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				<title>Laboratório da UFSM Cachoeira do Sul tem 2ª patente de invenção concedida pelo INPI</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/08/05/laboratorio-da-ufsm-cachoeira-do-sul-tem-2a-patente-de-invencao-concedida-pelo-inpi</link>
				<pubDate>Tue, 05 Aug 2025 10:50:25 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Cachoeira do Sul]]></category>
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						<description><![CDATA[Conquista foi obtida pelo Laboratório de Síntese e Caracterização de Nanomateriais]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_70005" align="alignright" width="368"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/Representacao-visual-da-composicao.jpg"><img class="wp-image-70005" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/08/Representacao-visual-da-composicao.jpg" alt="imagem quadrada colorida com ilustração que mostra detalhes do processo" width="368" height="368" /></a> Representação visual da composição[/caption]
<p>O Laboratório de Síntese e Caracterização de Nanomateriais (LSCnano) da UFSM Campus Cachoeira do Sul teve recentemente sua segunda carta patente de invenção concedida pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). O deferimento foi publicado na Revista da Propriedade Industrial (RPI) nº 2846, de 22 de julho de 2025.</p>
<p>A patente, registrada sob o número BR 10 2019 0077250-4, refere-se à invenção intitulada “Bloco de concreto celular nanoestruturado, processo de obtenção de blocos de concreto celular nanoestruturado, uso de cinza de casca de arroz, uso de resíduodeágata e uso de nanocompósito”. São inventores o professor Jocenir Boita, coordenador do LSCnano, e as egressas do curso de Engenharia Agrícola Marcela Trojahn Nunes e Fabiele Schaefer Rodrigues.</p>
<p>Desenvolvida no LSCnano, a invenção propõe o reaproveitamento de resíduos como cinza de casca de arroz e pó de ágata, combinados com nanopartículas de óxido de ferro, para a fabricação de blocos de concreto celular. Os blocos obtidos possuem estrutura nanoestruturada e dispensam o uso de areia convencional na composição, contribuindo para a preservação ambiental ao evitar a extração descontrolada de areia das margens dos rios.</p>
<p>Do ponto de vista técnico, os blocos desenvolvidos apresentam resistência à compressão até quatro vezes superior em comparação a blocos sem nanoestruturas, e superam os critérios da norma NBR 13438 (ABNT, 2013), aplicável a blocos de concreto celular autoclavado.</p>
<p>Segundo o professor Jocenir Boita, a tecnologia oferece vantagens importantes à indústria de artefatos de cimento, como a eliminação do processo de autoclavagem, baixo consumo energético e caráter ambientalmente amigável, ao substituir integralmente a areia convencional.</p>
<p>Além desta conquista, o LSCnano possui atualmente seis patentes em processo de sigilo já depositadas junto ao INPI há cerca de dois anos, e outras duas em fase final de depósito, inclusive vinculadas a parcerias com empresas do setor produtivo, reforçando o potencial de inovação aplicada e de transferência tecnológica desenvolvida no laboratório.</p>
<h3>Suporte do Núcleo de Propriedade Intelectual da Proinova</h3>
<p>O Núcleo de Propriedade Intelectual da Pró-Reitoria de Inovação e Empreendedorismo (Proinova) tem papel fundamental nesta conquista, atuando desde a orientação inicial até os trâmites junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). O Núcleo ofereceu suporte técnico e estratégico para a proteção da tecnologia desenvolvida, contribuindo diretamente para o reconhecimento da capacidade inovadora da Universidade e fortalecendo a valorização da pesquisa aplicada no campus.  </p>
<p>Essas ações refletem o compromisso da UFSM CS, do LSCnano e da Proinova como desenvolvimento de soluções inovadoras que, além de atender às demandas industriais e tecnológicas, também promovem benefícios concretos para a sociedade. A aproximação entre Universidade, setor produtivo e  comunidade reforça o papel social da ciência, contribuindo para um futuro mais sustentável, eficiente e responsável.</p>
<p><em>Fonte: Setor de Comunicação da UFSM-CS</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto da UFSM Campus Cachoeira do Sul inova na geração de energia alternativa</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/10/10/projeto-da-ufsm-campus-cachoeira-do-sul-inova-na-geracao-de-energia-alternativa</link>
				<pubDate>Mon, 10 Oct 2022 11:55:03 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Cachoeira do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[energias alternativas]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia Mecânica]]></category>
		<category><![CDATA[LSCNano]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-cs]]></category>

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						<description><![CDATA[Invenção patenteada foi desenvolvida pelo Laboratório de Síntese e Caracterização de Nanomateriais]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_59984" align="alignright" width="492"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/10/Nanogerador_patente.jpg"><img class="wp-image-59984" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/10/Nanogerador_patente.jpg" alt="imagem em formato horizontal, fundo branco, mostra um retângulo em 3D formato por esferas vermelhas, desenhos de nuvem e sol representando as respectivas fontes de energia e saindo do retângulo, desenhos de geradores culminando em uma lâmpada amarela" width="492" height="314" /></a> Nanogerador produziria energia tanto a partir do sol quanto da água[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Uma invenção desenvolvida pelo Laboratório de Síntese e Caracterização de Nanomateriais (LSCNano), com participação dos alunos dos cursos de Engenharia Elétrica e Mecânica da UFSM Campus Cachoeira do Sul, está inovando na geração de energia alternativa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Intitulado "Artefato cimentício ecológico condutor e gerador de energia fotovoltaica e higroelétrica", o projeto inova ao estabelecer formas de produzir energia alternativa hibridamente: por meio da captação da luz solar ou artificial (energia fotovoltaica) e da umidade ou água (energia higroelétrica), depositada diretamente no artefato de cimento. Tal configuração é revolucionária por permitir a coleta de energia independente das características climáticas do local, ou seja, funciona tanto durante o dia quanto à noite e, até mesmo, com chuva. