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						<item>
				<title>Projeto Reviver integra alunos e pacientes no enfrentamento ao câncer</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/03/26/projeto-reviver-integra-alunos-e-pacientes-no-enfrentamento-ao-cancer</link>
				<pubDate>Tue, 26 Mar 2024 12:10:31 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Fisioterapia]]></category>
		<category><![CDATA[HUSM]]></category>
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		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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						<description><![CDATA[Trabalho de extensão realizado no ambulatório do HUSM utiliza metodologia inovadora na recuperação de pacientes mastectomizadas]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Um espaço para recuperação da saúde e também da autoestima. Esse é o objetivo do projeto de extensão Reviver, que atende pacientes com câncer no Ambulatório de Fisioterapia, vinculado à Unidade Miltiprofissional do Hospital Universitário de Santa Maria (Husm). Durante o ano passado foram realizados 350 atendimentos em mais de 40 pacientes encaminhados por diferentes setores do Hospital. Ao terem o primeiro contato com o projeto, coordenado pela fisioterapeuta e docente da UFSM, Hedioneia Pivetta, pacientes das mais diversas faixas etárias, de crianças a idosos, dão início a uma jornada de preparação ou recuperação aos desafios impostos pela doença.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O Reviver deriva de um projeto de extensão anterior da professora, voltado para a oncologia mamária e da vontade de ampliar a área de atuação e o público-alvo, para alcançar mulheres e homens. “Criamos o Reviver com a ideia da fisioterapia ser uma porta de entrada e facilitar o acesso rápido a outras áreas de saúde que o paciente possa precisar”, lembra Hedioneia. Para a estruturação do projeto, iniciado em 2015, a professora contou com a ajuda da então aluna Sabrina Orlandi Barbieri. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Outro motivo por trás da criação do projeto é atender a área de atuação da disciplina ministrada pela professora, juntamente com a também docente Melissa Medeiros Braz, a Fisioterapia Oncofuncional, que trabalha com os alunos os diferentes tipos de câncer. “A disciplina não dava conta dos atendimentos, então o Reviver veio com o objetivo de proporcionar a experiência do atendimento aos alunos e o acesso a fisioterapia aos pacientes. A partir daí, começaram a aparecer pacientes com câncer gastrointestinal, de pele, pulmonar, ósseo, próstata, e cabeça e pescoço. Esse último, de acordo com Hedioneia, é o terceiro mais frequente, atrás de próstata e mama.</span></p>
<h3>Mesmo com a ampliação, pacientes com câncer de mama são a grande maioria</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Apesar da abordagem multidisciplinar para diferentes tipos de tumores, mulheres em tratamento do câncer de mama ainda são a grande maioria do público atendido. “Hoje são mais de 90% dos pacientes atendidos”, estima a professora. O ambulatório também recebeu casos de câncer de cabeça e pescoço, hematológico e mandibular durante o ano passado, no entanto, a procura para esses e outros tipos de tumores ainda é baixa na avaliação da docente. “Quantos pacientes com outros tipos de câncer, cabeça e pescoço, ósseo, gastrointestinal, hematológico, ginecológico - que gera disfunção sexual em mulheres jovens - atendidos e operados no hospital que não chegam ao projeto ou no ambulatório de fisioterapia? Onde estão esses pacientes?”, indaga.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A busca pela fisioterapia não só é útil para diferentes tipos de tumores, como pode ser feita em qualquer etapa do tratamento a partir do diagnóstico. Os efeitos do tratamento podem ser tão agressivos quanto a doença, o que faz com que a fisioterapia possa preparar o paciente para essa etapa pré-operatória. No pós-operatório, o acompanhamento com fisioterapeutas auxilia o paciente a lidar com dores, redução de mobilidade, funcionalidade e outras situações. Hedioneia destaca que a fisioterapia pode acompanhar os pacientes até o final da vida.“Em caso de pessoas em estágio terminal, nós realizamos o cuidado paliativo para amenizar a dor, realizamos uma escuta qualificada junto com outros profissionais da saúde para orientar e dar suporte físico e emocional aos familiares”, afirma.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Mesmo com atuação abrangente na área oncológica, os tratamentos de fisioterapia ainda são pouco solicitados. Para a professora, isso se deve ao fato da especialidade da fisioterapia em oncologia ser recente e não muito conhecida, mas que pode desempenhar um papel essencial na recuperação dos pacientes, como no pós-operatório para câncer de cabeça e pescoço, descritas pela professora como “mutiladoras”, por causarem assimetrias faciais graves e perdas funcionais devido a remoção de partes como lábio, nariz, orelha e mandíbula. Outras formas de manifestação da doença também trazem sequelas de acordo com a gravidade do quadro clínico que podem ser amenizadas por meio do acompanhamento fisioterapêutico.</span></p>
