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				<title>Professora da UFSM participa de intercâmbio educacional na China</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/19/professora-da-ufsm-participa-de-intercambio-educacional-na-china</link>
				<pubDate>Tue, 19 May 2026 12:48:53 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[matemática]]></category>
		<category><![CDATA[profmat]]></category>

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						<description><![CDATA[Docente do Departamento de Matemática integrou organização da delegação brasileira formada por professores premiados na Olimpíada de Professores de Matemática do Brasil]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_72867" align="alignright" width="551"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/1000392539-1024x576.jpg" alt="" width="551" height="310" /> Delegação brasileira reuniu 19 professores de diferentes regiões do país[/caption]
<p data-start="1812" data-end="2200">A professora Carmen Vieira Mathias, do Departamento de Matemática da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), participou, entre os dias 2 e 17 de maio, de um intercâmbio pedagógico e cultural na China, atuando como uma das responsáveis pela organização e logística da delegação brasileira formada por professores medalhistas da Olimpíada de Professores de Matemática do Brasil (OPMBR).</p>
<p data-start="2202" data-end="2654">Além das atividades desenvolvidas na UFSM, Carmen exerce a função de vice-coordenadora nacional do Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional (Profmat), programa gerido pela Sociedade Brasileira de Matemática (SBM). A atuação no programa possibilitou sua participação na organização da OPMBR, iniciativa que reconhece e premia professores de Matemática de todo o país pelas práticas pedagógicas desenvolvidas em suas escolas e comunidades.</p>
<h3 data-start="2656" data-end="3147">Internacionalização</h3>
<p data-start="2656" data-end="3147">A missão internacional reuniu 19 professores medalhistas de ouro da olimpíada, oriundos de diferentes regiões do Brasil, reconhecidos pelo trabalho desenvolvido na educação básica. O intercâmbio teve como principal base a cidade de Xangai, onde a delegação participou de uma programação organizada pelo Centro UNESCO-TEC para Formação de Professores, instituição vinculada à UNESCO e reconhecida internacionalmente pelas pesquisas e práticas voltadas à educação e ao desenvolvimento docente.</p>
<p data-start="3149" data-end="3660">Durante a estadia, os participantes realizaram visitas e atividades acadêmicas em diferentes instituições de ensino chinesas, incluindo a Fudan University, uma das universidades mais prestigiadas do país, além de escolas de referência em Xangai. Os professores brasileiros acompanharam aulas, conheceram metodologias de ensino, participaram de discussões pedagógicas e também apresentaram práticas desenvolvidas no Brasil, promovendo trocas de experiências entre educadores dos dois países.</p>
<p data-start="3662" data-end="4052">Um dos principais focos do intercâmbio foi o estudo do <em data-start="3717" data-end="3749">Teaching Research Group System</em>, modelo chinês voltado à formação continuada e ao trabalho colaborativo entre professores. O sistema prioriza o planejamento coletivo de aulas, a observação entre pares e a revisão constante das práticas pedagógicas, buscando soluções conjuntas para desafios relacionados à aprendizagem dos estudantes.</p>
<p data-start="4054" data-end="4446">A programação também incluiu seminários sobre políticas educacionais em Xangai, momentos de reflexão coletiva e atividades conduzidas pelos próprios professores brasileiros nas escolas chinesas. Na segunda etapa da missão, realizada em Pequim, a delegação participou de atividades culturais e visitas a marcos históricos do país, ampliando as experiências de intercâmbio acadêmico e cultural.</p>
<p data-start="4448" data-end="4852">Segundo Carmen, a experiência contribuiu para ampliar perspectivas sobre formação docente e inovação pedagógica, além de fortalecer redes de colaboração internacional entre educadores brasileiros e chineses. Entre os principais aprendizados, destacam-se a valorização da carreira docente, o investimento em formação continuada e o planejamento colaborativo como estratégia para qualificar o ensino.</p>
<p data-start="548" data-end="921">Nos próximos meses, os professores participantes do intercâmbio também estarão envolvidos nas ações do programa nacional <em data-start="669" data-end="698">Compromisso Toda Matemática</em>, política pública voltada ao fortalecimento da aprendizagem de Matemática na educação básica.</p>
<p data-start="3337" data-end="3838">Nesse cenário, as experiências e os conhecimentos compartilhados durante a missão internacional poderão contribuir para debates e ações formativas relacionadas à formação continuada de professores, acompanhamento pedagógico e práticas inovadoras de ensino. “A experiência vivenciada na China torna-se ainda mais relevante porque possibilita trazer ao debate educacional brasileiro reflexões sobre formação continuada de professores, planejamento colaborativo, acompanhamento pedagógico e práticas inovadoras de ensino. Muitas das práticas observadas durante o intercâmbio podem inspirar ações no contexto brasileiro, especialmente no fortalecimento do trabalho coletivo entre professores, na criação de espaços permanentes de estudo pedagógico e na ampliação de estratégias que promovam maior protagonismo dos estudantes no processo de aprendizagem. Os conhecimentos e experiências compartilhados durante o intercâmbio poderão contribuir diretamente para as discussões e ações formativas desenvolvidas no âmbito dessa política nacional, fortalecendo o compromisso coletivo com uma educação matemática mais inclusiva, significativa e transformadora”, avalia a docente.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>“Estava feliz por não serem ‘problemas de matemática’, pois de matemática ela não gostava”: jogo indígena transforma aprendizagem</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/04/jogo-da-onca</link>
				<pubDate>Mon, 04 May 2026 16:49:05 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[divulgação científica]]></category>
		<category><![CDATA[ensino de matemática]]></category>
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		<category><![CDATA[matemática]]></category>
		<category><![CDATA[melhor dissertação]]></category>
		<category><![CDATA[profmat]]></category>

