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				<title>10 Produções científicas da UFSM com o tema LGBTQIA+</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/10-producoes-cientificas-ufsm-lgbtqia</link>
				<pubDate>Mon, 28 Jun 2021 14:20:34 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Listas]]></category>
		<category><![CDATA[destaque arco]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[diversidade]]></category>
		<category><![CDATA[LGBT]]></category>
		<category><![CDATA[LGBTQIA+]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>

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						<description><![CDATA[Em comemoração ao Mês do Orgulho LGBTQIA+, a Arco ressalta a importância da inclusão dessas temáticas na academia e na pesquisa científica]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Discriminação, revolta e luta pela liberdade de ser quem é. Junho é considerado o Mês do Orgulho LGBTQIA+ e a história sobre esse simbolismo começa no dia 28 de junho de 1969, considerado o marco inicial pela luta dos direitos civis da comunidade. Esse dia é reconhecido pela Revolta de Stonewall, que aconteceu no bairro East Village de Nova York, Estados Unidos, no bar gay de mesmo nome - Stonewall Inn.</p><p>Na época, em um contexto que era crime não ser heterossexual no país, assim como estritamente proibido o uso de roupas que não fossem “apropriadas para o seu gênero” - o que poderia até resultar em prisão -, o bar representava um espaço de liberdade para seus frequentadores. Isso, no entanto, contrastava com a constante opressão policial que cercava o ambiente, marcada por invasões policiais no estabelecimento. Porém, em 28 de junho de 1969, isso seria diferente: ao contrário do costume, os policiais surgiram em um horário de maior movimento, por volta da 1h da madrugada, prendendo diversos clientes e alegando “conduta inapropriada”. Com a grande quantidade de pessoas no local, o transporte dos presos foi atrapalhado, demorando para ser efetuado. Ao mesmo tempo, fora do bar, se formava uma multidão de manifestantes, que só aumentava ao passar das horas.</p>		
												<img width="1024" height="668" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2021/06/LGBT-1024x668.jpg" alt="" loading="lazy" />														
		<p>Após uma tentativa da polícia de escoltar uma mulher para fora, o público reagiu violentamente, o que resultou em um confronto direto entre as autoridades e a comunidade LGBTQIA+. O conflito, que só foi dispersado às 4h da madrugada, não registrou nenhuma morte, porém deixou diversas pessoas feridas. Em 1970, 10 mil pessoas se reuniram para comemorar 1 ano da revolta, o que deu origem às Paradas LGBTQIA+ que acontecem por todo o planeta. Em homenagem à data e levando em consideração a importância da luta contra as desigualdades e da inclusão – inclusive no âmbito acadêmico-, a Revista Arco traz uma lista de produções científicas da UFSM relacionadas ao tema LGBTQIA+. A escolha foi feita a partir das produções mais recentes e considerando diferentes áreas do conhecimento:</p><p><strong><a href="https://portal.ufsm.br/projetos/publico/projetos/view.html?idProjeto=63291" target="_blank" rel="noopener">1- LGBTCHÊ</a></strong></p><p><strong>Tipo de Produção:</strong> Projeto de Extensão</p><p><strong>Participantes:</strong> Felipe Machado (bolsista); Oneide Alessandro Silva dos Santos (participante); Sergio Pinheiro Cezar (participante); Gustavo de Oliveira Duarte (orientador);</p><p><strong>Área:</strong> Centro de Educação Física e Desportos</p><p><strong>Enfoque:</strong> O desenvolvimento de cursos de extensão para professores e alunos da rede pública de Santa Maria (RS) sobre relações de Gênero e Sexualidade na formação básica e profissional. O projeto tem como objetivo diminuir conflitos e combater a violência de gênero sofrida por alunos, muitas vezes relacionada a conceitos da cultura gaúcha - marcada por padrões normativos referentes às definições de feminilidade e masculinidade.</p><p><i>*Resumo editado a partir do texto dos autores.</i></p><p><a href="https://drive.google.com/drive/folders/1cuD1E0W9RMNTWGr_d5vRsCX1O1A40IQr" target="_blank" rel="noopener"><strong>2- Design Gráfico de Cartazes: Momentos históricos da cultura LGBTQIA+ </strong></a></p><p><strong>Tipo de Produção:</strong> Trabalho de Conclusão de Curso</p><p><strong>Participantes:</strong> Douglas Mastella dal Forno (autor); Volnei Antônio Matté (orientador);</p><p><strong>Área:</strong> Centro de Artes e Letras – Curso de Desenho Industrial</p><p><strong>Enfoque:</strong> O desenvolvimento e apresentação de cartazes que promovem a história, as conquistas e as lutas das minorias LGBTQIA+. Para isso, a aplicação de conceitos do design gráfico e princípios teóricos da comunicação visual, composição visual e seus elementos subjetivos, estruturais e gráficos.