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				<title>Seminário Língua, Discurso e Resistência será aberto ao público</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/09/14/seminario-lingua-discurso-e-resistencia-sera-aberto-ao-publico</link>
				<pubDate>Mon, 14 Sep 2020 11:05:37 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[análise do discurso]]></category>
		<category><![CDATA[discurso]]></category>
		<category><![CDATA[laboratório corpus]]></category>
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						<description><![CDATA[UFSM, Unicentro e UFPR promovem de 23 a 25 de setembro o seminário interinstitucional &#8220;Primavera de Pesquisas no Sul: Língua, Discurso e Resistência”, direcionado inicialmente para os grupos de estudos e de pesquisas em Análise do Discurso das respectivas instituições. Porém, devido à grande demanda, todos os interessados podem solicitar inscrição como ouvintes, pelo email [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2020/09/cartaz-youtube.jpg"><img class="alignright  wp-image-53569" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2020/09/cartaz-youtube.jpg" alt="" width="444" height="629" /></a>UFSM, Unicentro e UFPR promovem de 23 a 25 de setembro o seminário interinstitucional "Primavera de Pesquisas no Sul: Língua, Discurso e Resistência”, direcionado inicialmente para os grupos de estudos e de pesquisas em Análise do Discurso das respectivas instituições. Porém, devido à grande demanda, todos os interessados podem solicitar inscrição como ouvintes, pelo email pallind2018@gmail.com, e receberão certificação de 20h/a.</p>
<p>O evento contará com pesquisadores de instituições nacionais e estrangeiras para discutirem as pesquisas dos pesquisadores em formação: iniciação científica, mestrandos e doutorandos do coletivo. Em um tempo de inverno político e de incertezas sobre o amanhã, o nome do evento se propõe como um espaço-tempo de resistência quanto a continuarmos pensando e produzindo conhecimento.</p>
<p>O evento será online, pela plataforma Google Meet, com transmissão pelo YouTube. Realização: Grupo de Estudos Pallind – Laboratório Corpus/PPGL/UFSM, sob a coordenação de Verli Petri; GrPesq Estudos do Texto e do Discurso: Entrelaçamentos Teóricos e Analíticos (GPTD). Líderes: Maria Cleci Venturini (Unicentro/UFPR) e Gesualda dos Santos Rasia (UFPR); Laboratório de Estudos Linguísticos e Literários (Labell), coordenadora: Maria Cleci Venturini, vice-coordenadora: Célia Bassuma Fernandes.</p>
<p>Apoio: UFSM, Unicentro, UFPR, Capes, CNPq, Fundação Araucária e Fapergs.</p>
<p><strong>Dados do evento:</strong></p>
<p><em>Data</em>: 23, 24 e 25 de setembro</p>
<p><em>Manhã (aberto ao público)</em>: Mesas-redondas com os convidados abaixo, mediadas por mestrandos e doutorandos dos Grupos de Pesquisas.</p>
<p>Profa. Dra. Gesualda dos Santos Rasia – Universidade Federal do Paraná;</p>
<p>Prof. Dr. Helson Flavio da Silva Sobrinho – Universidade Federal de Alagoas;</p>
<p>Prof. Dr. Juan Manuel López-Muñoz – Universidad de Cádiz;</p>
<p>Profa. Dra. Mara Glozman – Universidade de Buenos Aires;</p>
<p>Profa. Dra. Margarita Correia – Universidade de Lisboa;</p>
<p>Profa. Dra. Vanise Gomes de Medeiros – Universidade Federal Fluminense.</p>
<p><em>Tarde (restrito aos grupos envolvidos)</em>: Apresentação de pesquisas em andamento e recém concluídas dos integrantes das instituições proponentes com respectivo debate.</p>
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													</item>
						<item>
				<title>Professor Lúcius Mota desenvolve projeto sobre obras para oboé de Ernst Widmer</title>
				<link>https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/musica/2019/05/13/professor-lucius-mota-desenvolve-projeto-sobre-obras-para-oboe-de-ernst-widmer</link>
				<pubDate>Mon, 13 May 2019 18:01:39 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Ernst Widmer]]></category>
		<category><![CDATA[Oboé]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisas]]></category>

