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				<title>Brasil avança em Liberdade de Imprensa, mas sofre com disparidade de gênero nas redações e ataques aos jornalistas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/08/liberdade-de-imprensa</link>
				<pubDate>Fri, 08 May 2026 17:46:09 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
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		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
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						<description><![CDATA[Estudo coordenado por professora da UFSM e publicado em ebook da WJS destaca momento atual da atividade jornalística no país
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph /--><p style="text-align: left">A Liberdade de Imprensa no Brasil avançou, segundo relatório recém divulgado pela organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF). Neste ano, o país figura na 52ª posição do ranking geral da RSF e, pela primeira vez, superou os Estados Unidos, que caiu para a 64ª colocação. Embora apresente melhorias, o país enfrenta problemas comuns aos de outras nações, como a judicialização do trabalho da imprensa. Além disso, no Brasil, existe disparidade de gênero nas redações e ocorre aumento dos casos de violência contra jornalistas. Os dados são de estudo inédito da World of Journalism Study (WJS), grupo internacional de pesquisadores do qual faz parte a professora Laura Storch, coordenadora do Grupo de Estudos em Jornalismo <a href="https://www.ufsm.br/grupos/ejor">(EJOR)</a> da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).  </p>
<p style="text-align: left"> </p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">O jornalismo tem o compromisso de informar de maneira responsável os assuntos de interesse público. Ao acompanhar e cobrar o cumprimento do papel de quem atua nos três poderes - executivo, legislativo e judiciário -, a imprensa exerce o chamado “quarto poder”. A mídia acaba, assim, contribuindo com a garantia da democracia. Em função do ofício, que implica na exposição a riscos na apuração de informações, o jornalista está em posição de fragilidade e frequentemente sofre com violências, censura, perseguições e manifestações de ódio.</p>		
													<img width="1024" height="682" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/Info-posicao-do-Mundo-na-liberdade-de-imprensa-1.jpg" alt="Imagem colorida horizontal sobre liberdade de imprensa. Em primeiro lugar, Noruega. Em 52º Brasil. EUA. e, 64º" />													
		<h3><b>Liberdade de Imprensa no mundo atinge níveis mais baixos do século XXI</b></h3>
<p></p>
<p>A pontuação média geral dos 180 países monitorados pela&nbsp;<a href="https://rsf.org/pt-br/ranking-2026-liberdade-de-imprensa-no-n%C3%ADvel-mais-baixo-em-25-anos" target="_blank" rel="noopener">Repórteres Sem Fronteiras (RSF)</a>&nbsp;está no nível mais baixo deste século. Divulgado na antevéspera do Dia Internacional da Liberdade de Imprensa, celebrado no dia 3 de maio, o ranking de 2026 revela que 52% da população mundial vive em lugares em que o trabalho de jornalistas é considerado “difícil” ou “muito grave”. Entre os motivos para tal quadro estão: a ocorrência regular de conflitos armados, a existência de regimes ditatoriais, a polarização política, a criminalização da atividade jornalística e a falta de políticas públicas.</p>
<p>A liberdade de imprensa é monitorada a partir de indicadores econômicos, políticos, legislativos, sociais e de segurança pública. Um dos destaques negativos apontados pela RSF é o índice legislativo, que revela o abuso de mecanismos como lei de segurança para cercear o trabalho da imprensa tanto em regimes autoritários, como a Rússia (172°), quando em países que já foram exemplo de democracia, como Estados Unidos (64º).</p>
<p>“A gente está vivendo um momento muito particular da história em que estamos acompanhando no mundo inteiro um recrudescimento tanto de regimes políticos mais totalitários, quanto de lógicas de mercado mais totalitárias. Esses elementos geram uma pressão importante sobre o jornalismo, num momento em que o próprio jornalismo está fragilizado pelas mudanças internas que está passando”, analisa a professora Laura Storch sobre o ranking da RSF.</p>
<p>A crise a que a pesquisadora se refere tem dois eixos centrais: a sustentabilidade financeira da profissão e a credibilidade da imprensa. A sustentabilidade financeira se revela na dificuldade do “fazer jornalismo”, com a necessidade de atualização de equipamentos caros, as rotinas intensas de trabalho e a manutenção da segurança dos trabalhadores. Já a credibilidade é posta em xeque quando há questionamento da pertinência da profissão e dos profissionais diante do crescimento da figura do influenciador digital, do uso da inteligência artificial e da mudança da dieta informativa.</p>		
													<img width="1024" height="682" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/Info-posicao-do-Brasil-na-liberdade-de-imprensa.jpg" alt="Gráfico colorido horizontal mostra evolução do ranking de liberdade de imprensa no Brasil: que estava em 111 em 2011 e saltou para a posição 52 neste ano, ou seja, melhorou" />													
		<h3><b>Brasil na contracorrente da América Latina</b></h3>
<p> </p>
