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				<title>65 anos de UFSM: entrevista com o reitor Luciano Schuch</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/12/22/65-anos-schuch</link>
				<pubDate>Mon, 22 Dec 2025 15:00:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[65 anos ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[direto do gabinete]]></category>
		<category><![CDATA[Gabinete do Reitor]]></category>
		<category><![CDATA[Luciano Schuch]]></category>

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						<description><![CDATA[Reitor entre 2022 e 2025, Schuch destacou-se por investimentos na inovação, qualidade de trabalho na universidade e incentivo no aumento de índices]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Em celebração aos 65 anos da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), comemorados em 14 de dezembro de 2025, a <b><i>Agência de Notícias</i></b> e a <b><i>TV Campus</i></b>, vinculadas à Coordenadoria de Comunicação Social, lançaram a série “<b><i>Direto do Gabinete</i></b>”, um conjunto de entrevistas com as ex-reitorias da instituição. Publicadas em formato multimídia, as produções buscam valorizar a memória da Universidade e salientar os principais avanços na trajetória de cada gestão.</p><p>O sétimo entrevistado da série é o professor Luciano Schuch, décimo segundo reitor da UFSM, entre 2022 e 2025. Formado em Engenharia Elétrica pela Instituição, Schuch foi vice-reitor na gestão de Paulo Burmann, entre 2018 e 2021. Sua gestão buscou fortalecer o ecossistema de inovação da UFSM, implementou o Programa de Gestão e Desempenho (PGD) e incentivou o aumento dos índices de qualidade dos cursos.</p><p>Em conversa com a Agência de Notícias, Schuch comentou sobre sua trajetória na UFSM e os destaques de sua gestão. Confira a entrevista completa abaixo:<br /><br /><b>AGÊNCIA DE NOTÍCIAS: Como foi sua trajetória na UFSM até se tornar reitor?</b></p><p><b>LUCIANO SCHUCH:</b> Minha trajetória até a reitoria começa muito antes de eu me tornar servidor da UFSM. Venho de uma família profundamente ligada à Universidade: meu avô participou da fundação da instituição, ao lado do professor Mariano, e foi diretor do Centro de Educação; meu pai foi diretor do Centro de Ciências Sociais e Humanas. Desde criança, a universidade e a gestão universitária faziam parte das conversas em casa. Sempre tive o sonho de trabalhar na UFSM. Fiz minha graduação em Engenharia Elétrica aqui, depois atuei fora, mas com o desejo constante de retornar. Com a expansão das universidades federais, durante o Reuni, prestei concurso para a UFSM, fui aprovado e passei a me dedicar intensamente à instituição, participando de comissões e da gestão universitária. Em pouco tempo, tornei-me diretor do Centro de Tecnologia, depois vice-reitor e, em um momento desafiador para as universidades federais, assumi a reitoria. Tornar-me reitor foi a concretização de um sonho pessoal e familiar, construído com muito planejamento, dedicação e compromisso com a Universidade..</p><p><b>AGÊNCIA DE NOTÍCIAS: Durante sua gestão, a UFSM alcançou o conceito máximo no IGC, criou 20 novos cursos e ampliou significativamente o número de cursos com nota máxima. A que o senhor atribui essa melhora nos índices?</b></p><p><b>LUCIANO: </b>O IGC 5 é resultado de um trabalho coletivo e de longo prazo. Não é fruto de uma única gestão, mas de uma caminhada de aproximadamente 12 anos, baseada em planejamento estratégico, compreensão das métricas e envolvimento de toda a comunidade universitária. Além do planejamento, destaco o papel do acolhimento. A percepção dos estudantes sobre a universidade, sobre o cuidado, a escuta e a presença dos professores, influencia diretamente os resultados. Um ambiente acolhedor, em que as pessoas sentem prazer em trabalhar e estudar, reflete-se nos indicadores acadêmicos. Criamos políticas institucionais, reestruturamos unidades de ensino, ampliamos cursos e fortalecemos a identidade da UFSM. Os resultados são fruto do trabalho conjunto de docentes, técnicos e estudantes; nós apenas organizamos e sistematizamos esse esforço coletivo.</p><p><b>AGÊNCIA DE NOTÍCIAS: O ecossistema de inovação se fortaleceu em sua gestão com a criação da Pró-Reitoria de Inovação (Proinova) e do Parque de Inovação, Ciência e Tecnologia. Como o senhor avalia o atual papel da inovação? </b></p><p><b>LUCIANO: </b>A criação da Proinova e do Parque de Inovação representa um marco importante da gestão. A inovação passou a ocupar o mesmo patamar do ensino, da pesquisa e da extensão, fortalecendo a relação da universidade com a sociedade. Ainda estamos em um processo de consolidação. Trata-se de uma mudança cultural, relativamente recente no Brasil, que envolve trabalho colaborativo, criatividade e transformação de processos, inclusive no serviço público. Nosso objetivo principal não é apenas formar startups, mas formar estudantes transformadores, capazes de inovar onde quer que atuem. Hoje, a UFSM conta com dezenas de startups e empresas que nasceram dentro da universidade e já têm impacto regional, nacional e internacional. Isso nos orgulha, mas sabemos que ainda há um longo caminho a percorrer.</p><p><b>AGÊNCIA DE NOTÍCIAS: O Programa de Gestão e Desempenho (PGD) mudou a forma de trabalho dos servidores, priorizando entregas e possibilitando o trabalho remoto. Como o senhor avalia os impactos desse modelo?</b></p><p><b>LUCIANO: </b>Sempre acreditei que o PGD é uma das melhores ferramentas de gestão do trabalho. Ele substitui o controle baseado apenas em horário por uma lógica de entregas, resultados e confiança nas equipes. Apesar das resistências iniciais, o programa trouxe mais qualidade de vida aos servidores, sem comprometer a produtividade ou a prestação dos serviços. As equipes passaram a ter mais autonomia para organizar o trabalho, definir prioridades e equilibrar vida profissional e pessoal. O teletrabalho parcial tem se mostrado um modelo adequado, pois mantém o vínculo com a universidade e, ao mesmo tempo, oferece flexibilidade. Os indicadores institucionais melhoraram, e a Universidade hoje funciona melhor do que no modelo exclusivamente baseado no controle de ponto.</p><p><b>AGÊNCIA DE NOTÍCIAS: Deixe seu depoimento para os 65 anos da UFSM.</b></p><p><b>LUCIANO: </b>A UFSM marcou profundamente a minha vida. Desde a infância, a universidade faz parte da minha história, da minha formação e da minha identidade. A UFSM é uma instituição transformadora, que cria oportunidades, forma pessoas e impacta a sociedade. Viver a universidade em sua plenitude é aceitar o diálogo, o debate, o dissenso e a construção coletiva. É um espaço de aprendizado, de crescimento humano e profissional, onde se pensa o futuro todos os dias. Aos 65 anos, a UFSM celebra uma trajetória de transformação de vidas. Feliz aniversário à Universidade Federal de Santa Maria.