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						<description><![CDATA[Proposta desenvolvida no PROFMAT com Jogo da Onça vence prêmio de melhor dissertação da Região Sul
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="768" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-21-at-15.49.41-768x1024.jpeg" alt="Foto colorida vertical de um tabuleiro amarelo com marcações em formato de quadradros cortados ao meio, que se transformam em triângulos isóceles. Posicionados em lugares do tabuleiro estão 14 peças com cabeças de cachorro e 1 peça com cabeça de onça. Ainda, acima do tabuleiro, na parte superior, três medalhas e um cocalho." />											<figcaption>Jogo da Onça foi desenvolvido pela etnia Bororo, do Mato Grosso</figcaption>
										</figure>
		<p>O uso de jogos no ensino de matemática não é novidade na trajetória da professora Elenice de Carvalho Alves. Ao longo de sua atuação na educação básica, essa abordagem sempre esteve presente.</p>
<p>Essa experiência motivou a pesquisa desenvolvida no Programa de Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional (PROFMAT), da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Para a professora Elenice, a proposta parte de uma convicção: “A matemática pode ser ensinada de forma criativa, significativa e conectada com a cultura e com o cotidiano dos estudantes”.</p>
<h3><b>Do Quênia aos povos originários</b></h3>
<p>O caminho até a escolha do tema não foi imediato. Inicialmente, a proposta era trabalhar com o Shisima, um jogo de estratégia originário do Quênia semelhante ao jogo da velha, no qual os dois oponentes tentam alinhar três peças em um tabuleiro octogonal, passando pelo centro. </p>
<p>No entanto, a pesquisa tomou outro rumo a partir de um desafio. “Ao apresentar o jogo ao orientador, ele solicitou que eu encontrasse uma estratégia vencedora. Mesmo depois de muita análise, nada foi encontrado”, relembra.</p>
<p>Então, ocorreu uma guinada na pesquisa. “Percebi que conhecia um jogo com estratégia vencedora, que aprendi com meu avô na infância e que jogava com minha família. A memória afetiva e essa estratégia foram decisivas para a escolha do Jogo da Onça”, conta.</p>
<h3><b>Estratégia, lógica e construção do conhecimento</b></h3>
<p>Idealizado pelos povos indígenas da etnia Bororo, da região do Mato Grosso, o Jogo da Onça é conhecido como “Adugo” e é composto por uma peça que representa a onça e outras 14 que representam cachorros. Cada lado possui um objetivo específico: enquanto a onça precisa capturar cinco peças, os cachorros devem imobilizá-la no tabuleiro, impedindo seus movimentos.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Mais do que um jogo, trata-se de uma prática tradicional utilizada para ensinar estratégias de caça e valores como coletividade e paciência. “É um jogo que também ensina a importância de cuidarmos uns dos outros”, destaca a professora.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Do ponto de vista pedagógico, o potencial é amplo. “O Jogo da Onça apresenta uma riqueza matemática ímpar, com grande potencial lúdico e educativo, estimulando o raciocínio lógico, a resolução de problemas e a construção de estratégias”, explica.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">A partir do jogo, foram desenvolvidos problemas matemáticos que exploram conteúdos como análise combinatória, probabilidade, simetria e geometria. Os próprios elementos do tabuleiro e as situações que surgem durante as partidas servem como base para a construção do conhecimento.</p>		
										<figure>
										<img width="768" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-21-at-15.47.52-1-768x1024.jpeg" alt="Foto colorida vertical de um tabuleiro rosa com marcações em formato de quadradros cortados ao meio, que se transformam em triângulos isóceles. Posicionados em lugares do tabuleiro estão peças pretas e brancas. De cada lado do tabuleiro, ua pessoa. Existe, ainda, do lado esquerdo, um chocalho, e do lado direito, um celular" />											<figcaption>Jogo indígena tem sido usado para o aprendizado de matemática</figcaption>
										</figure>
		<h3><b>Protagonismo e engajamento em sala de aula</b></h3>
<p>A proposta do uso do Jogo da Onça foi aplicada com alunos do Ensino Médio em uma sequência de oficinas. O resultado foi um ambiente de aprendizagem mais dinâmico e participativo. “Foi gratificante perceber o envolvimento dos estudantes. Eles conversavam, pensavam, riam, reclamavam ao perder, trocavam de dupla, desafiavam colegas e pediam ajuda para escolher a melhor jogada”, relata Elenice.</p>
<p>A interação entre os alunos foi um dos pontos mais marcantes. Em alguns momentos, estudantes alertavam colegas sobre jogadas arriscadas e assim demonstravam leitura estratégica e compreensão do jogo. Um episódio específico chamou a atenção da professora: “Uma aluna comentou que o jogo era como uma terapia, porque conseguia esquecer seus problemas pessoais enquanto jogava”.</p>
<p>Outro aspecto relevante foi a mudança na percepção sobre a disciplina. Mesmo resolvendo problemas complexos, muitos estudantes não associavam a atividade à matemática. “Uma aluna disse que estava feliz por não serem ‘problemas de matemática’, pois de matemática ela não gostava”, conta. </p>
<p>Ou seja, o Jogo da Onça tornou-se um recurso didático capaz de minimizar as dificuldades frequentemente enfrentadas pelos alunos na aprendizagem da disciplina. “O aluno se torna mais ativo no processo de aprendizagem, participando, dialogando e construindo soluções coletivamente”, pontua.</p>
<h3><b>Matemática como prática social e cultural</b></h3>
<p>Além dos conteúdos matemáticos, a proposta também incorpora uma dimensão cultural fundamental. O Jogo da Onça foi trabalhado como um conhecimento tradicional indígena, e não apenas como um recurso didático. “A matemática também é uma produção humana ligada a práticas sociais”, sustenta.</p>
<p>A abordagem permite discutir com os estudantes quem são os povos que praticavam o jogo, em quais regiões ele era encontrado e como esse conhecimento foi transmitido ao longo do tempo, por meio da oralidade e da prática comunitária. Nesse sentido, o jogo deixa de ser apenas uma atividade lúdica e passa a ser compreendido como parte de um patrimônio cultural.</p>
<p>“Ao apresentar o jogo como um saber tradicional, rompemos com a ideia de que raciocínio lógico e estratégia são exclusivamente produções europeias ou modernas”, explica.</p>
<h3><b>Valorização da cultura indígena na escola</b></h3>
<p>Elenice reforça que a iniciativa também contribui diretamente para o cumprimento da <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2008/lei/l11645.htm">Lei 11.645/2008</a>, que estabelece a obrigatoriedade do ensino da história e da cultura dos povos indígenas e afro-brasileiros na educação básica. </p>
<p>Segundo a professora, o trabalho permite ampliar a forma como os estudantes compreendem esses povos. “O jogo possibilita discutir identidade e reconhecer os povos indígenas como produtores de conhecimento, e não apenas associados a modos de vida ligados à natureza, como muitas vezes aparece de forma estereotipada nos materiais escolares”.</p>
<p>Além disso, a iniciativa cria espaço para reflexões sobre respeito e diversidade. “O projeto contribui para uma escola mais inclusiva e comprometida com a valorização das identidades indígenas”, afirma.</p>
<h3><b>Conexões com a UFSM e valorização dos saberes indígenas</b></h3>
<p>A proposta dialoga com iniciativas desenvolvidas na própria UFSM, como os <a href="https://www.ufsm.br/2025/10/15/jogos-universitarios-indigenas-da-regiao-sul-celebram-esporte-cultura-e-permanencia-estudantil-na-ufsm">Jogos Universitários Indígenas da Região Sul (Juirs)</a>. Realizado no campus, o evento reúne centenas de estudantes indígenas de diferentes universidades e comunidades do Sul do país, promovendo práticas esportivas e tradicionais.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Mais do que uma competição, os Jogos se consolidam como um espaço de afirmação cultural e valorização dos saberes originários na universidade. Modalidades como arco e flecha, corrida com tora e cabo de guerra coexistem com esportes contemporâneos, como futsal, o que evidencia a diversidade de práticas e conhecimentos presentes nas culturas indígenas.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Nesse contexto, o Jogo da Onça se aproxima dessas iniciativas ao também carregar dimensões simbólicas e sociais. Assim como nas práticas apresentadas nos Juirs, o jogo tradicional vai além do entretenimento: envolve estratégia, tomada de decisão, convivência e transmissão de conhecimentos entre gerações.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;margin-top: 12pt;margin-bottom: 12pt">Ao levar esse jogo para a sala de aula, a proposta desenvolvida por Elenice amplia essa perspectiva para o campo do ensino formal. A iniciativa reforça que saberes indígenas podem, e devem, ocupar diferentes espaços, desde eventos universitários até práticas pedagógicas, contribuindo para uma formação mais plural e conectada à diversidade cultural brasileira.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/Elenice-Alves-recebeu-o-premio-PROFMAT-das-maos-da-professora-Carmen-Vieira-Mathias-vice-coordenadora-na-Comissao-Nacional-do-programa-de-mestrado-profissional-_-Foto_-Joao-Arenhart_SBM.jpg" alt="Foto colorida horizontal de duas mulheres à frente de uma bandeira do Rio Grande do Sul. A mulher da esquerda tem cabelo liso escuro e na altura do ombro. Ela usa uma blusa clara e segura uma placa preta e prateada. A mulher da direita tem o cabelo crespo, castanho e curto. Ela usa óculos, um casaco preto e um crachá no pescoço." />											<figcaption>Elenice Alves recebeu o prêmio PROFMAT das mãos da professora Carmen Vieira Mathias, vice-coordenadora na Comissão Nacional do programa de mestrado profissional | Foto: João Arenhart/SBM
</figcaption>
										</figure>
		<h3><b>Resultados, reconhecimento e continuidade</b></h3>
<p>A pesquisa rendeu à professora Elenice o prêmio de melhor dissertação da Região Sul no PROFMAT. Para ela, o reconhecimento reforça a importância de investir em metodologias diferenciadas, que valorizem o uso de jogos e a resolução de problemas.</p>
<p>Mesmo sem continuidade formal como projeto de extensão neste momento, o trabalho segue em prática. A professora continua aplicando o Jogo da Onça com alunos do Ensino Médio na Escola Municipal de Educação Básica Waldemar Borges, em Alegrete, e também em outras instituições.</p>
<p>“Tenho interesse em ampliar a proposta para outras escolas e redes de ensino, fortalecendo o trabalho com a valorização da cultura indígena”, afirma.</p>
<p>A expectativa é que a metodologia possa ser adaptada para diferentes contextos e níveis de ensino, além de inspirar outros professores. “A união entre matemática, ludicidade e cultura pode tornar o ensino mais significativo, dinâmico e conectado com a realidade dos estudantes”, conclui.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"><i><b>Texto</b>: Marina Brignol, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</i></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"><i><b>Fotos</b>: Arquivo Pessoal e João Arenhart/SBM</i></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"><i><b>Edição</b>: Maurício Dias, jornalista</i></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Professora da UFSM integrou a organização da 2ª Olimpíada de Professores de Matemática Ensino Médio no Brasil</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/01/professora-da-ufsm-integrou-a-organizacao-da-2a-olimpiada-de-professores-de-matematica-ensino-medio-no-brasil</link>
				<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 13:29:45 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>
		<category><![CDATA[matemática]]></category>
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		<category><![CDATA[shangai]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72357</guid>
						<description><![CDATA[Carmen Mathias também foi convidada para acompanhar os medalhistas em uma imersão acadêmica em Shangai]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_72359" align="alignright" width="525"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/1000000187.jpg"><img class=" wp-image-72359" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/04/1000000187.jpg" alt="" width="525" height="350" /></a> Carmen (de vermelho) participou da entrega de medalhas[/caption]
<p>A professora Carmen Vieira Mathias, do Departamento de Matemática da UFSM, integrou a comissão organizadora da segunda edição da Olimpíada de Professores de Matemática Ensino Médio no Brasil (OPMbr), contribuindo diretamente para a realização do evento. Ela também auxiliou na organização e participou da cerimônia de premiação, realizada na segunda-feira (30), no Ministério da Educação (MEC), em Brasília, reunindo os medalhistas professores e representantes de diversas instituições.</p>
<p>O evento contou também com a presença da comitiva chinesa da Unesco/Shanghai Normal University, instituição que receberá os estudantes medalhistas para uma imersão acadêmica nas primeiras semanas de maio. A docente da UFSM foi convidada e irá acompanhar o grupo durante essa experiência internacional, representando e apoiando os medalhistas ao longo das atividades.</p>
<p>Para Carmen, sua participação reforça o envolvimento da UFSM em iniciativas educacionais de destaque e na promoção de intercâmbios internacionais.</p>
<p><em>Foto: Divulgação</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM reúne medalhistas da 20ª edição da Obmep em cerimônia regional</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/03/30/ufsm-reune-medalhistas-da-20a-edicao-da-obmep-em-cerimonia-regional</link>
				<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 11:56:43 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[matemática]]></category>
		<category><![CDATA[obmep]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72298</guid>
						<description><![CDATA[Alunos, escolas, professores e uma Secretaria Municipal de Educação receberam as medalhas na sexta-feira (27), no Centro de Convenções]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_72302" align="alignright" width="540"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0759.jpg"><img class=" wp-image-72302" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0759.jpg" alt="" width="540" height="367" /></a> Henrique Masquin e sua mãe, Elenice, estiveram presentes na cerimônia[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Mesmo com o calor de 31° Celsius em Santa Maria, Henrique Masquin, de 16 anos, esperava ansiosamente o início da cerimônia de entrega das medalhas da 20ª edição da Olimpíada Brasileira de Matemática (Obmep), sediada no Centro de Convenções da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), na tarde da última sexta-feira (27). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Henrique, que é estudante do segundo ano do ensino médio no Colégio Tiradentes, de Ijuí, participa da competição desde o sexto ano do ensino fundamental. Neste ano, ele recebeu a medalha de prata nacional. “É tanto conhecimento que tu ganha porque te ajuda muito na questão da lógica pros vestibulares, é muito bom também ter isso”, conta à Agência de Notícias. O medalhista ainda projeta o futuro na área de exatas. “Uma engenharia, provavelmente”, diz. Entre as possibilidades, ele cita a UFSM como uma instituição que deseja ingressar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Natural de Três Passos, Henrique veio acompanhado da mãe, Elenice Masquin, que acompanha a trajetória do filho e vê nas olimpíadas um caminho de transformação educacional. Para ela, mais do que medalhas, a participação representa um incentivo para que os estudantes busquem conhecimento e acreditem em seu potencial. Elenice destaca que sempre encorajou os filhos a participarem das provas com dedicação e confiança, reforçando que essas experiências abrem portas e mostram que, com esforço, novas oportunidades podem surgir. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O exemplo mais próximo dentro de casa é o do filho mais velho, Gabriel Masquin, que também se dedicou às olimpíadas científicas e hoje estuda no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), uma das instituições mais concorridas do país. Para ela, ver os dois filhos trilhando caminhos semelhantes reforça a importância do incentivo desde cedo. “Eu, como mãe de medalhista, sinto muito orgulho”, afirma.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Inserido nesse contexto, o desempenho de Henrique Masquin também reflete o alcance da regional RS02 da Obmep, sediada na UFSM. A coordenadora regional e professora de Matemática na UFSM, Taísa Miotto, explica que o Rio Grande do Sul é dividido em cinco regionais da olimpíada, responsáveis por organizar a participação dos estudantes em diferentes territórios. A RS02, que abrange 127 municípios das regiões central e noroeste, é uma delas, ao lado das regionais de Porto Alegre (RS01), Caxias do Sul (RS03), Passo Fundo (RS04) e Rio Grande (RS05). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Na edição de 2025, a Obmep reuniu mais de 18 milhões de estudantes em todo o país, com cerca de 870 mil classificados para a segunda fase e milhares de medalhas distribuídas em nível nacional. Dentro desse universo, a regional sediada na UFSM contabilizou 16 medalhas de ouro, 39 de prata e 86 de bronze, além de premiações estaduais que ampliam o reconhecimento dos alunos. Para Taísa, a iniciativa tem impacto direto na trajetória dos estudantes. “Tal premiação é muito válida, pois mais alunos são incentivados a estudar e terem seu desempenho reconhecido”, opina a docente.</span></p>
[caption id="attachment_72304" align="alignleft" width="582"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0770.jpg"><img class=" wp-image-72304" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0770.jpg" alt="" width="582" height="394" /></a> Ao lado dos pais, Karina e Elton, Davi Przyczynski, de 13 anos, conquista medalha na categoria do ensino fundamental[/caption]
<h3><span style="font-weight: 400">Os medalhistas do ontem e do hoje</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Além de Henrique, estudantes mais jovens também começam a trilhar seus caminhos na olimpíada, como é o caso de Davi Przyczynski, de 13 anos. Aluno do 8º ano do ensino fundamental, ele participa pela terceira vez da Obmep e já colhe resultados ao conquistar uma medalha. Sobre a preparação, Davi conta que conciliou estudos por vídeos com a resolução de provas anteriores. “Eu estudava, via vídeos sobre o assunto e também fazia as provas dos anos passados”, relata. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Apesar de ainda não ter definido uma profissão, ele afirma ter afinidade com a área de exatas e pretende continuar participando das próximas edições, seguindo um percurso semelhante ao de medalhistas mais experientes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para a mãe de Davi, Karina Przyczynski, a premiação é resultado direto da dedicação do filho ao longo do tempo. Vinda de Humaitá, na região Celeiro, ela acompanha de perto o interesse crescente do estudante pelas exatas, estimulado desde cedo dentro de casa. “É um momento de muita alegria, emoção e gratidão a Deus, né, e reconhecimento pelo esforço dele, pelo estudo, pela dedicação que ele tá tendo”, afirma. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo ela, a preparação incluiu a resolução de provas anteriores e o incentivo ao raciocínio lógico, com práticas como o xadrez e exercícios mentais. Para a família, a conquista representa não apenas uma medalha, mas a valorização de um processo contínuo de aprendizado.</span></p>
[caption id="attachment_72305" align="alignright" width="578"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0942.jpg"><img class=" wp-image-72305" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0942.jpg" alt="" width="578" height="393" /></a> Mariana Lovato participou de seis edições da Obmep e, hoje, cursa Música na UFSM[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Enquanto Davi sobe ao palco para receber sua medalha ainda nos primeiros anos da trajetória olímpica, histórias como a de Mariana Lovato mostram onde esse caminho pode chegar. Seu primeiro contato com a Obmep foi em 2016, no 6º ano do ensino fundamental, e, a partir dali, participou de todas as edições seguintes, com exceção de 2020, quando não houve prova devido à pandemia. Em todas as vezes em que competiu, foi premiada, acumulando três medalhas de bronze e três de prata ao longo da vida escolar. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Hoje, aos 21 anos e estudante do bacharelado em Música na UFSM, ela retorna à cerimônia em outro papel: sentada ao piano, conduzindo um dos momentos culturais do evento realizado no Centro de Convenções. “As pessoas pensam que não tem nada a ver, mas tem muito a ver. Ritmo é pura matemática”, conta Mariana. </span></p>
<h3><strong>Universidade de portas abertas</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Eventos como a cerimônia da Obmep reforçam o papel da universidade como espaço público e acessível à comunidade. Para o diretor do Centro de Ciências Naturais (CCNE) e Exatas da UFSM, Felix Alexandre Antunes Soares, a presença de estudantes de diferentes regiões aproxima a instituição da realidade das escolas e amplia horizontes para quem, muitas vezes, visita o campus pela primeira vez. “Isso aproxima muito a universidade das escolas”, afirma. Segundo ele, além de reconhecer o mérito dos alunos, a iniciativa ajuda a romper a ideia de que o ensino superior é distante. “A universidade não é uma coisa distante, intocável”, completa.</span></p>
[caption id="attachment_72307" align="alignleft" width="570"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0969.jpg"><img class=" wp-image-72307" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/IC3A0969.jpg" alt="" width="570" height="368" /></a> A mesa de abertura foi composta por Márcio Luís Miotto, Taísa Miotto, Martha Adaime, Félix Antunes Soares e Edson Sidney Figueiredo[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">O diretor também destaca que as olimpíadas têm impacto direto no ingresso e na formação acadêmica desses estudantes. A UFSM, nos últimos anos, passou a contar com formas específicas de entrada para medalhistas, o que amplia as possibilidades de acesso. “Tem um processo de ingresso específico para esses estudantes”, explica. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ao mesmo tempo, ele ressalta o papel fundamental dos professores da educação básica nesse percurso. “A gente tem que agradecer muito aos professores das escolas”, diz, ao defender uma atuação conjunta entre universidade e escolas para estimular talentos e, inclusive, inspirar futuras carreiras acadêmicas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Compuseram a mesa de abertura a reitora da UFSM, Martha Adaime, e o diretor do CCNE, Félix Antunes Soares. Participaram ainda o chefe do Departamento de Matemática da UFSM, Edson Sidney Figueiredo, o coordenador regional do Programa de Iniciação Científica Jr. (PIC), o professor de Matemática da UFSM Márcio Luís Miotto e a coordenadora regional e professora de Matemática na UFSM, Taísa Miotto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A cerimônia regional da 20ª edição da Obmep pode ser assistida na íntegra pelo público no canal do Youtube da </span><a href="https://www.youtube.com/live/Ew7Ev54QVcY"><span style="font-weight: 400">UFSM</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><i><strong>Texto</strong>:</i><i><span style="font-weight: 400"> Pedro Moro, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</span></i><br /><i><strong>Fotos</strong>:</i><i><span style="font-weight: 400"> Gabriele Mendes, estudante de Jornalismo e estagiária da Agência de Notícias</span></i><br /><i><strong>Edição</strong>:</i><i><span style="font-weight: 400"> Ricardo Bonfanti, jornalista</span></i></p>
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													</item>
						<item>
				<title>Coordenadora do GuriasTec conquista Prêmio Para Mulheres na Ciência do Grupo L’Oréal</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/guriastec/2025/12/02/coordenadora-do-guriastec-conquista-premio-para-mulheres-na-ciencia-do-grupo-loreal</link>
				<pubDate>Tue, 02 Dec 2025 13:17:29 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[GuriasTec]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Prêmio]]></category>

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						<description><![CDATA[A cerimônia ocorre dia 4 de dezembro no Rio de Janeiro]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O Prêmio Para Mulheres na Ciência, programa do Grupo L’Oréal no Brasil em parceria com a Academia Brasileira de Ciências e a Unesco, completa 20 anos em 2025. Nesta edição, a pesquisadora reconhecida na categoria Ciências Matemáticas foi a professora do Departamento de Estatística da UFSM e coordenadora do GuriasTec (UFSM/CNPq), Renata Rojas Guerra. Além dela, mais 7 pesquisadoras das áreas de Ciências da Vida, Ciências Físicas, Ciências Químicas, Ciências da Engenharia e Tecnologia  foram reconhecidas com bolsas-auxílio dno valor de R$50 mil.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="714" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/964/2025/12/IMG_5205-e1764681562804-1024x714.jpg" alt="" />											<figcaption>A pesquisadora Renata Guerra foi reconhecida na categoria Ciências Matemáticas</figcaption>
										</figure>
		<p>Renata Guerra foi eleita em 2023 membra afiliada da Academia Brasileira de Ciências (ABC) para o período de 2024/2028. Em 2024 foi selecionada como jovem embaixadora do International Statistical Institute na International Biometric Conference, em Atlanta, Estados Unidos. Suas pesquisas são voltadas para as áreas de análise de sobrevivência, econometria, teoria de distribuições, processamento estatístico de imagens/sinais e modelos dinâmicos e de regressão para séries temporais duplamente limitadas.</p><p>A pesquisadora enfatiza a importância da conquista como  estímulo para outras  mulheres: “Espero que essa visibilidade ajude a inspirar mais mulheres e meninas a se interessarem pela minha área e que seja uma forma de fazer com que as atividades realizadas pelos nossos grupos de extensão, o Guriastec e o StatUFSM, cheguem a mais pessoas”, afirma Renata.</p>		
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										<img width="1024" height="697" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/964/2025/12/IMG_5173-e1764681735241-1024x697.jpg" alt="" />											<figcaption>Renata é coordenadora do GuriasTec e professora do Departamento de Estatística da UFSM.</figcaption>
										</figure>
		<p>A iniciativa tem como objetivos: impulsionar trajetórias científicas femininas e ampliar a representação das mulheres em campos essenciais para o desenvolvimento do país. A premiação faz parte de um programa global que abrange mundialmente mais de 350 jovens cientistas  por ano, em 110 países, a partir de iniciativas regionais e nacionais. No Brasil, mais de 140 pesquisadoras foram contempladas, e já soma R$ 7 milhões de investimento em projetos científicos liderados por mulheres. O prêmio será entregue no dia 4 de dezembro em uma cerimônia fechada no Palácio da Cidade, no Rio de Janeiro. </p><p><b>Expediente:</b></p><p><i>Notícia: Luciana Mendes</i></p><p><i>Fotos: Luciana Mendes</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Enlaces conversa com Felipe Corrêa Machado</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/10/23/enlaces-entrevista-felipe-machado-correa</link>
				<pubDate>Thu, 23 Oct 2025 16:11:48 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[enlaces]]></category>
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		<category><![CDATA[matemática]]></category>
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		<category><![CDATA[Serviço Social]]></category>

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						<description><![CDATA[Militar da reserva encontrou na universidade motivação para enfrentar o agravamento do Parkinson]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/10/IC3A9679-1024x683.jpg" alt="Foto colorida horizontal de Felipe, centralido à frente do palco e da plateia do Centro de Convenções. A foto mostra um homem bem ao centro e detalhes do lugar, como o palco, a plateia e o mezanino" width="1024" height="683" />
<figcaption>Centro de Convenções foi o local escolhido pelo universitário por simbolizar o momento da conclusão da jornada de um estudante do ensino superior</figcaption></figure>
Felipe Corrêa Machado foi escolhido para a série <b><i>Enlaces </i></b>depois da análise de um relato encaminhado por e-mail à Agência de Notícias. Na mensagem, o autor contava sobre a terceira graduação aos 53 anos, mesmo com o diagnóstico de doença de Parkinson.