</p><p><i>*Resumo editado a partir do texto dos autores.</i></p><p><a href="https://repositorio.ufsm.br/handle/1/19897" target="_blank" rel="noopener"><strong>3- "Será que realmente existe isso?”: Reflexões acerca da bissexualidade e da pansexualidade femininas</strong></a></p><p><strong>Tipo de Produção:</strong> Trabalho de Conclusão de Curso</p><p><strong>Participantes:</strong> Danieli Klidzio (autora); Monalisa Dias de Siqueira (orientadora);</p><p><strong>Área:</strong> Centro de Ciências Sociais e Humanas – Curso de Licenciatura em Ciências Sociais</p><p><strong>Enfoque:</strong> A reflexão sobre a bissexualidade e a pansexualidade femininas, considerando as suas especificidades enquanto orientações sexuais também reivindicadas como identidades. Trabalho feito a partir de entrevistas individuais com mulheres jovens residentes em Santa Maria (RS) e familiarizadas com o contexto universitário; além da realização de um grupo focal. O objetivo era tensionar alguns estereótipos relacionados a essas identidades, contextualizando e analisando criticamente a perspectiva acerca delas e considerando concepções históricas da sexualidade.</p><p><i>*Resumo editado a partir do texto dos autores.</i></p><p><strong><a href="https://www.scielo.br/j/csp/a/YkWjhdbRtDcjhGT44sXqRNQ/?lang=pt" target="_blank" rel="noopener">4- Violência pós-morte contra travestis de Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brasil </a></strong></p><p><strong>Tipo de Produção:</strong> Artigo Científico</p><p><strong>Participantes:</strong> Martha Helena Teixeira de Souza; Richard Miskolci; Marcos Claudio Signorelli; Fernando de Figueiredo Balieiro; Pedro Paulo Gomes Pereira;</p><p><strong>Área:</strong> Centro de Ciências da Saúde</p><p><strong>Enfoque:</strong> A descrição e análise de violências vivenciadas por travestis, inclusive após a morte. É um estudo baseado em metodologia qualitativa por meio de uma pesquisa etnográfica, sendo desenvolvida entre 2019 e 2020 – e foi decorrente do assassinato de cinco travestis na cidade de Santa Maria (RS). Outro objetivo é compreender esse tipo de violência que se manifesta no pós-morte e que busca apagar a história e os rastros da existência travesti.</p><p><i>*Resumo editado a partir do texto dos autores.</i></p><p><a href="https://portal.ufsm.br/projetos/publico/projetos/view.html?idProjeto=64418" target="_blank" rel="noopener"><strong>5- Estratégias de coping na população transgênero brasileira: relações com saúde mental plena</strong></a></p><p><strong>Tipo de Produção:</strong> Projeto de Pesquisa</p><p><strong>Participantes:</strong> Luiza Pereira Rodrigues (autora e participante); Anelise Schaurich dos Santos (co-autora); Naiana Dapieve Patias (orientadora);</p><p><strong>Área:</strong> Centro de Ciências Sociais e Humanas – Departamento de Psicologia</p><p><strong>Enfoque:</strong> A identificação das principais violências vivenciadas pela população transgênero brasileira, das suas formas de enfrentamento (coping), e da relação desses elementos com a saúde mental plena dessa comunidade. Os dados serão coletados via internet e serão referentes a indivíduos transgêneros maiores de idade e integrantes de grupos na rede social Facebook voltados à temática trans.  </p><p><i>*Resumo editado a partir do texto dos autores.</i></p><p><a href="https://repositorio.ufsm.br/handle/1/19461" target="_blank" rel="noopener"><strong>6- A (in)visibilidade de famílias homoafetivas durante atendimentos nos serviços de saúde </strong></a></p><p><strong>Tipo de Produção:</strong> Dissertação de Mestrado</p><p><strong>Participantes:</strong> Marielle Kulakowski Obem (autora); Nara Marilene Oliveira Girardon-Perlini (orientadora);</p><p><strong>Área:</strong> Centro de Ciências da Saúde – Programa de Pós-graduação em Enfermagem</p><p><strong>Enfoque:</strong> Investigar a percepção de famílias homoafetivas sobre o atendimento recebido em serviços de saúde. O estudo foi de abordagem qualitativa, contando com a participação de nove famílias residentes em cidades do interior do Rio Grande do Sul. O referencial foi a partir do interacionismo simbólico, que estuda a compreensão da ação humana a partir de interações sociais. É levantada a reflexão acerca da invisibilidade dessas famílias, no título como (in)visibilidade, na medida que essas famílias são vistas pelos profissionais da saúde, mas não reconhecidas por eles como tal.  </p><p><i>*Resumo editado a partir do texto dos autores.