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				<title>O que aprendemos com as enchentes de 2024 para enfrentar novos eventos extremos </title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/10/o-que-aprendemos-com-as-enchentes-de-2024-para-enfrentar-novos-eventos-extremos</link>
				<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 13:26:33 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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						<description><![CDATA[Pesquisas e projetos desenvolvidos na UFSM ajudam a compreender os impactos do desastre e a preparar respostas para futuras crises climáticas]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Há dois anos, as enchentes históricas que atingiram o Rio Grande do Sul impulsionaram pesquisas em diferentes áreas da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Enquanto o Estado lidava com as consequências da catástrofe, pesquisadores, extensionistas e estudantes voltavam seus esforços para compreender os impactos das chuvas extremas e produzir conhecimento capaz de orientar ações de recuperação, adaptação e prevenção. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Do estudo das áreas de risco à restauração ambiental, passando pela comunicação em situações de crise e pelo planejamento territorial, a tragédia impulsionou pesquisas e reforçou iniciativas que hoje ajudam a compreender os desafios impostos pelas mudanças climáticas. Nesta última reportagem da série especial sobre o El Niño, a Agência de Notícias da UFSM apresenta algumas das contribuições da ciência produzida na universidade a partir da tragédia de 2024. </span></p>
<p> </p>
<h3><b>Hub.doc vira paradigma na recuperação dos arquivos afetados pelas enchentes</b></h3>
<p> </p>
[caption id="attachment_73194" align="alignnone" width="921"]<img class=" wp-image-73194" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/IC3A8750-300x200.jpg" alt="Foto colorida na horizontal mostra uma mão com luva branca, manuseando cuidadosamente um livro de registros danificado pelas enchentes. O documento apresenta páginas amareladas, manchas de umidade, sujeira e sinais de deterioração. Na folha aberta, é possível identificar campos preenchidos à mão e a inscrição “Banco Central do Brasil”. A cena registra uma etapa do trabalho de recuperação e preservação de documentos realizado pelo projeto Hub Doc. Ao fundo, desfocado, aparecem materiais e superfícies utilizados no processo de conservação do acervo." width="921" height="614" /> Documentos históricos passam por tratamento após as enchentes (Foto: Jéssica Mocellin)[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">O </span><a href="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/dag/hubdoc"><span style="font-weight: 400">Hub Transdisciplinar de Pesquisa e Inovação em Arquivos</span></a><span style="font-weight: 400"> (Hub.doc) nasceu a partir de uma tragédia que colocou em risco parte da história da UFSM. Em 30 de abril de 2024, as enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul inundaram o subsolo da Reitoria, onde estavam armazenadas cerca de 12 mil caixas de documentos permanentes da instituição. O acervo reunia registros administrativos, acadêmicos e funcionais produzidos ao longo de mais de seis décadas e considerados fundamentais para a preservação da memória universitária. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A resposta começou ainda durante a emergência. Coordenada pela arquivista Débora Flores, diretora do Departamento de Arquivo Geral (DAG), a </span><a href="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/dag/operacao-recupera-acervo-ufsm"><span style="font-weight: 400">Operação Recupera Acervo </span></a><span style="font-weight: 400">mobilizou servidores, estudantes, voluntários, militares e especialistas de diferentes áreas para retirar, estabilizar e recuperar os documentos atingidos pela água. “Era uma sensação total de impotência. A nossa missão é proteger a informação e a memória da instituição”, lembra Débora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ao longo dos meses seguintes, aproximadamente 300 pessoas participaram da operação, que precisou enfrentar desafios logísticos inéditos, como a falta de energia, dificuldades de transporte e escassez de insumos em meio ao cenário de calamidade vivido pelo Estado. Entre as soluções adotadas, o congelamento dos documentos tornou-se a principal estratégia para interromper a deterioração causada pela umidade e pela proliferação de fungos. No começo, a operação utilizou freezers disponíveis na Universidade. Hoje, o projeto conta com quatro contêineres refrigerados instalados no campus sede da UFSM. O volume de material armazenado transformou a iniciativa em uma das maiores experiências de congelamento de documentos já registradas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ao mesmo tempo, a equipe passou a registrar detalhadamente cada etapa do processo. Relatórios, experimentos, fotografias e registros audiovisuais produziram uma base inédita de dados sobre recuperação documental em situações de emergência. O conhecimento acumulado passou a subsidiar orientações do Arquivo Nacional e despertou o interesse de instituições brasileiras e estrangeiras que enfrentaram problemas semelhantes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Com a conclusão da etapa emergencial, a estrutura criada para recuperar os documentos da UFSM começou a atender outras instituições. A partir de solicitações do Arquivo Nacional e de órgãos públicos afetados pelas enchentes em Porto Alegre, a Universidade ampliou sua atuação e passou a receber acervos de diferentes entidades para tratamento e recuperação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Hoje, o Hub.doc se consolidou como a primeira estrutura brasileira dedicada ao resgate emergencial e à preservação de grandes volumes documentais. Coordenada pela UFSM, com participação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e do Instituto Federal do Rio Grande do Sul e orientação técnica do Arquivo Nacional, a iniciativa reúne pesquisadores de diferentes áreas, projetos financiados por órgãos públicos e parcerias nacionais e internacionais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além de recuperar documentos atingidos por desastres, o grupo produz conhecimento sobre preservação digital, gestão documental e resposta a emergências, transformando a experiência das enchentes em pesquisa, inovação e cooperação para auxiliar instituições que enfrentam situações semelhantes. “Hoje sabemos que essa estrutura está preparada para receber novos desafios e auxiliar outras instituições”, afirma Débora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Dois anos após as enchentes, o trabalho de recuperação documental segue em andamento. Mais de 36 mil caixas de documentos ainda passam pelos processos de tratamento e preservação realizados pelo Hub.doc. Em maio de 2026, a iniciativa alcançou um marco importante com o esvaziamento completo de um dos quatro contêineres utilizados para armazenar os documentos congelados, resultado que representa a recuperação de aproximadamente 25% do acervo sob sua responsabilidade. </span></p>
<p> </p>
<h3><b>O Plano Municipal de Redução de Riscos de Santa Maria</b></h3>
<p> </p>
[caption id="attachment_73193" align="alignnone" width="1024"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/pmrr.jpeg"><img class="size-large wp-image-73193" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/pmrr-1024x768.jpeg" alt="Foto colorida na horizontal que exibe uma rua de chão batido, quatro pessoas caminham de costas em direção ao fundo da via. À direita, há uma casa em reforma, com janelas vazadas e com parte das paredes demolidas, além de um muro de tijolos aparentes em construção. Ao redor, árvores densas cobrem uma encosta, enquanto postes e fios elétricos acompanham a rua. O céu está limpo e azul, e a luz do sol ilumina a cena, projetando sombras no chão. " width="1024" height="768" /></a> Equipe do Lageolam realizando trabalho de campo (Foto: Andrea Nummer)[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Embora tenha sido concluído após as enchentes de 2024, o </span><a href="https://www.ufsm.br/laboratorios/lageolam/relatorios-pmrr-santa-maria-rs"><span style="font-weight: 400">Plano Municipal de Redução de Riscos (PMRR)</span></a><span style="font-weight: 400"> de Santa Maria começou a ser desenvolvido em 2023 como um novo plano e com diferente metodologia e abordagem. Coordenado pela professora Andrea Valli Nummer, do Departamento de Geociências da UFSM e pesquisadora do Laboratório de Geologia Ambiental (Lageolam), o trabalho teve como objetivo identificar áreas sujeitas a riscos geológicos e hidrológicos e propor medidas para reduzir os impactos desses eventos. O projeto contou com o apoio do Comitê Gestor de Redução de Risco de Desastres (CGRRD).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O estudo mapeou 16 vilas distribuídas em nove bairros de Santa Maria. Segundo Andrea, a seleção priorizou comunidades mais vulneráveis. “Começamos o mapeamento em 2024, escolhendo as áreas em Santa Maria que seriam as prioridades. Nessa seleção, precisava que houvesse comunidades envolvidas no risco para avaliar a vulnerabilidade”, explica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Um dos diferenciais do projeto foi a participação dos moradores no processo de mapeamento. Por meio da cartografia colaborativa, a população ajudou a identificar áreas atingidas por inundações e deslizamentos. “Eles ajudaram a mostrar até onde ia a água, o que escorregou, o que eles pensavam que podia ser uma solução”, relata a pesquisadora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Entre os principais resultados, o PMRR apontou que os maiores problemas de Santa Maria estão relacionados às inundações e aos processos erosivos nas margens dos arroios. Ao todo, foram identificadas 396 edificações em áreas de alto risco e 245 em áreas de risco muito alto. O Morro do Cechella foi classificado como a área de maior risco geológico do município.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além de diagnosticar os problemas, o plano apresentou propostas de intervenções. “Junto com o mapeamento foram indicadas propostas de obras com um custo aproximado para mitigar o risco”, afirma Andrea.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O PMRR foi entregue ao Executivo Municipal em outubro de 2025 e as informações produzidas pelo estudo já vêm sendo utilizadas pelo poder público. Um dos desdobramentos do trabalho foi a utilização dos dados do plano na construção de uma proposta para captação de recursos por meio do PAC Drenagem, que destinou R$39 milhões para obras de redução de riscos no entorno do Arroio Cadena. Após as enchentes, a equipe também realizou um estudo complementar na Vila Santa Tereza, solicitado pela Prefeitura devido a novos processos de escorregamento registrados na região.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Com a conclusão do plano em Santa Maria, os pesquisadores iniciaram uma nova etapa de trabalho. Andrea coordena atualmente a elaboração do primeiro Plano Municipal de Redução de Riscos de Cachoeira do Sul, desenvolvido em parceria com o Governo Federal e com entrega prevista para 2027.</span></p>
<p> </p>
<h3><b>Projeto ‘Reflora’ no resgate genético para recuperar a biodiversidade</b></h3>
<p> </p>
[caption id="attachment_73192" align="alignnone" width="1024"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2025-08-21-at-19.54.47-3.jpeg"><img class="size-large wp-image-73192" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2025-08-21-at-19.54.47-3-1024x576.jpeg" alt="Fotografia horizontal colorida feita durante o dia ao ar livre. Em uma clareira gramada cercada por árvores de médio e grande porte, cerca de vinte pessoas estão reunidas em semicírculo. No centro da imagem, de costas, uma pessoa conduzindo uma explicação ao grupo. Os participantes estão espalhados pelo gramado, alguns com os braços cruzados e outros observando atentamente. À direita, há pessoas usando roupas de trabalho e equipamentos de proteção, como capacetes brancos. No chão, próximo ao grupo, encontram-se uma caixa térmica vermelha, uma garrafa de água e algumas ferramentas compridas apoiadas sobre a grama." width="1024" height="576" /></a> Professores e alunos da Engenharia Florestal participaram do curso de escalada de árvores nativas (Foto: arquivo pessoal)[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Criado após os eventos climáticos extremos de 2024, o projeto Reflora busca recuperar áreas degradadas por meio do resgate genético de espécies arbóreas nativas. A iniciativa é uma união liderada pelo Governo do Estado do Rio Grande do Sul em parceria com a empresa de celulose CMPC e com o apoio institucional da Embrapii. O desenvolvimento científico e a aplicação prática da tecnologia de restauração ambiental ficam a cargo de grandes instituições de ensino, unindo a Universidade Federal de Viçosa (UFV) às universidades gaúchas UFSM, UFRGS, PUCRS e Unisc.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo o coordenador do projeto Reflora na UFSM, Jorge Farias, a proposta surgiu da necessidade de preservar a biodiversidade ameaçada pelas enchentes, deslizamentos e processos erosivos. Diferentemente de outras ações de restauração, o Reflora prioriza a conservação do patrimônio genético das espécies nativas. “O projeto foca na técnica de resgatar os materiais genéticos e em trabalhar com a manutenção e restabelecimento da biodiversidade arbórea”, explica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Durante as primeiras etapas do trabalho, os pesquisadores identificaram áreas com perda de vegetação e passaram a selecionar espécies em risco, além de indivíduos considerados resilientes. “A gente identifica as áreas, o risco de perder esse material genético e também identifica árvores que foram extremamente resilientes”, afirma Farias. A partir desses exemplares, são coletados galhos para a produção de mudas por multiplicação vegetativa, técnica desenvolvida pela UFV após o desastre de Brumadinho. O método permite preservar características genéticas importantes para a adaptação das espécies às condições ambientais da região.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além de contribuir para a recomposição da vegetação nativa, o projeto pode ajudar a reduzir os impactos de futuros eventos extremos. Ao restaurar matas ciliares e recuperar espécies adaptadas ao território gaúcho, a iniciativa favorece os ecossistemas e processos naturais que aumentam a resiliência ambiental. Segundo Farias, a técnica também acelera o retorno da fauna nativa. “Ela vai atrair polinizadores e a biodiversidade. Então atrai os animais que se alimentam das flores, e aí depois vêm os frutos”, explica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Atualmente, o Reflora está na fase de estruturação da infraestrutura e identificação dos materiais genéticos que serão resgatados. A equipe também realiza </span><a href="https://ufsm.br/r-1-70240"><span style="font-weight: 400">visitas de campo</span></a><span style="font-weight: 400"> e prepara laboratórios e casas de vegetação para a produção das mudas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Com duração prevista de três anos, o projeto pretende produzir pelo menos seis mil mudas de espécies nativas. A expectativa é que as primeiras sejam apresentadas ainda neste ano e que os materiais genéticos estejam disponíveis para plantio a partir do inverno de 2027. Para Farias, o principal legado da iniciativa será a valorização da biodiversidade regional. “Precisamos ter material genético preservado. A biodiversidade é o material genético que nós temos aqui.”</span></p>
<p> </p>
<h3><strong>Comunicação de proximidade transforma memória em prevenção</strong></h3>
<p> </p>
[caption id="attachment_73191" align="alignnone" width="1024"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/comunicacao-de-proximmidade.jpeg"><img class="size-large wp-image-73191" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/comunicacao-de-proximmidade-1024x576.jpeg" alt="Foto colorida na horizontal. Em primeiro plano, um grupo de oito pessoas sorri para a câmera durante uma atividade de campo do projeto &quot;Comunicação de Proximidade&quot;. À direita, a coordenadora Aline registra a imagem em formato de selfie. Ao centro, estudantes e pesquisadores estão reunidos em uma calçada, alguns segurando pastas azuis utilizadas para a aplicação de questionários. Ao fundo, aparecem árvores, uma praça e edificações históricas da região central de Silveira Martins. " width="1024" height="576" /></a> Equipe realiza aplicação de questionários em Silveira Martins (Foto: Aline Dalmolin)[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">O projeto “Comunicação de proximidade: memória, resiliência e adaptação social a riscos climáticos e catástrofes naturais na Quarta Colônia” surgiu durante as enchentes. A partir da participação de professores e estudantes da Universidade em ações de apoio às comunidades afetadas, eles passaram a discutir como a comunicação poderia contribuir para reduzir os impactos de futuros desastres. “Pensamos como a gente poderia atuar de uma forma mais direcionada, mais efetiva do que apenas distribuindo coisas, tendo uma ação mais focada naquilo que a comunicação poderia oferecer”, explica a coordenadora, Aline Roes Dalmolin.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Contemplado por um edital do Proext-PG, o projeto da Comunicação Social reuniu pesquisadores de cinco programas de pós-graduação da UFSM para investigar como moradores, rádios comunitárias, escolas, igrejas, associações e órgãos públicos se informam em situações de risco. Entre os principais resultados, o grupo identificou que o rádio segue sendo uma das principais fontes de informação dos habitantes da área. “A maioria da população de qualquer faixa etária segue ouvindo rádio todos os dias”, afirma Aline. Os levantamentos também apontaram o crescimento do uso de meios digitais e reforçaram a necessidade de integrar diferentes canais em estratégias de alerta e comunicação de risco.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A iniciativa contribui para a preparação das comunidades diante de novos eventos extremos ao fortalecer a circulação de informações, ampliar a educação sobre mudanças climáticas e preservar a memória coletiva dos desastres. Um dos principais produtos do projeto é a série documental </span><i><span style="font-weight: 400">Marcas da Chuva</span></i><span style="font-weight: 400">, lançada em 2026, que reúne relatos de moradores da Quarta Colônia sobre as enchentes. Para a coordenadora, registrar essas experiências é uma forma de evitar que elas se percam ao longo do tempo. “Uma das coisas mais importantes que nós temos que cuidar nesse momento é trabalhar para que esses registros sejam feitos agora, assim eles não caem no esquecimento”, destaca.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Atualmente, o projeto está na fase final. Além da publicação dos últimos episódios da série documental, a equipe elabora cartilhas educativas e documentos com orientações para escolas, associações comunitárias e gestores públicos sobre comunicação em situações de risco.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Entre os próximos passos está a finalização de um plano de comunicação para o município de Silveira Martins, desenvolvido em parceria com a prefeitura e que poderá servir de referência para outras cidades da região. Embora o ciclo atual se encerre neste ano, a expectativa é de continuidade por meio de novas pesquisas e parcerias. “A gente vê esse projeto como um primeiro passo, ele não termina agora de forma alguma”, afirma Aline.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Acesse o perfil oficial do projeto para assistir à série </span><i><span style="font-weight: 400">Marcas da Chuva</span></i><span style="font-weight: 400">: </span><a href="https://www.instagram.com/comunicacaodeproximidade"><span style="font-weight: 400">@comunicacaodeproximidade</span></a></p>
<h3> </h3>
<h3><b>Pesquisas orientam recuperação de áreas atingidas pelas enchentes</b></h3>
<p> </p>
