPGEQ), participaram do XVII <em>Latin American Symposium on Environmental Analytical Chemistry</em> (LASEAC), realizado entre os dias 21 e 23 de julho, em San José, na Costa Rica.</p>
<p>O evento reuniu pesquisadores de 17 países e é um dos principais fóruns latino-americanos dedicados à Química Analítica Ambiental. A UFSM foi representada por docentes do Laboratório de Análises de Resíduos de Pesticidas (LARP) e do Laboratório de Análises Químicas Ambientais e Industriais (LAQIA), que apresentaram pesquisas voltadas ao desenvolvimento de estratégias analíticas para a determinação de elementos-traço, resíduos de agrotóxicos e outros contaminantes em matrizes ambientais e biológicas.</p>
<p>O professor Renato Zanella, do LARP, ministrou a palestra <em>Analytical strategies for the determination of pesticides and other contaminants in environmental matrices</em>, na qual apresentou avanços em estratégias analíticas para a determinação de resíduos de agrotóxicos e outros contaminantes em diferentes matrizes ambientais.</p>
<p>Também do LARP, o professor Osmar Damian Prestes apresentou a palestra <em>Overcoming matrix complexity: novel sample preparation methods for pesticide multiresidue analysis in wildlife and human exposure by UHPLC–MS/MS</em>. A apresentação abordou novas estratégias de preparo de amostras para análises multirresíduo de agrotóxicos em matrizes biológicas provenientes da fauna silvestre e de estudos de exposição humana.</p>
<p>Representando o LAQIA, o professor Érico Marlon de Moraes Flores ministrou a palestra <em>Challenges and trends for the determination of rare earth elements by ICP-MS</em>, na qual discutiu os principais desafios e as tendências para a determinação de elementos terras raras por espectrometria de massas com plasma indutivamente acoplado (ICP-MS).</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->		
										<figure>
											<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/07/Foto-Zanella.jpeg" data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-title="Renato Zanella em sua apresentação durante o XVII LASEAC" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjczNjAwIiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjZcLzA3XC9Gb3RvLVphbmVsbGEuanBlZyJ9">
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											<figcaption>Renato Zanella em sua apresentação durante o XVII LASEAC</figcaption>
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										<figure>
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											<figcaption>Osmar Prestes apresentou pesquisa sobre análise de resíduos de agrotóxicos</figcaption>
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										<figure>
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											<figcaption>Érico Flores abordou desafios na determinação de elementos terras raras</figcaption>
										</figure>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>O que aprendemos com as enchentes de 2024 para enfrentar novos eventos extremos </title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/10/o-que-aprendemos-com-as-enchentes-de-2024-para-enfrentar-novos-eventos-extremos</link>
				<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 13:26:33 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação de proximidade]]></category>
		<category><![CDATA[el niño]]></category>
		<category><![CDATA[Enchentes 2024]]></category>
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		<category><![CDATA[hub.doc]]></category>
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		<category><![CDATA[TransDoc]]></category>

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						<description><![CDATA[Pesquisas e projetos desenvolvidos na UFSM ajudam a compreender os impactos do desastre e a preparar respostas para futuras crises climáticas]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Há dois anos, as enchentes históricas que atingiram o Rio Grande do Sul impulsionaram pesquisas em diferentes áreas da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Enquanto o Estado lidava com as consequências da catástrofe, pesquisadores, extensionistas e estudantes voltavam seus esforços para compreender os impactos das chuvas extremas e produzir conhecimento capaz de orientar ações de recuperação, adaptação e prevenção. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Do estudo das áreas de risco à restauração ambiental, passando pela comunicação em situações de crise e pelo planejamento territorial, a tragédia impulsionou pesquisas e reforçou iniciativas que hoje ajudam a compreender os desafios impostos pelas mudanças climáticas. Nesta última reportagem da série especial sobre o El Niño, a Agência de Notícias da UFSM apresenta algumas das contribuições da ciência produzida na universidade a partir da tragédia de 2024. </span></p>
<p> </p>
<h3><b>Hub.doc vira paradigma na recuperação dos arquivos afetados pelas enchentes</b></h3>
<p> </p>
[caption id="attachment_73194" align="alignnone" width="921"]<img class=" wp-image-73194" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/IC3A8750-300x200.jpg" alt="Foto colorida na horizontal mostra uma mão com luva branca, manuseando cuidadosamente um livro de registros danificado pelas enchentes. O documento apresenta páginas amareladas, manchas de umidade, sujeira e sinais de deterioração. Na folha aberta, é possível identificar campos preenchidos à mão e a inscrição “Banco Central do Brasil”. A cena registra uma etapa do trabalho de recuperação e preservação de documentos realizado pelo projeto Hub Doc. Ao fundo, desfocado, aparecem materiais e superfícies utilizados no processo de conservação do acervo." width="921" height="614" /> Documentos históricos passam por tratamento após as enchentes (Foto: Jéssica Mocellin)[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">O </span><a href="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/dag/hubdoc"><span style="font-weight: 400">Hub Transdisciplinar de Pesquisa e Inovação em Arquivos</span></a><span style="font-weight: 400"> (Hub.doc) nasceu a partir de uma tragédia que colocou em risco parte da história da UFSM. Em 30 de abril de 2024, as enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul inundaram o subsolo da Reitoria, onde estavam armazenadas cerca de 12 mil caixas de documentos permanentes da instituição. O acervo reunia registros administrativos, acadêmicos e funcionais produzidos ao longo de mais de seis décadas e considerados fundamentais para a preservação da memória universitária. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A resposta começou ainda durante a emergência. Coordenada pela arquivista Débora Flores, diretora do Departamento de Arquivo Geral (DAG), a </span><a href="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/dag/operacao-recupera-acervo-ufsm"><span style="font-weight: 400">Operação Recupera Acervo </span></a><span style="font-weight: 400">mobilizou servidores, estudantes, voluntários, militares e especialistas de diferentes áreas para retirar, estabilizar e recuperar os documentos atingidos pela água. “Era uma sensação total de impotência. A nossa missão é proteger a informação e a memória da instituição”, lembra Débora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ao longo dos meses seguintes, aproximadamente 300 pessoas participaram da operação, que precisou enfrentar desafios logísticos inéditos, como a falta de energia, dificuldades de transporte e escassez de insumos em meio ao cenário de calamidade vivido pelo Estado. Entre as soluções adotadas, o congelamento dos documentos tornou-se a principal estratégia para interromper a deterioração causada pela umidade e pela proliferação de fungos. No começo, a operação utilizou freezers disponíveis na Universidade. Hoje, o projeto conta com quatro contêineres refrigerados instalados no campus sede da UFSM. O volume de material armazenado transformou a iniciativa em uma das maiores experiências de congelamento de documentos já registradas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ao mesmo tempo, a equipe passou a registrar detalhadamente cada etapa do processo. Relatórios, experimentos, fotografias e registros audiovisuais produziram uma base inédita de dados sobre recuperação documental em situações de emergência. O conhecimento acumulado passou a subsidiar orientações do Arquivo Nacional e despertou o interesse de instituições brasileiras e estrangeiras que enfrentaram problemas semelhantes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Com