<p>Pela primeira vez, o Brasil está em posição superior à dos EUA, e está em 52º lugar no ranking da RSF, subindo cinco colocações em relação ao ano passado. O avanço na liberdade de imprensa no país é ainda mais notável se comparado com cinco anos atrás, quando estava em 111º lugar. O relatório da entidade identifica que a mudança do governo de Jair Bolsonaro, que tratava a imprensa de forma truculenta e desacreditava a mídia, para o de Luís Inácio Lula da Silva, que dialoga com jornalistas, foi considerada decisiva para a mudança do quadro. </p>
<p>“Existe um certo enrijecimento social em relação à política em diversos lugares do mundo, inclusive no Brasil”, pondera a professora Laura. A pesquisadora compara dados da pesquisa da RSF com os de estudo que realizou com o grupo de <i>World of Journalism Study </i>e revela<i>: </i>“temos claramente a percepção dos jornalistas brasileiros de que aquele momento do governo Bolsonaro foi muito desafiador e muito agressivo para o trabalho jornalístico. Tinha essa exposição produzida pelos próprios discursos do presidente naquele momento”.</p>
<p>O continente americano passa por uma situação semelhante à das regiões mais perigosas e mortais para o exercício do jornalismo, como Oriente Médio e Europa Oriental - atingidas por guerras e conflitos -, devido à atuação sistemática de governos (Estados Unidos, Argentina e El Salvador) e à violência dos cartéis (México, Equador e Peru). Ao avaliar os dados da região, a <a href="https://latamjournalismreview.org/pt-br/articles/a-liberdade-de-imprensa-nas-americas-cai-drasticamente-em-meio-a-repressao-global-aponta-relatorio-da-rsf/" target="_blank" rel="noopener">LatAm Journalism Review</a> pontua o caso do Brasil como “uma luz nas Américas”, pelo retorno da normalidade democrática, reforço da transparência, do acesso à informação e da independência institucional. Apesar da melhora, a liberdade de imprensa no país é abalada pelo aumento da judicialização e os casos de violência de todos os tipos, incluindo a praticada pelo crime organizado. </p><h3><b>Disparidade de gênero na redações</b></h3>
<p>A rede internacional de pesquisadores <a href="https://worldsofjournalism.org/" target="_blank" rel="noopener">World of Journalism Study</a><i> </i>publicou neste ano, <i>pelo</i> <i>Knight Center,</i> um e-book sobre o exercício da profissão na América Latina. O estudo trilíngue (português, espanhol e inglês) se baseia em entrevistas feitas com mais de 4 mil jornalistas de 11 países pela rede de pesquisadores WJS.</p>
<p><i>O</i> capítulo “Jornalismo brasileiro: Desafios de insegurança, autocensura e disparidades de gênero” é assinado pela professora Laura Storch, em parceria com os pesquisadores da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS), Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e Universidade de Siegen, na Alemanha. O texto destaca que o jornalismo no país é exercido em um contexto marcado por insegurança estrutural, precarização do trabalho e pressões constantes, que impactam diretamente na prática profissional. O Brasil tem altos índices de ataques a jornalistas, incluindo casos de assédio, perseguição, o que contribui para um ambiente hostil e de risco. Em função disso, muitos profissionais recorrem à autocensura como estratégia de autoproteção, evitando determinados temas ou abordagens para reduzir possíveis retaliações. O cenário é agravado pela instabilidade laboral proveniente de contratos frágeis, múltiplos empregos e baixa remuneração. Além do intenso desgaste emocional.</p>
<p>Além disso, o capítulo destaca barreiras estruturais da profissão, a exemplo das desigualdades de gênero na imprensa. De acordo com os pesquisadores, as mulheres têm menos estabilidade na carreira e enfrentam mais assédio e insegurança. A professora da UFSM enfatiza que a questão de gênero transparece na profissão por ser uma característica social.</p>
<p>“As nossas sociedades têm essa característica de que o trabalho da mulher é mais desvalorizado. Existe uma desigualdade estrutural. E isso se repete no jornalismo também. Nesse caso, tanto as pesquisas nacionais, quanto as internacionais vão demonstrar sistematicamente, que existem diferenças muito importantes, em relação ao trabalho da mulher e ao trabalho do homem jornalista, bem como em relação aos tipos de violência que eles sofrem também”, explica.</p>
<h3><b style="background-color: transparent;color: #000000;font-family: Arial, sans-serif;font-size: 11pt;white-space: pre-wrap;text-align: justify">A cada 1,7 minuto, um jornalista brasileiro é agredido virtualmente</b></h3>
<p>O relatório da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), divulgado em 2025, registrou 900 mil ataques virtuais a jornalistas. O número representa uma média de 2,5 mil agressões diárias ou cerca de 1,7 por minuto, indicando um crescimento de 35% em relação ao período anterior.</p>