[caption id="attachment_73190" align="alignnone" width="828"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/neprade.jpeg"><img class="size-full wp-image-73190" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/neprade.jpeg" alt="Foto colorida na vertical. Em uma área de campo aberta, cerca de dez pessoas participam de uma atividade de restauração ecológica. Os participantes estão reunidos ao redor de uma estrutura formada por três postes de madeira cruzados no topo, utilizada como poleiro artificial para atração de aves. Algumas pessoas seguram ferramentas e realizam o plantio no solo coberto por vegetação seca. Ao fundo, há montanhas, árvores e um curso d’água, sob céu azul e sem nuvens. A atividade ocorre durante o dia e integra ações de recuperação ambiental em área rural. " width="828" height="874" /></a> Participantes da oficina de restauração ecológica em área de recuperação ambiental em Agudo. (Foto: arquivo pessoal)[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Com mais de 15 anos de atuação, especialmente no Corredor Ecológico da Quarta Colônia, uma das regiões mais afetadas pelas enchentes de 2024, o </span><a href="https://www.ufsm.br/grupos/neprade"><span style="font-weight: 400">Núcleo de Estudos e Pesquisas em Recuperação de Áreas Degradadas (Neprade)</span></a><span style="font-weight: 400">, da UFSM, direcionou seus esforços para compreender os impactos do desastre e produzir informações capazes de orientar a recuperação ambiental da região.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Atualmente, o núcleo desenvolve três projetos voltados ao monitoramento das áreas atingidas, à restauração ecológica e à avaliação da eficiência das estratégias testadas para o retorno dos serviços ecossistêmicos. Os estudos são realizados em parceria com instituições como o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBIO), a Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Infraestrutura, a empresa Taesa S.A., a Fapergs e a Fundação Araucária.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As pesquisas revelaram que as enchentes provocaram transformações profundas na paisagem da Quarta Colônia. “Nosso primeiro impacto foi observar a amplitude dos efeitos. A paisagem foi totalmente remodelada, o que nos mostrou que esse pode ser considerado um evento que atingiu proporção de evento de formação geológica”, afirma a coordenadora do Neprade, Ana Paula Moreira Rovedder. Os levantamentos identificaram remoção de solos, deposição de grandes volumes de sedimentos e alterações significativas em rios e encostas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Os pesquisadores também identificaram impactos menos visíveis. Análises dos sedimentos deixados pela enxurrada apontaram perdas importantes de nutrientes do solo. “Constatamos uma quantidade muito alta de alguns macronutrientes em depósito de sedimentos arenosos, como o potássio. Esses nutrientes vêm das lavouras atingidas”, explica Ana Paula. Além disso, o monitoramento registrou o avanço de espécies invasoras em áreas degradadas, fator que pode dificultar a regeneração da vegetação nativa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Apesar dos danos, os estudos apontam sinais de recuperação ambiental. Desde fevereiro de 2025, equipes acompanham áreas de matas ciliares e encostas em municípios da região e já observam o retorno gradual da vegetação arbórea. “Inicialmente nós tínhamos observado muito mais espécies rústicas, herbáceas, espécies que nós chamamos de ruderais.  Agora já registramos regeneração de espécies arbóreas”, relata a pesquisadora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além de documentar os impactos do desastre, o trabalho busca contribuir para reduzir os efeitos de futuros eventos extremos. Os dados produzidos permitem identificar áreas com maior potencial de regeneração natural, definir técnicas de restauração mais adequadas para cada ambiente, reduzindo custos de recuperação, e fortalecer a resiliência climática da região. “Nós temos que criar resiliência climática através da adequação ambiental das propriedades rurais, o que significa atuarmos nas áreas produtivas e nas áreas de preservação permanente, entendendo que cada uma tem a sua função na paisagem”, destaca Ana Paula.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Atualmente, os projetos seguem em fase de monitoramento e análise dos dados coletados. Nos próximos anos, o Neprade pretende ampliar as ações de extensão junto às comunidades locais, implantar novas áreas de restauração produtiva com sistemas agroflorestais, recuperar matas ciliares degradadas e concluir o plano de recuperação para a Quarta Colônia. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A expectativa é que os resultados sirvam de referência para outras regiões do Rio Grande do Sul afetadas por eventos climáticos extremos. “O legado que esses trabalhos deixam é um legado de alerta, mas também de esperança, que nós temos como melhorar, nós não precisamos ficar de braços cruzados”, conclui a pesquisadora.</span></p>
<p> </p>
<h3><b>Laboratórios monitoram contaminação ambiental após enchentes no Rio Grande do Sul</b></h3>
<p> </p>
[caption id="attachment_73189" align="alignnone" width="730"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/departamento-de-quimica.jpeg"><img class="size-large wp-image-73189" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/departamento-de-quimica-730x1024.jpeg" alt="Foto colorida na vertical. Em um laboratório, uma pessoa vestindo jaleco branco e luvas azuis segura um tubo de ensaio contendo uma amostra líquida amarelada. Sobre a bancada, aparecem outros recipientes utilizados em análises químicas, incluindo frascos de vidro e tubos de coleta organizados em um suporte laranja. Ao fundo, há equipamentos laboratoriais usados em procedimentos de pesquisa. A imagem registra uma etapa de análise de amostras de água e solo realizadas por pesquisadores da UFSM para investigar possíveis contaminações ambientais após as enchentes no Rio Grande do Sul. " width="730" height="1024" /></a> Estudantes do departamento de Química analisam amostras para monitorar possíveis contaminantes ambientais. (Foto: Osmar Prestes)[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">As enchentes também levantaram preocupações sobre possíveis impactos ambientais causados pela dispersão de resíduos, produtos químicos e outras substâncias transportadas pela água. Para investigar esses efeitos, pesquisadores do Departamento de Química da UFSM aprovaram o projeto “Estabelecer um programa de monitoramento de contaminantes em água e solo nos ambientes afetados pelas enchentes que ocorreram no estado do Rio Grande do Sul”, financiado e desenvolvido em parceria com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A iniciativa conta com a participação do </span><a href="https://www.ufsm.br/laboratorios/larp"><span style="font-weight: 400">Laboratório de Análises de Resíduos de Pesticidas (LARP)</span></a><span style="font-weight: 400"> e do </span><a href="https://www.ufsm.br/laboratorios/laqia"><span style="font-weight: 400">Laboratório de Análises Químicas Industriais e Ambientais (LAQIA)</span></a><span style="font-weight: 400">. O projeto é coordenado pelo professor Osmar Damian Prestes e conta com a participação de oito pesquisadores e diversos alunos vinculados ao Programa de Pós-Graduação em Química da UFSM. De acordo com o coordenador, surgiu uma necessidade de monitorar possíveis contaminações ambientais após a enchente. “Agora com a questão da enchente, o Ibama precisava de laboratórios aqui do Estado para realizar essas análises e fizeram contato conosco”, explica Osmar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Desde 2024, amostras de água e solo coletadas em diferentes regiões atingidas são analisadas na UFSM. Os pesquisadores investigam a presença de contaminantes químicos, como herbicidas, inseticidas, fungicidas e outros compostos utilizados na agricultura, além de elementos inorgânicos potencialmente associados à contaminação ambiental.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Os resultados ainda não foram divulgados, pois seguem em fase de análise e interpretação pelo Ibama. Apesar disso, o projeto já contribui para a compreensão dos impactos ambientais do desastre ao produzir informações que poderão subsidiar futuras ações de monitoramento e gestão de riscos. “Uma das principais contribuições vai ser a geração de informação qualificada, a partir dos dados analíticos das regiões onde essas amostras estão sendo coletadas”, afirma Prestes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O conhecimento gerado pela pesquisa poderá auxiliar órgãos ambientais a identificar áreas mais vulneráveis e planejar ações para reduzir os impactos de futuros eventos extremos. Os dados também servirão para monitorar a qualidade ambiental das regiões afetadas ao longo do tempo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Atualmente, o projeto está na fase final de execução e os resultados devem ser divulgados no próximo semestre. Como próximo passo, os laboratórios e o Ibama discutem a renovação da parceria para novas pesquisas na área de toxicologia ambiental, ampliando o monitoramento dos impactos ambientais no RS e em outras regiões do país.</span></p>
<h3><strong>Série especial sobre El Niño</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Dois anos após o evento extremo, parte das respostas para compreender o que aconteceu e o que ainda pode acontecer, está sendo construída nos laboratórios, grupos de pesquisa e projetos de extensão da UFSM. As iniciativas apresentadas nesta reportagem mostram como diferentes áreas do conhecimento se mobilizaram para investigar os impactos do desastre, produzir dados inéditos e transformar experiências vividas durante a crise em conhecimento científico e memória. Em comum, os projetos reforçam o papel da universidade na geração de informações que ajudam a compreender as transformações ambientais em curso no Rio Grande do Sul.</span></p>
<p>Confira mais informações nas reportagens anteriores da série produzida pela Agência de Notícias:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><a href="https://ufsm.br/r-1-72801"><i><span style="font-weight: 400">El Niño volta ao radar no RS: especialistas da UFSM explicam o que esperar nos próximos meses</span></i></a><i><span style="font-weight: 400"> </span></i></li>
</ul>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><a href="https://ufsm.br/r-1-72925"><i><span style="font-weight: 400">Dois anos após as enchentes históricas no RS, como o campo gaúcho está se adaptando às mudanças climáticas </span></i></a></li>
</ul>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><a href="https://ufsm.br/r-1-73043"><i><span style="font-weight: 400">Quais são os desafios das cidades frente ao El Niño? </span></i></a></li>
</ul>
<p><i><span style="font-weight: 400"><br />Texto: Giovanna Felkl, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias<br /></span></i><i><span style="font-weight: 400">Arte gráfica: Daniel Michelon De Carli<br /></span></i><i><span style="font-weight: 400">Fotos: Banco de imagens da Agência de Notícias UFSM e registros dos projetos <br /></span></i><i><span style="font-weight: 400">Edição: João Ricardo Gazzaneo</span></i></p>
<p> </p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Nova espécie de réptil de 240 milhões de anos é descoberta no Rio Grande do Sul</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/06/10/nova-especie-de-reptil-de-240-milhoes-de-anos-e-descoberta-no-rio-grande-do-sul</link>
				<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 12:54:06 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Cappa]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[triássico]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=73188</guid>
						<description><![CDATA[Espécie inédita do Período Triássico ajuda a compreender a evolução dos ancestrais dos dinossauros e crocodilos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1024" height="562" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/Silescelida-acristata-por-Matheus-Fernandes-1024x562.jpg" alt="" />											<figcaption>Representação do Silescelida acristata (Imagem: Matheus Fernandes)</figcaption>
										</figure>
		<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="641" data-end="952">Paleontólogos descreveram uma nova espécie de réptil fóssil encontrada no interior do Rio Grande do Sul que pode ajudar a esclarecer um dos capítulos mais importantes da história evolutiva dos vertebrados terrestres: a origem dos arcossauros, grupo que inclui os dinossauros (incluindo as aves) e os crocodilos.</p>
<p data-start="954" data-end="1180">Batizada de <em data-start="966" data-end="989">Silescelida acristata</em>, a nova espécie viveu há 240 milhões de anos, em uma época em que os ecossistemas terrestres ainda se recuperavam da maior extinção em massa da história da Terra, a extinção Permo-Triássica. O estudo foi liderado por pesquisadores do Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica da Quarta Colônia da Universidade Federal de Santa Maria (CAPPA/UFSM) e foi <a href="https://www.nature.com/articles/s41598-026-53740-9">publicado nesta quarta-feira (10), no periódico científico <em data-start="1406" data-end="1426">Scientific Reports</em>.</a></p>
<p data-start="1429" data-end="1887">O fóssil foi encontrado no município de Dona Francisca, na região central do Rio Grande do Sul, em rochas do Período Triássico Médio, com aproximadamente 240 milhões de anos. Esse sítio fossilífero faz parte do Geoparque Quarta Colônia UNESCO e já revelou uma rica fauna de espécies fósseis, incluindo fragmentos de alguns dos dinossauros mais antigos do mundo, bem como espécimes bem preservados de um dos maiores predadores terrestres do Período Triássico.</p>
<p data-start="1889" data-end="2160">O novo fóssil inclui partes dos membros de uma espécie até então desconhecida. Segundo os autores, a nova espécie pertence a um grupo de répteis arcossauriformes que apresenta características anatômicas próximas das observadas nos ancestrais dos dinossauros e crocodilos.</p>
<p data-start="1889" data-end="2160">As análises do grau de parentesco indicam que o animal pode estar relacionado aos Euparkeriidae, um grupo raro e ainda pouco compreendido, conhecido principalmente por fósseis encontrados na África do Sul, China, Rússia, Polônia e Alemanha. “Essa descoberta amplia significativamente a distribuição geográfica conhecida desses animais e reforça a importância do Brasil para o entendimento da evolução dos ancestrais dos arcossauros”, explica o paleontólogo Maurício S. Garcia, autor principal do estudo e aluno de doutorado do Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade Animal da UFSM.</p>
<h3 data-start="2751" data-end="2781">A “redescoberta” do fóssil</h3>
[caption id="attachment_73198" align="alignleft" width="600"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/Fossil-de-Silescelida-acristata-e-paleontologo-Mauricio-Garcia-por-Rodrigo-Temp-Muller-²-1024x683.jpg" alt="" width="600" height="401" /> Fóssil de Silescelida acristata e paleontólogo Maurício Garcia (Foto: Rodrigo Temp Müller)[/caption]
<p data-start="2783" data-end="3265">Além da relevância evolutiva, a descoberta possui uma história curiosa. Parte do fóssil que continha informações essenciais sobre sua procedência havia sido acidentalmente perdida por mais de duas décadas. Apenas em 2022, durante uma visita técnica, os pesquisadores localizaram o fragmento desaparecido na coleção científica da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), permitindo confirmar a origem do espécime e realizar sua descrição e identificação formal.</p>
<p data-start="3267" data-end="3628">O nome <em data-start="3274" data-end="3287">Silescelida</em> une palavras do latim e do grego antigo que significam “silêncio” e “perna”. O silêncio é uma referência ao fato de que parte do fóssil ficou perdida por anos antes de ser finalmente redescoberta, enquanto “perna” refere-se ao fato de que o material encontrado consiste principalmente em ossos dos membros, incluindo o fêmur (osso da coxa). Já a palavra <em data-start="3643" data-end="3654">acristata</em> significa literalmente “sem crista”. Esse nome foi escolhido porque o fêmur desse animal não possui uma crista ou protuberância óssea elevada (conhecida como trocânter) onde o músculo da cauda se prenderia, característica que o diferencia de quase todos os seus parentes próximos.</p>
<h3 data-start="3937" data-end="3957">Um predador ágil</h3>
[caption id="attachment_73199" align="alignright" width="501"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/06/Infografico1-1024x1009.jpg" alt="" width="501" height="494" /> Infográfico comparativo de tamanho do Silescelida acristata[/caption]
<p data-start="3959" data-end="4159"><em data-start="3959" data-end="3982">Silescelida acristata</em> era um animal relativamente diminuto, comparável em tamanho a um jacaré pequeno, de constituição esguia e locomoção quadrúpede. Sua dieta provavelmente incluía animais menores.</p>
<p data-start="4161" data-end="4507">Assim como espécies aparentadas, apresentava membros posicionados de forma semi-ereta, projetados mais abaixo do corpo do que lateralmente. Essa característica permitia uma locomoção mais eficiente e ágil, reduzindo o arrasto do ventre contra o solo e representando uma importante inovação na evolução dos ancestrais dos dinossauros e crocodilos.</p>
<p data-start="4509" data-end="4837">Os resultados da pesquisa mostram que a América do Sul pode ter desempenhado um papel mais importante do que se imaginava na diversificação dos arcossauriformes. A presença de <em data-start="4685" data-end="4708">Silescelida acristata</em> sugere que esse grupo era mais amplamente distribuído durante o Triássico do que indicava o registro fóssil conhecido até então. Dentre os já mencionados répteis arcossauriformes, <em data-start="4890" data-end="4913">Silescelida acristata</em> é o primeiro associado à linhagem dos Euparkeriidae a ocorrer na América do Sul.</p>
<p data-start="4996" data-end="5267">A descoberta também reforça o reconhecimento do Rio Grande do Sul como uma das regiões mais importantes do mundo para o estudo da fauna triássica, período que testemunhou a ascensão dos grupos que viriam a dominar os ecossistemas terrestres durante a Era dos Dinossauros.</p>
<p data-start="5269" data-end="5397">O fóssil de <em data-start="5281" data-end="5304">Silescelida acristata</em> está depositado no acervo científico da PUCRS, na cidade de Porto Alegre, Rio Grande do Sul.</p>
<p data-start="5399" data-end="5594">O estudo foi conduzido por Maurício Silva Garcia (CAPPA/UFSM), Gabriela Menezes Cerqueira (CAPPA/UFSM), Francesco Battista (UFRGS), Marco Brandalise de Andrade e Rodrigo Temp Müller (CAPPA/UFSM). A pesquisa recebeu apoio da CAPES, do CNPq e do INCT Paleovert. O acesso livre e gratuito ao artigo científico foi viabilizado pela CAPES.</p>
<p data-start="5736" data-end="5814"><em>Texto: Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica da Quarta Colônia da UFSM</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM/FW propõe estudo para impulsionar economia criativa em Frederico Westphalen</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/05/25/ufsm-propoe-estudo-para-impulsionar-economia-criativa-em-frederico-westphalen</link>
				<pubDate>Mon, 25 May 2026 18:46:13 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[economia criativa]]></category>
		<category><![CDATA[indústria criativa]]></category>
		<category><![CDATA[indústria cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/?p=14250</guid>
						<description><![CDATA[Iniciativa identifica profissionais da cultura e busca ampliar banco de dados para facilitar parcerias e fortalecer a sustentabilidade dos negócios locais]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O projeto de pesquisa "<em>Estudo e mapeamento das atividades criativas e culturais no município de Frederico Westphalen/RS</em>", desenvolvido pela <strong>Universidade Federal de Santa Maria Campus Frederico Westphalen - UFSM/FW</strong>, propõe um levantamento detalhado sobre o perfil de profissionais e microempresas que atuam no setor da indústria criativa no município. A iniciativa integra o conhecimento acadêmico à realidade da comunidade, com foco no fortalecimento da economia local e no desenvolvimento social.</p><p>O estudo parte da existência de mais de duas mil pequenas empresas no município e busca compreender como a indústria criativa se insere nesse ecossistema empreendedor. A proposta está alinhada ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) nº 8 da <strong>Agenda 2030 da ONU</strong>, voltado ao trabalho decente e ao crescimento econômico.</p><p>Coordenado pela professora <strong>Fabiana Pereira</strong>, do Departamento de Ciências da Comunicação da UFSM/FW, o projeto, que conta também com a participação do professor <strong>Joel Guindani</strong> e da técnica <strong>Roselei Batistti</strong>, pretende identificar os empreendimentos ligados à cultura e à criatividade, além de compreender suas dinâmicas de atuação. Segundo a pesquisadora, a universidade desempenha um papel fundamental no fortalecimento desses profissionais e na construção de alternativas para transformar criatividade e cultura em fontes sustentáveis de renda.</p>[caption id="attachment_14251" align="aligncenter" width="1024"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/05/industria_criativa_foto_canva.jpg" alt="Imagem representa a ideia de indústria criativa" width="1024" height="683" /> Foto: Canva[/caption]<h2>Metodologia de pesquisa e integração institucional</h2><p>A pesquisa será desenvolvida em etapas que articulam levantamento institucional e investigação direta com os produtores culturais do município. Inicialmente, estudantes envolvidos no projeto já buscaram informações junto à Prefeitura Municipal e à Associação Cultural Atena, tendo ainda que fazer contato com o Conselho Municipal de Cultura, com o objetivo de identificar associações, coletivos e profissionais já cadastrados em órgãos públicos.<br />Na segunda fase, a equipe realizará o trabalho de campo para coletar informações específicas sobre os produtos e serviços oferecidos pelos profissionais da economia criativa local. A proposta é criar um banco de dados que amplie a visibilidade desses trabalhadores e facilite futuras parcerias, contratações e oportunidades de negócio. Além disso, o estudo pretende analisar como esses profissionais utilizam ferramentas digitais e quais são seus principais processos de comunicação e divulgação.</p><h2>Cultura como incentivo do desenvolvimento regional</h2><p>A valorização do setor cultural em municípios do interior é um dos principais focos da pesquisa. Para Fabiana Pereira, "realizar um mapeamento de pequenas empresas e profissionais da cultura e da criatividade é buscar olhar para uma área que, por si só, é pulsante dentro da cidade".</p><p>A pesquisa também considera a relação entre economia criativa, preservação cultural e desenvolvimento turístico. Nesse contexto, o setor vem recebendo atenção crescente das esferas governamentais, que identificam na parceria com a universidade uma oportunidade para profissionalizar e fortalecer a área cultural no município. O estudo busca compreender tanto a realidade de grupos organizados quanto de profissionais independentes que, muitas vezes, já atuam no setor sem reconhecimento formal.</p>[caption id="attachment_14253" align="alignright" width="300"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/377/2026/05/logo_comecc-300x94.jpeg" alt="Logotipo do Comecc" width="300" height="94" /> Logotipo do grupo de pesquisa[/caption]<h2>Formação acadêmica e continuidade das ações</h2><p>A pesquisa será conduzida pelo grupo Comunicação, Economia Criativa e Cidadania (<strong>ComECC</strong>) e contará com a participação de estudantes voluntários selecionados por editais internos. A iniciativa pretende proporcionar formação prática e aprofundamento teórico-metodológico aos acadêmicos envolvidos, estimulando uma visão crítica sobre o mercado e a realidade social da região.</p><p>Os resultados obtidos deverão subsidiar futuras ações de extensão universitária, incluindo consultorias e apoio voltado à melhoria dos processos comunicativos dos empreendedores mapeados. A proposta é que o levantamento se torne contínuo, recebendo atualizações periódicas para acompanhar as transformações do setor cultural e criativo em Frederico Westphalen.</p><p>Texto: Cristiane Antunes Rodrigues, estagiária do Curso de Jornalismo da UFSM/FW</p><p>Edição: Cristina Guerini</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM desenvolve ensaio clínico inédito para testar antiviral contra a Covid-19</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/21/ensaio-clinico-covid-19</link>