a conclusão da etapa emergencial, a estrutura criada para recuperar os documentos da UFSM começou a atender outras instituições. A partir de solicitações do Arquivo Nacional e de órgãos públicos afetados pelas enchentes em Porto Alegre, a Universidade ampliou sua atuação e passou a receber acervos de diferentes entidades para tratamento e recuperação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Hoje, o Hub.doc se consolidou como a primeira estrutura brasileira dedicada ao resgate emergencial e à preservação de grandes volumes documentais. Coordenada pela UFSM, com participação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e do Instituto Federal do Rio Grande do Sul e orientação técnica do Arquivo Nacional, a iniciativa reúne pesquisadores de diferentes áreas, projetos financiados por órgãos públicos e parcerias nacionais e internacionais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além de recuperar documentos atingidos por desastres, o grupo produz conhecimento sobre preservação digital, gestão documental e resposta a emergências, transformando a experiência das enchentes em pesquisa, inovação e cooperação para auxiliar instituições que enfrentam situações semelhantes. “Hoje sabemos que essa estrutura está preparada para receber novos desafios e auxiliar outras instituições”, afirma Débora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Dois anos após as enchentes, o trabalho de recuperação documental segue em andamento. Mais de 36 mil caixas de documentos ainda passam pelos processos de tratamento e preservação realizados pelo Hub.doc. Em maio de 2026, a iniciativa alcançou um marco importante com o esvaziamento completo de um dos quatro contêineres utilizados para armazenar os documentos congelados, resultado que representa a recuperação de aproximadamente 25% do acervo sob sua responsabilidade. </span></p>
<p> </p>
<h3><b>O Plano Municipal de Redução de Riscos de Santa Maria</b></h3>
<p> </p>
[caption id="attachment_73193" align="alignnone" width="1024"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/pmrr.jpeg"><img class="size-large wp-image-73193" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/pmrr-1024x768.jpeg" alt="Foto colorida na horizontal que exibe uma rua de chão batido, quatro pessoas caminham de costas em direção ao fundo da via. À direita, há uma casa em reforma, com janelas vazadas e com parte das paredes demolidas, além de um muro de tijolos aparentes em construção. Ao redor, árvores densas cobrem uma encosta, enquanto postes e fios elétricos acompanham a rua. O céu está limpo e azul, e a luz do sol ilumina a cena, projetando sombras no chão. " width="1024" height="768" /></a> Equipe do Lageolam realizando trabalho de campo (Foto: Andrea Nummer)[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Embora tenha sido concluído após as enchentes de 2024, o </span><a href="https://www.ufsm.br/laboratorios/lageolam/relatorios-pmrr-santa-maria-rs"><span style="font-weight: 400">Plano Municipal de Redução de Riscos (PMRR)</span></a><span style="font-weight: 400"> de Santa Maria começou a ser desenvolvido em 2023 como um novo plano e com diferente metodologia e abordagem. Coordenado pela professora Andrea Valli Nummer, do Departamento de Geociências da UFSM e pesquisadora do Laboratório de Geologia Ambiental (Lageolam), o trabalho teve como objetivo identificar áreas sujeitas a riscos geológicos e hidrológicos e propor medidas para reduzir os impactos desses eventos. O projeto contou com o apoio do Comitê Gestor de Redução de Risco de Desastres (CGRRD).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O estudo mapeou 16 vilas distribuídas em nove bairros de Santa Maria. Segundo Andrea, a seleção priorizou comunidades mais vulneráveis. “Começamos o mapeamento em 2024, escolhendo as áreas em Santa Maria que seriam as prioridades. Nessa seleção, precisava que houvesse comunidades envolvidas no risco para avaliar a vulnerabilidade”, explica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Um dos diferenciais do projeto foi a participação dos moradores no processo de mapeamento. Por meio da cartografia colaborativa, a população ajudou a identificar áreas atingidas por inundações e deslizamentos. “Eles ajudaram a mostrar até onde ia a água, o que escorregou, o que eles pensavam que podia ser uma solução”, relata a pesquisadora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Entre os principais resultados, o PMRR apontou que os maiores problemas de Santa Maria estão relacionados às inundações e aos processos erosivos nas margens dos arroios. Ao todo, foram identificadas 396 edificações em áreas de alto risco e 245 em áreas de risco muito alto. O Morro do Cechella foi classificado como a área de maior risco geológico do município.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além de diagnosticar os problemas, o plano apresentou propostas de intervenções. “Junto com o mapeamento foram indicadas propostas de obras com um custo aproximado para mitigar o risco”, afirma Andrea.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O PMRR foi entregue ao Executivo Municipal em outubro de 2025 e as informações produzidas pelo estudo já vêm sendo utilizadas pelo poder público. Um dos desdobramentos do trabalho foi a utilização dos dados do plano na construção de uma proposta para captação de recursos por meio do PAC Drenagem, que destinou R$39 milhões para obras de redução de riscos no entorno do Arroio Cadena. Após as enchentes, a equipe também realizou um estudo complementar na Vila Santa Tereza, solicitado pela Prefeitura devido a novos processos de escorregamento registrados na região.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Com a conclusão do plano em Santa Maria, os pesquisadores iniciaram uma nova etapa de trabalho. Andrea coordena atualmente a elaboração do primeiro Plano Municipal de Redução de Riscos de Cachoeira do Sul, desenvolvido em parceria com o Governo Federal e com entrega prevista para 2027.</span></p>
<p> </p>
<h3><b>Projeto ‘Reflora’ no resgate genético para recuperar a biodiversidade</b></h3>
<p> </p>
[caption id="attachment_73192" align="alignnone" width="1024"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2025-08-21-at-19.54.47-3.jpeg"><img class="size-large wp-image-73192" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2025-08-21-at-19.54.47-3-1024x576.jpeg" alt="Fotografia horizontal colorida feita durante o dia ao ar livre. Em uma clareira gramada cercada por árvores de médio e grande porte, cerca de vinte pessoas estão reunidas em semicírculo. No centro da imagem, de costas, uma pessoa conduzindo uma explicação ao grupo. Os participantes estão espalhados pelo gramado, alguns com os braços cruzados e outros observando atentamente. À direita, há pessoas usando roupas de trabalho e equipamentos de proteção, como capacetes brancos. No chão, próximo ao grupo, encontram-se uma caixa térmica vermelha, uma garrafa de água e algumas ferramentas compridas apoiadas sobre a grama." width="1024" height="576" /></a> Professores e alunos da Engenharia Florestal participaram do curso de escalada de árvores nativas (Foto: arquivo pessoal)[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Criado após os eventos climáticos extremos de 2024, o projeto Reflora busca recuperar áreas degradadas por meio do resgate genético de espécies arbóreas nativas. A iniciativa é uma união liderada pelo Governo do Estado do Rio Grande do Sul em parceria com a empresa de celulose CMPC e com o apoio institucional da Embrapii. O desenvolvimento científico e a aplicação prática da tecnologia de restauração ambiental ficam a cargo de grandes instituições de ensino, unindo a Universidade Federal de Viçosa (UFV) às universidades gaúchas UFSM, UFRGS, PUCRS e Unisc.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo o coordenador do projeto Reflora na UFSM, Jorge Farias, a proposta surgiu da necessidade de preservar a biodiversidade ameaçada pelas enchentes, deslizamentos e processos erosivos. Diferentemente de outras ações de restauração, o Reflora prioriza a conservação do patrimônio genético das espécies nativas. “O projeto foca na técnica de resgatar os materiais genéticos e em trabalhar com a manutenção e restabelecimento da biodiversidade arbórea”, explica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Durante as primeiras etapas do trabalho, os pesquisadores identificaram áreas com perda de vegetação e passaram a selecionar espécies em risco, além de indivíduos considerados resilientes. “A gente identifica as áreas, o risco de perder esse material genético e também identifica árvores que foram extremamente resilientes”, afirma Farias. A partir desses exemplares, são coletados galhos para a produção de mudas por multiplicação vegetativa, técnica desenvolvida pela UFV após o desastre de Brumadinho. O método permite preservar características genéticas importantes para a adaptação das espécies às condições ambientais da região.