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				<title>Pesquisadores da UFSM e da Colômbia lançam e-book sobre jornalismo e memória</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/12/19/pesquisadores-da-ufsm-e-da-colombia-lancam-e-book-sobre-jornalismo-e-memoria</link>
				<pubDate>Fri, 19 Dec 2025 11:10:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCSH]]></category>
		<category><![CDATA[colômbia]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação social]]></category>
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						<description><![CDATA[Obra reúne textos em português e em espanhol e está disponível no site da Editora Facos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p style="text-align: left">O milpa – laboratório de jornalismo (CNPQ/UFSM) lançou, nesta semana, o e-book "Jornalismo e memória: escrituras possíveis, lugares (in)comuns". A publicação reúne capítulos assinados por pesquisadores brasileiros e colombianos dedicados ao estudo das relações entre a prática jornalística e a produção da memória coletiva e individual. O e-book traz textos em espanhol e em português, tem acesso aberto e está <a href="https://www.ufsm.br/editoras/facos/jornalismo-e-memoria-escrituras-possiveis-lugares-incomuns" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.ufsm.br/editoras/facos/jornalismo-e-memoria-escrituras-possiveis-lugares-incomuns&amp;source=gmail&amp;ust=1766224318059000&amp;usg=AOvVaw3S1pSf4te18m6JIG0ZhwA3">disponível no site da Editora Facos-UFSM</a>.</p>
<p>Os nove textos da coletânea são convites à reflexão sobre distintas práticas de pesquisa e procuram fomentar o diálogo de saberes na América Latina. Ao aproximar realidades dos dois países, o e-book proporciona o contato com as tarefas do jornalismo quando observado em realidades sociais complexas e em território cujas feridas ainda pulsam no imaginário e na realidade social.</p>
<p>O projeto de pesquisa, do qual este livro é um dos produtos finais, é uma investigação nascida em solo colombiano, no contato com intensas experiências jornalísticas e de narrativa do conflito. Em sua fase final, a investigação “Escrituras possíveis, lugares (in)comuns: saberes, sujeitos e compreensões sobre o jornalismo narrativo latino-americano”, contou com apoio financeiro do edital 07/2024 da Capes, por meio do Programa Move La America, que proporcionou a vinda do doutorando Amaury Núñez González, da UdeA, para o doutorado sanduíche na UFSM, além de Auxílio Pesquisador Orientador, fomentando ações no escopo do projeto, em especial a realização do Simpósio Internacional Jornalismo e Memória, em maio e em junho de 2025, cujas intervenções e debates motivaram a elaboração dos textos presentes na obra.</p>
<p>A organização do livro é do professor Reges Schwaab (Poscom/UFSM) e dos doutorandos Amaury Núñez González (UdeA/Colômbia) e Wellington Hack (UFSM). Assinam os textos os pesquisadores Jorge Bonilla, Raúl Hernando Osorio Varga, Amaury Núñez González, da Colômbia; Angela Zamin, Marta Maia, Carlos Augusto Pereira dos Santos Júnior, María José Gonzalez Piris, Jorge Ijuim, Hila Rodrigues, Helena Paz de Andrade Pessoa, Felipe Adam, Josué Gris, Micael Olegário, Júlia Petenon e Reges Schwaab, do Brasil.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>milpa lança e-book sobre Jornalismo e Memória</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/milpa/2025/12/17/milpa-lanca-e-book-sobre-jornalismo-e-memoria</link>
				<pubDate>Thu, 18 Dec 2025 00:38:55 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[milpa]]></category>
		<category><![CDATA[poscom]]></category>
		<category><![CDATA[Produção Acadêmica]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/laboratorios/milpa/?p=184</guid>
						<description><![CDATA[A obra reúne contribuições de pesquisadores brasileiros e colombianos O milpa &#8211; laboratório de jornalismo (CNPQ/UFSM) lançou, nesta semana, o e-book Jornalismo e memória: escrituras possíveis, lugares (in)comuns. A publicação reúne capítulos assinados por pesquisadores brasileiros e colombianos dedicados ao estudo das relações entre a prática jornalística e a produção da memória coletiva e individual. [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p><em>A obra reúne contribuições de pesquisadores brasileiros e colombianos</em></p>
<p><!-- /wp:paragraph --><!-- wp:tadv/classic-paragraph --></p>
<p>O <b>milpa - laboratório de jornalismo</b> (CNPQ/UFSM) lançou, nesta semana, o e-book <b>Jornalismo e memória: escrituras possíveis, lugares (in)comuns</b>. A publicação reúne capítulos assinados por pesquisadores brasileiros e colombianos dedicados ao estudo das relações entre a prática jornalística e a produção da memória coletiva e individual. O e-book traz textos em espanhol e em português, tem acesso aberto e <a href="https://www.ufsm.br/editoras/facos/jornalismo-e-memoria-escrituras-possiveis-lugares-incomuns" target="_blank" rel="noopener">está disponível no site da Editora FACOS-UFSM</a>.</p>
<p>Os nove textos da coletânea (veja lista a seguir) são convites à reflexão sobre distintas práticas de pesquisa e procuram fomentar o diálogo de saberes na América Latina. Ao aproximar realidades dos dois países, o e-book proporciona o contato com as tarefas do jornalismo quando observado em realidades sociais complexas e em território cujas feridas ainda pulsam no imaginário e na realidade social. </p>
<p>O projeto de pesquisa, do qual este livro é um dos produtos finais, é uma investigação nascida em solo colombiano, no contato com intensas experiências jornalísticas e de narrativa do conflito. Em sua fase final, a investigação “Escrituras possíveis, lugares (in)comuns: saberes, sujeitos e compreensões sobre o jornalismo narrativo latino-americano”, contou com apoio financeiro do edital 07/2024 da Capes, por meio do <i>Programa Move La America</i>, que proporcionou a vinda do doutorando Amaury Núñez González, da UdeA, para o doutorado sanduíche na UFSM, além de Auxílio Pesquisador Orientador, fomentando ações no escopo do projeto, em especial a realização do <i>Simpósio Internacional Jornalismo e Memória</i>, em maio e em junho de 2025, cujas intervenções e debates motivaram a elaboração dos textos presentes na obra.</p>
