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						<item>
				<title>Programa oferece atendimento de Práticas Integrativas e Complementares à comunidade</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/08/05/programa-oferece-atendimento-de-praticas-integrativas-e-complementares-a-comunidade</link>
				<pubDate>Mon, 05 Aug 2024 15:45:50 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Fisioterapia]]></category>
		<category><![CDATA[pics]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>

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						<description><![CDATA[Programa de Extensão que recebeu recurso em edital da Pró-Reitoria de Extensão oferta atendimento e cursos de capacitações]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_66467" align="alignright" width="376"]<img class="wp-image-66467 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-05-at-10.06.56-1.jpeg" alt="" width="376" height="501" /> Prática de auriculoterapia é oferecida pelo projeto[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Dia 5 de agosto é o Dia Mundial da Saúde, e um projeto da Universidade, focado em aproximar os profissionais da saúde da comunidade, é o Programa “Ambulatório de Práticas Integrativas e Complementares no SUS”. As práticas (também chamadas de PICS) oferecidas através da iniciativa são: auriculoterapia, massagem e reiki. Além dessas, o</span><span style="font-weight: 400">utras práticas também são trazidas de acordo com a demanda do público, como a Yoga para dor crônica e fibromialgia, e a Ventosaterapia.</span></p>
<h3>Importância das Práticas Integrativas e Complementares </h3>
<p><span style="font-weight: 400">De acordo com o Ministério da Saúde, as Práticas Integrativas e Complementares são recursos terapêuticos denominados como Medicinas Tradicionais, Complementares e Integrativas (MTCI) pela Organização Mundial da Saúde (OMS), e sua Política Nacional foi oficializada no Brasil em 2006. Elas não substituem o tratamento tradicional, mas funcionam como um complemento que promove o autocuidado e a construção de laços terapêuticos. Atualmente, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece 29 procedimentos de PICS.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Na UFSM, em atividade desde 2021, um projeto coordenado pela professora do curso de Fisioterapia, Ângela Kemel Zanella, atua nesta área. A iniciativa tem </span><span style="font-weight: 400">duas vertentes: a capacitação de profissionais e acadêmicos da área da saúde, e o atendimento à população.</span></p>
<h3>Cursos de capacitações</h3>
[caption id="attachment_66468" align="alignleft" width="374"]<img class="wp-image-66468 " src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-05-at-10.06.56-2.jpeg" alt="" width="374" height="498" /> Massagem e ventosaterapia[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Com relação à capacitação, a coordenadora explica que os cursos são abertos para pessoas da área da Saúde, e que além de difundir a profissionalização vão auxiliar na quantidade de atendimentos realizados pelo Programa. “A nossa ideia com a capacitação é que essas pessoas vão ficar vinculadas ao projeto, e isso aumenta exponencialmente o número de atendimentos. Serão 50 vagas de auriculoterapia, então vão ser 500 atendimentos”, explica. A ideia central do Programa é que, no futuro, esses cursos gerem mão de obra qualificada para a implantação de ambulatórios de PICS nas unidades SUS.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Em abril, o Programa recebeu um recurso de R$ 13.982,78, por meio de um edital da Pró-Reitoria de Extensão (PRE) voltado para ações que fazem parte do projeto Território Imembuy. Esse recurso será aplicado para o transporte à Silveira Martins, e também para a aquisição de materiais de consumo como álcool, algodão e luvas. O Território Imembuy é um projeto focado no desenvolvimento da região central do estado, por isso o vínculo surge por conta da demanda que o Programa recebe dos municípios da Quarta Colônia. “Nos indicadores de saúde da Secretaria Estadual, é preciso ter 25% das unidades de saúde do município ofertando as Práticas Integrativas e Complementares. Porém muitos municípios não têm essa capacitação, então o Programa oferece esse suporte”, comenta Ângela.</span></p>