<p>A Abert aponta que pelo menos nove jornalistas de veículos, como jornais, sites e emissoras de televisão, foram impedidos de realizar coberturas políticas, esportivas e regionais no ano passado, o que representa um aumento de 55% se comparado ao período anterior. A professora explica que normalmente, os casos de ataques contra jornalistas são muito particulares, e que a maioria dos profissionais depende do apoio oferecido pelas instituições. As empresas de mídia, por outro lado, nem sempre têm protocolos bem estabelecidos para lidar com as situações. A pesquisadora compara com a situação das enchentes, em que os jornalistas ficaram expostos a uma série de riscos, mas que os protocolos foram sendo estruturados com o tempo. </p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">No Brasil, a Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), é a responsável por defender os direitos trabalhistas dos jornalistas, e  a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), entidade sem fins lucrativos voltada ao jornalismo de interesse público, defende a liberdade de expressão e o aprimoramento das técnicas de investigação jornalística.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"> </p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"><em>Reportagem: Ellen Scwade, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</em></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"><em>Infografia: Daniel Michelon De Carli</em></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"><em>Edição: Maurício Dias</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Docente da UFSM ministra palestra em universidade de Estocolmo</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/05/02/docente-da-ufsm-ministra-palestra-em-universidade-de-estocolmo</link>
				<pubDate>Tue, 02 May 2023 11:43:50 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[CCSH]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>
		<category><![CDATA[mídia]]></category>
		<category><![CDATA[poscom]]></category>

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						<description><![CDATA[Em sua fala, professora abordará o papel da mídia como agente securitizador]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">A professora do Departamento de Ciências da Comunicação da UFSM, Ada Cristina Machado Silveira, palestra, na próxima quarta-feira (03) na Nordic Institute of Latin American Studies at University of Stockholm, na Suécia. Na ocasião, tratará sobre como a mídia pode se transformar em um agente securitizador do estado, tornando-se parte de um programa repressivo de segurança. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A palestra que será proferida tem como tema “A mídia como agente securitizador no Brasil” e </span><span style="font-weight: 400">aborda as pesquisas já desenvolvidas pela docente e traz a experiência da pesquisadora no contexto brasileiro. </span><span style="font-weight: 400">Em seu estudo, Ada defende que diante da defasagem imposta pela midiatização à atividade jornalística, é preciso repensar as práticas quando há ênfase em medidas repressivas com a justificativa de manutenção da ordem pública. A pesquisadora entende que a mídia como agente securitizador ainda é entendida como condição para garantir a segurança de forma autoritária. Um exemplo são as coberturas de operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), que privilegiam reportagens sobre ondas de violência e atos de criminalidade, que são documentadas de forma ostensiva e exemplar. Assim, ações coercitivas e paliativas que ignoram proposições preventivas e de justiça social definem a ordem da noticiabilidade atual no Brasil.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ada está finalizando sua estadia como Senior Visiting Research Fellow CAPES-STINT no Departamento de Mídia e Comunicação da Sodertorn University, em Estocolmo, Suécia.</span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Relatório detalha presença da UFSM na mídia no ano de 2020</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/02/11/relatorio-detalha-presenca-da-ufsm-na-midia-no-ano-de-2020</link>
				<pubDate>Thu, 11 Feb 2021 16:46:47 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[gestão]]></category>
		<category><![CDATA[auditoria de mídia]]></category>
		<category><![CDATA[clipping]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação institucional]]></category>
		<category><![CDATA[mídia]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[proplan]]></category>

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						<description><![CDATA[A Unidade de Comunicação Integrada (Unicom), vinculada à Pró-reitoria de Planejamento (Proplan),  publicou nesta semana o Relatório Clipping 2020. O material detalha e analisa qualitativa e quantitativamente notícias, reportagens, notas, colunas, artigos e demais inserções sobre a universidade publicadas nos veículos de imprensa durante o ano de 2020, além de comparar os resultados com o [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">A Unidade de Comunicação Integrada</span><span style="font-weight: 400"> (</span><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/proplan/coordenadoria-de-planejamento-informacional-coplin/unidade-de-comunicacao-integrada/"><span style="font-weight: 400">Unicom</span></a><span style="font-weight: 400">), vinculada à Pró-reitoria de Planejamento (Proplan), </span><span style="font-weight: 400"> publicou nesta semana o <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/02/relatorio-Clipping-2020.pdf">Relatório Clipping 2020</a></span><span style="font-weight: 400">. O material detalha e analisa qualitativa e quantitativamente notícias, reportagens, notas, colunas, artigos e demais inserções sobre a universidade publicadas nos veículos de imprensa durante o ano de 2020, além de</span><span style="font-weight: 400"> comparar os resultados com o ano anterior.