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				<title>Docente da UFSM/PM é contemplada em prêmio nacional sobre ruralidades e feminismos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/08/24/docente-da-ufsm-pm-e-contemplada-em-premio-nacional-sobre-ruralidades-e-feminismos</link>
				<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 19:14:59 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
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						<description><![CDATA[A professora Marta Cocco, do curso de Enfermagem, recebeu o prêmio em Brasília, em cerimônia realizada na última quarta-feira (19)]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_73874" align="alignright" width="540"]<img class="wp-image-73874" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/08/IMG_9660-680x1024.jpeg" alt="A foto mostra uma mulher branca, de cabelos louros e compridos, que usa sapatos marrons e um vestido de cor verde acinzentado. Ela sorri e segura um livro. Ao fundo, é exibido o cartaz do evento, atrás de uma bancada com microfones e computadores. Ela está em pé, ao lado de uma mesa (coberta com uma toalha roxa), onde são exibidos livros." width="540" height="813" /> A premiação para a professora Marta Cocco inclui a publicação de um capítulo de livro[/caption]

Docente do curso de Enfermagem, do Campus da UFSM em Campus Palmeira das Missões (UFSM/PM), Marta Cocco foi uma das contempladas na 5ª edição do Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos. Trata-se de um reconhecimento nacional destinado a valorizar produções acadêmicas e trajetórias comprometidas com a promoção da justiça social, da equidade de gênero e do fortalecimento das populações do campo.

A cerimônia de premiação ocorreu na última quarta-feira (19), em Brasília, reunindo pesquisadores e representantes de instituições de diferentes regiões do país. O prêmio é organizado pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar e tem como objetivo reconhecer artigos acadêmicos, ensaios inéditos, relatos de experiências e memórias que contribuam para o debate sobre ruralidades e feminismos, incentivando a construção de territórios feministas, agroecológicos e emancipatórios no Brasil.

Para a professora Marta Cocco, a premiação representa o reconhecimento de uma trajetória dedicada à produção de conhecimento científico comprometido com os direitos humanos, a saúde coletiva, a equidade e a valorização das mulheres, especialmente aquelas que vivem em contextos rurais. Ao longo de sua carreira, a docente tem desenvolvido pesquisas e ações de extensão voltadas às desigualdades sociais, vulnerabilidades e violências enfrentadas por mulheres em diferentes territórios rurais, consolidando sua atuação como referência nacional na área.

O prêmio homenageia Margarida Maria Alves (1943-1983), líder sindical paraibana e uma das maiores referências na luta pelos direitos dos trabalhadores rurais no Brasil. Durante sua atuação no Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Alagoa Grande (PB), enfrentou injustiças, combateu o analfabetismo, defendeu a reforma agrária e os direitos das mulheres do campo. Sua trajetória foi interrompida de forma violenta em 1983, quando foi assassinada em razão de sua militância, tornando-se símbolo nacional de resistência e da defesa dos direitos humanos.

Contempla a premiação a publicação de um capítulo de livro intitulado: “Violência contra mulheres rurais: representações, significados e dimensões no campo da saúde no sul do Brasil”, que teve como coautoras as docentes: Alice do Carmo Jahn, Ethel Bastos da Silva e Jaqueline Arboit.]]></content:encoded>
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				<title>CCR celebra o protagonismo feminino no campo em evento com mulheres rurais</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/2024/12/05/ccr-celebra-o-protagonismo-feminino-no-campo-em-evento-com-mulheres-rurais</link>
				<pubDate>Thu, 05 Dec 2024 17:56:48 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão Rural]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres rurais]]></category>

