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						<item>
				<title>Casos de Leptospirose devem aumentar no RS devido às enchentes severas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/06/03/casos-de-leptospirose-devem-aumentar-no-rs-devido-as-enchentes-severas</link>
				<pubDate>Mon, 03 Jun 2024 13:01:02 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Colégio Politécnico]]></category>
		<category><![CDATA[crise-climática]]></category>
		<category><![CDATA[leptospirose]]></category>

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						<description><![CDATA[Pesquisador da UFSM alerta que o contato com áreas alagadas, lama e esgoto ampliam as chances de contaminação por leptospirose]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>A leptospirose é uma doença infecciosa febril de início abrupto, cujo agente causador é uma bactéria do gênero <i>Leptospira</i>, endêmica no Brasil. O número de casos da doença cresce em períodos chuvosos, em especial em situações de enchentes e inundações. A frequência é maior em cidades mais populosas, como capitais e áreas metropolitanas, devido à aglomeração populacional, mas também em qualquer local com condições inadequadas de saneamento básico e alta infestação de roedores. </p>
<p>Conforme aponta Alexandre Alberto Tonin, professor do Colégio Politécnico da UFSM e pesquisador do tema, “a frequência dos casos de leptospirose aumenta, além da média, após enchentes e alagamentos. Pessoas que tiveram contato com a água ou lama de enchentes e que apresentarem febre associada a dores de cabeça ou a dores musculares podem estar contaminadas e precisam ficar atentas aos sintomas”. </p>
<p>Como o professor Alexandre destaca, os sintomas iniciais são similares aos de gripe e outras arboviroses (como a dengue), cursando com fortes dores de cabeça e dores pelo corpo (especialmente panturrilhas e região lombar), falta de apetite e náuseas, além de febre de surgimento rápido e que ultrapassa os 38°C. É preciso ficar atento, além dos sintomas comuns, a possibilidade de progressão da doença, momento que surgem sinais considerados de alerta, como dificuldade respiratória e tosse, vermelhidão dos olhos, icterícia (coloração amarelada da pele e das mucosas), surgimento de manchas pelo corpo, manifestações hemorrágicas (sangramentos em nariz, gengivas e pulmões). No caso da observação desses sintomas, o quadro passa a ser considerado grave, devendo-se procurar atendimento médico e hospitalar o mais breve possível.</p>
<p>Para evitar o contágio é preciso evitar ao máximo o contato com água ou lama de enchentes. Pessoas que trabalham na limpeza de lama e entulhos devem usar botas e luvas de borracha (ou sacos plásticos duplos amarrados nas mãos e nos pés).</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->		
														<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/06/leptospirose-1.jpg" data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-title="leptospirose 1" data-e-action-hash="#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6IjY1OTUyIiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL3d3dy51ZnNtLmJyXC9hcHBcL3VwbG9hZHNcLzIwMjRcLzA2XC9sZXB0b3NwaXJvc2UtMS5qcGcifQ%3D%3D">
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		<p><em>Com informações da Assessoria de Comunicação do Colégio Politécnico</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Mestrado Profissional em Ciências da Saúde promove curso sobre Leptospirose</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/05/27/mestrado-profissional-em-ciencias-da-saude-promove-curso-sobre-leptospirose</link>
				<pubDate>Mon, 27 May 2024 20:14:19 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Capacitação]]></category>
		<category><![CDATA[ccs]]></category>
		<category><![CDATA[leptospirose]]></category>
		<category><![CDATA[MPCS]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=65917</guid>
						<description><![CDATA[Objetivo é dialogar sobre doença que tem registrado grande números de casos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p dir="ltr">O Mestrado Profissional em Ciências da Saúde (MPCS) está promovendo um curso de capacitação em Leptospirose. A atividade  acontece no dia 19 de junho e será ministrada por Leonardo Teixeira Limberger, graduado em Medicina pela UFSM (2022) e atuante como Médico da Estratégia de Saúde da Família.</p>
<p dir="ltr">O evento será no Centro de Ciências da Saúde, UFSM - prédio 26A e está marcado para iniciar às 13 horas. O curso é gratuito, direcionado para profissionais da saúde, técnicos e estudantes envolvidos no cuidado com a saúde da população. Para participar, é necessário realizar a inscrição através do <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdM2S1uaNTIZ91uv8q7lKTOpWtPg8NSKJl13Uuo7JWJr_EnSg/viewform">formulário</a>. Será emitido certificado de participação para todos os presentes.</p>
<p>Uma segunda etapa do curso já está sendo planejada e será agendada oportunamente, garantindo a continuidade da capacitação e aprofundamento no tema abordado.</p>