</i></p><p><a href="https://repositorio.ufsm.br/handle/1/20194" target="_blank" rel="noopener"><strong>7- Velcro Seguro: o guia de saúde sexual para mulheres lésbicas e bissexuais com vulva</strong></a></p><p><strong>Tipo de Produção:</strong> Trabalho de Conclusão de Curso</p><p><strong>Participantes:</strong> Nicolle Christine Sartor (autora); Juliana Petermann (orientadora);</p><p><strong>Área:</strong> Centro de Ciências Sociais e Humanas - Curso de Comunicação Social – Publicidade e Propaganda</p><p><strong>Enfoque:</strong> O desenvolvimento de um material informacional sobre a saúde sexual de mulheres lésbicas e bissexuais com vulva. Eram abordados aspectos como transmissão e prevenção de IST, métodos de sexo seguro, exames preventivos e anatomia da vulva. Após a produção, houve a análise da resposta do público-alvo a partir de entrevistas com mulheres lésbicas e bissexuais.</p><p><i>*Resumo editado a partir do texto dos autores.</i></p><p><a href="https://docs.google.com/file/d/1eroXEma7HSirkWKMAzxq9SQU5g-FZFQBmkXVdU2V0og/view" target="_blank" rel="noopener"><strong>8- O amor que não ousa dizer o nome: o discurso de ódio LGBT+Fóbico e a criminalização da homotransfobia pelo Supremo Tribunal Federal</strong></a></p><p><strong>Tipo de Produção:</strong> Trabalho de Conclusão de Curso</p><p><strong>Participantes:</strong> Pablo Domingues de Mello (autor); Rosane Leal da Silva (orientadora); Marília de Nardin Budó (coorientadora);</p><p><strong>Área:</strong> Centro de Ciências Sociais e Humanas – Curso de Direito</p><p><strong>Enfoque: </strong>A observação sobre de que forma o discurso de ministros e ministras no julgamento da criminalização da homotransfobia (2018) contribuiu para a reprodução do discurso legitimador do Sistema Penal e, consequentemente, para a reprodução e manutenção da violência contra a comunidade LGBT+. Isso foi feito a partir de uma análise de discurso, refletindo sobre outras questões como a invisibilidade de vítimas em situações de violência.</p><p><i>*Resumo editado a partir do texto dos autores.</i></p><p><strong><a href="https://repositorio.ufsm.br/handle/1/20124" target="_blank" rel="noopener">9- O ethos midiatizado de Marco Feliciano: uma análise da formação institucional de discursos sobre o controle do ethos privado</a></strong></p><p><strong>Tipo de produção:</strong> Dissertação de Mestrado</p><p><strong>Participantes:</strong> Marina Martinuzzi Castilho (autora); Aline Roes Dalmolin (orientadora);</p><p><strong>Área:</strong> Centro de Ciências Sociais e Humanas – Programa de pós-graduação em Comunicação</p><p><strong>Enfoque:</strong> A investigação sobre a influência do pastor e deputado federal Marco Feliciano em acionar discursos de controle sobre conduta privadas, principalmente acerca da sexualidade humana. Isso foi feito a partir da análise de suas manifestações em mídias sociais - com um olhar específico para o canal no Youtube e para o uso, na época, da hashtag #ANossaFamíliaMereceRespeito. Por fim, a análise de discurso e reflexões sobre a midiatização como elemento estruturante em eventos modernos, discursivos e culturais. </p><p><i>*Resumo editado a partir do texto dos autores.</i></p><p><strong><a href="https://repositorio.ufsm.br/handle/1/19896" target="_blank" rel="noopener">10- Não é uma realidade de todo mundo: acesso ao SUS por pessoas trans do município de Santa Maria a partir da normativa 2.803/2013</a></strong></p><p><strong>Tipo de produção:</strong> Trabalho de Conclusão de Curso</p><p><strong>Participantes:</strong> Daniel da Silva Stack (autor); Mari Cleise Sandalowski (orientadora);</p><p><strong>Área:</strong> Centro de Ciências Sociais e Humanas – Curso de Licenciatura em Ciências Sociais</p><p><strong>Enfoque:</strong> A investigação sobre como a população trans no município de Santa Maria utiliza o Sistema Único de Saúde (SUS) para a transição de gênero – garantida gratuitamente pelo sistema mediante o Código Internacional de Doenças (CID). Além disso, a identificação de quais parâmetros sociais facilitam o acesso ao tratamento hormonal pelo SUS, pela rede privada e na auto-hormonização. Foi uma pesquisa qualitativa feita através de entrevistas.</p><p><i>*Resumo editado a partir do texto dos autores. </i></p><p><strong><i>Expediente</i></strong></p><p><i><strong>Repórter:</strong> Esther Klein, acadêmica de Jornalismo e bolsista</i></p><p><i><strong>Ilustrador:</strong> Filipe Duarte, acadêmico de Desenho Industrial e bolsista</i></p><p><i><strong>Mídia Social:</strong> Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Eloíze Moraes e Martina Pozzebon, estagiárias de Jornalismo</i></p><p><i><strong>Edição Geral</strong>: Luciane Treulieb e Maurício Dias, jornalistas</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Vice-diretor do CEFD lança nesta sexta-feira o livro “Entre Armários e Gavetas”</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2019/12/09/vice-diretor-do-cefd-lanca-nesta-sexta-feira-o-livro-entre-armarios-e-gavetas</link>
				<pubDate>Mon, 09 Dec 2019 20:24:37 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[LGBT]]></category>