</p><p><i>Confira a entrevista em formato de vídeo no canal do Youtube da TV Campus ou clicando no player abaixo:</i></p>https://www.youtube.com/watch?v=Wx-gUtI8hsU<p><b><i>Direto do Gabinete é um projeto produzido pela Agência de Notícias com apoio técnico da TV Campus. A iniciativa consiste em um conjunto de entrevistas multimídia com ex-reitores da UFSM para valorizar a memória dos 65 anos da Instituição.</i></b></p><p><b><i>Produção, direção, roteiro e texto: </i></b><i>Pedro Moro (acadêmico de Jornalismo, bolsista da Agência de Notícias)</i></p><p><b><i>Captação de imagens: </i></b><i>Rafael Salles (jornalista), Thomas Townsend (técnico em audiovisual) e Gilvan Peters (cinegrafista)</i></p><p><b><i>Edição de imagens: </i></b><i>Jeferson Carvalho (editor audiovisual), Rafael Salles (jornalista) e Thomás Townsend (técnico em audiovisual) Rafael Salles (jornalista) e Thomás Townsend (técnico em audiovisual)</i></p><p><b><i>Arte e animação dos 65 anos UFSM</i></b><i>: Vinicius Gumisson (designer) e Lucas Garcia (acadêmico de Publicidade e Propaganda), respectivamente</i></p><p><b><i>Arte de capa</i></b><i>: Daniel Michelon De Carli (designer)</i></p><p><b><i>Edição:</i></b><i> Mariana Henriques (jornalista)</i></p><p><b><i>Supervisão geral:</i></b><i> João Ricardo Gazzaneo (jornalista)</i>, <i>Maurício Dias (jornalista) e Mariana Henriques (jornalista e chefe da Agência de Notícias)</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Reitor da UFSM firma parcerias durante agenda em Brasília</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/11/18/reitor-da-ufsm-firma-parcerias-durante-agenda-em-brasilia</link>
				<pubDate>Fri, 18 Nov 2022 14:44:13 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[agrotec experience]]></category>
		<category><![CDATA[Asfalto]]></category>
		<category><![CDATA[brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[dnit]]></category>
		<category><![CDATA[Luciano Schuch]]></category>
		<category><![CDATA[reitor]]></category>

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						<description><![CDATA[Projetos preveem construção de espaço multiuso para o agronegócio e pesquisas em pavimentos asfálticos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_60527" align="alignright" width="567"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/11/WhatsApp-Image-2022-11-18-at-11.03.31-1.jpeg"><img class="wp-image-60527" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/11/WhatsApp-Image-2022-11-18-at-11.03.31-1.jpeg" alt="foto colorida horizontal com 3 homens de camisa clara e blazer escuro, sendo que o do meio segura um papel com imagem do projeto" width="567" height="368" /></a> Pacheco, Pimenta e Schuch[/caption]
<p>O reitor da UFSM, Luciano Schuch, esteve em Brasília na quinta-feira (17) para a assinar com o governo federal acordo para o desenvolvimento do “Agrotec Experience: Espaço Multiuso do Agronegócio da UFSM”.</p>
<p>O objetivo do Agrotec Experience é estabelecer um ambiente que potencialize a cooperação entre os diversos modelos de instituição e produtores que compõem a cadeia de produção agropecuária do Rio Grande do Sul, a fim de identificar demandas e potencializar ações de inovação e extensão.</p>
<p>O projeto será sediado no Campus Sede da Universidade e integrado ao Parque de Inovação, Ciência e Tecnologia (Inovatec), junto ao Centro de Eventos. Terá 86.500 m² de área, com quatro acessos, e capacidade de receber 10 mil visitantes por dia. A previsão de construção é até o fim de 2024. </p>
<p>Também participaram da agenda na capital federal o presidente da Cacism, Luiz Fernando do Couto Pacheco, e o deputado federal Paulo Pimenta.</p>
[caption id="attachment_60528" align="alignleft" width="567"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/11/4005f096-6907-4016-b6c9-9addaf632edf.jpeg"><img class="wp-image-60528" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/11/4005f096-6907-4016-b6c9-9addaf632edf.jpeg" alt="" width="567" height="425" /></a> Schuch e Luiz Guilherme[/caption]
<h3>Parceria assinada com o DNIT</h3>
<p>No Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), Schuch assinou, também na quinta (17), um Termo de Execução Descentralizada (TED) com o representante da autarquia, o diretor de Planejamento e Pesquisa, Luiz Guilherme Rodrigues de Mello.</p>
<p>A parceria permite que a UFSM realize estudos técnicos especializados na área de dimensionamento de pavimentos asfálticos, a implantação de trechos experimentais, a avaliação de misturas asfálticas e a previsão da irregularidade longitudinal.</p>
<p>De acordo com o diretor do DNIT, com a assinatura do documento, a autarquia terá um conhecimento mais detalhado sobre os processos de calibração do novo método de dimensionamento, o MeDiNa. Luiz Guilherme disse ainda que a ação deve promover melhores resultados nos projetos de pavimento das rodovias federais sob jurisdição do Departamento.</p>
<p>O reitor agradeceu a confiança do DNIT na Instituição e complementou falando sobre a promoção do desenvolvimento da ciência e da tecnologia. Além disso, ressaltou a importância do retorno desse investimento para a sociedade brasileira.</p>
<p>O TED é um instrumento de descentralização de créditos entre órgãos e/ou entidades integrantes do Orçamento Fiscal e da Seguridade Social da União. A colaboração da Diretoria de Planejamento e Pesquisa (DPP) e do Instituto de Pesquisas Rodoviárias (IPR) com a Universidade executa programas, projetos e pesquisas na área de infraestrutura rodoviária. A vigência do contrato é de cinco anos.</p>
<p>O reitor ainda segue em Brasília para uma reunião com a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes).</p>
<p><em>Fotos: Divulgação</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Vivências de um professor universitário com dislexia</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/vivencias-de-um-professor-universitario-com-dislexia</link>
				<pubDate>Mon, 10 Oct 2022 17:46:53 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[destaque arco]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[dislexia]]></category>
		<category><![CDATA[Luciano Schuch]]></category>
		<category><![CDATA[professor universitário]]></category>
		<category><![CDATA[reitor]]></category>
		<category><![CDATA[reitor da ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[reitor da ufsm dislexia]]></category>
