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						<item>
				<title>UFSM recebe R$ 19,5 milhões do Novo PAC para executar nove obras nos quatro campi</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/06/30/pac</link>
				<pubDate>Mon, 30 Jun 2025 15:39:11 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[campus cachoeira do sul]]></category>
		<category><![CDATA[Campus Frederico Westphalen]]></category>
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						<description><![CDATA[Instituição também realizará reformas e benfeitorias com recursos próprios]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) receberá recurso financeiro do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do governo federal. O recurso de R$ 19,5 milhões será destinado a execução de nove obras nos quatro campi: Santa Maria, Frederico Westphalen, Cachoeira do Sul e Palmeira das Missões. Além disso, a instituição fará reformas e benfeitorias com recursos próprios. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As obras com recursos do Novo PAC foram definidas pelo Ministério da Educação, por meio de uma lista encaminhada pela Universidade durante a solicitação da verba. “As nove obras somam em torno de R$ 19,5 milhões. São seis no campus de Santa Maria e uma obra para cada campus fora de sede", afirmou o pró-reitor de Planejamento, professor Rafael Lazzari. </span></p>
<p> </p>
<h3><b>Obras no campus sede </b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">As seis obras no campus de Santa Maria são as seguintes: reforma da arena multiuso; prédio dos cursos de Comunicação Social; complexo de raquetes; reforma de apartamentos e construção de novo bloco da Casa do Estudante; e calçadão Inovatec.</span></p>
<p> </p>
<h3><b>Obras em Cachoeira, Frederico e Palmeira</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">No campus Cachoeira do Sul será construído um prédio de laboratórios. Em Palmeira das Missões, um pavilhão para as atividades de equoterapia. Em Frederico Westphalen, um prédio de laboratórios para o curso de Sistemas de Informação. </span></p>
<p> </p>
<h3><b>Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) </b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">O Novo PAC tem o objetivo de desenvolvimento, inclusão social, ampliação dos acessos da população aos serviços públicos e fomento à geração de emprego e renda. “Nas universidades, o PAC é específico para fomentar educação, ciência e tecnologia. A finalidade é melhorar os indicadores da educação superior e diminuir a evasão. Com a ampliação do número de vagas, o recurso será usado para melhorar a assistência estudantil e promover outras qualificações da infraestrutura”, explicou Rafael Lazzari. </span></p>
<p> </p>
<h3><b>Obras com recursos próprios </b><b> </b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Além das nove obras viabilizadas pelo Novo PAC, a UFSM irá executar reformas e benfeitorias com recursos próprios. As reformas serão nos telhados dos seguintes prédios: curso de Odontologia; ginásio do Colégio Politécnico; Restaurante Universitário e anfiteatro Bozzano, anexo do Hospital Veterinário. As benfeitorias previstas são as calçadas acessíveis na rota 40 do campus sede, as pracinhas, o fechamento do fosso e a construção da cobertura do ginásio do Centro de Educação Física e Desporto (CEFD).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A escolha das obras que serão realizadas com recursos próprios ocorreu em conformidade com o grau de deterioração das coberturas. Todas estão com projetos e orçamentos concluídos, bem como documentação necessária à abertura de processo licitatório. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A Pró-Reitoria de Infraestrutura (Proinfra) possui ainda outros 30 projetos que dependem de recursos para que possam ser licitados, segundo o pró-reitor da pasta, engenheiro civil Daniel Sacchet Barin.</span></p>
<p><br /><br /></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Texto: Milena Gubiani, estudante de Jornalismo e voluntária da Agência de Notícias</span></i></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Edição: Maurício Dias</span></i></p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Do cartaz ao monumento</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/do-cartaz-ao-monumento</link>
				<pubDate>Thu, 05 Mar 2020 16:52:04 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[artes plásticas]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Obras]]></category>
		<category><![CDATA[Peciar]]></category>
		<category><![CDATA[técnicas]]></category>

