<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>		<rss version="2.0"
			xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
			xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
			xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
			xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
			xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
			xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
					>

		<channel>
			<title>UFSM - Feed Customizado RSS</title>
			<atom:link href="https://www.ufsm.br/busca?rss=true&#038;tags=periferia" rel="self" type="application/rss+xml" />
			<link>https://www.ufsm.br</link>
			<description>Universidade Federal de Santa Maria</description>
			<lastBuildDate>Mon, 06 Apr 2026 20:18:52 +0000</lastBuildDate>
			<language>pt-BR</language>
			<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
			<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<generator>https://wordpress.org/?v=6.9</generator>

<image>
	<url>/app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico</url>
	<title>UFSM</title>
	<link>https://www.ufsm.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
						<item>
				<title>Núcleo de Geografia da Saúde da UFSM fornece informações para combate à COVID-19 em condições de desigualdade social</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/04/17/nucleo-de-geografia-da-saude-da-ufsm-fornece-informacoes-para-combate-a-covid-19-em-condicoes-de-desigualdade</link>
				<pubDate>Fri, 17 Apr 2020 18:15:47 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[Desigualdade]]></category>
		<category><![CDATA[geografia]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[NePeGs]]></category>
		<category><![CDATA[Núcleo de Pesquisa em Geografia da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[Periferia]]></category>
		<category><![CDATA[santa maria]]></category>
		<category><![CDATA[SARS-CoV-2]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=51872</guid>
						<description><![CDATA[Precariedade em moradia e saneamento básico é um dos os maiores desafios no enfrentamento da pandemia no Brasil Durante a pandemia causada pelo novo coronavírus, o  Observatório de Dados da COVID-19 da UFSM tem reunido esforços de diferentes setores da universidade no fornecimento de informações sobre a evolução e distribuição territorial dos casos no Rio [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph {"align":"center"} -->
<p class="has-text-align-center"><em>Precariedade em moradia e saneamento básico é um dos os maiores desafios no enfrentamento da pandemia no Brasil </em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Durante a pandemia causada pelo novo coronavírus, o  <a href="https://www.ufsm.br/coronavirus/observatorio//">Observatório de Dados da COVID-19 </a>da UFSM tem reunido esforços de diferentes setores da universidade no fornecimento de informações sobre a evolução e distribuição territorial dos casos no Rio Grande do Sul. Entre os colaboradores está o Núcleo de Pesquisa em Geografia da Saúde (NePeGS). O Núcleo  mapeou os locais do município de Santa Maria em condições precárias e mais suscetíveis à proliferação do vírus, reunindo informações estratégicas para que o poder público possa combater a pandemia em um contexto de desigualdade social. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"align":"left","id":51873,"width":410,"height":307,"sizeSlug":"large","linkDestination":"media"} -->
<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft size-large is-resized"><a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2020/04/arroio-cadena.jpg"><img src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2020/04/arroio-cadena.jpg" alt="" class="wp-image-51873" width="410" height="307" /></a><figcaption>População às margens do Arroio Cadena, em Santa Maria, estão entre as mais vulneráveis à pandemia de COVID-19</figcaption></figure></div>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A função do Núcleo no Observatório é georreferenciar, geocodificar e especializar dados sobre casos confirmados,  suspeitos e descartados,  além de fornecer um mapa que mostre demonstre as localizações de casos no território. Outras informações são agregadas e fornecidas à vigilância epidemiológica para que ela possa desenvolver estratégias para conter a difusão espacial, como, por exemplo,  a existência de casos em uma área de ocupação irregular, ou entre a população indígena.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O Núcleo leva em consideração as particularidades de cada cidade e região, pois a forma como a COVID-19 se comporta depende das condições de saneamento, habitação e infraestrutura, além de outros aspectos, como extensão territorial. A variação de comportamento pode ser diferente em áreas do mesmo bairro. Segundo o professor Rivaldo Faria, fundador e coordenador do NePeGS, o Brasil possui profunda desigualdade social e quando uma doença se instala em uma cidade como Santa Maria, é efetivamente tão ou mais grave conforme as desigualdades territoriais. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O grupo&nbsp; desenvolveu um mapeamento da pobreza em Santa Maria, que conclui que entre 30% a 35% da população do município vive em situação extremamente precária em relação a habitação, saneamento e infraestrutura, distribuídos em bairros ao norte, oeste, sul e algumas áreas de Camobi. Porém a maior concentração de população em situação de vulnerabilidade está ao longo do Arroio Cadena, da ferrovia e ao redor do Morro Cechella.&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>De acordo com Faria, o enfrentamento em locais com essas condições é mais difícil por diversos aspectos, como por exemplo, a impossibilidade de realizar distanciamento social em casas com muitos moradores. Outro mapeamento realizado foi o da população idosa de Santa Maria, o maior grupo de risco à COVID-19, assim como a população que possui alguma doença crônica, pois condições precárias das casas destas pessoas é um fator extremamente perigoso.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong>Geografia da Saúde é estratégica nas ações de combate à pandemia</strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Criado em 2017 para entender como os fenômenos da doença e da morte se expressam geograficamente no território, o Núcleo de Pesquisa em Geografia da Saúde é o único no estado do Rio Grande do Sul especializado no tema. Atualmente, conta com um grupo significativo de doutorandos, mestrandos e alunos de graduação, que atuam tanto na pesquisa científica quanto em projetos de extensão. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Segundo o professor Rivaldo Faria, a Geografia da Saúde é essencial porque a COVID-19, além de um problema médico, biológico e econômico, é também um evento geográfico, desde a contaminação - que depende de uma coincidência espacial entre uma superfície ou pessoa infectada e a pessoa que será infectada -  à difusão, visto que começou na China e se tornou uma pandemia. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>No Brasil, a doença seguiu um roteiro geográfico, chegando primeiro às capitais, onde estão os maiores núcleos populacionais e fluxos de pessoas  mais intensos. Após, se espalhou na rede urbana e para cidades próximas, se estendendo para as cidades médias e chegando então aos pequenos municípios. Como ainda não há tratamento ou vacina, a técnica utilizada é também geográfica: no isolamento social, a população de uma área evita o contato social para reduzir o número de pessoas infectadas.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Além disso, a partir da aplicação da geografia da epidemiologia e da geografia social, é realizado o monitoramento dos equipamentos médicos. É necessário saber se o número de leitos, médicos e ambulâncias é suficiente para a demanda, baseada no número de casos de coronavírus. Caso a equação demonstre que os equipamentos médicos serão insuficientes durante o durante o pico de contaminação da doença, os gestores devem atuar para evitar  incapacidade de atendimento.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Reportagem: Ana Laura Iwai, bolsista da Agência de Notícias da UFSM<br>Edição: Davi Pereira<br>Fotografia: Bibiana Pinheiro</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
					</channel>
        </rss>
        