<p>A organização do livro é do professor Reges Schwaab (POSCOM/UFSM) e dos doutorandos Amaury Núñez González (UdeA/Colômbia) e Wellington Hack (UFSM). Assinam os textos os pesquisadores Jorge Bonilla, Raúl Hernando Osorio Vargas, Amaury Núñez González, da Colômbia; Angela Zamin, Marta Maia, Carlos Augusto Pereira dos Santos Júnior, María José Gonzalez Piris, Jorge Ijuim, Hila Rodrigues, Helena Paz de Andrade Pessoa, Felipe Adam, Josué Gris, Micael Olegário, Júlia Petenon e Reges Schwaab, do Brasil.</p>
<p><!-- /wp:tadv/classic-paragraph --></p>		
														<a href="https://www.ufsm.br/editoras/facos/jornalismo-e-memoria-escrituras-possiveis-lugares-incomuns" target="_blank">
							<img width="1024" height="577" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/930/2025/12/divulga_ebook-1024x577.jpg" alt="" />								</a>
		<p><strong>Informações técnicas:</strong></p>
<p style="padding-left: 40px">GONZÁLEZ, Amaury Nuñez; SCHWAAB, Reges; HACK, Wellington (orgs.). <strong>Jornalismo e memória</strong>: escrituras possíveis, lugares (in)comuns. Santa Maria, RS : FACOS-UFSM, 2025.</p>
<p style="padding-left: 40px"><strong>ISBN</strong> 978-65-5773-110-9</p>
<hr />
<p><!-- /wp:tadv/classic-paragraph --><!-- wp:tadv/classic-paragraph --></p>
<p><strong>Capítulos, autoras e autores:</strong></p>
<ul>
<li>La iconografia del conflicto: imagenes, memoria y atrocidad - <strong>Jorge Ivan Bonilla</strong> (Universidad Eafit/Colômbia)</li>
<li>Residencia en la transnarrativa: viajes transmodernos… sujetos y personas en tránsito - <strong>Raúl Hernando Osorio Vargas</strong> (UdeA/Colômbia)</li>
<li>Narrativas de la memoria: procesos creativos y formatos innovadores en la representación del pasado - <strong>Amaury Núñez González</strong> (UdeA/Colômbia)</li>
<li>Periodistas por las veredas del dolor - <strong>Angela Zamin</strong> (UFSM/Brasil)</li>
<li>Narrativas do jornalismo de posição contra o esquecimento: memória e testemunho sobre a ditadura - <strong>Marta R. Maia</strong> (UFOP/Brasil) e <strong>Carlos Augusto Pereira dos Santos Júnior</strong> (UFF/Brasil)</li>
<li>O Memoricídio e a ressurreição de Nísia Floresta: a autora, escritora, jornalista, tradutora, educadora não pode ser esquecida - <strong>María José Gonzalez Piris</strong>  e <strong>Jorge Ijuim</strong> (UFSC/Brasil)</li>
<li>Entre notícias e assombrações: jornalismo e memória em Mariana - <strong>Hila Rodrigues</strong> e <strong>Helena Paz de Andrade Pessoa</strong> (UFOP/Brasil)</li>
<li>Vozes inaudíveis: a invisibilidade feminina nas biografias publicadas no Brasil (1990-2020) - <strong>Felipe Adam</strong> (UFPel/Brasil)</li>
<li>Gestos, contextos e memórias do narrar de jornalistas brasileiros em reportagens do Prêmio Gabo (2013-2023) - <strong>Josué Gris</strong>, <strong>Micael Olegário</strong>,<strong> Júlia Petenon</strong>,<strong> Reges Schwaab</strong> (UFSM/Brasil)</li>
</ul>		
					<a href="https://www.ufsm.br/editoras/facos/jornalismo-e-memoria-escrituras-possiveis-lugares-incomuns" target="_blank">
									Clique aqui para acesso gratuito ao e-book
					</a>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Integrante do milpa participa de cobertura jornalística da COP30 em Belém</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/milpa/2025/11/11/integrante-do-milpa-participa-de-cobertura-jornalistica-da-cop30-em-belem</link>
				<pubDate>Tue, 11 Nov 2025 11:53:22 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[milpa]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/laboratorios/milpa/?p=182</guid>
						<description><![CDATA[O jornalista e integrante do milpa &#8211; laboratório de jornalismo (CNPq/UFSM), Micael dos Santos Olegário, participa neste mês de novembro da cobertura jornalística da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30), em Belém (PA). Micael é mestrando no Programa de Pós-graduação em Comunicação (Poscom) e pesquisa sobre práxis comunicativa e jornalismo socioambiental. De [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/930/2025/11/micael_COP_30-1024x768.jpeg" alt="" />													
		<p>O jornalista e integrante do <b>milpa - laboratório de jornalismo</b> (CNPq/UFSM), Micael dos Santos Olegário, participa neste mês de novembro da cobertura jornalística da <b>Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30)</b>, em Belém (PA). Micael é mestrando no <b>Programa de Pós-graduação em Comunicação (Poscom)</b> e pesquisa sobre práxis comunicativa e jornalismo socioambiental.</p>
<p>De 10 a 21 de novembro, a COP30 reúne diversas lideranças globais para discutir alternativas para lidar com a crise climática. Esta é a primeira vez que o encontro acontece no Brasil, na Amazônia. Repórter do <a href="https://projetocolabora.com.br/colabora-na-cop30/" target="_blank" rel="noopener">#Colabora - Jornalismo Sustentável</a><b>, </b>Micael atuará na cobertura da conferência, com foco na escuta de pessoas e comunidades já atingidas pelas mudanças climáticas. </p>
<p>O jornalista ficará na <a href="https://projetocolabora.com.br/ods17/colabora-se-junta-a-20-veiculos-em-alianca-inedita-de-cobertura-na-cop30/"><b>Casa do Jornalismo Socioambiental</b></a>, espaço que vai hospedar jornalistas de diferentes estados do Brasil. A iniciativa é uma parceria entre <b>21 veículos de comunicação</b>, entre eles, o #Colabora. O local também contará com uma programação de atividades sobre <strong>j</strong><b>ornalismo e temas socioambientais</b>, além de lançamentos de relatórios, ferramentas e outros produtos para a imprensa e a sociedade civil.</p>
<p>Natural de Caibaté (RS), no interior do Rio Grande do Sul, Micael se formou em jornalismo pela <b>Universidade Federal do Pampa (Unipampa)</b> e ingressou no mestrado em 2024.</p>		
					<a href="https://projetocolabora.com.br/author/micael-olegario/">
									COP 30 | Leia as reportagens produzidas por Micael Olegário direto de Belém
