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				<title>052/2026 - EDITAL DE SELEÇÃO DE BOLSISTA NEABI UFSM - QUILOMBOLA</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/editais/052-2026</link>
				<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 23:07:26 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[neabi]]></category>
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						<description><![CDATA[<p>O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI), vinculado ao Observatório de Direitos Humanos, por meio da Coordenadoria de Cidadania e da Pró-Reitoria de Extensão, tornam pública a abertura de inscrições de bolsista, estudantes a partir do 3º semestre de Graduação, com matrícula regular na Universidade Federal de Santa Maria, para atuarem no período de 8 meses na articulação entre estudantes quilombolas da instituição, comunidades e territórios da região central, contribuindo para a organização e fortalecimento do coletivo.</p>
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							<content:encoded><![CDATA[  <p>O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI), vinculado ao Observatório de Direitos Humanos, por meio da Coordenadoria de Cidadania e da Pró-Reitoria de Extensão, tornam pública a abertura de inscrições de bolsista, estudantes a partir do 3º semestre de Graduação, com matrícula regular na Universidade Federal de Santa Maria, para atuarem no período de 8 meses na articulação entre estudantes quilombolas da instituição, comunidades e territórios da região central, contribuindo para a organização e fortalecimento do coletivo.</p>
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													</item>
						<item>
				<title>006/2026 - Edital de Seleção de Bolsista - Notórios Saberes: Reconhecimento Institucional e Valorização dos Saberes e Fazeres para os(as) Mestres(as) de Saberes Tradicionais</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/editais/006-2026</link>
				<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 19:33:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[neabi]]></category>
		<category><![CDATA[notórios saberes]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>

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						<description><![CDATA[<p>Notórios Saberes: Reconhecimento Institucional e Valorização dos Saberes e Fazeres para os(as) Mestres(as) de Saberes Tradicionais</p>
<p>A Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal de Santa Maria, por meio do Observatório de Direitos Humanos, torna pública a abertura de inscrições para seleção de acadêmicos dos cursos de pós-graduação da UFSM para Bolsa de Extensão Universitária, conforme Resolução N. 176/2024.</p>
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Notórios Saberes: Reconhecimento Institucional e Valorização dos Saberes e Fazeres para os(as) Mestres(as) de Saberes Tradicionais</p>
<p>A Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal de Santa Maria, por meio do Observatório de Direitos Humanos, torna pública a abertura de inscrições para seleção de acadêmicos dos cursos de pós-graduação da UFSM para Bolsa de Extensão Universitária, conforme Resolução N. 176/2024.</p>
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													</item>
						<item>
				<title>Abril Indígena na UFSM: Saberes, resistências e vozes das mulheres indígenas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/04/23/abril-indigena-na-ufsm-saberes-resistencias-e-vozes-das-mulheres-indigenas</link>
				<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 19:44:03 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Banner Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[naebi-em-acao]]></category>
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						<description><![CDATA[A diversidade cultural e a resistência histórica dos povos originários ganharam destaque no evento “Um pé na aldeia e outro na Universidade &#8211; Saberes, resistências e vozes das mulheres indígenas” realizado na UFSM, no dia 17 de abril, como parte das comemorações do Abril Indígena na Instituição. Organizado pelo Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>A diversidade cultural e a resistência histórica dos povos originários ganharam destaque no evento “Um pé na aldeia e outro na Universidade - Saberes, resistências e vozes das mulheres indígenas” realizado na UFSM, no dia 17 de abril, como parte das comemorações do Abril Indígena na Instituição.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Organizado pelo Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas (NEABI) da UFSM, o evento aconteceu no Hall do Restaurante Universitário da UFSM e contou com exposições de lideranças indígenas, de profissionais e estudantes indígenas da instituição, além de apresentações de cantos sagrados dos povos Terena, Kaingang e Xakriabá.  Para <strong>Niviane Santos Conceição, do povo Pataxó</strong>, graduanda de Farmácia e uma das organizadoras do evento, a celebração é um momento importante de reflexão sobre os povos indígenas.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/04/8-2-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-4461" style="aspect-ratio:1.5;width:469px;height:auto" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Como pontuou <strong>Marcio Katánh Manoel Antonio, da Terra Indígena Kaingang de Cacique Doble/RS</strong> e primeiro servidor indígena na UFSM, o dia dos povos indígenas representa a diversidade de povos indígenas no Brasil. “Celebrar essa data é uma felicidade coletiva. Representa a luta indígena dentro da universidade, que existe há vários anos, desde Augusto Ópe, indígena que lutou pela presença de estudantes indígenas na graduação da UFSM e no serviço público federal”.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O <strong>cacique&nbsp;kaingang Natanael&nbsp;Claudino, da Aldeia Três Soitas de&nbsp;Santa Maria/RS</strong>, reiterou a importância de espaços de escuta e sensibilização sobre as lutas e as especificidades indígenas, como o proporcionado pelo evento, por proporcionarem a quebra de visões estereotipadas sobre a cultura&nbsp;indígena. Sobre isso, a liderança complementa: “Nossa aldeia está de portas abertas. Os não indígenas que visitam vão com opinião formada, mas, conhecendo as pessoas, mudam opinião. Convido as pessoas que querem para irem conhecer a nossa aldeia”.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Saberes, resistências e vozes das mulheres indígenas</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A potência das mulheres indígenas é reconhecida nos mais diferentes âmbitos - nos territórios, na política institucional, no associativismo. Durante o evento, os participantes presenciaram a força que possuem na Universidade.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Nas exposições, as mulheres indígenas afirmaram que a sua presença na Instituição não é apenas resultado de conquistas individuais, mas reflexo de trajetórias coletivas. <strong>Ligea Bibiana Sales Campos, graduanda de Medicina do povo kaingkang</strong>, relembrou a força de suas ancestrais e afirmou que a sua presença na UFSM é ancorada nas mulheres que vieram antes dela: “Minha força vem das minhas ancestrais, não estou sozinha em sala de aula, tenho uma bagagem genética”. <strong>Clarisse Fortes,</strong> <strong>do povo kaingang e graduada em Enfermagem</strong>, também recorda suas ancestrais e afirma: “Para nós estarmos aqui, antes de nós vieram muitas”.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/04/3-2-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-4464" style="aspect-ratio:1.4992724803569697;width:463px;height:auto" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Dentre as pautas abordadas, as mulheres indígenas destacaram o fortalecimento de sua atuação em espaços de decisão, dentro e fora das universidades. “Chega dos não indígenas fazerem políticas públicas para indígenas. Temos capacidade de produzir políticas públicas para nós mesmas. Não indígenas não têm capacidade de criar políticas públicas para mulheres indígenas, porque somente nós entendemos as nossas especificidades”, pontua Clarisse.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Pauta indígena na UFSM</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>No último mês, a Política de Permanência Indígena foi pauta de diversas ações na Instituição, que reivindicaram o direito ao suporte financeiro a estudantes indígenas para a sua permanência sólida e definitiva na UFSM. Sobre esse tema<strong>, </strong>o <strong>graduando de Enfermagem</strong> <strong>Marcos Leonardo, da Terra Indígena Guarita</strong>, afirma: “Mais pessoas brancas deveriam estar aqui nos ouvindo para compreenderem que não precisamos só de vagas, precisamos de permanência. Por mais que o futuro seja difícil, nós estamos resistindo. Vou me formar e vou estar formando os outros 8 mil indígenas da Guarita”.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Para complementar, <strong>Angela Souza, coordenadora do NEABI da UFSM</strong>, aponta: “hoje é um dia para refletirmos sobre como estamos tratando os povos indígenas, começando pela nossa universidade, que precisa efetivar a pluralidade e a diversidade que é tão falada nas pesquisas. Que a gente realmente se revisite, que a diversidade seja vista na prática - não só proporcionando acesso à Universidade, mas através do reforço à permanência. A bolsa permanência na UFSM é uma luta legítima dos povos indígenas”.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Sobre a data</strong><br>O&nbsp;Dia&nbsp;dos Povos&nbsp;Indígenas&nbsp;é uma data que celebra a diversidade dos povos&nbsp;indígenas&nbsp;do Brasil, anualmente, no&nbsp;dia&nbsp;19 de&nbsp;abril. Na UFSM, a celebrações aconteceram durante todo mês de abril.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O dia 19 de abril é uma referência ao “1° Congresso Indigenista Interamericano”, ocorrido no México, em 1940. No Brasil, essa data foi reconhecida através do decreto Lei n° 5.540, de 1943.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Abaixo, confira os registros do evento:</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

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													</item>
						<item>
				<title>UFSM e NEABI convidam para celebração do Abril Indígena</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/04/16/ufsm-e-neabi-convidam-para-celebracao-do-abril-indigena</link>
				<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 12:34:33 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Observatório de Direitos Humanos]]></category>
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						<description><![CDATA[O Dia dos Povos Indígenas é uma data que celebra a diversidade dos povos indígenas do Brasil, anualmente, no dia 19 de abril. Na UFSM, as celebrações aconteceram durante todo mês de abril. Na próxima sexta-feira (17), às 17h, no Hall do Restaurante Universitário, os saberes, a resistência e as vozes das mulheres indígenas serão o foco do evento “Um pé na aldeia e [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>O <strong>Dia dos Povos Indígenas</strong> é uma data que celebra a diversidade dos povos indígenas do Brasil, anualmente, no dia 19 de abril. Na UFSM, as celebrações aconteceram durante todo mês de abril. Na próxima sexta-feira (17), às 17h, no Hall do Restaurante Universitário, os saberes, a resistência e as vozes das mulheres indígenas serão o foco do evento “Um pé na aldeia e outro na Universidade”.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A data é um momento de reflexão sobre as condições dos povos indígenas no Brasil, um convite para o reconhecimento das histórias, da resistência e da diversidade cultural indígena - uma oportunidade para questionar e combater estereótipos.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O dia 19 de abril é uma referência ao “1° Congresso Indigenista Interamericano” ocorrido no México, em 1940, com o objetivo de discutir políticas para zelar pelos direitos dos povos indígenas na América. No Brasil, essa data foi reconhecida através do decreto Lei n° 5.540, de 1943.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Saberes, resistências e vozes das mulheres indígenas</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A UFSM e o Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas (NEABI) convidam para o evento que terá como a temática “Um pé na aldeia e outro na Universidade”, um encontro de cultura, diálogo e valorização dos povos indígenas, que reunirá apresentações e atividades culturais que fortalecem identidades e saberes, com foco nas mulheres indígenas.<br><br>Durante o evento, serão ministradas oficinas de pintura indígena, haverá coffee break e exposição de artesanatos.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Dia: </strong>17 de abril (sexta-feira)</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Hora:</strong> 17h</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Local:</strong> Hall do Restaurante Universitário da UFSM<br><br>Venha fortalecer essa rede de saberes e resistências!</p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/04/Story-do-instagram-dia-dos-povos-indigenas-branco-e-verde-moderno-576x1024.jpg" alt="" class="wp-image-4403" style="width:252px;height:auto" /></figure>
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													</item>
						<item>
				<title>Cerimônia de Posse da Direção do NEABI-UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/04/10/posse-neabi-ufsm</link>
				<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 13:12:47 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