		<category><![CDATA[relato]]></category>
		<category><![CDATA[vivências]]></category>

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						<description><![CDATA[Luciano Schuch, reitor da UFSM, fala sobre sua trajetória com dislexia no mês mundial de conscientização sobre o transtorno]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/10/Capa_professor-menor-1024x683.jpg" alt="" loading="lazy" />														
		<p>Troca de letras, dificuldade de reconhecer palavras, esforço na leitura em voz alta e confusão na pronúncia. Essas são algumas das dificuldades relatadas por Luciano Schuch, atual reitor da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), que tem dislexia, um transtorno de aprendizagem caracterizado pelo déficit na organização do código linguístico e na decodificação fonológica (processo de converter os grafemas em fonemas para gerar a pronúncia da palavra lida).<br /><br />Os primeiros indícios da dislexia foram notados desde cedo pelos professores, quando a turma estava conseguindo se alfabetizar, exceto ele.  “Minha maior dificuldade na infância foi aprender a ler e a escrever. Nunca consegui ler um texto em voz alta sem travar na leitura”, conta o professor. Na época, o distúrbio era pouco estudado e, apesar de nunca ter reprovado na escola, Schuch pegou recuperação todos os anos na disciplina de língua portuguesa. No primeiro vestibular que fez, esteve entre os candidatos com as maiores notas das provas objetivas, mas reprovou por zerar a redação: “Só consegui ser estudante da UFSM após decorar as diferentes formas de fazer a redação e adaptá-las ao tema, modificando algumas palavras”, relata o reitor.</p>		
			<h3>Dislexia: subtipos, incidência e tratamentos</h3>		
		<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 8pt">A dislexia implica no aprendizado e na realização das tarefas de leitura e escrita. Ela é compreendida como um transtorno do neurodesenvolvimento que se enquadra no subgrupo de transtornos específicos de aprendizagem. O distúrbio é caracterizado por três subtipos: fonológico, visual e misto.  </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 8pt"> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 8pt">Conforme a Associação Brasileira de Dislexia (ABD), o distúrbio atinge entre 5% e 17% da população mundial. Apesar da alta incidência, a dislexia é pouco compreendida pela sociedade. Foi somente a partir de 2021 que o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) passou a oferecer recursos de acessibilidade para estudantes com dislexia, como mais tempo de prova, auxílio ledor e auxílio transcritor. </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 8pt"> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 8pt">O dia 10 de outubro marca o Dia Mundial de Conscientização da Dislexia, que visa esclarecer o assunto e alertar para o diagnóstico precoce. Conforme a professora do Departamento de Fonoaudiologia, Simone Nicolini de Simoni, o conhecimento por parte da população é necessário para a identificação precoce do distúrbio, pois a dislexia não é uma doença, logo não tem “cura”, por isso deve-se ter um apoio pautado na saúde e na educação. “O tratamento adequado deve estar centrado na escola, nos gestores educacionais, professores, profissionais e no envolvimento e apoio assíduo da família para estimular e otimizar as condições do indivíduo com dislexia”, afirma Simone.</p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 8pt"> </p><p>As principais abordagens terapêuticas adotadas pelos profissionais são baseadas nos princípios básicos da aprendizagem, na leitura, no processo de transformação grafema-fonema (encontrar a pronúncia de um vocábulo dado na sua forma escrita) e no reconhecimento global da palavra, organizando estímulos verbais, visuais e auditivos. A professora Simone explica que, para o tratamento, podem ser utilizados recursos como: integrações sensoriais; exposições lúdicas e esquemáticas por meio de recursos audiovisuais; mapas mentais; organização lógica; atividades de memória; organogramas, gráficos, e conteúdo organizado visualmente, além de outras estratégias para mobilizar os processos cognitivos.</p>		
			<h3>"No quarto ano, eu ainda não estava plenamente alfabetizado, e, para os mais críticos, até hoje não estou"</h3>		
		<p id="docs-internal-guid-462b70fb-7fff-aa78-25a4-2ab4d6f58d85" dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Para o professor Luciano Schuch, o suporte familiar e profissional teve papel fundamental, pois foi graças aos pais e à fonoaudióloga que ele conseguiu se alfabetizar: “No quarto ano, eu ainda não estava plenamente alfabetizado e, para os mais críticos, até hoje não estou.” Além da facilidade com números e raciocínio lógico, o apoio recebido também permitiu que devolvesse habilidades de comunicação e memorização, bem como outras estratégias para driblar as dificuldades com a leitura e a escrita. “Mesmo hoje, como reitor, não consigo fazer um discurso escrito para ler na hora do pronunciamento. Apenas organizo o raciocínio para que seja sempre espontâneo, falado”, complementa. </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Entre outras situações, ele percebe a dificuldade de identificar onde colocar entonação na palavra. Schuch conta que não lê sílaba por sílaba; ele começa a leitura e adivinha os vocábulos ou até mesmo frases inteiras, e por isso comete erros com frequência. Em outros momentos, tende a “engolir” palavras: “Só descubro que “engoli” quando a leitura é em voz alta e alguém sinaliza, ou quando releio algo que escrevi e percebo a falta de sílabas ou de palavras inteiras, especialmente elementos de ligação.” </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Apesar dos deslizes na leitura, o professor universitário não abandona o hábito de ler histórias de dormir para o filho de nove anos, e comenta: “Com frequência, ele me corrige pelas trocas de palavras que mudam o significado da frase ou a tornam engraçadas e sem sentido. Damos risadas juntos.” </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Nos últimos anos, a difusão do conceito de neurodiversidade, que define as variações naturais do cérebro humano, tem contribuído para desestigmatizar a percepção negativa que existe em relação aos transtornos neurodivergentes. Anualmente, no mês de outubro, organizações do mundo inteiro se mobilizam em torno de ações de sensibilização sobre a dislexia. </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Professora Simone salienta a necessidade de ações inclusivas e da busca de recursos eficazes por meio da pesquisa