					</a>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Coordenador do milpa integra júri do 47.º Prêmio Vladimir Herzog</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/milpa/2025/11/06/coordenador-do-milpa-integra-juri-do-47-o-premio-vladimir-herzog</link>
				<pubDate>Thu, 06 Nov 2025 19:56:17 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[milpa]]></category>
		<category><![CDATA[Premiação]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio Vladimir Herzog]]></category>
		<category><![CDATA[PVH]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/laboratorios/milpa/?p=177</guid>
						<description><![CDATA[Reges Schwaab atuou na categoria Produção Jornalística em Áudio]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O professor do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Santa Maria (Poscom/UFSM) e coordenador do<i> milpa – laboratório de jornalismo</i> (CNPq/UFSM), Reges Schwaab, compôs o júri do 47.º Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos (PVH). Ele atuou na categoria Produção Jornalística em Áudio, cujo trabalho premiado foi a audiossérie <a href="https://premiovladimirherzog.org/dois-mundos-1o-episodio/">Dois Mundos</a>, de Vinicius Sassine, Raphael Concli, Daniel Castro, Gustavo Simon e Magê Flores, publicada pela Folha de S. Paulo. A solenidade de premiação aconteceu em 27 de outubro de 2025, em São Paulo, seguida de uma roda de conversa com os vencedores, registrada no canal <a href="https://www.youtube.com/watch?v=3QPJjSgHOwU">@tvpuc do Youtube</a>.</p><p>O júri responsável pela seleção dos finalistas foi formado por 58 convidados. Em Sessão Pública de Julgamento realizada em 7 de outubro, a Comissão Organizadora elegeu os vencedores. O prêmio reconhece jornalistas, repórteres fotográficos e artistas que atuam na defesa da democracia, da paz, da justiça e dos direitos humanos. Nesta edição, foram recebidas quase 500 inscrições, divididas em oito categorias: texto, vídeo, áudio, multimídia, fotografia, arte e livro-reportagem. As produções premiadas podem ser conferidas no <a href="https://premiovladimirherzog.org/">site do PVH</a>.</p><p>O evento de 2025 também marcou os 50 anos do assassinato de Vlado, patrono do prêmio. No cronograma, em 25 de outubro, foi realizado um ato inter-religioso em memória do jornalista e de todas as vítimas da ditadura militar. No dia seguinte, 26 de outubro, foi inaugurado o Calçadão do Reconhecimento, que projeta a aplicação de quase dois mil tijolos gravados com o nome de cada um dos vencedores do PVH ao longo de suas edições.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Simpósio internacional debate jornalismo e memória</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/05/22/simposio-internacional-debate-jornalismo-e-memoria</link>
				<pubDate>Thu, 22 May 2025 17:14:40 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[memoria]]></category>
		<category><![CDATA[milpa]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=69247</guid>
						<description><![CDATA[Evento promovido pelo laboratório milpa terá formato híbrido, participação de pesquisadores do Brasil e da Colômbia e emissão de certificado para inscritos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>Tem início na próxima terça-feira, 27 de maio, o Simpósio Internacional <em data-start="567" data-end="609">Escrituras Possíveis, Lugares (In)comuns</em>, promovido pelo milpa – laboratório de jornalismo (CNPq/UFSM), vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Comunicação (POSCOM/UFSM). O evento será realizado em formato híbrido e integra as ações de uma bolsa de investigação financiada pelo Programa Move La America, da CAPES (Edital nº 07/2024). As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo<a href="https://www.ufsm.br/laboratorios/milpa/eventos/https-ufsm-br-eventos-escrituraspossiveis"> site do milpa</a>.</p>
<p data-start="973" data-end="1402">Esta edição do Simpósio reunirá pesquisadores do Brasil e da Colômbia dedicados à prática e à pesquisa acadêmica nas áreas de jornalismo, memória e narrativas. Os encontros ocorrerão sempre às 17h (horário de Brasília; 15h no horário da Colômbia). Além das atividades remotas, o evento contará com uma palestra híbrida no dia 1.º de julho, ministrada pelo doutorando Amaury Nuñez González, da Universidad de Antioquia (Colômbia).</p>
<p data-start="1404" data-end="1864">Os participantes poderão acompanhar todos os encontros ou apenas alguns. Os links de acesso às salas virtuais serão enviados por e-mail aos inscritos com até uma hora de antecedência de cada atividade. A certificação será concedida mediante confirmação de presença, e os certificados digitais estarão disponíveis em até 48 horas após o último encontro, no dia 1.º de julho. Dúvidas ou informações adicionais podem ser encaminhadas para o e-mail: <a class="cursor-pointer" rel="noopener" data-start="1850" data-end="1863">milpa@ufsm.br</a>.</p>
<div><b>PROGRAMAÇÃO</b><br /><br />Momento 1 | 27 de maio | 17h | Remoto<br />Tema: A iconografia do conflito: imagens, memória e ética | La iconografia del conflicto: imagenes, memoria y ética<br />Convidado: Prof. Dr. Jorge Ivan Bonilla – Universidad Eafit/Colômbia<br />Professor do Departamento de Comunicação da Universidade EAFIT, em Medellín. Doutor em Ciências Humanas e Sociais pela Universidade Nacional da Colômbia. Mestre  em Comunicação pela Pontifícia Universidade Javeriana e Comunicador Social: Jornalista pela Pontifícia Universidade Bolivariana.<br />Mediação: Doutorando Amaury Nuñez González<br /><br /></div>