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						<description><![CDATA[O professor Gustavo de Oliveira Duarte, vice-diretor do Centro de Educação Física e Desportos (CEFD), lança na próxima sexta-feira (13) o livro Entre Armários e Gavetas: Homossexualidade Masculina e o Processo de Envelhecimento. Publicada pela Editora Appris, a obra é resultante do seu doutorado em Educação na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. O [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  O professor Gustavo de Oliveira Duarte, vice-diretor do Centro de Educação Física e Desportos (CEFD), lança na próxima sexta-feira (13) o livro <i>Entre Armários e Gavetas: Homossexualidade Masculina e o Processo de Envelhecimento</i>. Publicada pela Editora Appris, a obra é resultante do seu doutorado em Educação na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. O lançamento será às 17h no Salão Imembuí, localizado no 2º andar da Reitoria da UFSM.

Durante o evento, haverá sessão de autógrafos e coquetel. O livro poderá ser adquirido na ocasião pelo preço promocional de R$ 40,00. Após essa data, a obra estará à venda somente no site <a href="https://www.editoraappris.com.br/">Appris</a>, por R$ 52,00.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Série de vídeos feita na UFSM mostra diferentes experiências de pessoas LGBT+ em Santa Maria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2019/06/28/serie-de-videos-feita-na-ufsm-mostra-diferentes-experiencias-de-pessoas-lgbt-em-santa-maria</link>
				<pubDate>Fri, 28 Jun 2019 19:26:46 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[LGBT]]></category>
		<category><![CDATA[TV Campus]]></category>

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						<description><![CDATA[28 de junho é celebrado mundialmente como Dia do Orgulho LGBT+. Justamente na data, foi lançado o primeiro de uma série de vídeos que relata as vivências de pessoas de diversas identificações de gênero e orientações sexuais em Santa Maria. O material, feito em parceria entre o Projeto Diversidades, a TV Campus e o Estúdio [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  28 de junho é celebrado mundialmente como Dia do Orgulho LGBT+. Justamente na data, foi lançado o primeiro de uma série de vídeos que relata as vivências de pessoas de diversas identificações de gênero e orientações sexuais em Santa Maria. O material, feito em parceria entre o Projeto Diversidades, a TV Campus e o Estúdio 21, compartilha as vivências de sete pessoas em relação a temas como mercado de trabalho, nome social, autoidentificação, descoberta/aceitação, movimento LGBT+ na cidade, padrão de beleza, preconceito e religião.

O objetivo do projeto é promover a visibilidade das diferentes experiências (lésbicas, gays, bissexuais e transgênero) por meio da produção de um material audiovisual com histórias reais de pessoas da cidade. A partir de vídeos curtos, divulgados na TV Campus (canal 15 da Net Santa Maria e <a href="http://ufsm.br/tvcampus">ufsm.br/tvcampus</a>) e mídias sociais pretende-se trazer um pouco das vivências e demonstrar que a sigla LGBT+ também tem representatividade local.

O primeiro dos vídeos traz o depoimento de Alef Vieira Mustafá, homem trans:

[embed]https://www.youtube.com/watch?v=J3kqvjssXlY&amp;feature=youtu.be[/embed]

Os demais vídeos da série serão publicados mensalmente nas plataformas da TV Campus no <a href="http://youtube.com/tvcampusufsm">YouTube</a>, <a href="http://facebook.com/tvcampus">Facebook</a> e <a href="http://farol.ufsm.br/produtor/5">Farol</a>.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>CE convida a comunidade para a aula pública “Transmasculinidades e suicídio”</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2019/06/10/ce-convida-a-comunidade-para-a-aula-publica-transmasculinidades-e-suicidio</link>
				<pubDate>Mon, 10 Jun 2019 19:25:26 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CE]]></category>
		<category><![CDATA[LGBT]]></category>

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						<description><![CDATA[Nesta terça-feira (11), ocorre no Centro de Educação (CE) a aula pública “Transmasculinidades e suicídio”, na qual será exibido o documentário em curta-metragem Preciso Dizer que Te Amo, que fala sobre o suicídio entre transexuais. Logo após, haverá um debate com o diretor do filme, Ariel Nobre. A atividade começa às 8h30min no auditório Audimax, [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/06/62020863_1425610260915079_1119102236333441024_o.jpg"><img class=" wp-image-48110 alignright" src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/06/62020863_1425610260915079_1119102236333441024_o.jpg" alt="" width="551" height="489" /></a>Nesta terça-feira (11), ocorre no Centro de Educação (CE) a aula pública “Transmasculinidades e suicídio”, na qual será exibido o documentário em curta-metragem <i>Preciso Dizer que Te Amo</i>, que fala sobre o suicídio entre transexuais. Logo após, haverá um debate com o diretor do filme, Ariel Nobre. A atividade começa às 8h30min no auditório Audimax, localizado no prédio 16 do campus sede.