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além de contribuir para a recomposição da vegetação nativa, o projeto pode ajudar a reduzir os impactos de futuros eventos extremos. Ao restaurar matas ciliares e recuperar espécies adaptadas ao território gaúcho, a iniciativa favorece os ecossistemas e processos naturais que aumentam a resiliência ambiental. Segundo Farias, a técnica também acelera o retorno da fauna nativa. “Ela vai atrair polinizadores e a biodiversidade. Então atrai os animais que se alimentam das flores, e aí depois vêm os frutos”, explica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Atualmente, o Reflora está na fase de estruturação da infraestrutura e identificação dos materiais genéticos que serão resgatados. A equipe também realiza </span><a href="https://ufsm.br/r-1-70240"><span style="font-weight: 400">visitas de campo</span></a><span style="font-weight: 400"> e prepara laboratórios e casas de vegetação para a produção das mudas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Com duração prevista de três anos, o projeto pretende produzir pelo menos seis mil mudas de espécies nativas. A expectativa é que as primeiras sejam apresentadas ainda neste ano e que os materiais genéticos estejam disponíveis para plantio a partir do inverno de 2027. Para Farias, o principal legado da iniciativa será a valorização da biodiversidade regional. “Precisamos ter material genético preservado. A biodiversidade é o material genético que nós temos aqui.”</span></p>
<p> </p>
<h3><strong>Comunicação de proximidade transforma memória em prevenção</strong></h3>
<p> </p>
[caption id="attachment_73191" align="alignnone" width="1024"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/comunicacao-de-proximmidade.jpeg"><img class="size-large wp-image-73191" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/comunicacao-de-proximmidade-1024x576.jpeg" alt="Foto colorida na horizontal. Em primeiro plano, um grupo de oito pessoas sorri para a câmera durante uma atividade de campo do projeto &quot;Comunicação de Proximidade&quot;. À direita, a coordenadora Aline registra a imagem em formato de selfie. Ao centro, estudantes e pesquisadores estão reunidos em uma calçada, alguns segurando pastas azuis utilizadas para a aplicação de questionários. Ao fundo, aparecem árvores, uma praça e edificações históricas da região central de Silveira Martins. " width="1024" height="576" /></a> Equipe realiza aplicação de questionários em Silveira Martins (Foto: Aline Dalmolin)[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">O projeto “Comunicação de proximidade: memória, resiliência e adaptação social a riscos climáticos e catástrofes naturais na Quarta Colônia” surgiu durante as enchentes. A partir da participação de professores e estudantes da Universidade em ações de apoio às comunidades afetadas, eles passaram a discutir como a comunicação poderia contribuir para reduzir os impactos de futuros desastres. “Pensamos como a gente poderia atuar de uma forma mais direcionada, mais efetiva do que apenas distribuindo coisas, tendo uma ação mais focada naquilo que a comunicação poderia oferecer”, explica a coordenadora, Aline Roes Dalmolin.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Contemplado por um edital do Proext-PG, o projeto da Comunicação Social reuniu pesquisadores de cinco programas de pós-graduação da UFSM para investigar como moradores, rádios comunitárias, escolas, igrejas, associações e órgãos públicos se informam em situações de risco. Entre os principais resultados, o grupo identificou que o rádio segue sendo uma das principais fontes de informação dos habitantes da área. “A maioria da população de qualquer faixa etária segue ouvindo rádio todos os dias”, afirma Aline. Os levantamentos também apontaram o crescimento do uso de meios digitais e reforçaram a necessidade de integrar diferentes canais em estratégias de alerta e comunicação de risco.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A iniciativa contribui para a preparação das comunidades diante de novos eventos extremos ao fortalecer a circulação de informações, ampliar a educação sobre mudanças climáticas e preservar a memória coletiva dos desastres. Um dos principais produtos do projeto é a série documental </span><i><span style="font-weight: 400">Marcas da Chuva</span></i><span style="font-weight: 400">, lançada em 2026, que reúne relatos de moradores da Quarta Colônia sobre as enchentes. Para a coordenadora, registrar essas experiências é uma forma de evitar que elas se percam ao longo do tempo. “Uma das coisas mais importantes que nós temos que cuidar nesse momento é trabalhar para que esses registros sejam feitos agora, assim eles não caem no esquecimento”, destaca.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Atualmente, o projeto está na fase final. Além da publicação dos últimos episódios da série documental, a equipe elabora cartilhas educativas e documentos com orientações para escolas, associações comunitárias e gestores públicos sobre comunicação em situações de risco.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Entre os próximos passos está a finalização de um plano de comunicação para o município de Silveira Martins, desenvolvido em parceria com a prefeitura e que poderá servir de referência para outras cidades da região. Embora o ciclo atual se encerre neste ano, a expectativa é de continuidade por meio de novas pesquisas e parcerias. “A gente vê esse projeto como um primeiro passo, ele não termina agora de forma alguma”, afirma Aline.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Acesse o perfil oficial do projeto para assistir à série </span><i><span style="font-weight: 400">Marcas da Chuva</span></i><span style="font-weight: 400">: </span><a href="https://www.instagram.com/comunicacaodeproximidade"><span style="font-weight: 400">@comunicacaodeproximidade</span></a></p>
<h3> </h3>
<h3><b>Pesquisas orientam recuperação de áreas atingidas pelas enchentes</b></h3>
<p> </p>
[caption id="attachment_73190" align="alignnone" width="828"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/neprade.jpeg"><img class="size-full wp-image-73190" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/neprade.jpeg" alt="Foto colorida na vertical. Em uma área de campo aberta, cerca de dez pessoas participam de uma atividade de restauração ecológica. Os participantes estão reunidos ao redor de uma estrutura formada por três postes de madeira cruzados no topo, utilizada como poleiro artificial para atração de aves. Algumas pessoas seguram ferramentas e realizam o plantio no solo coberto por vegetação seca. Ao fundo, há montanhas, árvores e um curso d’água, sob céu azul e sem nuvens. A atividade ocorre durante o dia e integra ações de recuperação ambiental em área rural. " width="828" height="874" /></a> Participantes da oficina de restauração ecológica em área de recuperação ambiental em Agudo. (Foto: arquivo pessoal)[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Com mais de 15 anos de atuação, especialmente no Corredor Ecológico da Quarta Colônia, uma das regiões mais afetadas pelas enchentes de 2024, o </span><a href="https://www.ufsm.br/grupos/neprade"><span style="font-weight: 400">Núcleo de Estudos e Pesquisas em Recuperação de Áreas Degradadas (Neprade)</span></a><span style="font-weight: 400">, da UFSM, direcionou seus esforços para compreender os impactos do desastre e produzir informações capazes de orientar a recuperação ambiental da região.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Atualmente, o núcleo desenvolve três projetos voltados ao monitoramento das áreas atingidas, à restauração ecológica e à avaliação da eficiência das estratégias testadas para o retorno dos serviços ecossistêmicos. Os estudos são realizados em parceria com instituições como o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBIO), a Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Infraestrutura, a empresa Taesa S.A., a Fapergs e a Fundação Araucária.