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo o levantamento, em 2020 foram publicadas 3.264 notícias e afins sobre a UFSM, abrangendo veículos de comunicação com projeção regional, estadual, nacional e internacional. Fora do país, a UFSM foi destaque em reportagens de veículos como </span><i><span style="font-weight: 400">The New York Times</span></i><span style="font-weight: 400"> e </span><i><span style="font-weight: 400">National Geographic.</span></i><span style="font-weight: 400"> O assunto com maior destaque, em função do contexto atual, foi a pandemia da Covid-19, mostrando a forte atuação da universidade em diversas frente contra a doença. Outros temas com maior notoriedade na mídia foram o Descubra UFSM, os 60 anos da universidade, a Jornada Acadêmica Integrada (JAI), o Sisu e as descobertas do Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica (CAPPA). Conforme as informações que constam no relatório, o número de publicações aumentou em comparação ao ano de 2019, quando foram veiculadas 2.898 notícias sobre a universidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além dessas informações, o relatório traz ainda o cálculo de mídia espontânea, a classificação das notícias de acordo com os sete desafios do Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) da UFSM, fontes mais citadas, tipos de veículos, projeção geográfica, entre outros. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para o jornalista e diretor da Coordenadoria de Comunicação Social da UFSM, Maurício Dias, o </span><i><span style="font-weight: 400">clipping</span></i><span style="font-weight: 400"> é um instrumento importante para a assessoria de imprensa e relacionamento com a mídia, e também serve como auditoria de imagem da universidade. “A partir desse trabalho é possível monitorar a forma como os veículos de comunicação vem tratando a nossa universidade, se é de maneira neutra, negativa ou positiva. Esse monitoramento também é importante para pensarmos em novas estratégias de relacionamento com a imprensa e identificar outras pautas que podem ser trabalhadas pela universidade”, destaca.</span></p>
<p><b>Como é feito o clipping da UFSM?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">O</span> <span style="font-weight: 400">clipping é realizado diariamente pela equipe da Unicom, que faz o monitoramento fixo de 34 portais de notícias, incluindo sites, blogs, emissoras de rádio e de televisão. Também são recebidos alertas via e-mail da assessoria de imprensa da UFSM, e monitoramentos específicos. A partir disso, os dados são inseridos no sistema e é gerada uma página com as informações através da plataforma Power BI. As informações podem ser acompanhadas na página da </span><a href="https://www.ufsm.br/clipping"><span style="font-weight: 400"><strong>Análise de Visibilidade Midiática da UFSM</strong></span></a><span style="font-weight: 400">. </span></p>
<p><em>Texto: Luana Giazzon, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Unidade de Comunicação Integrada</em><br /><em>Edição: João Ricardo Gazzaneo</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Poscom discute mídia, violência e direitos humanos em live nesta quinta (19)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/11/18/poscom-discute-midia-violencia-e-direitos-humanos-em-live-nesta-quinta-19</link>
				<pubDate>Wed, 18 Nov 2020 11:37:58 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[#poscomjuntosemcasa]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[lives]]></category>
		<category><![CDATA[mídia]]></category>
		<category><![CDATA[poscom]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>

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						<description><![CDATA[Nesta quinta-feira (19), às 15h, no canal do YouTube do Programa de Pós-Graduação em Comunicação (Poscom) da UFSM, acontece mais uma edição do projeto #PoscomJuntesEmCasa. Desta vez, será debatido um tema de relevância não somente para o campo comunicacional, mas também para sociedade contemporânea, que é a relação entre mídia, violência e direitos humanos, com destaque [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2020/11/WhatsApp-Image-2020-11-17-at-15.21.25.jpeg"><img class="alignright  wp-image-54558" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2020/11/WhatsApp-Image-2020-11-17-at-15.21.25.jpeg" alt="" width="403" height="385" /></a>Nesta quinta-feira (19), às 15h, no canal do <a href="https://youtu.be/XlgzGrLbH7E" target="_blank" rel="noopener noreferrer">YouTube</a> do Programa de Pós-Graduação em Comunicação (Poscom) da UFSM, acontece mais uma edição do projeto #PoscomJuntesEmCasa. Desta vez, será debatido um tema de relevância não somente para o campo comunicacional, mas também para sociedade contemporânea, que é a relação entre mídia, violência e direitos humanos, com destaque para a violência estatal, a representação na mídia e a comunicação alternativa como produtora de outras narrativas.</p>
<p>Uma das convidadas da <em>live</em> é a pesquisadora, jornalista e mestre em Educação, Cultura e Comunicação em Periferias Urbanas pela UERJ Gizele Martins. Moradora da Maré, Rio de Janeiro, e comunicadora comunitária, Gizele é autora do livro “Militarização e censura - a luta por liberdade de expressão na Favela da Maré”. O outro convidado é o jornalista da UFRJ e doutor em Comunicação e Cultura pela mesma instituição Pedro Barreto. Pós-doutorando do Programa de Pós-Graduação Mídia e Cotidiano pela UFF e coordenador do curso de extensão Mídia, Violência e Direitos Humanos/Nepp-DH, Pedro é também autor do livro "Notícias da pacificação: outro olhar possível em uma realidade em conflito".</p>