científica: “Com os recursos necessários (essas pessoas) conseguem se destacar nas atividades que realizam e conquistar carreiras de sucesso, pautadas em talento, inteligência e criatividade”. Além disso, a docente enfatiza a necessidade de entender que todo o aluno tem suas diversidades, o que não difere do aluno com dislexia. </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p><p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Entre tantos outros elementos que constroem a subjetividade dos indivíduos disléxicos e fazem parte dos seus cotidianos, o transtorno é apenas um deles. Sobre preconceito e rotulações negativas, o professor Luciano afirma que, esses sim, podem limitar o potencial de qualquer indivíduo. Com o tempo, o atual reitor da UFSM  aprendeu que não precisava sentir medo e vergonha, e esse foi o pontapé para o seu êxito: “Pode ser mais difícil e tenho que transpirar mais que muitas pessoas, mas sempre me adapto e sigo em frente. Me “atiro” nos desafios da vida sem medo de ser julgado e tem dado certo”, finaliza Schuch.</p><p><strong><em>Expediente:</em></strong></p><p><em><strong>Reportagem:</strong> Jéssica Medeiros, acadêmica de Jornalismo e estagiária;</em></p><p><em><strong>Design gráfico:</strong> Cristielle Luise, acadêmica de Desenho Industrial e bolsista;</em></p><p><em><strong>Fotografia:</strong> Pedro Amaral, editor da TV Campus;<br /></em></p><p><em><strong>Mídia social:</strong> Eloíze Moraes, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Camilly Barros, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Nathália Brum, acadêmica de Jornalismo e estagiária; e Rebeca Kroll, acadêmica de Jornalismo e voluntária;</em></p><p><em><strong>Edição de Produção:</strong> Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista;</em></p><p><em><strong>Edição geral:</strong> Luciane Treulieb e Mariana Henriques, jornalistas.</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Reitor da UFSM afirma que bloqueio de recursos para as universidades deve afetar serviços</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/05/31/reitor-da-ufsm-afirma-que-bloqueio-de-recursos-para-as-universidades-deve-afetar-servicos</link>
				<pubDate>Tue, 31 May 2022 13:33:36 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[bloqueio orçamentário]]></category>
		<category><![CDATA[Luciano Schuch]]></category>
		<category><![CDATA[MEC]]></category>
		<category><![CDATA[orçamento]]></category>
		<category><![CDATA[reitor]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=58707</guid>
						<description><![CDATA[Bloqueio de 14,5% das verbas representa cerca de R$ 19 milhões a menos para a UFSM neste ano]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<div><span style="font-size: large">O reitor da UFSM, Luciano Schuch, manifestou preocupação com o bloqueio de 14,5% das verbas de universidades e institutos federais para as despesas de custeio e investimento, anunciado na sexta-feira (27) pelo Ministério da Educação. O corte equivale a R$ 1 bilhão. Para a UFSM, o impacto é de cerca de R$ 19 milhões a menos em 2022.</span></div>
<div><span style="font-size: large"> </span></div>
<div><span style="font-size: large">"Já vínhamos fazendo uma adequação do orçamento da universidade. Neste ano o orçamento foi reduzido em quase 26% a menos que em 2019, que foi o último ano da presencialidade. Fizemos toda uma adequação dos serviços terceirizados e custeio para funcionar este ano com um cenário já reduzido, e agora, a notícia de bloqueio de R$ 1 bilhão, para nós impacta cerca de R$ 19 milhões. Se não vier uma reversão, não existe como se adequar, não teria como manter os serviços funcionando com um bloqueio tão grande", afirmou Schuch ao jornalista Gilson Piber, no programa Editoria 107,9, da UniFM. </span></div>
<div><span style="font-size: large"> </span></div>
<div><span style="font-size: large">Na entrevista, Schuch fala sobre </span>os possíveis impactos do corte orçamentário e a mobilização da Andifes para tentar reverter o bloqueio. Ouça a entrevista:</div>
<div> </div>
<div>
<p>[audio mp3="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/05/Editoria-107.9-Entrevista-Reitor-Luciano-Schuck-30.05.2022.mp3"][/audio]</p>
</div>
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						</item>
						<item>
				<title>Reitor da UFSM participa de reunião da AUGM em Montevideo</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/03/10/reuniao-de-30-anos-augm</link>
				<pubDate>Thu, 10 Mar 2022 19:06:22 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[30 anos AUGM]]></category>
		<category><![CDATA[AUGM]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Luciano Schuch]]></category>
		<category><![CDATA[reitor]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

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						<description><![CDATA[Grupo busca definir diretrizes para as Universidades Públicas]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Começou nesta quinta-feira (10/03), o Conselho Extraordinário de Reitores e Reitoras da Associação de Universidades Grupo Montevideo (AUGM). A reunião, que se encerra na sexta-feira (11/03), faz parte do conjunto  de atividades comemorativas dos 30 anos da Associação e tem o objetivo de construir uma declaração conjunta para a III Conferência Mundial de Educação Superior (III CMES) que acontecerá em Barcelona de 18 a 20 de maio. </p>
<p><img class="alignright wp-image-57934 " title="augm" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/03/WhatsApp-Image-2022-03-10-at-12.12.00.jpeg" alt="" width="471" height="354" /></p>
<p>Segundo o portal da Associação, nesta conferência, que contará com a participação dos estados membros da UNESCO, representados por seus ministérios de educação, e representantes de associações, redes e instituições de ensino superior, a AUGM buscará estabelecer um ponto de vista na qual as universidades sejam bens sociais e públicos, que o acesso à educação superior seja um direito, e que a pesquisa e geração de conhecimento  possa ser socialmente apropriado e voltado para o benefício coletivo.</p>
<p>Amanhã, ao final do Seminário Internacional Comemorativo dos 30 anos da AUGM, intitulado "Desafios da educação superior na América Latina” será lida a declaração para o III CMES. O reitor, Luciano Schuch, está presente na reunião do grupo representando a Universidade Federal de Santa Maria, que foi uma das fundadoras da AUGM no início dos anos 90. Também participa do evento o professor Júlio César Cossio Rodriguez, Assessor de Apoio Internacional da UFSM.</p>
<p> </p>
<h3><b>Sobre a AUGM</b></h3>