<h3>Taping: técnica inovadora ainda sob pesquisa</h3>
<p><span style="font-weight: 400">No câncer de mama, por exemplo, um dos tratamentos realizados é a aplicação da kinesio tape após a realização da mastectomia. O tape é uma fita adesiva elástica aplicada sobre a pele para dar suporte os tecidos . Ele surgiu no esporte como forma de aliviar dores dos atletas e é ferramenta de tratamento utilizado, principalmente, na ortopedia e traumatologia. Com o tempo o uso do tape se estendeu para profissões como Educação Física, Fonoaudiologia e Fisioterapia. Sua utilização na oncologia mamária ainda é recente e por enquanto possui registros escassos na literatura médica. A professora realizou um curso de capacitação em 2022 e, desde então, passou a ensinar suas alunas a realizar a aplicação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O tape é aplicado logo após a realização da cirurgia, seja mastectomia total ou parcial para auxiliar nos sintomas e prevenir complicações da operação. O sutiã cirúrgico, que é aplicado logo após a cirurgia continua a ser utilizado, já que os dois agem de forma diferente e complementar no corpo, auxiliando na nutrição do tecido e contendo o surgimento de edemas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">De acordo com estudos citados pela pesquisadora, para obter melhores resultados, as fitas devem ser aplicadas em um período de até quatro horas após a realização do procedimento cirúrgico. A paciente a utiliza por sete dias, concomitante ao sutiã de compressão. Através dessa fita elástica, que não possui nenhum medicamento, só cola e elasticidade, se promove uma ação sobre a pele e o sistema da micro circulação que está sob a pele. “Dependendo de como você coloca o tape, nível de tensão, de elasticidade e posicionamento, pode se obter alívio da dor, redução da inflamação, oxigenação do tecido. Não basta só colocar, é preciso saber o efeito que vai ser promovido sobre a pele.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A revisão do tape realizado no quarto dia de utilização também é um momento de Orientação e recomendações para o melhor resultado a partir do seu uso. “Sabemos que o tratamento de um câncer é um processo doloroso, m</span>as que é uma fase difícil que passa, pois vivemos isso todos os dias<span style="font-weight: 400">. Então a gente tenta levar da forma mais leve e afetuosa possível”, completa Hedioneia. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Entre os efeitos observados no ambulatório de fisioterapia após o uso do tape observamos o c</span>ontrole de hematomas locais, o que protege a sutura, a qual pode afastar suas bordas durante os movimentos mais amplos do braço.<span style="font-weight: 400"> “O que observamos ao retirar o tape é uma pele muito mais bonita, com uma recuperação mais rápida e menos dolorosa”, destaca.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Contudo, ainda não há evidências científicas sólidas sobre a influência do tape na aceleração da recuperação e diminuição de complicações em pacientes mastectomizadas. A professora relata que estudos conduzidos sobre o tema ainda não apresentaram resultados conclusivos. Segundo ela, isso se deve </span>as diferentes formas e técnicas de aplicação e aos distintos desenhos dos estudos realizados nas diferentes áreas do conhecimento, com efeitos diversos que não convergem para a evidência científica <span style="font-weight: 400">da técnica de aplicação e seus efeitos. Por conta disso, </span>o curso de fisioterapia, com a parceria dos profissionais do HUSM,<span style="font-weight: 400"> planeja conduzir uma nova pesquisa para comprovar a efetividade do tape. </span></p>
<h3>Como o estudo será realizado</h3>
<p><span style="font-weight: 400">A pesquisa prevê a distribuição de pacientes em dois grupos: um grupo que não receberá o tape após a cirurgia e o grupo de intervenção, que irá  utilizar em até quatro horas após a operação. As pacientes serão alocadas em cada um dos grupos, de acordo com o princípio de amostras randomizadas, seguidos em pesquisas científicas. A professora ressalta que todas as pacientes poderão ter acesso ao tape por meio do projeto de extensão, mesmo durante a realização da pesquisa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além do avanço científico, outro benefício seria a maior disponibilidade de tape no ambulatório de Fisioterapia. Atualmente o tape é de aquisição própria das pesquisadoras, doações ou adquiridos pelas próprias pacientes.</span> <span style="font-weight: 400">“Através da pesquisa nós vamos comprovar que a mulher terá menos dor, cicatrização melhor e recuperação mais rápida, o que gera um custo menor para o sistema de saúde”, projeta a pesquisadora.</span></p>
<h3>“Senti a diferença do tape na pele”</h3>