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As pesquisas revelaram que as enchentes provocaram transformações profundas na paisagem da Quarta Colônia. “Nosso primeiro impacto foi observar a amplitude dos efeitos. A paisagem foi totalmente remodelada, o que nos mostrou que esse pode ser considerado um evento que atingiu proporção de evento de formação geológica”, afirma a coordenadora do Neprade, Ana Paula Moreira Rovedder. Os levantamentos identificaram remoção de solos, deposição de grandes volumes de sedimentos e alterações significativas em rios e encostas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Os pesquisadores também identificaram impactos menos visíveis. Análises dos sedimentos deixados pela enxurrada apontaram perdas importantes de nutrientes do solo. “Constatamos uma quantidade muito alta de alguns macronutrientes em depósito de sedimentos arenosos, como o potássio. Esses nutrientes vêm das lavouras atingidas”, explica Ana Paula. Além disso, o monitoramento registrou o avanço de espécies invasoras em áreas degradadas, fator que pode dificultar a regeneração da vegetação nativa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Apesar dos danos, os estudos apontam sinais de recuperação ambiental. Desde fevereiro de 2025, equipes acompanham áreas de matas ciliares e encostas em municípios da região e já observam o retorno gradual da vegetação arbórea. “Inicialmente nós tínhamos observado muito mais espécies rústicas, herbáceas, espécies que nós chamamos de ruderais.  Agora já registramos regeneração de espécies arbóreas”, relata a pesquisadora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além de documentar os impactos do desastre, o trabalho busca contribuir para reduzir os efeitos de futuros eventos extremos. Os dados produzidos permitem identificar áreas com maior potencial de regeneração natural, definir técnicas de restauração mais adequadas para cada ambiente, reduzindo custos de recuperação, e fortalecer a resiliência climática da região. “Nós temos que criar resiliência climática através da adequação ambiental das propriedades rurais, o que significa atuarmos nas áreas produtivas e nas áreas de preservação permanente, entendendo que cada uma tem a sua função na paisagem”, destaca Ana Paula.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Atualmente, os projetos seguem em fase de monitoramento e análise dos dados coletados. Nos próximos anos, o Neprade pretende ampliar as ações de extensão junto às comunidades locais, implantar novas áreas de restauração produtiva com sistemas agroflorestais, recuperar matas ciliares degradadas e concluir o plano de recuperação para a Quarta Colônia. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A expectativa é que os resultados sirvam de referência para outras regiões do Rio Grande do Sul afetadas por eventos climáticos extremos. “O legado que esses trabalhos deixam é um legado de alerta, mas também de esperança, que nós temos como melhorar, nós não precisamos ficar de braços cruzados”, conclui a pesquisadora.</span></p>
<p> </p>
<h3><b>Laboratórios monitoram contaminação ambiental após enchentes no Rio Grande do Sul</b></h3>
<p> </p>
[caption id="attachment_73189" align="alignnone" width="730"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/departamento-de-quimica.jpeg"><img class="size-large wp-image-73189" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/departamento-de-quimica-730x1024.jpeg" alt="Foto colorida na vertical. Em um laboratório, uma pessoa vestindo jaleco branco e luvas azuis segura um tubo de ensaio contendo uma amostra líquida amarelada. Sobre a bancada, aparecem outros recipientes utilizados em análises químicas, incluindo frascos de vidro e tubos de coleta organizados em um suporte laranja. Ao fundo, há equipamentos laboratoriais usados em procedimentos de pesquisa. A imagem registra uma etapa de análise de amostras de água e solo realizadas por pesquisadores da UFSM para investigar possíveis contaminações ambientais após as enchentes no Rio Grande do Sul. " width="730" height="1024" /></a> Estudantes do departamento de Química analisam amostras para monitorar possíveis contaminantes ambientais. (Foto: Osmar Prestes)[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">As enchentes também levantaram preocupações sobre possíveis impactos ambientais causados pela dispersão de resíduos, produtos químicos e outras substâncias transportadas pela água. Para investigar esses efeitos, pesquisadores do Departamento de Química da UFSM aprovaram o projeto “Estabelecer um programa de monitoramento de contaminantes em água e solo nos ambientes afetados pelas enchentes que ocorreram no estado do Rio Grande do Sul”, financiado e desenvolvido em parceria com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A iniciativa conta com a participação do </span><a href="https://www.ufsm.br/laboratorios/larp"><span style="font-weight: 400">Laboratório de Análises de Resíduos de Pesticidas (LARP)</span></a><span style="font-weight: 400"> e do </span><a href="https://www.ufsm.br/laboratorios/laqia"><span style="font-weight: 400">Laboratório de Análises Químicas Industriais e Ambientais (LAQIA)</span></a><span style="font-weight: 400">. O projeto é coordenado pelo professor Osmar Damian Prestes e conta com a participação de oito pesquisadores e diversos alunos vinculados ao Programa de Pós-Graduação em Química da UFSM. De acordo com o coordenador, surgiu uma necessidade de monitorar possíveis contaminações ambientais após a enchente. “Agora com a questão da enchente, o Ibama precisava de laboratórios aqui do Estado para realizar essas análises e fizeram contato conosco”, explica Osmar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Desde 2024, amostras de água e solo coletadas em diferentes regiões atingidas são analisadas na UFSM. Os pesquisadores investigam a presença de contaminantes químicos, como herbicidas, inseticidas, fungicidas e outros compostos utilizados na agricultura, além de elementos inorgânicos potencialmente associados à contaminação ambiental.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Os resultados ainda não foram divulgados, pois seguem em fase de análise e interpretação pelo Ibama. Apesar disso, o projeto já contribui para a compreensão dos impactos ambientais do desastre ao produzir informações que poderão subsidiar futuras ações de monitoramento e gestão de riscos. “Uma das principais contribuições vai ser a geração de informação qualificada, a partir dos dados analíticos das regiões onde essas amostras estão sendo coletadas”, afirma Prestes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O conhecimento gerado pela pesquisa poderá auxiliar órgãos ambientais a identificar áreas mais vulneráveis e planejar ações para reduzir os impactos de futuros eventos extremos. Os dados também servirão para monitorar a qualidade ambiental das regiões afetadas ao longo do tempo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Atualmente, o projeto está na fase final de execução e os resultados devem ser divulgados no próximo semestre. Como próximo passo, os laboratórios e o Ibama discutem a renovação da parceria para novas pesquisas na área de toxicologia ambiental, ampliando o monitoramento dos impactos ambientais no RS e em outras regiões do país.</span></p>
<h3><strong>Série especial sobre El Niño</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Dois anos após o evento extremo, parte das respostas para compreender o que aconteceu e o que ainda pode acontecer, está sendo construída nos laboratórios, grupos de pesquisa e projetos de extensão da UFSM. As iniciativas apresentadas nesta reportagem mostram como diferentes áreas do conhecimento se mobilizaram para investigar os impactos do desastre, produzir dados inéditos e transformar experiências vividas durante a crise em conhecimento científico e memória. Em comum, os projetos reforçam o papel da universidade na geração de informações que ajudam a compreender as transformações ambientais em curso no Rio Grande do Sul.</span></p>
<p>Confira mais informações nas reportagens anteriores da série produzida pela Agência de Notícias:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><a href="https://ufsm.br/r-1-72801"><i><span style="font-weight: 400">El Niño volta ao radar no RS: especialistas da UFSM explicam o que esperar nos próximos meses</span></i></a><i><span style="font-weight: 400"> </span></i></li>
</ul>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><a href="https://ufsm.br/r-1-72925"><i><span style="font-weight: 400">Dois anos após as enchentes históricas no RS, como o campo gaúcho está se adaptando às mudanças climáticas </span></i></a></li>