<div><span style="font-size: inherit">O debate será mediado pelo pesquisador e professor colaborador do Poscom Guilherme Curi.</span></div>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pesquisadoras da UFSM participam de pesquisa sobre a comunicação da crise da Covid-19</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/11/03/pesquisadoras-da-ufsm-participam-de-pesquisa-sobre-a-comunicacao-da-crise-da-covid-19</link>
				<pubDate>Tue, 03 Nov 2020 20:10:36 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação institucional]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[mídia]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM Frederico Westphalen]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>

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						<description><![CDATA[À convite da Profª. Drª. Andreia Athaydes (FACCAT) representante da European Public Relations Education and Research  (EUPRERA) no Brasil, as professoras do Departamento de Ciências da Comunicação (DECOM)  Drª. Lana D’Ávila Campanella e a Drª. Karen Cristina Kraemer Abreu, que atuam no campus Frederico Westphalen da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), participam das atividades do grupo [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>À convite da Profª. Drª. Andreia Athaydes (FACCAT) representante da <em>European Public Relations Education and Research</em>  (EUPRERA) no Brasil, as professoras do Departamento de Ciências da Comunicação (DECOM)  Drª. Lana D’Ávila Campanella e a Drª. Karen Cristina Kraemer Abreu, que atuam no campus Frederico Westphalen da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), participam das atividades do grupo gestor da pesquisa internacional promovida pela EUPRERA, que busca identificar como os brasileiros percebem as informações midiatizadas sobre a pandemia do Covid-19 no país. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A pesquisa promovida pela EUPRERA está sendo realizada simultaneamente em diversos países, entre eles: China, Turquia, Portugal, Espanha e Eslovênia, além do Brasil. Utilizando-se dos mesmos critérios e questões objetivas, a investigação  visa que os resultados nacionais possam ser comparados posteriormente a fim de identificar como se deu a crise de comunicação governamental da pandemia do coronavírus,  além de compreender as diferentes visões populacionais nos países pesquisados com o intuito de propor futuras melhorias na eficácia das práticas da comunicação.  </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p> A primeira fase da investigação coletou as informações dos dados disponíveis nas Redes Sociais oficiais do governo brasileiro, do Ministério  e dos Ministros da Saúde e do Presidente da República. A segunda busca a compreensão dos modos como a população brasileira, em suas mais diversas características regionais (etnia, renda, localidade, e gênero e sexualidade), percebe as ações governamentais no combate à Covid-19. O <a rel="noreferrer noopener" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf37pntoWRZcSUxN35CJqgf0pfz71a108PvCyqarsOPNJP-9Q/viewform" target="_blank">questionário <em>online</em></a> é anônimo e pode ser respondido por brasileiros maiores de 18 anos. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Além da FACCAT  e da UFSM, outras Instituições de Ensino Superior brasileiras participam desta investigação, como a Universidade Federal do Maranhão (UFMA) e a Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado, de São Paulo (FECAP). A execução das atividades de pesquisa conta com a participação de sete estudantes da Universidade Luterana do Brasil (ULBRA). Há também parceria com a Universidade de Girona, na Espanha, para a aproximação e adequação linguística das perguntas do questionário <em>online,</em> garantindo que perguntas próximas ou idênticas estejam conduzindo na investigação.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>  </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Grupo de Pesquisa EstratO completa cinco anos e apresenta novo projeto</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/10/23/grupo-de-pesquisa-estrato-completa-cinco-anos-e-apresenta-novo-projeto</link>
				<pubDate>Fri, 23 Oct 2020 12:33:35 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação social]]></category>
		<category><![CDATA[estrato]]></category>
		<category><![CDATA[mídia]]></category>
		<category><![CDATA[organizações]]></category>

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						<description><![CDATA[Desde 2015, o Grupo de Pesquisa EstratO atua no estudo, pesquisa e publicação de resultados obtidos a partir de suas investigações sobre mídia, estratégias e organizações. De lá para cá, em cinco anos, passaram pelo grupo mais de 15 alunos, os quais desenvolveram a iniciação científica resultando em livros, artigos em periódicos e participação em [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Desde 2015, o Grupo de Pesquisa EstratO atua no estudo, pesquisa e publicação de resultados obtidos a partir de suas investigações sobre mídia, estratégias e organizações. De lá para cá, em cinco anos, passaram pelo grupo mais de 15 alunos, os quais desenvolveram a iniciação científica resultando em livros, artigos em periódicos e participação em congressos em todo o país.</p>