O reservista da Aeronáutica encontrou nos estudos, iniciados em 2009 no Mato Grosso, uma forma de se manter ativo. Depois de concluir Ciências Sociais e Serviço Social, Felipe faz Matemática e encontra tempo para o projeto Orquestrando Arte. As atividades o ajudam na motivação diária.

O universitário santa-mariense usa um marcapasso cerebral, faz tratamento contínuo e encontrou na fisioterapia e na atividade física recursos para lidar com a letargia e os travamentos, consequências do Parkinson.

A expressão de Felipe é a de uma pessoa séria. Em um momento da nossa conversa, no Centro de Convenções, ele nos lembrou que uma criança perguntou o motivo dele não sorrir tanto, uma consequência da doença. Por mais que Felipe não esboce muitos sorrisos, é perceptível que ele sorri, de outros modos. Acompanhe a entrevista a seguir.

<b>AGÊNCIA DE NOTÍCIAS - O senhor já está na quarta graduação. Pode comentar como iniciou os estudos? </b>

<b>FELIPE - </b>Minha trajetória começou em 2009 quando eu era militar e fui transferido para o Mato Grosso do Sul. Eu comecei a minha vida acadêmica na Federal do Mato Grosso do Sul, no curso de Administração, que me trouxe muito conhecimento técnico. Quando fui transferido para a Base Aérea de Canoas, pedi transferência para a Faculdade de Administração de lá. Esse foi um curso que acabei não concluindo. Faltou apenas o trabalho de conclusão, porque, mais tarde, fui transferido para Santa Maria.

Durante a minha estada aqui, fiz vestibular para a Universidade Franciscana (UFN) e recomecei Administração. Nesse meio tempo, abriu o edital de ingresso e reingresso para a UFSM. Eu entrei em Ciências Sociais, não em Administração. No curso aprendi muito sobre relações sociais. Também fiz Serviço Social. Só conclui por conta do auxílio dos professores e colegas. Então aquilo que era para ser frustrante acabou revertendo.

<b>AGÊNCIA DE NOTÍCIAS - Por que o senhor escolheu a Aeronáutica?</b>

<b>FELIPE - </b>Sempre foi meu objetivo seguir a carreira militar e isso foi bastante incentivado pela minha família. Por 25 anos fui militar. Até que em 2017 eu descobri que estava com Parkinson, doença degenerativa e, normalmente, hereditária. Então é um caso raro, prematuro inclusive. Eu fui para a reforma da Aeronáutica. Foi um terror saber da doença.

A primeira tendência de quem tem Parkinson é de se isolar. Só que no meu caso, como eu estava tão ocupado com minha vida acadêmica e com minha profissão, não deu tempo de pensar nessas coisas. Então, a universidade foi bastante útil nesse sentido.

<b>AGÊNCIA DE NOTÍCIAS -  Como a sua família recebeu o seu diagnóstico?</b>

<b>FELIPE -</b> Minha família, especialmente os meus pais e as pessoas mais chegadas se assustaram bem mais do que eu. No primeiro momento, não caiu a ficha. Quando começam a aparecer os sintomas, os tremores e os travamentos, a gente vê o que afetou na vida da gente.

A nossa luta é se manter ativo. Quanto mais a gente se encolhe, mais se constrange de realizar as tarefas e mais a doença acelera.

<b>AGÊNCIA DE NOTÍCIAS - Voltando à vida acadêmica, o senhor fez Ciências Sociais e passou por outros cursos. Pode contar melhor? </b>

<b>FELIPE - </b>A vinda para a universidade aconteceu concomitante com o meu reingresso e com o vestibular. Eu fiz o vestibular para Matemática. Não tem muito a ver com a área que eu estava, mas eu queria me aventurar por áreas que ainda não conhecia. Os cálculos são desafiadores.

Além de eu conseguir a transferência via edital de reingresso para a Ciências Sociais, eu passei no vestibular para a Matemática. E, por alguns meses, tentei levar os dois cursos juntos, o que era humanamente impossível. Também houve um decreto presidencial que proibia um aluno de ter duas matrículas na mesma universidade federal.

Eu optei por Ciências Sociais, visto que já tinha muitas matérias da Administração que aproveitei. Enquanto estava fazendo Ciências Sociais cursei algumas disciplinas do Serviço Social.

O Serviço Social é um curso maravilhoso. Eu fui incentivado pela vivência da minha esposa, que é formada em Serviço Social pela Universidade Franciscano (UFN). Na realidade, eu fiz o curso para ajudá-la. É um curso muito bom e também muito desafiador.

<b>AGÊNCIA DE NOTÍCIAS - Por que o senhor, depois de cursar Ciências Sociais e Serviço Social, decidiu fazer Matemática?</b>

<b>FELIPE - </b>Conhecimento não ocupa espaço. Como tenho restrição quanto ao trabalho e já estou aposentado, não poderia almejar algum cargo público. Eu decidi ampliar os meus conhecimentos e dar vazão a esse sentimento de estar em uma universidade rodeado por pessoas jovens com anseios diferentes e motivadas a buscar conhecimento.

<b>AGÊNCIA DE NOTÍCIAS - A universidade tem servido como uma ocupação para o senhor? </b>

<b>FELIPE</b>  - Exatamente. Um meio de manter a mente ativa e uma motivação para continuar vivendo. O Parkinson restringe e isola as pessoas. Eu estou indo na contramão da história, justamente para que me mantenha ativo.

Embora, a doença tenha afetado um pouco os meus movimentos. Por exemplo, na sala de aula eu tenho dificuldade para me manter muito tempo sentado. A letra de quem tem Parkinson é muito miúda. E tenho tremores. Às vezes, justamente no horário da aula, dá o tremor, aquela crise forte.

Quanto a esses sintomas, tenho recebido muito apoio dos professores. Eles têm sido bem compreensivos. Inclusive, na hora das avaliações, eles têm sido muito camaradas no sentido de entender que sou uma pessoa diferente com uma doença, mas disposto a aprender.
<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/10/IC3A9683-1024x683.jpg" alt="Foto colorida horizontal de Felipe, um senhor de óculo e cabelo prateado, á frente da arquibanca do Centro de Convenções." width="1024" height="683" />
<figcaption>Felipe cursa Matemática e contribui com o Orquestrando Arte. Antes disso, fez Ciências Sociais e Serviço Social</figcaption></figure>
<b>AGÊNCIA DE NOTÍCIAS -  O senhor conheceu a sua esposa aqui em Santa Maria? </b>

<b>FELIPE - </b>Sim, num grupo de jovens da igreja. Ela é uma pessoa maravilhosa que se doa pelos outros. Ela é formada em Serviço Social pela UFN e montou o projeto social“Orquestrando Arte”, que trabalha com música e arte para as nossas crianças e adolescentes.

Estamos casados há 33 anos, temos três filhos e duas netas. Os três filhos já estão encaminhados: dois formados pela UFSM. Um começou Engenharia Acústica e se formou em Música e Tecnologia. Ele é guitarrista, ama o que faz e, também, é servidor da UFSM. O segundo é professor de Educação Física, formado aqui e joga futsal profissional de alto nível na Polônia. E a terceira filha, a Nicole, está no ensino médio.

<b>AGÊNCIA DE NOTÍCIAS - No que a sua vida universitária alterou a sua vida pessoal?</b>

<b>FELIPE - </b>Tanto o fato de eu conhecer novas ciências e novas tecnologias, a convivência pessoal também ajudou bastante. Eu sou muito do lado humano, apesar de estar fazendo a área das exatas. Eu acho que a gente pode fazer a diferença no meio onde a gente está.

O que me faz também conviver com jovens é passar esse sentimento de que se eu tô com uma doença que pode me restringir. Por que eu não vou viver? Por que eu não vou servir aos outros? Muito mais do que eu pensar em mim, é pensar nos outros também. E fazer o bem sem olhar a quem, como diz o ditado. É muito importante a gente poder fazer a diferença na vida dos outros.

O meu estágio em Serviço Social foi na saúde mental, no Caps Infantil. E eu acho que a gente pode fazer a diferença com um testemunho de uma pessoa que está doente, mas não desistiu de viver.

<b>AGÊNCIA DE NOTÍCIAS - E nessa perspectiva, quais são seus planos? Uma próxima graduação talvez? </b>

<b>FELIPE - </b>Eu continuo no projeto Orquestrando Arte, dando aula de Matemática, unindo o útil ao agradável. A minha graduação em Matemática e o fato de ajudar as crianças nas suas dificuldades que têm nas escolas.

O meu objetivo, por hora, é terminar a faculdade. Eu tenho feito poucas disciplinas, porque acabei me envolvendo em muitas atividades e para ajudar no projeto. Também faço parte do Pibid, que é o Programa de Iniciação à Docência, no Grupo da Matemática. Eu dou aula na Escola Edson Figueiredo.

<b>AGÊNCIA DE NOTÍCIAS -  Tem alguma graduação que você gostaria de fazer? </b>

<b>FELIPE - </b>Olha, ao conhecer vocês, o Jornalismo. É uma faculdade que instiga bastante, a Faculdade de Jornalismo. Quem sabe no futuro aí a gente vai pensar no assunto.

<b>AGÊNCIA DE NOTÍCIAS - Por que o senhor escolheu o Centro de Convenções para a nossa conversa?</b>

<b>FELIPE - </b>Aqui é onde são realizadas as formaturas. É ápice da graduação. No Serviço Social, fiz formatura de gabinete. Até saber que estava com a doença, não dava muito valor às formalidades.

E eu considero a formatura um símbolo da vitória e o reconhecimento do final da jornada do estudante. Esse lugar aqui é maravilhoso, porque aqui se apresentam as nossas crianças no espetáculo anual do Orquestrando Arte.

<b>AGÊNCIA DE NOTÍCIAS - Para finalizar, o senhor gostaria de deixar uma mensagem?</b>

<b>FELIPE - </b>A gente está vivendo um mundo de tanta individualidade, que as pessoas buscam o prazer próprio e a satisfação das suas necessidades. Quando há muito mais do que isso. Deus nos criou seres sociáveis, que dependem uns dos outros e que aprendem uns com os outros. Vale a pena viver e lutar pela vida. Independente da doença e das dificuldades, vale a pena viver e estar num ambiente da universidade.

Muito mais do que escola de saber, a universidade é um lugar de confraternização e de socialização.

<b>AGÊNCIA DE NOTÍCIAS - Existem pessoas que te ajudaram a chegar até aqui?</b>

<b>FELIPE - </b> Eu cometeria uma injustiça se deixasse alguém de fora. Mas, eu quero destacar algumas pessoas que, essas sim, não podem ficar de fora da minha história. Primeiro a minha esposa e a minha família, que têm tido um papel essencial na minha posição hoje de estar vivo e com saúde. Minha esposa, meus filhos, minhas netas. Recentemente recebemos o presente de outra neta.

Agradecer, não nominalmente, mas de modo geral aos professores, que têm sido bastante compreensivos. Aos colegas que têm me ajudado nessa tarefa. Ao PIBID,  nosso Programa de Intercessão e Docência, que tem sido também um suporte para mim, nas minhas atividades. Ao Hospital Universitário de Santa Maria, pelo atendimento sempre profissional, sempre eficiente. Pela própria universidade, por essa oportunidade de estar aqui. E também, principalmente, à Igreja Presbiteriana do Brasil, do qual eu faço parte. Eu faço parte do conselho também da Igreja. Pela oportunidade de me doar em favor dos outros também. E pela liderança da Igreja. Então, têm sido todos muito importantes na minha vida.

A minha vida no universitário, espero que seja longa ainda, para que eu possa aprender  um pouco mais a respeito da vida.

<i><b>A Série Enlaces entrevista pessoas ligadas à UFSM. É um especial dos 65 anos da instituição produzido pela Agência de Notícias para o site e para o Instagram.</b></i>

<i><b>Entrevista e texto</b>: Jessica Mocellin, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias </i>

<i><b>Fotos e vídeo</b>: Paulo Baraúna, acadêmico de Desenho Industrial e bolsista da Agência de Notícias </i>

<i><b>Edição</b>: Maurício Dias, jornalista </i>

<i><b>Supervisão geral</b>: Mariana Henriques, jornalista e chefe da Agência de Notícias</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Dois professores da UFSM são agraciados com o Prêmio Pesquisador Gaúcho 2025</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/09/01/dois-professores-da-ufsm-sao-agraciados-com-o-premio-pesquisador-gaucho-2025</link>
				<pubDate>Tue, 02 Sep 2025 00:29:43 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[estatística]]></category>
		<category><![CDATA[matemática]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio]]></category>
		<category><![CDATA[química]]></category>

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						<description><![CDATA[A cerimônia de premiação acontece no dia 21 de outubro no Salão de Convenções da Fiergs, em Porto Alegre]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs), vinculada à Secretaria Estadual de Inovação Ciência e Tecnologia (Sict), divulgou nesta segunda-feira (1º) os nomes dos agraciados com o Prêmio Pesquisador Gaúcho 2025, selecionados com a participação do comitê de assessores científicos da Fapergs e do comitê especial. Dois professores da UFSM foram premiados: Fabio Mariano Bayer, na categoria de matemática e estatística, e Renato Zanella, na área de química.

Com o tema “Ciência para a reconstrução e resiliência”, o Prêmio Pesquisador Gaúcho 2025 visa a reconhecer o trabalho de pesquisadores e profissionais que se destacaram na academia, nos setores público, industrial, empresarial e na área de comunicação. O prêmio incentiva a cultura da inovação nas cadeias produtivas e a integração entre governo, comunidade científica e meio empresarial para a geração de melhorias para a sociedade gaúcha. A cerimônia de premiação será realizada no dia 21 de outubro, às 19h, no Salão de Convenções da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs).

As indicações mobilizaram a comunidade científica gaúcha, que, com a participação de institutos de ciência e tecnologia (ICTs) e empreendedores, realizaram a submissão dos concorrentes para 14 categorias de premiação.

Na categoria Pesquisador Destaque, que reconhece pesquisadores com uma carreira brilhante na pesquisa científica, nas suas áreas do conhecimento, a premiação terá agraciados em nove áreas: ciências agrárias; ciências biológicas; ciências da computação e informação; engenharias; física e astronomia; ciências humanas e sociais; ciências da saúde; matemática e estatística; e química.