<p>Dúvidas sobre a capacitação podem ser encaminhadas para <a href="mailto:mpcs@ufsm.br" target="_blank" rel="noopener">mpcs@ufsm.br</a></p>
<p dir="ltr"><strong>Programação:</strong></p>
<ul>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">13:00h - 15:00h: Palestra sobre Leptospirose</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">15:00h - 15:30h: Intervalo para Coffee Break</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">15:30h - 18:00h: Sessão de perguntas e respostas</p>
</li>
</ul>
<p> </p>
<p dir="ltr"><strong>Projeto de Extensão</strong></p>
<p dir="ltr">A ação faz parte do projeto de extensão "Cursos de Capacitação para Assistência Farmacêutica (FIEX-2024)",  coordenado pela professora Rosmari Horner, do Departamento de Análises Clínicas e Toxicológicas, conjuntamente com o MPCS, que visa melhorar a qualidade da assistência farmacêutica na rede municipal de Santa Maria.</p>
<p dir="ltr">O projeto tem como objetivo proporcionar a capacitação contínua dos profissionais da rede municipal de Santa Maria, abordando temas cruciais como saúde do idoso, plantas medicinais/tóxicas e infecções sexualmente transmissíveis/anticoncepcionais orais. Com um período de execução de abril de 2022 a abril de 2027, espera-se que esta iniciativa impacte positivamente a qualidade da assistência farmacêutica no município.</p>
<p dir="ltr"> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Curso de Leptospirose</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/mpcs/eventos/curso-de-leptospirose</link>
				<pubDate>Fri, 24 May 2024 14:41:08 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[curso]]></category>
		<category><![CDATA[leptospirose]]></category>

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						<description><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400">O Curso de Pós-Graduação Mestrado Profissional em Ciências da Saúde (MPCS) anuncia a realização do curso de capacitação em Leptospirose, ministrado pelo Dr. Leonardo Teixeira Limberger. Este evento faz parte do projeto de extensão &#8220;Cursos de Capacitação para Assistência Farmacêutica (FIEX-2024)&#8221;,  coordenado pela Profª Dra. Rosmari Horner do Departamento de Análises Clínicas e Toxicológicas conjuntamente com o MPCS que visa melhorar a qualidade da assistência farmacêutica na rede municipal de Santa Maria.</span></p>
<p><b><img loading="lazy" class="wp-image-748 alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/566/2024/05/Leonardo-T-Limberger.jpg" alt="" width="200" height="200" /></b><b>Ministrante:</b><span style="font-weight: 400"> Dr. Leonardo Teixeira Limberger, graduado em Medicina pela UFSM (2022) e atuante como Médico da Estratégia de Saúde da Família.</span></p>
<p><b>Certificação:</b> Serão emitidos certificados de participação para todos os presentes.</p>
<p><span style="font-weight: 400">A segunda etapa do curso será agendada oportunamente, garantindo a continuidade da capacitação e aprofundamento no tema abordado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Este curso é uma excelente oportunidade para profissionais farmacêuticos e demais profissionais da área da Saúde, técnicos e estudantes envolvidos na saúde da população aprimorarem seus conhecimentos sobre a Leptospirose, uma doença relevante no contexto de saúde pública.</span></p>
<p><b>Sobre o Projeto de Extensão:</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">O projeto &#8220;Cursos de Capacitação para Assistência Farmacêutica&#8221; tem como objetivo proporcionar a capacitação contínua dos profissionais da rede municipal de Santa Maria, abordando temas cruciais como saúde do idoso, plantas medicinais/tóxicas e infecções sexualmente transmissíveis/anticoncepcionais orais. Com um período de execução de abril de 2022 a abril de 2027, espera-se que esta iniciativa impacte positivamente a qualidade da assistência farmacêutica no município.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400">Participe deste esforço colaborativo entre a universidade e a comunidade para melhorar a saúde pública e a assistência farmacêutica na cidade de Santa Maria.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400">O Curso de Pós-Graduação Mestrado Profissional em Ciências da Saúde (MPCS) anuncia a realização do curso de capacitação em Leptospirose, ministrado pelo Dr. Leonardo Teixeira Limberger. Este evento faz parte do projeto de extensão &#8220;Cursos de Capacitação para Assistência Farmacêutica (FIEX-2024)&#8221;,  coordenado pela Profª Dra. Rosmari Horner do Departamento de Análises Clínicas e Toxicológicas conjuntamente com o MPCS que visa melhorar a qualidade da assistência farmacêutica na rede municipal de Santa Maria.</span></p>
<p><b><img loading="lazy" class="wp-image-748 alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/566/2024/05/Leonardo-T-Limberger.jpg" alt="" width="200" height="200" /></b><b>Ministrante:</b><span style="font-weight: 400"> Dr. Leonardo Teixeira Limberger, graduado em Medicina pela UFSM (2022) e atuante como Médico da Estratégia de Saúde da Família.</span></p>