A aula pública é promovida pelo CE, Programa de Pós-Graduação em Educação e Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação e Imaginário Social (Gepeis) da UFSM, contando com o apoio do curso de Psicologia da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra).]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Humanidade em foco</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/humanidade-em-foco</link>
				<pubDate>Thu, 06 Dec 2018 19:36:27 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Dossiê Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[fórum de direitos humanos da UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[LGBT]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

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						<description><![CDATA[Exposição da Pró-Reitoria de Extensão da UFSM traz ensaios fotográficos de minorias sociais e direitos humanos
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <span style="font-weight: 500;">No 1º Fórum de Direitos Humanos da UFSM, o movimento LGBTQI+ e a pluralidade que caracteriza o Sul do país são ressaltados em duas mostras fotográficas. As imagens, que estão expostas no hall da Reitoria até esta sexta-feira (7), reforçam temas como igualdade de gênero, sexualidade, etnia e religião. </span>

<b>O arco-íris em evidência </b>

<img class="size-full wp-image-5018 aligncenter" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/12/2°-parada-de-orgulho-LGBT-alternativa-de-Santa-Maria-1.jpg" alt="" width="6000" height="4000" />Uma das exposições no hall da Reitoria é organizada com as imagens produzidas pela publicitária Bruna Casser em 2016, durante um trabalho para a disciplina de Comunicação e Cultura do curso de Publicidade e Propaganda. As fotografias realizadas durante a 2ª Parada LGBTQI+ Alternativa têm como objetivo, segundo Bruna, “mostrar para as pessoas um pouco do que vivenciamos naquele espaço, mostrar que existem pessoas por trás de tudo aquilo.  Representar isso através da fotografia é uma maneira pura e confortável de registrar o sentimento de liberdade que exala em ambientes que nos sentimos à vontade”.

<img class="alignleft size-full wp-image-5019" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/12/2°-parada-de-orgulho-LGBT-alternativa-de-Santa-Maria-2.jpg" alt="" width="6000" height="4000" />

<span style="font-weight: 500;">Mesmo tendo finalizado o ensaio fotográfico em 2016, ano em que a 2ª Parada Alternativa ocorreu, Bruna afirma que seu trabalho ainda se faz relevante devido “às pessoas que conhecemos, suas histórias e suas lutas”. Para ela, é necessário representar a comunidade LGBTQI+ e lutar contra o preconceito e a repreensão. “Esse trabalho se apresenta em um momento em que só unida é que uma minoria percebe sua grandeza”.</span>

<b>O Sul como pano de fundo </b>

<img class="size-full wp-image-5020 aligncenter" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/12/MGM0456.jpg" alt="" width="800" height="533" />

<span style="font-weight: 500;">Na segunda exposição do 1º Fórum de Direitos Humanos da UFSM, o público pode conferir imagens de pessoas que integram o universo da educação básica e universitária. O projeto fotográfico </span><i><span style="font-weight: 500;">Regionalidades do Sul: Protagonismo Biográfico e Narrativas de Vida no Universo Acadêmico</span></i><span style="font-weight: 500;"> é coordenado pelo professor Jorge Luiz da Cunha e faz parte do Núcleo de Estudos sobre Memórias e Educação (CLIO) da UFSM, originado a partir de uma experiência realizada pela Professora Joana Elisa Röwer, da Universidade Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB).</span>

<span style="font-weight: 500;">Um dos objetivos do projeto de extensão é questionar a identidade gaúcha construída a partir da década de 1950. Para Jorge Cunha, a imagem antiga que se tem não corresponde à diversidade de existências individuais, sociais, culturais e políticas pertencentes ao extremo sul do Brasil. “Cada um é cada um e é nessa consciência de diversidade que podemos construir estrategicamente alternativas de viver juntos em igualdade e reconhecimento”, afirma ele.</span>

<img class="size-full wp-image-5021 aligncenter" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/12/MGM0465.jpg" alt="" width="800" height="533" />

<span style="font-weight: 500;">Impressas em tecido, as dezesseis imagens que compõem a exposição mostram os rostos dos entrevistados para contar suas experiências e trajetórias, além de citações de cada um. Para o docente, o público deve enxergar a subjetividade das respostas: “a interpretação do dito ou do escrito deve ser mais do que uma interpretação pura daquilo que originalmente o narrador quis dizer”. Entre as diversas frases apresentadas, questões de gênero, sexualidade, etnia e religião se destacam. O coordenador diz que esse “é um tipo de registro que estimula sentidos e aprofunda nossa reflexão sobre a diferença do outro e a nossa”.</span>

<img class="size-full wp-image-5022 aligncenter" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/12/MGM0466.jpg" alt="" width="800" height="533" />

<b>Reportagem: </b>Paulo César Ferraz, acadêmico de Jornalismo

<b>Edição: </b>Luciane Treulieb, jornalista

<b>Fotografia:</b> Rafael Happke]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Luta e visibilidade trans</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/luta-e-visibilidade-trans</link>
				<pubDate>Thu, 28 Jun 2018 22:09:26 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[#visibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia de transcendentalização]]></category>
		<category><![CDATA[cotas]]></category>
		<category><![CDATA[LGBT]]></category>
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		<category><![CDATA[transfobia]]></category>