<div>Momento 2 | 5 de junho | 17h | Remoto<br />Tema: O jornalismo e seus trabalhos pela memória | El periodismo y sus trabajos por la memoria<br />Convidada: Profa. Dra. Patricia Nieto – Universidad de Antioquia/Colômbia<br />Professora da Faculdade de Comunicação e Filologia da Universidade de Antioquia (Medellín). Doutora em Comunicação, Jornalista e mestre em Ciência Política. Autora de livros que versam sobre memória e conflito armado na Colômbia, como “Os Escolhidos”, “O Céu Não Me Abandona”, “Jamais Esquecerei Seu Nome”, “Onde Pisei, a Grama Ainda Cresce”, os três últimos escritos com vítimas do conflito. Ganhadora do Prêmio Nacional Simón Bolívar e do Prêmio Nacional de Cultura. Diretora do projeto Hacemos Memoria.<br />Mediação: Prof. Dr. Reges Schwaab (POSCOM/Universidade Federal de Santa Maria)<br /><br />Momento 3 | 26 de junho| 17h | Remoto<br />Tema: Oratura e metodologias do jornalismo | Oratura y metodologías del periodismo<br />Convidado: Prof. Dr. Raúl Hernando Osório Vargas – Universidad de Antioquia/Colômbia<br />Professor da Faculdade de Comunicação e Filologia da Universidade de Antioquia. Doutor e mestre em Comunicação pela ECA-USP (Brasil) e graduado em Comunicação Social pela Universidade Jorge Tadeo Lozano de Bogotá . Autor de “El reportaje como metodología del periodismo: una polifonía de saberes”.<br />Mediação: Doutorando Wellington Felipe Hack (POSCOM/UFSM)<br /><br />Momento 4 | 1 de julho | 14h | Híbrido (Auditório CCSH – Prédio 74C – 2º andar  + Google Meet)<br />Tema: Narrativas da memória: processos criativos e formatos inovadores na representação do passado | Narrativas de la memoria: procesos creativos y formatos innovadores en la representación del pasado<br />Convidado: Doutorando Amaury Nuñez González – Universidad de Antioquia/Colômbia<br />Universidad de Antioquia/Colômbia, bolsista Capes Doutorado Sanduíche no POSCOM/UFSM pelo programa Move La América/Capes<br />Mediação: Doutorando Wellington Felipe Hack (POSCOM/UFSM)</div>
<div> </div>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>ENTREVISTA: Professores do Poscom abordam o desastre ambiental no Rio Grande do Sul pela perspectiva do jornalismo e da pesquisa em comunicação</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/poscom/2024/05/28/entrevista-professores-do-poscom-abordam-o-desastre-ambiental-no-rio-grande-do-sul-pela-perspectiva-do-jornalismo-e-da-pesquisa-em-comunicacao</link>
				<pubDate>Tue, 28 May 2024 20:38:12 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ejor]]></category>
		<category><![CDATA[grupos]]></category>
		<category><![CDATA[milpa]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/poscom/?p=3437</guid>
						<description><![CDATA[Márcia Franz Amaral e Reges Schwaab discutem os papéis, as possibilidades, os convites e os desafios de pesquisa diante da conjuntura atual]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O Rio Grande do Sul (RS) atravessa o maior desastre ambiental de sua história, completando, nesta semana, um mês de consequências devastadoras relativas às chuvas fortes, alagamentos e inundações. Segundo <a href="https://defesacivil.rs.gov.br/defesa-civil-atualiza-balanco-das-enchentes-no-rs-28-5-9h">dados atualizados da Defesa Civil do RS</a>, até o momento foram contabilizados 469 municípios afetados, resultando em 169 óbitos, 53 desaparecimentos, 806 feridos, 48.789 pessoas em abrigos, 581.638 desalojados e 2.345.400 afetados. Nesse cenário, estão atuando um efetivo de 28.181 pessoas, 4.046 viaturas, 208 embarcações e 14 aeronaves. Este mega acontecimento estadual, que toma proporções de discussão nacionais e, no contexto acadêmico e comunicacional, internacionais, denuncia a necessidade inadiável de colocar a temática socioambiental em evidência.</p><p>No Programa de Pós-Graduação em Comunicação (Poscom) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), há docentes cuja trajetória de pesquisa é atravessada por esse tema há cerca de 20 anos. A fim de discutir o papel do jornalismo e da comunicação diante da conjuntura atual, bem como as possibilidades de trabalho conjunto entre jornalistas, comunicadores e cientistas, os convites de pesquisa que emergem nesse contexto e os principais desafios projetados aos pesquisadores ao tratar do assunto, foram entrevistados <b>Márcia Franz Amaral</b> e <b>Reges Schwaab</b>.</p><p><img src="https://media-gru2-2.cdn.whatsapp.net/v/t61.24694-24/251073246_1754393111398232_7038662724275717288_n.jpg?ccb=11-4&amp;oh=01_Q5AaIOvvLXh1PlrT3W-IW6JSzHpY-lPc6BOyzaArV7FriTH-&amp;oe=66636336&amp;_nc_sid=e6ed6c&amp;_nc_cat=105" width="135" height="135" /></p><p>Márcia é professora do Departamento de Ciências da Comunicação e do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Santa Maria. É vice-líder do<i> EJOR - Grupo de Estudos em Jornalismo</i> (CNPq/UFSM). Foi professora visitante da Universidad Rey Juan Carlos, na Espanha, e realizou pós-doutorado em Comunicação na Universitat Pompeu Fabra, também na Espanha. Atua na área de Comunicação, com ênfase em discurso jornalístico, jornalismo popular, sensacionalismo, jornalismo e emoção, e cobertura de catástrofes e desastres.</p><p><img src="https://media-gru2-2.cdn.whatsapp.net/v/t61.24694-24/422523814_771032454872007_1331548210715243720_n.jpg?ccb=11-4&amp;oh=01_Q5AaIKQ2d-8rMdrREbqKjIFgXr1ihS5K7Y8fxcUByaAvCqO6&amp;oe=666335BF&amp;_nc_sid=e6ed6c&amp;_nc_cat=101" width="135" height="135" /></p><p>Reges é professor do Departamento de Ciências da Comunicação e do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Santa Maria, atuando no campus de Frederico Westphalen (RS). É líder do<i> milpa - laboratório de jornalismo </i>(CNPq/UFSM). Dirige o podcast <i>Palavra Terra</i>. Realizou pós-doutorado em Comunicação na Universidad de Antioquia, na Colômbia. Atua na área de Comunicação, com ênfase em jornalismo, antropoceno, problemáticas socioambientais, método de reportagem, narrativa e discurso midiático.</p><p> </p><p><b>ANNA JÚLIA: Como você descreve o papel do jornalismo/da comunicação diante da tragédia climática que observamos no RS?</b></p><p><b>MÁRCIA: </b>Eu prefiro trabalhar com esta sucessão de acontecimentos que vivemos no RS na chave do termo <i>desastre</i>, numa dimensão não só climática, mas também socioambiental. Me embaso em alguns aportes da Sociologia dos Desastres, pois o termo <i>tragédia </i>está muito associado com uma dimensão do inevitável. Entretanto, é preciso dizer que o termo <i>desastre </i>é também bastante limitado, porque ele se denomina epicentro de um entorno complexo e deve ser tratado no escopo de largos processos sociais.