A premiação também reconhece as seguintes categorias em nível de graduação, do ambiente empresarial e do setor público: jovem pesquisador; startup inovadora; pesquisador na empresa; pesquisador no setor público; e profissional de comunicação da área de ciência e inovação tecnológica. Consta abaixo lista dos agraciados em cada categoria:

<b>Categorias de pesquisador destaque:</b>

<b>Ciências agrárias –</b> Wilson Francisco Britto Wasielesky Jr. (Furg)

<b>Ciências biológicas –</b> Eduardo Eizirik (PUCRS)

<b>Ciências da computação e informação –</b> Cristiano Andre da Costa (Unisinos)

<b>Engenharias –</b> Tarcísio Abreu Saurim (UFRGS)

<b>Física e astronomia –</b> Solange Binotto Fagan (UFN)

<b>Ciências humanas e sociais –</b> Raquel da Cunha Recuero (UFPel)

<b>Ciências da saúde –</b> Maria Inês Schmidt (UFRGS)

<b>Matemática e estatística –</b> Fábio Mariano Bayer (UFSM)

<b>Química –</b> Renato Zanella (UFSM)

<b>Categorias que contemplam o nível de graduação, meio empresarial e setor público:</b>

<b>Jovem pesquisador –</b> Wagner Scheeren Brum (UFRGS)

<b>Startup inovadora –</b> TerraMares Soluções Ambientais Ltda (Furg)

<b>Pesquisador na empresa –</b> Alexandre José Macedo (UFRGS)

<b>Pesquisador no setor público –</b> Mariana Lisboa Pessoa (SPGG)

Profissional de Comunicação Científica – Gabriel Milão Fuscaldo (Moove)

<i>Texto: Assessoria de Comunicação da Fapergs</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>GuriasTec lança segundo episódio de podcast</title>
				<link>https://www.ufsm.br/projetos/extensao/guriastec/2025/07/25/guriastec-lanca-segundo-episodio-de-podcast</link>
				<pubDate>Fri, 25 Jul 2025 19:04:12 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[GuriasTec]]></category>
		<category><![CDATA[guriastec podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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		<category><![CDATA[meninas]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres na Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[podcast]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/projetos/extensao/guriastec/?p=243</guid>
						<description><![CDATA[Programa impulsiona meninas e mulheres na Ciência]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Hoje, 25 de julho, o Programa GuriasTec lançou o segundo episódio do guriastec podcast. O programa tratou de temas como o uso de tecnologias em sala de aula, os desafios e oportunidades das mulheres na área da matemática. O segundo episódio contou com a presença de duas convidadas: Quendra Silva Cartier, licenciada em Matemática pela UFSM e professora da rede municipal em Restinga Sêca (RS), e Carmen Vieira Mathias, doutora em Matemática, coordenadora dos cursos de Matemática da UFSM e integrante do GuriasTec. A gravação foi realizada de forma presencial e contou com apoio do Sistemas de Rádios da UFSM.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/964/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-24-at-22.50.35-1024x768.jpeg" alt="Episódio 2" />											<figcaption>A gravação do episódio foi feita de maneira presencial</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="853" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/964/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-24-at-22.50.29-e1753470616745-853x1024.jpeg" alt="programa 2" />											<figcaption>Quendra Silva, Luciana Mendes e Carmen Vieira</figcaption>
										</figure>
		<p>A primeira temporada do programa tem formato de roda de conversa e conta com a presença de egressas da UFSM das áreas de atuação do projeto, e uma integrante do GuriasTec, com apresentação da bolsista de divulgação científica do projeto e radialista, Luciana Mendes. Os episódios vão ao ar sempre na última semana de cada mês.</p><p>O episódio 2 já está disponível no <em>Spotify</em> e <em>Deezer</em> pelos links abaixo.</p><p><a href="https://open.spotify.com/episode/0u0f7qcNYO7b98ksL9pG3W?si=pNpDqa9XRpig4Xedk3XYhw">https://open.spotify.com/episode/0u0f7qcNYO7b98ksL9pG3W?si=pNpDqa9XRpig4Xedk3XYhw</a></p><p><a href="https://link.deezer.com/s/30zI4i9LqjLdu6un1yaH4">https://link.deezer.com/s/30zI4i9LqjLdu6un1yaH4</a></p><p><b>Expediente:</b></p><p><i>Notícia e fotos: Luciana Mendes</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM entrega prêmios a alunos, professores e escolas destaque da 19ª Olimpíada Brasileira de Matemática</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/04/07/ufsm-entrega-premios-a-alunos-professores-e-escolas-destaque-da-19a-olimpiada-brasileira-de-matematica</link>
				<pubDate>Mon, 07 Apr 2025 12:34:27 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[matemática]]></category>
		<category><![CDATA[obmep]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=68741</guid>
						<description><![CDATA[Participaram da cerimônia representantes de escolas dos 127 municípios da região que é coordenada pela Universidade]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Os aplausos e o tilintar das medalhas foram os sons mais ouvidos no Centro de Convenções da UFSM na tarde da última sexta-feira (4), durante a entrega das medalhas aos destaques regionais e nacionais da 19ª Olimpíada Brasileira de Matemática (OBMEP). Entre os destaques nacionais e estaduais da região, foram mais de 500 medalhas entregues.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para alguns, esses são os sons de uma conquista inédita, para outros um velho conhecido. No caso da família Rockenbach Funk, esta é uma história que se repete e com diferentes personagens. Marília Rockenbach, de 15 anos, foi uma das medalhistas de bronze na categoria nacional. Na edição anterior ela conquistou uma medalha na categoria nacional. “Quando eu recebi o email eu achei que havia sido medalhista regional mais uma vez, mas quando vi que estava entre as nacionais eu fiquei muito feliz e surpresa”, conta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Em sua rotina de estudos, além do foco, determinação e gosto pela Matemática, refazer questões de outras edições da olimpíada é a técnica com a qual a duas vezes medalhista da OBMEP consegue aprender com facilidade. Outro fator que também colaborou para as suas conquistas foram algumas dicas de seu irmão, seu principal motivador para começar a se dedicar aos jogos olímpicos de equações, incógnitas e raciocínio lógico.</span></p>
[caption id="attachment_68743" align="alignright" width="630"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/04/Familia.jpg"><img class="wp-image-68743" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/04/Familia.jpg" alt="foto colorida horizontal de cinco pessoas lado a lado, duas delas com medalhas penduradas no pescoço" width="630" height="420" /></a> Os medalhistas da OBMEP, Marília e Eduardo, junto com a irmã Lavínia e os pais Vera e Odair[/caption]
<h3>Família que divide sonhos e compartilha conquistas</h3>
<p><span style="font-weight: 400">O irmão mais velho, Eduardo Rockenbach, 22, conquistou a medalha de prata nacional na OBMEP de 2017. Atualmente, Eduardo está no sétimo semestre de Medicina na Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre. Em 2014 ele fez a prova sem saber do que se tratava e conseguiu uma menção honrosa, que na época era equivalente às medalhas nacionais estaduais, que até então não existiam. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Marília e Eduardo estudaram na Escola Municipal de Ensino Fundamental Santa Teresinha, em Ibirubá, e aprenderam Matemática com a mesma professora, Iraci Muller, que foi uma das 23 docentes premiadas na cerimônia. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Os pais, Odair José Funk e Vera Rockenbach, conseguiram uma folga no trabalho e, junto com Eduardo e a irmã caçula, Lavínia, vieram de Ibirubá para prestigiar a conquista de Marília. "A conquista é resultado de um esforço realizado o ano inteiro, na escola e também em casa, onde a Vera é quem acompanha mais de perto. Esses momentos são muito prazerosos e também dão incentivo para que ela possa buscar seus próximos objetivos acadêmicos e profissionais", destaca o pai.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O casal enxerga o conhecimento da Matemática como um facilitador para se ter um bom desempenho no Enem, especialmente em cursos concorridos como Medicina, o qual Marília pretende fazer, para se especializar em Psiquiatria, posteriormente. Assim como Odair e Vera, muitos pais compareceram ao Centro de Convenções, que já estava sem lugares disponíveis antes de a cerimônia começar. O mezanino no andar superior teve que ser utilizado para acomodar todo o público.</span></p>
[caption id="attachment_68744" align="alignleft" width="551"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/04/Premiacao.jpg"><img class="wp-image-68744" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/04/Premiacao.jpg" alt="foto colorida horizontal de duas pessoas se cumprimentando em um palco" width="551" height="367" /></a> A coordenadora regional da OBMEP e professora da UFSM Taísa Miotto entregou os certificados de ouro nacional[/caption]
<h3>UFSM: palco da premiação e ponte para novas oportunidades</h3>
<p><span style="font-weight: 400">A coordenadora regional da OBMEP e professora de Matemática na UFSM Taíssa Miotto enfatiza que a importância da cerimônia não está somente na premiação. “É um elo entre as escolas e a Universidade que permite aos alunos vivenciar esse ambiente e vislumbrar seu futuro aqui como estudantes”, disse.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No caso de alguns participantes, não é preciso esperar até a aprovação pelo vestibular ou Enem para começar a sua trajetória. O Programa de Iniciação Científica Jr (PIC) dá a possibilidade de os medalhistas nacionais aprenderem e desenvolverem projetos e suas áreas de interesses com a orientação de professores universitários. Participantes do programa que vêm de escolas públicas recebem uma bolsa de estudos no valor de R$ 300,00. O PIC regional é coordenado pelo professor de Matemática da UFSM Márcio Luís Miotto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Outros projetos de extensão com vínculo à OBMEP e promovidos pela UFSM são o Curso Preparatório para a OBMEP, que tem como público-alvo alunos das escolas públicas de Santa Maria que estão no Ensino Fundamental e Médio; e o Ampliando Caminhos do Conhecimento pela OBMEP, que é realizado no campus de Frederico Westphalen como uma oficina preparatória para os estudantes que passam para a 2ª fase da OBMEP. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A UFSM também oferta formas de ingresso e bolsas em cursos de graduação, pós-graduação e iniciação científica para medalhistas da OBMEP.</span></p>
[caption id="attachment_68745" align="alignright" width="560"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-07-at-09.28.46.jpeg"><img class="wp-image-68745" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/04/WhatsApp-Image-2025-04-07-at-09.28.46.jpeg" alt="foto colorida horizontal de um homem de preto tocando violoncelo" width="560" height="373" /></a> Estevão Becher durante apresentação em homenagem às vítimas do acidente de ônibus com alunos da UFSM[/caption]
<h3>Como foi a cerimônia de premiação</h3>
<p><span style="font-weight: 400">A RS02 abrange 127 municípios (incluindo Santa Maria) e cerca de 900 escolas públicas e privadas de educação básica. Na categoria nacional foram entregues 103 medalhistas de bronze, 37 de prata e 16 de ouro. As medalhas de ouro nacionais vão ser entregues em evento no Rio de Janeiro, em junho. Os destaques regionais receberam 237 bronzes, 106 pratas e 29 ouros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Antes do início da entrega das medalhas e certificados, Estevão Becher, estudante de bacharelado em Música, fez uma apresentação no violoncelo em homenagem às vítimas do acidente de ônibus da UFSM com alunos do curso de Paisagismo. Os medalhistas de bronze e prata nacionais foram chamados de forma individual ao palco para receber a premiação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Em seguida, os medalhistas estaduais de cada uma das categorias - bronze, prata e ouro - subiram coletivamente aos palcos. A cerimônia seguiu com homenagens aos professores, premiações às escolas e o anúncio da secretaria de Educação premiada.</span></p>
<p><em><strong>Escolas premiadas com kit material didático:</strong></em></p>
<p><span style="font-weight: 400">Colégio Estadual Padre Rômulo Zanchi - Santa Maria</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">EMEF Cristo Rei - Horizontina</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">EMEF Paulo Freire - Santo Cristo</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">EMEF Professor José Mário Muller - Boa Vista do Inhacorá</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">EEEF Barão do Rio Branco - Catuípe</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">EEEM Edison Quintana - Ibirubá</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">EEEM Cecí</span> <span style="font-weight: 400">lia Meireles - Coronel Bicaco</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">EMEB Fernando Ferrari - Humaitá</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">EMEF Duque de Caxias - Santa Maria</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">EMEF Princesa Isabel - Santa Rosa</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">EMEF Rotermund - Crissiumal</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">EEM Casa Familiar Rural Filhos da Terra - Campina das Missões</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Instituto Estadual de Educação Érico Veríssimo - Três Passos</span></p>
<p><em><strong>Escolas premiadas com diploma:</strong></em></p>
<p><span style="font-weight: 400">Colégio Militar de Santa Maria</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Colégio Politécnico da UFSM</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">EEEM Bento Gonçalves</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">EMEF Padre Afonso Rodrigues</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">EMEF Vicente Farencena</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><em><strong>Secretaria de Educação premiada:</strong></em></span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Secretaria Municipal de Educação de São José do Inhacorá</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Mais informações sobre alunos e professores premiados podem ser encontradas na gravação do evento, disponível no </span><a href="https://www.youtube.com/c/universidadefederaldesantamariaufsm" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400">canal da UFSM no Youtube</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Texto: Bernardo Silva, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias<br /></span></i><i><span style="font-weight: 400">Fotos: Gabriel Barros, Gabriel Barros, acadêmico de Jornalismo, voluntário da Agência de Notícias<br /></span></i><i><span style="font-weight: 400">Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</span></i></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Alunos de escolas públicas e privadas receberão na UFSM prêmios da 19ª OBMEP</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/04/03/alunos-de-escolas-publicas-e-privadas-receberao-na-ufsm-premios-da-19a-obmep</link>
				<pubDate>Thu, 03 Apr 2025 19:35:38 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[matemática]]></category>
		<category><![CDATA[olimpíadas científicas]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=68728</guid>
						<description><![CDATA[Premiação busca estimular o estudo da matemática entre alunos e professores da educação básica]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Na tarde desta sexta-feira (4), às 13h30min, ocorre no Centro de Convenções da UFSM a cerimônia regional de premiação da 19ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas e Privadas (OBMEP). A distinção é dedicada a alunos das escolas públicas municipais, estaduais e federais ou de escolas privadas brasileiras (do ensino médio e do 6° ao 9° ano do ensino fundamental). A organização do evento é da coordenação regional da OBMEP (região RS02), sediada no Departamento de Matemática do UFSM. A coordenadora é a professora Taísa Junges Miotto.

Neste ano, serão entregues medalhas de prata e bronze nacionais, além de medalhas de ouro, prata e bronze estaduais a mais de 300 estudantes de escolas públicas e privadas da região. Professores, escolas e secretarias de educação também serão homenageados com kits didáticos e diplomas. As medalhas de ouro nacionais serão entregues em evento no Rio de Janeiro, em junho.

A região RS02 abrange 127 municípios do Rio Grande do Sul, com cerca de 900 escolas participantes. Criada em 2005 pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA), com apoio dos ministérios da Educação (MEC) e da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), a OBMEP é a maior olimpíada científica do país, incentivando o estudo da matemática e a descoberta de talentos. Alunos medalhistas podem ingressar no Programa de Iniciação Científica (PIC Jr.), promovendo seu desenvolvimento acadêmico.

A lista completa dos premiados pode ser conferida <a href="https://premiacao.obmep.org.br/19obmep/verMenuAlunosPremiados-RS.htm" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.