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						<description><![CDATA[Evento solene realizado no dia 01 de abril de 2026 marcou a transição da diretoria do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). A Cerimônia de posse contou com apresentações de expressões culturais tradicionais pelo programa de extensão “Mojubá: Danças Populares Brasileiras”. Como mencionou professor Anderson Luiz Machado dos Santos, que esteve [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Evento solene realizado no dia 01 de abril de 2026 marcou a transição da diretoria do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). A Cerimônia de posse contou com apresentações de expressões culturais tradicionais pelo programa de extensão “Mojubá: Danças Populares Brasileiras”. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Como mencionou <strong><em>professor Anderson Luiz Machado dos Santos</em></strong>, que esteve à frente da coordenação do NEABI entre os anos 2022 e 2025, "há mais de vinte anos, o Núcleo tem desenvolvido, sistematicamente, uma série de atividades no âmbito do ensino, pesquisa e extensão, relacionadas à temática étnico-racial tanto institucionalmente quanto na interlocução com a comunidade externa". O professor fez parte do processo de reestruturação do NEAB que, em 2021, passou ser NEABI, e destacou as conquistas da última gestão, como a efetivação da primeira diretoria de ações afirmativas na UFSM. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Além disso, mencionou a obtenção de um espaço físico para a sede do NEABI, as formações em letramento racial e em gestão de pessoas para as relações étnico-raciais para o ensino superior, os projetos com o Ministério do Trabalho e Emprego e com o Ministério da Igualdade Racial. “Estamos aqui para aldear e aquilombar a nossa Universidade, para que a UFSM seja, cada vez mais, um território afro-indígena", reforça professor Anderson.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Durante a solenidade, a <em><strong>técnica administrativa Angela Souza de Lima</strong></em>, que estará à frente da coordenação institucional do NEABI a partir de 2026, agradeceu ao professor Anderson a sua responsabilidade coletiva durante os anos de atuação no Núcleo e mencionou: “nesse momento, nossas ancestrais devem estar felizes por estarmos aqui”. Na abertura da cerimônia, a <strong><em>Pró-Reitora de Extensão (PRE) Milena Freire de Oliveira Cruz </em></strong>mencionou a necessidade de a comunidade acadêmica se sentir afetada pelo fato de a Instituição contar com somente 89 docentes pardos e 9 docentes pretos em um quadro de mais de 2.000 docentes. Ademais, colocou a Pró-Reitoria de Extensão à disposição do Núcleo.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
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<p><strong>Integrantes da gestão coletiva</strong></p>
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<p>Durante a solenidade, foram empossados 8 coordenadores que serão responsáveis pelos diferentes eixos de atuação do Núcleo, demarcando o percurso de gestão coletiva do NEABI. A gestão coletiva será integrada por: Angela Maria Souza de Lima (Coordenadora Institucional), Jesse da Cruz (Coordenador Administrativo), Jacilene Aguiar Silva (Coordenadora de fomento a projetos), Rutileia Campos Rodrigues (Coordenadora de Ações Afirmativas Interseccionais), Xainã Pitaguary (Coordenador de Articulação Territorial com povos Indígenas), Luiz Valério Peixoto Seles Filho (Coordenador de Comunicação), Hendric Fagundes Ribeiro e Joceli Pereira (Coordenadores de Articulação Territorial com povos de terreiro e comunidades tradicionais), Bruno Madureira Sucumula (Coordenador da Comunidade Africana). </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<p>Durante a posse, a coordenação de Articulação Territorial com povos de terreiro e comunidades tradicionais foi representada por <em><strong>Joceli Pereira</strong>, <strong>Presidenta da Associação Remanescente do Quilombo Vovó Isabel</strong></em>de Nova Palma, que afirmou: “vamos estar lutando por todos os estudantes da nossa cor”.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Roda de conversa</strong>: <strong>Ações afirmativas e o racismo institucional</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O tema “Ações afirmativas e o enfrentamento ao racismo institucional” foi abordado na roda de conversa que marcou a solenidade da posse e contou com participação especial da <strong><em>Professora Dra. Ana Luísa de Oliveira</em></strong>, da Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF).</p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<!-- wp:paragraph -->
<p>A docente abordou os desafios da sua trajetória acadêmica, que incluiu o movimento para divulgar a não implementação da lei de cotas nos concursos públicos federais para docentes do ensino superior. Além disso, a professora destacou a atuação do NEABI a nível nacional nos pilares do ensino, pesquisa e extensão e, por isso, propôs uma reflexão sobre o lugar que os Núcleos deveriam ocupar no âmbito das universidades, para além das Pró-Reitorias de Extensão.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Por fim, parafraseando a pensadora Cida Bento, criadora do livro “O Pacto da Branquitude” que aborda o acordo de cumplicidade entre brancos que mantem as desigualdades raciais no país, a Prof. Ana Luísa questionou os presentes: “<strong>Onde está o Pacto da Negritude? </strong>Precisamos de mais união para fortalecer a autopreservação e a atenção aos interesses das pessoas pretas”.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
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<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>NEABI na UFSM</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O NEABI atua como um órgão propositivo, consultivo, executivo e fiscalizador, com foco nas questões das identidades e relações étnico-raciais, especialmente no que se refere às populações afrodescendentes e indígenas.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Localização da Sede do NEABI: Cidade Universitária – Prédio da Biblioteca Central</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Contato: neabi@ufsm.br</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Confira abaixo alguns registros da cerimônia de posse da Direção do NEABI-UFSM</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped"><!-- wp:image {"id":4376,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/04/1-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-4376" /></figure>
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<!-- /wp:gallery -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Consulta pública sobre a alteração da Política de Igualdade de Gênero da UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/04/01/consulta-publica-sobre-a-alteracao-da-politica-de-igualdade-de-genero-da-ufsm</link>
				<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 20:27:51 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Casa Verônica UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>
		<category><![CDATA[casa verônica]]></category>
		<category><![CDATA[Igualdade de Gênero]]></category>

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						<description><![CDATA[A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), por meio do Comitê de Igualdade de Gênero, está realizando uma consulta pública sobre a proposta de alteração da Política de Igualdade de Gênero da instituição. A iniciativa busca ampliar o diálogo com a comunidade universitária e possibilitar que docentes, técnico-administrativos(as) e estudantes contribuam com o aprimoramento da [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), por meio do Comitê de Igualdade de Gênero, está realizando uma <strong>consulta pública sobre a proposta de alteração da Política de Igualdade de Gênero</strong> da instituição. A iniciativa busca ampliar o diálogo com a comunidade universitária e possibilitar que docentes, técnico-administrativos(as) e estudantes contribuam com o aprimoramento da política institucional.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A proposta de atualização da política tem como objetivo fortalecer as ações de promoção da igualdade de gênero na universidade, bem como qualificar as estratégias institucionais de prevenção e enfrentamento às violências de gênero e às desigualdades no âmbito da UFSM.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A comunidade acadêmica é convidada a realizar a leitura prévia da minuta do documento, disponível para consulta, e a participar da audiência pública em que a proposta será apresentada. Durante o encontro, haverá uma breve exposição do conteúdo e um espaço para acolhimento de sugestões e contribuições.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>📅 <strong>Data:</strong> 09 de abril de 2026<br>🕑 <strong>Horário:</strong> 14h<br>📍 <strong>Local:</strong> Auditório da CAED – Prédio 67<br>💻 <strong>Transmissão:</strong> YouTube da UFSM</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A participação da comunidade é fundamental para a construção coletiva de políticas institucionais comprometidas com a promoção da igualdade e o enfrentamento das violências de gênero na universidade.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>📄 <strong>Acesse aqui a minuta da Política de Igualdade de Gênero:</strong><strong><br></strong> </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:details -->
<details class="wp-block-details"><summary></summary><!-- wp:file {"id":4343,"href":"https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/04/minuta-PIG-UFSM-2026-versao-audiencia-com-marcacoes.pdf","displayPreview":true} -->
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<!-- /wp:details -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Primeiro servidor indígena da UFSM inicia trajetória no NEABI</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/03/17/primeiro-servidor-indigena-da-ufsm-inicia-trajetoria-no-neabi</link>
				<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 13:49:47 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[neabi]]></category>
		<category><![CDATA[núcleo de estudos afro-brasileiros e indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72193</guid>
						<description><![CDATA[Aprovado pelo sistema de cotas no concurso de 2025, o servidor simboliza avanço histórico na representatividade e inclusão]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_72194" align="alignright" width="354"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-16-at-15.07.09.jpeg"><img class=" wp-image-72194" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-16-at-15.07.09.jpeg" alt="" width="354" height="428" /></a> Marcio Katánh Manoel Antonio[/caption]
<p>Marcio Katánh Manoel Antonio, da Terra Indígena Kaingang de Cacique Doble, no norte do Rio Grande do Sul, é o primeiro servidor aprovado pelas cotas indígenas no concurso para assistente administrativo da UFSM em 2025. Sua chegada marca um momento histórico para a Instituição.</p>
<p>“Meu nome na língua indígena Kaingang é Katánh, que significa árvore verde”, conta o novo servidor, prestes a completar seu primeiro mês de atuação junto ao Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI). Ao ser inserido em um ambiente voltado para a valorização da diversidade e da interculturalidade, ele já começa a contribuir para a construção de práticas mais plurais e comprometidas com a equidade.</p>
<p>"Eu sou aquela pessoa que iniciou a subir as escadinhas da educação, sabe? Comecei a atuar como docente especificamente com os anos iniciais do ensino fundamental, onde também tive a oportunidade de ser coordenador do Programa Mais Educação no magistério do Estado, na Educação Escolar Indígena. Iniciei cursando o magistério, depois consegui cursar a faculdade de Pedagogia, após tive a oportunidade de ter uma formação de pós-graduação <em>lato sensu</em> em Orientação e Supervisão Escolar, e hoje, simbolizo a efetivação das políticas de inclusão e o fortalecimento da representatividade indígena nos espaços administrativos da universidade”, afirma, orgulhoso.</p>
<h3>Representatividade indígena</h3>
<p>Katánh relata sua trajetória profissional, desde o magistério até sua graduação em Pedagogia e Direito e, posteriormente, o ingresso na UFSM e sua trajetória educacional, junto à representatividade indígena. “O que me motivou a estudar Direito foi que percebi que na minha comunidade Kaingang não se tinha ninguém com formação jurídica e não havia nenhum jurista que pudesse auxiliar a comunidade. As famílias necessitavam de assistência jurídica para tratar dos direitos indígenas e de outros direitos que todo cidadão tem, como por exemplo os direitos trabalhistas e previdenciários. Foi aí que percebi a importância de ter indígenas com formação jurídica e em cargos públicos para defender os direitos e auxiliar a comunidade, trazendo incentivo à qualificação educacional e às oportunidades de qualificação profissional”, ressalta o novo servidor do NEABI/UFSM.</p>
<h3>Incentivo à qualificação</h3>
<p>O ingresso na UFSM teve como motivação principal o incentivo à qualificação oferecido pela Universidade, que não era disponível em sua atuação anterior como docente no Estado. Por ser o primeiro servidor público indígena da Instituição, Márcio Katánh carrega um peso de<br />representatividade significativo, pois desde a criação das cotas indígenas na UFSM, em 2013, a Universidade tem buscado ampliar o acesso e a permanência de estudantes e servidores indígenas em seus quadros, fortalecendo a diversidade institucional, principalmente dentro do NEABI, núcleo que atua na promoção de estudos e ações voltadas às questões étnico-raciais, desempenha papel central nesse processo, articulando políticas de inclusão e dando suporte às iniciativas que valorizam a presença indígena na academia.</p>
<p>A chegada do novo servidor não é apenas resultado de uma conquista individual, mas também reflexo de uma trajetória coletiva que vem transformando a Universidade em um espaço mais plural e comprometido com a justiça social.</p>
<p><em>Texto: Observatório de Direitos Humanos</em><br /><em>Foto: Fabiane Fomes, bolsista do ODH</em></p>
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<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Evento Horizontes da Extensão celebra arte, educação e direitos humanos na UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/03/13/evento-horizontes-da-extensao-celebra-arte-educacao-e-direitos-humanos-na-ufsm</link>
				<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 19:30:11 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[naebi]]></category>
		<category><![CDATA[noticiasnaebi]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório de Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de extensão]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