</p><p><b>Podemos afirmar que um desastre é sempre multicausal. O desastre que vivemos é o encontro de eventos extremos com vulnerabilidades e abriga uma sucessão de crises agravadas por  problemas sociais cronificados. Assim, um desastre surge sempre pelos seus impactos, mas ele nunca começa quando eclode. </b> São várias camadas de questões de diferentes ordens que requerem abordagens múltiplas. E, ademais, outras  crises virão após o ápice do desastre, evidenciando o quanto nossa sociedade é frágil e o quanto tem fracassado em diferentes aspectos.<b> O desastre é climático, mas é também uma crise de modelos de desenvolvimento.</b> <b>Neste mega acontecimento, a sociedade, de costas para a ciência, foi empurrada a entender subitamente que há extremos de clima e de tempo intensificados e mais frequentes que, ao se encontrarem com extremos de outras ordens, eclodem crises imensas. </b></p><p>Neste momento avassalador, o jornalismo é refém dos acontecimentos e das fontes que já estão previamente organizadas e treinadas para reproduzir suas visões de mundo. A informação ao vivo e as imagens cinematográficas que podem salvar vidas são as mesmas que geram comoção e espetáculo. Compassada com a emergência, a apuração da cobertura em tempo real é sempre um tanto deficiente, pois é sincrônica, ou seja, realizada a partir de informações que chegam muito fragmentadas. Num segundo momento após o estalido da crise, temos a cobertura das ações de solidariedade que são fundamentais, mas de alguma maneira também são catárticas e paralisam a crise no tempo. Muitas coberturas de desastres tradicionalmente se encerram neste momento. Não será o caso do desastre no RS, em função de ser um mega acontecimento. <b>Assim, o jornalismo precisa manter esta discussão viva.</b></p><p>É com muita dificuldade que o jornalismo consegue operar em outras dimensões, mais especificamente, no “antes” e no “depois” do acontecido. E é justamente aí que está sua potência. Comunicar riscos que são invisíveis, identificar vulnerabilidades sem “ganchos” aparentes e acompanhar o desenrolar da vida das pessoas afetadas por um largo período de tempo e, mais, fazer um jornalismo de precaução, buscando evitar o próximo desastre, são grandes desafios. O problema é que essas necessidades subvertem as lógicas jornalísticas a que estamos acostumados, pois o jornalismo é pautado pelo factual e por critérios de noticiabilidade que precisam ser superados. <b>Precisamos desnaturalizar os problemas sociais crônicos e considerarmos que a as questões ambientais e a visão antecipada dos riscos climáticos integram as exigências de um jornalismo que faça a diferença. </b></p><p><b>REGES: </b>Um primeiro papel é a cobertura imediata, com ética e com a perspectiva de orientação e de prestação de serviços. O trabalho jornalístico bem feito tem a capacidade de ajudar nas ações imediatas e dar a correta dimensão do que está acontecendo. Gradativamente, vemos a necessidade de começar a buscar o contexto e as explicações. Esse é um papel fundamental, o coração da prática jornalística, ou seja, a apuração precisa, completa e capaz de oferecer interpretações sem simplificar as questões ou negar as suas complexidades.<b> Um acontecimento como o que temos presenciado no RS, que terá duras consequências, requer uma leitura que articule o social, o político, o econômico, o cultural, todos, inevitavelmente, atravessados pelo ambiental. No atual cenário, o jornalismo precisa ser interpretativo, precisa mostrar conexões e ser plural.</b></p><p>Talvez a gente acabe percebendo, em um acontecimento como este – que é difícil classificar como <i>desastre</i>, como <i>tragédia</i>, ou qualquer um desses nomes –, que estamos diante de algo que não se esgota, que talvez não passe, no sentido de que volte a se repetir em diferentes intensidades. Ou seja, estamos diante de um tipo de acontecimento, nesse contexto climático, que é multifacetado, com muitas camadas e diversos fatores que o desencadeiam. Ao mesmo tempo, ele tem consequências difíceis de mensurar, pois parte delas está relacionada a sérias questões sociais que já enfrentamos há muito tempo. É algo que inclusive se mostra mais complexo e até transcende a ideia de uma leitura socioambiental. Isto é, estamos diante de múltiplos fatores que, com intensidades variáveis, vão fazer com que esse tipo de fenômeno se replique e chegue nesses pontos extremos. <b>Então, estamos sendo lembrados, quando olhamos para um acontecimento tão difícil, tão duro nas suas consequências, que precisamos passar a operar dentro de outro tipo de paradigma.</b></p><p> </p><p><b>ANNA JÚLIA: Como jornalistas/comunicadores e cientistas podem trabalhar juntos para melhorar a comunicação sobre questões ambientais emergentes?</b></p><p><b>REGES:</b> No jornalismo, especialmente, a gente precisa de uma formação que incorpore uma visão transversal atravessada pelas questões sociais e ambientais que trazem a necessidade de compreensão de campos como os direitos humanos, os direitos da terra, os direitos dos animais, a justiça climática e os elementos das chaves de leitura interseccional.<b> Então, as questões de raça, de gênero e de classe, a perspectiva da vulnerabilidade, das pessoas e de outras formas de vida, são elementos aos quais a gente não pode negar o protagonismo para que seja possível produzir algo relevante narrativamente</b>. Ou seja, nós precisamos atuar muito fortemente no diálogo, na mediação dessas distintas maneiras de habitar o mundo. Nós precisamos ser abertos a diferentes narrativas e para isso precisamos reorientar o nosso olhar e a nossa escuta na consideração daquilo que é necessário para entender qual é esta Terra que a gente habita hoje, o que está acontecendo efetivamente, compreendendo que esse cenário de extremos talvez não possibilite que haja um tipo de solução única. </p><p><b>Atuar no sentido de uma lógica de diálogo social, de mediação dessa conversa, é algo que vai exigir muito do jornalismo, ainda mais dentro de outros cenários que hoje se colocam, como grandes disputas em relação a entendimentos políticos e discursivos sobre o que estamos vivendo</b>. Então, incorporar outros vocabulários, entender o que significa um planeta em emergência climática e que há um atravessamento muito sério em relação às consequências do que tem acontecido quando a gente olha pela lógica da vulnerabilidade de parte da vida humana e de parte também dos não humanos, significa compreender que é necessário uma atitude realmente muito pensada e que é preciso ter clareza em relação à motivação de porque nós fazemos jornalismo e de porque nós fazemos comunicação num mundo como esse.