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Quando há luz no ambiente, seja natural ou artificial, o dispositivo a absorve, gerando assim energia fotovoltaica. Já em períodos úmidos, ou chuvosos, a geração de energia ocorre por meio de cargas elétricas à deriva, presentes em gotículas d’água depositadas na umidade do ar ou na superfície do artefato.</span></p>
<h3>Relevância para o meio ambiente</h3>
<p><span style="font-weight: 400">O projeto, orientado pelo professor de Física da UFSM no Ca</span><span style="font-weight: 400">mpus</span><span style="font-weight: 400"> Cachoeira do Sul, Jocenir Boita, surgiu em meio a trabalhos de rotina realizados no Laboratório de Síntese e Caracterização de Nanomateriais (LSCNano) da Universidade, há quatro anos. Segundo o docente, o aparelho apresenta números razoáveis para o nível de desenvolvimento do protótipo, que apresenta capacidade de gerar voltagem de até 400 mV e amperagem de 0,35 mV, em uma área de 0,004 m².  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A partir da otimização desses números, a expectativa é de que o dispositivo se torne igual ou até melhor que um painel de energia fotovoltaica, normalmente utilizado para a comercialização em telhados residenciais. Posteriormente à melhoria do aparelho, a ideia é buscar empresas que desenvolvam esse tipo de projeto, para, em seguida, </span><span style="font-weight: 400">‘’</span><span style="font-weight: 400">disponibilizar à sociedade como um produto inovador, economicamente viável e ecologicamente correto</span><span style="font-weight: 400">’’</span><span style="font-weight: 400">, de acordo com Boita.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para a bolsista do projeto Ingridi Kremer, o mundo precisa de novas fontes de energia alternativa, </span><i><span style="font-weight: 400">‘</span></i><span style="font-weight: 400">’pois a matriz elétrica mundial é quase toda composta por fontes não renováveis. Com isso, o nosso gerador veio a colaborar, porque é uma fonte renovável e de baixo custo’’</span><i><span style="font-weight: 400">. </span></i></p>
<h3>Inovação patenteada</h3>
<p>No início de agosto, o “Artefato Cimentício Ecológico Condutor e Gerador de Energia Fotovoltaica e Higroelétrica” concretizou-se como a 5ª patente criada pelo LSCNano da UFSM-CS. Esta patente de invenção representa um marco na história de geração de eletricidade, já que utiliza, além da fonte fotoelétrica, uma fonte pouco conhecida e quase nada explorada, a higroeletricidade, combinadas de forma híbrida, segundo o professor Jocenir Boita.</p>
<p><em><span style="font-weight: 400">Texto: Laurent Keller, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias<br /></span>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Laboratório do campus de Cachoeira do Sul registra sua terceira patente</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/03/16/laboratorio-do-campus-de-cachoeira-do-sul-registra-sua-terceira-patente</link>
				<pubDate>Mon, 16 Mar 2020 12:49:08 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[campus cachoeira do sul]]></category>
		<category><![CDATA[CNPq]]></category>
		<category><![CDATA[LSCNano]]></category>
		<category><![CDATA[nanomateriais]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-cs]]></category>

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						<description><![CDATA[O Laboratório de Síntese e Caracterização de Nanomateriais (LSCNano) teve sua terceira patente depositada, fomentada por meio de projeto de pesquisa do CNPq e executada no campus da UFSM em Cachoeira do Sul. O coordenador do laboratório, Jocenir Boita, professor do núcleo de base da UFSM-CS e físico experimental, junto das ex-alunas e engenheiras agrícolas [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O Laboratório de Síntese e Caracterização de Nanomateriais (LSCNano) teve sua terceira patente depositada, fomentada por meio de projeto de pesquisa do CNPq e executada no campus da UFSM em Cachoeira do Sul.</p>
<p>O coordenador do laboratório, Jocenir Boita, professor do núcleo de base da UFSM-CS e físico experimental, junto das ex-alunas e engenheiras agrícolas Fabiele Schaefer Rodrigues e Marcela Trojahn Nunes, investigaram o processo catalítico de envenenamento por compostos de enxofre em nanopartículas de ferro metálico suportadas em resíduos.</p>
<p>A patente, intitulada “Processo de obtenção de catalisador de ferro metálico, catalisador de ferro metálico, processo de catálise e uso de um catalisador”, registrada sob número BR 10 2020 004769 8, corresponde a uma série de trabalhos elaborados e investigados pelo LSCNano ao longo dos seus quatro anos de existência.</p>
<p>A invenção descreve um nanomaterial a base de ferro metálico suscetível ao envenenamento por compostos de enxofre, podendo ser aplicado nos campos da Engenharia, da Química, da Física, Petroquímica e da Nanotecnologia. Por se tratar de um catalisador financeiramente atrativo e ambientalmente amigável e por utilizar resíduo como material suporte, torna-se uma aplicação tecnológica bastante atrativa industrialmente. </p>
<p><em>Texto: Núcleo de Comunicação Institucional da UFSM-CS</em></p>
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