				<pubDate>Thu, 21 May 2026 11:50:58 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[antiviral]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72888</guid>
						<description><![CDATA[Estudo integra rede de dez centros brasileiros que avaliam a eficácia de um novo medicamento antiviral para Covid-19 em pacientes de alto risco]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">Uma pesquisa coordenada pelo professor e infectologista Alexandre Schwarzbold, docente do Curso de Medicina da UFSM, está desenvolvendo um ensaio clínico multicêntrico de âmbito nacional voltado ao desenvolvimento de um novo antiviral para o tratamento da Covid-19. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O estudo já se encontra na terceira fase dos testes clínicos, etapa mais avançada do processo de desenvolvimento de medicamentos, quando a segurança do fármaco já foi comprovada e o foco passa a ser a avaliação de sua eficácia em larga escala. A UFSM é um dos aproximadamente dez centros participantes no país, ao lado de instituições do Rio de Janeiro, São Paulo e Curitiba.</span></p>
<h3>Público-alvo do recrutamento</h3>
<p><span style="font-weight: 400">O ensaio é direcionado a pessoas com maior probabilidade de desenvolver formas graves da doença. São elegíveis para participação pacientes com diagnóstico confirmado ou suspeita clínica de Covid-19 que se enquadrem em grupos de risco, como:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Idosos</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Pessoas com obesidade</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Pessoas com cardiopatias</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Pessoas com doenças pulmonares crônicas</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Pacientes oncológicos</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Imunossuprimidos</span></li>
</ul>
<h3>Relevância da pesquisa</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Embora o período epidêmico mais crítico tenha sido superado, dados do sistema</span> <a href="https://agencia.fiocruz.br/infogripe-maior-parte-do-pais-tem-incidencia-de-srag-em-nivel-de-alerta-ou-risco#:~:text=Apesar%20da%20baixa%20incid%C3%AAncia%20dos,casos%20de%20SRAG%20no%20pa%C3%ADs."><b>InfoGripe</b></a><b>,</b><span style="font-weight: 400"> plataforma de monitoramento do Ministério da Saúde em parceria com a Fiocruz, apontam que a Covid-19 permanece como a segunda principal causa de morte por doença respiratória grave entre idosos no Brasil. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para o professor Alexandre, a participação da UFSM no estudo tem um papel estratégico na ampliação do acesso regional a novas terapias. "Quando a gente está muito longe do centro do país, acaba não tendo acesso a esses medicamentos. O nosso grupo de pesquisa dá oportunidade para a população e para os profissionais de saúde que, daqui a pouco, estão diante de um dilema de tratamento ", relata.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O pesquisador também chama atenção para a limitação no acesso ao antiviral já aprovado para uso no SUS: o medicamento não é distribuído em farmácias comerciais e a oferta é insuficiente frente à demanda dos casos mais graves. O novo fármaco em estudo poderá ampliar as opções terapêuticas disponíveis para essa população.</span></p>
<h3>Previsão de resultados</h3>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Conclusão da análise de dados: 2027</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Possível disponibilização do medicamento ao público: 2028, mediante resultados favoráveis</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Parceria com a Universidade Franciscana (UFN) para uso da estrutura do Centro Clínico</span></li>
</ul>
<h3>Como participar ou encaminhar pacientes</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Médicos da rede pública e privada podem encaminhar pacientes com diagnóstico confirmado ou suspeita clínica de Covid-19. A equipe do Centro de Pesquisa Clínica também realiza testagem para os casos em investigação. O contato pode ser feito por ligação ou WhatsApp:</span><b> (55) 99702-9186.</b></p>
<p><em><span style="font-weight: 400">Texto: Isadora Bortolotto, estudante de jornalismo e voluntária na Agência de Notícias<br />Imagem de capa: Alissa Eckert, Dan Higgins/CDC<br />Edição: Mariana Henriques, jornalista</span></em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM campus Frederico Westphalen está com vagas abertas para pós-graduação em Agronomia e em Ciências Ambientais</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/2026/05/18/ufsm-campus-frederico-westphalen-esta-com-vagas-abertas-para-pos-graduacao-em-agronomia-e-ciencias-ambientais</link>
				<pubDate>Mon, 18 May 2026 13:58:26 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[agronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências Ambientais]]></category>
		<category><![CDATA[doutor]]></category>
		<category><![CDATA[Doutorado]]></category>
		<category><![CDATA[formação profissional]]></category>
		<category><![CDATA[Inscrições abertas]]></category>
		<category><![CDATA[mercado de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[mestrado]]></category>
		<category><![CDATA[mestre]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[pós-agraduação]]></category>
		<category><![CDATA[profissional pós-graduado]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-fw]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen/?p=14225</guid>
						<description><![CDATA[Ao todo são 41 oportunidades e janela de inscrições segue de 14 de maio até 08 de junho de 2026]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Começou uma nova chamada para quem deseja fazer cursos de mestrado e doutorado de forma gratuita na <a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/frederico-westphalen" target="_blank" rel="noopener">Universidade Federal de Santa Maria, Campus de Frederico Westphalen</a>. Com o total de 41 vagas, a pós-graduação<em> stricto sensu</em> é uma oportunidade de especialização e desenvolvimento de habilidades em pesquisa avançada.</p><p>São 14 vagas para <a href="https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/frederico-westphalen/ppgctamb" target="_blank" rel="noopener">mestrado em Ciência e Tecnologia Ambiental</a>, 16 vagas para <a href="https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/frederico-westphalen/ppgaaa" target="_blank" rel="noopener">mestrado em Agronomia - Agricultura e Ambiente</a> e 11 vagas para d<a href="https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/frederico-westphalen/ppgaaa" target="_blank" rel="noopener">outorado em Agronomia - Agricultura e Ambiente</a>. A formação <em>stricto sensu</em> na <strong>UFSM/FW</strong> é uma formação qualificada e de excelência, em uma das 15 melhores universidades do país.</p><p><a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/editais/030-2025" target="_blank" rel="noopener">Acesse aqui o edital na íntegra</a>.</p><h2>Diferencial do profissional pós-graduado</h2><p>Esse nível de ensino possibilita o aperfeiçoamento teórico e metodológico, além de desenvolver competências como análise crítica, investigação científica e resolução de problemas complexos. Diante ao novo normal climático e o aumento por demandas de soluções baseadas em sustentabilidade, ambas pós-graduações possuem <strong>mercado de trabalho</strong> aquecido.</p><h2>Especialista ajuda impulsionar o agronegócio</h2><p>Uma das principais exigências do mercado atual é conciliar alta produtividade agrícola com sustentabilidade. O setor demanda especialistas capazes de gerenciar impactos, atender legislações e impulsionar o <strong>agronegócio</strong>. O mercado de trabalho para profissionais com <strong>pós-graduação em Agronomia, com ênfase em Agricultura e Ambiente</strong>, é altamente aquecido e exigente. Profissionais qualificados podem ser absorvidos por grandes empreendimentos do agronegócio, fazendas, empresas de insumos e consultorias.</p><h2>Prepare-se para desafios ecológicos complexos</h2><p>O profissional pós-graduado em <strong>Ciências Ambientais</strong> sai capacitado para a resolução de desafios ecológicos complexos, essenciais em um mundo cuja mudança climática já é uma realidade. O mestrado capacita para atuar em auditoria, licenciamento, recuperação de áreas degradadas, formulação de políticas públicas e gestão de sustentabilidade. É alguém que se destaca em um mercado corporativo cada vez mais focado em práticas <strong>ESG</strong> - <em>Environmental, Social, and Governance</em> (Ambiental, Social e Governança).</p><h2>Destaque-se em um mercado dinâmico</h2><p>Em um cenário profissional competitivo e diverso, o título de mestre ou doutor abre portas para cargos de liderança. Profissionais com formação <em>stricto sensu</em> lideram com visão estratégica, alta capacidade técnica e inteligência analítica.</p><h2>Conecte-se diretamente com o futuro</h2><p>Participe de pesquisas de ponta e projetos de desenvolvimento tecnológico, aplicando o conhecimento na criação de soluções para o mundo real. A formação aprofunda o conhecimento teórico e metodológico, desenvolvendo habilidades de pensamento crítico, pesquisa e resolução sistêmica.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Egressa do PPGEPT da Universidade Federal de Santa Maria publica artigo em periódico Qualis A2</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgept/2026/05/14/egressa-do-ppgept-da-universidade-federal-de-santa-maria-publica-artigo-em-periodico-qualis-a2</link>
				<pubDate>Thu, 14 May 2026 22:15:37 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CTISM]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[PPGEPT]]></category>
		<category><![CDATA[UFSM]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgept/?p=1994</guid>
						<description><![CDATA[Pesquisa sobre humanização no atendimento a pacientes oncológicos reforça impacto da formação na área da saúde A trajetória acadêmica e profissional de egressos do Programa de Pós-Graduação em Educação Profissional e Tecnológica (PPGEPT) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) segue evidenciando a qualidade da formação oferecida pelo curso. Um dos exemplos é o da [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:heading {"level":5} -->
<h5 class="wp-block-heading"><em>Pesquisa sobre humanização no atendimento a pacientes oncológicos reforça impacto da formação na área da saúde</em></h5>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p class="wp-block-heading"><span style="font-weight: 400">A trajetória acadêmica e profissional de egressos do Programa de Pós-Graduação em Educação Profissional e Tecnológica (PPGEPT) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) segue evidenciando a qualidade da formação oferecida pelo curso. Um dos exemplos é o da pesquisadora Renata Hassler Lopes, que teve artigo publicado em periódico científico classificado como Qualis A2, um dos níveis mais elevados de avaliação da CAPES.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Formada na área da Radiologia, com atuação em radioterapia, Renata construiu sua trajetória a partir do contato direto com pacientes oncológicos. Foi nesse contexto que surgiu o interesse pela humanização no cuidado em saúde. “Ao longo da minha trajetória profissional, percebi a necessidade de aprofundar meus conhecimentos”, explica. Esse movimento a levou ao ingresso no PPGEPT da Universidade Federal de Santa Maria, onde desenvolveu pesquisas voltadas à qualificação da formação profissional e ao atendimento humanizado.</span></p>
[caption id="attachment_1995" align="aligncenter" width="225"]<img class="size-medium wp-image-1995" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/511/2026/05/qualificacao-225x300.jpeg" alt="" width="225" height="300" /> <strong>Figura 1 – Apresentação de trabalho da Qualificação</strong><br />Fonte: Arquivo pessoal da egressa[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">A pesquisa teve como ponto de partida desafios observados no cotidiano dos serviços de saúde. Segundo a egressa, a vivência com equipes de radioterapia evidenciou lacunas na preparação de alguns profissionais para lidar com situações delicadas no atendimento a pacientes. “O problema surgiu a partir da falta de preparo humanizado em determinadas situações”, relata.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para Renata, o tema da humanização é central na Educação Profissional e Tecnológica, especialmente na área da saúde. “Ao receber essa formação desde o período de ensino, o profissional estará mais preparado para desenvolver práticas humanizadas, tanto no SUS quanto no setor privado”, destaca.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A dissertação foi estruturada em formato de artigos, reunindo revisões teóricas e uma pesquisa aplicada com profissionais da área. O principal desafio, segundo ela, foi integrar diferentes abordagens em um único desenho metodológico. Ainda assim, o resultado consolidou uma contribuição relevante para o campo. “Acredito que meu trabalho ajuda a reconhecer a humanização como um tema essencial na formação, e não apenas como uma exigência do mercado ou da legislação”, afirma.</span></p>
[caption id="attachment_1996" align="aligncenter" width="240"]<img class="size-medium wp-image-1996" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/511/2026/05/637f926b-5453-4e56-9ffb-ded2a0900dca-240x300.jpeg" alt="" width="240" height="300" /> <strong>Figura 2 – Defesa da egressa</strong><br />Fonte: Arquivo pessoal da egressa[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">A publicação do artigo no periódico Qualis A2 representa um marco importante em sua trajetória acadêmica. “É muito satisfatório, um reconhecimento pelo trabalho desenvolvido e por se sentir capaz de alcançar”, ressalta. Além disso, a conquista amplia a visibilidade da pesquisa. “Com certeza aumenta a credibilidade e a visibilidade no meio acadêmico”, completa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O impacto do estudo vai além do reconhecimento científico. A pesquisa pode contribuir diretamente para a formação de profissionais mais preparados e para a melhoria do atendimento em saúde. “Ela pode qualificar o atendimento ao paciente oncológico e incentivar práticas mais humanizadas, além de subsidiar treinamentos e mudanças na organização do cuidado”, explica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Renata também destaca o papel do PPGEPT na construção dessa trajetória. Segundo ela, a formação recebida foi fundamental para a qualidade da produção científica. “O programa conta com professores qualificados, e um orientador que oferece suporte contínuo e autonomia”, afirma. Experiências ao longo do curso, como o alinhamento inicial da pesquisa com a linha do programa, também foram decisivas para o resultado alcançado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Atualmente, a egressa segue investindo na sua formação, com foco em Práticas Integrativas, e pretende dar continuidade às pesquisas na área. Para ela, a publicação representa não apenas uma conquista acadêmica, mas um passo importante na sua trajetória profissional. Ao refletir sobre o caminho percorrido, Renata resume sua experiência em uma frase: “Se não tentar, o ‘não’ é certo — tudo é possível.”</span></p>
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<p style="text-align: right"><strong>Escrito por Thaíse Dalcol Denardi, bolsista do setor de comunicação do PPGEPT</strong></p>
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<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM é aprovada em edital internacional do BRICS-NU e liderará rede de pesquisa sobre biodiversidade e sustentabilidade</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/12/ufsm-e-aprovada-em-edital-internacional-do-brics-nu-e-liderara-rede-de-pesquisa-sobre-biodiversidade-e-sustentabilidade</link>
				<pubDate>Tue, 12 May 2026 11:42:54 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[brics-nu]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[PRPGP]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72774</guid>
						<description><![CDATA[Projeto coordenado pela universidade reúne instituições do Brasil, Egito e Indonésia para pesquisas em conservação da biodiversidade, saúde ambiental e soberania alimentar]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="302" data-end="585">Nesta segunda-feira (11), foi divulgado o resultado do edital do programa BRICS Network University (BRICS-NU). Como uma das 28 instituições brasileiras selecionadas, a Universidade coordenará um projeto na área de Ciências Naturais em parceria com universidades brasileiras e estrangeiras.</p>
<p data-start="589" data-end="863">A iniciativa internacional é voltada ao fortalecimento da cooperação científica entre instituições de ensino superior dos países que integram o bloco BRICS: Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia, Irã e Indonésia.</p>
<h3 data-start="589" data-end="863">Pesquisa em biodiversidade e sustentabilidade</h3>
<p data-start="867" data-end="1208">Intitulada “Processos biológicos, genéticos e evolutivos aplicados à conservação da biodiversidade”, a proposta será desenvolvida entre 2027 e 2031 e busca integrar estudos sobre biodiversidade, genética, evolução e biotecnologia ao desenvolvimento de soluções voltadas à sustentabilidade, à saúde humana e ambiental e à segurança alimentar.</p>
<p data-start="1212" data-end="1583">A rede internacional será coordenada pela professora Leila Queiroz Zepka, da UFSM, e reúne pesquisadores da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp), além de universidades do Egito e da Indonésia. Participam do projeto a University of Sadat City e a Aswan University, do Egito, e a Universitas Airlangga e a Universitas Sumatera Utara, da Indonésia.</p>
<p data-start="1587" data-end="1896">Um dos principais objetivos do projeto é compreender como processos biológicos e mudanças ambientais impactam os ecossistemas, a produção de alimentos e a saúde das populações. A iniciativa também prevê o desenvolvimento de tecnologias inovadoras e produtos com potencial de aplicação científica e industrial.</p>
<h3 data-start="1587" data-end="1896">Internacionalização e formação acadêmica</h3>
<p data-start="1900" data-end="2200">Segundo Leandro Souza da Silva, coordenador de Ações e Programas Estratégicos d<span style="font-size: revert;color: initial">a Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP), o edital incentivará projetos em rede, promovendo o intercâmbio científico entre pesquisadores brasileiros e estrangeiros. A iniciativa prevê apoio para mobilidade acadêmica, bolsas de pesquisa e missões de trabalho ao longo de quatro anos.</span></p>
<p data-start="2204" data-end="2710">O projeto reúne seis programas de pós-graduação da instituição, entre eles os de Ciência e Tecnologia dos Alimentos, Ciências Biológicas (Bioquímica Toxicológica), Biodiversidade Animal, Ciência do Solo, Ciências Biológicas: Farmacologia e Ciências Farmacêuticas. Além da produção científica, a iniciativa amplia as oportunidades de internacionalização para estudantes e pesquisadores. Entre as modalidades de bolsa previstas estão doutorado sanduíche, pós-doutorado e professor visitante sênior, possibilitando que estudantes realizem parte de sua formação em universidades estrangeiras.</p>
<p data-start="2714" data-end="3025">A PRPGP destaca que a participação da UFSM no edital reforça o reconhecimento internacional da Universidade e sua inserção em redes globais de pesquisa. A instituição foi uma das 20 universidades brasileiras habilitadas para participar do programa, evidenciando seu potencial em âmbito nacional e internacional.</p>
<p data-start="3029" data-end="3403">A expectativa é de que iniciativas como essa fortaleçam a produção científica brasileira por meio da colaboração internacional e da troca de conhecimento entre diferentes áreas e países. Entre os impactos esperados estão o aumento das publicações científicas, o desenvolvimento de novas tecnologias e a ampliação de convênios internacionais entre programas de pós-graduação.</p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Texto: Nadine Guarize, acadêmica de Jornalismo, estagiária da Agência de Notícias<br />Edição: Mariana Henriques, jornalista</span></i></p>
<p data-start="3029" data-end="3403"> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Egressa da UFSM recebe Medalha John C. Marsden por melhor tese de doutorado</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/04/egressa-da-ufsm-recebe-medalha-john-c-marsden-por-melhor-tese-de-doutorado</link>
				<pubDate>Mon, 04 May 2026 12:53:07 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Cappa]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[ppgba]]></category>
		<category><![CDATA[reconhecimento]]></category>

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						<description><![CDATA[Premiação da Linnean Society reconhece pesquisa sobre cinodontes do Triássico sul-brasileiro]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  [caption id="attachment_72678" align="alignright" width="400"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/1-886x1024.jpg" alt="" width="400" height="462" /> Lívia Roese-Miron teve tese premiada[/caption]
<p data-start="201" data-end="499">A egressa do Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade Animal da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Lívia Roese-Miron, foi agraciada, em 2026, com a Medalha John C. Marsden, concedida pela Linnean Society ao melhor trabalho de doutorado em biologia em áreas além da botânica.</p>
<p data-start="501" data-end="881">O reconhecimento está relacionado a um estudo publicado em 2025 na <em data-start="568" data-end="611">Zoological Journal of the Linnean Society</em>, que apresenta parte dos resultados de sua tese. A pesquisa investigou o <em data-start="685" data-end="713">Siriusgnathus niemeyerorum</em>, um cinodonte, grupo de vertebrados que integra a linhagem ancestral dos mamíferos, que viveu há mais de 200 milhões de anos, no período Triássico, no sul do Brasil.</p>
<p data-start="883" data-end="1345">O trabalho envolveu a análise detalhada de um crânio completo da espécie por meio de tomografia computadorizada de alta resolução. A partir disso, foi possível reconstruir estruturas internas, incluindo descrições inéditas dos nervos cranianos e do ouvido interno. Os resultados também apontam novas características relacionadas à mobilidade facial, com implicações para a compreensão de comportamentos como alimentação, defesa e interação social desses animais.</p>