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						<description><![CDATA[O professor Lúcius Mota, juntamente com o bolsista Lucas Laureano, desenvolve projeto dedicado à música para oboé de Ernst Widmer (1927 -1990). O projeto, intitulado: Música para oboé de Ernst Widmer: processos de edição, contextualização e performance, contemplado pelo Fundo de Financiamento à Pesquisa (FIPE Jr. 2019).]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400">O professor Lúcius Mota, juntamente com o bolsista Lucas Laureano, desenvolve projeto dedicado à música para oboé de Ernst Widmer (1927 -1990). O projeto, intitulado: </span><b>Música para oboé de Ernst Widmer: processos de edição, contextualização e performance</b><span style="font-weight: 400">, contemplado pelo Fundo de Financiamento à Pesquisa (FIPE Jr. 2019). Ao longo do projeto serão editas todas as obras para oboé de Ernst Widmer, inclusive algumas que nunca foram tocadas. O professor Lúcius Mota teve acesso aos manuscritos depois de entrar em contato com a Fundação Widmer, sediada na Suíça, que enviou cópias digitais dos manuscritos. Ernst Widmer é um dos mais importantes compositores brasileiros do século XX. Nascido na Suíça, ele veio para o Brasil em 1956 desenvolvendo um intenso trabalho como regente, compositor e professor da UFBA.  Infelizmente, apenas algumas de suas obras foram publicadas, o que dificulta o acesso e divulgação de sua música. O professor Lúcius Mota pretende interpretar todas as obras depois que forem editadas. As obras serão disponibilizadas para o público e também enviadas para a Fundação Widmer.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Veja a lista de obras para oboé de Ernst Widmer;</span></p>
<p><b>1)</b> <i><span style="font-weight: 400">Quinteto para oboé e quarteto de cordas, WoO 17 (1951)</span></i><span style="font-weight: 400">, </span></p>
<p><b>2)</b> <i><span style="font-weight: 400">Hommage para oboé, cordas e tímpanos ad libitum Opus 18 (1959)</span></i><span style="font-weight: 400">; </span></p>
<p><b>3) </b><i><span style="font-weight: 400">Hommage, versão para oboé e piano, Opus 18a (1959)</span></i><span style="font-weight: 400">;</span> <span style="font-weight: 400"> </span></p>
<p><b>4) </b><i><span style="font-weight: 400"> Hommage à Igor Strawinsky, versão para oboé orquestra de câmara, Opus 18b (1962); </span></i><b>5)</b> <i><span style="font-weight: 400">Partita Opus 19</span></i><span style="font-weight: 400"> para oboé solo;</span></p>
<p><b>6)</b> <i><span style="font-weight: 400">La belle se siet Opus 25 (1962)</span></i><span style="font-weight: 400"> – </span><i><span style="font-weight: 400">versão para oboé solo</span></i><span style="font-weight: 400"> (original para flauta); </span></p>
<p><b>7)</b> <i><span style="font-weight: 400">69 Peças crônicas e anacrônicas para todos os instrumentos da orquestra sinfônica (1971)</span></i><span style="font-weight: 400">:</span><i><span style="font-weight: 400"> Andante, Adagio e Allegro para Oboe, WoO 58, Nº.7-9</span></i><span style="font-weight: 400">; </span></p>
<p><b>8) </b><i><span style="font-weight: 400">69 Peças crônicas e anacrônicas para todos os instrumentos da orquestra sinfônica (1971): Duas elegias e um Intermezzo para corne inglês, WoO 58, Nº.10-12</span></i><span style="font-weight: 400">.</span></p>
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													</item>
						<item>
				<title>UFSM e Inpe: novo convênio para manter a parceria</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/ufsm-e-inpe-novo-convenio-para-manter-a-parceria</link>
				<pubDate>Mon, 02 Apr 2018 19:54:01 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[INPE]]></category>
		<category><![CDATA[Parceria]]></category>
		<category><![CDATA[pec do teto]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisas]]></category>