<p><b>Certificação:</b> Serão emitidos certificados de participação para todos os presentes.</p>
<p><span style="font-weight: 400">A segunda etapa do curso será agendada oportunamente, garantindo a continuidade da capacitação e aprofundamento no tema abordado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Este curso é uma excelente oportunidade para profissionais farmacêuticos e demais profissionais da área da Saúde, técnicos e estudantes envolvidos na saúde da população aprimorarem seus conhecimentos sobre a Leptospirose, uma doença relevante no contexto de saúde pública.</span></p>
<p><b>Sobre o Projeto de Extensão:</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">O projeto &#8220;Cursos de Capacitação para Assistência Farmacêutica&#8221; tem como objetivo proporcionar a capacitação contínua dos profissionais da rede municipal de Santa Maria, abordando temas cruciais como saúde do idoso, plantas medicinais/tóxicas e infecções sexualmente transmissíveis/anticoncepcionais orais. Com um período de execução de abril de 2022 a abril de 2027, espera-se que esta iniciativa impacte positivamente a qualidade da assistência farmacêutica no município.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400">Participe deste esforço colaborativo entre a universidade e a comunidade para melhorar a saúde pública e a assistência farmacêutica na cidade de Santa Maria.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>MORCEGOS AMPLIAM AMEAÇA DA LEPTOSPIROSE</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/experimental/revistatxt/2023/07/24/morcegos-ampliam-ameaca-da-leptospirose</link>
				<pubDate>Mon, 24 Jul 2023 12:00:50 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[28ª Edição]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[.TXT]]></category>
		<category><![CDATA[ed28]]></category>
		<category><![CDATA[higiene]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[leptospirose]]></category>
		<category><![CDATA[morcegos]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/experimental/revistatxt/?p=3834</guid>
						<description><![CDATA[Transmitida através da urina, a bactéria pode ser letal para o humano]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"align":"center","id":3835,"width":768,"height":512,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large is-resized"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/714/2023/07/20230426130512_IMG_6979-1024x683.jpg" alt="Fotografia horizontal e colorida de um morcego morto em cima de lajotas marrom avermelhadas, separadas por rejuntes na cor cinza. O morcego é preto e está com as asas abertas e rígidas. Algumas partes do corpo do morcego  estão desfiguradas. Na lajota, há algumas manchas de tinta branca e pedaços de tinta creme secos. Ao fundo, a  base de metal da janela em cor cinza." class="wp-image-3835" width="768" height="512" /><figcaption class="wp-element-caption">De acordo com a Dra. Ana Eucares Von Laer, a doença transmitida por morcegos que mais preocupa na UFSM é a leptospirose | Foto: Gabriel Barros</figcaption></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Tradicionalmente associada aos ratos, a leptospirose é uma doença preocupante em todo o Brasil, devido a sua alta taxa de letalidade. Porém, segundo a pesquisa publicada como dissertação de Mestrado da doutoranda em Medicina Veterinária, Bruna Carolina Ulsenheimer, indica os morcegos como mais um possível transmissor da bactéria. Entre novembro de 2022 e fevereiro de 2023 -&nbsp; período de alta nas contaminações devido à maior incidência de chuvas -&nbsp; 564 casos da doença foram confirmados no Brasil. <a href="http://www.saude.sp.gov.br/resources/cve-centro-de-vigilancia-epidemiologica/areas-de-vigilancia/doencas-de-transmissao-por-vetores-e-zoonoses/doc/lepto/alerta_epidemiologicoms_lepto_inundacoes.pdf">Destes, 10,28% foram no Rio Grande do Sul, de acordo com a Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde</a>. Com a de que não somente os ratos, mas também os morcegos servem como reservatório para a bactéria, a preocupação chega na UFSM, onde os estudantes convivem diariamente com esses animais nos prédios.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Quem caminha pelos corredores da Universidade, ainda mais nos edifícios antigos, com facilidade percebe a presença de morcegos e das fezes que eles deixam. Quando fala-se sobre o medo de contrair alguma doença destes animais, o imaginário popular tem a raiva como principal preocupação. Porém, de acordo com a coordenadora do Laboratório de Diagnóstico de Leptospirose (LABLEPTO), Dra. Ana Eucares Von Laer, a doença transmitida por morcegos que mais preocupa na UFSM é a leptospirose.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Para Ana, a raiva é uma doença preocupante, mas só pode ser transmitida por espécies que sealimentam de sangue e pequenos insetos, o que não é o caso dos encontrados na Universidade. Segundo ela, a maior parte das variedades identificadas no Campus comem apenas frutas, por issonão são transmissores da raiva, mas podem ser vetores para a leptospira.