</p><p><b>MÁRCIA:</b> A precarização do trabalho jornalístico é um ponto que não pode ser esquecido, visto que muitas vezes sabemos o que é preciso ser feito, mas uma cobertura mais sistemática e profunda é inviável nas condições atuais de trabalho. E durante um desastre, os jornalistas também são afetados individualmente ou a comunicação como um todo pode sofrer um apagão. Neste caso do RS, tivemos jornalistas do interior que atuaram como resgatistas, jornalistas que perderam suas casas, ficaram ilhados ou ficaram sem internet. As sedes de grupos de comunicação e setores de informação do governo ficaram alagados. Neste vazio de informações, crescem iniciativas comunitárias de informação e mobilização, mas também atuam as informações falsas.</p><p><b>Também há uma baixa autonomia dos jornalistas nestas coberturas que, ao não conseguirem se especializar ou aprofundar suas matérias, acabam dependendo muito de fontes detentoras de poder ou de alguns especialistas já “conhecidos/tarimbados”</b>, os “intelectuais midiáticos” que circulam repetidamente na mídia, muitas vezes falando de questões que não são suas expertises e, em outras vezes, pessoas sem conexão com as realidades e saberes locais. <b>Após a pandemia, houve um reencontro entre cientistas e jornalistas que não pode se perder. Por mais que sejam campos de lógica completamente diferentes, há um lugar tanto na ciência quanto no jornalismo que exige que a informação aprofundada, mesmo passível de incertezas, deve ser democratizada.</b></p><p> </p><p><b>ANNA JÚLIA: Quais convites de pesquisa emergem a partir deste cenário?</b></p><p><b>MÁRCIA: Na minha avaliação, as zonas de sombra do ponto de vista comunicacional mais amplo são ainda visibilizar as vulnerabilidades sociais e comunicar as necessidades de cidades reprogramadas para outros patamares de riscos climáticos, ambientais e sociais. </b>De maneira mais específica, ao abordar o momento de um desastre , o que me deixa mais assustada é o fato de que nem as defesas civis, nem os gestores e muito menos a população sabem como proceder na hora de um alerta de chuvas extremas ou de deslizamentos. Este é um caminho complexo que precisamos rever. O que é de fato um alerta de risco hidrológico ou de movimento de massa, como ler sua gravidade, o quanto ele está próximo de A ou B, o que pode e deve a Defesa Civil fazer, como deve o comunicador agir e em que medida a população consegue dar atenção a ele. </p><p>São ações que dependem de ações comunicacionais sobretudo locais.<b> A ideia de que o alerta meteorológico por si funciona precisa ser revista.</b> Há um período de sensibilização e de criação de redes de confiança e credibilidade que precisa ser construído antes deste alerta poder funcionar.</p><p><b>REGES: </b>Pensando o cenário que temos hoje na pesquisa em comunicação, está colocado um certo compromisso ou um convite inescapável, digamos assim, para que a gente intensifique o diálogo com outros campos de conhecimento, trazendo esse diálogo abertamente e de uma forma orgânica – não é meramente incorporar conceitos, mas realmente fazer com que haja uma conversa para complexificação do modo como a gente vai ler os fenômenos sociais. <b>Dentro desta chamada nova época da terra, dentro do Antropoceno, o que a gente tem é a necessidade de convivência com distintos saberes e a necessidade de incorporação de elementos que têm aparecido dentro de chaves como a interseccionalidade, a decolonialidade e também a aproximação com campos das ciências da terra e do clima. </b></p><p>Hoje, fazer Ciências Sociais e Humanas, fazer pesquisa em comunicação, requer a associação, a convivência, o diálogo, no sentido de uma reconstrução do nosso olhar para essa multiplicidade de mundos e para a necessidade de realmente contribuir para desarmar essa impossibilidade da vida, esse anunciado fim da vida, já que temos somente um planeta e que precisamos achar uma maneira de continuar habitando ele sem que isso signifique a aniquilação de mundos com os quais a gente deve conviver. <b>Então, temos a necessidade real de abrir o fazer científico para uma atitude essencialmente de diálogo, de convivência e de incorporação orgânica e respeitosa com outras lógicas de pensamento, modos de habitar e modos de pensar a terra.</b></p><p> </p><p><b>ANNA JÚLIA: Quais são os principais desafios enfrentados pelos pesquisadores da área ao tratar destas questões ambientais emergentes?</b></p><p><b>REGES: </b>Talvez, por muito tempo as pesquisas que alertaram para essas questões, as pesquisas que discutiram as questões climáticas dentro da comunicação, entraram nesse espaço, que socialmente a gente acabou desenvolvendo, que é uma espécie de uma dissonância em relação ao tempo que a gente vive, um descrédito de parte da sociedade em relação a real possibilidade de tantas catástrofes acontecerem. Uma procrastinação, uma não atenção à emergência climática como algo real, concreto e localizado em todos os espaços geográficos que a gente conhece, sendo que em alguns deles já a vemos de maneira muito contundente. <b>Então, assim como os alertas que midiaticamente circulavam, partes dessas pesquisas, talvez na avaliação de algumas pessoas, pudessem soar um tanto alarmistas</b>. </p><p>O que acontece também é que parte das nossas pesquisas de alguma forma tentaram ver qual era a presença e de que modo essa narrativa ou esse discurso da emergência climática aparecia nos produtos midiáticos ou nos produtos jornalísticos. Essa foi uma perspectiva bastante grande de abordagem desse tema, e aos poucos, para além disso,<b> a gente passou a ver que o campo precisava atuar no sentido de reorientar o que era necessário para que a gente pudesse transcender algo, mais no sentido de recomendação ou prescrição, mas achar o caminho para que a gente incorporasse de fato a transversalidade do tema ambiental naquilo que a gente faz</b>. E esse continua sendo um desafio.