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						<description><![CDATA[Três anos após a morte do artista plástico e professor Silvestre Peciar, seu legado segue vivo no mundo artístico e no campo educacional Mural Auwe, pintado por Peciar em 1983. (Foto: Melissa Konzen/Arco) A figura mais importante que passou pelo Centro de Artes e Letras. É assim que o professor Alphonsus Benetti define o artista [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <h3>Três anos após a morte do artista plástico e professor Silvestre Peciar, seu legado segue vivo no mundo artístico e no campo educacional</h3>		
							<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2020/03/IMGL1789-1024x683.jpg" alt="" />											<figcaption>Mural Auwe, pintado por Peciar em 1983. (Foto: Melissa Konzen/Arco)</figcaption>
										</figure>
		<p>A figura mais importante que passou pelo Centro de Artes e Letras. É assim que o professor Alphonsus Benetti define o artista plástico Silvestre Peciar Basiaco, colega de departamento. Nascido em Montevidéu, Uruguai, em 1935, Peciar estudou Desenho e Pintura na Escola Nacional de Belas Artes. Local esse em que posteriormente lecionou Desenho do Secundário até 1973, momento em que a ditadura militar o tirou de sua função como professor e, depois, fechou a instituição. </p><p>Nem mesmo a ditadura foi capaz de afastá-lo de sua grande paixão. No ano de 1975, o artista buscou exílio no Brasil e escolheu Santa Maria como destino. Ao atuar como professor na UFSM, pôde dar continuidade ao seu trabalho, que sempre teve como tripé a pedagogia, a obra plástica e o pensamento político. </p><p>Com formação modernista e vertente expressionista, Peciar experimentou diferentes tipos de procedimentos artísticos durante sua carreira. Para evitar o perfeccionismo, recomeçava sempre. Com novas técnicas e materiais, buscava manter a mente de principiante, sempre aberta a novos aprendizados. Assim, trabalhou do cartaz ao monumento. Fez gravuras, pinturas, mosaicos e murais. Mas  foi na construção de esculturas que seu talento lhe rendeu maior destaque. </p><p>O artista, que adotou Santa Maria como lar, lecionou na UFSM durante 23 anos. Em 2001, retornou a Montevidéu, onde permaneceu até sua morte, em 5 de março de 2017. No período em que trabalhou no CAL fez grandes contribuições, tanto para o cenário artístico e cultural, quanto para a vida dos alunos que passaram por seu ateliê. É o caso do artista plástico Juliano Reis Siqueira que foi aluno em 2001, na graduação na UFSM, e em 2003, no Instituto Escola Nacional de Bellas Artes, quando Peciar voltou a lecionar em Montevidéu. Posteriormente, Juliano defendeu sua tese de doutorado no Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade do Estado de Santa Catarina, na qual pesquisou “<a href="https://www.dropbox.com/s/zf9y57pqscc2663/TESE%20%289%29.pdf?dl=0&amp;fbclid=IwAR3-c5SqtMVaMIOYdGo1bSEpRqJDdAplgptlYeaf-tn0f1m18bkt1100WCw">Peciar e a formação do artista</a>”.</p><p>Para Juliano, o trabalho educativo do professor foi determinado pela generosidade que ele possuía. Esse foi um dos motivos que o fez estudar a fundo as contribuições de Peciar para a formação artística dos estudantes. O pesquisador também destaca o comprometimento do educador com a liberdade e com a integração da arte à vida diária, além da maneira única com que potencializava o crescimento dos alunos por meio da autonomia e da criação em liberdade. </p><h3>Diferentes obras e técnicas</h3>		
							<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2020/03/IMGL1853-1024x683.jpg" alt="" />											<figcaption>Escultura Feminina. Localizada em frente à Reitoria da UFSM. Silvestre Peciar, ano desconhecido. (Foto: Melissa Konzen/Arco)</figcaption>
										</figure>
		<p>Ao longo dos anos em que Silvestre Peciar integrou o corpo docente do curso de Desenho e Plástica  - que mais tarde veio a se chamar Artes Visuais - criou inúmeras obras, sozinho e também com estudantes. “A ideia dele era sempre ensinar e passar conhecimento. Isso foi importante para o crescimento de muitos alunos que, depois, se dedicaram à escultura”, afirma o artista plástico e antigo colega de departamento, professor Juan Amoretti. </p><p>Existem 89 obras de autoria de Peciar no Centro de Artes e Letras. O maior número entre os artistas que por ali passaram. Além disso, muitas outras estão espalhadas pela Universidade, em locais públicos da cidade e também no Museu de Arte de Santa Maria (MASM). Em 2001, o artista doou 82 obras de seu acervo pessoal para o Museu, o que, segundo o amigo Amoretti, foi um gesto de retribuição à cidade, que o recebeu, acolheu e confiou no seu trabalho. O número total de peças produzidas durante sua carreira atinge a marca de 4 mil. </p><p>As peças produzidas pelo artista eram figurativas ou abstratas. Em sua maioria, prevalecia a figura feminina. O professor também trazia temas de seu cotidiano e suas vivências, como a ditadura militar, que foi frequentemente abordada. Paisagens de Camobi e de Vale Vêneto também eram registradas. </p><p>O pesquisador Juliano, em sua tese, dividiu o trabalho de Peciar em três fases: o período de formação no Uruguai (1949-1975); o exílio no Brasil (1975- 2001); e o retorno a Montevidéu (2001-2017). Cada fase possuiu diferentes linhas. Nos anos 