<h3>Atendimentos à comunidade</h3>
<p><span style="font-weight: 400">As PICS são abordagens terapêuticas que promovem o envelhecimento ativo e o autocuidado, mas que muitas vezes não estão disponíveis para a população por conta da dificuldade de adquirir capacitação em algumas cidades. “As evidência científicas que se tem em relação a isso são a redução do número de medicamentos (polifarmácia), tratamento para pacientes que são poliqueixosos (pacientes que têm sintomas sem doença) e que são muito frequentes nas unidades, melhora da qualidade de vida, do bem-estar, melhora do sono, redução da ansiedade e da depressão. São técnicas de baixíssimo custo e que acabam estimulando as pessoas a cuidar da saúde”, afirma Ângela.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A professora explica que a faixa etária mais comum de pacientes atendidos é de 30 a 50 anos, mas que esse público pode ser bem diverso, abrangendo pessoas com dores mais simples até transtornos mais complexos. “Os dois públicos principais são de doenças de saúde mental ou com dor músculoesquelética. Já tivemos casos de diabéticos, pessoas com depressão, ansiedade, insônia, e também crianças com autismo, que o tratamento ajuda a melhorar os sintomas”, comenta. Com relação às práticas ofertadas, pessoas com dores músculoesqueléticas são o maior público da massagem, enquanto o reike e a auriculoterapia tendem a ter mais pacientes com questões associadas à saúde mental.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"><img class="wp-image-66469  alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-05-at-10.03.31.jpeg" alt="" width="504" height="389" />Os atendimentos são gratuitos e realizados na Antiga Reitoria, na Coordenadoria de Saúde e Qualidade de Vida do Servidor (CQVS), e no município de Silveira Martins. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Na CQVS, o atendimento é voltado para servidores e pessoas atingidas pelas enchentes, e o agendamento é feito diretamente no local. Em Silveira Martins e na Antiga Reitoria, são abertos para toda a comunidade, e o agendamento pode ser feito via Instagram (perfil @prosaudefibromialgia). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No momento, os atendimentos estão sendo realizados na segunda-feira em Silveira Martins, quarta e sexta-feira na Antiga Reitoria, e terça-feira na CQVS. Os atendimentos são feitos por turno, e em média são realizados 60 por semana.</span></p>
<p><em>Texto: Giulia Maffi, estudante de jornalismo e bolsista da Agência de Notícias</em><br /><em>Fotos: Divulgação</em><br /><em>Edição: Mariana Henriques, jornalista</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>O teatro pode auxiliar no tratamento da gagueira?</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/o-teatro-pode-auxiliar-no-tratamento-da-gagueira</link>
				<pubDate>Thu, 20 Oct 2022 14:26:11 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[destaque arco]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[disfluência gaga]]></category>
		<category><![CDATA[fonoaudiologia]]></category>
		<category><![CDATA[gagueira]]></category>
		<category><![CDATA[pics]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>
		<category><![CDATA[teatro gagueira]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/midias/arco/?p=9516</guid>
						<description><![CDATA[A partir das Práticas Integrativas e Complementares em Saúde, o teatro é utilizado como uma das ferramentas da fonoaudiologia no tratamento da disfluência gaga da fala]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Você sabia que o ator <a href="https://tvefamosos.uol.com.br/noticias/redacao/2021/04/01/murilo-benicio-gagueira.htm" target="_blank" rel="noopener"><u><b>Murilo Benício</b></u></a> tem um transtorno de disfluência da fala, popularmente conhecido como gagueira? Apesar disso, ele consegue atuar de forma fluida, sem gaguejar. Como isso é possível? Para responder a questão, é necessário compreender que existem dois tipos de disfluências da fala: as disfluências comuns e as disfluências gagas.