</ul>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><a href="https://ufsm.br/r-1-73043"><i><span style="font-weight: 400">Quais são os desafios das cidades frente ao El Niño? </span></i></a></li>
</ul>
<p><i><span style="font-weight: 400"><br />Texto: Giovanna Felkl, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias<br /></span></i><i><span style="font-weight: 400">Arte gráfica: Daniel Michelon De Carli<br /></span></i><i><span style="font-weight: 400">Fotos: Banco de imagens da Agência de Notícias UFSM e registros dos projetos <br /></span></i><i><span style="font-weight: 400">Edição: João Ricardo Gazzaneo</span></i></p>
<p> </p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>LARP participou do 20º Congresso Latino-Americano de Cromatografia e Técnicas Afins</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/11/13/larp-participou-do-20o-congresso-latino-americano-de-cromatografia-e-tecnicas-afins</link>
				<pubDate>Thu, 13 Nov 2025 10:40:20 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[larp]]></category>
		<category><![CDATA[PPGQ]]></category>
		<category><![CDATA[química]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=71371</guid>
						<description><![CDATA[Laboratório de Análises de Resíduos de Pesticidas da UFSM foi premiado em evento em SP]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_71372" align="alignright" width="690"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/LARP_colacro.jpg"><img class="wp-image-71372" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/LARP_colacro.jpg" alt="foto colorida horizontal de um grupo de pessoas em pé de frente para a câmera tendo ao fundo um painel com o nome e a data do evento" width="690" height="462" /></a> Laboratório do Departamento de Química participou com 20 integrantes[/caption]
<p>O Laboratório de Análises de Resíduos de Pesticidas (LARP), do Departamento de Química da UFSM, participou com 20 integrantes, entre pesquisadores e alunos, do 20º Congresso Latino-Americano de Cromatografia e Técnicas Afins (COLACRO), realizado em Campos do Jordão (SP), de 28 a 31 de outubro. O evento, considerado o mais importante da área na América Latina, reuniu mais de 500 participantes.</p>
<p>O professor Renato Zanella, coordenador do LARP, presidiu duas sessões e proferiu a palestra “Analytical strategies for the determination of pesticide residues in biological samples” (“Estratégias analíticas para a determinação de resíduos de agrotóxicos em amostras biológicas”), abordando métodos inovadores de preparo de amostras e técnicas rápidas e abrangentes para a determinação de agrotóxicos em matrizes biológicas, como fluidos e tecidos.</p>
<p>O professor Osmar Damian Prestes contribuiu com o tema de preparo de amostras para a determinação de resíduos de agrotóxicos em alimentos e amostras ambientais, ministrando parte dos minicursos “Técnicas Contemporâneas de Preparo de Amostras” e “Avanços Recentes em LC/MS &amp; LC/MS/MS”. No evento paralelo, o Workshop de Avanços Recentes no Preparo de Amostras (WARPA), apresentou a palestra “Analytical challenges for the determination of pesticide residues in complex matrices” (“Os desafios analíticos para a determinação de resíduos de agrotóxicos em amostras complexas”).</p>
<p>A professora Carla Sirtori apresentou o trabalho “Development of open-access databases of emerging contaminants and their transformation products (TPs) to support automated HRMS-based screening methods” (“Desenvolvimento de bases de dados de acesso aberto para contaminantes emergentes e seus produtos de transformação para suporte a métodos automatizados de triagem baseados em HRMS”).</p>
<p>A equipe do LARP apresentou 19 trabalhos na forma de painéis em diversas áreas, com destaque para o desenvolvimento de novos métodos de preparo de amostras voltados à determinação de resíduos e contaminantes em matrizes alimentares, biológicas e ambientais.</p>
<p>O trabalho intitulado “High-throughput µSPE method for the determination of 131 pesticide residues in human urine by UHPLC-MS/MS” (“Método de microextração em fase sólida (μSPE) para determinação multirresíduo de 131 agrotóxicos em urina humana por UHPLC-MS/MS”), de autoria da doutoranda do PPGQ/UFSM Juliana Kuntz, sob orientação do professor Osmar Damian Prestes, foi premiado durante a cerimônia de encerramento do evento. Também participaram como coautores Franciele F. Machado, Igor F. de Souza, Gabriel A. B. Prates, Douglas de Andrade e Renato Zanella.</p>
<p>O LARP conta com a atuação dos professores Renato Zanella, Martha Adaime, Carla Sirtori e Osmar Damian Prestes, além dos servidores Cleusa Zanchin e José Dilson Francisco da Silva. O laboratório também integra colaboradores e diversos alunos da graduação e do Programa de Pós-Graduação em Química (PPGQ).</p>
<p>Segundo avaliação dos pesquisadores, a expressiva participação e o reconhecimento da equipe da UFSM no campo da Química Analítica reafirmam o protagonismo do grupo em nível nacional e internacional. O prêmio recebido representa um importante indicador da qualidade e relevância das pesquisas desenvolvidas no PPGQ, contribuindo para ampliar a visibilidade do programa e dos trabalhos conduzidos por seus membros.</p>
<p><em>Foto: Divulgação</em></p>
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<p></p>
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<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto irá estudar opiniões de agricultores sobre o herbicida 2,4-D</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/09/30/projeto-ira-estudar-opinioes-de-agricultores-sobre-o-herbicida-24-d</link>
				<pubDate>Tue, 30 Sep 2025 14:42:41 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[colegio politécnico]]></category>
		<category><![CDATA[herbicida]]></category>
		<category><![CDATA[larp]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[ppgexr]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=70605</guid>
						<description><![CDATA[Resultados vão ajudar a compreender os impactos do herbicida em fruticulturas gaúchas]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="303" data-end="677">Um projeto de pesquisa está estudando como agricultores familiares avaliam o uso do herbicida 2,4-D. A iniciativa, intitulada <em data-start="429" data-end="543">“Deriva de Herbicidas Hormonais e seus Impactos na Fruticultura do Rio Grande do Sul na percepção dos atingidos”</em>, é coordenada pelo docente do Colégio Politécnico e do Programa de Pós-Graduação em Extensão Rural da UFSM, Gustavo Pinto da Silva.</p>
<p data-start="679" data-end="974">O estudo conta com a parceria do Laboratório de Análises de Resíduos de Pesticidas (Larp), vinculado ao Departamento de Química do Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE), e da Aliança pela Fruticultura Gaúcha. O projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética e está em fase de coleta de dados.</p>
<h3 data-start="981" data-end="1013">O que é o herbicida 2,4-D?</h3>
<p data-start="1015" data-end="1392">Os herbicidas são pesticidas químicos usados na agricultura para o controle de ervas daninhas. O 2,4-D pertence ao grupo dos chamados “herbicidas hormonais”, que imitam os hormônios de crescimento das plantas. Ele afeta culturas sensíveis, como videiras, oliveiras e nogueiras, podendo causar deformações, redução da produção, atrofiamento de ramos e até a morte das plantas.</p>
<p data-start="1394" data-end="1615">Muito utilizado em lavouras de soja, o 2,4-D é considerado mais nocivo por apresentar alta volatilidade. Ou seja, após a aplicação, pode evaporar e se deslocar pelo ar para outras áreas. <span style="font-weight: 400">Esse processo também é chamado de deriva. </span></p>
<p data-start="1394" data-end="1615">Esses herbicidas representam uma ameaça à fruticultura. Segundo a coordenadora da Aliança pela Fruticultura Gaúcha, Aline Fogaça, os impactos são cumulativos, já que a fruticultura é formada por “plantas perenes”, que permanecem no mesmo local por anos. <span style="font-weight: 400">“Quando um pomar é atingido pela deriva de herbicidas, o efeito não se limita a uma safra. Estudos mostram que, após um episódio de deriva, um pomar pode levar de 2 a 3 anos para se recuperar. Agora imagine o que ocorre com 10 ou 12 anos seguidos de exposição, os danos vão se somando e se tornam cada vez mais graves.”</span></p>