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						<description><![CDATA[No mês do orgulho LGBT+, transexuais comemoram avanços, porém ainda enfrentam preconceitos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <img class="alignright size-medium wp-image-3871" src="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/06/CapaLGBT_Site-Arco-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" />

<span style="font-weight: 400">Dia 28 de junho é o Dia Internacional do Orgulho LGBTQ+ (gays, lésbicas, bissexuais, transexuais e intersexuais). A escolha da data remete a 1969, em função de acontecimentos ocorridos em um bar que existia em Nova York. Na época, não eram permitidos espaços para convivência das pessoas LGBTQ+. O local era uma espécie de ponto de encontro informal deste grupo - que chegava a pagar propina aos proprietários para que permanecesse em funcionamento. Ainda assim, eram comuns batidas policiais e agressões aos frequentadores do bar. Até que, em 28 de junho daquele ano, a comunidade LGBTQ+ resolveu se insurgir com protestos e mobilizações.</span>

<span style="font-weight: 400">Nos anos que se seguiram, nesta mesma data, as ruas da cidade eram tomadas pela Parada do Orgulho, com o intuito de incentivar a discussão sobre a visibilidade e a importância do combate à homofobia e da busca por direitos. De lá para cá, os</span> <a href="https://www.ufsm.br/midias/arco/2016/06/08/o-espaco-tambem-e-deles/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400">locais para convivênci</span><span style="font-weight: 400">a LGBT</span><span style="font-weight: 400">+</span></a><span style="font-weight: 400"> foram sendo diversificados. Ainda que se notem avanços, alguns entraves ainda são apontados na construção de uma sociedade livre de preconceitos e mais igualitária.</span>

<strong>Visibilidade trans</strong>

<span style="font-weight: 400">A sigla LGBTQ+ abriga identidades distintas e com demandas específicas e, portanto, se destina a promover a diversidade das culturas baseadas e</span><span style="font-weight: 400">m </span><span style="font-weight: 400">identidade sexual e de gênero</span><span style="font-weight: 400">.</span><span style="font-weight: 400"> A letra “T”</span> <span style="font-weight: 400">refere-se à uma identidade de gênero. Neste sentido, a transexualidade refere-se à </span><span style="font-weight: 400">condição do indivíduo cujo gênero pelo qual se identifica é diferente do sexo biológico.  </span>

<span style="font-weight: 400">Até junho de 2018, </span><span style="font-weight: 400">as pessoas que não se identificavam com o sexo que lhes foi atribuído ao nascer eram consideradas com transtornos mentais, segundo a classificação da Organização Mundial da Saúde (OMS). A mudança veio com a alteração na Classificação Internacional de Doenças (CID): </span><span style="font-weight: 400">os diagnósticos de “transexualismo” e “travestismo” foram substituídos pela noção de </span><i><span style="font-weight: 400">incongruência de gênero</span></i><span style="font-weight: 400">. Com a transexualidade ainda compondo a CID, mantém-se amparado o direito por cobertura pelos sistemas de saúde.</span>

<b>Cirurgia de redesignação sexual  </b>

<span style="font-weight: 400">A pesquisa</span> <a href="https://periodicos.ufsm.br/revistadireito/article/view/18583/pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><i><span style="font-weight: 400">Transexualidade e Dignidade da Pessoa Humana</span></i></a><span style="font-weight: 400">, </span><span style="font-weight: 400">realizada por</span> <span style="font-weight: 400">Edwirges Rodrigues e Maria Amália Alvarenga</span> <span style="font-weight: 400">e divulgada em 2015 pela Revista Eletrônica do curso de Direito da UFSM, busca fazer uma investigação sobre a transexualidade no Brasil. O texto, já na introdução, enfatiza que “os indivíduos transexuais enfrentam inúmeros preconceitos e dificuldades ao longo de suas vidas, podendo-se afirmar que, para alcançar sua completude, o transexual necessita reconhecer-se como titular do sexo oposto em todos os sentidos: médico (adequação do sexo biológico ao sexo psicológico), social (inclusão social deste indivíduo, para que seja aceito pela sociedade) e jurídico (perante a lei)”.</span>

<span style="font-weight: 400">Até 1997, a cirurgia de redesignação sexual ou de transgenitalização - adequação dos genitais ao gênero com o qual a pessoa se identifica - era proibida no Brasil. O processo de transformação corporal, que engloba as cirurgias de redesignação sexual, a plástica mamária reconstrutiva (incluindo próteses de silicone) e mastectomia (retirada de mama), só começou a ser ofertado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em 2008.</span>

<span style="font-weight: 400">A regulamentação da cirurgia é responsabilidade do Conselho Federal de Medicina, ditada através da</span><span style="font-weight: 400"> Resolução n° 1.955 de 2010</span><b>. </b><span style="font-weight: 400">De acordo com as pesquisadoras, o procedimento é bastante discutido no ordenamento jurídico, já que pode ser caracterizado como de caráter mutilante ou de caráter corretivo. As autoras defendem como mais adequada esta última, tendo em vista a finalidade terapêutica da cirurgia: “Torna-se admissível a disposição do direito à integridade física para autorizar a cirurgia de adequação sexual, na medida em que corresponde à realização do direito à saúde e a garantia da dignidade da pessoa humana, possibilitando o livre desenvolvimento da personalidade do indivíduo”, explicam na pesquisa.</span>