<i>Texto: Subdivisão de Comunicação do Centro de Ciências Naturais e Exatas</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Professora da UFSM recebe voto de congratulação na Câmara de Vereadores de Palmeira das Missões</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/03/27/professora-da-ufsm-recebe-voto-de-congratulacao-na-camara-de-vereadores-de-palmeira-das-missoes</link>
				<pubDate>Thu, 27 Mar 2025 19:36:49 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[matemática]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM Palmeira das Missões]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=68662</guid>
						<description><![CDATA[A professora Sabrina Zancan foi homenageada pela criação e desenvolvimento do Método Líquen]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_68663" align="alignright" width="542"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/03/homenagem-camara-1.jpeg"><img class=" wp-image-68663" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/03/homenagem-camara-1-300x200.jpeg" alt="" width="542" height="361" /></a> A professora Sabrina Zancan (à esq.), docente do Campus de Palmeira das Missões, recebe a homenagem das mãos da vereadora Rosangela Ghellar (à dir.)[/caption]

Na sessão da Câmara de Vereadores de Palmeira das Missões realizada na última segunda-feira (24), a professora da UFSM Sabrina Zancan recebeu da vereadora Rosangela Ghellar um voto de congratulação pela criação e desenvolvimento do Método Líquen. Essa iniciativa tem impactado significativamente a formação e a trajetória de crianças, especialmente no aprendizado da matemática e no desenvolvimento do raciocínio lógico. O Método Líquen é um método de ensino aplicável aos anos iniciais, com o objetivo de construir os conhecimentos necessários ao desenvolvimento do cálculo mental.

Durante a cerimônia, foi entregue uma menção honrosa à professora Sabrina. O diretor do Campus de Palmeira das Missões, professor Adriano Lago, destacou a relevância do projeto, enfatizando seu impacto na educação infantil. “Este método que a professora Sabrina inventou, através das suas pesquisas e trabalho, teve um resultado bastante importante. Meu filho Matteo, por exemplo, foi alfabetizado e introduzido na matemática com o Método Líquen. Desde cedo, ele nunca contou nos dedos e desenvolveu um raciocínio muito bom para matemática, operações básicas e cálculo graças ao treinamento com este método.”

A professora Sabrina expressou sua gratidão pelo reconhecimento. “Outro dia especial em minha vida. Agradeço o reconhecimento e a homenagem da professora e vereadora Rosangela. Agradeço às professoras que acreditaram em uma ideia e fizeram ela se transformar no Método Líquen.”

Ela ainda ressaltou que o sucesso do Método Líquen se deve ao apoio dos professores: “Se não fosse pelos professores, a minha ideia não teria crescido tanto e não teria chegado ao Matteo e a todas as crianças que atendemos, muito obrigada!”

O Método Líquen segue transformando a educação e contribuindo para o desenvolvimento das crianças, reforçando a importância da inovação no ensino. Para saber mais, o público pode acessar o site do <a href="https://metodoliquen.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Método Líquen</a> ou entrar em contato pelo e-mail contato@metodoliquen.com.br.

<i>Texto: Assessoria de Comunicação do Campus de Palmeira das Missões</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>⚠ Início das aulas de Matemática A confirmado para esta sexta - ADM diurno</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/administracao/2025/03/13/%e2%9a%a0-inicio-das-aulas-de-matematica-a-confirmado-para-esta-sexta-adm-diurno</link>
				<pubDate>Thu, 13 Mar 2025 10:42:13 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aula]]></category>
		<category><![CDATA[aviso]]></category>
		<category><![CDATA[matemática]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/administracao/?p=3659</guid>
						<description><![CDATA[A pedido do Prof. Anderson Maciel, responsável pela disciplina, informo que as aulas no curso de Administração diurno (501) da Turma 10 da MTM1076 &#8211; MATEMÁTICA A terão início na próxima sexta, dia 14/03, no horário das 07:30 na sala 4226 &#8211; 2º andar do Prédio 74C. Contamos com a presença de todas e todos! [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<div>A pedido do Prof. Anderson Maciel, responsável pela disciplina, informo que as aulas no curso de Administração diurno (501) da Turma 10 da MTM1076 - MATEMÁTICA A terão início na próxima sexta, dia 14/03, no horário das 07:30 na sala 4226 - 2º andar do Prédio 74C. Contamos com a presença de todas e todos! Tenham um ótimo semestre letivo.</div>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Método Líquen chega em Santa Maria: saiba mais sobre a técnica de cálculo mental que busca mudar a relação dos alunos com a matemática</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/12/20/metodo-liquen-chega-em-santa-maria-saiba-mais-sobre-a-tecnica-de-calculo-mental-que-busca-mudar-a-relacao-dos-alunos-com-a-matematica</link>
				<pubDate>Fri, 20 Dec 2024 12:10:57 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[cálculo mental]]></category>
		<category><![CDATA[matemática]]></category>
		<category><![CDATA[método liquen]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM Palmeira das Missões]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=68014</guid>
						<description><![CDATA[A escola Erlinda Vinadé é a primeira do município a adotar a abordagem. Em 2025, a metodologia utilizada na pré-escola passa a ser aplicada no Ensino Fundamental]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Resolver contas de cabeça parece uma tarefa possível apenas para alguns poucos agraciados com o "dom da matemática", enquanto a maioria possui dificuldades até com papel e caneta para enfrentar uma das matérias mais temidas durante a vida escolar. Índices do <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/apenas-37-dos-alunos-do-ensino-medio-publico-tem-bom-aprendizado-em-matematica/#:~:text=Apenas%203%2C7%25%20dos%20alunos%20na%203%C2%AA%20s%C3%A9rie%20do%20ensino,quarta%2Dfeira%20(13).">Anuário Brasileiro de Educação Básica 2024</a> e o <a href="https://g1.globo.com/educacao/noticia/2024/02/17/entre-os-alunos-mais-pobres-so-3percent-tem-conhecimentos-adequados-de-matematica-no-brasil-mostra-pisa.ghtml">Pisa</a> (Programa Internacional de Avaliação de Alunos) apontam que menos de 4% dos alunos concluem o Ensino Médio com uma aprendizagem adequada sobre Matemática, e somente 3% de alunos pobres com até 15 anos possuem conhecimento básico da disciplina. </p>
<p>Para facilitar os primeiros passos de seus alunos neste universo de números, a Escola Municipal Erlinda Vinadé é a primeira instituição de ensino em Santa Maria a adotar o método Líquen, criado pela professora da UFSM campus Palmeira das Missões, Sabrina Zancan. Em 2025, o método será aplicado pela primeira vez no Ensino Fundamental de Santa Maria. </p>
<p>O Líquen tem como objetivo tornar a Matemática mais simples e intuitiva através do cálculo mental para a resolução de operações aritméticas - adição, subtração, divisão e multiplicação. O ensino é feito de forma progressiva por meio de exercícios breves aplicados do primeiro ao quinto ano do Ensino Fundamental. Neste período, os alunos vão realizar 800 exercícios propostos pelo método. “O cálculo mental faz com que os alunos enxerguem a matéria de forma mais bonita porque ela se torna uma matemática com padrões ao invés de regras, por isso ele precisa ser introduzido quando o aluno começa a construir sua relação com a Matemática”, explica Sabrina. </p>
<p>A orientadora educacional e professora da Erlinda Vinadé, Roseclér Becker, decidiu aderir ao Líquen assim que a proposta foi apresentada por meio da secretaria municipal de Educação. “Fui como representante da escola e a abordagem que o método propôs me chamou atenção. Sou formada em matemática e tanto na minha graduação, quanto no meu trabalho como docente, nunca havia visto algo parecido”, conta. </p>
<p>Este ano os alunos já tiveram o primeiro contato com o cálculo mental a partir do Método Líquen Pré-Escola, que os prepara para as atividades que serão trabalhadas nos primeiros anos do Ensino Fundamental. As primeiras atividades na escola santamariense são realizadas com os alunos dos Pré A e B a partir do segundo semestre deste ano. Os alunos das duas turmas concluíram nesta última sexta (6) as 70 tarefas que receberam.</p>
<p>No próximo ano, os alunos iniciam o primeiro nível do método.  Cada ano corresponde a um nível de aprendizagem. Para garantir a aprendizagem eficiente sem sobrecarregar os estudantes. Passar por cada nível no tempo certo é o requisito para avançar no processo: não é possível pular ou acumular níveis no método Líquen.  A realização do Líquen Pré-Escola não é obrigatória para iniciar o aprendizado com o Líquen.</p>
<h3>O fim da “matemática: ame-a ou deixe-a”</h3>
<p>O objetivo do Líquen é fazer com que a Matemática deixe de ser uma matéria temida pelos alunos na fase escolar e também durante a escolha de suas profissões. “Não me conformo quando alunos colocam a matemática como um limitador, seja por desistir de algo acreditarem que não têm conhecimento ou por não gostarem. A partir do momento que ele tem segurança dos seus conhecimentos, qualquer curso escolhido pode ser por suas vontades ao invés de necessidades”, explica a professora da UFSM e criadora do método,  Sabrina Zancan.</p>
<p>A escolha do nome para o método também reflete este desejo de Sabrina e, para retratar isso, ela utilizou um conceito da Biologia. O líquen é um organismo que age sobre as rochas. Essa interação forma solos e destes surgem as plantas que, gradualmente, formam uma floresta. “Toda a floresta começa por um líquen”, diz Sabrina ao lembrar de uma fala da sua professora de biologia. De volta à matemática, o objetivo do método é servir como base para a construção de todos os conhecimentos posteriores na área.</p>
<p>O “líquen” da matemática é a aritmética, que compreende as quatro operações básicas (adição, subtração, multiplicação e divisão). Esses são os conhecimentos basilares para compreender outros conceitos matemáticos, do ensino fundamental ao ensino superior, onde aparece além das áreas clássicas como engenharia, física e, a própria matemática. No campus de Palmeira das Missões, Sabrina leciona as disciplinas de Cálculo I, Física aplicada à Biologia e Estatística para os cursos de  Zootecnia,  Ciência Biológicas, Nutrição e Enfermagem.</p>
<h3>Funcionamento do método</h3>
<p>O Líquen existe há 10 anos e é aplicado em 22 escolas, 19 do Rio Grande do Sul e três do Paraná, onde o método chegou graças à parceria de Sabrina com a professora Danilene Berticelli. Sabrina, junto com a docente da UFPR, transformou a metodologia em uma marca com direito a um site próprio que traz conteúdos como técnicas de ensino, exercícios e cursos para professores. Mais do que ensinar, o Líquen tem como objetivo mudar a relação dos estudantes com a máteria.</p>
<p>O primeiro nível trabalha os conceitos de dobro e de decomposição numérica, ou seja, o aluno aprende que 20 é o dobro de 10, mas também pode ser 15 + 5, 11 +9, 12 + 8 e 30 - 10, 25 - 5 e assim por diante. Esses conhecimentos servem como base para a resolução de problemas aritméticos como por exemplo: para chegar ao resultado de 4 x 9 não é preciso decorar toda a tabuada. Basta saber que o resultado é igual a 4 x 10 - 4, logo, 36. </p>
<p>O mesmo processo pode ser feito em divisões. Por exemplo: o quociente de 36/4. Sabe-se que 4 x 10 é 40. Ao subtrair 4,  o resultado fica 36. Essa subtração significa que, ao invés de 10 somas do número quatro, foram realizadas 9. Então assim se obtém o resultado.</p>
<p>Acompanhar as linhas que explicam como o processo funciona leva mais tempo que apenas memorizar os números. Fazer tudo isso mentalmente então, pode parecer ainda mais demorado e complexo. Sobre isso, a professora destaca que geralmente o cálculo mental é associado com velocidade. No entanto, ela frisa que o mais importante no Método Líquen não é a resposta, mas o processo de raciocínio. “Fazer uma conta de cabeça pode ser muito mais lento do que armar uma conta no papel, mas o interessante do cálculo mental não é a velocidade, mas sim o caminho percorrido para chegar nos resultados, que passa por conhecimentos muito mais amplos do que apenas  somar algarismos”.</p>
<p>Para aumentar a eficácia na aprendizagem do método, Sabrina desenvolveu a dinâmica dos exercícios com base nos conceitos da neurociência sobre aprendizagem. As sessões de atividades são diárias e têm duração de quinze minutos. Neste período de tempo, o aluno resolve as questões de forma individual apenas com um lápis e uma folha de papel, sem a utilização  de materiais manipuláveis para representar os números em quantidades. </p>
<p>“O conhecimento é construído coletivamente, mas se consolida de forma individual e a forma mais fácil de absorvê-lo é por meio da escrita e repetição por curtos períodos. Além disso, é preciso trabalhar a capacidade de abstração porque nenhum símbolo matemático existe. Você não vê um cinco passeando por aí”, explica a professora.</p>
<p>Este ano as professoras iniciaram com as turmas do 1º ano a segunda geração do método Líquen com novos materiais didáticos. Para 2025 as atualizações chegam para as turmas do segundo ano e assim sucessivamente até atingir os cinco primeiros anos do Ensino Fundamental.</p>
<h3>A arte de dançar com os números</h3>
<p>Sabrina compara a manipulação dos números com uma dança. A coreografia do número 8, por exemplo, pode ser realizada por diversos pares: 4+4, 6+2, 7+1, 12-4, 10-2, 9-1 e etc. Para ajudar nessa tarefa, a professora desenvolveu um material para auxiliar na compreensão do método.</p>
<p>O Sense Líquen consiste em uma base de papel dividida em duas partes e 20 bolinhas de EVA em formato de moeda, com uma face de cada cor. Cada parte da base contém um espaço para dez bolinhas, divididas em cinco fileiras. Assim, é possível realizar operações de adição e subtração de até 20 unidades. Com apenas uma operação realizada na base é possível ver como chegar em um mesmo resultado por meio de cálculos diferentes.</p>
<p>Para somar 4 + 3, é possível colocar quatro bolinhas de uma cor e três de outra. Assim, o aluno consegue compreender sete é composto por 4 + 3. Além disso, ao olhar para a base, o aluno verá os cinco espaços da primeira fileira e dois da segunda preenchidos. Deste modo, ele pode concluir que 5 + 2 também é igual a sete. O mesmo ocorre na subtração. </p>
<p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/01/image1.jpg" alt="" width="539" height="303" /></p>
<p>Por exemplo, ao fazer a conta de 13 - 5, ao invés de remover as bolinhas, os alunos preenchem os treze espaços da cartela e, após isso, viram a face de todas as bolinhas para que elas mudem de cor até a primeira fileira. Com isso, os alunos têm o número cinco como referencial e podem compreender quantas unidades faltam para chegar até o número 13. O que pode ser resolvido pela conta + 5 unidades para chegar até 10 e + 3 unidades para chegar até 13, logo oito unidades. Assim é possível perceber três formas diferentes de se compor o número 13: 13-5= 8; 8+5=13; 5+8=13.</p>
<p><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/01/image2.jpg" alt="" width="532" height="260" /></p>
<h3>Construção da metodologia  a partir da sala de aula</h3>
<p>A experiência no ensino universitário fez com que a docente constatasse quais as principais carências que os alunos trazem para o ensino superior. Já a sua atuação como professora particular a possibilitou identificar como essas deficiências educacionais são construídas. “O método foi desenvolvido para ser aplicado durante o primeiro contato do estudante com os cálculos por ser mais fácil estimular o aluno a aprender algo novo do que reaprender algo que eles têm dificuldade”, detalha Sabrina</p>
<p>Os principais parceiros de Sabrina para o refinar o método foram os alunos do Instituto de Educação Borges do Canto, de Palmeira das Missões, onde o Líquen foi aplicado pela primeira vez. De acordo com a professora, a desenvoltura deles para realizarem as atividades e o ritmo de evolução nas salas de aula. “Eu sabia o caminho para aplicar o método, mas não sabia qual era a velocidade e os obstáculos que eu encontraria pelo caminho. Foram as crianças que me mostraram isso”, recorda.</p>
<h3>CalMe Pro: Ensinando a Ensinar</h3>
<p>Sabrina conta que durante as primeiras aplicações do método, os professores apenas entregavam e corrigiam os exercícios, sem interagir muito com o método. “Quando eu comecei era muito difícil para mim chegar nos professores e dizer a eles como ensinar, então eu só entregava os exercícios para dar o mínimo trabalho possível”. Mesmo com esse formato, os professores mantiveram o método porque era possível ver os avanços dos alunos na sala de aula. Em 2020, a dinâmica começou a mudar. </p>
<p>Nessa época a professora Danilene Berticelli contatou Sabrina para que o método Líquen fosse aplicado em uma escola do Paraná. No entanto, a pandemia fez com que as atividades fossem interrompidas com uma semana de aula. Sem poder trabalhar com os alunos, as professoras decidiram começar a desenvolver um método de ensino de cálculo mental para os professores.</p>
<p>De início, a metodologia era bastante semelhante à aplicada para os alunos. Os professores recebiam tarefas para resolver em uma semana e na outra se reuniam para relatar como deveria ser a experiência. “Passamos 20 semanas em reuniões para adequar o Método Líquen para os professores”, lembra Sabrina. Hoje o curso se chama <a href="https://metodoliquen.com.br/index.php/calme-pro">CalMe Pro</a>, já está na sua 15ª edição e formou mais de 400 professores. O CalMe Pro possui 12 semanas de duração onde, além de aprenderem todo o conteúdo trabalhado por cinco anos com alunos, são ensinadas técnicas de ensino para o cálculo mental.</p>
<p>“A experiência me fez perceber como podemos ensinar o cálculo mental de formas diversificadas para as crianças. Foi como se a matemática criasse asas”, conta a orientadora educacional e professora da Erlinda Vinadé, Roseclér Becker. Roseclér afirma que além dos aprendizados como professora, o curso também trouxe aprendizados e ideias que a ajudaram a se capacitar como gestora escolar.</p>
<p> </p>
<p><em>Texto: Bernardo Silva, estudante de jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</em><br /><em>Edição: Lucas Casali e Mariana Henriques, jornalistas</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>5ª Jornada de Matemática e Matemática Aplicada será realizada em novembro</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/10/07/5a-jornada-de-matematica-e-matematica-aplicada-sera-realizada-em-novembro</link>
				<pubDate>Mon, 07 Oct 2024 12:37:58 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[matemática]]></category>
		<category><![CDATA[matemática aplicada]]></category>
		<category><![CDATA[ppgmat]]></category>