<p data-start="1394" data-end="1615"><span style="font-weight: 400">Essa problemática é amplificada pelo fato desses impactos serem irreversíveis, já que uma vez que essa “desregulação hormonal” é causada nas plantas, não existem medidas de proteção ou recuperação eficazes. “Por isso, já observamos o que chamamos de “lento declínio dos vinhedos”: áreas muito atingidas entram em queda progressiva de produção até chegar ao declínio total, com morte de plantas e perda da viabilidade econômica do pomar. O mais preocupante é que esse processo é silencioso, o produtor percebe a redução de vigor e de colheita, mas nem sempre consegue identificar que a causa está na deriva de herbicidas.”, conta Aline.</span></p>
<h3 data-start="1394" data-end="1615">Pesquisa desenvolve questionário para agricultores familiares</h3>
<p data-start="1394" data-end="1615">Para levantar as percepções dos agricultores, foi desenvolvido um <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf-rS7Ozgmn8yjCB8S0KrrWG7EF7Ng2nGdr1u_-RisoA9iimw/viewform">questionário</a> na plataforma Google Forms. Ele ficará disponível até fevereiro de 2026. Segundo Gustavo, o período é estratégico para observar culturas temperadas <span style="font-weight: 400">(plantas adaptadas a um clima de uma estação específica)</span>, como parreiras, melancia, macieiras, nogueiras e noz-pecã.</p>
<p><span style="font-weight: 400">“O projeto nasce para isso, para primeiro caracterizarmos a frequência, a ocorrência, distribuição geográfica. Vamos ter perguntas que vão avaliar também o quanto esses agricultores estão sendo prejudicados, se eles puderem estimar, e a que associam o dano sobre as plantas, seja produtivo, econômico, e o quanto isso também está impactando nas decisões de investimento das pessoas.”</span></p>
<p>As perguntas são objetivas, e os resultados serão analisados de forma quantitativa, por meio de estatísticas. A previsão é que o projeto tenha duração de um ano a um ano e meio. <span style="font-weight: 400">“Nós esperamos gerar informação para divulgar para a comunidade científica, e também, a partir dessas respostas, buscar promover a divulgação desse conhecimento para as autoridades. Os próprios agricultores também podem sugerir prioridades ou ações que possam ser desenvolvidas”, complementa.</span></p>
<h3 data-start="3889" data-end="3930">Contribuições esperadas da pesquisa</h3>
<p data-start="3932" data-end="4211">Apesar da existência de relatos e de normativas do governo estadual, ainda faltam informações científicas sobre a percepção dos agricultores. Para Gustavo, os resultados da pesquisa vão ajudar a mapear a situação no Rio Grande do Sul e a pensar em estratégias de enfrentamento.<span style="font-weight: 400"> “Tem havido uma redução muito grande da produção na região. Tem uma série de herbicidas hormonais que estão sendo liberados para uso no Brasil, e eles vão causar problemas para a produção de frutos, e principalmente para a diversidade produtiva da agricultura. Uma atividade não pode ser prejudicada por outras.”</span></p>
<p data-start="3932" data-end="4211">O docente reforça que a pesquisa busca contribuir para um desenvolvimento rural mais sustentável. Aline destaca ainda a importância de dar voz aos agricultores: <span style="font-weight: 400"> “São os agricultores que vivenciam esse problema todos os anos em seus pomares. Eles sabem na prática como a deriva de herbicidas afeta a produção, a qualidade das frutas e até a sobrevivência das plantas. A percepção deles ajuda a construir diagnósticos mais completos, embasar pesquisas e orientar políticas públicas que protejam a fruticultura e a agricultura como um todo.”</span></p>
<h3 data-start="5062" data-end="5097">Histórico da UFSM na temática</h3>
<p data-start="5099" data-end="5370">A atuação da UFSM no acompanhamento do 2,4-D não é recente. Em 2014, a Universidade iniciou, junto com a Cooperativa Agrária São José de Jaguari, os primeiros estudos sobre os impactos do herbicida. O Larp também atua desde então nessa área, com análises laboratoriais. <span style="font-weight: 400">“Chegou até nós muitas situações de agricultores que vinham perdendo colheita, e tendo alguns resultados que não eram muito positivos. Temos conhecimento que alguns produtores estão deixando de investir na atividade pelo risco.”, comenta o docente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Agora, o projeto está buscando recursos para bolsistas, e também pessoas que atuem como voluntárias. “Essa é uma grande contribuição que as pessoas podem nos ajudar, divulgar a pesquisa e o nosso formulário, ajudar aqueles agricultores que muitas vezes não tem condição de responder sozinhos.”</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Texto: Giulia Maffi, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias<br />Edição: Mariana Henriques, jornalista</span></i></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Safra 2025 de arroz sem defensivos químicos chega aos supermercados de Santa Maria e região</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/08/28/safra-2025-de-arroz-sem-defensivos-quimicos-chega-aos-supermercados-de-santa-maria-e-regiao</link>
				<pubDate>Thu, 28 Aug 2025 10:54:59 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[arroz sem defensivos]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[Colégio Politécnico]]></category>
		<category><![CDATA[larp]]></category>
		<category><![CDATA[polifeira do agricultor]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=70301</guid>
						<description><![CDATA[UFSM é responsável pelo acompanhamento técnico do projeto]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_70302" align="alignright" width="512"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/image2.jpg"><img class="wp-image-70302" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/image2.jpg" alt="foto colorida horizontal de plantas de arroz vistas de perto, em tons entre verde e amarelo, tendo ao fundo montanhas e céu azul acinzentado" width="512" height="340" /></a> Lavoura de arroz em Dona Francisca[/caption]
<p>A safra 2025 do arroz sem resíduos químicos já foi colhida e os números são promissores. Segundo a Cooperativa Agrícola Mista de Nova Palma, a colheita deste ano rendeu 1.655 sacas de arroz, oriundas de 10,17 hectares de três produtores do município de Dona Francisca, na Quarta Colônia de Imigração Italiana. Após passar por um ano da ocorrência de um evento climático extremo, como as enchentes de 2024 que levaram solos de boa parte dos solos das áreas cultivadas, os resultados são animadores e renovam as esperanças para a produção desse tipo de arroz.</p>
<p>Agricultor e parceiro do projeto há dois anos, Marlon Padilha Descovi colheu 170 sacas em sua propriedade, localizada na comunidade de Formoso, em Dona Francisca. Ele teve conhecimento do projeto através de uma reunião feita com os agricultores da localidade, promovida pelos idealizadores do projeto em 2021. Marlon explica que o diálogo e a colaboração de instituições como a Emater/RS-Ascar e UFSM, responsável pelo acompanhamento técnico, foi essencial para que o projeto fosse colocado em prática e fosse possível produzir um alimento livre de resíduos químicos de pesticidas, agregando assim mais valor ao produto final.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<h3>Participação da UFSM</h3>
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<!-- wp:paragraph -->
<p>O projeto Arroz Sem Defensivos Agrícolas foi desenvolvido pela liderança do professor da UFSM Ênio Marchesan para buscar mais competitividade de mercado/comercialização aos agricultores locais e para atender a demanda de consumidores preocupados com a<br>origem e o modo de produção do arroz. O projeto buscava ser uma alternativa para agricultores familiares que apresentavam baixa competitividade em função da pequena escala e sem diferencial que gerasse valor agregado. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<p>A opção do plantio de arroz sem resíduos químicos tinha o desafio de equivaler ou superar os números obtidos com a produção convencional, razão pela qual se permite o uso de fertilizantes minerais para que a planta cresça e produza de modo satisfatório, porém substituindo os pesticidas de controle de plantas daninhas, pragas e doenças, por bioinsumos. Dessa forma, esse sistema se caracterizou como intermediário, onde se mantivesse uma relação com algumas tecnologias do modo convencional de produção, mas que também se aproximando da produção orgânica.</p>