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						<description><![CDATA[Na manhã da última quinta-feira (12), o auditório da Sala dos Conselhos, da Universidade Federal de Santa Maria, recebeu o evento &#8220;Horizontes da Extensão: integrando Arte, Educação e Direitos Humanos&#8220;. A atividade reuniu participantes de projetos, estudantes e integrantes da comunidade para celebrar iniciativas voltadas à promoção dos direitos humanos e às ações extensionistas desenvolvidas [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Na manhã da última quinta-feira (12), o auditório da Sala dos Conselhos, da Universidade Federal de Santa Maria, recebeu o evento "<b>Horizontes da Extensão: integrando Arte, Educação e Direitos Humanos</b>".</p>		
													<img width="1024" height="501" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/03/20260312_105722-1024x501.jpg" alt="" />													
		<p>A atividade reuniu participantes de projetos, estudantes e integrantes da comunidade para celebrar iniciativas voltadas à promoção dos direitos humanos e às ações extensionistas desenvolvidas dentro e fora da universidade. Durante o encontro, ocorreu a premiação do <b>2º Concurso Fotográfico de Direitos Humanos</b>, que reconheceu os dez trabalhos mais bem avaliados. Os participantes do Top 10 receberam certificação, enquanto os 5 primeiros colocados também foram contemplados com premiação.</p><p>A programação também marcou a entrega de certificados aos participantes do projeto <b>Café com Letras</b>, celebrando a conclusão da primeira etapa das atividades e o primeiro aniversário do projeto. A iniciativa tem se destacado por promover espaços de alfabetização, troca de experiências e valorização das vivências culturais entre seus participantes. Outro momento importante do evento foi o lançamento do e-book <b>Identidades, Trajetórias e Perspectivas</b>, publicação que reúne relatos e estudos que registram diferentes experiências relacionadas aos direitos humanos no contexto universitário e social.</p>		
													<img width="683" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/03/20260312_111006-3-683x1024.jpg" alt="" />													
													<img width="683" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/03/20260312_105855-2-683x1024.jpg" alt="" />													
													<img width="683" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/03/20260312_104554-2-683x1024.jpg" alt="" />													
		<p>Na ocasião, também foi realizado o convite para o seminário “<b>Mulheres: Direitos, Trajetórias e Transformações Sociais</b>”, promovido pelo Observatório de Direitos Humanos no mês de março. O evento ocorrerá na próxima quinta-feira (19) e contará com mesas-redondas dedicadas a temas como a busca das mulheres por direitos e proteção, o enfrentamento às opressões, mulheres negras, afetividade e estruturas sociais, lideranças comunitárias e questões relacionadas às mulheres trans.</p>		
													<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/03/20260312_105011-2-1024x683.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="768" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/03/20260312_110322-1-1024x768.jpg" alt="" />													
		<p>Estiveram presentes na atividade a coordenadora do Observatório de Direitos Humanos, <b>Jane Schumacher</b>, e a chefe da Coordenadoria de Cidadania, <b>Cassiana Marques</b>, além de trabalhadoras da <b>ASMAR</b> representando participantes do projeto Café com Letras e os vencedores do concurso fotográfico. O encontro foi encerrado com um momento de confraternização entre os participantes, reforçando o caráter de troca, reconhecimento e aprendizado coletivo que marcou a atividade.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>025/2026 - EDITAL DE SELEÇÃO DE BOLSISTA PARA O PROJETO DE EXTENSÃO DE NOTÓRIOS SABERES</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/editais/025-2026</link>
				<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 15:44:01 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[neabi]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>

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						<description><![CDATA[<p>O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI), vinculado ao Observatório de Direitos Humanos, por meio da Coordenadoria de Cidadania e da Pró-Reitoria de Extensão, tornam pública a abertura de inscrições de bolsistas, acadêmicas/os a partir do 7º semestre de Graduação e ou Pós-Graduação em Comunicação, matriculadas/os na Universidade Federal de Santa Maria, para atuarem no período de quatro meses na edição dos vídeos e materiais já gravados para o desenvolvimento de registro de memórias e difusão de conhecimento de notório saber; criar e postar conteúdos nas redes sociais sobre o projeto; produzir releases e/ou textos de difusão das atividades do projeto.</p>
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI), vinculado ao Observatório de Direitos Humanos, por meio da Coordenadoria de Cidadania e da Pró-Reitoria de Extensão, tornam pública a abertura de inscrições de bolsistas, acadêmicas/os a partir do 7º semestre de Graduação e ou Pós-Graduação em Comunicação, matriculadas/os na Universidade Federal de Santa Maria, para atuarem no período de quatro meses na edição dos vídeos e materiais já gravados para o desenvolvimento de registro de memórias e difusão de conhecimento de notório saber; criar e postar conteúdos nas redes sociais sobre o projeto; produzir releases e/ou textos de difusão das atividades do projeto.</p>
]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM promove Viva o Campus Especial Dia das Mulheres (8)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/03/04/ufsm-promove-viva-o-campus-especial-dia-das-mulheres-8</link>
				<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 15:19:30 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[8M]]></category>
		<category><![CDATA[casa verônica]]></category>
		<category><![CDATA[Dia da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[Viva o Campus]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72116</guid>
						<description><![CDATA[Evento integra a programação especial alusiva às mulheres, ao longo do mês de março, realizada pela Pró-Reitoria de Extensão da UFSM]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><img class=" wp-image-72117 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/03/1-819x1024-1-240x300.jpg" alt="Card colorido em fundo roxo com uma ilustração de 12 mulheres, uma ao lado da outra, e as escritas: Viva o campus dia das mulheres dia 8 de março, das 15h às 19h, no Largo do Planetário" width="437" height="546" />A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), por meio da Coordenadoria de Cultura e Arte e do Observatório de Direitos Humanos, ambos ligados à Pró-Reitoria de Extensão (PRE), promove, neste domingo, 8 de Março, o Viva o Campus Especial Dia das Mulheres. O evento faz parte da programação que será realizada ao longo do mês de março, pensada nesse tema tão relevante, principalmente, nos dias de hoje. As atividades são abertas a toda a comunidade e acontecem das 15h às 19h.</p>
<p>Essa edição contará com a presença dos parceiros do Viva o Campus: a Polifeira do Agricultor; o Jardim Botânico, a Mostra Morfo; o Projeto Arte Além do Ofício; o Acervo Artístico e uma programação especial e repleta de atividades em parceria com a Casa Verônica da UFSM, juntamente com o Coletivo Editorial Taú, Programa de Extensão em Gênero, Interseccionalidade e Direitos Humanos (GIDH/UFSM), DTG Noel Guarany 13ª Região, Liga Acadêmica de Saúde da Mulher (LIASM) e Incubadora Social. Serão oferecidas oficinas como defesa pessoal, leitura, esportes campeiros para mulheres, oficina e campeonato de truco gaudério, Tertafe (Tejo, Tava, Argola e ferradura), oficina de assoalho pélvico e exercícios para gestantes, além da presença da Feira Incubadora Social Mulheres Empreendedoras. </p>
<p>O Viva promete atrações artísticas diversificadas, passando pelo rock, música gaúcha, música brasileira e música eletrônica, tudo por conta das apresentações de mulheres potentes nas vozes e talentos da AG Rock, DTG Noel Guarany 13ª Região, Luiza Morais e Zara Steinbrenner.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Viva o Campus </strong></h2>
<p>O Viva o Campus busca incentivar a participação cultural e artística da comunidade, promovendo a conscientização e o cuidado com o Meio Ambiente ao trazer a sociedade para o campus da Instituição. Realizado desde 2014, a ação tem ganhado espaço na agenda de Santa Maria, ressaltando as habilidades e as experiências movimentadas pela UFSM nas diversas áreas de atuação institucional. </p>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO </strong></p>
<p><strong><em>PROGRAMAÇÃO ARTÍSTICA</em></strong></p>
<ul class="wp-block-list">
<li>15h às 19h – Largo do Planetário </li>
<li>15h30 – AG Rock </li>
<li>16h30 – DTG Noel Guarany e 13ª Região Tradicionalista – Mirella Sydol, na gaita e Clara Pivetta, solista vocal </li>
<li>17h – Luiza Morais – Música Brasileira </li>
<li>18h – Zara Steinbrenner: Set de música House, Groove Disco, Música Eletrônica</li>
</ul>
<p><strong><em>PARCEIROS FIXOS </em></strong></p>
<ul class="wp-block-list">
<li><strong>POLIFEIRA DO AGRICULTOR </strong></li>
<li>15h às 19h </li>
<li>Largo do Planetário </li>
</ul>
<ul class="wp-block-list">
<li><strong>JARDIM BOTÂNICO </strong></li>
<li>15h às 19h </li>
<li>16h Recepção e visita livre </li>
<li>17h yoga ao ar livre: Equilíbrio e gravidade: corpo em alinhamento </li>
<li>18h30 Palestra: mulheres pioneiras na Astronomia </li>
<li>19h oficina de observação de constelações e meditação guiada </li>
</ul>
<ul class="wp-block-list">
<li><strong>ACERVO ARTÍSTICO</strong> </li>
<li>15h às 19h </li>
<li>Exposição Não Estou Lá, de Victor Hugo Cecatto </li>
<li>Arte Rupestre na Caverna Espaço Imersivo </li>
<li>17h – Oficina Textil – Tramas Femininas (inscrições prévias via formulário)</li>
</ul>
<ul class="wp-block-list">
<li><strong>PROJETO ARTE ALÉM DO OFÍCIO </strong></li>
<li>15h às 19h </li>
<li>Largo do Planetário </li>
</ul>
<ul class="wp-block-list">
<li><strong>MOSTRA MORFO </strong></li>
<li>15h às 19h </li>
<li>Prédio 19</li>
</ul>
<p><strong><em>PROGRAMAÇÃO ESPECIAL CASA VERÔNICA</em></strong></p>
<p><strong>Casa Verônica </strong></p>
<ul class="wp-block-list">
<li>17h — Conversa sobre o serviço</li>
<li> 17h — Oficina de defesa pessoal (Bosque em frente ao planetário)</li>
</ul>
<p><strong>Coletivo Editorial Taú</strong> </p>
<ul class="wp-block-list">
<li> 16h–17h — Oficina de leitura: “O Monstro não mora aqui (Ele escreve)” — Leitura crítica de contos de horror contemporâneos e técnicas de Escrita Criativa (Bosque próximo à pracinha) </li>
</ul>
<p><strong>GIDH — Mariana Selister </strong></p>
<ul class="wp-block-list">
<li>17h–18h — Oficina de leitura: “Roda de Histórias: Mulheres Inspiradoras, de Bertha Lutz a você” (Bosque próximo à pracinha) </li>
</ul>
<p><strong>DTG Noel Guarany (13ª Região) </strong></p>
<ul class="wp-block-list">
<li>16h–18h — Oficinas de esportes campeiros para mulheres </li>
<li>A partir das 16h — Oficina e campeonato de Truco Gaudério, Peteca e Vaca Parada </li>
<li>A partir das 17h — Oficina de Tetarfe (Tejo, Tava, Argola e Ferradura)</li>
</ul>
<p><strong>LIASM </strong></p>
<ul class="wp-block-list">
<li>15h — Oficina para assoalho pélvico (Bosque em frente ao planetário)</li>
<li>16h — Oficina de exercícios para gestantes (Bosque em frente ao planetário) </li>
</ul>
<p><strong>Feira Incubadora Social </strong></p>
<ul class="wp-block-list">
<li>Mulheres empreendedoras<br /><br /></li>
</ul>
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<p><em>Texto: Coordenadoria de Cultura e Arte/Pró-Reitoria de Extensão</em></p>
<p> </p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</section>
<section class="elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-bf9f0e6 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default" data-id="bf9f0e6" data-element_type="section">
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</div>
</div>
</section>
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													</item>
						<item>
				<title>INCRA-RS e NEABI-UFSM atuam no Cadastro de Famílias Quilombolas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/03/04/incra-rs-ufsm-e-neabi-ufsm-atuam-no-cadastro-de-familias-quilombolas</link>
				<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 12:38:18 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Banner Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[neabi]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de extensão]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?p=4252</guid>
						<description><![CDATA[Famílias de 23 comunidades remanescentes de quilombos em 18 municípios da região central e norte do Rio Grande do Sul estão mobilizadas em relação à construção de políticas de reconhecimento e reparação através do cadastramento no Programa Nacional de Reforma Agrária. O processo de cadastramento está sendo realizado através do Termo de Execução Descentralizada (TED) [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Famílias de 23 comunidades remanescentes de quilombos em 18 municípios da região central e norte do Rio Grande do Sul estão mobilizadas em relação à construção de políticas de reconhecimento e reparação através do cadastramento no Programa Nacional de Reforma Agrária.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O processo de cadastramento está sendo realizado através do Termo de Execução Descentralizada (TED) firmado entre a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), o Incra no Rio Grande do Sul e o&nbsp;Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI-UFSM). O trabalho de campo, que beneficiará cerca de 900 famílias, é desenvolvido por estudantes quilombolas da UFSM com o apoio de lideranças locais e do Núcleo de Extensão e Pesquisa em Territorialidade, Extensão Rural e Reforma Agrária da&nbsp;UFSM&nbsp;(NEP Terra).&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":4253,"sizeSlug":"full","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-full"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/03/Sem-titulo.jpg" alt="" class="wp-image-4253" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Projeto inovador: equipe quilombola para o cadastramento das famílias quilombolas</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Pela primeira vez, todo o projeto de cadastramento das famílias quilombolas da região Centro-Norte está sendo coordenado pelo NEABI e por uma coordenadora quilombola, Ivonete Carvalho, presidenta da Associação Quilombola Vó Fermina e Vó Maria Eulina de Restinga Sêca/RS e graduanda do curso de Geografia Bacharelado da UFSM.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Além disso, o trabalho de campo é executado por uma equipe composta, majoritariamente, por bolsistas quilombolas vinculados à UFSM. “A cada trabalho de campo, há maior aprendizado e solidificação de um trabalho coletivo”, afirma Ivonete Carvalho.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Conclusão do cadastramento em Caçapava do Sul/RS</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>No dia 03 de março de 2026, a equipe concluiu o trabalho de cadastramento das famílias Quilombolas no Território de Caçapava do Sul/RS. O momento contou com um evento de encerramento e a participação na plenária das comunidades com a presença do INCRA, da gestão municipal de Igualdade Racial, representada pela geógrafa Cátia Cilene, do NEP Terra, representado pela tutora Janaína Betto, e da equipe do NEABI-UFSM.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Reparação histórica</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O reconhecimento dos remanescentes de quilombos desencadeia um processo dinâmico de reelaboração de identidades, memórias coletivas e referências territoriais.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O cadastramento é um avanço na reparação histórica em relação às comunidades quilombolas e facilitará os processos de acesso a políticas públicas e créditos por parte das famílias cadastradas. Além disso, reforça o papel da universidade como agente de transformação social, histórica e cultural.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Confira imagens do trabalho de campo realizado em 2025 e 2026</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/03/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-11-11-as-09.53.34_fb934bea-461x1024.jpg" alt="" class="wp-image-4261" /></figure>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/03/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-11-11-as-09.36.56_fa1d1c83-1024x461.jpg" alt="" class="wp-image-4268" /></figure>
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													</item>
						<item>
				<title>MEC abre chamada para cursos de formação de professores e gestores da rede pública</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/02/26/mec-abre-chamada-para-cursos-de-formacao-de-professores-e-gestores-da-rede-publica</link>
				<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 21:54:12 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Funcionalismo]]></category>
		<category><![CDATA[formação continuada]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias para Servidores]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>