<p> </p>
<p>O grupo, fundado em agosto de 1991, atua estimulando o compartilhamento das estruturas acadêmicas e a internacionalização das Universidades públicas vinculadas, tendo como objetivos:</p>
<p> - Contribuir para o fortalecimento e consolidação de uma massa crítica de recursos humanos de alto nível, aproveitando as vantagens comparativas proporcionadas pelas capacidades instaladas na região, nomeadamente: Pesquisa científica e tecnológica, incluindo processos de inovação, adaptação e transferência de tecnologia, em áreas estratégicas.</p>
<p>- A formação contínua, inscrita no desenvolvimento integral das populações da sub-região.</p>
<p>- As Estruturas e Gestão das Universidades que integram a Associação.</p>
<p>- A interação de seus integrantes com a sociedade como um todo, disseminando avanços no conhecimento que levam à sua modernização.</p>
<p><img class="wp-image-57942  aligncenter" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/03/WhatsApp-Image-2022-03-10-at-11.08.32-2-e1646946663560.jpeg" alt="" width="726" height="496" /></p>
<p> </p>
<p><em><strong>Texto:</strong> Luís Henrique Ramires, acadêmico de Jornalismo e estagiário<br /></em><em><strong>Edição</strong>: Mariana Henriques, Jornalista</em></p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Entrevista: Reitor Luciano Schuch fala sobre desafios da UFSM nos próximos 4 anos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/01/14/entrevista-reitor-luciano-schuch-fala-sobre-desafios-da-ufsm-nos-proximos-4-anos</link>
				<pubDate>Fri, 14 Jan 2022 12:41:02 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Luciano Schuch]]></category>
		<category><![CDATA[reitor]]></category>
		<category><![CDATA[reitoria]]></category>

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						<description><![CDATA[Reitor recém-empossado da UFSM aborda temas importantes para a Universidade]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O reitor recém-empossado da UFSM para a gestão 2022-2025 Luciano Schuch fala nesta entrevista sobre temas importantes para a Universidade, como inovação, enfrentamento das crises orçamentária e de fomento à pesquisa, desburocratização e relação entre os campi, entre outras questões.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<p>[caption id="attachment_57640" align="alignright" width="774"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/01/Reitor.jpg"><img class="wp-image-57640" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/01/Reitor.jpg" alt="Foto colorida horizontal mostra, em primeiro plano, o reitor, usando camisa branca, de óculos, sorrindo, em frente a uma escultura e tendo ao fundo o prédio da reitoria, em um dia de céu azul" width="774" height="510"></a> Luciano Schuch: "temos muito trabalho pela frente"[/caption]</p>

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Em que patamar a UFSM se encontra hoje quanto ao cumprimento das metas do Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) e quais são os objetos da instituição para os próximos quatro anos?</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Constituímos o Plano de Desenvolvimento Institucional em 2016, com um horizonte de 10 anos, até 2026, e nossa gestão será cumprida até quase ao final deste prazo. Este é o nosso principal norteador da universidade, que guia todas as atividades das gestões. Também temos um Plano de Metas, que é o que nos leva a cumprir os objetivos do PDI. Nós temos trabalhado em busca de uma universidade de excelência e acreditamos que, já em 2022, com a próxima avaliação do MEC, já estaremos atingindo o conceito 5 no Índice Geral de Cursos (IGC). Porém, temos muito trabalho pela frente. O Plano é avaliado ano a ano, e novos indicadores e metas são desenvolvidos. Mas seguimos fortemente em busca da internacionalização da nossa universidade e da qualidade do ensino em todos os níveis - no fundamental, técnico, tecnológico, graduação e pós-graduação. O desenvolvimento regional está sempre no nosso horizonte, pois a universidade só é forte quando está junto à sociedade. A inovação e o empreendedorismo precisam fazer parte da nossa cultura institucional, do desenvolvimento e da criação de emprego e renda na nossa universidade. A organização administrativa precisa cada vez mais ser discutida&nbsp; para facilitar a vida dos nossos usuários, que são a nossa comunidade: por isso, a busca por serviços digitais é uma constante na UFSM. Por fim, a questão da sustentabilidade: a universidade, mesmo com mais de 35 mil pessoas, precisa pensar sempre em como reduzir o impacto ao meio ambiente, através da redução do consumo de energia, o uso de energias renováveis, redução do consumo de papel, equipamentos mais eficientes. Estes são os nossos desafios para os próximos quatro anos: uma universidade moderna, desburocratizada, preocupada com a sustentabilidade, com o meio ambiente e, ao mesmo tempo, uma universidade de excelência.&nbsp;</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>De que forma a nova gestão da universidade enfrentará os desafios da educação pública e de qualidade frente ao cenário político e econômico que têm afetado o orçamento das IFES?</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>A questão orçamentária das IFES, especial da nossa universidade, é um ponto de muita preocupação. Estamos avançando para um retorno presencial neste ano e, por isso, todos os encargos aumentam, como energia elétrica, consumo de combustível, limpeza, contratos terceirizados em geral. Isto faz com que o nosso orçamento fique menor ainda. Precisaremos trabalhar muito com a racionalização dos nossos gastos, como a implantação dos processos digitais, que diminuem a circulação de papel, verificando e revisando o que é necessário em nossos contratos terceirizados, para trabalharmos com o mínimo que garanta o funcionamento da universidade. Precisamos trabalhar junto ao Congresso Nacional e os Ministérios para revertermos esta realidade orçamentária. Precisamos mobilizar uma força política muito forte junto ao Congresso, pois o orçamento que nos foi disponibilizado em 2022, de R$120 milhões de reais, corresponde aos valores de quatro a cinco anos atrás, sem contar que, nos últimos dois anos, não tivemos presencialidade na nossa universidade. Todos estes fatores pressionam muito e precisaremos discutir junto ao MEC a importância dos recursos para o custeio da universidade e da necessidade dos investimentos necessários. Então trabalharemos pela racionalização dos nossos gastos e, ao mesmo tempo, continuaremos lutando por um cenário favorável política e economicamente para o nosso país.