<span style="font-weight: 400">No país, há cinco hospitais, todos universitários, habilitados para as cirurgias pelo SUS, de acordo com o Ministério da Saúde: o Hospital das Clínicas (HC) de Porto Alegre, HC de Goiânia, HC de Recife, HC de São Paulo e o Hospital Universitário Pedro Ernesto do Rio de Janeiro.</span>

<b>Nome social</b>

<span style="font-weight: 400">Em março de 2018, foi definido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) que “todo cidadão tem o direito de escolher a forma que deseja ser chamado”. Foi reconhecido, por unanimidade, que pessoas trans podem alterar seu nome e sexo, em cartório, mesmo sem terem realizado a cirurgia de redesignação sexual. </span><span style="font-weight: 400">A autorização sobre a modificação do registro civil parte, atualmente, da declaração sobre a preponderância do sexo psicológico e/ou social sobre o sexo biológico. </span><span style="font-weight: 400">Essa conquista era uma das reivindicações mais importantes de transexuais desde 2016.</span>

<span style="font-weight: 400">Na UFSM, a possibilidade de alteração do nome social por pessoas trans e travestis foi</span><a href="https://www.ufsm.br/orgaos-executivos/caed/wp-content/uploads/sites/391/2018/10/resolu%C3%A7%C3%A3o_010-2015_Nome_Social.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400"> aprovada em 2015</span></a><span style="font-weight: 400">. Desde então, 14 pessoas adotaram o nome social, sendo nove mulheres transgênero e cinco homens transgênero.</span>

<b>Cotas para transgêneros</b>

<span style="font-weight: 400">Algumas universidades começaram a inserir pessoas trans no ambiente acadêmico, neste ano. A Universidade do Sul da Bahia (UFSB) foi a primeira a reservar vagas para as pessoas trans ou travestis nos mesmos moldes que para indígenas e quilombolas. A Universidade Federal do ABC (UFABC), em São Paulo, também abriu seis vagas para pessoas trans na Escola Preparatória. Já na Universidade Federal Fluminense, foram abertas duas vagas para autodeclarados transgêneros em pós-graduação em Sociologia. A partir de setembro, </span><span style="font-weight: 400">a Universidade Federal de Cariri (UFCA), no Ceará, será a primeira de todo o estado a reservar vagas nos editais de programas de pós-graduação para pessoas transgênero. </span>

<b>Transfobia </b>

<span style="font-weight: 400">De acordo com dados divulgados pela Organização Não Governamental (ONG) </span><a href="http://transrespect.org/wp-content/uploads/2016/11/TvT-PS-Vol14-2016.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><b>Transgender Europe</b></a> <span style="font-weight: 400">(TGEu), em novembro de</span><span style="font-weight: 400"> 2</span><span style="font-weight: 400">016, o Brasil estava no topo do ranking de países com mais registros de homicídios de pessoas transgênero. O relatório descreve a violência de ódio transfóbico como “qualquer incidente que seja motivado por preconceito, hostilidade ou ódio contra </span><span style="font-weight: 400">contra pessoas ou grupos que transgridem ou não se conformam com o expectativas e normas de gênero”.</span>

<span style="font-weight: 400">Em 2018, a Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), divulgou que o </span><a href="https://www.google.com/maps/d/u/0/viewer?mid=1O4mvhh3OTAFp61U4sUb5hArN4r5uEYBX&amp;ll=-12.817286845466187%2C-47.43337159999999&amp;z=5" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400">número de assassinatos</span></a><span style="font-weight: 400"> é crescente no país. Até o dia 29 de março deste ano, o Brasil havia registrado um aumento 20% (10 casos) no número de assassinatos em relação ao mesmo período de 2017.</span>

<span style="font-weight: 400">O artigo </span><a href="http://www.ucs.br/etc/revistas/index.php/conexao/article/view/4769/3032" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><i><span style="font-weight: 400">Narrativas jornalísticas e possibilidades de resistência acerca do acontecimento #SomosTodasVerônica: mídia, transfobia e violência</span></i></a><span style="font-weight: 400">, escrito por Viviane Borelli, Alisson Machado e Marlon Santa Maria Dias, do Departamento de Ciências da Comunicação da UFSM, explica que, no Brasil, a transfobia letal incide principalmente sobre a população de travestis negras ou pardas, com pouco acesso a recursos econômicos e sociais.</span>

<span style="font-weight: 400">A Constituição Brasileira não possui nenhuma lei específica a respeito da transfobia. O Projeto de Lei nº 122/2006 (</span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/79604" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400">PL 122</span></a><span style="font-weight: 400">), apresentado em 2006 na</span> <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A2mara_dos_Deputados_do_Brasil" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400">Câmara dos Deputados do Brasil</span></a><span style="font-weight: 400">, tem como objetivo criminalizar a discriminação motivada pela orientação sexual ou pela identidade de gênero da pessoa discriminada. Em 2014, o PL foi arquivado.</span>