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						<description><![CDATA[Acordo dará mais autonomia para a atuação da Universidade dentro da estrutura do Inpe localizada no campus
]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <span style="font-weight: 400;">O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) nasceu em 1960 e, desde então, desempenha papel substancial para a ciência brasileira. Na Universidade Federal Santa Maria, sua criação como Centro Regional Sul se deu há 22 anos, através de uma parceria entre a Universidade, que cedeu o espaço físico do campus em um contrato de 50 anos, e o Inpe, que teve o compromisso de construir o prédio e de abrigar nele colaborações científicas de natureza inovadora.</span>

<span style="font-weight: 400;">Isto de fato foi feito. É o que prova as já conhecidas pesquisas do Inpe na Antártica e Oceano Atlântico Sul; a operação do nanosatélite NanosatC-Br1; além das contribuições a respeito de clima e tempo. Neste percurso, porém, houve alguns contratempos: a divisão pouco específica dos espaços do prédio entre UFSM e Instituto, e as próprias questões financeiras foram determinantes para a grande mudança que ocorre nesta semana. Com a PEC do Teto dos Gastos Públicos aprovada em 2016, o Novo Regime Fiscal diminuiu drasticamente o investimento para pesquisas científicas. </span>

<img class="aligncenter size-full wp-image-3355" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/04/box-pec.png" alt="" width="673" height="400" />

<span style="font-weight: 400;">Essa situação fez com que o Centro Regional Sul tivesse de escolher entre fechar as portas ou tratar com a Universidade uma nova política de gestão. Assim, após dois anos de negociações, chegou-se ao dia 3 de abril de 2018, quando será assinado o novo convênio da parceria entre o Inpe e a UFSM. O evento acontece na Reitoria, às 10h30, e contará com a presença de autoridades, como representantes da Prefeitura de Santa Maria e do Exército Brasileiro.</span>

<span style="font-weight: 400;">Para esta ocasião a Universidade receberá o diretor-geral do Inpe, Ricardo Magnus Osório Galvão. Graduado em Engenharia de Telecomunicações pela Universidade Federal Fluminense (UFF) em 1969, o diretor é mestre em Engenharia Elétrica pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e doutor em Física de Plasmas Aplicada pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT) nos Estados Unidos. Galvão já geriu outros órgãos científicos importantes: foi diretor do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF) de 2004 a 2011, e também presidente da Sociedade Brasileira de Física (SBF) de 2013 até ser nomeado diretor do Inpe, em setembro de 2016. </span>

[caption id="attachment_3363" align="aligncenter" width="639"]<img class="wp-image-3363 size-full" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/04/professor-inpe-2.jpg" alt="" width="639" height="418" /> Diretor-geral do Inpe, Ricardo Galvão, estará na UFSM nesta semana[/caption]

<span style="font-weight: 400;">A Revista Arco conversou com Galvão para dimensionar o impacto destas mudanças e mensurar as estratégias que poderão vir em seguida. </span>

<b>ARCO: Pensando no público leigo, que muitas vezes não conhece o trabalho desenvolvido pelo Inpe: quais são os principais serviços e produtos desenvolvidos pelo Instituto?  </b>

<span style="font-weight: 400;">Galvão: O Inpe é um instituto de pesquisas espaciais e sua principal missão é promover o avanço científico em ciências espaciais e a utilização de seus produtos para o benefício da sociedade brasileira. Nomeadamente, alguns dos produtos mais em evidência para o público leigo são a previsão numérica do tempo e estudo de mudanças climáticas feitos pelo CPTEC. Esta coordenação do Inpe é responsável por fornecer os dados necessários para praticamente todas as previsões meteorológicas feitas no país, com enorme relevância para várias aplicações, como agricultura, previsão de desastres naturais e de períodos de seca, navegação marítima e aérea, etc. O Inpe também realiza o monitoramento, por imagens de satélites, de desflorestamento e queimadas na Amazônia e outros biomas, em particular o cerrado, fornecendo os dados essenciais para as ações de controle exercidas pelo Ibama. Ainda, o monitoramento da incidência de descargas elétricas em todo o país, fornecendo dados essenciais para as ações do Operador Nacional do Sistema Elétrico, bem como o monitoramento dos efeitos de erupções solares, relacionadas com o chamado </span><i><span style="font-weight: 400;">Clima Espacial</span></i><span style="font-weight: 400;">, que, em condições adversas, pode afetar sistemas de telecomunicações, GPS, etc. Além disso, o Inpe é responsável pela produção do </span><i><span style="font-weight: 400;">Atlas Brasileiro de Energia Solar</span></i><span style="font-weight: 400;"> que permite o planejamento de instalações de produção de energia elétrica fotovoltaica.</span>