<p><!-- /wp:tadv/classic-paragraph --></p>		
										<figure>
										<img width="859" height="657" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/Imagem-1.jpg" alt="" />											<figcaption>Detalhes do crânio de Siriusgnathus niemeyerorum</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="843" height="706" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2026/05/Imagem-2.jpg" alt="" />											<figcaption>Detalhes da anatomia interna do crânio de Siriusgnathus niemeyerorum</figcaption>
										</figure>
		<p data-start="1347" data-end="1678">“Estou muito honrada em receber este prêmio. O reconhecimento reflete os esforços envolvidos no trabalho e destaca a importância de estudar a evolução dos sinápsidos. Sou especialmente grata aos meus coautores e ao orientador, professor Leonardo Kerber, cujas contribuições foram essenciais para a pesquisa”, afirma a pesquisadora.</p>
<p data-start="1680" data-end="1995">Segundo o editor-chefe da revista, Jeff Streicher, responsável pela seleção do trabalho premiado, o estudo se destaca pelo rigor analítico e pela qualidade das ilustrações. Ele também ressaltou o potencial das tecnologias atuais para investigar estruturas do sistema nervoso de espécies extintas há milhões de anos. A divulgação oficial da premiação está disponível no site da Linnean Society, e o artigo pode ser acessado<a href="https://doi.org/10.1093/zoolinnean/zlaf107"> aqui</a>. </p>
<p data-start="1680" data-end="1995"><em>Texto: CAPPA/UFSM</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa e Comitê de Igualdade de Gênero promovem seminário sobre equidade na pós-graduação</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/04/06/pro-reitoria-de-pos-graduacao-e-pesquisa-e-comite-de-igualdade-de-genero-promovem-seminario-sobre-equidade-na-pos-graduacao</link>
				<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 14:49:29 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Igualdade de Gênero]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[PRPGP]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72384</guid>
						<description><![CDATA[A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), por meio de parceria entre o Comitê de Igualdade de Gênero e a Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP), promoveu, na tarde de 31 de março, o seminário Políticas de Equidade na Pós-Graduação. O evento reuniu coordenadores de programas de pós-graduação para discutir desigualdades estruturais e estratégias institucionais [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="378" data-end="826">A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), por meio de parceria entre o Comitê de Igualdade de Gênero e a Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP), promoveu, na tarde de 31 de março, o seminário Políticas de Equidade na Pós-Graduação. O evento reuniu coordenadores de programas de pós-graduação para discutir desigualdades estruturais e estratégias institucionais voltadas à promoção da equidade na pós-graduação stricto sensu.</p>
<p data-start="828" data-end="1155">Com a participação das professoras Fernanda Staniscuaski (UFRGS) e Ana Luisa Araujo de Oliveira (UNIVASF), integrantes do Comitê Permanente de Ações Estratégicas para Equidade de Gênero com suas Interseccionalidades da CAPES, foram apresentadas recomendações do grupo para a avaliação quadrienal dos programas de pós-graduação.</p>
<p data-start="1157" data-end="1527">Durante a programação, a professora Fernanda Staniscuaski abordou a baixa representatividade de mulheres em cargos de gestão na educação e na ciência brasileira, além de discutir causas da desigualdade de gênero, estereótipos, assédio e parentalidade. Também apresentou o novo comitê permanente da CAPES dedicado ao tema e suas diretrizes para a avaliação dos programas.</p>
<p data-start="1529" data-end="1907">Na sequência, a professora Ana Luisa Araujo de Oliveira, vinculada ao Observatório das Políticas Afirmativas Raciais (Opará) da Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF), apresentou a temática “Raça e Gênero na Carreira Docente”. A pesquisadora trouxe dados recentes que evidenciam a persistência de desigualdades raciais e de gênero no ensino superior brasileiro.</p>
<p data-start="1909" data-end="2414">Segundo dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), pessoas negras e indígenas correspondem a 44,26% dos concluintes do ensino superior. No entanto, essa presença não se reflete na composição do corpo docente das instituições públicas, onde esse grupo representa 29,5%. A desigualdade se intensifica na análise de gênero: mulheres negras somam apenas 12,9% do total de docentes, evidenciando barreiras estruturais ao acesso e à progressão na carreira acadêmica.</p>
<p data-start="2416" data-end="2762" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Durante o seminário, também foram discutidas propostas para o enfrentamento do racismo nas universidades. O debate reforçou a necessidade de avançar na implementação de políticas de equidade na pós-graduação, reafirmando o compromisso institucional com a construção de um ambiente universitário mais inclusivo, diverso e socialmente comprometido.</p>
<p data-start="2416" data-end="2762" data-is-last-node="" data-is-only-node=""><em>Com informações da PRPGP</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>01/2026 - EDITAL DE SELEÇÃO DE BOLSISTA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA OU TECNOLÓGICA E INOVAÇÃO nº 01/2026</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/editais/001-2026-12</link>
				<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 12:11:06 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[#bolsa]]></category>
		<category><![CDATA[CNPq]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>
		<category><![CDATA[graduação]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?post_type=editais&#038;p=7760</guid>
						<description><![CDATA[<p>O professor Thiago Lopes Trugillo da Silveira, lotado no Departamento de Computação Aplicada do Centro de Tecnologia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), torna pública a abertura de inscrições para seleção de acadêmicos dos cursos de graduação da Universidade Federal de Santa Maria para Bolsa de Iniciação Científica obtida junto ao Edital CNPQ/MCTI Nº 44/2024 em parceria com pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e da Universidade Federal de Pelotas (UFPel). As informações sobre a bolsa e os demais detalhes sobre requisitos e exigências do bolsista constam em http://memoria2.cnpq.br/web/guest/apresentacao13/ .</p>
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>O professor Thiago Lopes Trugillo da Silveira, lotado no Departamento de Computação Aplicada do Centro de Tecnologia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), torna pública a abertura de inscrições para seleção de acadêmicos dos cursos de graduação da Universidade Federal de Santa Maria para Bolsa de Iniciação Científica obtida junto ao Edital CNPQ/MCTI Nº 44/2024 em parceria com pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e da Universidade Federal de Pelotas (UFPel). As informações sobre a bolsa e os demais detalhes sobre requisitos e exigências do bolsista constam em http://memoria2.cnpq.br/web/guest/apresentacao13/ .</p>
]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Hub.Doc se torna projeto de pesquisa vinculado ao CNPq</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/03/30/hub-doc-se-torna-projeto-de-pesquisa-vinculado-ao-cnpq</link>
				<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 11:40:17 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CNPq]]></category>
		<category><![CDATA[DAG]]></category>
		<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[hub.doc]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72306</guid>
						<description><![CDATA[Pesquisadores afirmam que a mudança oferece maior visibilidade institucional]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">O </span><a href="https://www.ufsm.br/2025/09/23/quatro-instituicoes-federais-lancam-o-hub-doc-centro-de-pesquisa-e-inovacao-em-arquivos"><span style="font-weight: 400">Hub.Doc</span></a><span style="font-weight: 400">, iniciativa da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) voltada à recuperação, preservação e transformação digital de acervos, acaba de conquistar o registro como grupo de pesquisa no Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). A chancela formaliza a atuação do Hub como espaço de produção científica e reforça a relevância do projeto na área de arquivos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo o coordenador de pesquisa do Hub.Doc Jonas Ferrigolo Melo, o registro no CNPq oferece maior visibilidade institucional e funciona como uma espécie de “chancela acadêmica”. “Isso mostra que o Hub.Doc não é apenas um espaço de articulação de projetos, mas também um ambiente que gera pesquisa, publica resultados e contribui para o avanço da área de arquivos”, explica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O processo de registro envolveu a formalização do grupo dentro da universidade e o cadastro no Diretório de Grupos de Pesquisa do CNPq, incluindo a identificação dos pesquisadores participantes. “Para mim, é uma honra ver que o conhecimento que geramos no Hub se transforma em publicações, projetos e produção científica, agora com uma estrutura formal de pesquisa”, afirma Jonas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para a coordenadora do Hub.Doc, Débora Flores, que também é líder do grupo de pesquisa, a chancela do CNPq representa um reconhecimento coletivo, além de fortalecer a legitimidade do projeto. “Mostra que os servidores técnico-administrativos também produzem conhecimento e lideram projetos estratégicos dentro da universidade. É a valorização de uma atuação que muitas vezes já existe, mas nem sempre recebe visibilidade”, comenta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O Hub.Doc se destaca por combinar impacto social, relevância institucional e potencial científico. Além de lidar com demandas concretas relacionadas à recuperação de acervos, o projeto propõe metodologias, produz conhecimento e fomenta a cooperação entre diferentes áreas. Entre os desafios superados, Débora cita a conciliação entre a urgência das ações práticas, a necessidade de sistematizar essas experiências com pesquisa científica e a coordenação de equipes multidisciplinares.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A expectativa é que o registro no CNPq amplie as oportunidades de parcerias e pesquisas, fortalecendo redes de colaboração no Brasil e no exterior. Hoje, o Hub.Doc já mantém interlocução com pesquisadores da Espanha, Noruega, Argentina e diversas regiões do país, e a tendência é que essas conexões se expandam ainda mais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O Hub.Doc está agora oficialmente listado no Diretório de Grupos de Pesquisa do CNPq e pode ser acessado por este link:</span> <a href="http://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/0700406024158940"><span style="font-weight: 400">dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/0700406024158940</span></a></p>
<p><b><i>Texto:</i></b><i><span style="font-weight: 400"> Pedro Moro, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias<br /></span></i><b><i>Edição</i></b><i><span style="font-weight: 400">: João Ricardo Gazzaneo, jornalista</span></i></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM recebe palestra do professor Vladimiro Miranda sobre gestão da ciência e inovação</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/2026/03/12/ufsm-recebe-palestra-do-professor-vladimiro-miranda-sobre-gestao-da-ciencia-e-inovacao</link>
				<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 19:31:48 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[proinova]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/?p=12730</guid>
						<description><![CDATA[A comunidade acadêmica da UFSM está convidada para um encontro especial com o professor Vladimiro Miranda, reconhecido internacionalmente por suas contribuições nas áreas de energia, gestão da ciência e inovação. O evento ocorrerá no dia 16 de março, às 10h, no Espaço Collab InovaTec, localizado no Prédio 61H da universidade. Durante a programação, o professor ministrará [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<div class="flex flex-col text-sm pb-25">
<article class="text-token-text-primary w-full focus:outline-none [--shadow-height:45px] has-data-writing-block:pointer-events-none has-data-writing-block:-mt-(--shadow-height) has-data-writing-block:pt-(--shadow-height) [&amp;:has([data-writing-block])&gt;*]:pointer-events-auto scroll-mt-[calc(var(--header-height)+min(200px,max(70px,20svh)))]" dir="auto" data-turn-id="request-WEB:5c1755c6-5895-41da-9422-90f8a7b7bf74-0" data-testid="conversation-turn-2" data-scroll-anchor="true" data-turn="assistant">
<div class="text-base my-auto mx-auto pb-10 [--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-xs,calc(var(--spacing)*4))] @w-sm/main:[--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-sm,calc(var(--spacing)*6))] @w-lg/main:[--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-lg,calc(var(--spacing)*16))] px-(--thread-content-margin)">
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<div class="markdown prose dark:prose-invert w-full wrap-break-word light markdown-new-styling">
<p data-start="92" data-end="479">A comunidade acadêmica da UFSM está convidada para um encontro especial com o professor <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Vladimiro Miranda</span></span>, reconhecido internacionalmente por suas contribuições nas áreas de energia, gestão da ciência e inovação. O evento ocorrerá no dia 16 de março, às 10h, no Espaço Collab InovaTec, localizado no Prédio 61H da universidade.</p>
<p data-start="481" data-end="929">Durante a programação, o professor ministrará a palestra <strong data-start="538" data-end="609">“Pesquisa e Gestão da Ciência: Realidades e Inovação nas Políticas”</strong>, na qual abordará os desafios contemporâneos da gestão científica, bem como as realidades e perspectivas das políticas de pesquisa no cenário atual. A atividade busca promover reflexões sobre o papel das instituições de ensino e pesquisa na construção de ambientes favoráveis à inovação e ao desenvolvimento científico.</p>
<p data-start="931" data-end="1191">Logo após a palestra, será realizado o lançamento do livro <strong data-start="990" data-end="1039">“Gestão de Pesquisa – Políticas e Realidades”</strong>, obra que reúne reflexões e experiências relacionadas à organização e ao desenvolvimento da pesquisa científica em diferentes contextos institucionais.</p>
<p data-start="1193" data-end="1719">Reconhecido pela <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Universidade Stanford</span></span> como um dos cientistas mais influentes do mundo na área de energia, Vladimiro Miranda é Professor Emérito da <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Universidade do Porto</span></span>, Fellow do <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Institute of Electrical and Electronics Engineers</span></span> (IEEE) e presidente do <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">INESC P&amp;D Brasil</span></span>. Ao longo de sua trajetória, acumulou ampla experiência na criação e desenvolvimento de institutos de investigação na Europa, na China e na América do Sul, consolidando-se como uma referência internacional na área.</p>
<p data-start="1721" data-end="1925" data-is-last-node="" data-is-only-node="">A participação no evento é aberta à comunidade acadêmica e representa uma oportunidade de diálogo e troca de experiências sobre o futuro da gestão científica e das políticas de pesquisa nas universidades.</p>
<p data-start="1721" data-end="1925" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Informações adicionais: <span style="font-size: revert;color: initial">(55) 3220-8887 ou </span>proinova.comunicacao@ufsm.br.</p>
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</article>
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<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Aberta a chamada de submissões de trabalhos para a sessão PETCOM na revista Cadernos de Comunicação</title>
				<link>https://www.ufsm.br/pet/comunicacao-social/2025/12/05/aberta-a-chamada-de-submissoes-de-trabalhos-para-a-sessao-petcom-na-revista-cadernos-de-comunicacao</link>
				<pubDate>Fri, 05 Dec 2025 16:39:42 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[pet]]></category>
		<category><![CDATA[Pet Comunicação Social]]></category>
		<category><![CDATA[Submissão]]></category>

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						<description><![CDATA[Comunicação e Tecnologia A era digital transforma a maneira como produzimos, circulamos e nos relacionamos com os conteúdos. Conceitos como multimídia e hipermídia ampliam as possibilidades de narrativas e mostram como diferentes linguagens se cruzam nas telas, gerando experiências interativas e imersivas. Ao mesmo tempo, plataformas e algoritmos passam a moldar o que vemos, lemos [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<h1 style="text-align: center"><b>Comunicação e Tecnologia</b></h1>
<p style="text-align: center"><span style="font-weight: 400">A era digital transforma a maneira como produzimos, circulamos e nos relacionamos com os conteúdos. Conceitos como multimídia e hipermídia ampliam as possibilidades de narrativas e mostram como diferentes linguagens se cruzam nas telas, gerando experiências interativas e imersivas. Ao mesmo tempo, plataformas e algoritmos passam a moldar o que vemos, lemos e compartilhamos, impondo novas dinâmicas de apropriação e circulação de narrativas que influenciam comportamentos, discursos e modos de conexão nas redes. </span></p>
<p style="text-align: center"><span style="font-weight: 400">Nesse contexto, a cibercultura surge como um espaço participativo, que desafia modelos tradicionais de comunicação e traz novas formas de interação e construção de sentido. As sociabilidades digitais se tornam um campo com muitas possibilidades de análise, revelando como pessoas de diferentes tempos, lugares e ideologias se encontram e validam práticas culturais mediadas por comunidades virtuais.</span></p>
<p style="text-align: center"><span style="font-weight: 400">A reconfiguração tecnológica também transforma a relação entre público e mídia, estimulando o surgimento de consumidores mais ativos, engajados e produtores de conteúdo, os chamados </span><i><span style="font-weight: 400">prosumers</span></i><span style="font-weight: 400">. Essa nova dinâmica ressignifica vínculos, reformula audiências e propõe discussões sobre a economia simbólica e a circulação de signos visuais, sonoros e discursivos no ambiente digital.</span></p>
<p style="text-align: center"><span style="font-weight: 400">Em meio à lógica algorítmica que organiza a visibilidade e o engajamento, surgem desafios éticos e profissionais para quem comunica. Os algoritmos, ao personalizar o conteúdo e priorizarem o engajamento, também impulsionam a desinformação e as bolhas informacionais, exigindo dos comunicadores novas estratégias para equilibrar alcance, responsabilidade e compromisso ético com a verdade. Diante disso, a educação midiática e o pensamento crítico se tornam essenciais para preservar a função social da comunicação e fortalecer o diálogo em meio à complexidade digital.</span></p>
<p style="text-align: center"><span style="font-weight: 400">Partindo deste cenário, esta chamada de trabalhos tem como objetivo discutir as relações entre Comunicação e Tecnologia e seus atravessamentos. Ao problematizar os modos como diferentes conceitos e/ou práticas são constantemente reconfigurados.</span></p>
<p> </p>
<h3 style="text-align: center"><strong>As questões abaixo visam guiar os interesses da chamada, mas não excluem outros caminhos a serem percorridos.</strong></h3>
<p> </p>
<ol>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Até que ponto as redes sociais se tornaram o espaço central de circulação e controle da informação? As plataformas são neutras? Quem se beneficia e quem é silenciado pelos seus algoritmos?</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">O que muda na prática comunicacional com a automação e a IA generativa?</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Como a cultura da performance e da mensuração afeta a criatividade, a subjetividade e a autonomia dos comunicadores? Em que medida as métricas influenciam as decisões editoriais, políticas e estratégicas das organizações de mídia?</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">É possível comunicar com liberdade na era dos algoritmos?</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Como combater a desinformação em um ecossistema guiado por algoritmos?</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Como a tecnologia está reescrevendo as rotinas profissionais na comunicação?</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Como a Inteligência Artificial pode transformar a criação de conteúdo e a comunicação digital sem comprometer a criatividade dos criadores?</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">É possível combinar inteligência humana e artificial em processos de comunicação para gerar melhores resultados? Se sim, como?</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Quais são os riscos de dependência excessiva da IA na produção de conteúdo e na gestão de campanhas digitais?</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Como a organização do espaço e do tempo nas plataformas digitais influencia a forma como construímos e compartilhamos memórias coletivas?</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">De que maneira as tecnologias digitais podem preservar ou reinterpretar a memória histórica, cultural e jornalística em ambientes online?</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Quais são os novos arranjos sociotécnicos derivados da cultura participativa e como eles influenciam a construção de imaginários coletivos?</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">De que forma os conceitos de multimídia, hipermídia e crossmídia contribuem para compreender as transformações na produção e na circulação de conteúdos interativos no ambiente digital?</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Como as plataformas digitais e suas dinâmicas algorítmicas influenciam as formas de apropriação e circulação de narrativas e discursos nas redes?</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Como a estrutura descentralizada da cibercultura desafia os modelos tradicionais de comunicação e dá origem a novas formas de interação, participação e construção de sentido nos ambientes digitais?</span></li>