</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Quanto à Assistência Estudantil, como o senhor avalia as conquistas dos últimos anos em um cenário de dificuldades em que sentido a UFSM precisa caminhar para a garantia deste direito fundamental aos nossos estudantes?</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>A Assistência Estudantil é um dos pilares da nossa instituição. Temos orgulho de sermos uma das melhores e mais importantes neste quesito no Brasil e na América Latina. Precisamos manter as conquistas dos últimos anos na questão da forma de acesso à universidade, de trazer a população mais carente para dentro da universidade. Ao mesmo tempo, isto pressiona a Assistência Estudantil. Os recursos do PNAES (Programa Nacional de Assistência Estudantil) vêm se reduzindo, o que faz com que a UFSM precise alocar recursos próprios para que a assistência estudantil seja garantida. Mas precisamos seguir nesta direção, pois a assistência estudantil é a garantia de sucesso, de formatura dos nossos estudantes, a garantia de um cidadão transformador. Na última semana, estávamos na cerimônia de posse da nova direção do Campus de Cachoeira do Sul e o novo diretor deu um depoimento muito importante: foi morador da Casa do Estudante, filho de um entregador de leite, conseguiu se formar na nossa universidade, iniciou uma carreira docente e hoje se tornou diretor da unidade de Cachoeira do Sul. E isto é motivo de orgulho, pois mostra que a Assistência Estudantil é fundamental e precisamos mantê-la e expandi-la com qualidade, mantendo nossas bolsas, o acesso ao Restaurante Universitário, à internet, à equipamentos para o estudo. Como trabalhamos com o BSE (Benefício Socioeconômico), com mais de 5 mil alunos atualmente, precisamos buscar recursos tanto no PNAES quanto orçamentário para garantir a qualidade da Assistência Estudantil na nossa universidade.&nbsp;</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Quais são os desafios para o aprofundamento das políticas afirmativas dentro da universidade, tanto para os estudantes como para a comunidade acadêmica em geral?</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>As políticas afirmativas são uma das grandes conquistas das universidades federais do nosso país. Precisamos seguir com esta política. Em um país com tanta desigualdade como o nosso, as ações afirmativas são necessárias e precisamos lutar por elas, mesmo em um cenário em que, frequentemente, se questiona o papel dessas políticas afirmativas, das cotas para pessoas com baixa renda, para negros, indígenas, imigrantes e refugiados. São políticas fundamentais, pois a universidade é feita da diversidade. É através desta diversidade que a universidade terá qualidade e conseguirá romper com o status quo da sociedade. E como é bom vermos nas formaturas de hoje depoimentos de alunos que são os primeiros membros da família que se formam em uma universidade. Isto é transformador e, por isso, as ações afirmativas têm colaborado muito. Mas, ao mesmo tempo, precisamos de toda uma infraestrutura de apoio à esta população que ingressa na universidade e que precisa de uma assistência estudantil muito mais forte. A CAED tem feito um papel fundamental no acompanhamento pedagógico e psicológico desses alunos, um apoio tão necessário para esta população. Por isso, precisamos estar prontos. Também podemos citar ações afirmativas relacionadas à acessibilidade, que é uma questão muito importante dentro da universidade, e a CAED tem feito um trabalho de apoio incrível neste sentido para que, juntamente com a Assistência Estudantil, possamos aumentar a taxa de sucesso que é a formatura de nossos estudantes.&nbsp;</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Como a gestão enfrentará os problemas relacionados à crise dos órgãos de fomento à pesquisa? O quanto isso afetará a produção científica da UFSM?</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>É preciso ficar muito claro a todos de que os recursos orçamentários da UFSM não são destinados ao fomento da Pesquisa. Em nosso país, a Pesquisa Científica é mantida através dos órgãos de fomento, que são o CNPq, Capes, Finep e as fundações estaduais que, no nosso caso, é a Fapergs.Os recursos destes órgãos de fomento têm sido reduzidos ano após ano. Precisamos lutar junto ao Congresso Nacional pelo descontingenciamento do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), recurso destinado ao fomento de toda a área de pesquisa e inovação no Brasil, mas que todos os anos é contingenciado e desviado para outras ações do governo. E não adianta: para fazer pesquisa científica no Brasil e em qualquer lugar do mundo, é necessário muito investimento. A pesquisa de ponta precisa de equipamentos, técnicos qualificados e insumos. A falta de recursos está afetando diretamente na qualidade e a quantidade das pesquisas em andamento na nossa universidade, pois temos cada vez menos editais dos órgãos de fomento, menos bolsas e dificuldades para a criação de novos programas de pós-graduação, que são onde as pesquisas são desenvolvidas junto aos nossos estudantes. Trata-se de uma política nacional que precisamos reverter. O&nbsp; investimento nas pesquisas tanto em universidades quando em institutos de pesquisa é fundamental e, sem isso, nunca teremos futuro, nunca deixaremos de ser uma colônia. Para sermos um país desenvolvido, precisaremos de muito investimento em ciência, pesquisa e educação. Esperamos que o governo entenda esta necessidade, pois somos um dos países que menos investe em pesquisa proporcionalmente ao seu Produto Interno Bruto.&nbsp;</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>De que maneira a nova gestão trabalhará as parcerias público-privadas? É possível realizar estas parcerias sem ferir o princípio da educação pública, gratuita e de qualidade?