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						<description><![CDATA[PPGMat da UFSM promoverá evento de 27 a 29 de novembro]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<div class="gmail_default">A 5ª Jornada de Matemática e Matemática Aplicada será realizada de 27 a 29 de novembro, na UFSM. Organizado pelo Programa de Pós-Graduação em Matemática (PPGMat), o encontro científico é voltado principalmente para alunos de graduação e pós-graduação em Matemática e Matemática Aplicada.</div>
<div> </div>
<div class="gmail_default">Entre os objetivos do evento, proporcionar uma melhor formação aos participantes, oferecer uma oportunidade para que os estudantes da pós-graduação ampliem seus conhecimentos em tópicos relevantes de pesquisa em Matemática e Matemática Aplicada e divulgar o PPGMat-UFSM para alunos de graduação em matemática, especialmente do interior do Rio Grande do Sul. </div>
<div> </div>
<div>O prazo para submissão de trabalhos vai até 31 de outubro.</div>
<div>
<div><span style="font-size: small"> </span></div>
</div>
<div>
<div><span style="font-size: small"><span class="gmail_default">Inscrições e programação no <a href="https://sites.google.com/view/vjmma-ppgmatufsm" target="_blank" rel="noopener">site do evento</a>.</span></span></div>
<div> </div>
</div>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Com coordenação regional da UFSM, 18ª Olimpíada de Matemática entregou medalhas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/06/25/com-coordenacao-regional-da-ufsm-18a-olimpiada-de-matematica-entregou-medalhas</link>
				<pubDate>Tue, 25 Jun 2024 14:27:43 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[matemática]]></category>
		<category><![CDATA[obmep]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=66124</guid>
						<description><![CDATA[Neste ano a OBMEP concedeu premiações regional e nacional]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<div dir="auto">
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<div dir="ltr">
[caption id="attachment_66125" align="aligncenter" width="1024"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/06/LFF_2261-Editar.jpg"><img class="wp-image-66125 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/06/LFF_2261-Editar-e1719324925254-1024x427.jpg" alt="foto colorida horizontal de pessoas em pose oficial em um palco" width="1024" height="427" /></a> Premiação reuniu representantes de escolas de 65 municípios[/caption]
<p dir="ltr">Na tarde de sexta feira (21) ocorreu no Park Hotel Morotin a cerimônia regional de premiação da 18ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas e Privadas (OBMEP). A organização do evento é da coordenação regional da OBMEP, região RS02, sediada junto ao Departamento de Matemática do Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE) da UFSM, coordenada pela professora Taísa Junges Miotto.</p>
<p dir="ltr">O Park Hotel Morotin estava lotado, com mais de mil pessoas, incluindo medalhistas, pais, professores e dirigentes de 65 municípios das regiões Centro e Noroeste do estado. </p>
<p dir="ltr">Diferentemente dos anos anteriores, neste ano a OBMEP concedeu dois tipos de premiação: regional e nacional. Na premiação regional, foram agraciados os estudantes considerando o seu desempenho na prova da OBMEP referente apenas aos alunos de todo o estado do Rio Grande do Sul. Já na premiação nacional, são considerados os melhores desempenhos dentre os alunos de todo Brasil.</p>
<p dir="ltr">Ao todo, foram entregues, a nível nacional, 83 medalhas de bronze, 34 medalhas de prata e 12 certificados de ouro, além de premiação para 24 professores e 16 escolas. Em âmbito regional, foram 205 medalhistas de bronze, 96 de prata e 28 de ouro. </p>
[caption id="attachment_66126" align="alignright" width="586"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/06/LFF_1726.jpg"><img class="wp-image-66126" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/06/LFF_1726.jpg" alt="foto colorida horizontal de um auditório, com cadeias ocupadas, e em primeiro plano pessoas sentadas em uma mesa oficial, no palco" width="586" height="391" /></a> Cerimônia de premiação ocorreu na sexta (21)[/caption]
<p dir="ltr">A entrega das medalhas e certificados aos premiados foi feita pela coordenadora da OBMEP RS02 e pelos professores Edson Sidney Figueiredo, chefe do Departamento de Matemática da UFSM, Márcio Luis Miotto, coordenador regional do Programa de Iniciação Científica (PIC) da OBMEP, José Neri Gottfried Paniz, diretor do CCNE, e do reitor da Instituição, Luciano Schuch.</p>
<p dir="ltr">"Foi muito gratificante ver o auditório lotado daquela forma, com tantas pessoas emocionadas e orgulhosas das medalhas e prêmios recebidos. Nos faz perceber que a OBMEP e a UFSM estão fazendo um bom trabalho e cumprindo com seu papel de auxiliar e aprimorar a educação da comunidade escolar da região abrangida pela nossa regional", avalia Taísa.</p>
<p dir="ltr">A OBMEP é um projeto nacional dirigido às escolas públicas e privadas brasileiras, realizado pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA), com o apoio da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM), e promovida com recursos do Ministério da Educação (MEC) e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Criada em 2005 para estimular o estudo da matemática e identificar talentos na área, vem oportunizando aos alunos condições de aprimorar e desenvolver seus estudos, incentivando o aperfeiçoamento dos professores das escolas públicas, bem como promovendo uma boa educação em Matemática em todo o país.</p>
<p dir="ltr"><em>Fotos: Luís Manoel Do Rosário Ferraz/divulgação</em></p>
</div>
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<div class="gmail_quote" dir="auto">
<div class="gmail_attr" dir="ltr"> </div>
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<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Docentes criam método de ensino de cálculo mental matemático para os anos iniciais escolares</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/06/25/docentes-da-ufsm-criam-metodo-de-ensino-de-calculo-mental-matematico-para-os-anos-iniciais-escolares</link>
				<pubDate>Tue, 25 Jun 2024 12:27:45 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[ensino fundamental]]></category>
		<category><![CDATA[matemática]]></category>
		<category><![CDATA[método liquen]]></category>
		<category><![CDATA[Palmeira das Missões]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-pm]]></category>
		<category><![CDATA[Zootecnia]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=66117</guid>
						<description><![CDATA[A aplicação das tarefas do Método Líquen segue uma metodologia específica, com atividades diárias aos alunos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400"><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/06/337024328_205694332065573_7862609835789435787_n.jpg"><img class="alignright  wp-image-66118" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/06/337024328_205694332065573_7862609835789435787_n.jpg" alt="" width="391" height="391" /></a>“Quero que as pessoas possam escolher suas profissões por suas aptidões e não apenas porque querem fugir da matemática”, conta a professora do curso de Zootecnia do Campus Palmeira das Missões da UFSM Sabrina Zancan. A docente é criadora do Método Líquen - uma metodologia aplicada nas séries iniciais (1º ao 5º ano) do ensino fundamental. É nesta fase que os alunos estão aprendendo as quatro operações básicas da matemática - adição, subtração, divisão e multiplicação - e o objetivo do método é desenvolver o cálculo mental durante a formação primária das crianças.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O método, porém, vai muito além da facilidade em operações matemáticas, auxiliando também no desenvolvimento de habilidades de raciocínio que refletem em todas as áreas de conhecimento dos alunos.</span><span style="font-weight: 400"> Por exemplo: o método favorece na resolução de problemas, uma vez que o estudante, ao analisar uma situação, percebe que existem diversas formas de resolver a mesma operação. Com isso, ele tem a possibilidade de escolher o caminho mais adequado, trabalhando de forma autodidata, com criatividade e raciocínio lógico.</span></p>
<h3>Líquen nas escolas</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Resultado da tese de doutorado da professora Sabrina, defendida em 2014, o objetivo é desenvolver a prática de cálculo mental para os praticantes do método, que podem ser alunos, professores ou comunidade em geral. A atuação do projeto ocorre nas escolas do Rio Grande do Sul e Paraná, através do projeto Ciências e Matemática (CieMa), da UFSM Campus Palmeira das Missões. Esta é uma parceria entre a UFSM, por meio da professora Sabrina Zancan, criadora do Método Líquen, e a Universidade Federal do Paraná (UFPR), por meio da professora Danilene Berticelli. Até agora, cerca de dois mil alunos já tiveram contato com o Líquen.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para implementar o ensino nas escolas, é necessário iniciar pela turma do primeiro ano do ensino fundamental. As atividades são realizadas em uma folha A4, divididas em cinco níveis. Dessa forma, os professores aplicam as atividades com 15 minutos de duração, em todos os dias letivos. Mais tarde, o docente irá apontar os erros cometidos, e o próprio aluno corrige a atividade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“A gente olha para a matemática como uma matéria do ensino médio, porém, ela só vai crescer e fazer sentido para os alunos se eles entenderem a aritmética básica que é aprendida nos anos iniciais. É por isso que olhamos para esse momento, o primeiro momento das crianças na escola, quando se aprende a matemática mais simples. Estamos começando”, complementa Sabrina.</span></p>
<h3>Como é a metodologia</h3>
<p><span style="font-weight: 400">O método utiliza o conhecimento adquirido e fixado de forma gradual. Uma vez implementado na escola, o aluno terá contato com o Líquen até o final do quinto ano. Não é possível iniciar o método em outros períodos do ensino fundamental. A aplicação das tarefas do Método Líquen segue uma metodologia específica, com base em estudos da neurociência. As tarefas devem ser resolvidas pelos estudantes em sala de aula, individualmente, diariamente, preferencialmente no mesmo horário.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Estas atitudes dão continuidade ao estudo, constroem uma rotina, dão previsibilidade ao estudante e estimulam o autodidatismo. O momento de resolução é um momento de silêncio e de concentração, importantes para a construção de conhecimentos e potencialização da aprendizagem.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Durante nossas pesquisas em neurociência percebemos que aprendemos por meio de tarefas curtas, diárias e de repetição. Porque precisamos de alguns dados que são memorizados, para a construção da aprendizagem. Além disso, as tarefas precisam ser fáceis, pois a criança precisa começar e terminar a atividade no mesmo dia. Dessa forma, lentamente construímos os conhecimentos necessários”, ressalta a professora Sabrina.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Mas como funcionam essas atividades na prática? Para um aluno somar 7+8 sem usar o tradicional método de contagem nos dedos das mãos, usando o cálculo mental, ele deveria pensar que 7+7+1=15 ou ainda, 8+8-1=15, 7+3+5=15. Dessa forma, o estudante aprende a pensar diversas formas de realizar a mesma tarefa, porém mais rápido. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Todas as tarefas são diferentes e têm grau de dificuldade gradativo. As atividades se repetem para promover a aprendizagem e a memorização dos conhecimentos necessários para o cálculo mental.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O Método Líquen tem seis níveis: n</span><span style="font-weight: 400">ível básico (70 tarefas), pr</span><span style="font-weight: 400">imeiro nível (160 tarefas), s</span><span style="font-weight: 400">egundo (160 tarefas), t</span><span style="font-weight: 400">erceiro (160 tarefas), q</span><span style="font-weight: 400">uarto (160 tarefas) e q</span><span style="font-weight: 400">uinto nível (160 tarefas).</span></p>
<h3>Por que o método Líquen?</h3>
<p><span style="font-weight: 400">“O nome faz referência aos líquens da natureza, resultado de um mutualismo entre um fungo e uma alga, em que a associação é benéfica para ambos. São organismos pioneiros. Eles degradam rochas e auxiliam na formação do solo, criando condições para que outros seres vivos cresçam no local. Eles formam uma base. Então, para que uma floresta cresça sobre uma rocha, ela precisa começar por um líquen”, conta a professora Sabrina.</span></p>
<h3>Curso Calme Pró</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Foi durante a pandemia, quando as escolas estavam atuando de forma remota, que as docentes perceberam uma demanda por parte dos professores que aplicavam o método dentro das salas de aula. Muitos também tinham dificuldade com matemática básica e com cálculo mental, e não conseguiam repassar os ensinamentos do método para os alunos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Dessa forma, em 2020, foi criado o curso Calme Pró, de forma online e com duração de uma hora por semana, direcionado para professores do ensino fundamental. Em cada reunião, é disponibilizado o material didático do curso, composto por 120 tarefas (60 páginas A4), que devem ser impressas pelo participante e resolvidas diariamente ao longo da semana. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A professora Sabrina, conta que são realizadas no tamanho de folha A4, porque, segundo pesquisas, esse é o tamanho ideal para a quantidade de atividades que devem ser realizadas por dia.</span></p>
[caption id="attachment_66119" align="alignleft" width="643"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/06/337679110_3525746724323797_6494437408339052027_n.jpg"><img class="wp-image-66119 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/06/337679110_3525746724323797_6494437408339052027_n-e1719318102909.jpg" alt="foto colorida horizontal de um grupo de pessoas em pose para foto em uma sala, tendo ao fundo uma projeção do logo do método liquen" width="643" height="403" /></a> Professores do ensino fundamental participam de formações no método[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Nas tarefas, </span><span style="font-weight: 400">são apresentados os conhecimentos básicos de cálculo mental, </span><span style="font-weight: 400">construídas as estratégias e </span><span style="font-weight: 400">apresentadas atividades práticas para potencializar o ensino de cálculo mental. </span><span style="font-weight: 400">Ao todo, 268 professores já realizaram o curso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Quando fomos trabalhar com professores, foi o momento que notamos que eles também não sabiam essas estratégias, e na verdade nem nós sabíamos tudo. Pensamos que precisávamos ensiná-los primeiro para que depois eles conseguissem potencializar ainda mais o ensino na sala de aula. Se ele possui o material e sabe fazer, consegue repassar aos alunos", completa a professora Danilene.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O curso oferece uma prática intensiva em cálculo mental, assegurando uma aprendizagem significativa para os alunos. A carga horária total é de 55 horas, com certificação pela UFPR ou pela UFSM. Ao final de cada turma, as respostas são coletadas e analisadas para atualização do curso. As aulas são ministradas via plataforma Meet, de forma síncrona o material didático é disponibilizado semanalmente no formato PDF. No momento não estão abertas novas turmas, mas mais informações podem sem conferidas no <a href="https://www.metodoliquen.com.br/index.php/calme-pro/inscricoes" target="_blank" rel="noopener">site do projeto</a></span><span style="font-weight: 400"> ou ainda pelo <a href="https://www.instagram.com/metodoliquenmatematica/" target="_blank" rel="noopener">Instagram</a></span><span style="font-weight: 400">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A professora de ensino fundamental I da Escola Nazaré, de Jesuítas, no Paraná, Diovanna Bortoletto, conta que conheceu o curso através da divulgação feita pela professora Danilene em suas redes sociais e viu uma oportunidade de qualificação de seu trabalho. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Eu já era formada quando soube do curso, mas o desejo pela formação também no curso surgiu quando notei que eu não conseguia fazer cálculos mentais tão rápidos quanto meus pais faziam, mesmo que eu perguntasse como eles faziam, eu não entendia a estratégia utilizada. O curso foi ótimo para estimular minha memória de trabalho, para que eu conseguisse realizar com mais rapidez os cálculos. O mais interessante foi aprender na prática, assim como meus alunos fazem, e ao mesmo tempo entender a estratégia utilizada em cada maneira de se resolver um cálculo mentalmente”, relata.</span></p>
<h3>Método Líquen na palma da mão</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Além dos cursos para professores e das atividades realizadas com os alunos nas salas de aula, agora, o método também será um aplicativo de celular. O Método Líquen Digital será uma forma de abranger mais pessoas interessadas em cálculo mental. No aplicativo, que ainda está em fase de elaboração, as atividades para professores e alunos estarão juntas em uma só plataforma, consolidando os conhecimentos adquiridos durante os anos de pesquisas das docentes. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“A ideia é colocar todo o conhecimento que temos sobre cálculo mental, matemática e atividades no formato digital, para que qualquer pessoa possa ter acesso, mesmo sem possuir vínculo com escolas”, destaca Sabrina.</span></p>
<p><em>Texto: Tatiane da Silva Paumann, acadêmica de Jornalismo, voluntária da Agência de Notícias</em><br /><em>Foto: redes sociais/divulgação</em><br /><em>Edição: Lucas Casali e Ricardo Bonfanti, jornalistas</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Regional coordenada pela UFSM tem premiados na Olimpíada Brasileira de Matemática</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/04/30/regional-coordenada-pela-ufsm-tem-premiados-na-olimpiada-brasileira-de-matematica</link>
				<pubDate>Tue, 30 Apr 2024 10:50:13 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[matemática]]></category>
		<category><![CDATA[obmep]]></category>
		<category><![CDATA[olimpíada matemática]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=65723</guid>
						<description><![CDATA[Cerimônia de premiação da OBMEP será realizada na sexta (3)]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<div dir="auto">Mais uma vez, a UFSM esteve na coordenação regional da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas e Privadas (OBMEP), cuja 18ª edição foi realizada em 2023. Em todo o país, f<span style="font-family: arial, sans-serif">oram inscritos mais de 18 milhões de alunos, sendo que, destes, cerca de 846 mil foram classificados para a segunda fase. Foram concedidas, entre estudantes de escolas públicas e privadas, 650 medalhas de ouro, 1.950 medalhas de prata e 5.850 medalhas de bronze. </span></div>
<div dir="auto"> </div>
<div dir="auto">A Coordenação Regional (RS02), sediada junto ao Departamento de Matemática do Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE) da UFSM, abrange um total de 127 municípios das regiões central e noroeste do Rio Grande do Sul, compreendendo 1.047 escolas públicas e privadas. Na 18ª edição, a regional teve, a nível nacional, 12 medalhistas de ouro, 34 de prata e 83 de bronze, além de 24 professores e 16 escolas. Em âmbito regional, foram 205 medalhistas de bronze, 96 de prata e 28 de ouro.</div>
<div dir="auto"> </div>
<div dir="auto">O Colégio Politécnico da UFSM é uma das escolas premiadas, tendo também cinco alunos medalhistas, além do professor Fabricio Fernando Halberstadt. Confira a <a href="https://premiacao.obmep.org.br/18obmep/mapa.htm?_gl=1*na4n0c*_ga*MTczOTY2NDY0NC4xNjY4MjIzMjkx*_ga_21HEQ7CQ8K*MTcxNDM4NzU3MS4yNjYuMS4xNzE0Mzg3OTAyLjAuMC4w" target="_blank" rel="noopener">lista dos premiados</a> de todo o país.</div>
<div dir="auto"> </div>
<div dir="auto">A OBMEP é uma realização do Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (IMPA) e tem por objetivos estimular e promover o estudo da Matemática, identificar jovens talentos, incentivar o aperfeiçoamento dos professores das escolas públicas e promover a inclusão social por meio da difusão do conhecimento. <span style="color: initial;font-family: arial, sans-serif">A olimpíada é</span><span style="color: initial;font-family: arial, sans-serif"> dividida em duas fases. A primeira consiste em uma prova de 20 questões de múltipla escolha. Os melhores colocados classificam-se para a segunda fase, que consiste em uma prova discursiva com seis questões. </span></div>
<div dir="auto"> </div>
<div dir="auto"><span style="color: initial;font-family: arial, sans-serif">Os alunos são divididos de acordo com o ano que estudam: n</span><span style="color: initial">ível 1 (6° e 7° ano), nível 2 (8° e 9° ano) e nível 3 (Ensino Médio). Os alunos com melhor desempenho na segunda fase são premiados com medalhas de ouro, prata e bronze. A partir da 18ª edição, foram criados os prêmios regionais, com a concessão de medalhas aos estudantes considerando-se o desempenho na prova da OBMEP dentre os alunos do seu estado.</span></div>
<div dir="auto"> </div>
<div dir="auto"><span style="font-size: revert;color: initial">Segundo a professora do Departamento de Matemática da UFSM Taisa Junges Miotto, coordenadora regional da OBMEP, a</span><span style="font-size: revert;color: initial;font-family: arial, sans-serif"> UFSM tem um papel importante, pois auxilia com infraestrutura </span><span style="font-size: revert;color: initial">e toda a parte administrativa da aplicação da prova – divulgação, logística, contratação de coordenadores e fiscais de sala. A correção regional das provas da segunda fase é feita por professores da Universidade, que ainda fornece sala para sediar a coordenação da OBMEP. "A OBMEP ajuda a formar um elo entre a UFSM e a comunidade escolar da regional", destaca Taisa.</span></div>
<div dir="auto"> </div>
<div dir="auto"><span style="color: initial;font-size: revert">A cerimônia regional de premiação da 18ª OBMEP será realizada na sexta-feira (3), às 14h, no Park Hotel Morotin, em Santa Maria. Todos os espaços já estão reservados para os representantes das escolas.</span></div>
<div dir="auto">
<div> </div>
</div>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM lança podcast sobre teoria quântica e desinformação</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/02/29/ufsm-lanca-podcast-sobre-teoria-quantica-e-desinformacao</link>
				<pubDate>Thu, 29 Feb 2024 12:42:35 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[destaque arco]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[divulgação científica]]></category>
		<category><![CDATA[Física]]></category>
		<category><![CDATA[matemática]]></category>
		<category><![CDATA[podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Arco]]></category>
		<category><![CDATA[teoria quântica]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=65273</guid>
						<description><![CDATA[Parceria entre pesquisadores e jornalistas estreia nesta quinta, 29 de fevereiro, nos principais tocadores de podcast]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>A teoria quântica e o combate à desinformação científica são o foco do podcast <i>O Q Quântico,</i> lançado nesta quinta-feira, dia 29 de fevereiro. <i>O Q Quântico é</i> uma produção da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) em parceria com a Universidade de Düsseldorf, da Alemanha. O podcast tem como objetivo discutir teoria quântica e suas possíveis relações com falas pseudocientíficas, abordando desde tecnologias atuais até curas milagrosas. </p><p>Para um dos idealizadores do projeto, o pesquisador da teoria quântica e professor do Departamento de Matemática da UFSM, Leonardo Guerini, o período da pandemia despertou a convicção de que a comunidade científica precisa fazer um esforço maior para divulgar os conhecimentos que produz. “Olhando para a nossa área de pesquisa, a gente foi se dando conta de que poderia usar os conteúdos pseudocientíficos que estão presentes na internet, como saúde quântica, coaching quântico e vários produtos que se dizem quânticos, como um ponto de partida para discutir o que eles têm a ver (ou não) com os conceitos científicos da quântica”, destaca.<br /></p>		
													<img width="768" height="616" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/02/logo-o-q-quantico-768x616.png" alt="" />													
		<p>Pesquisadora de criptografia quântica na Universidade de Düsseldorf e também idealizadora do projeto, Gláucia Murta é ouvinte assídua de podcasts, que acompanham suas tarefas diárias, principalmente quando cozinha. “Eu acho que a importância de trazer a teoria quântica em um podcast é poder tratar de um tema que muitas vezes é visto como complexo e inacessível usando uma mídia que tem uma relação tão íntima com o ouvinte”, enfatiza a cientista. Para ela, o fato de a mídia sonora falar diretamente com o ouvinte é uma forma de aproximação que permite que o conteúdo se torne mais acessível. Luciane Treulieb, jornalista da UFSM que apresenta o programa ao lado dos cientistas, reforça o cuidado que a equipe teve ao adequar a linguagem para que pessoas que não são da área conseguissem entender mais sobre o assunto. “Meu papel no podcast é representar o público leigo, fazendo perguntas que o ouvinte faria e, sempre que possível, buscando aproximar a teoria quântica do dia a dia das pessoas”, ressalta. Para ajudar nessa tarefa, os roteiros d’O Q Quântico contaram com a consultoria da equipe do podcast <a style="font-size: 1rem;font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight );text-align: var(--bs-body-text-align)" href="https://www.cienciasuja.com.br/">Ciência Suja</a>. </p><p>O podcast O Q Quântico terá sete episódios, com lançamentos quinzenais, que vão confrontar questões da pseudociência com conceitos científicos como superposição, emaranhamento, dualidade onda-partícula, decoerência e consciência.</p><h3>Sobre o podcast</h3>		
													<img width="768" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/02/ep01_v3-768x768.jpg" alt="" />													
		<p>Os episódios d’O Q Quântico estarão disponíveis em tocadores de podcasts como <a href="https://open.spotify.com/show/6FEX7HQ5g8niPTY1l9PeiZ?si=818436a1fc524805">Spotify</a>, <a href="https://deezer.com/show/1000663962">Deezer</a>, <a href="https://music.amazon.com/es-us/podcasts/f97a1d5e-b1fd-4034-b8e5-20bc1b3afd69/o-q-qu%C3%A2ntico">Amazon Music</a> e também no <a href="https://www.youtube.com/playlist?list=PLbdzl8doRAYMspbRCDUjq1U8YlDsx2Ryq">YouTube.</a> Mais informações sobre os episódios e conteúdos extras podem ser conferidos no <a href="https://www.ufsm.br/midias/arco/o-q-quantico">site</a> e no <a href="https://www.instagram.com/oqquantico/">Instagram</a>. </p><p><b>Confira o teaser </b><a href="https://open.spotify.com/episode/3l9h4raSAFJHSivduwbRxi?si=bc39384acce749f5"><b>aqui</b></a></p><p><b>Escute o primeiro episódio </b><a href="https://open.spotify.com/episode/4RlT8csnfudX7de5xhu96G?si=89458fe12d1440fa"><b>aqui </b></a></p><h3>Sobre a equipe</h3><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">O podcast é produzido por uma equipe multidisciplinar de pesquisadores e jornalistas.</p>		
										<figure>
										<img width="768" height="512" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/02/equipe-o-q-quantico-768x512.jpg" alt="" />											<figcaption>Equipe do podcast, da esquerda para direita: José Vitor, Luciane, Leonardo, Samara e Gláucia.</figcaption>
										</figure>
		<p><b>Gláucia Murta:</b> Física e pesquisadora em teoria da informação quântica e criptografia quântica na Universidade de Düsseldorf (Alemanha) e investigadora principal do cluster de excelência Matter and Light for Quantum Computing (ML4Q). Possui graduação, mestrado e doutorado em física pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), com doutorado sanduíche no Quantum Information Center in Gdańsk (KCIK) na Polônia. Também trabalhou como pós-doutoranda no QuTech na Delft University of Technology na Holanda.</p><p><b>Leonardo Guerini: </b>Matemático e pesquisador de fundamentos da teoria da informação quântica. É professor no Departamento de Matemática da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Tem graduação e mestrado em Matemática pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), doutorado em Matemática pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e doutorado em Fotônica pelo Institut de Ciències Fotòniques (ICFO), vinculado à Universitat Politècnica de Catalunya. Também foi bolsista Serrapilheira de pós-doutorado na Universidade Federal do Rio de Janeiro e bolsista FAPESP de pós-doutorado no International Centre for Theoretical Physics – South American Institute for Fundamental Research (ICTP-SAIFR) em São Paulo.</p><p><b>Luciane Treulieb:</b> Jornalista na UFSM, criadora e editora-chefe da Revista Arco, de jornalismo científico e cultural. Tem especialização em Divulgação e Popularização da Ciência pela Fiocruz, na qual estudou aspectos do jornalismo narrativo e ciência a partir da análise do podcast 37 graus. Também tem mestrados em Periodismo Documental, pela Universidad Nacional de Tres de Febrero (Argentina), e em Inovação na Comunicação de Interesse Público, pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul. Dirigiu o documentário “Depois daquele dia”, sobre a tragédia da Boate Kiss.</p><p><b>Samara Wobeto:</b> Jornalista formada pela UFSM e mestranda em Comunicação no Poscom/UFSM, na linha de Estratégias Comunicacionais, com ênfase no estudo da acessibilidade no jornalismo. Faz parte do Grupo de Pesquisa Circulação Midiática e Estratégias Comunicacionais (Cimid/UFSM). Foi repórter bolsista na<a href="https://www.ufsm.br/midias/arco"> Revista Arco</a>, e estagiária na<a href="https://www.youtube.com/watch?v=QgZUO94mEMg&amp;list=PLBB5c0vb8B4Fhffb4bmLdqjphkwxI6OUs"> TV Campus</a>. Participou da 2ª turma do<a href="https://abori.com.br/infovacina/infovacina-trainee/"> Programa InfoVacina</a>, para reportar temáticas de saúde e vacinação. Fez os podcasts<a href="https://open.spotify.com/show/1qJrGZz0QwA3q2zAa06VWJ"> FuraBolha</a> e<a href="https://open.spotify.com/show/6lKWLinrZzAHvSy95di2xR"> Abaixo do Nível</a>, além de participar do primeiro episódio do podcast<a href="https://open.spotify.com/show/5TdR4lUhXKZdrZbpGPSZuB"> Nossos passos vêm de longe</a>. </p><p><b>José Vitor Goulart Zuccolo:</b> Jornalista recém-formado pela UFSM. Foi bolsista na função de social media no projeto<a href="https://www.instagram.com/c.integra.odonto/"> C.Integra!</a>, vinculado ao curso de odontologia/UFSM e bolsista do projeto O Q Quântico. Participou do programa<a href="https://open.spotify.com/show/4GdtcFhJOu2EGOxyjHQ1bV"> Radar Esportivo</a>, como produtor e apresentador, vinculado à Rádio Universidade, e que tem sua versão em podcast. </p><p>Também contribuem para o projeto:</p><p>Mixagem: Felipe Barbosa</p><p>Suporte de gravação: Pablo Ruan</p><p>Música original: Pedro Leal David</p><p>Identidade visual e ilustrações de capa: Augusto Zambonato</p><p>Mídias sociais: Milene Eichelberger</p><p>Desenvolvimento do site: Daniel de Carli</p><h3>Contato</h3><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Site:  <a style="text-decoration: none" href="https://www.ufsm.br/midias/arco/o-q-quantico">https://www.ufsm.br/midias/arco/o-q-quantico</a></p><p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Instagram: <a style="text-decoration: none" href="https://www.instagram.com/oqquantico/">https://www.instagram.com/oqquantico/</a> </p><p>E-mail: <a href="https://www.ufsm.br/midias/arco/oqquantico@gmail.com">oqquantico@gmail.com</a></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Cursos e atividades do CCNE serão apresentados à população na Praça Saldanha Marinho</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/11/21/cursos-e-atividades-do-ccne-serao-apresentados-a-populacao-na-praca-saldanha-marinho</link>
				<pubDate>Tue, 21 Nov 2023 20:51:02 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[institucional]]></category>
		<category><![CDATA[Cappa]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[ciências biológicas]]></category>
		<category><![CDATA[estatística]]></category>
		<category><![CDATA[Física]]></category>
		<category><![CDATA[geografia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[jardim botânico]]></category>
		<category><![CDATA[matemática]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=64592</guid>
						<description><![CDATA[O evento CCNE na Praça busca aproximar a comunidade santa-mariense da universidade, por meio da divulgação científica]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/11/1-1.jpg"><img class=" wp-image-64593 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/11/1-1-300x300.jpg" alt="" width="498" height="498" /></a>No próximo sábado (25), das 9h às 14h, o Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE) da UFSM vai apresentar os seus cursos e atividades para as pessoas que estiverem passando pela Praça Saldanha Marinho, no centro de Santa Maria. Ação inédita, o evento <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/eventos/ccnenapraca" target="_blank" rel="noopener">CCNE na Praça</a> busca aproximar a comunidade santa-mariense da universidade, por meio da divulgação científica.