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<p><img class="wp-image-10990 alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2024/12/DSC_0015-e1733421211999-1024x734.jpg" alt="" width="585" height="420" />No dia 3 de dezembro ocorreu no CCR o evento <em>Protagonismo das Mulheres Rurais</em>, que reuniu mulheres do meio rural para debater a liderança feminina no campo. A programação do evento mesclou momentos de aprendizado, inspiração e cultura, reforçando a importância das mulheres como agentes transformadoras no setor rural.</p>
<p>A manhã começou com um acolhedor café colonial e networking, embalado pela participação especial da gaiteira Karoline Longo, do DTG Noel Guarany, nesta ocasião foi servido acarajé e expostos trabalhos artesanais das agricultoras de Agudo e Restinga Seca, criando um ambiente descontraído para troca de experiências. Destaque da programação matutina, a palestra de Quelen Braido, intitulada <em>"A Força e a Importância das Mulheres na Liderança"</em>, abordou o impacto das lideranças femininas na transformação social e no fortalecimento das comunidades rurais. </p>
<p>No período da tarde, três palestras inspiradoras marcaram o evento:<img class="wp-image-10991 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2024/12/DSC_0122-1024x683.jpg" alt="" width="438" height="292" /></p>
<ul>
<li><strong>Cláudia Bernardini</strong> trouxe reflexões sobre <em>"As Diversas Nuances do Protagonismo Feminino no Rural"</em>.</li>
<li><strong>Mara Dumke</strong> compartilhou sua trajetória emocionante na palestra <em>"Minha História te Inspira"</em>.</li>
<li><strong>Débora Lipke Neu</strong> fez o relato realista de sua caminhada em <em>"Uma História de Sucesso. Ou não?"</em>.</li>
</ul>
<p>Durante a tarde, teve a mesa de debates, moderada pela professora Daiane Vargas, do Departamento de Extensão Rural, que promoveu um rico diálogo sobre os desafios e as conquistas das mulheres rurais. Para encerrar com chave de ouro, um animado café de encerramento que contou novamente com a apresentação cultural do DTG Noel Guarany, celebrando a identidade e a cultura do campo.</p>
<p>O evento foi promovido pelo Departamento de Extensão Rural e pelo Curso de Agronomia e reforçou a relevância do papel das mulheres no desenvolvimento rural e evidenciou a força da liderança feminina na construção de uma sociedade mais inclusiva e próspera.</p>
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				<title>Dissertação da UFSM ganha Prêmio Sober de Mestrado em Sociologia Rural</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/11/09/dissertacao-da-ufsm-ganha-premio-sober-de-mestrado-em-sociologia-rural</link>
				<pubDate>Mon, 09 Nov 2020 12:55:27 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[dissertação]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão Rural]]></category>
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		<category><![CDATA[plantas medicinais]]></category>
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						<description><![CDATA[Juliana Almeida Costa, mestra em Extensão Rural pelo Programa de Pós-Graduação em Extensão Rural (PPGExR) da UFSM, teve sua dissertação premiada pela Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural (Sober). Com o título “Mulheres rurais e plantas medicinais: saberes, socialidades e autonomia feminina”, a dissertação foi selecionada e premiada como a Melhor Dissertação de [&hellip;]]]></description>
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<p>Juliana Almeida Costa, mestra em Extensão Rural pelo Programa de Pós-Graduação em Extensão Rural (PPGExR) da UFSM, teve sua dissertação premiada pela Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural (Sober). Com o título “Mulheres rurais e plantas medicinais: saberes, socialidades e autonomia feminina”, a dissertação foi selecionada e premiada como a Melhor Dissertação de Mestrado em Sociologia Rural pela banca examinadora do 58º Congresso da Sober.</p>
<p>Orientada pelo professor Joel Orlando Bevilaqua Marin, a dissertação de Juliana aborda as relações estabelecidas entre as mulheres do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), que são referências em suas comunidades, regiões ou para o próprio movimento social ao qual pertencem, e as plantas medicinais para a construção da autonomia e protagonismo feminino, “além de como essas mulheres, a partir da lógica do cuidado, que é uma prática imposta a nós, mulheres, pela sociedade patriarcal, conseguem ressignificar e construir processos de emancipação social”, explica.</p>
<p>A mestra em Extensão Rural conta que toda sua trajetória de trabalho com mulheres assentadas da Reforma Agrária envolveu as plantas medicinais. Antes de começar seu mestrado Juliana trabalhou 14 anos com famílias assentadas nos municípios de Jóia e Tupanciretã, através do programa de assessoria técnica, social e ambiental do Incra, entre os anos de 2003 e 2017.</p>
<p>Para realizar a pesquisa de campo, Juliana entrevistou seis mulheres, de diferentes regiões do Rio Grande do Sul, que foram referências para o setor de saúde do MST da sua comunidade e região. As pesquisas para sua tese começaram em agosto de 2018 e a defesa de seu trabalho foi em agosto de 2019. “Muitas das observações e percepções que constam na minha dissertação foram apreendidas em outras vivências, tanto nas vivências de trabalho quanto nas vivências que tive com essas mulheres em alguns outros momentos ao longo do mestrado, como em encontros e espaços coletivos delas que tive a oportunidade de participar”, afirma.</p>
<p>Juliana enfatiza a importância da UFSM e do Programa de Pós-Graduação em Extensão Rural na conclusão de seu trabalho. “Este trabalho só foi possível de ser realizado por mim porque foi realizado na UFSM, universidade pública, gratuita e de qualidade, que permite nossa qualificação profissional de maneira tão espetacular. A acolhida pelo programa de uma temática que traz mulheres militantes de um movimento social e suas relações com as plantas medicinais como eixos centrais demonstra que o programa compreende a importância da diversidade de ideias dentro da ciência", destaca.</p>
<p>De acordo com Juliana, os resultados de sua pesquisa são experiência de extrema relevância para a sociedade e para a ciência brasileira. “Creio que o principal resultado foi a compreensão de que as mulheres que fazem parte desta pesquisa só ressignificaram o cuidado porque estavam organizadas coletivamente, porque o coletivo cumpre um papel fundamental na organização e emancipação das mulheres. Além disso, a compreensão que elas têm sobre a importância de seus saberes e suas trajetórias é outro ponto interessante, pois saber sobre as plantas é importante para suas famílias, comunidades, movimentos sociais, mas saberem o quanto estes saberes são valiosos, isso é importante para a humanidade”, analisa.</p>
<p>A cerimônia para a entrega do prêmio aconteceu no dia 27 de outubro, na Assembleia Geral dos Associados do 58º Congresso da Sober, realizada de forma virtual.</p>
<p><em>Texto: Ana Júlia Müller Fernandes, acadêmica de Jornalismo, bolsista da Agência de Notícias</em><br /><em>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</em></p>
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