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						<description><![CDATA[Professores e servidores técnico-administrativos da UFSM podem enviar propostas até 12 de março]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), publicou <a href="https://drive.google.com/drive/folders/1LgPlhYl5ejUlwp8agu3EpB0aSCmboT-F" target="_blank" rel="noopener">cartas-convite</a> destinadas às universidades e aos institutos federais para apresentação de propostas de cursos de formação de professores e/ou gestores da rede pública de educação, com oferta prevista ao longo de 2026. As iniciativas aprovadas contarão com apoio financeiro, incluindo bolsas e recursos de custeio. Professores e servidores técnico-administrativos da UFSM podem enviar propostas para o Observatório de Direitos Humanos (ODH) até 12 de março (e não mais 5 de março), pelo e-mail observatoriodh@ufsm.br.</p>
<p>As cartas-convite orientam as instituições interessadas a submeter propostas vinculadas às políticas, programas e ações conduzidos pelas diferentes áreas da Secadi. Cada área temática elaborou documento próprio, com detalhamento de objetivos, público-alvo, formatos de oferta e procedimentos específicos para submissão.</p>
<p>As propostas deverão observar as determinações da <a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-n-10-de-18-de-fevereiro-de-2026-687616313" target="_blank" rel="noopener">portaria Nº 10, de 18 de fevereiro de 2026</a>, que estabelece critérios, contrapartidas e indicadores de monitoramento para apoio técnico e financeiro às instituições federais de ensino em ações de formação inicial e continuada, além da realização de eventos de natureza educacional.</p>
<p><b>Áreas temáticas contempladas:</b> educação para as relações étnico-raciais; educação escolar quilombola; acompanhamento e combate à violência nas escolas; educação bilíngue de surdos; educação do campo; educação especial na perspectiva inclusiva; políticas educacionais em direitos humanos; políticas educacionais para as juventudes; educação ambiental.</p>

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>PROGRAMAÇÃO GERAL 8M -  UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/eventos/programcaogeral8mufsm</link>
				<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 15:45:47 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[casa verônica]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Igualdade de Gênero]]></category>
		<category><![CDATA[mês da mulher]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

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						<description><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O mês de março é historicamente marcado pela luta das mulheres por direitos, igualdade e justiça. Na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), o 8 de Março reafirma o compromisso institucional com o enfrentamento às violências contra as mulheres e com a construção de uma universidade mais segura, equitativa e inclusiva.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ao longo de todo o mês, a Casa Verônica, em articulação com diferentes setores, coletivos, projetos, unidades acadêmicas e movimentos da comunidade universitária, promove uma programação diversa que integra formação, cultura, tradição, saúde, arte e protagonismo feminino.</p>
<p class="isSelectedEnd">A proposta vai além da denúncia das violências. Busca fortalecer a autonomia das mulheres, ampliar redes de apoio, qualificar o debate público e visibilizar trajetórias que transformam a universidade. Oficinas formativas, atividades culturais, rodas de conversa, ações simbólicas, seminários e iniciativas de comunicação compõem uma agenda que articula prevenção, enfrentamento e promoção de direitos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Combater as violências contra as mulheres é uma responsabilidade coletiva. Ao ocupar espaços, compartilhar saberes e fortalecer vínculos, reafirmamos que viver sem violência é um direito e que a universidade é um espaço fundamental para essa transformação.</p>
<p>Acompanhe a programação em nossos canais institucionais e nas redes sociais.</p>
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p class="isSelectedEnd">O mês de março é historicamente marcado pela luta das mulheres por direitos, igualdade e justiça. Na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), o 8 de Março reafirma o compromisso institucional com o enfrentamento às violências contra as mulheres e com a construção de uma universidade mais segura, equitativa e inclusiva.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ao longo de todo o mês, a Casa Verônica, em articulação com diferentes setores, coletivos, projetos, unidades acadêmicas e movimentos da comunidade universitária, promove uma programação diversa que integra formação, cultura, tradição, saúde, arte e protagonismo feminino.</p>
<p class="isSelectedEnd">A proposta vai além da denúncia das violências. Busca fortalecer a autonomia das mulheres, ampliar redes de apoio, qualificar o debate público e visibilizar trajetórias que transformam a universidade. Oficinas formativas, atividades culturais, rodas de conversa, ações simbólicas, seminários e iniciativas de comunicação compõem uma agenda que articula prevenção, enfrentamento e promoção de direitos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Combater as violências contra as mulheres é uma responsabilidade coletiva. Ao ocupar espaços, compartilhar saberes e fortalecer vínculos, reafirmamos que viver sem violência é um direito e que a universidade é um espaço fundamental para essa transformação.</p>
<p>Acompanhe a programação em nossos canais institucionais e nas redes sociais.</p>
]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Remição pela Leitura no Cumprimento da Pena Domiciliar com Monitoramento Eletrônico inicia atividades</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/02/11/remicao-pela-leitura-no-cumprimento-da-pena-domiciliar-com-monitoramento-eletronico-inicia-atividades</link>
				<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 17:42:45 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório de Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de extensão]]></category>

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						<description><![CDATA[O projeto “Novos Capítulos para Remição pela Leitura”, promovido pelo Observatório de Direitos Humanos da Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, em parceria com a Superintendência dos Serviços Penitenciários do Rio Grande do Sul (SUSEPE), inicia suas atividades no dia 12 de fevereiro, com a realização da primeira reunião do grupo. Os encontros ocorrerão quinzenalmente, no [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <img width="960" height="1082" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/02/IMG-20260202-WA0001-2.jpg" alt="" />													
		<p>O projeto “<strong>Novos Capítulos para Remição pela Leitura</strong>”, promovido pelo Observatório de Direitos Humanos da Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, em parceria com a Superintendência dos Serviços Penitenciários do Rio Grande do Sul (SUSEPE), inicia suas atividades no dia <strong>12 de fevereiro</strong>, com a realização da primeira reunião do grupo. Os encontros ocorrerão quinzenalmente, no prédio da Antiga Reitoria, e se estendem até o mês de dezembro. </p><p>Resultado de convênio firmado com a SUSEPE, o projeto integra as <strong>ações de extensão voltadas ao tratamento penal e aos processos de ressocialização de pessoas em monitoramento eletrônico</strong>, fortalecendo a articulação entre universidade e políticas públicas. O planejamento das atividades para 2026 foi construído de forma conjunta pela professora Jane Schumacher, coordenadora do Observatório de Direitos Humanos, e por Patrícia Rosane Py Dutra, analista da Polícia Penal e representante da SUSEPE, reafirmando o compromisso institucional com a continuidade e o fortalecimento da iniciativa.</p><p>As ações estão fundamentadas na <strong>Ordem de Serviço nº 01/2021 da SUSEPE/RS</strong>, que prevê a remição de quatro dias de pena para cada obra lida e avaliada. Para além do benefício legal, o projeto busca incentivar o hábito da leitura, estimular o pensamento crítico e ampliar o repertório cultural dos participantes. Os encontros promovem debates coletivos sobre as obras, possibilitando trocas de experiências e reflexões acerca de diferentes contextos sociais e literários. A Remição pela Leitura reafirma o compromisso do Observatório de Direitos Humanos com o acesso à educação, à cultura e à promoção dos direitos humanos, contribuindo para o fortalecimento de processos de ressocialização por meio da leitura e do diálogo.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>ODH dialoga com a Receita Federal sobre proposta de Cidadania Fiscal no Currículo Escolar</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/01/30/odh-dialoga-com-a-receita-federal-sobre-proposta-de-cidadania-fiscal-no-curriculo-escolar</link>
				<pubDate>Fri, 30 Jan 2026 16:00:12 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório de Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de extensão]]></category>