<p>Diante da pandemia do novo coronavírus, o cenário organizacional sofreu modificações, impondo adaptação e inovação nas formas de comunicação. Do mesmo modo, o Grupo de Pesquisa EstratO também acompanhou a dinamicidade do contexto e ajustou seu planejamento para 2020. Assim, o novo projeto do EstratO, que se trata de uma publicação intitulada #CasesInspiradores: Comunicação na Prática, também vai contar com uma sessão especial, com experiências vividas por profissionais de comunicação diante da crise da Covid-19 no Brasil. A chamada pública de cases será lançada em breve.</p>
<p>Este projeto representa a continuidade do trabalho de pesquisa já realizado, tendo agora como foco a publicação de cases inspiradores em Relações Públicas e Comunicação Organizacional, cujos relatos contarão com a participação de profissionais do mercado, num movimento de aproximação com egressos e sociedade, resultando em um material didático para a sala de aula, para o tensionamento com as teorias.</p>
<p>O objetivo é desenvolver um livro de cases a fim de contribuir com a divulgação do trabalho profissionalizado de comunicação em diferentes regiões do Brasil e com diferentes temas, agregando às práticas de sala de aula. Busca-se também somar à prática de profissionais, tendo o livro como um instrumento de motivação, visibilidade dos trabalhos desenvolvidos nas organizações e <em>benchmarking</em>.</p>
<p>Além do projeto da terceira publicação organizada, o grupo continua atuando na divulgação científica da área e no aperfeiçoamento de seus integrantes. Confira algumas das atividades no <a href="https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/frederico-westphalen/relacoes-publicas/2020/10/22/grupo-de-pesquisa-estrato-completa-5-anos-e-apresenta-novo-projeto/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">site</a>.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>7º Encontro Regional Sul de História da Mídia acontece na próxima semana</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2018/10/17/7o-encontro-regional-sul-de-historia-da-midia-acontece-na-proxima-semana</link>
				<pubDate>Wed, 17 Oct 2018 13:39:32 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Alcar-Sul]]></category>
		<category><![CDATA[CCSH]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação social]]></category>
		<category><![CDATA[mídia]]></category>

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						<description><![CDATA[A direção da Associação Brasileira de Pesquisadores de História da Mídia convida para a cerimônia de abertura do 7º Encontro Regional Sul de História da Mídia (Alcar-Sul), que será realizado no dia 25 de outubro, às 17h30, no Salão Imembuí, prédio da Reitoria, no campus sede. A professora e pesquisadora do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p style="font-weight: 400">A direção da Associação Brasileira de Pesquisadores de História da Mídia convida para a cerimônia de abertura do 7º Encontro Regional Sul de História da Mídia (Alcar-Sul), que será realizado no dia 25 de outubro, às 17h30, no Salão Imembuí, prédio da Reitoria, no campus sede.</p>
<p style="font-weight: 400">A professora e pesquisadora do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Anhembi Morumbi (UAM), Cicília Krohling Peruzzo, vai ministrar a conferência “Comunicação, História e Cidadania no contexto dos trinta anos da Constituição cidadã e cinquenta anos do AI5”.</p>
O 7º Alcar-Sul prossegue até o dia 26. A programação completa do evento está disponível no <a href="https://alcarsul2018.wordpress.com/" target="_blank" rel="noopener">site</a>.
<p style="font-weight: 400"></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>O que as notícias nos contam sobre a cultura gaúcha?</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2018/09/20/o-que-as-noticias-nos-contam-sobre-a-cultura-gaucha</link>
				<pubDate>Thu, 20 Sep 2018 21:21:02 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[cultura gaúcha]]></category>
		<category><![CDATA[diversidade]]></category>
		<category><![CDATA[identidade gaúcha]]></category>
		<category><![CDATA[mídia]]></category>
		<category><![CDATA[preconceito]]></category>
		<category><![CDATA[representação midiática]]></category>

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						<description><![CDATA[O GT CHEGA &#8211; Grupo de Trabalho do Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE), que tem como intuito desenvolver atividades, pesquisas e discussões em prol da ruptura das mais diversas formas de preconceito &#8211; sugeriu ao Núcleo de Divulgação Institucional (NDI/CCNE) um levantamento sobre o preconceito na cultura gaúcha a partir da mídia. Em [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_44645" align="alignleft" width="300"]<img class="wp-image-44645 size-medium" src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2018/09/20180917-sul21_jb_img_0276_06-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /> Acampamento Farroupilha, em Porto Alegre, trouxe senzala (Foto: Juliana Berwanger/Sul21)[/caption]