</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Esta é uma realidade consolidada em nossa universidade. A nova gestão continuará incentivando essas parcerias,pois o conhecimento e a tecnologia gerados na universidade precisam ser colocados à disposição da sociedade. E temos duas formas disso acontecer: a primeira é através de nossos egressos que saem da universidade e vão trabalhar na iniciativa privada, gerando emprego com o conhecimento adquirido. A outra forma é quando as empresas buscam conhecimento através da ciência e tecnologia. Isto já vem acontecendo Só no ano passado foram mais de R$ 40 milhões captados em parcerias público-privadas, com o setor produtivo buscando este conhecimento. Desta maneira, protegemos a própria universidade, através dos direitos de propriedade intelecual, royalties e pagamento de taxas para uso de laboratórios. É uma prática que já acontece e precisamos continuar fomentando. E isto não afeta de forma alguma a educação pública, pelo contrário, aumenta a qualidade do ensino através dessas parcerias, pois nossos estudantes, docentes e servidores técnico-administrativos que trabalham nesses projetos acabam conhecendo problemas reais. Seguiremos incentivando as parcerias público-privadas&nbsp; e com certeza isso auxiliará muito no ganho de qualidade em nossa universidade, pois ser um modelo de conhecimento nos principais países do mundo, onde as universidades e institutos de pesquisa, junto ao setor público e ao setor privado buscam soluções para o desenvolvimento econômico e social. É um dever constitucional que a universidade não só trabalhe pelo ensino, mas também pela inovação no setor produtivo em nosso país.&nbsp;</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Nos últimos anos, um dos principais temas que mobilizam o debate sobre a UFSM é a integração da universidade com a sociedade. Quais estratégias a nova gestão traçará neste sentido?</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Este é um tema muito caro para nós. A universidade só se justifica quando está junto à sociedade, enxerga seus problemas e emprega sua força de trabalho, o seu conhecimento  e sua ciência em seu favor. Com nosso alinhamento com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, da Agenda 2030, o nosso ensino, pesquisa e extensão têm se relacionado fortemente com os problemas reais que afligem a humanidade. Precisamos direcionar cada vez mais os nossos esforços de pesquisa para um olhar regional, escutando a sociedade. O Fórum Permanente de Extensão realiza essa tarefa de uma forma muito democrática, onde todos opinam  onde devemos investir os recursos. Precisamos estar junto às entidades de classe, empresariais e civis, participando desse debate. Vamos fomentar cada vez mais pesquisas aplicadas a problemas que realmente afetam a sociedade, Como exemplo, no período da pandemia, diversas pesquisas clínicas relacionadas às vacinas foram realizadas com os esforços de nossos pesquisadores e profissionais de saúde junto ao Hospital Universitário. Isto é estar conectado à sociedade: um problema real que aflige o Brasil e o mundo e nossa força de trabalho foi colocada à disposição. Ações como esta serão feitas cada vez mais, escutando e estando junto à sociedade. A nossa gestão será muito participativa, em colaboração com os poderes executivo e legislativo nos municípios onde temos nossas unidades. Queremos que, cada vez mais, nossos estudantes e egressos impactem a nossa sociedade. </em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p> <strong>Empreendedorismo</strong>,<strong> Inovação e Transferência de Tecnologia são temas que cresceram dentro da universidade nos últimos anos. Quais os desafios que se colocam para o futuro da UFSM?</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>A Agittec foi uma das grandes conquistas da universidade nos últimos anos, fundada na gestão do professor Paulo Afonso Burmann e professor Paulo Bayard. Foi a institucionalização da questão do empreendedorismo, inovação e transferência de tecnologia. Nós seguiremos reforçando este trabalho. Temos hoje duas incubadoras tecnológicas com quase 40 empresas instaladas dentro da universidade, empresas de alunos e professores, que estão gerando emprego e renda. Nós temos diversas tecnologias licenciadas para o mercado, onde a universidade ganha royalties com este trabalho, ou seja: o conhecimento gerado aqui vai para o mercado e retorna em recursos. Diversos laboratórios da UFSM prestam serviços, como análise de solo, de pesticidas, a própria Polifeira do Agricultor usa nossos laboratórios para análise dos produtos comercializados. Isto é prestação de serviço da nossa universidade para a sociedade. Nós temos um desafio, que é a implantação do Parque Tecnológico, com empresas-âncoras que virão para o campus para gerar tecnologias em parceria com a UFSM. Em 2021, captamos R$ 41 milhões em transferência de tecnologia. Nossa média anual não chegava a R$ 6 milhões. Isto mostra que empresas de todo o país vêm buscar tecnologia pela qualidade das pesquisas e dos nossos pesquisadores. Queremos consolidar o Parque Tecnológico, novas resoluções que tornem mais ágeis as relações com o mercado e facilite a nossa relação com as fundações de apoio. Também apresentaremos ao Conselho Universitário uma proposta de transformação da Agittec, hoje órgão suplementar vinculado ao gabinete do reitor, em uma pró-reitoria de Inovação, para elevarmos ao mesmo nível de Ensino, Pesquisa e Extensão.&nbsp;</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong> Quais serão as principais mudanças nas pró-reitorias?</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Não podemos esquecer que somos a continuidade de um projeto, que iniciou com os professores Burmann e Bayard e continua agora sob a liderança dos professores Schuch e Martha Adaime. Porém, evidentemente, trata-se de um novo olhar para o mesmo projeto. Então algumas mudanças estão acontecendo, muito mais no sentido de oxigenar o trabalho, pois algumas pessoas já estavam há muito tempo no cargo, muitas vezes desgastados até mesmo fisicamente, pois passamos os últimos dois anos de uma pandemia que causou muitos problemas físicos e mentais para todos nós. Assim, três pró-reitorias não terão mudanças, a de Administração, Graduação e Extensão. Nas demais pró-reitorias as mudanças são pontuais, com exceção da Pró-Reitoria de Graduação e Pesquisa, que será liderada pela professora Cristina Nogueira e terá uma mudança completa. Mas trata-se do mesmo projeto e o grande objetivo da nossa gestão será a desburocratização e agilidade nos processos de decisão, com menos níveis hierárquicos e mais moderno, além de um trabalho conjunto dos pró-reitores, que precisarão ter um olhar sobre toda a universidade e não somente sobre a sua pró-reitoria. Assim, trabalharemos de forma mais integrada com as pró-reitorias em um&nbsp; mesmo olhar sobre os problemas da UFSM.&nbsp;</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Quanto aos campi fora de sede,</strong> <strong>quais serão os desafios a serem enfrentados em cada um deles?