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						<description><![CDATA[Na segunda-feira, dia 26, o Observatório de Direitos Humanos realizou uma reunião com a Receita Federal de Santa Maria para dialogar sobre a proposta de Cidadania Fiscal no Currículo Escolar. O encontro contou com a presença da assistente técnica administrativa da Receita Federal, Paola Cristine Cogo Pochman, da coordenadora do ODH, Jane Schumacher, da pedagoga [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:post-featured-image /-->		
													<img width="1024" height="659" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/01/20260126_095741_105129-2-1024x659.jpg" alt="" />													
		<p>Na segunda-feira, dia 26, o Observatório de Direitos Humanos realizou uma reunião com a Receita Federal de Santa Maria para dialogar sobre a proposta de Cidadania Fiscal no Currículo Escolar. O encontro contou com a presença da assistente técnica administrativa da Receita Federal, Paola Cristine Cogo Pochman, da coordenadora do ODH, Jane Schumacher, da pedagoga TAE, Jovaneli Lara Xavier Siqueira da Rosa, e bolsistas do Observatório. Durante a reunião, foi destacada a atuação da Receita Federal em ações educativas e sua experiência em parcerias com universidades, especialmente por meio de projetos de extensão. Nesse contexto, a extensão universitária aparece como um espaço estratégico para a formação de estudantes, em especial de cursos de licenciatura, que podem atuar como agentes multiplicadores da educação fiscal junto às escolas.</p><p>Durante a reunião, foi destacada a atuação da Receita Federal em ações educativas e sua experiência em parcerias com universidades, especialmente por meio de projetos de extensão. Nesse contexto, a extensão universitária aparece como um espaço estratégico para a formação de estudantes, em especial de cursos de licenciatura, que podem atuar como agentes multiplicadores da educação fiscal junto às escolas. A inserção da Cidadania Fiscal no currículo escolar não prevê a criação de uma disciplina específica, mas o trabalho do tema de forma transversal e interdisciplinar, em diálogo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e com áreas como História, Geografia, Artes e Educação Financeira. A iniciativa busca estimular a reflexão crítica sobre direitos sociais, políticas públicas e responsabilidade coletiva, valorizando o protagonismo dos estudantes.</p>		
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/01/20260126_095707_105523-1024x1024.jpg" alt="" />													
													<img width="1024" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2026/01/20260126_103739_105041-1024x1024.jpg" alt="" />													
		<p>Entre as estratégias apresentadas está o uso de material paradidático desenvolvido pela Receita Federal, voltado ao apoio pedagógico dos professores da educação básica. O livro Os Guardiões da Liga Cidadã e a Casa do Tesouro utiliza uma narrativa lúdica, com personagens e situações do cotidiano, para abordar temas relacionados à cidadania fiscal. Além da história, o material propõe atividades e exemplos práticos que auxiliam os docentes a trabalhar os conteúdos em sala de aula de forma acessível, participativa e integrada ao currículo, especialmente com turmas da educação infantil e dos anos iniciais do ensino fundamental.</p><p>O diálogo estabelecido na reunião reforça a importância da articulação entre as instituições, apontando possibilidades de construção conjunta de ações educativas e extensionistas, a partir de acordos de cooperação técnica, incluindo a discussão e planejamento de projetos a serem desenvolvidos com o ODH. Assim, reafirmando o compromisso com a promoção dos direitos humanos e da cidadania, reconhecendo a educação como eixo fundamental para o fortalecimento da participação social.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>CAFÉ COM LETRAS FINALIZA ATIVIDADES DO ANO COM ENCONTRO COLETIVO E INTEGRAÇÃO ENTRE PARTICIPANTES DA ASSOCIAÇÃO DOS SELECIONADORES DE MATERIAIS RECICLÁVEIS DE SANTA MARIA (ASMAR)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2025/12/23/cafe-com-letras-finaliza-atividades-do-ano-com-encontro-coletivo-e-integracao-entre-participantes-da-associacao-dos-selecionadores-de-materiais-reciclaveis-de-santa-maria-asmar</link>
				<pubDate>Tue, 23 Dec 2025 14:34:57 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório de Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de extensão]]></category>

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						<description><![CDATA[Na última quarta-feira (17), os participantes do Projeto Café com Letras reuniram-se na sede da Associação dos Selecionadores de Materiais Recicláveis de Santa Maria (ASMAR) para o encerramento das atividades de 2025. O encontro teve como objetivo celebrar o percurso formativo construído ao longo do ano, fortalecendo vínculos, o diálogo e o reconhecimento das aprendizagens [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:post-featured-image /-->		
													<img width="1024" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2025/12/IMG-20251217-WA0021-2-1024x576.jpg" alt="" />													
		<p>Na última quarta-feira (17), os participantes do Projeto Café com Letras reuniram-se na sede da Associação dos Selecionadores de Materiais Recicláveis de Santa Maria (ASMAR) para o encerramento das atividades de 2025. O encontro teve como objetivo celebrar o percurso formativo construído ao longo do ano, fortalecendo vínculos, o diálogo e o reconhecimento das aprendizagens coletivas.</p><p>O encontro também contou com um momento de troca de presente, no qual os participantes  compartilharam características e pistas que possibilitaram a descoberta dos presenteados, promovendo risadas, curiosidade e entrosamento . Após a revelação e a troca dos presentes, o grupo celebrou os aniversários do mês de dezembro, em um gesto coletivo de carinho e reconhecimento, marcado por votos de felicidades.</p>		
													<img width="1024" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2025/12/IMG-20251217-WA0026-1024x576.jpg" alt="" />													
		<p>Em seguida, os participantes vivenciaram um momento de confraternização em clima de descontração, com bolo, salgados, música e conversas que fortaleceram os vínculos construídos ao longo do ano, celebrando as conquistas, os aprendizados e as experiências compartilhadas em 2025.</p><p>O Café com Letras é um projeto de extensão coordenado pela professora Jane Schumacher, vinculado ao Observatório de Direitos Humanos da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em parceria com a ASMAR. Desenvolvido por meio de encontros semanais, a iniciativa busca promover a alfabetização e o fortalecimento da autoestima e da autonomia de trabalhadores associados à ASMAR, proporcionando oportunidades de leitura, escrita e ampliação de saberes em um ambiente acolhedor diretamente no local de trabalho.</p>		
													<img width="1024" height="576" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2025/12/DSC0043-1024x576.jpg" alt="" />													
		<p>Desde o início em 2024, o projeto tem reunido participantes todas as quartas-feiras para atividades educativas que fortalecem não apenas o domínio da leitura e escrita, mas também o protagonismo social e comunitário dos envolvidos, integrando educação, direitos humanos e cultura em um processo contínuo de transformação.</p><p>A comemoração de encerramento reflete o espírito colaborativo e a importância do projeto para a comunidade da ASMAR, celebrando as pequenas e grandes conquistas que marcaram o ano.</p><p>Confira alguns registros do evento:</p>		
								<figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2025/12/DSC0035.jpg" alt="_DSC0035" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2025/12/DSC0027.jpg" alt="_DSC0027" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2025/12/DSC0054.jpg" alt="_DSC0054" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2025/12/DSC0047.jpg" alt="_DSC0047" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2025/12/DSC0037.jpg" alt="_DSC0037" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2025/12/DSC0051.jpg" alt="_DSC0051" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2025/12/DSC0045.jpg" alt="_DSC0045" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2025/12/DSC0048.jpg" alt="_DSC0048" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2025/12/DSC0034.jpg" alt="_DSC0034" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2025/12/DSC0029.jpg" alt="_DSC0029" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2025/12/DSC0032.jpg" alt="_DSC0032" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2025/12/DSC0033.jpg" alt="_DSC0033" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2025/12/DSC0041.jpg" alt="_DSC0041" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2025/12/DSC0031.jpg" alt="_DSC0031" /></figure><figure><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2025/12/DSC0018.jpg" alt="_DSC0018" /></figure>			
		<p>Imagens: Kelly Duarte, Bolsista da Comunicação do ODH/UFSM.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM conclui primeira turma de grupo reflexivo para homens autores de violência contra a mulher</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/12/11/ufsm-conclui-primeira-turma-de-grupo-reflexivo-para-homens-autores-de-violencia-contra-a-mulher</link>
				<pubDate>Fri, 12 Dec 2025 01:26:16 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[casa verônica]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>
		<category><![CDATA[violência contra a mulher]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=71640</guid>
						<description><![CDATA[Ao todo, 11 homens participaram dessa primeira turma, que teve 13 encontros, realizados no Fórum de Santa Maria]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  A UFSM, por meio da Pró-Reitoria de Extensão, do Observatório de Direitos Humanos (ODH) e da Casa Verônica, concluiu no dia 26 de novembro a primeira turma do grupo reflexivo destinado a homens autores de violência contra a mulher. A iniciativa integra o projeto institucional (Re)Pensando Masculinidades, desenvolvido em parceria com o Ministério Público Estadual e com o Juizado de Violência Doméstica.

[caption id="attachment_71641" align="alignright" width="621"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/12/IMG-20251205-WA0025.jpg"><img class=" wp-image-71641" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/12/IMG-20251205-WA0025-300x169.jpg" alt="Foto horizontal. Mostra uma sala com chão e paredes na cor branca. Ao centro, há um espaço retangular sobre o qual estão depositados papéis e recortes de diferentes cores, com uma pequena planta dentro de um vaso. Seis homens estão sentados em cadeiras encostadas nas paredes. Na imagem, aparecem somente as suas pernas." width="621" height="350" /></a> Entre as atividades realizadas, destacam-se rodas de conversa, dinâmicas, debates, exibição de vídeos e reflexões guiadas por profissionais de diversas áreas[/caption]

Esse projeto começou a ser estruturado ainda em 2024 por uma equipe multidisciplinar de servidores e estudantes vinculados ao ODH e a diversos setores da UFSM. Ao longo de 13 encontros com os participantes, foram realizadas atividades que combinaram rodas de conversa, dinâmicas, debates, exibição de vídeos e reflexões guiadas por profissionais das áreas do direito, pedagogia, enfermagem, psicologia, ciências sociais, serviço social e saúde. Ao todo, 11 homens participaram dessa primeira turma.

Esses encontros semanais, realizados no Fórum de Santa Maria, tiveram por objetivo a promoção da autorresponsabilidade, a reflexão crítica sobre o padrão de masculinidade hegemônico, a compreensão das violências previstas na Lei Maria da Penha, a análise de comportamentos cotidianos, o desenvolvimento de habilidades emocionais e a construção de novas práticas de convivência. Também foram discutidas as consequências jurídicas da violência doméstica, a saúde física e mental dos homens, o uso abusivo de álcool e de outras substâncias, além da comunicação não violenta.

A relevância dessa atuação se evidencia diante do cenário local e nacional. No primeiro semestre de 2024, somente em Santa Maria, foram registradas e deferidas 3.603 Medidas Protetivas de Urgência. Em âmbito nacional, dados da Rede de Observatórios da Segurança (relativos a 2024) indicam que, a cada 24 horas, ao menos oito mulheres foram vítimas de violência doméstica, e que mais de 70% dos casos de feminicídio foram cometidos por companheiros ou ex-companheiros das vítimas. Nesse contexto, iniciativas educativas, como os grupos reflexivos, tornam-se fundamentais para o enfrentamento integrado da violência de gênero.

Além de promover um espaço de escuta e reflexão, o projeto estimulou o desenvolvimento de habilidades emocionais e sociais, fundamentais para que os participantes compreendam o impacto de suas ações e construam formas mais saudáveis de se relacionar. O trabalho também contribuiu para a formação profissional das equipes envolvidas, consolidando o papel da extensão universitária como agente transformador de realidades.

Com essa iniciativa, a UFSM reafirma seu compromisso com o enfrentamento da violência contra as mulheres e com a promoção de práticas que fortaleçam o respeito, a justiça e os direitos humanos.