Entre as atrações, destacam-se exposições de réplicas do Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica (Cappa), jogos didáticos da Central de Tutoria, visualização de células com os cursos de Ciências Biológicas, predição de alturas e quiz da Estatística, exposição do Jardim Botânico, experimentos e quiz da Física, apresentações e jogos pedagógicos da Geografia, jogos e projetos de pesquisa da Matemática. Também serão apresentadas as atividades do Programa de Educação Tutorial (PET) e do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (Pibid).]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Jornada de matemática reúne pesquisadores da região Sul na UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/11/16/jornada-de-matematica-reune-pesquisadores-da-regiao-sul-na-ufsm</link>
				<pubDate>Thu, 16 Nov 2023 20:00:29 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência da Computação]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[matemática]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=64555</guid>
						<description><![CDATA[Entre os temas abordados, estão inteligência artificial, redes neurais artificiais, teoria espectral de grafos e matemática computacional em Python]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Começou na quarta (15), com encerramento previsto para esta sexta-feira (17), a <a href="https://sites.google.com/view/jmma-ufsm/p%C3%A1gina-inicial" target="_blank" rel="noopener">4ª Jornada de Matemática e Matemática Aplicada</a>. Trata-se de um evento de agregação de pesquisadores da região Sul do país, voltado principalmente para alunos de graduação e pós-graduação dessa área. Além de divulgar o trabalho desenvolvido no Programa de Pós-Graduação em Matemática da UFSM, o evento tem como objetivo proporcionar aos participantes uma oportunidade para que ampliem seus conhecimentos em tópicos relevantes de pesquisa. Com uma programação constituída por palestras, minicursos e apresentação de trabalhos, a jornada está acontecendo no auditório anexo ao prédio 17 do campus sede.