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Por meio dos excrementos deixados pelos morcegos, a bactéria pode infectar humanos. Como informa Bruna, a bactéria pode se instalar nos rins das espécies frugívoras, ser eliminada pela urina e transmitir a leptospira. A pesquisadoraainda destaca que existem riscos de outras doenças incubadas em animais que dividem espaço com humanos, se tornarem zoonoses. “Ainda vamos passar não apenas por uma, mas porvárias epidemias capazes de evoluir para pandemias" alerta.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Segundo Bruna: “Estes microrganismos podem estar somenteem uma espécie, mas tem potencial desofrer mutações e contaminar pessoas que tenham contato com essas colônias [de animais]”. Para a doutoranda, vírus e bactérias novospodem agir de maneiras desconhecidas no organismo, já que o corpo ainda não tem defesas naturais - os anticorpos, que são criados pelo sistema imunológico a partir do contato com agentes patológicos.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A mestranda em Medicina Veterinária e integrante do LabLepto, Taynara Dias Lansarin, pontua que os centros urbanos cresceram de forma exponencial e desorganizada. “As cidades se estabelecem nos habitats naturais dos morcegos, aumentando o contato humano com essas espécies e com os microrganismos que elas carregam”, explica Taynara. Segundo o Ministério da Saúde, a leptospirose tem letalidade média de 9%, podendo chegar a 40% em casos graves.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:separator {"className":"is-style-dots"} -->
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots" />
<!-- /wp:separator -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Em caso de suspeita de infecção por leptospirose, um médico deve ser procurado para evitar que a doença evolua para sua fase tardia e mais grave. Os sintomas são: febre, dor muscular nas panturrilhas, dor de cabeça, náuseas e falta de apetite. O tratamento deve ser iniciado logo após a suspeita da infecção, com o uso de antibióticos, que tem sua maior eficácia na primeira semana de sintomas. Em caso de agravamento, a hospitalização deve ser imediata para amenizar o risco de morte.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:separator {"className":"is-style-dots"} -->
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots" />
<!-- /wp:separator -->

<!-- wp:heading {"level":4} -->
<h4 class="wp-block-heading"><strong>A casa é dos estudantes, as janelas dos morcegos</strong></h4>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Na Casa do Estudante Universitário (CEU), o convívio com morcegos é constante, e, em algumas situações, seus dejetos interferem diretamente no bem-estar dos moradores. Como conta um dos milhares de estudantes que residem no local, “A convivência é bastante complicada. Todos os apartamentos tem uma caixa que protege a persiana, onde os morcegos se alojam e defecam na janela. A única manutenção é feita pelos moradores".</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Segundo a Pró-reitoria de infraestrutura, ninguém pode manejar o material sem uso de Equipamento de proteção individual (EPIs), no entanto, o morador destaca que não há nenhuma manutenção ou limpeza por parte da instituição, com esses resíduos sendo retirados somente quando a iniciativa é tomada por quem reside no apartamento.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A Proinfra acrescenta que realizou um estudo em 2022, buscando saber qual a situação no Campus, em quais prédios os morcegos têm aparecido, horário que saem para se alimentar, etc. Com o resultado, foi elaborada uma dispensa de licitação para limpeza e vedação das juntas de dilatação da Reitoria, que aconteceu em 2023.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Em relação aos demais prédios que enfrentam o problema, a Pró-reitoria de infraestrutura afirma que está preparando uma nova licitação para enviar ao Departamento de Material e Patrimônio (DEMAPA). Esse serviço exige o acompanhamento de um responsável técnico, já que os morcegos são protegidos por lei, sendo proibida a captura sem autorização do Órgão Ambiental. A norma também estipula um período de retirada entre março e setembro, fora do período de amamentação dos filhotes.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:separator {"className":"is-style-dots"} -->
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots" />
<!-- /wp:separator -->

<!-- wp:paragraph {"align":"right"} -->
<p class="has-text-align-right"><strong>Reportagem:</strong> <em>Gabriel Barros e Rafael Rintzel</em><br><strong>Contato:</strong> <em><a href="mailto:barrosgabrieltm@gmail.com">barrosgabrieltm@gmail.com</a> / <a href="mailto:rafel_rintzel@hotmail.com">rafel_rintzel@hotmail.com</a></em>&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
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