</p><p><b>MÁRCIA: O principal desafio é uma cobertura aprofundada das questões ambientais e climáticas  de forma contínua, persistente e transversal, com a revelação das contradições e conflitos que estão envolvidos neste tema e a ampliação de fontes jornalísticas que possam dar outros enquadramentos e angulação</b>. Precisamos ouvir cientistas em outras dimensões, como a Sociologia e a Antropologia, e também ouvir as pessoas afetadas e permitir que elas não apenas ilustrem um drama, mas portem-se como cidadãs reivindicadoras de seus direitos.</p><p>Também citaria a necessidade de desenvolvermos modos de inteligibilidade em que todos se sentissem responsáveis pelas questões ambientais e não apenas fizéssemos o movimento de apontar como culpados os gestores públicos ou os interesses econômicos.<b> Seriam necessários enquadramentos jornalísticos que provocassem maior afetação nos cidadãos, no sentido de se sentirem implicados</b>. E nem estou me referindo somente à necessidade de uma vida mais sustentável, mas de os cidadãos entenderem que seu voto, por exemplo, tem repercussão direta nos desastres que vai ou não viver. Pesquisas mostram que a maioria da população reconhece as mudanças climáticas, mas boa parte do Legislativo eleito no país pela mesma população flexibilizou a legislação ambiental ou trabalha para isso.</p><p>Um terceiro desafio seria a construção de uma rede de comunicadores das principais instituições, da mídia e das comunidades para entrar em ação em momentos de crises e/ou emergências específicas. <b>A única viabilidade de uma comunicação efetiva numa crise é dispor de uma rede preexistente para ser acionada quando o problema desponta</b>. Concordo com a colega Cilene Victor (UMESP) que classifica a comunicação de redução de riscos em quatro dimensões: a comunicação no interior das instituições, entre as instituições, a midiática e a comunitária. </p><p> </p><p>Esta entrevista foi editada para fins de concisão.</p><p>Texto: <i>Anna Júlia C. da Silva</i> | Doutoranda (Poscom/UFSM) e pesquisadora discente do <i>milpa - laboratório de jornalismo</i> (CNPq/UFSM)</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Série “Futuros Possíveis” promoverá evento sobre comunicação em desastres</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/poscom/2024/05/23/serie-futuros-possiveis-promovera-evento-sobre-comunicacao-em-desastres</link>
				<pubDate>Thu, 23 May 2024 14:15:53 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ejor]]></category>
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						<description><![CDATA[Marcado para o Dia Mundial do Meio Ambiente, o momento contará com palestra, painel e roda de conversa on-line com a participação de jornalistas e pesquisadoras/es]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Os desafios da comunicação e informação no contexto de desastres será tema de evento promovido pela série <em>Futuros Possíveis - Encontros de Pesquisa,</em><b> </b>no Dia Mundial do Meio Ambiente – 5 de junho. A iniciativa procura ampliar e aprofundar as reflexões em torno da área da comunicação diante da emergência climática e de desastres socioambientais, como o enfrentado pelo estado do Rio Grande do Sul neste mês de maio de 2024.<em><strong> </strong></em><em><strong>"Futuros Possíveis: Comunicação, Informação e Desastres"</strong></em> é o título do encontro que poderá ser acompanhado, a partir das 13h45, em formato on-line via YouTube ou presencial na sala 19 do bloco 1 da Universidade Federal de Santa Maria, campus Frederico Westphalen (UFSM/FW). Haverá espaços reservados para perguntas e diálogo entre participantes e público. Não é necessário inscrição prévia para assistir. </p><p>A organização do evento é realizada em uma parceria entre o <i style="color: #000000;font-size: 1rem;font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight );text-align: var(--bs-body-text-align)"><b>milpa - laboratório de jornalismo</b></i>, Grupo de Pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Comunicação (Poscom) da UFSM, e o Programa de Extensão <b style="color: #000000;font-size: 1rem;text-align: var(--bs-body-text-align)"><i>Mão na Mídia</i></b>, do Departamento de Ciências da Comunicação (Decom) da UFSM/FW<b style="color: #000000;font-size: 1rem;text-align: var(--bs-body-text-align)"><i>. </i></b>O encontro faz parte da programação do<em> "Pensando Verde: Semana do Meio Ambiente"</em>, promovida pelo Grupo Agenda 2030, da UFSM/FW.</p><p>Inicialmente, haverá a participação de <em>Fernanda Damacena</em>, advogada com pós-doutorado em Direito Socioambiental e Sustentabilidade, com a palestra <em>"Direito à Informação no Contexto de Risco e de Desastres"</em>. A mediação será do jornalista e mestrando <em>Micael Olegário</em> (POSCOM/UFSM). </p><p>Em seguida, será aberto um painel com a participação da jornalista<em> Sônia Bridi</em>, da Rede Globo, e do jornalista<em> Luís Eduardo Gomes</em>, do portal Sul21, que irá tematizar o <em>"Jornalismo na Cobertura de Desastres"</em>. A mediação será da jornalista e doutoranda <em>Anna Júlia Carlos da Silva</em> (POSCOM/UFSM).</p><p> </p><p><b>Espaço para a pesquisa</b></p><p>Além da palestra e do painel temático, o evento terá um terceiro momento com uma roda de conversa sobre<em> "A Pesquisa em Comunicação diante das Mudanças Climáticas"</em>. Estarão presentes a professora <em>Ilza Maria Tourinho Girardi</em> e a pesquisadora <em>Eloisa Beling Loose</em>, do Grupo de Pesquisa Jornalismo Ambiental (PPGCOM/UFRGS); a professora <em>Márcia Franz Amaral</em>, do Grupo de Estudos em Jornalismo (POSCOM/UFSM); a professora <em>Cláudia Herte de Moraes</em>, do Programa <b><i>Mão na Mídia</i></b> (UFSM/FW); e o professor <em>Reges Schwaab</em>, do <b><i>milpa - laboratório de jornalismo </i></b>(POSCOM/UFSM).</p>		
													<img width="1024" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/513/2024/05/Wordpress-Evento-5-de-junho-1-1-1024x576.jpg" alt="" />													