</ol>
<p> </p>
<p><b>Datas importantes:</b></p>
<p><b>Envio dos artigos: até 16 de abril de 2026.</b></p>
<p><b>Aceite dos aprovados: até 31 de agosto de 2026.</b></p>
<p><b>Publicação da edição: até 31 de outubro de 2026.</b></p>
<p> </p>
<p><span style="font-weight: 400">Todas as submissões a esta chamada especial serão enviadas pelo sistema de submissões da revista <a href="https://periodicos.ufsm.br/ccomunicacao/index"><em>Cadernos de Comunicação</em></a> e devem seguir as diretrizes abaixo.</span></p>
<p style="text-align: center"><a href="https://submissaoufsmperiodicos.my.canva.site/"><b>GUIA DE SUBMISSÃO</b></a></p>
<p><strong>E-mail para contato:</strong> fluxo.petcom@ufsm.br<br /><br /><strong>Instagram:</strong> <a href="https://www.instagram.com/petcomufsm?igsh=MXMxZnJ4empwMTlycg=="><em>@petcomufsm</em></a></p>
<p> </p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Evoluindo um cérebro pronto para o voo: nova pesquisa mostra que a evolução cerebral de pterossauros e aves seguiu caminhos diferentes</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/11/26/evoluindo-um-cerebro-pronto-para-o-voo-nova-pesquisa-mostra-que-a-evolucao-cerebral-de-pterossauros-e-aves-seguiu-caminhos-diferentes</link>
				<pubDate>Wed, 26 Nov 2025 16:05:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Cappa]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[paleontologia]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=71467</guid>
						<description><![CDATA[Descoberta do cérebro de um novo parente não voador dos pterossauros, com 233 milhões de anos, traz avanço científico]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_71468" align="alignleft" width="497"]<img class="wp-image-71468 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/Lagerpetideo-e-pterossauros-por-Matheus-Fernandes-Gadelha-724x1024.jpeg" alt="Imagem colorida vertical. Um lagerpetídeo está empoleirado em uma rocha observando pterossauros voando acima" width="497" height="703" /> Reconstrução de uma paisagem do final do Triássico (aprox. 215 milhões de anos).<br />Crédito: Matheus Fernandes.[/caption]
<p data-start="684" data-end="1251">O voo é uma habilidade rara no mundo animal. Entre os vertebrados, ele evoluiu apenas três vezes: em morcegos, aves e pterossauros, estes extintos há muito tempo. Os pterossauros foram os pioneiros, dominando os céus há mais de 220 milhões de anos, muito antes do surgimento dos primeiros parentes das aves, como o <em data-start="1017" data-end="1032">Archaeopteryx</em>, há cerca de 150 milhões de anos. Enquanto os cientistas possuem um registro fóssil detalhado que esclarece como os cérebros das aves evoluíram para o voo, a história dos pterossauros era muito menos clara — até agora.</p>
<h3 data-start="684" data-end="1251">Um fóssil que muda o panorama</h3>
<p data-start="1253" data-end="1788">Em um novo estudo publicado na revista científica <em data-start="1303" data-end="1320">Current Biology</em>, uma equipe internacional revela como os pterossauros evoluíram as estruturas neurológicas necessárias para o voo ativo. “O grande avanço”, disse Mario Bronzati, pós-doutorando pela Fundação Alexander von Humboldt na Universidade de Tübingen, na Alemanha, e autor principal do estudo, “foi a descoberta de um parente antigo dos pterossauros, um pequeno arcossauro lagerpetídeo chamado <em data-start="1706" data-end="1719">Ixalerpeton</em>, proveniente de rochas triássicas de 233 milhões de anos no Brasil.”</p>
<p data-start="1790" data-end="2315">“Já tínhamos informações abundantes sobre as aves primitivas e sabíamos que elas herdaram a configuração básica do cérebro de seus ancestrais dinossauros terópodes”, acrescentou o coautor Lawrence Witmer, professor de Anatomia no Ohio University Heritage College of Osteopathic Medicine. “Mas os cérebros dos pterossauros pareciam surgir do nada. Agora, com as primeiras informações sobre o cérebro de um parente antigo dos pterossauros, vemos que eles essencialmente construíram seus próprios ‘computadores de voo’ do zero.”</p>
<p data-start="2317" data-end="2970">Para reconstruir essa história evolutiva, os pesquisadores utilizaram técnicas de imagem 3D de alta resolução, incluindo microtomografia (microCT), para reconstruir as formas cerebrais de mais de três dúzias de espécies. Isso incluiu pterossauros, seus parentes próximos como <em data-start="2593" data-end="2606">Ixalerpeton</em>, os primeiros dinossauros e precursores das aves, além de crocodilos e aves modernos, e uma grande variedade de arcossauros do Triássico, o grupo mais amplo que inclui todos esses animais. A microtomografia computadorizada do fóssil de <em data-start="2844" data-end="2857">Ixalerpeton</em> foi realizada no Departamento de Biologia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP de Ribeirão Preto.</p>
<p data-start="2972" data-end="3337">“Em seguida, usando análises estatísticas com informações sobre o tamanho e a forma tridimensional dos moldes internos do crânio, conseguimos mapear as mudanças graduais na anatomia cerebral que acompanharam a evolução do voo”, explicou o coautor Akinobu Watanabe, professor associado de Anatomia no New York Institute of Technology College of Osteopathic Medicine.</p>
<p data-start="3339" data-end="3992">O voo é uma forma de locomoção fisiologicamente exigente e, por muito tempo, presumiu-se que exigisse grandes adaptações neurológicas, incluindo aumento do tamanho do cérebro, para coordenar as informações sensoriais e motoras complexas necessárias ao voo ativo. Estudos anteriores da estrutura cerebral dos pterossauros já haviam mostrado que eles realmente compartilhavam algumas semelhanças neurológicas com os precursores das aves, como o <em data-start="3784" data-end="3799">Archaeopteryx</em>, incluindo certo aumento de regiões cerebrais como os hemisférios cerebrais e o cerebelo, envolvidos na integração sensório-motora, além da ampliação de centros visuais, como os lobos ópticos.</p>
<p data-start="3994" data-end="4578"><em data-start="3994" data-end="4007">Ixalerpeton</em>, o lagerpetídeo parente próximo dos pterossauros, apresentava algumas, mas não todas, as características neurológicas dos pterossauros. Como observa Bronzati, “os lagerpetídeos provavelmente eram animais arborícolas, e seus cérebros já exibiam traços ligados à visão aprimorada, como um lobo óptico aumentado, uma adaptação que ajudava esses animais a navegar por um ambiente com muitas árvores e que, mais tarde, pode ter ajudado seus parentes pterossauros a conquistar os céus — mas eles ainda não possuíam características neurológicas essenciais dos pterossauros”.</p>
[caption id="attachment_71469" align="alignright" width="609"]<img class="wp-image-71469 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/Cerebro-de-Lagerpetideo-e-pterossaurto-por-Matheus-Fernandes-Gadelha.jpg" alt="" width="609" height="542" /> Reconstrução artística de um pterossauro (acima) e de um lagerpetídeo (abaixo) do final do período Triássico (cerca de 215 milhões de anos atrás). As imagens à direita mostram reconstruções 3D de seus cérebros obtidas por meio de tomografia computadorizada (CT). Crédito: Rodrigo Müller, Mario Bronzati, Matheus Fernandes[/caption]
<p data-start="4580" data-end="5444">Lagerpetídeos como <em data-start="4599" data-end="4612">Ixalerpeton</em> tinham cérebros com forma intermediária entre os arcossauros mais primitivos e os pterossauros, mas ainda mais semelhantes aos dos primeiros dinossauros. Com exceção do lobo óptico ampliado, que ocupa uma posição no cérebro semelhante à observada em pterossauros, aves e seus parentes próximos, há pouco em <em data-start="4920" data-end="4933">Ixalerpeton</em> que antecipe o que surgiria nos pterossauros. Uma característica única do cérebro desses animais é o flóculo extremamente expandido, uma estrutura do cerebelo envolvida no processamento de informações sensoriais vindas das asas membranosas e que ajuda a manter os olhos fixos em um alvo durante o voo. No caso de <em data-start="5248" data-end="5261">Ixalerpeton</em>, o flóculo não era expandido como nos pterossauros, mas sim semelhante ao flóculo mais modesto de outros arcossauros, incluindo aves primitivas e seus parentes terópodes não avianos.</p>
<p data-start="5446" data-end="5967">As novas análises também mostram que os pterossauros mantiveram cérebros relativamente pequenos. “Embora existam algumas semelhanças entre pterossauros e aves”, disse o coautor Matteo Fabbri, professor assistente de Anatomia Funcional e Evolução na Escola de Medicina da Universidade Johns Hopkins, “os cérebros deles eram na verdade bastante diferentes, especialmente em tamanho. Pterossauros tinham cérebros muito menores que os das aves, o que mostra que não é necessariamente preciso ter um cérebro grande para voar.”</p>
<h3 data-start="5969" data-end="6497">O que a descoberta revela sobre o voo</h3>
<p data-start="5969" data-end="6497">Surpreendentemente, o formato geral do cérebro dos pterossauros se assemelhava mais ao de pequenos dinossauros semelhantes a aves, como troodontídeos e dromeossaurídeos — animais que tinham pouca ou nenhuma capacidade de voo ativo. Ainda assim, pterossauros e aves representam dois experimentos totalmente independentes na evolução do voo. As aves herdaram um cérebro já adaptado de seus ancestrais dinossauros não voadores, enquanto os pterossauros evoluíram cérebros aptos ao voo ao mesmo tempo em que desenvolveram suas asas.</p>
<p data-start="6499" data-end="6990">Os autores observam que o grande tamanho cerebral das aves provavelmente surgiu depois, associado ao aumento da inteligência e a comportamentos mais complexos, não ao ato de voar em si. Uma conclusão importante do estudo, segundo Bronzati, é que “aparentemente, não é preciso um cérebro grande para decolar, e a posterior expansão dos hemisférios cerebrais tanto nas aves quanto nos pterossauros esteve provavelmente muito mais ligada ao avanço da cognição do que ao voo propriamente dito”.</p>
<p data-start="6992" data-end="7554">Outra conclusão importante é que o trabalho de campo em paleontologia continua sendo um motor de novas descobertas. Como observa o coautor Rodrigo Temp Müller, paleontólogo da Universidade Federal de Santa Maria, no Brasil, “as descobertas do sul do Brasil nos proporcionaram percepções extraordinárias sobre as origens de grandes grupos de animais, como dinossauros e pterossauros. A cada novo fóssil e estudo, conseguimos enxergar com mais clareza como eram os primeiros parentes desses grupos — algo que, até poucos anos atrás, teria sido quase inimaginável.”</p>
<p data-start="6992" data-end="7554"><em>Com informações do CAPPA/UFSM</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projetos do CT-UFSM são aprovados em chamada de apoio à pesquisa do CNPq</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/11/26/projetos-do-ct-ufsm-sao-aprovados-em-chamada-de-apoio-a-pesquisa-do-cnpq</link>
				<pubDate>Wed, 26 Nov 2025 13:17:36 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CNPq]]></category>
		<category><![CDATA[financiamento]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=7529</guid>
						<description><![CDATA[Sete propostas encabeçadas por docentes do CT receberão financiamento que totaliza mais de R$ 1,7 milhão.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) divulgou na semana passada (17/11) o resultado final da Chamada Universal 2024 (<strong><em><a href="http://memoria2.cnpq.br/web/guest/chamadas-publicas?p_p_id=resultadosportlet_WAR_resultadoscnpqportlet_INSTANCE_0ZaM&amp;filtro=abertas&amp;detalha=chamadaDivulgada&amp;idDivulgacao=12645" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Chamada CNPq/MCTI/FNDCT Nº 44/2024 - Universal</a></em></strong>). Pelo menos nove propostas encaminhadas por professores do Centro de Tecnologia da UFSM ou de departamentos afins foram aprovadas e receberão, cada uma, aproximadamente 200 mil reais, totalizando quase R$ 1,8 milhão de investimento em pesquisa no CT.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A Chamada Universal foi publicada em outubro do ano passado com o objetivo de apoiar projetos de pesquisa que visem contribuir significativamente para o desenvolvimento científico e tecnológico e a inovação do País, em qualquer área do conhecimento. O valor global do financiamento nesta chamada foi 50% maior em relação à chamada anterior e o maior da série histórica, totalizando R$ 450 milhões, sendo R$ 320 milhões oriundos do orçamento do CNPq e R$ 130 milhões oriundos do FNDCT/Fundos Setoriais. As propostas concorreram a duas faixas: uma destinada a grupos emergentes, com projetos limitados a R$ 200 mil reais, e outra para grupos consolidados, com valores de até R$ 300 mil reais.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Os recursos serão destinados ao financiamento de itens de custeio, capital e bolsas para a execução dos projetos de pesquisa aprovados, envolvendo aquisição de material de consumo, bens e equipamentos, aquisição de serviços, custeio de passagens e diárias, bolsas de iniciação científica (IC), iniciação tecnológica industrial (ITI) e apoio técnico (AT), dentre outros.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Os critérios para classificação das propostas quanto ao mérito técnico-científico e sua adequação orçamentária levaram em conta diversos elementos: a originalidade da proposta e relevância do projeto para o desenvolvimento científico, tecnológico e de inovação do país, incluindo potenciais impactos econômicos, sociais e ambientais; a consistência da proposta considerando a adequação da metodologia, do cronograma e do orçamento aos objetivos, atividades e metas propostos; a coerência e adequação entre a capacitação e a experiência da equipe do projeto; a produção científica ou tecnológica, experiência no gerenciamento de projetos e formação de recursos humanos do proponente; a colaboração e parcerias institucionais do projeto e as ações para promoção, popularização e divulgação científica e tecnológica.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Confira a seguir o título, a coordenação e os orçamento das propostas envolvendo o CT-UFSM que foram aprovadas na Chamada do CNPq:</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<h3>"Uso de ácidos orgânicos na recuperação de metais críticos e estratégicos presentes em resíduos eletrônicos" - Prof. Daniel Assumpção Bertuol (Departamento de Engenharia Química) - R$ 208.320,00</h3>
<p>Parceria: Laboratório de Processos Ambientais (LAPAM-UFSM)<br />Resumo: A transição para o uso massivo de energias renováveis em conjunto com a rápida expansão da produção dos veículos elétricos desencadeou uma demanda sem precedentes por metais críticos e estratégicos. O desenvolvimento sustentável dessas tecnologias depende do gerenciamento eficaz do ciclo de vida de matérias-primas críticas, incluindo seu fornecimento responsável, uso eficiente e reciclagem. A reciclagem de metais de Resíduos de Equipamentos Elétricos e Eletrônicos (REEE) é de suma importância devido à crescente demanda e a reduzida disponibilidade de minérios de elementos críticos, além disso a reciclagem também é muito importante devido à alta toxicidade de metais pesados e poluentes orgânicos que fazem parte da composição destes resíduos. Recentemente o uso de ácidos orgânicos se tornou uma opção interessante do ponto de vista ambiental e econômico. Esses ácidos emitem menos poluentes e podem ser produzidos a partir de resíduos agroindustriais a baixo custo. Apesar de existirem estudos que demostram que a lixiviação com ácidos orgânicos é eficiente, ainda existem muitos gargalos a serem eliminados para tornar sua utilização viável. Além disso, a avaliação de como os ácidos orgânicos irão impactar as etapas tradicionalmente utilizadas para a recuperação dos metais em solução, como a extração líquido-líquido, eletro-obtenção, precipitação, adsorção, ainda é incipiente. Assim, é imperativo empreender esforços para investigar e aprimorar as técnicas de separação dos metais lixiviados com ácidos orgânicos, de forma a garantir benefícios econômicos e ambientais. Portanto, esse projeto tem por objetivo intensificar o processamento de REEE através do uso de ácidos orgânicos em conjunto com técnicas como ultrassom e extração com fluidos supercríticos além de avaliar qual a influência que esses ácidos terão nos processos subsequentes de recuperação dos metais.</p>
<h3>“Caracterização e análise de desempenho de revestimentos à base de nanopartículas de óxidos metálicos na mitigação do desgaste em ferramentas de conformação de chapas” - Prof. Cristiano José Scheuer (Departamento de Engenharia Mecânica) - R$ 210.000,00</h3>
<p>Resumo: A pesquisa investiga uma rota avançada de engenharia de superfícies baseada em revestimentos ultrafinos de óxido de zircônia, voltada a aumentar a resistência ao desgaste e prolongar a vida útil de matrizes empregadas na conformação de chapas metálicas. O projeto integra caracterizações microestruturais e nanomecânicas com avaliações de desempenho em escala de laboratório e testes em condições industriais simuladas, comparando o comportamento desses filmes cerâmicos às rotas convencionais de tratamento superficial adotadas nessas ferramentas. Desenvolvida em estreita colaboração com as empresas Bruning Tecnometal e nChemi Engenharia de Materiais, a pesquisa se articula a outras iniciativas já coordenadas pelo professor, incluindo um projeto no âmbito do Programa MOVER (Rota 2030), voltado à aplicação desses revestimentos em ferramentas de forjamento, e um projeto FAPERGS dedicado a avaliar seu impacto na mitigação da corrosão em estruturas metálicas, evidenciando o alto potencial de transferência tecnológica do tema e a geração de ganhos competitivos diretos para a indústria nacional.</p>
<h3>“Solução Ambiental no Tratamento de Águas Subterrâneas com Excesso de Íons Fluoreto: Avanços no Uso de Alumina Ativada com Ozônio e Aplicações em Campo de Adsorção em Leito Fixo” - Prof. Elvis Carissimi (Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental) - R$ 209.538,00 </h3>
<p>Parceria: Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil e Ambiental (PPGECAM-UFSM) + UFRGS, UFCSPA, UFF e UFT<br />Resumo: O projeto de pesquisa busca desenvolver uma solução ambiental inovadora para o tratamento de águas subterrâneas com excesso de íons fluoreto (F−), um contaminante que, em altas concentrações, causa fluorose. A pesquisa propõe a modificação da alumina ativada - um adsorvente comum - por meio de tratamento com ozônio (O3​) para aumentar sua eficiência de remoção de F−, especialmente em condições de pH elevado. Além dos estudos em laboratório, o projeto inclui a aplicação em campo com sistemas de adsorção em leito fixo na macrorregião Verdes Campos/RS. Com o apoio de universidades parceiras, o objetivo final é melhorar a saúde pública e o acesso à água potável de qualidade, contribuindo diretamente para o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis (ODS). O financiamento apoiará a pesquisa, que espera contribuir significativamente para: Reduzir casos de fluorose e os riscos associados ao consumo de água de má qualidade; melhorar a saúde pública e ampliar o acesso à água potável segura, alinhando-se aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).</p>
<h3>"SAFER: Sustainable and Advanced Fiber-Reinforced Engineered Concrete" - Prof. Erich David Rodríguez Martínez (Departamento de Estruturas e Construção Civil) - R$ 177.970,70</h3>
<p>Parceria: PPGECAM-UFSM + UESC-IHR, Circlua S.A. e FRASALE S.A.<br />Resumo: O projeto visa modernizar a infraestrutura para caracterização avançada na UFSM, diferenciando-a no cenário de produção de concretos de ultra-alto desempenho (UHPC). O objetivo é desenvolver um UHPC mais sustentável a partir da ativação alcalina de resíduos/subprodutos industriais sem a utilização de cimento Portland, responsável pela emissão de aprox. 8% da emissão de CO2 a nível mundial. Adicionalmente o projeto busca evoluir este material para um “Sustainable Engineered Material” a partir da incorporação de microfibras e customização de reforços avançados fabricados mediante impressão 3D.</p>
<h3>"Modelos estatísticos dinâmicos para dados multidimensionais: teoria e aplicações" - Prof. Fabio Mariano Bayer (PPGEP/Departamento de Estatística) - R$ 109.970,00</h3>
<p>Resumo: Trata-se de um projeto de pesquisa científica que aborda aspectos de modelagem estatística e processamento estatístico de sinais com diferentes dimensões, como, por exemplo, séries temporais (1D), imagens digitais (2D), imagens hiperespectras (HS) (3D) e imagens HS observadas ao longo do tempo (4D). A modelagem desses sinais, de um ponto de vista estatístico, possui diversos níveis de complexidade a serem abordadas. Por exemplo, imagens digitais são, basicamente, reticulados regulares em que cada valor de pixel, associado a uma cor ou intensidade, pode ser assumido como uma realização de uma variável aleatória. A depender do tipo de imagem, sensor ou sistema, essas observações podem assumir diferentes valores, onde diferentes distribuições de probabilidade podem ser pressupostas. Por outro lado, os pixels ou voxels de sinais multidimensionais podem apresentar correlações nas diferentes dimensões, fato muitas vezes ignorado em abordagens usuais de processamento estatístico de sinais. Neste projeto, serão propostos modelos dinâmicos multidimensionais específicos para modelar os parâmetros de distribuições úteis para modelagem desses tipos de dados, condicionalmente a alguma vizinhança espacial. Os modelos propostos devem ser úteis para modelar imagens de sensoriamento remoto, sinais médicos e/ou imagens industriais. Além da proposição de novos modelos, serão explorados métodos de estimação pontual, estimação robusta, aspectos de inferência intervalar, testes de hipóteses e detectores, assim como resíduos e técnicas de diagnóstico. Medidas de influência e resíduos devem ser úteis para aplicações práticas importantes do ponto de vista de processamento de sinais, como detecção de bordas, detecção de alvos, segmentação, entre outras. Neste ínterim, avanços em termos metodológicos, computacionais e práticos são objetivados.</p>