<i>Texto e foto: Assessoria de Comunicação do ODH e Casa Verônica</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto INSPIRA fortalece laços entre mães em cumprimento de pena no presídio regional e suas crianças em 2025</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2025/12/11/projeto-inspira-fortalece-lacos-entre-maes-em-cumprimento-de-pena-no-presidio-regional-e-suas-criancas-em-2025</link>
				<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 20:29:26 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório de Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de extensão]]></category>

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						<description><![CDATA[O Projeto Inspira, iniciativa de extensão da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), com a Polícia Federal (PF) e a Superintendência de Serviços Penitenciários (SUSEPE) concluiu com êxito suas três ações previstas para 2025, reafirmando seu compromisso com o fortalecimento dos vínculos familiares entre mulheres encarceradas no Presídio Regional de Santa Maria e seus filhos [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:post-featured-image /-->		
													<img width="1024" height="567" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2025/12/IMG-20251205-WA0054-1-1024x567.jpg" alt="" />													
		<p>O Projeto Inspira, iniciativa de extensão da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), com a Polícia Federal (PF) e a Superintendência de Serviços Penitenciários (SUSEPE) concluiu com êxito suas três ações previstas para 2025, reafirmando seu compromisso com o fortalecimento dos vínculos familiares entre mulheres encarceradas no Presídio Regional de Santa Maria e seus filhos e filhas. O projeto desenvolve atividades que promovem espaços de convivência afetiva e interação, com participação formativa de estudantes de cursos da UFSM.</p><p>As ações do ano ocorreram em agosto e novembro, na sede da Polícia Federal, reunindo mães e crianças em momentos de aproximação, brincadeiras orientadas e vivências que reforçam a importância da presença materna na vida das crianças. A culminância de 2025 aconteceu no dia 5 de dezembro, no Presídio Regional de Santa Maria, em uma tarde marcada pela emoção e pela construção de memórias afetivas. Cerca de 30 crianças, entre 2 e 14 anos, participaram de atividades lúdicas ao lado de suas mães, preenchendo o espaço com alegria, reencontros e demonstrações de carinho, elementos fundamentais para preservar laços familiares muitas vezes fragilizados pela privação de liberdade.</p>		
													<img width="1024" height="653" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2025/12/IMG-20251205-WA0051-1-1024x653.jpg" alt="" />													
		<p>O Projeto Inspira  conta com apoio e participação do Grupo de Pesquisa TRAVESSIAS: Cotidiano, Infância e Docência, vinculada ao Centro de Educação da UFSM que  desenvolve pesquisas e ações voltadas às infâncias, aos cotidianos e à docência, com atenção especial às experiências de crianças em situação de vulnerabilidade e às diferentes travessias que atravessam suas vidas  liderado pela Prof. Dr. Graziela Escandiel de Lima. A edição de dezembro contou também com a participação de Jéssica Righi, mestranda em Educação, que integrou a equipe da ação, Crislaine Vargos  Basso e Carolina Fontana Doutorandas em Educação.</p><p>Com iniciativas como o Inspira, o Observatório de Direitos Humanos da UFSM reforça seu compromisso em apoiar projetos que fortalecem vínculos, valorizam trajetórias e aproximam a universidade das necessidades reais da comunidade.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto Afronteira encerra ciclo e reforça ações de combate ao racismo na fronteira Brasil–Uruguai</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2025/12/11/projeto-afronteira-encerra-ciclo-e-reforca-acoes-de-combate-ao-racismo-na-fronteira-brasil-uruguai</link>
				<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 20:10:32 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[NIIJuC/R]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório de Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de extensão]]></category>

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						<description><![CDATA[O Projeto Afronteira: Antirracista e Diversa, desenvolvido pelo NIIJuC/R da UFSM em parceria com a UNIPAMPA, UERGS, UDELAR e organizações da sociedade civil, encerra mais um ano de atividades junto às comunidades negras e tradicionais da fronteira Brasil–Uruguai. As ações são resultado de um trabalho articulado entre extensão e pesquisa, que desde 2020 fomenta o [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:post-featured-image /-->		
													<img width="1024" height="639" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2025/12/IMG-20251203-WA0007-2-1024x639.jpg" alt="" />													
		<p>O Projeto Afronteira: Antirracista e Diversa, desenvolvido pelo NIIJuC/R da UFSM em parceria com a UNIPAMPA, UERGS, UDELAR e organizações da sociedade civil, encerra mais um ano de atividades junto às comunidades negras e tradicionais da fronteira Brasil–Uruguai. As ações são resultado de um trabalho articulado entre extensão e pesquisa, que desde 2020 fomenta o levantamento de políticas públicas para comunidades quilombolas e indígenas em Aceguá, abrangendo áreas como saúde, educação, geração de renda, infraestrutura e transporte. Essas iniciativas contam com o apoio do ODH, NEABI e da Pró-Reitoria de Extensão, que têm garantido suporte ao longo dos últimos anos.</p><p>O trabalho começou durante a pandemia e consolidou vínculos com dois quilombos, sendo eles Tamanduá e Vila da Lata, e com a Comunidade Indígena Guarani. A partir das necessidades identificadas pelos próprios moradores, foram realizadas reuniões, oficinas e rodas de conversa que resultaram em um relatório detalhado sobre a realidade territorial e socioeconômica das comunidades. O documento foi entregue à Prefeitura de Aceguá, apresentando sugestões para implementação de direitos e políticas públicas na região. Embora não tenha havido mobilização municipal suficiente para atender às demandas, o relatório subsidiou a abertura de procedimento administrativo pelo Ministério Público Estadual, que atualmente recomenda ações voltadas às áreas identificadas pelo projeto. Ao longo desse processo, novas instituições passaram a integrar a rede de apoio, como a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, por meio da Comissão de Direitos Humanos.</p>		
													<img width="1024" height="771" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2025/12/IMG-20251203-WA0001-1024x771.jpg" alt="" />													
		<p>O projeto também deu origem a iniciativas de pesquisa, entre elas o Trabalho de Conclusão de Curso de Gabriel de Oliveira Soares, intitulado “Quilombolas e Double Chapas: uma análise interseccional do direito à autodeterminação quilombola na fronteira Brasil/Uruguai”, desenvolvido no curso de Direito da UFSM. A pesquisa foi orientada pelo Prof. Dr. José Luiz de Moura Filho, que além de acompanhar o estudo desde sua concepção, atua diretamente na coordenação das ações de pesquisa do projeto Afronteira e integra a linha de frente das atividades junto às comunidades. O trabalho analisa como marcadores de raça, gênero, classe e nacionalidade atravessam a vida da comunidade quilombola Vila da Lata e impactam no acesso ao território, às políticas públicas e ao exercício do direito à autodeterminação. Um dos achados centrais do estudo evidencia que, apesar do reconhecimento institucional da identidade quilombola, o Estado ainda não garante as condições necessárias para o exercício pleno desses direitos, especialmente para as mulheres, que enfrentam desigualdades agravadas e assumem a maior carga de manutenção da comunidade. O autor, que participou do projeto desde a graduação, atualmente cursa mestrado em Direito e integra seu novo trabalho sobre “Coalizão Latino-Americana de Cidades Contra o Racismo, a Xenofobia e a Discriminação Racial”.</p><p>Com o encerramento das atividades de extensão deste ano e a continuidade do projeto de pesquisa, as equipes parceiras planejam avançar para uma nova etapa, que consiste na criação de um espaço de referência para as comunidades negras e tradicionais da fronteira Brasil–Uruguai. A intenção é fortalecer práticas de combate ao racismo, ampliar a promoção da igualdade racial e consolidar um ambiente binacional de articulação acadêmica e comunitária voltado à defesa de direitos humanos.</p>		
													<img width="1024" height="691" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2025/12/IMG-20251203-WA0006-1024x691.jpg" alt="" />													
		<p>As fotografias que acompanham esta edição registram parte do trabalho realizado em Pelotas, na Arquidiocese local, onde a equipe pesquisou certidões de nascimento, casamento e óbito de pessoas escravizadas vinculadas à Diocese de Jaguarão. Como o Uruguai aboliu a escravidão cerca de cinquenta anos antes do Brasil, muitas famílias negras buscaram atravessar a fronteira em busca de liberdade. No entanto, para manter o controle sobre crianças que nasceriam livres em solo uruguaio, proprietários de escravizados as registravam em território brasileiro, burlando a legislação oriental e impedindo sua emancipação. A pesquisa busca identificar localidades, propriedades rurais e famílias envolvidas nesse processo, contribuindo para o resgate da memória negra na região e para a compreensão da formação histórica das comunidades quilombolas da fronteira.</p><p>O trabalho do NIIJuC/R apoiado pelo ODH reafirma o compromisso institucional da UFSM em fomentar iniciativas que contribuam para a garantia de direitos e para o enfrentamento das desigualdades que marcam a região de fronteira.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Estudantes da UFSM inauguram mural artístico na Associação dos Selecionadores de Material Reciclável</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/12/02/estudantes-da-ufsm-inauguram-mural-artistico-na-associacao-dos-selecionadores-de-material-reciclavel</link>
				<pubDate>Tue, 02 Dec 2025 11:07:25 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[asmar]]></category>
		<category><![CDATA[CAL]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação social]]></category>
		<category><![CDATA[desenho industrial]]></category>
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		<category><![CDATA[ODH]]></category>
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		<category><![CDATA[Relações Públicas]]></category>