<p><span style="font-weight: 400">O uso do tape foi uma das etapas do tratamento de Caren Rocha, 45 anos, realizou sua mastectomia há um ano e, desde então passou a fazer fisioterapia no ambulatório de fisioterapia do HUSM. Após a radioterapia, Caren precisou lidar com contraturas e fibroses musculares que comprometem seu movimento na região do tronco e do braço. Ela realizou a aplicação do tape três vezes e conta que a técnica ajudou na redução de inchaços e também na estabilidade das próteses e sem complicações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A diferença ficou mais acentuada ao comparar com a sua primeira semana, onde além do sutiã cirúrgico, precisou lidar com inchaço, gazes e ataduras que limitavam sua movimentação. Isso em meio ao calor dos últimos dias do verão. “O taping segura tudo, dá muito mais conforto, segurança e uma sensação de proteção, mesmo com o sutiã cirúrgico por cima. Senti na pele a diferença”, destaca. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Embora as marcas da cirurgia não tenham sido de grande importância para si, outras pacientes, as quais Caren se refere como “colegas”, tiveram sua autoestima abalada. A utilização do taping, segundo ela, ajudou a reverter esse processo. “O tape se parece com aquelas fitas que substituem o sutiã e que as mulheres usam para ir na balada. A sensação é de que tu está pronta para sair e isso ajuda tanto fisiologicamente, quanto na autoestima da pessoa”, detalha.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para a paciente, as sessões de fisioterapia fazem bem para o corpo e para a mente, assim como o taping. Além dos exercícios realizados no ambulatório e que devem ser repetidos em casa, como um tema, a troca com outras mulheres que enfrentam o mesmo tratamento e também o atendimento humanizado dos profissionais do setor tornam suas sessões um momento de encontro, não uma obrigação. “Eu sou muito comunicativa e fiquei amiga da equipe a ponto de falar sobre a família e a vida. Até mesmo com as pessoas mais retraídas, dá para ver que elas se sentem confortáveis”.</span></p>
<p><em>Texto: Bernardo Salcedo, estudante de jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</em><br /><em>Design Editorial: Daniel Michelon de Carli</em><br /><em>Edição: Mariana Henriques</em></p>
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													</item>
						<item>
				<title>Startup OnFlavor traz inovação à indústria alimentícia com solução para pacientes em tratamento oncológico</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/2023/10/26/startup-onflavor-traz-inovacao-a-industria-alimenticia-com-solucao-para-pacientes-em-tratamento-oncologico</link>
				<pubDate>Thu, 26 Oct 2023 15:09:06 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[ideathon]]></category>
		<category><![CDATA[oncologia]]></category>
		<category><![CDATA[onflavor]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia em Alimentos]]></category>

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<p><img class="wp-image-9233 alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2023/10/IMG_20231026_121358_405-300x300.jpg" alt="" width="400" height="400" />Em um evento emocionante de ontem (25), a startup OnFlavor brilhou no Ideathon da UFSM, promovido pela Pró-Reitoria de Inovação e Empreendedorismo (PROINOVA). Em uma competição acirrada, a OnFlavor conquistou o primeiro lugar com uma ideia notável que poderia revolucionar a forma como os pacientes em tratamento oncológico encaram a alimentação. A ideia já foi premiada este ano, no evento SEBRAE X, tirando 3º lugar. </p>
<p>A equipe vencedora da OnFlavor é formada por Karem Vieira, Doutora, cientista e Tecnóloga em Alimentos pela UFSM, Luísa Cecchin Grillo Lesonier, uma talentosa acadêmica do 6º semestre de Tecnologia em Alimentos, também da UFSM, e Alana Post, outra empenhada acadêmica do Curso Superior de Tecnologia em Alimentos da UFSM. A ideia inovadora que lhes garantiu a vitória envolve o desenvolvimento de um realçador de sabor e a adição de nutrientes para produtos alimentícios destinados especificamente a pessoas em tratamento oncológico. <img class=" wp-image-9234 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2023/10/26-10-23-1-1-300x174.jpg" alt="" width="440" height="255" /></p>
<p>A abordagem da OnFlavor não apenas responde a uma necessidade clínica importante, mas também destaca a capacidade inovadora da UFSM e de seus estudantes e pesquisadores. Karem, Luísa e Alana estão animadas para levar a ideia adiante, com a esperança de fazer uma diferença real na vida daqueles que lutam contra o câncer. </p>
<p>O Ideathon da UFSM não apenas proporciona uma plataforma para a criatividade, mas também serve como um lembrete do poder da inovação quando combinado com uma paixão genuína por fazer a diferença. A Pró-Reitora de Inovação, em seu discurso de encerramento, elogiou a OnFlavor pelo seu trabalho excepcional e expressou otimismo sobre o impacto positivo que essa inovação poderia ter na comunidade local e além.</p>
<p>A vitória da OnFlavor no Ideathon não é apenas uma conquista para a startup, mas também uma vitória para todos aqueles que podem se beneficiar da tecnologia e do pensamento criativo quando direcionados para melhorar vidas e enfrentar desafios significativos.</p>