Disfluências são interrupções do fluxo de comunicação oral. As comuns são interjeições, hesitações e repetições como “Ãhn”, “Uhm”, “Tá”, “Tipo”, “Né”. Elas não têm um significado e podem desviar um pouco a comunicação, mas não a interrompem totalmente. As disfluências gagas, por outro lado, são caracterizadas pela alteração no ritmo da fala, pela interrupção da mesma no meio da palavra, por pausas, bloqueios, repetição de sílabas, sons ou da palavra inteira e até mesmo por movimentos físicos ao pronunciar palavras específicas. De acordo com o Instituto Brasileiro de Fluência (IBF), a disfluência gaga da fala caracteriza uma dificuldade do cérebro em terminar um som ou sílaba e integra a Classificação Internacional de Doenças (CID-11). Esse tipo de disfluência pode impor diversos desafios na vida das pessoas que gaguejam, como bullying, isolamento e desenvolvimento de outros problemas psicossociais.

<img class="aligncenter" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/10/materia_gagueira_capa-1024x667.jpg" alt="Descrição da imagem: Ilustração horizontal e colorida de uma pessoa em pé, de perfil, que segura uma caveira em frente ao rosto. Ela tem pele amarela, cabelos channel laranjas; veste macacão roxo com detalhes em amarelo e vermelho e mangas em laranja. Está com a perna esquerda levemente dobrada e a mão direita na cintura. Ao lado direito, balão de fala cinza falhado. O fundo é composto por uma cortina vermelha bordô." width="1024" height="667" />

No áudio a seguir, você pode ouvir a professora Carolina Lisboa Mezzomo, do Departamento de Fonoaudiologia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), exemplificando os dois tipos de disfluência da fala:

[audio mp3="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2022/10/Tipos-de-disfluencias-da-fala-1.mp3"][/audio]
<h3>O que causa a gagueira?</h3>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Em 2013, a Associação Psiquiátrica Americana (APA) propôs a troca da nomenclatura “gagueira” (stuttering) para Distúrbio Desenvolvimental da Fluência da Fala. A alteração está presente no CID-11, que entrou em vigor em fevereiro de 2022. Na área da fonoaudiologia, o objetivo é usar cada vez menos “gagueira” para categorizar o diagnóstico e, na nova edição da Classificação Internacional de Doenças, esta disfluência passa a ser considerada um distúrbio do neurodesenvolvimento iniciado na infância. A professora Márcia Keske-Soares, também do Departamento de Fonoaudiologia da UFSM, explica que a maior relação dos diagnósticos está ligada à predisposição genética aliada a fatores externos, como o ambiente no qual o indivíduo está inserido, questões de desenvolvimento e gatilhos emocionais: “O trauma é gatilho para a pessoa que já tem predisposição”, ressalta Márcia.</p>
<p dir="ltr"></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Dessa forma, a gagueira pode se desenvolver com mais intensidade em diferentes fases da vida se não for tratada na infância, tornando-se permanente. Consequentemente, algumas faixas etárias possuem maior propensão ao aparecimento dos sintomas deste distúrbio da fala, e estão relacionadas aos períodos de desenvolvimento das pessoas: dos dois aos três anos, dos seis aos sete, e dos 12 aos 13 anos. No caso das crianças, acontece o que se chama de gagueira desenvolvimental, que envolve justamente a fase de construção da linguagem, em que podem aparecer sintomas iniciais. Carolina Mezzomo explica que existem fatores de risco para o surgimento da disfluência gaga: ter casos de gagueira na família, ser homem (segundo a Associação Brasileira de Gagueira, esta disfluência atinge aproximadamente três homens para cada mulher), dentre outros.</p>

<h3>Formas de tratamento: a arteterapia pode ser uma aliada?</h3>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Ao notar sintomas de disfluência da fala, recomenda-se procurar um fonoaudiólogo e, juntamente ao profissional, analisar a predisposição, os fatores de risco e fazer um acompanhamento para a construção do tratamento: “Cada caso é um caso”, afirma Carolina. É importante compreender que a disfluência gaga não é necessariamente crônica e as alterações no ritmo da fala podem ser apenas sintomas de gagueira transitórios que, ao serem tratados corretamente, podem vir a ter remissão total. Cerca de 5% das crianças são acometidas pela gagueira transitória, conforme o IBF. No entanto, alguns fatores, como a demora na busca por tratamento e até mesmo o bullying, podem vir a cronificar o sintoma e fazer com que a gagueira persista ao longo da vida. A consciência da própria gagueira, potencializada a partir do bullying, também faz parte dos fatores de risco a serem considerados pelo fonoaudiólogo, conforme consta no artigo “<a href="https://www.scielo.br/j/rcefac/a/8zyTwMRVjbHS9sbtpGbKxZp/?format=pdf&amp;lang=pt#:~:text=Dentre%20estes%20fatores%20est%C3%A3o%20a,ocorreram%20pr%C3%B3ximo%20ao%20surgimento%20do" target="_blank" rel="noopener"><b><u>Fatores de risco na gagueira desenvolvimental familial e isolada</u></b></a>”.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Márcia Keske-Soares explica que o processo junto ao fonoaudiólogo visa compreender como se dá a disfluência de cada indivíduo, identificar em quais situações a pessoa tem maior dificuldade e tratar não apenas a situação de fala, mas também auxiliar o paciente a lidar com as situações que desencadeiam a gagueira. A partir daí, pode-se aliar terapia psicológica, acompanhamento psiquiátrico e as Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS), que trazem recursos terapêuticos para que os pacientes melhorem sua qualidade de vida.</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Carolina Mezzomo conta que a arteterapia faz parte das PICS, institucionalizadas pela Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares e oferecidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Dentre as práticas incluídas na arteterapia está o teatro, que é utilizado como aliado ao tratamento fonoaudiológico em alguns casos de gagueira e permite que os pacientes desenvolvam a respiração, a entonação e trabalhem com a criatividade. “O teatro faz esse sujeito falar de um outro lugar e isso ajuda muito ele a se expressar melhor. É possível ser uma pessoa que gagueja e exercer atividades como atuar e cantar sem gaguejar”, explica Carolina.</p>
<p dir="ltr"></p>