<p>O GT CHEGA - Grupo de Trabalho do Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE), que tem como intuito desenvolver atividades, pesquisas e discussões em prol da ruptura das mais diversas formas de preconceito - sugeriu ao Núcleo de Divulgação Institucional (NDI/CCNE) um levantamento sobre o preconceito na cultura gaúcha a partir da mídia.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Em uma busca na internet pelo Núcleo de Divulgação Institucional, foram encontradas notícias em portais e sites jornalísticos e uma nota de repúdio em um blog que colocam em questionamento o comportamento gaúcho frente às questões sociais como o preconceito em suas mais diferentes faces:  <a href="https://www.sul21.com.br/ultimas-noticias/geral/2018/09/no-acampamento-farroupilha-piquete-e-alvo-de-criticas-por-reproduzir-senzala/">racismo</a>, <a href="http://mmm-rs.blogspot.com/2018/06/nota-de-repudio-violencia-sexista-em.html">machismo</a> e <a href="http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2014/09/ctg-que-tera-casamento-homoafetivo-e-atingido-por-incendio-no-rs.html">homofobia</a>. Estes textos reforçam a existência de preconceitos que, dentro da cultura gaúcha, vem <a href="https://www.ufsm.br/2018/09/19/outras-vozes-e-perspectivas-do-ser-gaucho/">desde muito cedo</a>.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A Semana Farroupilha, comemorada com entusiasmo durante setembro, reforça uma tradição única, carregada de artifícios fabulosos. Há um tom heróico e viril sobre a figura do gaúcho, e ao passo que fortalece a imagem única do ser gaúcho acaba por excluir outras tantas versões e identidades dos que residem neste estado do pampa brasileiro.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Embora o movimento tradicionalista do Rio Grande do Sul esteja carregado de significados e elementos que o tornam próprio e fazem este ser localizado e reconhecido entre tantos outros movimentos e tradições. Portanto, corroboram na construção de sentidos do que é cultura. O próprio <a href="https://docplayer.com.br/66464277-O-conceito-de-cultura-em-raymond-williams.html">conceito de cultura</a>, postulado por alguns estudiosos que argumentam que a cultura tem a “capacidade de reunir em si ideias distintas, por vezes opostas, como se fosse uma forma consagrada pelo uso comum de apreender relações sociais complexas e contraditórias”. Ou seja, se a cultura pressupõe diversidade, por que as notícias coletadas demonstram justamente a falta de abertura da tradição gaúcha para outros atores e perspectivas plurais?</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Enquanto o preconceito ainda for mascarado por costumes e maneiras de uma tradição, mulheres ainda continuarão a ser subjugadas e vítimas da violência sexista, como relatado em nota de repúdio ao piquete de Esteio, assinada por diversas entidade e publicada no blog <a href="http://mmm-rs.blogspot.com/2018/06/nota-de-repudio-violencia-sexista-em.html">Marcha Mundial das Mulheres do RS</a>. Uma conselheira do movimento foi acusada de sofrer de “falta de mango”. Mango, no vocabulário tradicionalista gaúcho, representa um “relho ou tala de couro cru”, ou seja, uma espécie de artefato para agredir, oprimir ou domesticar.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Enquanto a Semana Farroupilha ainda for utilizada para celebrar a icônica imagem do gaúcho em sua indumentária, os negros continuarão na senzala que não existiu apenas no passado, mas que nos dias atuais ainda é representada e remontada, como <a href="https://www.sul21.com.br/ultimas-noticias/geral/2018/09/no-acampamento-farroupilha-piquete-e-alvo-de-criticas-por-reproduzir-senzala/">noticiou o Sul21</a> nesta segunda (17).</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Enquanto homossexuais que integram o movimento tradicionalista forem apenas tolerados e não aceitos dentro da cultura gaúcha, provavelmente CTGs voltarão a ser <a href="http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2014/09/ctg-que-tera-casamento-homoafetivo-e-atingido-por-incendio-no-rs.html">incendiados</a> pelos intolerantes, como apresentou notícia do G1, de 2014.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Apesar das inúmeras problemáticas na cultura sul-rio-grandense, existem esforços para evoluir a tradição. Sendo assim, quando buscamos formas de colocar em evidência grupos sociais deslocados no seu próprio território, como fez a cantora tradicionalista e jornalista Shanna Müller ao questionar o machismo na música nativista, ou como fez o Festival Porongos ao celebrar a música negra independente e de resistência.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Também questionamos a partir de estudos científicos, a exemplo da dissertação “<a href="http://w3.ufsm.br/ppggeo/images/dissertacoes/dissertacoes_2017/Dissertao%20de%20Mestrado%20-%20dipo%20-%20%20PPGGeo%20-%20Margem%20Espelho.pdf"><em>Homossexualidade</em> </a><em><a href="http://w3.ufsm.br/ppggeo/images/dissertacoes/dissertacoes_2017/Dissertao%20de%20Mestrado%20-%20dipo%20-%20%20PPGGeo%20-%20Margem%20Espelho.pdf">na territorialidade tradicionalista gaúcha</a></em>”, do pesquisador Édipo Djavan, do Programação de Pós-Graduação em Geografia, sob orientação do professor Benhur Costa. Ou por meio de  produções universitárias, como o documentário <em>“Representatividade nos espaços tradicionalistas”</em>, feito por acadêmicos Produção Editorial, sob a orientação da professora Aline Dalmolin.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Estamos, assim, dando um passo em direção ao futuro e transformando a cultura gaúcha no que ela deve ser de fato: harmônica em todas as suas ideias, distinções, cores, formas e gêneros.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Texto: J. Antônio de S. Buere Filho, acadêmico de Produção Editorial e bolsista do Núcleo de Divulgação do CCNE</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Edição: Wellington Gonçalves, relações públicas do Núcleo de Divulgação do CCNE</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Revisão final: Maurício Dias</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<!-- wp:paragraph --><!-- /wp:paragraph -->