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						<description><![CDATA[A obra é resultado do Projeto CORação, desenvolvido na disciplina Comunicação e Cidadania, em parceria com o coletivo Apixonados]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_71534" align="alignright" width="323"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/12/IC3A8426.jpg"><img class=" wp-image-71534" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/12/IC3A8426.jpg" alt="" width="323" height="485" /></a> A coordenadora da Asmar, Margarete Vidal, destacou a identidade que a obra traz para a Associação[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Um painel artístico que representa o papel dos catadores na sustentabilidade foi inaugurado na </span><a href="https://www.ufsm.br/2025/09/19/nao-somos-de-ferro"><span style="font-weight: 400">Associação dos Selecionadores de Material Reciclável</span></a><span style="font-weight: 400"> (Asmar) na tarde desta segunda-feira (1º). A obra foi idealizada por estudantes de Relações Públicas da UFSM e executada pelo </span><a href="https://www.instagram.com/os.apixonados/"><span style="font-weight: 400">coletivo Apixonados</span></a><span style="font-weight: 400">, que reúne profissionais e alunos do Centro de Artes e Letras (CAL), com o apoio do Observatório de Direitos Humanos (ODH), da Pró-Reitoria de Extensão (PRE).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A ideia resulta do projeto CORação, criado a partir da disciplina Comunicação e Cidadania, ministrada pela professora substituta do departamento de Comunicação Social Cíntia Carvalho. O contato com a instituição surgiu a partir do projeto </span><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2025/04/16/primeiras-palavras-grandes-passos-avancos-na-alfabetizacao"><span style="font-weight: 400">Café com Letras</span></a><span style="font-weight: 400">, iniciativa coordenada pela professora associada do Centro de Educação (CE) Jane Schumacher, que promove a alfabetização dos associados na Asmar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Conforme Cíntia, a criação de iniciativas que fossem além dos limites da UFSM e promovessem ações comunitárias transformadoras foi incentivada durante a disciplina que ministrou. Nesse sentido, a docente refletiu sobre o valor do trabalho desenvolvido pelos estudantes e compartilhou detalhes sobre a trajetória do grupo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Esses alunos, a partir da abertura da professora Jane, conseguiram chegar até a Asmar e ouvir os associados. Nessa escuta, surgiram atividades e o desejo desse painel. Os próprios associados gostariam de destacar a marca deles e facilitar a identificação do que eles fazem aqui”, contou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Em consonância com o discurso de Cíntia, a coordenadora da Asmar, Margarete Vidal, comentou que o mural traz identidade para a Associação. “Nós estamos aqui desde 2017 e até então não tínhamos nada que nos identificasse. Essa pintura trouxe vida e agora as pessoas que passam tem noção do que acontece aqui”, disse.</span></p>
[caption id="attachment_71535" align="alignleft" width="651"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/12/IC3A8422.jpg"><img class="wp-image-71535" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/12/IC3A8422.jpg" alt="Foto horizontal e colorida de pessoas em frente a um mural" width="651" height="434" /></a> Estudantes de Comunicação Social da UFSM foram responsáveis pela idealização do mural[/caption]
<h3><span style="font-weight: 400">Da ideia ao muro</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400">A estudante de Relações Públicas Kleysa Gomes, uma das idealizadores do projeto, compartilhou o sentimento de gratificação após ter visto a obra finalizada. “Nós estamos desde o primeiro semestre do ano no desenvolvimento. É muito legal quando trazemos a Universidade para a comunidade. No início, nós queríamos fazer com que essa comunidade se sentisse pertencer e a partir do contato e reuniões com eles, chegamos até a ideia do mural”, revelou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Antes da idealização do mural, os estudantes ainda promoveram, em parceria com o Café com Letras, a realização de um manual de comunicação para revitalizar as redes sociais da Associação e a criação do Café Junino, um momento de integração personalizado com base nas festividades juninas. “Nós fizemos vários momentos ao longo do semestre. No Café Junino, fizemos uma pescaria e outras atividades que trouxeram bastante nostalgia para eles. Foi muito bem recebido e o retorno foi muito positivo”, afirmou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além dela, o projeto também foi desenvolvido pelos estudantes de Comunicação Social Ana Beatriz Magolo, Ana Laura Della Flora Weinitschke, Kleysa Gomes, Laura Pacheco, Mariana Dornelles, Rafael Paiva e Rafaella Bertagnolli.</span></p>
[caption id="attachment_71536" align="aligncenter" width="1024"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/12/IC3A8461.jpg"><img class="wp-image-71536 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/12/IC3A8461-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" /></a> A obra levou cerca de quatro semanas para ser executada pelo coletivo Apixonados[/caption]
<h3><span style="font-weight: 400">Apixonados: pondo a mão na tinta</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Pintado nas cores básicas do universo da reciclagem e tomado por elementos que representam a Associação, o trabalho realizado por ela e aqueles que a constituem, a obra levou cerca de quatro semanas para ser concluída. As etapas de criação contaram com reuniões de alinhamento de ideias, feita com os associados da Asmar, apresentação e aprovação de rascunhos e, por fim, a execução do painel.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A artista e integrante do coletivo Apixonados Rayssa Barcellos da Silva, estudante de Desenho Industrial na UFSM, salientou que a proposta do mural buscou traduzir a importância do trabalho dos catadores e o papel essencial da Asmar na sustentabilidade e na economia solidária de Santa Maria. “Ouvimos bastante a fala da Margarete, que sugeriu a representação das cores da reciclagem, cada tipo de material e os animais que vivem aqui. Adoramos a ideia desde o início e tudo que ele representa”, explicou Rayssa.</span></p>
[caption id="attachment_71537" align="alignright" width="527"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/12/IC3A8430.jpg"><img class=" wp-image-71537" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/12/IC3A8430.jpg" alt="" width="527" height="351" /></a> Coletivo Apixonados foi responsável pela execução do projeto na Asmar[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Margarete acrescentou que a Associação foi bem atendida e representada pelo trabalho dos alunos. “Nós falamos dessa ideia de trazer uma identidade ao nosso espaço de trabalho e mostrar as ideias. Fomos vendo esboço por esboço até acharmos um que nos representasse bem. Esse desenho foi se transformando, pedimos para agregar nossos cachorros, os quero-queros que vivem aqui e ficou a nossa cara”, disse. Vale ressaltar ainda que a obra também foi assinada pelos artistas Fellipe Lorenz, Maria Beatriz Queiroga de Oliveira e Gabriele Belinazzo, também integrantes do coletivo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Durante a inauguração do painel, o pró-reitor de Extensão, Flavi Lisboa Filho, oficializou o lançamento da obra. Segundo ele, a realização de ações de extensão em comunidades tem um valor imensurável. “É sempre emocionante participar de atividades como essa e ver os estudantes conectados com as demandas externas. A Asmar possui um grande valor para Santa Maria, mas ainda, infelizmente, é pouco reconhecida. As pessoas que trabalham aqui tem uma grande consciência ecológica e isso precisa ser valorizado. Quando os alunos vêm até aqui e aprendem algo com a comunidade, a nossa comunidade cresce e se transforma”, ponderou o pró-reitor.</span></p>
[caption id="attachment_71538" align="alignleft" width="610"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/12/IC3A8420.jpg"><img class=" wp-image-71538" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/12/IC3A8420.jpg" alt="" width="610" height="406" /></a> Atualmente, cerca de 30 pessoas estão associadas na Asmar[/caption]
<h3><span style="font-weight: 400">Sobre a Asmar</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Fundada em 1992, a Asmar tornou-se referência no município pela separação de materiais recicláveis produzidos pela população da cidade. Atualmente, a Associação conta com cerca de 30 colaboradores e é responsável por selecionar e dividir por categorias como: papel, vidro, plástico, papelão, latinhas de refrigerante, sucata, entre outros. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O material que chega é separado em gaiolas de acordo com a sua natureza e prensado para constituir os fardos. O produto final é vendido para distribuidores que repassam às indústrias recicladoras.</span></p>
<p><b>Endereço: </b><span style="font-weight: 400">Rua dos Branquilhos, nº 79 - Bairro Nova Santa Marta - Vila Pôr do Sol, CEP, 97017-970</span></p>
<p><b>Telefone: </b><span style="font-weight: 400">(55) 98111-0146.</span></p>
<p><i>Texto: </i><i><span style="font-weight: 400">Pedro Moro, estudante de Jornalismo e bolsista na Agência de Notícias</span></i><br /><i>Fotos:</i><i><span style="font-weight: 400"> Jessica Mocellin, estudante de Jornalismo e bolsista na Agência de Notícias</span></i><br /><i>Edição: </i><i>Ricardo Bonfanti</i></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM e Ministério da Igualdade Racial lançam edital para premiar iniciativas de afroturismo</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/12/01/ufsm-e-ministerio-da-igualdade-racial-lancam-edital-para-premiar-iniciativas-de-afroturismo</link>
				<pubDate>Mon, 01 Dec 2025 18:24:55 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[igualdade racial]]></category>
		<category><![CDATA[neabi]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>

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						<description><![CDATA[As inscrições estão abertas até o dia 18 de janeiro. O montante total destinado às premiações é de R$ 1,62 milhão]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_71528" align="alignright" width="584"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/12/Foto-3.jpg"><img class=" wp-image-71528" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/12/Foto-3-300x200.jpg" alt="O prêmio foi lançado oficialmente na última quinta-feira (27), durante o Seminário Rotas Negras 2025, realizado em Brasília" width="584" height="390" /></a> O prêmio foi lançado oficialmente na última quinta-feira (27), durante o Seminário Rotas Negras 2025, realizado em Brasília[/caption]

A UFSM, por meio do Observatório de Direitos Humanos (ODH), e o Ministério da Igualdade Racial (MIR) anunciaram o lançamento do <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/editais/001-2025-2#:~:text=Ser%C3%A3o%20premiadas%2050%20iniciativas%20de,UFSM%2C%20com%20apoio%20da%20FATEC." target="_blank" rel="noopener">1º Prêmio Rotas Negras</a>, iniciativa que pretende impulsionar o afroturismo no Brasil e fortalecer o desenvolvimento sustentável de comunidades negras. O concurso busca também ampliar a visibilidade da cultura afro-brasileira dentro e fora do país e potencializar as tradições, ritmos musicais, gastronomia, celebrações, religiosidades e outras formas de manifestação, materiais e imateriais, que evidenciem esse legado africano, afro-diaspórico e afro-brasileiro.

O edital prevê a seleção de 50 iniciativas de afroturismo, distribuídas entre 20 propostas da sociedade civil; 24 de municípios; 2 de consórcios intermunicipais e 4 de governos estaduais. O montante total destinado às premiações é de R$ 1,62 milhão. As inscrições estão abertas até o dia 18 de janeiro de 2026, exclusivamente pela internet, por meio <a href="https://portal.ufsm.br/concursos/inscricao/opcoes.html?edicao=5142" target="_blank" rel="noopener">deste link</a>.

O lançamento oficial ocorreu na quinta-feira (27), durante o Seminário Rotas Negras 2025, realizado em Brasília. O evento reuniu representantes de diversos órgãos federais, entre eles os ministérios da Igualdade Racial, do Turismo (MTur), do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), da Cultura (MinC), do Trabalho e Emprego (MTE), da Educação (MEC) e dos Direitos Humanos e Cidadania (MDHC). Também participaram a Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom/PR), o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), a Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur) e a Fundação Cultural Palmares (FCP).

Durante o evento, a secretária-executiva do MIR, Rachel Barros, e o coordenador do Projeto Rotas Negras pela UFSM, Victor De Carli Lopes, assinaram o edital e manifestaram o pioneirismo da proposta. “Esse edital irá reconhecer e fortalecer as iniciativas de afroturismo que já são realizadas há tanto tempo em nosso país, destacando o protagonismo e geração de renda dessas comunidades negras”, destaca Victor Lopes. Segundo Rachel Barros, o seminário e o edital mostram “como valorizar o que a população negra já faz organicamente e ancestralmente e como trazemos isso para o centro”.

O prêmio integra as ações previstas no decreto Nº 12.277/2024, que instituiu o Programa Rotas Negras, e dialoga diretamente com o Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial (Sinapir), criado pela Lei Nº 12.288/2010 (Estatuto da Igualdade Racial) e regulamentado pelo decreto Nº 8.136/2013.