<h3>Linguagem teatral no tratamento fonoaudiológico</h3>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Na UFSM, um trabalho de conclusão de curso em fonoaudiologia explorou o uso da linguagem teatral no tratamento de disfluências gagas integrada à terapia fonoaudiológica tradicional. Cíntia Filippi, orientanda da professora Carolina Mezzomo, apresentou em 2020 a monografia intitulada “Terapia Fonoaudiológica: Utilizando Arteterapia Para Indivíduos Com Gagueira”. A pesquisa consistiu no processo terapêutico de quatro pessoas, com idades entre oito e 34 anos, todos homens. Os atendimentos aconteceram no Serviço de Atendimento Fonoaudiológico (SAF) da UFSM.<b id="docs-internal-guid-5cfa9b7b-7fff-bc06-f5f4-c42de37af84d" style="font-weight: normal"> </b></p>
<p dir="ltr"></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Cíntia confeccionou um jogo teatral intitulado “Quem? Onde? O quê?”, a partir do qual os participantes da pesquisa selecionavam uma carta de cada uma das três categorias, sendo “Quem?” (personagens), “Onde?” (lugares) e “O quê?” (ações). A partir das cartas, os indivíduos realizavam cenas/improvisos teatrais junto à pesquisadora. A quantidade de sessões de terapia variou para cada sujeito de acordo com a necessidade e o grau de disfluência da fala. Ao final do período de tratamento, os quatro participantes  apresentaram melhora em todos os níveis de avaliação da fluência, tanto na comum quanto na gaga, e adequação ao que se considera normal para a fluência da fala.</p>
<p dir="ltr"></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">A partir da sua pesquisa, Cíntia salienta a importância de observar o contexto geral das pessoas que gaguejam para construir um tratamento que atenda às suas necessidades. Foram aplicados testes de qualidade de vida e avaliações específicas de gagueira antes e após o período de terapia com linguagem teatral realizada com os pacientes. O que se concluiu foi que aliar o teatro às práticas tradicionais da fonoaudiologia potencializou o tratamento dos participantes. A autoavaliação realizada pelos indivíduos após o encerramento dos atendimentos apontou melhora nos âmbitos físicos, emocionais, sociais e de fala. A pesquisa de Cíntia será publicada em um livro junto a investigações de outras pesquisadoras da fonoaudiologia sobre utilização das PICS na área. A previsão de publicação é para 2023.</p>
<p dir="ltr"></p>

<h3>Onde buscar serviços de atendimento na UFSM:</h3>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"><strong>Serviço de Atendimento Fonoaudiológico (SAF)</strong></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Endereço: Prédio 26E - UFSM - Camobi, Santa Maria</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Telefone: (55) 3220-9239</p>
<p dir="ltr"></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"><strong>Clínica de Estudos e Intervenções em Psicologia (CEIP)</strong></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Prédio 74 B, sala 3200 - UFSM - Camobi, Santa Maria</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Telefone: (55) 3220-9229</p>
<p dir="ltr"></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.7999999999999998;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt"><strong>Laboratório de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde - LAPICS </strong></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">Sala 4134, prédio 20 - UFSM - Camobi, Santa Maria</p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38;text-align: justify;margin-top: 0pt;margin-bottom: 0pt">WhatsApp (55) 99155-7376</p>
<p dir="ltr"></p>
<strong><em>Expediente:</em></strong>

<em><strong>Reportagem:</strong> Nathália Brum, acadêmica de Jornalismo e estagiária;</em>

<em><strong>Design gráfico:</strong> Luiz Figueiró, acadêmico de Desenho Industrial e bolsista;</em>