1960, era abstrata e funcional. Nos anos 1970, imaginativa. Em 1980, expressionista e política. Depois, na década de 1990 foi arte pública. Ao voltar para o Uruguai, houve uma imersão na cor, por meio de mosaicos figurativos e lembranças dos morros de Santa Maria. </p><p>“A ética de Peciar foi o compromisso com a comunidade, por isso fez muitas obras públicas”, ressalta Juliano. Ele considera imenso o legado deixado pelo educador-artista, tanto nas artes plásticas, quanto no campo educacional. O pesquisador destaca que o ideal de Peciar era se aproximar de gente comum, fora das galerias e dos museus. “Seu legado é nossa missão em tempos tão autoritários”, complementa. </p><h3>A arte de educar</h3><p>“Da prática apaixonada da arte e da docência, Peciar constituiu seu estilo de vida”, redige Juliano Siqueira em sua tese. Segundo o pesquisador, a satisfação com os bons resultados de seus alunos era semelhante à que sentia com seus próprios feitos. </p><p>O professor Peciar também questionava o sistema de educação tradicional, como, por exemplo, a atribuição de notas, que presenteava ou castigava o aluno de acordo com o relacionamento existente com o professor, além de fomentar a competição. Assim, no período em que lecionou, Peciar idealizou, junto com alunos, o novo currículo do curso de Desenho e Plástica. </p><p>Segundo o amigo e professor Alphonsus Benetti, naquele currículo os trabalhos das disciplinas passaram a ser avaliados por bancas de professores, que atribuíam conceitos em vez de notas – sistema semelhante ao da atual pós-graduação. A proposta que inspirou outras universidades é classificada por Benetti como o melhor projeto curricular para a área já criado em instituições federais brasileiras. </p><p>“Peciar rompeu com os modos autoritários e centralizados de se construir o currículo”, explica Juliano. Para ele, a ideia era a livre escolha. Cada estudante podia fazer a autogestão de seu próprio currículo e, assim, ele tornava-se único. O novo currículo era vegetal, orgânico e aumentava a autonomia do educando. </p><p>Sobre as aulas com o artista, Juliano classifica-o como intuitivo e sensível. E afirma: “Peciar era mais que professor, ‘não ensinava’, deixava que os estudantes aprendessem e ajudava sem interferir no processo singular de cada um. Atuava mais por contágio do que por palavras. Vivia intensamente a arte e a docência, por isso consideramos ele um mestre”.</p>		
							<figure>
										<img width="663" height="1024" src="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2020/03/UFSM.1981.209.0002-663x1024.jpg" alt="" />											<figcaption>Abertura da exposição de Peciar Basiaco, em 17 de agosto de 1981. (Foto: Arquivo Fotográfico UFSM - Departamento de Arquivo Geral)</figcaption>
										</figure>
		<h3>Mais do que fazer arte, é preciso mantê-la</h3><p>Peciar trabalhava em diferentes projetos ao mesmo tempo. Desenvolvia obras no ateliê da UFSM e também na própria casa, onde geralmente eram feitos os trabalhos maiores. Alphonsus Benetti conta que mesmo quando lecionava/orientava, o amigo criava. “Ele não conseguia ficar parado. Estava sempre produzindo”, recorda. </p><p>Em 1983, Peciar finalizou, na entrada da Antiga Reitoria, o mural “Auwe”, que significa amizade em xingú. Com o passar dos anos, as pinceladas se deterioraram devido a um vazamento de água e vandalismos. O artista plástico Juan Amoretti conta que há 15 anos já havia a intenção de restaurar o mural. Na época, entrou em contato com o próprio Peciar, que havia voltado a residir em Montevidéu. Os dois se correspondiam através de cartas, nas quais o uruguaio enviava fotos do mural original e ricos detalhes sobre cada parte da pintura. </p>		
							<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/midias/arco/wp-content/uploads/sites/601/2020/03/IMGL1806-1024x683.jpg" alt="" />											<figcaption>Restauração do mural Auwe pelo artista plástico Juan Amoretti. (Foto: Melissa Konzen/Arco)</figcaption>
										</figure>
		<p>“Isso é algo muito valioso, pois ele conseguiu me enviar as fotos. Logicamente que são em preto e branco, mas, como há vestígios da pintura na parede, eu posso completar as partes que foram danificadas”, descreve Amoretti. O professor estudou na Escola de Belas Artes do Peru e trabalhou com restauração durante sua formação, além de ter sido auxiliar de restauração no Museu de Arte de Lima. </p><p>Nas cartas, Peciar ressalta “pintado com vinílico e acrílico, nada de luzes e sombras, só linhas e planos de cor. Confio em tua habilidade! Espero imagens coloridas depois da restauração!” O processo de restauro foi iniciado em janeiro deste ano. Amoretti trabalha com cautela para preservar ao máximo a pintura original. As imagens coloridas da obra restaurada, infelizmente, ele ficou devendo. </p><p><b><i>Repórter e Mídia Social</i></b><i>: Melissa Konzen, acadêmica de Jornalismo</i></p><p><b><i>Editor Chefe:</i></b><i> Maurício Dias, jornalista</i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Reitor participa de reunião com lideranças em Cachoeira do Sul</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2018/12/07/reitor-participa-de-reuniao-com-liderancas-em-cachoeira-do-sul</link>
				<pubDate>Fri, 07 Dec 2018 19:44:35 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Obras]]></category>