Entre os palestrantes, estão professores da UFSM, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs) e Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), bem como da Northeastern University e Harvard University, dos EUA. Entre os temas abordados, estão inteligência artificial, redes neurais artificiais, teoria espectral de grafos e matemática computacional em Python.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>MTM1076 Matemática A terá início nesta quarta para o curso de Administração Diurno</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/administracao/2023/03/28/mtm1076-matematica-a-tera-inicio-nesta-quarta-para-o-curso-de-administracao-diurno</link>
				<pubDate>Tue, 28 Mar 2023 17:36:03 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Docente]]></category>
		<category><![CDATA[Início das aulas]]></category>
		<category><![CDATA[matemática]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/administracao/?p=2225</guid>
						<description><![CDATA[A pedido do chefe do Departamento de Matemática, informo que a partir da data de hoje (28/03/2023), assumiu a disciplina MTM1076 &#8211; MATEMATICA A turma 10 do Curso de Administração Diurno, o Professor RODRIGO DE FREITAS GABERT, e que portanto, as aulas serão regularizadas no decorrer do semestre.  Sendo assim, a disciplina terá início nesta [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>A pedido do chefe do Departamento de Matemática, informo que a partir da data de hoje (28/03/2023), assumiu a disciplina MTM1076 - MATEMATICA A turma 10 do Curso de Administração Diurno, o Professor RODRIGO DE FREITAS GABERT, e que portanto, as aulas serão regularizadas no decorrer do semestre.  Sendo assim, a disciplina terá início nesta quarta (29/03/2023) na sala 4226 do Prédio 74C do CCSH.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Disciplinas Equivalentes a Matemática "A"</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/ciencias-contabeis/2023/03/26/disciplinas-equivalentes-a-matematica-a</link>
				<pubDate>Sun, 26 Mar 2023 15:06:13 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[matemática]]></category>
		<category><![CDATA[Matrícula]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/ciencias-contabeis/?p=2968</guid>
						<description><![CDATA[Devido à demanda de matrículas em MTM1076-Matemática &#8220;A&#8221;, informamos oferta de disciplinas equivalentes em outros cursos. Nestes links podem ver os cursos e horários das disciplinas. https://www.ufsm.br/disciplinas/UFSM00036 https://www.ufsm.br/disciplinas/MTM1019 https://www.ufsm.br/disciplinas/MTM1047 A matrícula extracurricular ocorrerá na segunda, 28/mar Neste link poderão consultar os cursos que terão matrícula Extracurricular pelo portal ou presencial: CLIQUE AQUI Preencha o formulário [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Devido à demanda de matrículas em MTM1076-Matemática "A", informamos oferta de disciplinas equivalentes em outros cursos.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Nestes links podem ver os cursos e horários das disciplinas.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><a href="https://www.ufsm.br/disciplinas/UFSM00036">https://www.ufsm.br/disciplinas/UFSM00036</a></p>
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<!-- wp:paragraph -->
<p><a href="https://www.ufsm.br/disciplinas/MTM1019">https://www.ufsm.br/disciplinas/MTM1019</a></p>
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<p><a href="https://www.ufsm.br/disciplinas/MTM1047">https://www.ufsm.br/disciplinas/MTM1047</a></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A matrícula extracurricular ocorrerá na segunda, 28/mar</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Neste link poderão consultar os cursos que terão matrícula Extracurricular pelo portal ou presencial: <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/configuracoes-cursos-oferta?atualiza&amp;fbclid=IwAR2gL7heAD8W0N5NQScpPKTiXDKV-6-9P540AOc5P1ytQNuSzfrpOFPt6rU" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CLIQUE AQUI</a></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Preencha o formulário até o dia 28/mar/2023, se possui interesse em cursar Matemática "A" no Curso de Ciências Contábeis em 2023/1.<br>São poucas vagas.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><a href="https://forms.gle/Aikin917NXM8FPs78">https://forms.gle/Aikin917NXM8FPs78</a></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Disciplinas Equivalentes a Matemática "A"</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/administracao/2023/03/22/disciplinas-equivalentes-a-matematica-a</link>
				<pubDate>Wed, 22 Mar 2023 12:24:42 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Disciplinas equivalentes]]></category>
		<category><![CDATA[matemática]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/administracao/?p=2200</guid>
						<description><![CDATA[Devido à demanda de matrículas em MTM1076-Matemática &#8220;A&#8221;, informamos oferta de disciplinas equivalentes em outros cursos.   Nestes links podem ver os cursos e horários das disciplinas. https://www.ufsm.br/disciplinas/UFSM00036 https://www.ufsm.br/disciplinas/MTM1019 https://www.ufsm.br/disciplinas/MTM1047   A matrícula extracurricular ocorrerá na segunda, 28/mar   Neste link poderão consultar os cursos que terão matrícula Extracurricular pelo portal ou presencial https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/configuracoes-cursos-oferta?atualiza&amp;fbclid=IwAR2gL7heAD8W0N5NQScpPKTiXDKV-6-9P540AOc5P1ytQNuSzfrpOFPt6rU]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<div>Devido à demanda de matrículas em MTM1076-<span class="il">Matemática</span> "A", informamos oferta de disciplinas <span class="il">equivalentes</span> em outros cursos.</div>
<div> </div>
<div>Nestes links podem ver os cursos e horários das disciplinas.</div>
<div><a href="https://www.ufsm.br/disciplinas/UFSM00036" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.ufsm.br/disciplinas/UFSM00036&amp;source=gmail&amp;ust=1679566865031000&amp;usg=AOvVaw3PRGej7wpNo0DypbvdcOup">https://www.ufsm.br/disciplinas/UFSM00036</a></div>
<div><a href="https://www.ufsm.br/disciplinas/MTM1019" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.ufsm.br/disciplinas/MTM1019&amp;source=gmail&amp;ust=1679566865031000&amp;usg=AOvVaw3Oc9z7ImGmDlmjvutDrzBo">https://www.ufsm.br/disciplinas/MTM1019</a></div>
<div><a href="https://www.ufsm.br/disciplinas/MTM1047" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.ufsm.br/disciplinas/MTM1047&amp;source=gmail&amp;ust=1679566865031000&amp;usg=AOvVaw0XGuZIXpnkmOPNnDihBWSS">https://www.ufsm.br/disciplinas/MTM1047</a></div>
<div> </div>
<div>A matrícula extracurricular ocorrerá na segunda, 28/mar</div>
<div> </div>
<div>Neste link poderão consultar os cursos que terão matrícula Extracurricular pelo portal ou presencial</div>
<div><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/configuracoes-cursos-oferta?atualiza&amp;fbclid=IwAR2gL7heAD8W0N5NQScpPKTiXDKV-6-9P540AOc5P1ytQNuSzfrpOFPt6rU" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/configuracoes-cursos-oferta?atualiza%26fbclid%3DIwAR2gL7heAD8W0N5NQScpPKTiXDKV-6-9P540AOc5P1ytQNuSzfrpOFPt6rU&amp;source=gmail&amp;ust=1679566865031000&amp;usg=AOvVaw32bjDMgw7ij78NETvEiglN">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prograd/configuracoes-cursos-oferta?atualiza&amp;fbclid=IwAR2gL7heAD8W0N5NQScpPKTiXDKV-6-9P540AOc5P1ytQNuSzfrpOFPt6rU</a></div>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Professora da UFSM participa da Semana Olímpica de Matemática</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/01/31/professora-da-ufsm-participa-da-semana-olimpica-de-matematica</link>
				<pubDate>Tue, 31 Jan 2023 19:18:17 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[matemática]]></category>
		<category><![CDATA[OBM]]></category>
		<category><![CDATA[olimpíada matemática]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=61090</guid>
						<description><![CDATA[Evento reuniu estudantes e professores especialistas em problemas matemáticos de olimpíadas]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400"><img class="wp-image-61091 size-full alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/01/WhatsApp-Image-2023-01-26-at-17.55.35-e1675192613637.jpeg" alt="" width="627" height="420" />A professora Carmen Mathias, docente do Departamento de Matemática da UFSM, participou, entre os dias 23 e 28 de janeiro, da 26ª</span><span style="font-weight: 400"> Semana Olímpica da </span><span style="font-weight: 400">Associação Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM). O evento aconteceu na cidade do Rio de Janeiro e reuniu estudantes e professores de todo país.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Na ocasião, a professora da UFSM ministrou aulas para olímpicos do Nível 1, falando sobre habilidades de visualização espacial. Também participou de reuniões da Comissão acadêmica da Olimpíada Brasileira de Matemática, da qual é membro desde 2018.</span></p>
<p><b>Semana Olímpica</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">A Semana Olímpica é realizada anualmente, desde 1998, e faz parte das atividades realizadas pela Associação Olimpíada Brasileira de Matemática (AOBM), em que reúne os estudantes medalhistas de competições nacionais e internacionais de Matemática, em dias de aprendizado e reconhecimento. Durante uma semana, os alunos participam de aulas avançadas de Matemática, frequentam palestras de orientação acadêmica e têm a oportunidade de interagir com outros jovens em atividades de lazer.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Participam do evento desde alunos do 6º ano do Ensino Fundamental  até estudantes universitários. As aulas são ministradas por um</span> grupo de professores <span style="font-weight: 400">convidados de diversas partes do Brasil  O encerramento do evento é marcado pela realização da </span>cerimônia de Premiação da OBM<span style="font-weight: 400">, ocasião na qual são premiados os estudantes vencedores de medalhas de ouro, prata e bronze.</span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Aulas da MTM1076 - Matemática "A" para o curso de Ciências Contábeis diurno iniciam nesta quarta dia 28</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/ciencias-contabeis/2022/09/27/aulas-da-mtm1076-matematica-a-para-o-curso-de-ciencias-contabeis-diurno-iniciam-nesta-quarta-dia-28</link>
				<pubDate>Tue, 27 Sep 2022 19:34:12 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aulas]]></category>
		<category><![CDATA[início]]></category>
		<category><![CDATA[matemática]]></category>
		<category><![CDATA[professor substituto]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/ciencias-contabeis/?p=2486</guid>
						<description><![CDATA[O Núcleo de Ingresso,&nbsp;da Coordenadoria de Ingresso, Mobilidade e Desenvolvimento/PROGEP, informa&nbsp;que o(a) Professor(a)&nbsp;Substituto(a)&nbsp;MÁICON FACCO&nbsp;assinou contrato nesta data,&nbsp;conforme Comunicação de Exercício&nbsp;e demais documentos constantes no processo eletrônico de ingresso,&nbsp;estando à disposição da subunidade a partir de hoje.&nbsp; Dito isto, informamos que a disciplina MTM1076 &#8211; Matemática &#8220;A&#8221;, para Ciências Contábeis diurno, a partir desta quarta-feira dia [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>O Núcleo de Ingresso,&nbsp;da Coordenadoria de Ingresso, Mobilidade e Desenvolvimento/PROGEP, informa&nbsp;que o(a) Professor(a)&nbsp;Substituto(a)&nbsp;<strong>MÁICON FACCO</strong>&nbsp;assinou contrato nesta data,&nbsp;conforme Comunicação de Exercício&nbsp;e demais documentos constantes no processo eletrônico de ingresso,&nbsp;estando à disposição da subunidade a partir de hoje.&nbsp; </p>
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<p>Dito isto, informamos que a disciplina MTM1076 - Matemática "A", para Ciências Contábeis diurno, a partir desta quarta-feira dia 28, as aulas ocorrerão normalmente.</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
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