<span style="font-weight: 400;">Também cabe ao Inpe projetar, desenvolver e controlar satélites artificiais para aplicações em sensoriamento remoto e missões científicas, com os satélites Amazônia 1, CBERS 4A, NanosatC-Br1, UbatubaSat, satélite SPORT, em colaboração com a NASA, etc. Através desta atividade, o INPE permite ao país ter o domínio soberano de uma tecnologia de grande relevância para a sociedade.</span>

<b>ARCO: Há um contingenciamento orçamentário em curso que poderá enxugar os centros regionais do Inpe?</b>

<span style="font-weight: 400;">Galvão: Em primeiro lugar, não houve contingenciamento orçamentário este ano, como no ano passado. O que houve foi uma redução orçamentária de cerca de 39% na Lei Orçamentária Anual deste ano, em relação ao valor do ano passado, que acabou sendo contingenciado.</span>

<span style="font-weight: 400;">Felizmente, a Secretaria Executiva do MCTIC está fazendo grande esforço para recompor o orçamento de suas unidades de pesquisa e já obteve notável êxito. Esta semana fomos comunicados de que o orçamento do Inpe terá um acréscimo de R$ 16.091.090,88, sendo R$11.623.955,70 referentes à recomposição do patamar de empenho 2017 mais R$ 4.467.135,18 de valor adicional.</span>

<span style="font-weight: 400;">Em particular, quero deixar claro que não há nenhuma determinação de “enxugar” ou fechar os centros regionais. Esta informação é absolutamente despropositada! Ao contrário, através da criação da Coordenação do Centros Regionais, o Inpe está fazendo grande esforço em promover as atividades nesses centros, em associação com as universidades junto às quais estão sediados.</span>

<span style="font-weight: 400;">O principal problema que está, de fato, afetando as atividades desenvolvidas não somente nos centros regionais, mas em todo o Inpe, é a forte taxa de redução de seu quadro de pessoal, devido principalmente às aposentadorias, sem perspectiva de recuperação em futuro próximo através de concursos públicos. Mas esse é um problema que afeta a todas as unidades de pesquisa do MCTIC e interpretá-lo como ação diretamente focalizada nos centros regionais não é correto.</span>

<b>ARCO: Como o senhor, como gestor, percebe os impactos cotidianos desta mudança, e as consequências de tamanho corte de verba para pesquisas? </b>

<span style="font-weight: 400;">Galvão: Algumas das pesquisas que ocorrem no CRCRS – Centro Regional Sul de Pesquisas Espaciais contam com a colaboração de pesquisadores da UFSM. Neste contexto, o Inpe assinará um novo acordo de colaboração com a UFSM que define, de forma bastante clara e objetiva, o compartilhamento de suas instalações no campus da Universidade e os encargos de cada instituição. Este instrumento permitirá uma redução dos custos de manutenção pelo Inpe, de forma que parte do orçamento que era utilizada no custeio de serviços poderá ser utilizada nas atividades finalísticas no CRCRS.</span>

[caption id="attachment_3359" align="aligncenter" width="786"]<img class="wp-image-3359 size-large" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2018/04/Inpe-CORRIGIGO-786x1024.png" alt="" width="786" height="1024" /> Linha do tempo da parceria entre Inpe e UFSM[/caption]

Reportagem: Taísa Medeiros

Fotografias: Infocampus UFSM/Arquivo e Marcos Santos/USP Imagens

Ilustrações: Pollyana Santoro]]></content:encoded>
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