<h3>"Avanços biomecânicos para o tratamento da escoliose idiopática do adolescente com fixação do corpo vertebral" - Prof. Luis Fernando Nicolini (Departamento de Engenharia Mecânica) - R$ 140.600,00</h3>
<p>Resumo: A escoliose idiopática do adolescente é uma deformidade tridimensional estrutural da coluna vertebral, caracterizada principalmente por uma curvatura lateral em forma de “C” ou “S”, com impacto global na saúde juvenil. O Sistema de Fixação do Corpo Vertebral (Vertebral Body Tethering – VBT) é uma técnica inovadora que foi recentemente aprovada por agências regulatórias e tem potencial de se tornar o implante estado-da-arte. No entanto, se tratando de uma técnica emergente, a técnica VBT apresenta desafios críticos como a hipocorreção da curvatura escoliótica bem como ruptura da corda junto ao implante, que são causas comuns de cirurgias de revisão. Esta proposta de pesquisa visa investigar como parâmetros biomecânicos do implante, incluindo pré-tensão e configuração, influenciam na biomecânica da coluna toracolombar, variáveis essenciais para o desempenho do implante e sucesso da cirurgia. A hipótese é que ajustes na pré-tensão da corda e na configuração do VBT modulam a distribuição de carga na coluna, impactando diretamente a correção da curvatura e a durabilidade do implante. O projeto prevê testes experimentais a serem realizados com amostras de cadáveres humanos, instrumentados com VBT em laboratórios parceiros na Alemanha incluindo a Martin-Luther-Universität Halle-Wittenberg, RWTH Aachen University e Technical University of Munich. Em paralelo, a Universidade Federal de Santa Maria juntamente com a Universidade Federal de Santa Catarina, desenvolverá um modelo computacional de uma coluna escoliótica de um adolescente com base no Método dos Elementos Finitos. O modelo será calibrado e validado com dados experimentais para que possa replicar, com alta precisão, o comportamento real da coluna vertebral com escoliose e prever os efeitos do VBT em sua biomecânica. Os resultados subsidiarão protocolos cirúrgicos, visando melhorar os resultados clínicos e a qualidade de vida dos pacientes.</p>
<h3>“Técnicas de controle, otimização e de tolerância a falhas aplicadas a sistemas de interconexão de múltiplas fontes para geração de energia em microrredes ilhadas” - Prof. Rodrigo Varella Tambara (PPGEE/Departamento de Ensino CTISM) - R$ 246.400,00</h3>
<p>Parcerias: UFSC<br />Resumo: Sistemas independentes de geração, tais como grupo geradores a diesel, pequenos aproveitamentos hidrelétricos e sistemas fotovoltaicos já são uma realidade com crescente inserção no sistema convencional de distribuição. No entanto, em virtude da pluralidade das tecnologias existentes, a interconexão e controle adequado em microrrede de fontes de geração e sistemas de processamento de energia carece de soluções que garantam a estabilidade no fornecimento de energia e efetivo controle das variáveis de saída frente às variações de operação do sistema. A conexão e o controle de múltiplas fontes e a operação de conversores em cascata apresentam desafios de controle, tais como: distúrbios causados pela conexão e desconexão das fontes e a instabilidade devido à interação dos conversores em cascata. Assim, este trabalho propõe soluções de eletrônica de potência e controle que garantam eficiência energética e bom desempenho transitório na operação dos diferentes conversores que integram o sistema de interconexão, além da regulação das variáveis de saída dentro dos limites regidos pelas normas. Ainda, busca-se operar o sistema de forma ótima, por meio do uso de uma estratégia de controle em dois níveis, na qual o controle na camada superior encontre as referências de potência para cada uma das fontes de forma ótima, buscando o maior aproveitamento de fontes renováveis. O projeto apresenta uma abordagem para a interconexão de fontes renováveis de energia, tema recorrente nos planos de desenvolvimento nacionais. Ainda, propõe o estudo e desenvolvimento de solução para questões importantes na área de geração distribuída, controle de estabilidade e adequado desempenho transitório em sistemas compostos por conversores conectados em cascata, contribuindo ao desenvolvimento de tecnologia. </p>
<h3>"Investigação de estratégias de valorização de sobras de produção de alimentos: promovendo opção sustentável de uso de resíduos e produção de insumos químicos" - Profª Paola de Azevedo Mello (Departamento de Química) - R$ 209.825,00</h3>

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<p>Parcerias: Departamento de Química da UFSM, PPGQ, PPGEQ e PPGCTA; Intituto Federal RS - Campus Feliz e Instituto Federal de Roraima.<br>Resumo: Neste projeto unem-se pesquisadores(as) de 4 instituições e 2 estados da federação, das áreas de química e de tecnologia de alimentos, em um esforço na temática de aproveitamento de sobras de produção de alimentos. Tal proposta é motivada pela necessidade de aproveitamento destas sobras, que representam cerca de 1/3 da produção de alimentos e pelas consequências ambientais associadas ao seu descarte. Para além disso, a rica e diversa composição química dos mais variados tipos de alimentos sugere que estes sejam uma fonte potencial de obtenção de uma gama de substâncias químicas (insumos) demandados nos mais variados segmentos da indústria e da vida cotidiana. O projeto tem foco na investigação de possibilidades para transformar sobras da produção de alimentos, que a priori se tornariam resíduos, em matérias-primas para obtenção de produtos de valor agregado. Como arcabouço da proposta, a expertise em intensificação de processos e em química analítica, somadas, visa à caracterização de matérias-primas, intermediários e produtos e à investigação de estratégias para obtenção de substâncias de interesse com tecnologias alternativas, como micro-ondas e ultrassom. Alimentos e partes destes (como cascas, talos e peles), identificados como potenciais para obtenção de substâncias alvo, serão caracterizados, com métodos clássicos e com métodos analíticos desenvolvidos ao propósito e alinhados a critérios de excelência em química analítica. Esses materiais serão submetidos a um sistemático estudo de condições para o tratamento de materiais com tecnologias alternativas, explorando a química verde e sustentável e os conceitos de química circular. Nesse contexto, a gestão adequada de sobras da produção de alimentos pode trazer benefícios, como a recuperação de recursos valiosos e a geração de produtos de valor agregado, bem como contribuir com a redução do impacto ambiental, além de benefícios econômicos à cadeia produtiva e ao setor industrial, bem como à sociedade.</p>
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<h3>"Avaliação e identificação de produtos de transformação gerados por diferentes processos de tratamento avançados: triagem em efluentes e matrizes aquosas de relevância ambiental" - Profª Carla Sirtori (Departamento de Química) - R$ 256.828,00</h3>
<p>Parcerias: LARP-DQ/CCNE, LAMOT (Departamento de Transportes/CT-UFSM), IQ-UFRGS e UEPG<br />Resumo: A gestão eficiente e sustentável dos sistemas hídricos bem como a procura por soluções alternativas (novos e mais eficientes processos de tratamento) para regenerar águas residuais é cada vez mais essencial no combate à escassez hídrica no contexto de mudanças climáticas que estamos vivenciando em todo o mundo e, em especial, no Brasil. Contaminantes de preocupação emergente (CECs) são substâncias recorrentes e raramente regulamentadas. Em sua maioria, esses compostos são resistentes às tecnologias convencionais de tratamento, ou apenas parcialmente transformados. Nas últimas décadas, diferentes processos de tratamento, como os Processos Avançados de Oxidação (AOPs), cloração, UV-cloração, estão sendo estudados para mitigar esses CECs e também para prover<br />a desinfecção. Quando utilizados em condições otimizadas, tais processos são eficientes na degradação dos CECs mas a degradação total é limitada, levando à formação de produtos de transformação (TPs) inesperados. A elucidação estrutural de TPs é um desafio devido ao grande número de compostos desconhecidos, a complexidade das matrizes e sua abundância e ocorrência altamente variáveis. A presença de TPs tem sido relatada em diversos corpos hídricos e até mesmo na água potável, sendo muitas vezes mais abundantes que os CECs. Nessa situação, o monitoramento dos TPs deve ser incluído como um tópico essencial no controle e eficiência dos processos de tratamento para avançar no reuso da água e mitigar a escassez hídrica de forma segura. Adicionalmente, pouco se sabe sobre os<br />riscos ambientais e à saúde humana dos TPs. Predições in silico podem auxiliar na avaliação da toxicidade e destino ambiental de TPs de forma mais rápida, econômica, e livre de testes em animais. A base de dados pública de TPs de CECs será um dos principais produtos desenvolvidos pela presente proposta e facilitará o controle e avaliação dos processos de tratamento por usuários finais de diferentes perfis.</p>
<p>A lista completa das propostas aprovadas pode ser conferida no <a href="http://memoria2.cnpq.br/web/guest/chamadas-publicas?p_p_id=resultadosportlet_WAR_resultadoscnpqportlet_INSTANCE_0ZaM&amp;filtro=abertas&amp;detalha=chamadaDivulgada&amp;idDivulgacao=12645" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>site do CNPq.</strong></em></a></p>
<p><em>Esta notícia está em atualização.</em></p>

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<p><em>Por Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM, com informações dos professores e do CNPq.</em></p>
<p><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? </em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos"><em><strong>Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</strong></em></a><em>!</em> <em>Siga o CT nas redes sociais: </em><a href="https://www.facebook.com/ctufsm"><em><strong>Facebook</strong></em></a><em> e </em><a href="https://www.instagram.com/ctufsm/"><em><strong>Instagram</strong></em></a><em>!</em></p>

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				<title>Pesquisa de Avaliação Geral da UFSM 2025</title>
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				<pubDate>Mon, 24 Nov 2025 12:29:46 +0000</pubDate>
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						<description><![CDATA[A Avaliação-Geral é um importante instrumento de escuta institucional, reunindo percepções de estudantes, docentes e técnicos sobre a Universidade. Seus resultados orientam melhorias, subsidiam o planejamento e fortalecem a gestão. A pesquisa estará aberta até 11 de dezembro de 2025, e a ampla participação da comunidade é fundamental, pois:● contribui para o direcionamento de recursos [&hellip;]]]></description>
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<p>A Avaliação-Geral é um importante instrumento de escuta institucional, reunindo percepções de estudantes, docentes e técnicos sobre a Universidade. Seus resultados orientam melhorias, subsidiam o planejamento e fortalecem a gestão. A pesquisa estará aberta até 11 de dezembro de 2025, e a ampla participação da comunidade é fundamental, pois:<br />● contribui para o direcionamento de recursos da CPA às unidades com maior engajamento;<br />● fortalece a imagem institucional da UFSM junto ao MEC e a rankings acadêmicos;<br />● subsidia melhorias concretas nos cursos e serviços;<br />● orienta o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) e o Plano de Metas da UFSM.</p>
<p>Participe da <a href="https://portal.ufsm.br/questionario/usuario/index.html" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://portal.ufsm.br/questionario/usuario/index.html&amp;source=gmail&amp;ust=1764071776862000&amp;usg=AOvVaw2cfIf5JnxKtpLIqDZDlLHg">Avaliação Geral </a>até 11/12/2025.</p>
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				<title>Pesquisa de Avaliação Geral da UFSM 2025</title>
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				<pubDate>Mon, 24 Nov 2025 12:28:20 +0000</pubDate>
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<p>A Avaliação-Geral é um importante instrumento de escuta institucional, reunindo percepções de estudantes, docentes e técnicos sobre a Universidade. Seus resultados orientam melhorias, subsidiam o planejamento e fortalecem a gestão. A pesquisa estará aberta até 11 de dezembro de 2025, e a ampla participação da comunidade é fundamental, pois:<br>● contribui para o direcionamento de recursos da CPA às unidades com maior engajamento;<br>● fortalece a imagem institucional da UFSM junto ao MEC e a rankings acadêmicos;<br>● subsidia melhorias concretas nos cursos e serviços;<br>● orienta o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) e o Plano de Metas da UFSM.</p>
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<p>Participe da <a href="https://portal.ufsm.br/questionario/usuario/index.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Avaliação Geral </a>até 11/12/2025.</p>
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				<title>Pesquisa de Avaliação Geral da UFSM 2025</title>
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				<pubDate>Mon, 24 Nov 2025 12:27:06 +0000</pubDate>
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<p>A Avaliação-Geral é um importante instrumento de escuta institucional, reunindo percepções de estudantes, docentes e técnicos sobre a Universidade. Seus resultados orientam melhorias, subsidiam o planejamento e fortalecem a gestão. A pesquisa estará aberta até 11 de dezembro de 2025, e a ampla participação da comunidade é fundamental, pois:<br>● contribui para o direcionamento de recursos da CPA às unidades com maior engajamento;<br>● fortalece a imagem institucional da UFSM junto ao MEC e a rankings acadêmicos;<br>● subsidia melhorias concretas nos cursos e serviços;<br>● orienta o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) e o Plano de Metas da UFSM.</p>
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<p>Participe da <a href="https://portal.ufsm.br/questionario/usuario/index.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Avaliação Geral </a>até 11/12/2025.</p>
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				<title>Pesquisa de Avaliação Geral da UFSM 2025</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/administracao/2025/11/24/pesquisa-de-avaliacao-geral-da-ufsm-2025</link>
				<pubDate>Mon, 24 Nov 2025 12:25:39 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>

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<p>A Avaliação-Geral é um importante instrumento de escuta institucional, reunindo percepções de estudantes, docentes e técnicos sobre a Universidade. Seus resultados orientam melhorias, subsidiam o planejamento e fortalecem a gestão. A pesquisa estará aberta até 11 de dezembro de 2025, e a ampla participação da comunidade é fundamental, pois:<br>● contribui para o direcionamento de recursos da CPA às unidades com maior engajamento;<br>● fortalece a imagem institucional da UFSM junto ao MEC e a rankings acadêmicos;<br>● subsidia melhorias concretas nos cursos e serviços;<br>● orienta o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) e o Plano de Metas da UFSM.</p>
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<p>Participe da <a href="https://portal.ufsm.br/questionario/usuario/index.html" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://portal.ufsm.br/questionario/usuario/index.html&amp;source=gmail&amp;ust=1764071776862000&amp;usg=AOvVaw2cfIf5JnxKtpLIqDZDlLHg">Avaliação Geral </a>até 11/12/2025.</p>
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						<item>
				<title>Participação em pesquisa intitulada “Desenvolvimento de uma Escala de Autoeficácia do Comportamento Alimentar”</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/relacoes-internacionais/2025/11/13/participacao-em-pesquisa-intitulada-desenvolvimento-de-uma-escala-de-autoeficacia-do-comportamento-alimentar</link>
				<pubDate>Thu, 13 Nov 2025 16:23:31 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/relacoes-internacionais/?p=3473</guid>
						<description><![CDATA[O Grupo de Pesquisa em Comportamento Alimentar (GPCA) da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) está conduzindo a pesquisa intitulada “Desenvolvimento de uma Escala de Autoeficácia do Comportamento Alimentar”, vinculada ao projeto “Comportamento Alimentar e Personalidade: Estudo Transcultural entre Brasil e Portugal”. A participação consiste apenas no preenchimento de um breve questionário disponível no link: https://pucrs.qualtrics.com/jfe/form/SV_bCKEGVALfvD7P0y A colaboração de [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>O <strong>Grupo de Pesquisa em Comportamento Alimentar (GPCA)</strong> da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) está conduzindo a pesquisa intitulada <strong>“Desenvolvimento de uma Escala de Autoeficácia do Comportamento Alimentar”</strong>, vinculada ao projeto <strong>“Comportamento Alimentar e Personalidade: Estudo Transcultural entre Brasil e Portugal”</strong>.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A participação consiste apenas no preenchimento de um breve questionário disponível no link:<br> <a href="https://nam10.safelinks.protection.outlook.com/?url=https%3A%2F%2Fpucrs.qualtrics.com%2Fjfe%2Fform%2FSV_bCKEGVALfvD7P0y&amp;data=05%7C02%7Cleia.ribeiro003%40edu.pucrs.br%7C00b8ae442bcd4137855208de0fd0f09c%7C51ebcf315839412e83bb801a2ba78627%7C0%7C0%7C638965587263833828%7CUnknown%7CTWFpbGZsb3d8eyJFbXB0eU1hcGkiOnRydWUsIlYiOiIwLjAuMDAwMCIsIlAiOiJXaW4zMiIsIkFOIjoiTWFpbCIsIldUIjoyfQ%3D%3D%7C0%7C%7C%7C&amp;sdata=cXytrZCrtPyuiQhfvps4%2ByE9Cga7JRX4JGkl3iDOuIc%3D&amp;reserved=0" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://pucrs.qualtrics.com/jfe/form/SV_bCKEGVALfvD7P0y</a></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A colaboração de sua instituição é fundamental para o avanço das pesquisas na área.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética da PUCRS (parecer consubstanciado disponível&nbsp;<a rel="noreferrer noopener" href="https://nam10.safelinks.protection.outlook.com/?url=https%3A%2F%2Fdrive.google.com%2Ffile%2Fd%2F1v7WTnkUp1PlAKHkL26uAqk8LIg6r7yrk%2Fview%3Fusp%3Dsharing&amp;data=05%7C02%7Cleia.ribeiro003%40edu.pucrs.br%7C00b8ae442bcd4137855208de0fd0f09c%7C51ebcf315839412e83bb801a2ba78627%7C0%7C0%7C638965587263848101%7CUnknown%7CTWFpbGZsb3d8eyJFbXB0eU1hcGkiOnRydWUsIlYiOiIwLjAuMDAwMCIsIlAiOiJXaW4zMiIsIkFOIjoiTWFpbCIsIldUIjoyfQ%3D%3D%7C0%7C%7C%7C&amp;sdata=qxGPgqEQTpZ3wQlI83NceT%2FIa8kD7drNzuv5Ud0L408%3D&amp;reserved=0" target="_blank">neste link</a>).</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM lança pesquisa para diagnosticar e melhorar a mobilidade urbana</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/2025/11/13/ufsm-lanca-pesquisa-para-diagnosticar-e-melhorar-a-mobilidade-urbana</link>
				<pubDate>Thu, 13 Nov 2025 13:48:39 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[lamot]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Questionário]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/?p=7487</guid>
						<description><![CDATA[Questionário online, desenvolvido pelo Laboratório de Mobilidade e Logística, busca levantar as percepções e desafios da comunidade acadêmica nos deslocamentos até os campi.]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph {"className":"ds-markdown-paragraph"} -->
<p class="ds-markdown-paragraph">Deslocar-se até a Universidade Federal de Santa Maria é uma experiência que, para muitos, envolve transtornos: ônibus lotados e desconfortáveis, congestionamento, alto custo da passagem e do combustível, dentre outros. Preocupada em melhorar essa realidade, a UFSM está convidando toda a sua comunidade para participar de uma pesquisa sobre mobilidade urbana. A pesquisa é realizada pelo <strong><em><a href="https://www.ufsm.br/grupos/lamot" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Laboratório de Mobilidade e Logística (LAMOT)</a></em></strong>, vinculado ao Centro de Tecnologia da UFSM, com o apoio da Pró-Reitoria de Planejamento (PROPLAN). O objetivo é coletar dados que sirvam de base para a implementação de medidas eficazes que tornem os deslocamentos mais seguros, eficientes e sustentáveis.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph {"className":"ds-markdown-paragraph"} -->
<p class="ds-markdown-paragraph">O questionário é totalmente anônimo e leva aproximadamente 10 minutos para ser respondido. Podem participar os estudantes e os servidores docentes e técnicos administrativos da Universidade, por meio do <strong><em><a href="https://portal.ufsm.br/questionario/usuario/index.html" data-type="link" data-id="https://portal.ufsm.br/questionario/usuario/index.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Portal de Questionários</a></em></strong>. A ampla participação é fundamental para que a universidade possa compreender as reais necessidades e opiniões de quem diariamente trafega até a instituição nos quatro campi (Santa Maria, Palmeira das Missões, Frederico Westphalen e Cachoeira do Sul).</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O questionário é composto de três seções. A primeira busca entender os padrões de deslocamento da comunidade acadêmica a partir do modelo de transporte utilizado e do tempo de deslocamento rotineiro. A segunda sessão traz afirmações acerca diferentes aspectos da mobilidade urbana e seus variados transportes, com as quais os respondentes devem concordar ou discordar. O professor Alejandro Ruiz-Padillo, coordenador do LAMOT, ressalta que a pesquisa pode ser respondida por todos os membros da comunidade acadêmica: "mesmo quem não utiliza algum dos modos de transportes que aparecem elencados, a pessoa pode responder, porque precisamos conhecer a percepção sobre estes aspetos tanto por usuários quanto por não usuários". A última seção coleta os dados necessários para traçar o perfil do respondente. Os respondentes não serão identificados: os dados, ressalta-se, serão tratados estatisticamente e de forma anônima, para garantir a privacidade das informações prestadas. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<p class="ds-markdown-paragraph">A UFSM cumpre papel importante nos debates sobre mobilidade urbana, especialmente em Santa Maria. Recentemente, o Diretor do Centro de Tecnologia e futuro Vice-Reitor da UFSM, professor Tiago Marchesan, <a href="https://diariosm.com.br/noticias/geral/-nos-preocupa-pela-divisao-que-causa-no-bairro--diz-futuro-vice-reitor-da-ufsm-sobre-possivel-viaduto-no-acesso-ao-campus-e-outras-noticias.15436524"><em><strong>manifestou-se publicamente</strong></em></a> acerca do projeto de duplicação da RSC-287, no trecho conhecido como Faixa Nova, que prevê a construção de um viaduto na rotatória da Avenida Roraima, principal acesso ao campus sede. Marchesan destacou a preocupação institucional com o impacto da obra no cotidiano da comunidade. Além disso, a comunidade estudantil da UFSM, representada pelo Diretório Central dos Estudantes, mantém uma postura crítica ao preço da passagem (reajustada para R$ 6,50 em julho deste ano) e aos serviços prestados pela Associação de Transportadores Urbanos (ATU) - recentemente, os estudantes encontraram dificuldades para recarregar seus cartões de transporte público porque <a href="https://diariosm.com.br/noticias/geral/saiba-o-motivo-que-afetou-as-recargas-online-de-cartoes-do-transporte-coletivo-em-santa-maria-e-quando-o-servico-sera-restabelecido.15436552" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>o canal de recargas da ATU ficou indisponível</strong></em></a>.</p>