</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Nos campi fora de sede, temos duas realidades distintas. Há Palmeira das Missões e Frederico Westphalen, que são unidades com mais de quinze anos e começam a ter uma estrutura que começa a entrar em regime, e há Cachoeira do Sul, que está em um processo de implantação há sete anos. No caso de Cachoeira, precisamos buscar recursos junto ao MEC para finalizarmos a implantação do campus, apesar de hoje termos um campus em uma área construída de 11 mil metros quadrados, há muito a ser implantado. Precisamos melhorar a questão da assistência estudantil, laboratórios e ainda vagas para docentes e TAES. Então precisaremos trabalhar junto ao MEC para reforçar esta estrutura. Já em relação a FW e Palmeira das Missões, a estrutura já entra em regime, mas ainda precisamos melhorar muito a estrutura laboratorial e estruturas de apoio. O olhar da universidade como um todo, considerando os seus campi, é fundamental, pois os recursos vêm para a universidade e precisamos ter um olhar que compreenda as peculiaridades de cada campus. Durante a pandemia, nós nos aproximamos muito em contato com os campi através de teleconferências, que continuarão sendo usadas na presencialidade, facilitando o serviço, em especial aos conselheiros, que não precisarão se deslocar para Santa Maria nas reuniões de CEPE e Consu, pois somos todos UFSM e as mesas oportunidades e facilidades oferecidas à nossa equipe no campus sede precisam ser estendidas aos campi fora de sede .</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p> <strong>A pandemia trouxe a necessidade da implantação do REDE e caminhamos para a conclusão de dois anos letivos com aulas remotas. Recentemente os servidores retomaram as atividades presenciais. Já existem definições quanto ao próximo semestre?&nbsp;</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Em março de 2019, suspendemos todas as atividades acadêmicas e administrativas e ao mesmo tempo iniciamos o trabalho remoto e o REDE, onde as aulas continuaram remotamente. Apesar de todas as dificuldades, nossa comunidade conseguiu&nbsp; enfrentá-las com muita dedicação e qualidade. Retornamos de forma gradual ao administrativo (</em><a href="https://www.ufsm.br/2022/01/13/ufsm-estabelece-jornada-de-trabalho-hibrida-para-servidores-a-partir-desta-sexta-feira-14/"><em>ATUALIZAÇÃO: Devido ao recrudescimento da variante ômicron, o regime de trabalho híbrido será oficializado a partir desta sexta (14)</em></a><em>) e não podemos esquecer das aulas práticas que diversas disciplinas já estão sendo realizadas de forma presencial. A Unidade Ipê Amarelo e os Colégios Politécnico e Técnico Industrial já funcionam presencialmente. Estamos sim discutindo o retorno de todos os estudantes e, ao mesmo tempo, avaliando as condições epidemiológicas do estado e do país. Esta nova variante nos preocupa muito e estamos muito atentos. Estamos continuamente divulgando que, para um futuro retorno, será necessário a utilização de máscaras, higienização das mãos, distanciamento e vacinação. E o estudo já lançado para a nossa comunidade e sendo debatido neste momento, é para o retorno já em março, início do semestre, da presencialidade de todos os estudantes. Mas isto depende dos estudos em realização e da aprovação do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão. Se esta variante não chegar com tanta força em nosso estado e nosso país, teremos sim chances de voltar à presencialidade.&nbsp;</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Entrevista: Davi Pereira/Agência de Notícias da UFSM</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Foto: Marcelo De&nbsp;Franceschi&nbsp;dos Santos</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-indent: -18pt;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt;padding: 0pt 0pt 0pt 18pt"> </p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Luciano Schuch é nomeado reitor da UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/12/24/luciano-schuch-e-nomeado-reitor-da-ufsm</link>
				<pubDate>Fri, 24 Dec 2021 12:03:33 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Luciano Schuch]]></category>
		<category><![CDATA[reitoria]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=57560</guid>
						<description><![CDATA[Após definição da lista tríplice para o cargo de reitor da Universidade Federal de Santa Maria, ainda em julho deste ano, o nome do professor Luciano Schuch, do Centro de Tecnologia, foi confirmado nesta sexta-feira, dia 24, no Diário Oficial. Para Schuch, que atou como vice-reitor no segundo mandato do professor Paulo Afonso Burmann, será [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Após definição da lista tríplice para o cargo de reitor da Universidade Federal de Santa Maria, ainda em julho deste ano, o nome do professor Luciano Schuch, do Centro de Tecnologia, foi confirmado nesta sexta-feira, dia 24, no <a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/decreto-de-23-de-dezembro-de-2021-369792031">Diário Oficial. </a></span></p>
<p>Para Schuch, que atou como vice-reitor no segundo mandato do professor Paulo Afonso Burmann, será um grande desafio assumir a reitoria, mas também um grande sonho. "Estar à frente da Reitoria era, até então, um sonho. Hoje estamos aqui à disposição da nossa comunidade para fazer da UFSM uma universidade cada vez melhor. Temos muito trabalho pela frente, mas temos certeza que seguiremos um caminho de crescimento. Queremos promover uma inserção cada vez maior da UFSM em nossa sociedade, buscando sempre o desenvolvimento social", destaca Luciano. </p>
[caption id="attachment_57561" align="alignnone" width="1024"]<img class="size-large wp-image-57561" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/12/IMG_3417-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" /> Luciano Schuch já ocupa a sala da reitoria da UFSM[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">O evento de transmissão de cargo do ex-reitor, professor Paulo Afonso Burmann, para o atual reitor está previsto para janeiro de 2022 e poderá contar com a presença do ministro da Educação, Milton Ribeiro. A data e local ainda estão em definição. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Na oportunidade, deve tomar posse como vice-reitora a professora Martha Bohrer Adaime, primeira colocada na lista tríplice para este cargo, bem como demais membros da equipe que acompanhará Luciano Schuch na gestão da Universidade pelos próximos quatro anos. </span></p>
<p>Além de vice-reitor, Schuch já foi diretor do Centro de Tecnologia, entre 2014 a 2017, e chefe do Departamento de Processamento em Engenharia Elétrica, de 2009 a 2014.</p>
<p> </p>
<p><em><strong>Texto</strong>: Assessoria de Comunicação do Reitor da UFSM</em></p>
<p><em><strong>Foto</strong>: Solange Prediger, Relações Públicas</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
					</channel>
        </rss>
        