<em><strong>Mídia social:</strong> Eloíze Moraes, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Gabriel Escobar, acadêmico de Jornalismo e bolsista; e Nathália Brum, acadêmica de Jornalismo e estagiária;</em>

<em><strong>Edição de Produção:</strong> Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista;</em>

<em><strong>Edição geral:</strong> Luciane Treulieb, jornalista.</em>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto de práticas integrativas e complementares em saúde seleciona cinco bolsistas</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/06/06/projeto-de-praticas-integrativas-e-complementares-em-saude-seleciona-cinco-bolsistas</link>
				<pubDate>Mon, 06 Jun 2022 13:07:33 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Estudantes]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsas para alunos]]></category>
		<category><![CDATA[ccs]]></category>
		<category><![CDATA[pics]]></category>
		<category><![CDATA[práticas integrativas e complementares]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=58778</guid>
						<description><![CDATA[Edital de seleção de bolsistas Fien 2022 disponibiliza cinco bolsas para atuação no projeto de ensino “Capacitação em práticas integrativas e complementares em saúde como estratégia de saúde&#8221;, coordenado pela professora Ângela Kemel Zanella.   Entre os pré-requisitos, estar regularmente matriculado nos cursos de graduação da UFSM até o período final da vigência da bolsa [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<div>Edital de seleção de bolsistas Fien 2022 disponibiliza cinco bolsas para atuação no projeto de ensino “Capacitação em práticas integrativas e complementares em saúde como estratégia de saúde", coordenado pela professora Ângela Kemel Zanella.</div>
<div> </div>
<div>Entre os pré-requisitos, estar regularmente matriculado nos cursos de graduação da UFSM até o período final da vigência da bolsa (dezembro de 2022) e ter os dados pessoais atualizados (e-mail e telefone) no Derca e no Portal do Aluno.</div>
<div> </div>
<div>As inscrições abrem nesta segunda (6) e podem ser feitas até as 22h da próxima quinta-feira (9), pelo <a href="https://forms.gle/AxiVRmK6N1i2eN516" target="_blank" rel="noopener">link</a>. </div>
<div> </div>
<div>Mais informações no <a href="https://drive.google.com/file/d/1KQUqhU3-mx7qmGKSeiDBYq7n7Hy_pkpB/view?usp=sharing" target="_blank" rel="noopener">edital</a>.</div>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Editora da Pró-Reitoria de Extensão disponibiliza e-book sobre meditação e Reiki</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/08/30/editora-da-pro-reitoria-de-extensao-disponibiliza-e-book-sobre-meditacao-e-reiki</link>
				<pubDate>Mon, 30 Aug 2021 13:34:34 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[meditação]]></category>
		<category><![CDATA[Palmeira das Missões]]></category>
		<category><![CDATA[pet saúde]]></category>
		<category><![CDATA[pics]]></category>
		<category><![CDATA[práticas integrativas e complementares]]></category>
		<category><![CDATA[PRE]]></category>
		<category><![CDATA[reiki]]></category>
		<category><![CDATA[ufsm-pm]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=56653</guid>
						<description><![CDATA[Livro foi escrito por grupo do PET Saúde/Interprofissionalidade do Campus Palmeira das Missões]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/08/REIKI.jpg"><img class="alignright  wp-image-56654" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/08/REIKI.jpg" alt="" width="408" height="463" /></a>A <a href="https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/editora-pre/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.ufsm.br/pro-reitorias/pre/editora-pre/&amp;source=gmail&amp;ust=1630415870838000&amp;usg=AFQjCNGYBufp_ZJ1D8Kvd2OC6y9ISWv8_A">editora da Pró-Reitoria de Extensão</a> da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), através da Série Extensão, lançou, neste mês de agosto, o e-book “<a href="https://drive.google.com/file/d/10Bs3D5P0ksvbLafp8CeVu-g_7pGqp4vA/view" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://drive.google.com/file/d/10Bs3D5P0ksvbLafp8CeVu-g_7pGqp4vA/view&amp;source=gmail&amp;ust=1630415870838000&amp;usg=AFQjCNFzxfAWOMMPmywyPd9DLRKaPQlDhw">Práticas Integrativas e Complementares em Saúde: Meditação e Reiki</a>”. O livro é escrito por docentes, discentes e profissionais do Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde – PET Saúde/Interprofissionalidade, do Campus da UFSM em Palmeira das Missões.</p>