<p>O link para o questionário permanecerá disponível até o dia <strong>30 de novembro</strong>, no Portal de Questionários da UFSM.</p>

<!-- wp:paragraph {"className":"ds-markdown-paragraph"} -->
<p class="ds-markdown-paragraph">“Para poder implementar medidas que melhorem os deslocamentos da comunidade acadêmica até os campi, precisamos conhecer suas opiniões e percepções. Portanto, pedimos sua colaboração”, reforça a equipe do LAMOT. A pesquisa é um passo importante no planejamento de uma mobilidade mais inteligente e com melhor qualidade para todos.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph {"className":"ds-markdown-paragraph"} -->
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong>Serviço:</strong><br>O que: Pesquisa sobre Mobilidade na UFSM<br>Público-alvo: Docentes, técnicos administrativos e estudantes dos quatro campi da UFSM<br>Prazo: Até 30 de novembro<br>Acesso: <a href="https://portal.ufsm.br/questionario/usuario/index.html"><strong><em>https://portal.ufsm.br/questionario/usuario/index.html</em></strong></a><br>Dúvidas: lamot@ufsm.br</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"id":7493,"sizeSlug":"large","linkDestination":"none"} -->
<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/375/2025/11/Captura-de-tela-2025-11-13-103833-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-7493" /></figure>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:separator -->
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
<!-- /wp:separator -->

<p><em>Por Subdivisão de Comunicação do CT-UFSM, com informações do prof. Alejandro Ruiz-Padillo.<br /></em><em>Quer divulgar suas ações, pesquisas, projetos ou eventos no site? </em><a href="https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ct/servicos"><em><strong>Acesse os serviços de Comunicação do CT-UFSM</strong></em></a><em>!</em> <em>Siga o CT nas redes sociais: </em><a href="https://www.facebook.com/ctufsm"><em><strong>Facebook</strong></em></a><em> e </em><a href="https://www.instagram.com/ctufsm/"><em><strong>Instagram</strong></em></a><em>!</em></p>

<!-- wp:tadv/classic-paragraph /-->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Novo réptil fóssil reforça a conexão entre Brasil e África há 240 milhões de anos</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/11/13/novo-reptil-fossil-reforca-a-conexao-entre-brasil-e-africa-ha-240-milhoes-de-anos</link>
				<pubDate>Thu, 13 Nov 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Cappa]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[paleontologia]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=71361</guid>
						<description><![CDATA[Espécie descrita por pesquisadores da UFSM, Tainrakuasuchus bellator, foi encontrada no Rio Grande do Sul e tem parentesco com forma fóssil da Tanzânia]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="563" data-end="839"><img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/Tainrakuasuchus-bellator-por-Caio-Fantinia-2-1024x540.jpg" alt="Tainrakuasuchus bellator viveu há cerca de 240 milhões de anos (Imagem: Caio Fantinia)" width="702" height="370" />Pesquisadores da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) descreveram uma nova espécie de réptil que viveu há cerca de 240 milhões de anos. O fóssil, encontrado na região central do Rio Grande do Sul, pertence a um predador aparentado a uma espécie descoberta na Tanzânia.</p>
<p data-start="841" data-end="1400">Há cerca de 240 milhões de anos, durante o Período Triássico, o mundo era bem diferente do que conhecemos hoje. Todos os continentes estavam unidos em um único supercontinente, a Pangeia. No centro dessa imensa massa de terra, estendia-se um vasto deserto, o que fazia com que a vida se concentrasse principalmente nas regiões que margeavam essa área árida. Foi nesse cenário que surgiram os primeiros dinossauros. Entretanto, quem realmente dominava os ecossistemas daquele tempo eram os precursores de jacarés e crocodilos, conhecidos como pseudossúquios.</p>
<p data-start="1402" data-end="1817">No passado, esses animais foram muito mais diversos e abundantes do que hoje, ocupando os mais variados papéis ecológicos. Entre eles, destacavam-se carnívoros de médio a grande porte, que atuavam como os principais predadores do período. Apesar disso, a diversidade desses predadores ainda é pouco conhecida, já que fósseis de algumas linhagens de pseudossúquios permanecem extremamente raros no registro fóssil.</p>
<p data-start="1819" data-end="2550">Foi nesse contexto que uma nova descoberta trouxe informações inéditas. Em maio de 2025, no município de Dona Francisca (RS), a equipe liderada pelo paleontólogo da UFSM Rodrigo Temp Müller encontrou um esqueleto parcial, preservando partes da mandíbula, da coluna vertebral e da cintura pélvica. Após a coleta, os fósseis passaram por um minucioso processo de preparação em laboratório, no qual a rocha que os envolvia foi cuidadosamente removida. Com os detalhes anatômicos revelados, os pesquisadores confirmaram que se tratava de uma espécie até então desconhecida para a ciência. O animal recebeu o nome de <em data-start="2431" data-end="2457">Tainrakuasuchus bellator</em> e foi descrito oficialmente no periódico científico <a href="https://www.tandfonline.com/doi/full/10.1080/14772019.2025.2573750"><em data-start="2510" data-end="2547">Journal of Systematic Palaeontology</em></a>.</p>
<h3 data-start="2557" data-end="2591">Principais características</h3>
<p data-start="2593" data-end="3020">Com base nos fósseis preservados, estima-se que o esqueleto de <em data-start="2656" data-end="2682">Tainrakuasuchus bellator</em> tenha pertencido a um animal com cerca de 2,5 metros de comprimento e aproximadamente 60 kg. A forma dos dentes indica que se tratava de uma espécie carnívora. Além disso, o animal possuía um pescoço relativamente longo em relação ao seu porte, característica que provavelmente lhe conferia maior mobilidade na hora de capturar presas.</p>
<p data-start="3022" data-end="3538">A mandíbula delgada reforça a hipótese de que fosse um caçador ágil, capaz de realizar movimentos rápidos e precisos para agarrar suas presas. O dorso era revestido por placas ósseas conhecidas como osteodermos, estruturas que também estão presentes em jacarés e crocodilos modernos e funcionam como uma espécie de armadura natural. Quanto à postura, mesmo sem a preservação dos membros locomotores, é provável que fosse um animal quadrúpede, já que seus parentes próximos se deslocavam apoiados nas quatro patas.</p>
<p data-start="3540" data-end="3996">O nome <em data-start="3547" data-end="3564">Tainrakuasuchus</em> deriva da junção das palavras guarani <em data-start="3603" data-end="3609">tain</em> (“dente”) e <em data-start="3622" data-end="3629">rakua</em> (“pontudo”) com o grego <em data-start="3654" data-end="3662">suchus</em> (“crocodilo”), em referência aos dentes afiados do animal. Já o epíteto específico <em data-start="3746" data-end="3756">bellator</em>, de origem latina e com o significado de “guerreiro” ou “lutador”, é uma homenagem ao povo do Rio Grande do Sul, simbolizando sua força, resistência e espírito de luta, especialmente diante das recentes enchentes que atingiram o estado.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->		
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/Fossil-de-Tainrakuasuchus-bellator-5-1024x683.jpg" alt="" />											<figcaption>Fóssil de Tainrakuasuchus bellator</figcaption>
										</figure>
		<h3 data-start="4003" data-end="4051">Uma antiga conexão entre Brasil e África</h3>
[caption id="attachment_71364" align="alignleft" width="708"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/Infografico-por-Caio-Fantini-Rodrigo-Temp-Muller-Mauricio-Garcia-1024x582.jpg" alt="" width="708" height="403" /> Estima-se que o Tainrakuasuchus bellator tenha pertencido a um animal com cerca de 2,5 metros de comprimento e cerca de 60 kg.[/caption]
<p data-start="4053" data-end="4403">Embora sua aparência lembre superficialmente a de um dinossauro, <em data-start="4118" data-end="4144">Tainrakuasuchus bellator</em> não pertence a esse grupo. Na verdade, trata-se de um representante de outro grupo de répteis, conhecido como <em data-start="4255" data-end="4269">Pseudosuchia</em>. Esse grupo reúne formas extintas que, ao longo da evolução, deram origem aos ancestrais distantes dos jacarés e crocodilos atuais.</p>
<p data-start="4405" data-end="4745">Uma das formas mais claras de distinguir a nova espécie dos dinossauros está na estrutura do quadril. Nos dinossauros, a região da bacia onde o fêmur se articula apresenta uma abertura característica, formando uma espécie de encaixe para o osso da perna. Já em <em data-start="4666" data-end="4692">Tainrakuasuchus bellator</em>, essa área é fechada por uma parede óssea robusta.</p>
<p data-start="4747" data-end="5343">De acordo com as análises conduzidas pela equipe de pesquisadores, entre os membros já conhecidos de <em data-start="4848" data-end="4862">Pseudosuchia</em>, o parente mais próximo de <em data-start="4890" data-end="4916">Tainrakuasuchus bellator</em> é <em data-start="4919" data-end="4943">Mandasuchus tanyauchen</em>, espécie descrita a partir de fósseis encontrados na Tanzânia. Essa conexão inesperada entre animais da América do Sul e da África pode ser compreendida pelo contexto geográfico do Período Triássico. Naquele tempo, os continentes ainda estavam unidos em um único supercontinente, a Pangeia, o que permitia a livre dispersão dos organismos entre regiões que hoje se encontram separadas por oceanos.</p>
<p data-start="5345" data-end="5502">Como consequência, as faunas do Brasil e da África compartilhavam diversos componentes em comum, refletindo uma história evolutiva e ecológica entrelaçada.</p>
<h3 data-start="5509" data-end="5583">Diversidade de predadores que antecedeu a ascensão dos dinossauros</h3>
<p data-start="5585" data-end="5804">Os fósseis de <em data-start="5599" data-end="5625">Tainrakuasuchus bellator</em> revelam que esse animal foi um predador ativo. Suas armas principais eram os dentes pontiagudos e recurvados, perfeitos para agarrar e segurar presas, impedindo que escapassem.</p>
<p data-start="5806" data-end="6325">Apesar de seu porte relativamente grande, <em data-start="5848" data-end="5874">Tainrakuasuchus bellator</em> não era o maior caçador de seu tempo. O mesmo ecossistema abrigava gigantes como o <em data-start="5958" data-end="5985">Prestosuchus chiniquensis</em>, um predador que ultrapassava os 7 metros de comprimento e tinha força suficiente para dominar presas de grande porte. Em contraste, também viviam ali predadores muito menores, como o <em data-start="6170" data-end="6192">Parvosuchus aurelioi</em>, que possuía menos de 1 metro de comprimento e provavelmente se alimentava de animais pequenos e ágeis, como lagartos ou anfíbios.</p>
<p data-start="6327" data-end="6655">Essa variedade de tamanhos e estratégias de caça mostra que o ambiente em que <em data-start="6405" data-end="6431">Tainrakuasuchus bellator</em> viveu era extremamente diverso, com diferentes espécies ocupando nichos específicos. Havia desde caçadores de topo, capazes de enfrentar presas robustas, até pequenos predadores especializados em capturar animais velozes.</p>
<p data-start="6657" data-end="7014">Além de destacar a complexidade desse ecossistema do Triássico, a nova espécie também ajuda a entender um momento-chave da história da vida: o período que antecedeu a ascensão dos dinossauros. Ela mostra que, no território que hoje corresponde ao sul do Brasil, os répteis já formavam comunidades variadas e adaptadas a diferentes formas de sobrevivência.</p>
<p data-start="7016" data-end="7366">Mais do que isso, o achado revela que a diversidade encontrada aqui não foi um fenômeno isolado. Ecossistemas igualmente ricos, habitados por predadores da linhagem dos pseudossúquios em diferentes tamanhos e formas, existiam em outras regiões da Pangeia nesse mesmo período, mostrando que essa diversidade não se limitava apenas ao sul do Brasil.</p>
<h3 data-start="7373" data-end="7422">Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica</h3>
<p data-start="7424" data-end="7839">Os fósseis de <em data-start="7438" data-end="7464">Tainrakuasuchus bellator</em>, assim como uma série de outros espécimes, estão depositados no Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica da Universidade Federal de Santa Maria (CAPPA/UFSM), localizado no município de São João do Polêsine, Rio Grande do Sul. O município faz parte do Geoparque Quarta Colônia UNESCO. No centro de pesquisa, há uma exposição de fósseis que pode ser visitada gratuitamente.</p>
<p data-start="7841" data-end="8247">O estudo foi conduzido pelo paleontólogo da UFSM Dr. Rodrigo Temp Müller e contou com a participação dos discentes do Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade Animal da UFSM Mauricio Silva Garcia, Lísie Vitória Soares Damke, Fabiula Prestes de Bem, André de Oliveira Fonseca, Mariana Doering, Jeung Hee Schiefelbein e Vitória Zanchett Dalle Laste. A pesquisa recebeu apoio do CNPq e do INCT Paleovert.</p>
<p data-start="8249" data-end="8329"><em>Texto: Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica da Quarta Colônia da UFSM</em></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Maior edição da história: abertura da 40ª JAI é marcada por homenagens e celebração do recorde de participações</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/11/03/maior-edicao-da-historia-abertura-da-40a-jai-e-marcada-por-homenagens-e-celebracao-do-recorde-de-participacoes</link>
				<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 16:12:27 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[divulga ciência]]></category>
		<category><![CDATA[40 JAI]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[destaques institucionais]]></category>
		<category><![CDATA[JAI]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[prêmio tese 2025]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=71212</guid>
						<description><![CDATA[Cerimônia reconheceu destaques institucionais e premiou teses que representam a excelência da pesquisa desenvolvida na UFSM
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/IMGL0072-1024x683.jpg" alt="Foto colorida horizontal do reitor posicionado de lado com a mão estendida. À frente dele, o auditório lotado ao longo da plateia" />											<figcaption>Reitor relembrou, na abertura da 40ª edição da JAI, que sua primeira publicação ocorreu durante a Jornada </figcaption>
										</figure>
		<p>A abertura da <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/jai/eventos/jai2025">40ª Jornada Acadêmica Integrada (JAI)</a> da UFSM, com o tema “IA na ciência: desafios e oportunidades”, aconteceu na manhã desta segunda-feira (3), no Centro de Convenções do campus sede. A solenidade marcou o início das atividades da JAI 2025, com a premiação dos destaques institucionais nas categorias Ensino, Pesquisa, Extensão, Imprensa, Inovação e Pós-Graduação, além da entrega do Prêmio Tese UFSM (2024/2025) aos agraciados.</p>
<p> </p>
<h3><b>Solenidade de abertura da JAI</b></h3>
<p> </p>
<p>A comissão organizadora do evento, composta pelas quatro pró-reitorias finalísticas – Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP), Graduação (Prograd), Extensão (PRE) e Inovação e Empreendedorismo (Proinova) – foi representada na abertura da JAI pelo coordenador de Pesquisa da PRPGP, Leandro Souza da Silva. Ele enfatizou a tradição do evento na história da instituição: “A UFSM está completando, em 2025, 65 anos de vida. Em 40 desses 65 anos, tivemos uma JAI aqui na Universidade” </p>
<p>Leandro destacou a presença do corpo estudantil de Frederico Westphalen e Palmeira das Missões na JAI, bem como <a href="https://evento.nti.ccsul.ufsm.br/evento">a iniciativa do Campus de Cachoeira do Sul na realização da sua própria Jornada Acadêmica Integrada</a>. O professor frisou também a ocorrência de um novo evento satálite da JAI, o <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/jai/intersummit">InteRSummit</a>. A realização propõe explicitar para a comunidade a conexão entre iniciativas de internacionalização em casa promovidas na UFSM e que se inserem no espectro das discussões sobre linguagens, educação e multilinguismo.</p>
<p>Quem também fez o uso da palavra na abertura foi o reitor Luciano Schuch, acompanhado no palco pela vice-reitora Martha Adaime. O reitor ressaltou que esta é a maior JAI da história, com <a href="https://ufsm.br/r-1-70441">novo recorde de inscrições</a>: 7.292 trabalhos registrados - mais de mil em relação aos 6.013 trabalhos da edição anterior. “A primeira publicação do meu currículo foi um trabalho na JAI. Eu me lembro do frio na barriga de vir apresentar o pôster: é aqui que começamos a moldar os nossos pesquisadores. Essa caminhada começa na JAI. É aqui que os estudantes dão seus primeiros passos e, com o tempo, tornam-se grandes pesquisadores”, complementou Schuch.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/IMGL0154-1-1024x683.jpg" alt="Foto colorida horizontal do professor Günther recebendo certificado do professor Jerônimo" />											<figcaption>Destaque Ensino Fien: professor Günther Richter Mros</figcaption>
										</figure>
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/IMGL0156-1024x683.jpg" alt="Foto colorida horizontal da professor Nara Joyce Wellausen Vieira, destaque de Ensino Prolicen" />											<figcaption>Destaque de Ensino Prolicen: professor Nara Joyce Wellausen Vieira
</figcaption>
										</figure>
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										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/IMGL0128-1024x683.jpg" alt="Foto colorida horizontal do professor Roger Wagner, destaque de Pesquisa, recebendo o prêmio da professora Cristina Nogueira" />											<figcaption> Destaque Pesquisa: professor Roger Wagner</figcaption>
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										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/IMGL0129-1024x683.jpg" alt="Foto colorida horizontal do destaque professor Marcos Martins recebendo prêmio" />											<figcaption>Destaque de Pós-Graduação: professor Marcos Antonio Pinto Martins</figcaption>
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										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/IMGL0150-1024x683.jpg" alt="Foto colorida horizontal do professor Alejandro Ruiz Padillo recebendo o prêmio do reitor" />											<figcaption>Destaque Extensionista Docente: Alejandro Ruiz Padillo</figcaption>
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										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/IMGL0149-1-1024x683.jpg" alt="Foto colorida horizontal de Flávio Augusto Pretto recebendo prêmio" />											<figcaption>Destaque Extensionista TAE: Flávio Augusto Pretto 
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										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/IMGL0145-1-1024x683.jpg" alt="Foto colorida horizontal de Cátia Dutra recebendo a premiação do pró-reitor Flavi" />											<figcaption>Destaque Extensionista Externa: Cátia Cilene Morais Dutra 
</figcaption>
										</figure>
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										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/IMGL0162-1024x683.jpg" alt="Foto colorida horizontal do professor Marcio Mazutti recebendo prêmio" />											<figcaption>Destaque Pesquisador na empresa: Marcio Antonio Mazutti</figcaption>
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										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/IMGL0160-1024x683.jpg" alt="Foto colorida horizontal da professora Tatiana Emanuelli e Leila Piccoli" />											<figcaption>Destaque em Invenção no Mercado: Tatiana Emanuelli e Leila Piccoli da Silva (homenageada)</figcaption>
										</figure>
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										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/IMGL0164-1024x683.jpg" alt="Foto colorida horizontal do Adriano Marques recebendo prêmio" />											<figcaption>Destaque Startup inovadora: Adriano Marques, cofundador da Auftek Tecnologia, 
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										</figure>
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										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/IMGL0167-1024x683.jpg" alt="Foto colorida horizontal de Fabiana Steka recebendo prêmio" />											<figcaption>Destaque Imprensa: Fabiana Letícia Pereira Alves Stecca
</figcaption>
										</figure>
		<h3><b>Destaques Institucionais da JAI por categoria</b></h3>
<h3> </h3>
<h4><b><u>Ensino </u></b></h4>
<p> </p>
<p>Esta categoria distingue anualmente os projetos de ensino desenvolvidos com o apoio do Fundo de Incentivo ao Ensino (FIEn) e dos Programas de Licenciaturas (Prolicen), vinculados à Prograd. As ações desenvolvidas impactam positiva e relevantemente os processos de ensino, ao contribuir com a melhoria do desempenho acadêmico, de maneira alinhada aos objetivos previstos no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), e ao promover melhorias nos cursos de licenciatura.</p>