<i>Texto: ODH</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Afeto e ludicidade para as infâncias na Penitenciária Estadual de Santa Maria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2025/11/28/afeto-e-ludicidade-para-as-infancias-na-penitenciaria-estadual-de-santa-maria</link>
				<pubDate>Fri, 28 Nov 2025 20:42:45 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório de Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de extensão]]></category>

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						<description><![CDATA[A recente ação do projeto “Visita das Infâncias na Penitenciária Estadual de Santa Maria”, idealizada pelo Observatório de Direitos Humanos da UFSM, foi realizada no último sábado, 22 de novembro, durante o horário de visita das crianças a familiares privados de liberdade. Assim como nas edições anteriores, o espaço de espera foi transformado em um [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:post-featured-image /-->		
													<img width="960" height="640" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2025/11/IMG-20251126-WA0027-2.jpg" alt="" />													
		<p>A recente ação do projeto “Visita das Infâncias na Penitenciária Estadual de Santa Maria”, idealizada pelo Observatório de Direitos Humanos da UFSM, foi realizada no último sábado, 22 de novembro, durante o horário de visita das crianças a familiares privados de liberdade. Assim como nas edições anteriores, o espaço de espera foi transformado em um ambiente acolhedor, pensado para proporcionar momentos de brincadeira, imaginação e cuidado para crianças, bebês e adolescentes.</p>		
													<img width="768" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2025/11/IMG-20251126-WA0022-768x1024.jpg" alt="" />													
													<img width="960" height="720" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2025/11/IMG-20251126-WA0035-1.jpg" alt="" />													
		<p>A proposta segue firme em seu objetivo de ressignificar as experiências das infâncias no sistema prisional, utilizando o brincar como ferramenta de dignidade, expressão e acolhimento. Durante a manhã, as crianças participaram de atividades lúdicas que estimularam criatividade e convivência, explorando brinquedos, jogos e materiais educativos que tornam o tempo de espera mais leve e significativo.</p>		
													<img width="960" height="640" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2025/11/IMG-20251126-WA0031.jpg" alt="" />													
													<img width="960" height="640" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2025/11/IMG-20251126-WA0017.jpg" alt="" />													
													<img width="996" height="560" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2025/11/IMG-20251126-WA0040.jpg" alt="" />													
		<p>A ação conta com a colaboração de integrantes do Observatório de Direitos Humanos da UFSM e do projeto “Materiais que Transformam Brinquedos na Educação Infantil”, além do apoio da SUSEPE  e demais servidores da instituição.</p><p>Com mais esta edição, a UFSM reafirma seu compromisso com a extensão universitária e com a promoção de experiências educativas que reconhecem o direito de brincar em todos os espaços. As atividades seguem acontecendo todos os sábados de visita das infâncias na penitenciária, garantindo que esse momento seja marcado por afeto, cuidado e dignidade.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>4º Concurso Literário do NEABI-UFSM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2025/11/25/4o-concurso-literario-do-neabi-ufsm</link>
				<pubDate>Tue, 25 Nov 2025 17:02:33 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Banner Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[neabi]]></category>
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		<category><![CDATA[direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório de Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de extensão]]></category>

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						<description><![CDATA[A tarde da última quinta-feira (20) foi especial: a celebração do Dia da Consciência Negra contou com a solenidade de premiação do 4º Concurso Literário Antirracista. Com o tema “Vozes plurais: literatura como ato de resistência”, o 4º Concurso Literário premiou as categorias “Discentes da Rede Pública Municipal e Estadual”, “Servidores da Rede Pública Municipal [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>A tarde da última quinta-feira (20) foi especial: a <strong>celebração do Dia da Consciência Negra</strong> contou com a solenidade de premiação do 4º Concurso Literário Antirracista. Com o tema “<strong>Vozes plurais: literatura como ato de resistência</strong>”, o 4º Concurso Literário premiou as categorias “Discentes da Rede Pública Municipal e Estadual”, “Servidores da Rede Pública Municipal e Estadual” e “Acadêmicos e técnicos(as) administrativos(as) da UFSM”. O evento promoveu a premiação através de Sarau Literário realizado na Praça Saldanha Marinho junto ao Tributo à Zumbi, que contou também com a realização de diversas atividades, entre elas a <strong>Feira Preta</strong> - uma feira que exalta o trabalho realizado na periferia.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2025/11/IMG_8710-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-4047" style="width:474px;height:auto" /></figure>
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<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>De acordo com <strong>Angela Souza</strong>, coordenadora do NEABI da UFSM, “a Consciência Negra não deve ser lembrada só no dia 20, é um trabalho do ano todo. Precisamos lutar pela aplicabilidade das leis e pela vontade política, pois se a cidade tem o selo antirracista é preciso validar esse título”. Angela ainda destacou que a data é um dia de reflexão e reconhecimento de todos e todas que vieram antes e que fizeram com que uma mulher preta pudesse estar na praça falando em um microfone.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2025/11/IMG_8693-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-4045" style="width:478px;height:auto" /></figure>
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<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Sarau Literário</strong><strong> e o Concurso Literário Antirracista do NEABI-UFSM</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O Sarau Literário e o Concurso Literário Antirracista do NEABI-UFSM é promovido desde 2022 para estimular a leitura, a produção e a difusão de textos literários, para ampliar afirmativamente a construção de relações democráticas e equitativas. O evento fomenta a escrita que estimula práticas de descolonização do conhecimento, a análise crítica da sociedade e reflexões sobre possíveis estratégias para a inclusão qualificada das populações negras, sobre as relações étnico-raciais, lutas e conquistas.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A organização é do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas (NEABI - UFSM), do Observatório De Direitos Humanos (ODH), Pró-Reitoria de Extensão (PRE), do Movimento Negro Unificado (MNU), do Levante Popular da Juventude (LPJ) e do Coletivo de Mulheres Negras Carolinas.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2025/11/IMG_8652-3-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-4073" style="width:476px;height:auto" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Comissão Avaliadora </strong><strong>Excepcional</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O Concurso Literário Antirracistaé composto por uma comissão avaliadora excepcional. São pessoas que vivenciam as ações afirmativas, o movimento antirracista e promovem, por meio de suas vozes, pesquisas, atividades e existências nobres e essenciais, a construção de uma sociedade com mais equidade, justiça e representatividade negra.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Durante a premiação, a comissão organizadora foi representada por <strong>Jacilene Aguiar, </strong>que é pedagoga e mestra em História Social pelo Programa de Pós-graduação da UFRGS, graduada em Licenciatura Plena pela Universidade do Estado do Pará e Professora da Rede Municipal de Santa Maria, e <strong>Beatriz Pontes</strong>, pedagoga, educadora especial, mestra em Educação e doutoranda em Ciências Sociais pela UFSM e&nbsp;Professora da Rede Municipal de Santa Maria.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2025/11/IMG_8726-2-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-4072" style="width:478px;height:auto" /></figure>
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<!-- wp:paragraph -->
<p>Abaixo, confira a lista dos vencedores e a sessão de fotos.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Vencedores do 4º Concurso Literário do NEABI-UFSM</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>POEMA:</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:list {"ordered":true,"start":1} -->
<ol start="1" class="wp-block-list"></ol>
<!-- /wp:list -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>1º Nicéia Lopes</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>2º Yasmin Moraes Vargas</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>3º Celestino Vaz Tomás Jone Joanguete</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>CONTO:</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>1º Roberto Silva da Silva</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>2º Ynae Pereira Barbosa</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>3º Júnior Rafael</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>CRÔNICA:</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>1º Tiago Rosa</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>2º Miguel Luiz</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>3º Ana Luísa da Silva Chagas</p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<figure class="wp-block-image"><img /></figure>
<!-- /wp:image --></figure>
<!-- /wp:gallery -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>NEABI da UFSM estará presente na Marcha das Mulheres Negras em Brasília</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2025/11/22/neabi-da-ufsm-estara-presente-na-marcha-das-mulheres-negras-em-brasilia</link>
				<pubDate>Sat, 22 Nov 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[neabi]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>
		<category><![CDATA[direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório de Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

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						<description><![CDATA[Uma delegação do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI)&nbsp;da UFSM Maria&nbsp;partiu de Santa Maria/RS no dia 22 de novembro rumo à Marcha das Mulheres&nbsp;Negras em Brasília/DF. A Marcha foi realizada pela primeira vez em 2015, momento em que mais de&nbsp;100 mil mulheres negras do Brasil marcharam contra o Racismo, a Violência e pelo Bem [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Uma delegação do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI)&nbsp;da UFSM Maria&nbsp;partiu de Santa Maria/RS no dia 22 de novembro rumo à <strong>Marcha das Mulheres&nbsp;Negras em Brasília/DF</strong>.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A Marcha foi realizada pela primeira vez em 2015, momento em que mais de&nbsp;100 mil mulheres negras do Brasil marcharam contra o Racismo, a Violência e pelo Bem Viver. O impacto da primeira edição da Marcha definiu os rumos da organização política das mulheres negras no Brasil e na América Latina.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Dez anos depois, no dia <strong>25 de novembro de 2025</strong>, a 2ª Marcha Nacional reforçará o protagonismo negro das mulheres em suas&nbsp;comunidades&nbsp;e promoverá o&nbsp;engajamento&nbsp;coletivo em um projeto que proporcione vida digna, justiça racial e de gênero.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Conforme dados compartilhados pelo <a href="https://institutodacor.ong.br/7249-2/">Instituto DaCor</a>, as mulheres negras representam o maior grupo populacional do Brasil (mais de 60 milhões) e recebem a menor fatia da renda nacional (apenas 10,7%). Nesse contexto, a Marcha é uma das estratégias para a construção de um futuro menos desigual.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":4039,"width":"390px","height":"auto","sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/414/2025/11/Marcha-das-Mulheres-Negras-2025-5-1200x800-1-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-4039" style="width:390px;height:auto" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Santa Maria/RS presente</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Em razão da dificuldade de entendimento sobre a importância da Marcha para pautar a reparação como política de Estado, a delegação de mulheres negras de Santa Maria/RS recebeu pouco apoio das instituições locais para chegar até Brasília/DF. A presença no evento se dará por meio de articulação com o Ministério da Igualdade Racial, que proporcionou apoio quanto à logística e infraestrutura.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A participação da delegação na Marcha faz parte das ações do mês da Consciência Negra, uma data que é uma referência histórica de enfrentamento ao racismo presente nas diversas esferas da sociedade e um momento importante para debater os caminhos para a construção de uma sociedade igualitária. Apesar dos desafios, a mobilização prevê reunir 1 milhão de mulheres brasileiras e latino-americanas.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Acompanhe os canais oficiais da Marcha das Mulheres Negras:&nbsp;</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><a href="https://marchadasmulheresnegras.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">marchadasmulheresnegras.com.br</a></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Iniciativa de estudantes da UFSM transforma a ASMAR com painel que une arte e comunicação</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/11/19/iniciativa-de-estudantes-da-ufsm-transforma-a-asmar-com-painel-que-une-arte-e-comunicacao</link>
				<pubDate>Wed, 19 Nov 2025 15:56:50 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[asmar]]></category>
		<category><![CDATA[CAL]]></category>
		<category><![CDATA[CCSH]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[ODH]]></category>
		<category><![CDATA[ods]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=71428</guid>
						<description><![CDATA[Painel do Projeto CORação será apresentado no dia 1º de dezembro na sede da associação, no bairro Nova Santa Marta]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="225" data-end="563">A Associação dos Selecionadores de Material Reciclável de Santa Maria (ASMAR) passa a contar com um painel artístico idealizado por estudantes de Relações Públicas do Centro de Ciências Sociais e Humanas (CCSH) da UFSM. A obra será apresentada oficialmente no dia 1º de dezembro, às 16h, na sede da associação, no bairro Nova Santa Marta.</p>
[caption id="attachment_71436" align="aligncenter" width="1024"]<img class="wp-image-71436 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/PAINEL-ASMAR-2-1024x461.jpeg" alt="" width="1024" height="461" /> Mural será oficialmente apresentado em 1º de dezembro[/caption]
<p data-start="565" data-end="883">Resultado do Projeto CORação, desenvolvido na disciplina Comunicação e Cidadania, a iniciativa buscou promover impacto social por meio da arte e da comunicação. Na ASMAR, o objetivo central foi valorizar o espaço da associação e fortalecer o sentimento de pertencimento entre os trabalhadores e a comunidade do bairro.</p>
<p data-start="885" data-end="1322">A pintura do painel foi realizada em parceria com o coletivo Apixonados, que reúne profissionais e alunos do Centro de Artes e Letras (CAL), e é assinada por Fellipe Lorenz, Maria Beatriz Queiroga de Oliveira, Rayssa Barcellos da Silva e Gabriele Belinazzo. Inspirada nas ideias e vivências dos próprios integrantes da associação, a obra retrata o papel essencial dos catadores na sustentabilidade e na economia solidária de Santa Maria.</p>
<p data-start="1324" data-end="1652">O projeto foi desenvolvido pelos estudantes Ana Beatriz Magolo, Ana Laura Della Flora Weinitschke, Kleysa Gomes, Laura Pacheco, Mariana Dornelles, Rafael Paiva e Rafaella Bertagnolli, sob orientação da professora Cíntia Carvalho, em parceria com a professora Jane Schumacher, coordenadora do projeto de extensão Café com Letras.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
					</channel>
        </rss>
        