<p>Atualmente o arroz é comercializado em diversos supermercados de Santa Maria, com a marca Bella Dica e com o nome de arroz Seleto. A cooperativa Camnpal gerencia as atividades do projeto, também renumerando o agricultor com 20% a mais que o preço do arroz convencional. Após processar, a Camnpal distribuí esse produto nos pontos de venda. Apesar de não possuir a certificação de produto orgânico, o arroz sem uso de defensivos químicos se apresenta como uma alternativa segura, acessível e sustentável para os consumidores.</p>
<p>A utilização de fertilizantes minerais permite que as plantas recebam os nutrientes necessários para uma boa produtividade, enquanto a ausência de herbicidas, fungicidas e inseticidas reduz os riscos à saúde e o impacto ambiental. Isso resulta em um produto zero resíduo passando por análises de resíduos de pesticidas no Laboratório de Análises de Resíduos de Pesticidas (LARP) da UFSM.</p>
<h3>Agricultura mais sustentável</h3>
<p>O desenvolvimento desse projeto em uma parceria composta por diversas organizações da Região Central demonstra a resiliência e o compromisso com uma agricultura mais sustentável. Mesmo diante dos impactos causados pelas enchentes, esses agricultores conseguiram manter uma produtividade satisfatória, reforçando que é possível produzir com responsabilidade ambiental e ainda obter resultados positivos. Mais do que uma técnica de cultivo, ele representa uma forma de resistência e inovação frente aos desafios da produção de arroz, das adversidades climáticas e dos mercados.</p>
<p>Em relação à colheita deste ano, Marlon relata que foi dentro do esperado, muito próxima ao que se obtinha na produção convencional, conseguindo conviver com algumas pragas comuns das lavouras de arroz, o que comprova a eficácia do sistema de transição.</p>
<p>O sistema de cultivo adotado, que dispensa o uso de defensivos químicos e prioriza práticas mais equilibradas com o meio ambiente, tem agregado valor ao produto final para os agricultores. O arroz cultivado em Dona Francisca carrega em si a história de adaptação e inovação de seus produtores, servindo como exemplo de que é possível aliar tradição, tecnologia e sustentabilidade na agricultura familiar.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->

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<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<p><strong>Onde encontrar o arroz:</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>● Supermercado Royal, Camobi<br>● Supermercado Bella Vista<br>● Rede Super Bertangnolli, Camobi e Bairro São José<br>● Supermercados da Rede Vivo<br>● Armazém Coopercedro, na Praça Saturnino de Brito<br>● Supermercado da Cooperativa Agrícola Mista Nova Palma, em Nova Palma</p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<p><strong>Parceiros do projeto:</strong></p>
<p>● Gerência Regional da Emater/RS-Ascar<br />● Polifeira do Agricultor - UFSM<br />● Grupo de Pesquisa em Arroz Irrigado e Uso Alternativo de Várzeas (GPAI-UFSM)<br />● Instituto Riograndense de Arroz (IRGA)<br />● Grupo Meta de Desenvolvimento Agrícola de Agudo<br />● Cooperativa Camnpal de Nova Palma<br />● Prefeitura Municipal de Dona Francisca<br />● Cooperativa de Produção e Desenvolvimento Rural dos Agricultores Familiares de Santa Maria (Coopercedro)<br />● Laboratório de Análises de Resíduos de Pesticidas da UFSM (LARP).</p>
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<p><em>Texto: Fabiola Nicoletti, bolsista de comunicação da Polifeira do Agricultor</em><br /><em>Foto: acervo fotográfico do projeto</em></p>
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<p></p>
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<p></p>
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													</item>
						<item>
				<title>Pesquisadores da UFSM ministram palestras em congresso internacional na Colômbia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/12/06/pesquisadores-da-ufsm-ministram-palestras-em-congresso-internacional-na-colombia</link>
				<pubDate>Fri, 06 Dec 2024 12:51:50 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[colômbia]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>
		<category><![CDATA[laqia]]></category>
		<category><![CDATA[larp]]></category>
		<category><![CDATA[química]]></category>

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						<description><![CDATA[PPG em Química esteve representado no evento]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_67866" align="alignright" width="281"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-06-at-09.37.05.jpeg"><img class="wp-image-67866" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-06-at-09.37.05.jpeg" alt="" width="281" height="426" /></a> Érico Flores[/caption]
[caption id="attachment_67865" align="alignright" width="320"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-06-at-09.37.05-1.jpeg"><img class="wp-image-67865" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-06-at-09.37.05-1.jpeg" alt="" width="320" height="427" /></a> Renato Zanella[/caption]
<p>Os pesquisadores do Programa de Pós-Graduação em Química (PPGQ) da UFSM Érico Flores e Renato Zanella apresentaram palestras durante o 16º Latin American Symposium on Environmental Analytical Chemistry (LASEAC), em Bucaramanga, na Colômbia, de 13 a 15 de novembro. Nessa edição, o evento foi organizado em conjunto com o 19º Latin American Congress of Chromatography and Related Techniques e contou com mais de 300 participantes, com pesquisadores de diversos países.</p>
<p>Um dos eventos mais tradicionais nas áreas de Química Analítica e Química Ambiental na América Latina, o LASEAC tem sido organizado desde 1990 pela Red Latinoamericana para el Análisis de la Calidad Ambiental en América Latina (RACAL), que foi presidida por Renato nos últimos 10 anos e representa a International Association of Environmental Analytical Chemistry (IAEAC) na América Latina.</p>
<p>A palestra apresentada por Érico foi “How efficient can the decomposition of difficult samples using diluted solutions be?" ("Quão eficiente pode ser a decomposição de amostras difíceis usando soluções diluídas?"), na qual foram abordados os desafios e os avanços para a análise de amostras consideradas “difíceis” por técnicas de espectrometria atômica, uma das linhas de pesquisa do Laboratório de Análises Químicas Industriais e Ambientais (LAQIA).</p>
<p>Renato ministrou a conferência plenária "Analytical strategies for the determination of pesticide residues in foods and biological samples" ("Estratégias analíticas para determinação de resíduos de pesticidas em alimentos e amostras biológicas"), na qual apresentou os trabalhos desenvolvidos no Laboratório de Análises de Resíduos de Pesticidas (LARP).</p>
<p>Os professores Renato e Osmar Prestes, do LARP, coordenaram a organização do IX LASEAC, em Salvador-BA (2011), e do XV LASEAC, em Bento Gonçalves-RS (2019). A próxima edição do LASEAC será organizada na Costa Rica, em 2026.</p>
<p><em>Fotos: Divulgação</em></p>
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													</item>
						<item>
				<title>UFSM participa de pesquisa com o uso de biomonitor para análise da qualidade do ar após as enchentes</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/07/24/ufsm-participa-de-pesquisa-com-o-uso-de-biomonitor-para-analise-da-qualidade-do-ar-apos-as-enchentes</link>
				<pubDate>Wed, 24 Jul 2024 14:14:18 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[biomonitor]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[crise-climática]]></category>
		<category><![CDATA[larp]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade do ar]]></category>
		<category><![CDATA[sama]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=66373</guid>
						<description><![CDATA[Centro de Apoio a Ações Integradas para Garantia do Consumo Seguro de Alimentos e Conservação do Meio Ambiente participa do estudo da UFRJ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p></p>
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[caption id="attachment_66374" align="alignright" width="485"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/07/Foto-amostradores-com-biomonitor.jpeg"><img class="wp-image-66374" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/07/Foto-amostradores-com-biomonitor.jpeg" alt="foto colorida quadrada mostra em detalhe dois vasos transparentes pendurados em um galho de árvore, dentro deles há algo que se assemelha a palha de ninho de pássaros" width="485" height="383" /></a> "Tillandsia usneoides" está sendo utilizada como biomonitor[/caption]