<p><b><i>Fundo de Incentivo ao Ensino (FIEn)</i></b><b>: </b><b>Günther Richter Mros</b>, condecorado pelo projeto <b><i>Do global ao local na agenda 2030: Projeto integrado de ensino sobre os objetivos de desenvolvimento sustentável das nações unidas</i></b>. Doutor em História pela UFSM com estágio sanduíche na Universidade de Buenos Aires, é professor do Departamento de Economia e Relações Internacionais. Atua nas áreas de história das relações internacionais, política externa brasileira e história global. Coordena o Programa de Extensão Juca nas Escolas, voltado à educação cidadã e aos Objetivos da Agenda 2030. Membro da ANPUH e da ABRI, foi eleito coordenador nacional de grupos de pesquisa sobre História das Relações Internacionais para o biênio 2025–2027.</p>
<p><b><i>Programa de Licenciaturas (Prolicen)</i></b><b>: </b><b>Nara Joyce Wellausen Vieira</b>, condecorada pelo projeto <b><i>Ensino Colaborativo e o Modelo de Enriquecimento para toda Escola: Uma Forma Inovadora para a Colaboração entre Educação Comum e Especial nas Altas Habilidades/Superdotação</i></b>. Professora associada do Departamento de Educação Especial da UFSM, é doutora e mestre em Educação pela UFRGS e graduada em Psicologia pela PUCRS. Referência em educação inclusiva e altas habilidades/superdotação, foi coordenadora do Núcleo de Acessibilidade da UFSM (2010–2013) e é sócia fundadora do Conselho Brasileiro para Superdotação (ConBraSD). Atua na formação docente e no desenvolvimento de práticas de ensino voltadas à inclusão e à equidade na educação superior.</p>
<h4><b><u>Pesquisa </u></b></h4>
<p>Desde 2016, a UFSM concede o Prêmio Pesquisador Destaque aos professores que apresentam relevância da sua produção científica e que deram uma contribuição significativa à pós-graduação e à pesquisa ao longo de sua carreira, com impacto no desenvolvimento institucional e da sociedade. </p>
<p><b><i>Pesquisador destaque</i></b><b>: </b><b>Roger Wagner</b>, professor associado do Departamento de Tecnologia e Ciência dos Alimentos da UFSM, é doutor em Ciência de Alimentos pela Unicamp e bolsista de produtividade em pesquisa do CNPq. Atua no Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia dos Alimentos, onde coordena e orienta pesquisas voltadas à caracterização de compostos voláteis, aromas e sabores dos alimentos. Com experiência em cromatografia e espectrometria de massas, desenvolve estudos em metabolômica de frutos e micro-organismos, contribuindo para o avanço da ciência de alimentos.</p>
<h4><b>Pós-Graduação – Programa de Pós-Graduação em Química (PPGQ)</b></h4>
<p>Os requisitos a este destaque estão relacionados à contribuição para a criação ou reestruturação de PPG, dedicação e legado institucional na gestão, e reconhecimento institucional e externo do PPG.</p>
<p><b><i>Docente destaque</i></b><b>: </b><b>Marcos Antonio Pinto Martins</b>, professor titular da UFSM, é doutor pela Universidade de São Paulo e pós-doutor pela Universität Stuttgart (Alemanha). Líder do grupo NUQUIMHE, é referência internacional em Química Orgânica, com mais de 400 publicações e orientações de 77 dissertações e teses. Pesquisador nível 1A do CNPq, já recebeu o <i>FAPERGS Award</i> e figura entre os cientistas mais influentes do mundo (PLOS Biology e Elsevier). Sua trajetória foi essencial para a consolidação do PPGQ/UFSM, hoje nota 7 na CAPES.</p>
<h4><b><u>Extensionista </u></b></h4>
<p> </p>
<p>São premiados um docente, um técnico-administrativo em educação (TAE) e um representante da comunidade externa que tenham reconhecida trajetória de trabalho extensionista em prol da parceria entre a UFSM e a sociedade.</p>
<p><b><i>Docente</i></b><b>: </b><b>Alejandro Ruiz Padillo</b>, doutor em Engenharia Civil pela Universidade de Granada (Espanha), é professor da UFSM desde 2016 e coordena o Laboratório de Mobilidade e Logística (LAMOT). Sua pesquisa aborda transporte sustentável, segurança viária e impactos ambientais, utilizando modelagem multicritério e lógica fuzzy. É líder do Comitê de Transporte Sustentável da <i>Sociedad Panamericana de Investigación en Transporte (PANAMSTR)</i> e atua na promoção de metodologias inovadoras de ensino.</p>
<p><b><i>TAE</i></b><b>: </b><b>Flávio Augusto Pretto</b>, doutor em Geociências pela UFRGS, é coordenador do Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica da Quarta Colônia (CAPPA/UFSM). Especialista em Paleontologia de Vertebrados, pesquisa tetrápodes do Permo-Triássico gaúcho e desenvolve o projeto “Reconstruindo feras do passado”, que recria modelos anatômicos virtuais e avalia a massa corporal de espécies extintas. Sua atuação tem sido fundamental na consolidação do Geoparque Quarta Colônia, reconhecido pela UNESCO.</p>
<p><b><i>Externa</i></b><b>: </b><b>Cátia Cilene Morais Dutra</b>, presidente do Clube Recreativo Harmonia e coordenadora municipal de Promoção da Igualdade Racial de Caçapava do Sul, é mestranda em Patrimônio Cultural e militante pela valorização da cultura negra. O clube, fundado em 1971 em resposta à segregação racial, tornou-se símbolo de resistência e patrimônio imaterial reconhecido pelo IPHAN. Sob sua liderança, o projeto “Harmonia – Memórias Cruzadas &amp; Histórias Vividas” fortalece a memória afro-gaúcha.</p>
<p> </p>
<h4><b><u>Inovação </u></b></h4>
<p> </p>
<p>Nesta categoria existem as subdivisões “Inovação no mercado”, para docente da UFSM que possua proteção de tecnologia licenciada; “Pesquisador na empresa”, para docente que coordene projetos de PD&amp;I com empresas por meio de fundações de apoio; e “Startup Inovadora”, para empresa incubada na Pulsar da UFSM.</p>
<p> </p>
<p><b><i>Pesquisador na empresa</i></b><b><i>: </i></b><b>Marcio Antonio Mazutti</b>, do Departamento de Engenharia Química. Doutor em Engenharia de Alimentos pela Unicamp, atua no Programa de Pós-Graduação em Engenharia Química, desenvolvendo processos e produtos biotecnológicos aplicados à agricultura. Com cerca de 300 artigos publicados, Mazutti já coordenou projetos institucionais e de inovação na universidade e atualmente lidera a Rede Gaúcha para o Desenvolvimento e Transferência de Tecnologia em Bioinsumos (Redeitec Bioinsumos RS).</p>
<p> </p>
<p><b><i>Invenção no mercado</i></b><b><i>: </i></b><b>Tatiana Emanuelli</b>, professora titular da UFSM desde 2016, é doutora em Ciências Biológicas (Bioquímica) pela UFRGS. Atua nas áreas de compostos bioativos e reaproveitamento de resíduos agroindustriais, com ênfase em compostos fenólicos e carotenoides. Coordenadora de Pós-Graduação e Pró-Reitora Adjunta de Pós-Graduação e Pesquisa da UFSM (gestão 2022–2025), recebeu o Prêmio CAPES/Elsevier Mulheres Cientistas (2014) e integra redes internacionais de pesquisa como a INFOGEST. Tatiana recebeu o prêmio acompanhada da professora <b>Leila Piccoli da Silva</b>, docente do Departamento de Zootecnia e do Programa de Pós-Graduação em Zootecnia da UFSM, para receber a homenagem. </p>
<p><b><i>Startup inovadora</i></b><b><i>:</i></b> <b>Auftek Tecnologia</b>, fundada em 2019 por Charles Haab e Adriano Marques, é uma startup incubada na Pulsar/UFSM que desenvolve instrumentos inteligentes para análises microbiológicas em tempo real e ensaios de inversores de frequência. Com o equipamento BioAiLab, a empresa conquistou o prêmio <i>Casos de Sucesso em Inovação RS 2022</i> e integrou o programa Conecta Startup Brasil 2024. Seu objetivo é transformar a identificação de micro-organismos, garantindo mais qualidade, segurança e eficiência aos processos produtivos.</p>
<h4><u><b>Imprensa</b><b> </b></u></h4>
<p> </p>
<p>É concedida desde 2024, para condecorar o estudante ou servidor da UFSM que se sobressai no atendimento à imprensa interna e externa da instituição, sendo o critério de seleção baseado no maior número de atendimentos registrados.</p>
<p> </p>
<p><b><i>Docente destaque</i></b><b>: </b><b>Fabiana Letícia Pereira Alves Stecca</b>, professora do Colégio Politécnico da UFSM, é mestre em Engenharia de Produção e especialista em Administração de Negócios. Coordena o Projeto Zelo, iniciativa criada em 2014 para promover a causa animal e auxiliar cães e gatos em situação de vulnerabilidade no campus. Concedeu diversas entrevistas em 2025 graças ao <a href="https://www.ufsm.br/2025/05/19/conheca-silveira">fenômeno Silveira, o cachorro mais famoso da UFSM</a>.</p>		
										<figure>
										<img width="1024" height="683" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/11/IMGL0124-1024x683.jpg" alt="Foto colorida horizontal de grupo de pessoas no palco do Centro de Convenções. O grupo é formado por 14 pessoas, entre homens e mulheres de difentes faixas etárias e fenótipos. Quatro homens estão à frente, agachados. Atrás, os demais em pé. Todos seguram certificados em papel. Atrás do grupo, uma projeção com a imagem do Prêmio Tese" />											<figcaption>Agraciados com o Prêmio Tese 2025 nas diferentes áreas do conhecimento</figcaption>
										</figure>
		<h3><b>Prêmio Tese UFSM</b></h3>
<p> </p>
<p>A premiação visa valorizar a ciência produzida na instituição, especialmente nos Programas de Pós-Graduação, e reconhecer o trabalho dos cientistas que atuam nesses programas. A criação deste prêmio também amplia a visibilidade das pesquisas desenvolvidas, tanto dentro da própria Universidade – junto à comunidade acadêmica – quanto perante a sociedade, permitindo que mais pessoas conheçam os estudos realizados nas diferentes áreas do conhecimento.</p>
<p> </p>
<h4><b><u>Ciências da saúde</u></b></h4>
<p>Programa de Pós-Graduação Ciências Biológicas: Farmacologia</p>
<p>Título da tese: <a href="https://repositorio.ufsm.br/handle/1/32949">“Produtos Proteicos de Oxidação Avançada (AOPPs) agem como agonistas do receptor trpa1 interferindo na fisiopatologia da esclerose múltipla”</a></p>
<p>Autora: Patrícia Rodrigues</p>
<p>Orientadora: professora Gabriela Trevisan</p>
<h4><b><u>Educação e ensino</u></b></h4>
<p>Programa de Pós-Graduação em Educação</p>
<p>Título da tese: <a href="https://repositorio.ufsm.br/handle/1/34373">“Recursos educacionais abertos acessíveis e baseados no desenho universal para aprendizagem”</a></p>
<p>Autora: Daniele dos Anjos Schmitz</p>
<p>Orientadora: professora Silvia Maria de Oliveira Pavão</p>
<h4><b><u>Ciências rurais</u></b></h4>
<p>Programa de Pós-Graduação em Engenharia Agrícola</p>
<p>Título da tese: <a href="https://repositorio.ufsm.br/handle/1/31868">“Prospecção de microrganismos para o controle de insetos-praga nas culturas da soja e do algodão”</a></p>
<p>Autor: Maicon Sérgio Nascimento dos Santos</p>
<p>Orientador: professor Marcus Vinícius Tres</p>
<h4><b><u>Ciências naturais e exatas</u></b></h4>
<p>Programa de Pós-Graduação em Física</p>
<p>Título da tese: <a href="https://repositorio.ufsm.br/handle/1/28266">“Redes neurais reversíveis e caracterização de problemas físicos através de programação diferenciável”</a></p>
<p>Autor: Tiago de Souza Farias</p>
<p>Orientador: professor Jonas Maziero</p>
<h4><b><u>Artes e letras</u></b></h4>
<p>Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais</p>
<p>Título da tese: <a href="https://repositorio.ufsm.br/handle/1/34565">“Arte colaborativa como terreno de tecnodiversidade: DNA Afetivo Kamê e Kanhru e Coletivo Jeapó”</a></p>
<p>Autora: Kalinka Lorenci Mallmann</p>
<p>Orientadora: professora Andreia Machado Oliveira</p>
<h4><b><u>Ciências tecnológicas</u></b></h4>
<p>Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica</p>
<p>Título da tese: <a href="https://repositorio.ufsm.br/handle/1/31906">“Metodologia de projeto otimizado de filtros de entrada e saída de fontes ininterruptas de energia: volume, perdas e tempo de vida”</a></p>
<p>Autor: Pedro Cerutti Bolsi</p>
<p>Orientador: professor José Renes Pinheiro</p>
<h4><b><u>Ciências sociais e humanas</u></b></h4>
<p>Programa de Pós-Graduação em Comunicação</p>
<p>Título da tese: <a href="https://repositorio.ufsm.br/handle/1/28856">“Degradês de conectividade: infraestrutura de internet e desigualdades territoriais da midiatização”</a></p>
<p>Autor: Maurício de Souza Fanfa</p>
<p>Orientadora: professora Ada Cristina Machado Silveira</p>
<h3><b>Programação JAI</b></h3>
<p>As atividades da Jornada seguem até sexta (7) nos campi Santa Maria e Cachoeira do Sul. A programação geral inclui apresentações orais e de banners, <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/681/2025/10/JAI-PERFORMATIVA_c.pdf">performativas</a>, <a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/681/2025/10/Cronograma-JAI-FINOVA-EMP-25.pdf">FINOVA (FIT EMP)</a>, <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/jai/jai-mirim">4ª JAI Mirim</a> e eventos satélites. Mais informações na <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/prpgp/jai/eventos/jai2025">página do evento</a>.</p>
<p><i><b>Texto</b>: Marina Brignol, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</i></p>
<p><i><b>Fotos</b>: Felippe  Richardt</i></p>
<p><i><b>Edição</b>: Maurício Dias</i></p>
<p><i> </i></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pesquisas de integrantes do milpa serão levadas à 40ª JAI UFSM e ao 8º Congresso de Extensão da AUGM</title>
				<link>https://www.ufsm.br/laboratorios/milpa/2025/10/25/pesquisas-de-integrantes-do-milpa-serao-levadas-a-40a-jai-ufsm-e-ao-8o-congresso-de-extensao-da-augm</link>
				<pubDate>Sat, 25 Oct 2025 21:19:53 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/laboratorios/milpa/?p=175</guid>
						<description><![CDATA[Pesquisas têm como foco o estudo da prática jornalística]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Entre os dias 3 e 7 de novembro, acontece a 40ª edição da Jornada Acadêmica Integrada da UFSM (JAI). Durante o evento, membros do <i>milpa – laboratório de jornalismo</i> (CNPq/UFSM) irão apresentar duas pesquisas em andamento no grupo, focadas na compreensão do Jornalismo e de sua participação na constituição de outras formas de narrar a sociedade.</p><p>O texto <i>“Uma epistemologia da apuração imersiva como método no jornalismo”</i>, de autoria de Josué Ângelo Gris, sob orientação do professor Reges Schwaab, busca compreender como o método jornalístico da imersão é capaz de construir uma perspectiva decolonial na Comunicação. O trabalho é um recorte da pesquisa de mestrado em andamento no <i>milpa</i>, e articula diferentes formatos e denominações utilizadas pelo jornalismo para realizar um panorama geral de como a metodologia de apuração vem sendo acionada no jornalismo latino-americano.</p><p>O trabalho <i>“Saberes (in)comuns: o conhecimento jornalístico em um não-lugar”</i>, de Wellington Hack, também sob orientação do professor Reges Schwaab, articula bases dos Estudos em Jornalismo e da Filosofia na compreensão do conhecimento social produzido pela prática noticiosa. A partir de uma abordagem teórico-crítica, o trabalho realiza uma revisão conceitual dos trabalhos brasileiros que utilizam a noção do jornalismo como conhecimento no início da década de 2020. A pesquisa integra o trabalho de doutorado que vem sendo realizado no <i>milpa</i> e conta com apoio do CNPq.</p><h4><b>8º Congresso de Extensão da AUGM</b></h4><p>No final do mês de novembro, na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em Belo Horizonte, acontece o 8º Congresso de Extensão da AUGM. No evento, o doutorando Wellington Hack apresentará o trabalho <i>“Filosofia em saberes (in)comuns: o jornalismo na educação popular pré-universitária”</i>. </p><p>A pesquisa é resultado de ações de extensão desenvolvidas com foco na Educação Básica que buscam unir a produção jornalística com o ensino de Filosofia. Por meio de uma leitura crítica de mundo, o trabalho ressalta os potenciais dessa união para a construção de novos imaginários coletivos e para fornecer instrumentos de emancipação às classes populares. O trabalho é apoiado pelo CNPq, Ministério da Educação e Pró-Reitoria de Extensão da UFSM.</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pesquisadores da UFSM são reconhecidos no Prêmio Pesquisador Gaúcho 2025</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/10/23/pesquisadores-da-ufsm-sao-reconhecidos-no-premio-pesquisador-gaucho-2025</link>
				<pubDate>Thu, 23 Oct 2025 17:09:41 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[FAPERGS]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio Pesquisador Gaúcho]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=71094</guid>
						<description><![CDATA[Fapergs entregou nesta quarta-feira (22) o reconhecimento]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="332" data-end="741">Dois docentes da Universidade Federal de Santa Maria foram destaque na 15ª edição do Prêmio Pesquisador Gaúcho, promovido pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs), vinculada à Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia (Sict) do Governo do Estado. A cerimônia de entrega ocorreu nesta quarta-feira (22), no Salão de Convenções da Fiergs, em Porto Alegre.</p>
<p data-start="743" data-end="1155">Com o tema “Ciência para a Reconstrução e Resiliência”, o prêmio homenageou pesquisadores e pesquisadoras que se destacam na produção científica, na inovação e na contribuição ao desenvolvimento do Rio Grande do Sul. Nesta edição, a UFSM foi reconhecida em duas áreas do conhecimento: Matemática e Estatística, com o professor <strong>Fábio Mariano Bayer</strong>, e Química, com o professor <strong>Renato Zanella</strong>.</p>
<p data-start="743" data-end="1155"> </p>
[caption id="attachment_71095" align="aligncenter" width="800"]<img class=" wp-image-71095" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/10/21234109_2223749_GDO-300x225.jpg" alt="Fotografia colorida com pessoas alinhadas lado a lado, segurando os prêmios, em cima de um palco" width="800" height="600" /> Prêmio incentiva a cultura da inovação nas cadeias produtivas e a integração entre governo, comunidade científica e empresas - Foto: Vitor Conto/Ascom Sict[/caption]
<h3 data-start="1157" data-end="1202"> </h3>
<h3 data-start="1157" data-end="1202">Excelência em pesquisa e impacto social<br /><br /></h3>
<p data-start="1204" data-end="1632"><strong><a href="http://lattes.cnpq.br/9904863693302949">Fábio Mariano Bayer</a>, do Departamento de Estatística do Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE), foi agraciado na categoria Pesquisador Destaque em Matemática e Estatística. </strong></p>
<p data-start="178" data-end="454">Bayer é doutor em Estatística pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), professor associado do Departamento de Estatística da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e pesquisador do Laboratório de Ciências Espaciais de Santa Maria (LACESM/CRS/INPE).</p>
<p data-start="456" data-end="857">É bolsista de produtividade em pesquisa do CNPq e atua como professor permanente no Programa de Pós-Graduação em Matemática da UFSM, no PPG em Engenharia de Produção da UFSM e no PPG em Estatística da UFRGS. Suas principais áreas de interesse e atividade são: ciência de dados, inferência clássica, modelos de regressão, modelos dinâmicos e processamento estatístico de sinais/imagens.</p>
<p data-start="859" data-end="1095">Reconhecido pela qualidade e impacto de sua produção científica, Bayer tem colaborado com grupos de pesquisa no Brasil e no exterior, contribuindo para o avanço da estatística aplicada e para a formação de novos pesquisadores na área.</p>
<p data-start="1634" data-end="2022"><strong><a href="http://lattes.cnpq.br/2541865299438479">Renato Zanella</a>, também vinculado ao CCNE, recebeu o prêmio na categoria Pesquisador Destaque em Química. </strong></p>
<p data-start="281" data-end="560">Zanella é doutor em Química Analítica pela Dortmund Universität (Alemanha, 1994), com pós-doutorado na Free University of Amsterdam (Holanda). Professor titular da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) desde 2014, atua na instituição desde 1994.</p>
<p data-start="562" data-end="1000">Coordena o Laboratório de Análises de Resíduos de Pesticidas (LARP) e lidera o Centro de Pesquisa em Cromatografia e Espectrometria de Massas (CPCEM), referência nacional em análises de resíduos e contaminantes em alimentos, amostras ambientais e biológicas. É bolsista de produtividade em pesquisa do CNPq (nível 1B) e já publicou mais de 225 artigos científicos, com mais de 5.700 citações.</p>
<p data-start="1002" data-end="1456">Zanella tem destacada atuação em redes científicas nacionais e internacionais, como a Red de Análises de la Calidad Ambiental en América Latina (RACAL), da qual é presidente, e a International Association of Environmental Analytical Chemistry (IAEAC). Também exerceu cargos de gestão e representação na Fapergs, Fatec, SBQ e UFSM, contribuindo para o fortalecimento da pesquisa e da pós-graduação em química analítica no Brasil.</p>
<h3 data-start="2251" data-end="2288">Reconhecimento à ciência gaúcha</h3>
<p data-start="2290" data-end="2670">Durante a cerimônia, a secretária de Inovação, Ciência e Tecnologia, <strong data-start="2359" data-end="2375">Simone Stülp</strong>, destacou que a ciência é um dos pilares para o futuro do Estado. “A inovação e a ciência, exaltadas nesta noite, estão no centro da estratégia de desenvolvimento do Rio Grande do Sul, que olha para os talentos, competências e universidades, para um futuro cada vez mais resiliente”, afirmou.</p>
<p data-start="2672" data-end="3020">O diretor-presidente da Fapergs, <strong data-start="2705" data-end="2725">Odir Dellagostin</strong>, ressaltou o papel da pesquisa no desenvolvimento social e econômico gaúcho. “É uma grande alegria reconhecer estes talentos que inspiram e fazem a diferença na nossa sociedade. Enfrentamos desafios cada vez maiores, e é a ciência que nos permite solucioná-los e mitigar os futuros”, pontuou.</p>
<p data-start="3022" data-end="3226">Além dos premiados da UFSM, foram homenageados pesquisadores de diversas instituições gaúchas em áreas como Ciências Agrárias, Engenharias, Física e Astronomia, Ciências Humanas e Sociais, entre outras.</p>
<h3 data-start="3228" data-end="3267">Sobre o Prêmio Pesquisador Gaúcho</h3>
<p data-start="3269" data-end="3652">Criado pela Fapergs, o Prêmio Pesquisador Gaúcho reconhece anualmente a atuação de cientistas e profissionais de inovação tecnológica que contribuem para o desenvolvimento do Estado. A iniciativa busca valorizar trajetórias de excelência e incentivar a integração entre universidades, setor produtivo e governo, fortalecendo a cultura da inovação e o papel da ciência na sociedade.</p>
<p data-start="3269" data-end="3652"><em>Com informações da Secretaria de Comunição do Governo do Estado do Rio Grande do Sul <br />Foto: Vitor Conto/Ascom Sict</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
					</channel>
        </rss>
        