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													</item>
						<item>
				<title>Falecimento: Waldir Veiga Pereira, um dos mais importantes oncologistas do Brasil</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/11/18/falecimento-waldir-veiga-pereira-um-dos-mais-importantes-oncologistas-do-brasil</link>
				<pubDate>Thu, 18 Nov 2021 14:47:18 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[doutor honoris causa]]></category>
		<category><![CDATA[hematologia]]></category>
		<category><![CDATA[oncologia]]></category>
		<category><![CDATA[Waldir Veiga Pereira]]></category>

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						<description><![CDATA[Faleceu na madrugada desta quinta-feira (18), aos 82 anos, o médico &nbsp;Waldir Veiga Pereira, um dos oncologistas mais importantes do país. Nascido no município de Arroio Grande (RS), foi fundador do serviço de oncologia e hematologia em Santa Maria, nos anos 1980, fundamental para que as cirurgias oncológicas fossem realizadas na região, além de reconhecimento [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Faleceu na madrugada desta quinta-feira (18), aos 82 anos, o médico &nbsp;Waldir Veiga Pereira, um dos oncologistas mais importantes do país. Nascido no município de Arroio Grande (RS), foi fundador do  serviço de oncologia e hematologia em Santa Maria, nos anos 1980, fundamental para que as cirurgias oncológicas fossem realizadas na região, além de reconhecimento nacional na área médica ao ser pioneiro no uso da técnica para o tratamento e cura da leucemia. O velório acontece na Capela B do Cemitério Santa Rita. O sepultamento está previsto para as 17h, no mesmo local.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Dr. Waldir foi graduado em medicina no ano de 1965, na UFSM, onde também se dedicou à docência por 40 anos. Foi professor assistente, professor adjunto e depois titular do Departamento de Ciências Médicas do Centro de Ciências da Saúde. Também foi professor fundador da cadeira de Hematologia das Faculdades Católica de Medicina de Pelotas e de Passo Fundo.Com doutorado cursado na Universidade de São Paulo (USP), estudou também em importantes centros de pesquisa clínica nos Estados Unidos, em Chicago e Seattle. Especializou-se em transplante de medula óssea no Fred Hutchinson Cancer Research Center e em hematologia pediátrica pelo St. Jude Children's Research, nos EUA. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Após a experiência nos Estados Unidos, Dr. Waldir foi um dos pioneiros a trazer a técnica capaz de curar a leucemia para o Brasil. Foi um importante divulgador dos avanços alcançados no tratamento da Leucemia Linfocítica Aguda.&nbsp; No retorno à Santa Maria, foi responsável pela fundação do serviço de Hematologia e Oncologia. Também criou o Laboratório de de Hematologia no HUSM, especializado no diagnóstico de hemopatias e citologia para outras neoplasias. Sua atuação junto ao HUSM também foi marcada pela criação do Centro de Transplante de Medula Óssea (CTMO) e do Centro de Atendimento à Criança e Adolescente com Câncer, a Turma do Ique.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Em 2012, a UFSM, em reconhecimento a uma vida profissional de total dedicação à saúde, concedeu a Dr. Waldir Pereira o título de <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.ufsm.br/2012/06/25/uma-vida-dedicada-a-saude/" target="_blank">Doutor Honoris Causa.</a> O título premiou a sua fundamental contribuição para o combate à doenças que já foram consideradas incuráveis e, atualmente, são diagnosticadas e tratadas com mais eficiência. Em Santa Maria, também recebeu o título de Cidadão Benemérito, conferido pela Câmara de Vereadores e dá o nome da Unidade de Tratamento Oncológico do Complexo Hospitalar Astrogildo de Azevedo, inaugurada em 2019. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Currículo: </strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:list -->
<ul><li>Membro ocupante da cadeira número 12 da Academia Sul-Rio Grandense de Medicina</li><li>Presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica</li><li>Membro diretoria da Sociedade Brasileira de Hematologia e Hemoterapia</li><li>Presidência transitória da Sociedade Latino Americana de Oncologia Pediátrica</li><li>Vice-presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica</li><li>Duas vezes eleito presidente Sociedade de Medicina de Santa Maria, fundando a Unimed da cidade</li><li>Consultor&nbsp;<em>ad hoc</em>&nbsp;da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) </li><li>Membro consultivo do Instituto Nacional do Câncer (Inca) do Ministério da Saúde de 1992 a 1995</li><li>Member Emeritus of the American Society of Clinical Oncology</li><li>Membro da Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia</li><li>Membro da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica</li><li>Membro da Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica</li><li>Membro da Sociedade Internacional de Oncologia Pediátrica</li></ul>
<!-- /wp:list -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
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