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				<title>Nanossatélite projetado em parceria entre UFSM e Inpe completa cinco anos em órbita</title>
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				<pubDate>Wed, 19 Jun 2019 13:49:56 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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						<description><![CDATA[Nesta quarta-feira (19), o primeiro nanossatélite científico brasileiro, o NanoSatC-BR1, completa cinco anos em órbita. O lançamento ocorreu em 2014, em uma base russa localizada na cidade de Yasny, sendo considerado um marco pelo pioneirismo e incentivo a outras missões brasileiras com cubesats, importantes também para a capacitação de recursos humanos para a área espacial. [&hellip;]]]></description>
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[caption id="attachment_48243" align="alignleft" width="450"]<img class="wp-image-48243" src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/06/nanosat_ufsm-1024x683.jpg" alt="Na foto, um homem ajusta um dispositivo eletrônico retangular em uma plataforma metálica. Um segundo homem observa. Os dois estão agachados." width="450" height="300" /> Em 2104, equipe apresentou plataforma de serviço do NanosatC BR-1 (Foto: Felippe Richardt/AN/UFSM)[/caption]
<p>Nesta quarta-feira (19), o primeiro nanossatélite científico brasileiro, o NanoSatC-BR1, completa cinco anos em órbita. O lançamento ocorreu em 2014, em uma base russa localizada na cidade de Yasny, sendo considerado um marco pelo pioneirismo e incentivo a outras missões brasileiras com cubesats, importantes também para a capacitação de recursos humanos para a área espacial.</p>
<p>Fruto de uma parceria do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) com a UFSM, por meio do Laboratório de Ciências Espaciais de Santa Maria (Lacesm), o NanoSatC-BR1 é um pequeno satélite científico, pesando pouco mais de um quilo, e o primeiro cubesat desenvolvido no país.</p>
<p>O lançamento teve especial importância para a UFSM porque, além de equipes de estudantes e pesquisadores atuando em parceria com o Inpe, um dos circuitos integrados (chip) do nanossatélite foi desenvolvido pela Santa Maria Design House (SMDH), ligada a grupos de pesquisa da Universidade.</p>
<p>Após cinco anos em órbita, o satélite continua a enviar dados dos subsistemas de sua plataforma e carga úteis. As informações são utilizadas em pesquisas sobre clima espacial e fenômenos como a Anomalia Magnética do Atlântico Sul, uma “falha” do campo magnético terrestre que fica sobre o Brasil e pode afetar as comunicações, redes de distribuição de energia, os sinais de satélites de posicionamento global (como o GPS), ou mesmo causar falhas de equipamentos eletrônicos, como computadores de bordo.</p>
<p><strong>NanoSatC-BR2 está sendo finalizado</strong></p>
[caption id="attachment_48244" align="alignleft" width="350"]<a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/06/sonda_nanosat_ufsm.jpg"><img class="wp-image-48244" src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/06/sonda_nanosat_ufsm.jpg" alt="Dispositivo eletrônico retangular composto de várias placas" width="350" height="197" /></a> Pesquisador integra sonda de Langmuir à plataforma de serviço do NanosatC-BR2 (Foto: Divulgação/INPE)[/caption]
<p>Segundo o pesquisador do Inpe Nelson Jorge Schuch, atualmente as equipes do Inpe e da UFSM estão trabalhando na finalização do NanoSatC-BR2 - CubeSat 2U, graças aos recursos complementares obtidos da Secretaria Executiva do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), da Agência Espacial Brasileira e do próprio Inpe, com a Reitoria da UFSM e com apoio de gestão administrativa-financeira da Fatec. O lançamento ao espaço deverá ocorrer entre o final de 2019 e o primeiro trimestre de 2020, a depender do veículo lançador.</p>
<p>É possível acompanhar o NanoSatC-BR1 pelo <a href="http://www.inpe.br/crs/nanosat/">site</a> e também por <a href="http://www.inpe.br/crs/nanosat/acompanhe/aplicativos.php">aplicativos</a>.</p>
<p><em>Fotos: Felippe Richardt/ Arquivo Agência de Notícias UFSM e Divulgação/INPE</em></p>
<p> </p>
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