		<p>Link para acesso à transmissão ao vivo:&nbsp;<a style="font-size: 16px;font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight );text-align: var(--bs-body-text-align);color: #204c90" href="https://www.youtube.com/live/9lx9zk35Oc4">https://www.youtube.com/live/9lx9zk35Oc4</a></p>
<p><em>&nbsp;</em>–</p>
<p><em>Fernanda Damacena</em> é advogada, consultora e pesquisadora. Realizou pós-doutorado na área de concentração Direito Socioambiental e Sustentabilidade. É doutora e mestra em Direito, além de especialista em Direito do Estado. Visiting Research Fellow na UWA Law School - Austrália.</p>
<p><em>Sônia Bridi</em> é jornalista, escritora e repórter especial, com vasta experiência em reportagens investigativas e coberturas de questões ambientais e sociais. Foi correspondente da Rede Globo em Londres, Nova Iorque, Pequim e Paris. Autora de <i>Laowai - aventuras de uma repórter brasileira na China</i> (2008) e <i>Diário do Clima</i> (2012).</p>
<p><em>Luís Eduardo Gomes</em> é graduado e mestre em Comunicação Social, com especialização na Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA). É repórter do site Sul21 desde 2015 e sócio desde 2020. Possui passagens anteriores pelo Portal Terra e pelo Diário Gaúcho.</p><p><em>Texto: Anna Júlia C. da Silva | Doutoranda (Poscom/UFSM)<br />Micael Olegário | Mestrando (Poscom/UFSM)</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Série de encontros discute Jornalismo, Antropoceno e Mudanças Climáticas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/frederico-westphalen/jornalismo-bacharelado/2023/07/13/futuros-possiveis-encontros-de-pesquisa-em-2023-2</link>
				<pubDate>Fri, 14 Jul 2023 00:35:42 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[antropoceno]]></category>
		<category><![CDATA[grupos-Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Mão na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[milpa]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>

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							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:image {"align":"center","id":671,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/289/2023/07/capa_facebook_encontros_pesquisa_1-1024x577.jpg" alt="" class="wp-image-671" /></figure>
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<!-- wp:quote -->
<blockquote class="wp-block-quote"><!-- wp:separator {"className":"is-style-dots"} -->
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots" />
<!-- /wp:separator -->

<!-- wp:paragraph {"fontSize":"medium"} -->
<p class="has-medium-font-size"></p>
<!-- /wp:paragraph --></blockquote>
<!-- /wp:quote -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>"Futuros possíveis" é o tema central da série <em>Encontros de Pesquisa</em>, que acontece no Campus da UFSM em Frederico Westphalen durante o segundo semestre de 2023. Serão dez reuniões quinzenais, com início em 9 de agosto e término em 13 de dezembro. O objetivo é estudar e debater proposições de pensadores e de pesquisadores contemporâneos, de distintos campos de conhecimento, procurando interligar Jornalismo, Cidadania e Meio Ambiente. Nesta edição, as perspectivas centrais de estudo compreendem abordagens sobre o Antropoceno e as Mudanças Climáticas. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A atividade tem coordenação dos professores Cláudia Herte de Moraes e Reges Schwaab, do curso de Jornalismo, com a participação de bolsistas e de voluntários dos projetos de pesquisa, ensino e extensão dos professores. A iniciativa é uma cooperação entre o projeto "Mão na Mídia" e o "milpa - laboratório de reportagem".</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A participação nos <em>Encontros de Pesquisa </em>é aberta aos demais estudantes do Campus. A cada encontro, os participantes terão um texto indicado para leitura prévia, fomentando a apreciação crítica e o debate coletivo. A previsão de duração dos encontros é de uma hora, realizados de modo presencial, sempre às quartas-feiras, entre 15h30 e 16h30, em sala a ser comunicada aos inscritos por e-mail.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>As pessoas interessadas devem realizar sua inscrição até a véspera do primeiro encontro. Outros detalhes sobre a participação estão resumidos a seguir.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Para participar:</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:list -->
<ul><!-- wp:list-item -->
<li>Para inscrição, <a rel="noreferrer noopener" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSddyxIaKG1Fr6Vam37P4NKuHYzS8n7jxigDRWxPv8GRQaYZ8Q/viewform" target="_blank"><strong>preencher o formulário disponível aqui</strong></a> até às 18h do dia 8/8/2023;</li>
<!-- /wp:list-item -->

<!-- wp:list-item -->
<li>O pré-requisito para participação é o compromisso do estudo prévio da leitura indicada a partir do segundo encontro, sendo recomendada a apresentação de perguntas ou de observações que contribuam com o debate;</li>
<!-- /wp:list-item -->

<!-- wp:list-item -->
<li>Será fornecida certificação ao final do semestre, condicionada a uma frequência mínima de 50%. No certificado constará o número de horas de participação.</li>
<!-- /wp:list-item -->

<!-- wp:list-item -->
<li>Estão previstos encontros nos seguintes dias (calendário sujeito a alterações): 9 e 23/8; 6 e 27/9; 4 e 18/10; 1 e 28/11 e 6 e 13/12/23.</li>
<!-- /wp:list-item --></ul>
<!-- /wp:list -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Contatos:</strong> claudia.moraes@ufsm.br | reges.schwaab@ufsm.br.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Realização:</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<figure class="wp-block-image size-thumbnail"><a href="https://www.instagram.com/mao.namidia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/289/2023/03/maonamidia-150x150.jpg" alt="" class="wp-image-666" /></a></figure>
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<figure class="wp-block-image size-thumbnail"><a href="https://www.ufsm.br/grupos/milpa" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/289/2023/03/milpa_2022-150x150.jpg" alt="" class="wp-image-667" /></a></figure>
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