<p>Conforme a docente Tanea Maria Bisognin Garlet, tutora do programa no eixo Ações Integrativas e Complementares em Saúde, as Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS) são “tratamentos terapêuticos que formam um universo de possibilidades complementares aos tratamentos da medicina convencional. Buscam a prevenção de doenças e a recuperação da saúde, com ênfase na escuta acolhedora, no desenvolvimento do vínculo terapêutico e na integração do ser humano com o meio ambiente e a sociedade”.</p>
<p>A utilização da Medicina Tradicional e Medicina Complementar começou a ser incentivada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) na década de 70 e, em 2006, o Brasil adotou a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares, que foi inserida na Política Nacional de Saúde.</p>
<p>Garlet explica que não é correto a utilização dos termos "medicina alternativa" ou "terapias alternativas", pois não há contraposição em relação à medicina convencional e, sim, práticas que ampliam o olhar das equipes em relação à saúde. “Para a OMS a medicina complementar geralmente se refere ao uso de uma abordagem não-convencional em conjunto com a medicina convencional. As práticas são conjuntas sem substituição de uma prática pela outra e não há ampliação do risco. As práticas são utilizadas de acordo com as necessidades de cada indivíduo e em cada situação. Constituem práticas multiprofissionais, geralmente de baixo custo e acessíveis às populações carentes em diversas partes do mundo”, afirma.</p>
<p>Diversas pesquisas baseadas em evidências científicas vêm sendo realizadas no Brasil e no mundo, com a utilização das PICS. Conforme as autoras do livro, desde o início da pandemia de Covid-19, há relatos sobre utilização das PICS como suporte à qualidade de vida e forma de autocuidado para equilíbrio mental e emocional. Um desses estudos é o realizado pela Fiocruz em 2020, que constatou que 61,7% dos brasileiros adotam PICS para ampliar autocuidado durante a pandemia, destacando-se as práticas de Meditação, Plantas Medicinais/Fitoterapia e Reiki.</p>
<p>De acordo com Sílvia Villanova Lavallós, bióloga, Mestra em Reiki e preceptora do PET Saúde/Interprofissionalidade, no eixo Ações Integrativas e Complementares em Saúde, o e-book é mais uma das ações realizadas pelo grupo e tem como objetivo divulgar e explicar algumas das PICS disponibilizadas no Sistema Único de Saúde. Sílvia explica que a meditação e o Reiki, a partir de evidências científicas, foram introduzidas na Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no ano de 2017 para serem disponibilizados no SUS e complementar os tratamentos da medicina tradicional para fins de promoção, prevenção e recuperação da saúde. “Elas trazem um novo modelo de cuidado em saúde tendo foco o acolhimento do sujeito e a visão integral do corpo da mente e das emoções dentro do processo saúde-doença”, salienta.</p>
<p>O objetivo da obra, repleta de informações sobre meditação e Reiki, é sensibilizar as pessoas quanto a um novo olhar, em termos de cuidado em saúde, que pode melhorar a qualidade de vida das pessoas e conscientizar sobre a necessidade de autocuidado indispensável para a manutenção da saúde integral. “Tanto a meditação quanto o Reiki nos trazem à percepção do corpo para o momento presente, nos fazendo ter a consciência de que nossa forma de pensar, sentir e agir são os maiores responsáveis pelos inúmeros desequilíbrios que ocorrem em nossa vida, isso incluindo as próprias doenças. A prática constante da meditação e do Reiki trazem à tona a consciência dos processos internos, responsáveis pelos nossos desequilíbrios, e nos possibilitam a novas escolhas para melhorarmos a nossa própria saúde”, reitera Sílvia. </p>
<p>Segundo as autoras, tanto a meditação como o Reiki produzem inúmeros benefícios na qualidade de saúde, como tranquilidade, relaxamento, melhora do humor, do sono, da imunidade, redução de dores crônicas, diminuição da ansiedade, do estresse e depressão, aumento da criatividade, entre tantos outros benefícios. “Portanto, quem estiver disposto a praticar ou receber essas terapias regularmente, com certeza irá se beneficiar com uma grande melhora em sua qualidade de vida”, conclui Sílvia.</p>
<p><em>Texto: Assessoria de Comunicação UFSM-PM</em></p>
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