<span style="font-weight: 400">No Rio Grande do Sul, existe um Conselho Estadual LGBT - vinculado à Secretaria da Justiça e dos Direitos Humanos - onde os agentes  recebem capacitação no atendimento de grupos vulneráveis. O estado contabiliza dados de transfobia por meio de um Observatório de Violência LGBT. No entanto, não existem delegacias especializadas em crimes de LGBTfobia. As denúncias podem ser feitas pelo 190 e pelo Disque 100. </span>

<span style="font-weight: 400"><strong>Reportagem:</strong> Andressa Motter, Mirella Joels e Tainara Liesenfeld
</span><span style="font-weight: 400"><strong>Fotografia:</strong> Yannis Papanastasopoulos/ Unsplash</span>]]></content:encoded>
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				<title>Literatura e Homossexualidade</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/literatura-e-homossexualidade</link>
				<pubDate>Fri, 14 Jul 2017 13:17:02 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Homossexualidade]]></category>
		<category><![CDATA[LGBT]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>

				<guid isPermaLink="false">http://coral.ufsm.br/arco/sitenovo/?p=502</guid>
						<description><![CDATA[Professor da Universidade lança livro que discute a relação entre literatura e homossexualidade]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <div id="container_dados">
<div id="texto" class="texto_noticia">

“Seja no campo da produção literária, seja no da crítica literária, ou em qualquer outra esfera de atuação pública, acredito que sair do armário é <em>sempre </em>um posicionamento político.” O professor do Departamento de Letras Vernáculas da UFSM Anselmo Peres Alós investiga, desde seu doutorado, a interface entre literatura e homossexualidade masculina na América Latina. Em 2017, organizou o livro <a href="https://www.academia.edu/31393093/Quando_os_arranjos_familiares_e_as_masculinidades_entram_em_quest%C3%A3o_na_escola_In._Anselmo_Peres_Al%C3%B3s._Po%C3%A9ticas_da_masculinidade_em_ru%C3%ADnas_2017.pdf"> Poéticas da Masculinidade em Ruínas: a Literatura e o Amor em Tempos de AIDS</a><em>,</em> publicado em plataforma digital. O livro, apoiado financeiramente pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), é o resultado de um projeto de pesquisa desenvolvido na UFSM, com a colaboração de vários pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento e de diferentes estados brasileiros.

<img class="alignnone size-medium wp-image-1503" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2017/08/Orgulho-LGBT-1440x940-300x196.gif" alt="" width="300" height="196" />

Nos anos 1980 e 1990, a AIDS foi chamada de “Peste Gay” pela mídia, ao relacionar a doença diretamente à comunidade homossexual. Anselmo explica que esse tumulto causado pela mídia impactou a produção da literatura, já que “novos espectros de preconceito, de afetividade e de solidariedade desenvolveram-se em função da pandemia” pontua o professor. A discussão proposta pelo livro é analisar, entre outros aspectos, como o advento da AIDS se faz perceber na literatura e nas artes.

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<strong>Literatura Homossexual</strong>

Estereótipo é a generalização que se faz sobre alguém ou alguma coisa- um exemplo é associar homens gays a “atitudes afeminadas”. O professor Anselmo relembra que “os estereótipos misóginos nas artes foram o produto do trabalho de homens; os estereótipos racistas foram o produto do trabalho de homens brancos, e os estereótipos homofóbicos, no campo das artes, foram fruto do trabalho de escritores heterossexuais”. Assim, a literatura produzida por autores LGBT, segundo Anselmo, “permite que gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros deixem de ser apenas objeto da representação e passem a ser sujeitos da produção de representações”.

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Dessa forma, a produção literária por autores LGBT torna-se necessária para que seja possível a identificação das pessoas com os personagens LGBT apresentados nos romances, sem estereótipos, com suas características singulares. “Se é verdade que um escritor não precisa necessariamente ser homossexual para escrever uma história de amor entre dois homens ou duas mulheres, também é verdade que um escritor heterossexual dificilmente saberá traduzir em palavras as angústias vividas cotidianamente por sujeitos não heterossexuais em termos de opressão, de marginalização, de segregação social”, ressalta.

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Além de <a href="https://www.academia.edu/31393093/Quando_os_arranjos_familiares_e_as_masculinidades_entram_em_quest%C3%A3o_na_escola_In._Anselmo_Peres_Al%C3%B3s._Po%C3%A9ticas_da_masculinidade_em_ru%C3%ADnas_2017.pdf"> Poéticas da Masculinidade em Ruínas: a Literatura e o Amor em Tempos de AIDS</a>, Anselmo também publicou o resultado de sua pesquisa de doutorado em livro pela Editora Mulheres no ano de 2013, com o título <em>A letra, o corpo e o desejo: masculinidades subversivas no romance latino-americano.</em>

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Repórter: Paola Dias
Ilustração: Giana Tondolo Bonilla

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