<p>O Centro de Apoio a Ações Integradas para Garantia do Consumo Seguro de Alimentos e Conservação do Meio Ambiente (SAMA) da UFSM, apoiado pelo Laboratório de Análises de Resíduos de Pesticidas (LARP), iniciou nesta semana a sua participação em uma pesquisa relacionada ao monitoramento da qualidade do ar no Rio Grande do Sul após as enchentes. Este estudo é coordenado pelo Instituto de Biofísica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e conta com a colaboração da Fiocruz, FURG, IF-RS campus Caxias do Sul e da UFSM para sua execução.</p>
<p>Para realizar esse monitoramento, os pesquisadores estão utilizando um biomonitor. Para os cientistas, um biomonitor pode ser qualquer ser vivo (vegetal ou animal) utilizado para avaliar a qualidade ambiental do local escolhido. Os biomonitores são usados em estudos de ecologia e toxicologia ambiental para avaliar a qualidade da água, do ar, do solo e outros componentes do meio ambiente.</p>
<p>No estudo que começou a ser desenvolvido, a <em>Tillandsia usneoides</em>, mais conhecida como “barba de velho” ou “barba de pau”, está sendo utilizada como biomonitor da qualidade do ar. A pesquisa está sendo realizada com a participação de pesquisadores voluntários e em escolas públicas e privadas de 15 cidades do RS (Porto Alegre, Cachoeirinha, Gravataí, Eldorado do Sul, Caxias do Sul, Santa Maria, São João do Polêsine, Itaara, Rio Grande, Pelotas, Lajeado, Estrela, Bom Retiro do Sul, Taquari e Venâncio Aires). Em todos esses locais, os amostradores com o biomonitor foram instalados em áreas externas, ficando expostos por 15 e 45 dias. Após estes períodos, os biomonitores serão recolhidos e enviados à UFRJ para avaliar a poeira e metais fazendo uso de diferentes técnicas de análise.</p>
<p>Essa mesma pesquisa já foi realizada pela equipe do Instituto de Biofísica da UFRJ anteriormente, na cidade de Brumadinho (MG), para monitorar a qualidade do ar após o acidente ambiental que ocorreu naquela cidade em janeiro de 2019. Os resultados das análises permitiram aos pesquisadores observar um aumento de casos de doenças respiratórias e cardiovasculares na região de Brumadinho após a tragédia ambiental.</p>
<p>Mais informações sobre a pesquisa no <a href="https://www.instagram.com/centro_sama_ufsm/" target="_blank" rel="noopener">Instagram do SAMA</a>. </p>
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						<item>
				<title>LARP recebe reconhecimento do Inmetro que atesta padrão de qualidade internacional</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/02/10/larp-recebe-reconhecimento-do-inmetro-que-atesta-padrao-de-qualidade-internacional</link>
				<pubDate>Fri, 10 Feb 2023 12:51:06 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[agrotoxicos]]></category>
		<category><![CDATA[cerfiticação]]></category>
		<category><![CDATA[laboratório]]></category>
		<category><![CDATA[larp]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=61186</guid>
						<description><![CDATA[Laboratório recebeu certificação que garante a qualidade e confiabilidade dos serviços prestados]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400"><img class="alignleft wp-image-61187 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/02/WhatsApp-Image-2023-02-10-at-07.32.02.jpeg" alt="" width="597" height="297" /></span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O <a href="https://www.ufsm.br/laboratorios/larp">Laboratório de Análises de Resíduos de Pesticidas</a> (LARP) da UFSM foi Acreditado pela Coordenação Geral de Acreditação do Inmetro (Cgcre) para Ensaios NBR ISO/IEC 17025 sob número CRL 0627. Isto é, o Laboratório teve o reconhecimento formal do atendimento de requisitos estabelecidos internacionalmente em relação a padrão de qualidade, segurança e confiança dos serviços prestados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A certificação </span><span style="font-weight: 400">confirma a manutenção da acreditação do LARP obtida em 2013 e </span><span style="font-weight: 400">reconhece, ainda, que o Laboratório possui equipamentos modernos e infraestrutura adequada para a realização de análises laboratoriais, visando o monitoramento de resíduos de agrotóxicos e outros contaminantes em amostras de alimentos, ambientais e industriais. </span><span style="font-weight: 400">De acordo com o professor Renato Zanella, que atua como Coordenador do LARP, juntamente com Martha Bohrer Adaime e Osmar Damian Prestes, a acreditação confirma que o Laboratório trabalha de forma eficiente dentro de normas estabelecidas internacionalmente, atendendo uma série de requisitos de qualidade e segurança. “Is</span><span style="font-weight: 400">so faz com que os resultados que geramos sejam reconhecidos com maior garantia. Órgãos como Ministério da Saúde e da Agricultura, por exemplo, só permitem que façamos análises para eles se tivermos essa acreditação”, explica Zanella.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O coordenador também destaca que, na área de atuação do LARP, são poucos os laboratórios que possuem essa acreditação e ter esse reconhecimento é algo que depende de uma grande equipe, que envolve pesquisadores, docentes, estudantes e técnicos. “É como um selo de garantia e isso é importante para nós pela perspectiva do trabalho que desenvolvemos, mas também para a formação de pessoal. Para os estudantes é uma experiência muito rica poderem atuar dentro de um sistema de qualidade que é acreditado pelo Inmetro. Isso tem um peso bastante grande”, finaliza Renato.</span></p>
<p><img class="wp-image-61188  aligncenter" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/02/WhatsApp-Image-2023-02-07-at-12.49.51-2.jpeg" alt="" width="701" height="495" /></p>
<p><b>LARP</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">O LARP pesquisa e analisa resíduos de pesticidas em matrizes como hortigranjeiros, águas, leite e outros. Possui projetos regulares de monitoramento que controlam os níveis de resíduos de pesticidas em matrizes que são consumidas pela sociedade (hortigranjeiros, água potável) ou que entram em contato com o meio ambiente (água de cultivo de arroz irrigado, solo, plantas). Esses resíduos podem causar danos irreparáveis ao homem e à natureza.</span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Curso de Relações Públicas da UFSM realiza Mostra das Assessorias</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/02/10/curso-de-relacoes-publicas-da-ufsm-realiza-mostra-das-assessorias</link>
				<pubDate>Thu, 10 Feb 2022 11:05:35 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCSH]]></category>
		<category><![CDATA[larp]]></category>
		<category><![CDATA[mostra das assessorias]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Públicas]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=57746</guid>
						<description><![CDATA[Mostra é organizada pela Assessoria do Laboratório de Relações Públicas do CCSH]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/02/MARP-UNIDADES.jpg"><img class="alignright  wp-image-57747" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/02/MARP-UNIDADES.jpg" alt="" width="484" height="272" /></a>Nesta quinta-feira (10), alunos da disciplina de Assessoria de Relações Públicas II do curso de Relações Públicas, do Centro de Ciências Sociais e Humanas (CCSH), lançam no YouTube a edição 2021 da Mostra das Assessorias realizadas nas unidades da UFSM, objetivando relatar as atividades realizadas durante o período da disciplina aos demais alunos do curso e à comunidade em geral.</p>
<p>A mostra, que não acontecia desde 2019, é organizada pela Assessoria do Laboratório de Relações Públicas (Larp) da UFSM e neste ano letivo foi realizada em formato de vídeo devido à impossibilidade de atividades presenciais.</p>
<p>As unidades assessoradas foram: Colégio Técnico Industrial de Santa Maria, Centro de Ciências da Saúde, Centro de Ciências Naturais e Exatas, Centro de Educação, Orquestra Sinfônica de Santa Maria, Centro de Processamento de Dados, Coordenadoria de Assuntos Educacionais, UFSM Futsal e Laboratório de Relações Públicas.</p>
<p>Todos os grupos foram orientados pela professora Jaqueline Quincozes Kegler, responsável pela disciplina. A atividade também contará como objeto de avaliação da disciplina.</p>
<p>A mostra na íntegra encontra-se disponível no canal do curso de Relações Públicas no <a href="https://www.youtube.com/watch?v=wWiJl3sy4vQ" target="_blank" rel="noopener">YouTube</a>.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
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        </rss>
        