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				<title>Brasil Terra Indígena II</title>
				<link>https://www.ufsm.br/eventos/brasil-terra-indigena</link>
				<pubDate>Tue, 17 Oct 2023 18:35:52 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[38 JAI]]></category>
		<category><![CDATA[brasil terra indígena]]></category>
		<category><![CDATA[JAI]]></category>
		<category><![CDATA[Liga Yande]]></category>

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						<description><![CDATA[<p>O Brasil Terra Indígena é um evento anual de extrema importância que visa promover a cultura indígena, bem como abordar questões críticas relacionadas à saúde, direitos e educação indígena. Este ano, o tema do evento é &#8220;O Futuro é Ancestral!&#8221;</p>
<p>A programação do Brasil Terra Indígena II inclui uma variedade de atividades, como, palestras, oficinas de pinturas corporais, rituais tradicionais, apresentações de trabalhos de estudantes indígenas e compartilhamento de nossa cultura ancestral.</p>
<p>A presença dos povos indígenas nas universidades é um tema crucial, pois revela a necessidade de reconhecimento e respeito às terras historicamente pertencentes a essas comunidades.</p>
<p>As universidades, assim como a educação básica, foram instrumentos de um projeto colonial que buscava homogeneizar a cultura e servir às elites, que pregam até hoje suas monoculturas de pensamento. Nos últimos anos de desgoverno político intensificou-se a necessidade de estarmos mobilizados para a garantia de nossos direitos constitucionais, com muitas batalhas ganhas e perdidas.</p>
<p>A entrada dos povos indígenas nas universidades tem sido desafiadora devido à precariedade da formação escolar e à falta de consideração pelos conhecimentos específicos dessas comunidades. No entanto, a presença indígena na academia representa resistência e retomada de territórios que são fundamentais para sua história e futuro. Os desafios de entrar e permanecer na universidade, as estratégias para superá-los e a importância de uma universidade que seja inclusiva e acolhedora para todos.</p>
<p>O Brasil é terra indígena é o maior evento acadêmico do estado do Rio Grande do Sul, dando voz a quem veio antes de nós e para aqueles que virão depois de nós. Um movimento decolonial que busca uma nova universidade com nossas cosmopersepções e com os ensinamentos ancestrais de nossos mais velhos, por que antes do Brasil da Coroa, Existe o Brasil do Cocar.</p>
<p>&#8220;<em>Futuro Ancestral</em>&#8221; nos convida a refletir sobre nosso caminho como humanidade, reconectando-nos com nossas raízes e valores ancestrais. É hora de honrar a sabedoria dos povos indígenas, preservar a natureza e construir um futuro diferente do que está posto.</p>
<p>Nossos antepassados entendiam a interconexão com a natureza como algo vital para nossa existência. Hoje, enfrentamos desafios urgentes. Demarcação de terras, preservação dos biomas, proteção das florestas e rios, preservação dos costumes e tradição, preservação de culturas e práticas tradicionais são cruciais.</p>
<p>Repensemos o desenvolvimento, priorizando a natureza como um sujeito de direitos e decolonizando as relações entre o homem e a mãe terra, e o bem-estar de todas as comunidades. Resgatando essa sabedoria ancestral, encontramos soluções para mudanças climáticas, biodiversidade e desigualdade.</p>
<p>A história do Brasil está entrelaçada com a dos povos indígenas. Juntos, celebramos sua riqueza e importância vital para nosso país.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Realização</strong>: Yande/UFSM, NEABI/UFSM e Caipora</p>
<p><strong>Apoio</strong>: UFSM e Comin</p>
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							<content:encoded><![CDATA[  <p>O Brasil Terra Indígena é um evento anual de extrema importância que visa promover a cultura indígena, bem como abordar questões críticas relacionadas à saúde, direitos e educação indígena. Este ano, o tema do evento é &#8220;O Futuro é Ancestral!&#8221;</p>
<p>A programação do Brasil Terra Indígena II inclui uma variedade de atividades, como, palestras, oficinas de pinturas corporais, rituais tradicionais, apresentações de trabalhos de estudantes indígenas e compartilhamento de nossa cultura ancestral.</p>
<p>A presença dos povos indígenas nas universidades é um tema crucial, pois revela a necessidade de reconhecimento e respeito às terras historicamente pertencentes a essas comunidades.</p>
<p>As universidades, assim como a educação básica, foram instrumentos de um projeto colonial que buscava homogeneizar a cultura e servir às elites, que pregam até hoje suas monoculturas de pensamento. Nos últimos anos de desgoverno político intensificou-se a necessidade de estarmos mobilizados para a garantia de nossos direitos constitucionais, com muitas batalhas ganhas e perdidas.</p>
<p>A entrada dos povos indígenas nas universidades tem sido desafiadora devido à precariedade da formação escolar e à falta de consideração pelos conhecimentos específicos dessas comunidades. No entanto, a presença indígena na academia representa resistência e retomada de territórios que são fundamentais para sua história e futuro. Os desafios de entrar e permanecer na universidade, as estratégias para superá-los e a importância de uma universidade que seja inclusiva e acolhedora para todos.</p>
<p>O Brasil é terra indígena é o maior evento acadêmico do estado do Rio Grande do Sul, dando voz a quem veio antes de nós e para aqueles que virão depois de nós. Um movimento decolonial que busca uma nova universidade com nossas cosmopersepções e com os ensinamentos ancestrais de nossos mais velhos, por que antes do Brasil da Coroa, Existe o Brasil do Cocar.</p>
<p>&#8220;<em>Futuro Ancestral</em>&#8221; nos convida a refletir sobre nosso caminho como humanidade, reconectando-nos com nossas raízes e valores ancestrais. É hora de honrar a sabedoria dos povos indígenas, preservar a natureza e construir um futuro diferente do que está posto.</p>
<p>Nossos antepassados entendiam a interconexão com a natureza como algo vital para nossa existência. Hoje, enfrentamos desafios urgentes. Demarcação de terras, preservação dos biomas, proteção das florestas e rios, preservação dos costumes e tradição, preservação de culturas e práticas tradicionais são cruciais.</p>
<p>Repensemos o desenvolvimento, priorizando a natureza como um sujeito de direitos e decolonizando as relações entre o homem e a mãe terra, e o bem-estar de todas as comunidades. Resgatando essa sabedoria ancestral, encontramos soluções para mudanças climáticas, biodiversidade e desigualdade.</p>
<p>A história do Brasil está entrelaçada com a dos povos indígenas. Juntos, celebramos sua riqueza e importância vital para nosso país.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Realização</strong>: Yande/UFSM, NEABI/UFSM e Caipora</p>
<p><strong>Apoio</strong>: UFSM e Comin</p>
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