<p>Assista a seguir ao documentário <em>Representatividade nos Espaços Tradicionalistas</em>, feito na disciplina de Produção Editorial em Mídia Audiovisual</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/PbkL4WlEAC0" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<!-- wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Cadernos de Comunicação fará Número Especial sobre tragédia de Santa Maria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2018/09/20/cadernos-de-comunicacao-faz-dossie-tematico-sobre-tragedia-de-santa-maria</link>
				<pubDate>Thu, 20 Sep 2018 17:04:09 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[boate kiss]]></category>
		<category><![CDATA[cadernos de comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[mídia]]></category>
		<category><![CDATA[poscom]]></category>
		<category><![CDATA[tragédia de santa maria]]></category>

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						<description><![CDATA[O periódico Cadernos de Comunicação, publicação ligada ao Programa de Pós-Graduação em Comunicação (POSCOM), fará número especial sobre a tragédia de Santa Maria. Os interessados podem submeter artigos, em conformidade com as normas da revista, pelo sistema online, até o dia 11 de novembro. A seguir confira o texto da professora Ada Machado da Silveira, editora [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>O periódico <a href="https://periodicos.ufsm.br/ccomunicacao">Cadernos de Comunicação</a>, publicação ligada ao Programa de Pós-Graduação em Comunicação (POSCOM), fará número especial sobre a tragédia de Santa Maria. Os interessados podem submeter artigos, em conformidade com as normas da revista, pelo sistema online, até o dia 11 de novembro. A seguir confira o texto da professora Ada Machado da Silveira, editora convidada, com a chamada de artigos para a edição de janeiro de 2019.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Chamada de artigos: Número Especial Tragédia de Santa Maria – Múltiplas Miradas (Edição janeiro de 2019)</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Os acontecimentos decorrentes do incêndio na Boate Kiss, ocorrido em 27 de janeiro de 2013 em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, têm reclamado distintas abordagens. Superando traumas, envolvimentos passionais e aspectos pessoais, a comunidade de pesquisadores vem produzindo reflexões nas mais distintas áreas. Desde as abordagens sobre mobilização social e debate público, ou a atenção imediata às vítimas e seus familiares por profissionais de saúde, muitos trabalhos trazem à tona a miríade de preocupações atinentes a uma catástrofe de tais proporções.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Pensamos em construir um dossiê que apresente a variedade de temas convocados pelo tema:</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>-       aspectos articulados em torno da preocupações como sociedade, cultura,  mídia e memória;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>-       análises que envolvam noções do debate político, agentes públicos, segurança pública e convocação das forças armadas;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>-       biopolítica, proteção do consumidor e direito civil;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>-       abordagens em torno às atividades profissionais de saúde pública, saúde mental e outras;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>-       protocolos de emergência nos mais diversos setores, públicos e privados;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>-       noções mobilizadas em torno à formação de adolescentes e de jovens, ou formação de professores;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>-       reflexões sobre o sentido do trágico, felicidade, vida e morte na sociedade contemporânea;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>-       entretenimento, políticas para a juventude e expectativas sociais.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A diversidade de temas pode extrapolar nossa capacidade de apontá-las num presente momento e entendemos que sua variedade expressa as múltiplas dimensões convocadas pelo tema. Ademais de todas serem bem-vindas, e adequadamente avaliadas por um Comitê Editorial, registramos a finalidade de compor um dossiê plural e qualificado que dê conta de aspectos variados em torno aos dramáticos acontecimentos. A edição do Dossiê Tragédia de Santa Maria – Múltiplas Miradas busca atender ao premente desafio de refletir sobre as circunstâncias que vitimaram 242 pessoas, deixaram sequelas em outras 630 pessoas e, mais que tudo, abalaram os fundamentos da vida social.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>As submissões serão recebidas até a data de 10 de novembro no sistema online de Cadernos de Comunicação, em conformidade aos termos dispostos em Orientação aos autores.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Ada C. Machado da Silveira, editora convidada de Cadernos de Comunicação</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
					</channel>
        </rss>
        