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						<description><![CDATA[Na última quinta-feira (6) o reitor Paulo Afonso Burmann esteve em Cachoeira do Sul, com o objetivo de mobilizar as lideranças da cidade em torno das pautas da UFSM. Em Cachoeira, ele visitou as obras do novo campus, articulou parcerias com uma empresa do setor metal-mecânico e participou de reunião com lideranças locais. Na visita [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_45965" align="alignright" width="300"]<img class="wp-image-45965 size-medium" src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2018/12/Selecionadas-2-300x169.jpg" alt="" width="300" height="169" /> Reitor Paulo Afonso Burmann, empresário João Streit e diretor do Campus Cachoeira do Sul Rogério Brittes em visita ao novo campus.[/caption]

Na última quinta-feira (6) o reitor Paulo Afonso Burmann esteve em Cachoeira do Sul, com o objetivo de mobilizar as lideranças da cidade em torno das pautas da UFSM. Em Cachoeira, ele visitou as obras do novo campus, articulou parcerias com uma empresa do setor metal-mecânico e participou de reunião com lideranças locais.

Na visita ao Campus de Cachoeira do Sul, o reitor conferiu de perto o andamento das obras das novas instalações. Acompanhado do diretor do campus, Rogério Brittes, e do empresário João Streit, Burmann se mostrou otimista com o andamento das obras. “Estamos muito animados com o que vimos. Cada vez que visitamos o Campus de Cachoeira, vemos a evolução do que está sendo construído para que em breve os cursos possam ocupar as novas instalações”, comemorou o reitor.

Na sequência, ele visitou as instalações da Screw, empresa na qual Streit é diretor executivo. O reitor esteve na planta da indústria, que produz peças para a fabricação de máquinas agrícolas, onde pôde conhecer as ações ambientais da empresa. Na ocasião, João Streit confirmou ao reitor sua intenção de desenvolver projetos de pesquisa e inovação junto à UFSM.

À noite, o reitor participou de uma reunião com lideranças locais e universitárias. Burmann solicitou a mobilização de todos para a captação de recursos junto ao Governo em prol das novas instalações do campus. Ele também fez um apelo para os políticos e empresários locais para participarem da articulação junto ao Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer), buscando melhorias na rodovia que dá acesso ao campus.

O diretor do Campus Cachoeira do Sul avaliou como muito positiva a realização da reunião, que demarca o reconhecimento que a UFSM vem obtendo no município e na região. “Os números que apresentamos na reunião evidenciam que o campus está muito próximo à comunidade, principalmente através dos muitos projetos de extensão que vêm sendo desenvolvidos aqui. A nossa presença é intensa na cidade de Cachoeira do Sul”, avalia Brittes.

<i>Texto: Assessoria de Comunicação do Gabinete do Reitor</i>]]></content:encoded>
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