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				<title>Exposição coletiva "Corporalidades e Aparições na Pintura" pode ser visitada até sexta (20)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/12/18/exposicao-coletiva-corporalidades-e-aparicoes-na-pintura-pode-ser-visitada-ate-sexta-20</link>
				<pubDate>Wed, 18 Dec 2024 13:07:53 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[artes visuais]]></category>
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						<description><![CDATA[Mostra traz trabalhos desenvolvidos em disciplina do curso de Artes Visuais e em grupo de Pesquisa]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><img class="wp-image-67979 alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/12/Parte-da-exposicao-Corporalidades-e-Aparicoes-na-Pintura-2024.jpg" alt="" width="765" height="344" />Até sexta-feira a comunidade em geral pode apreciar a mostra coletiva "Corporalidade a Aparições na Pintura" na Sala Cláudio Carridonde, prédio 40 do Centro de Artes e Letras, no campus sede. Organizada pela professora a Karine Perez, do Departamento de Artes Visuais, e pelo doutorando Marcelo Eugênio, do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais, a exposição traz o resultado de pesquisas individuais feitas por estudantes da disciplina Processos Pictóricos, do Curso de Artes Visuais. O trabalho na disciplina envolveu ações de curricularização da extensão a partir de práticas artísticas para além da sala de aula. Também participam membros do Grupo de Pesquisa Processos Pictóricos, dentre eles estudantes do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais.</p>
<p>Os artistas participantes da mostra são;<strong> </strong>Adriana Antunes, Ana Julia Dotto Guaragni, Bianca Rosa Colpo, Camila V. Dias, Camila Koakutsu, Diego Rambo, Flavia Trevisan, Francine Furlan, Fred Rodriguez, Guilherme Vieira, Karine Perez, Lucas Devicari, Manuzita, Mar, Maria Eduarda Porto, Marcelo Eugenio, Michele Martines e Rafael Monteiro.</p>
<p>Conforme os curadores da mostra, as obras dos 18 artistas trazem em comum a ideia de corporalidades e aparições na pintura, seja por meio da aparição do próprio corpo e rosto humanos, ou da materialidade da tinta e outros elementos agregados a ela, na representação de  corporalidades presentes na natureza ou no imaginário de cada artista.  </p>
<p>Os horários de visitação da mostra são das 10h às 13h e das 14h às 18h. </p>
<p> </p>
<p><em><strong>Texto curatorial: Corporalidades e Aparições da Pintura </strong></em></p>
<p><em>Temática presente na história da pintura desde os seus primórdios, o corpo encontra, na contemporaneidade, outros desdobramentos e problematizações que vão além da sua apresentação. De modo semelhante, compreendemos o conceito de aparição, no sentido de uma espécie de fantasmagoria que, na produção artística atual, faz-se presente por meio de obras cujo cerne são suas relações dialéticas entre o visível e o invisível.</em></p>
<p><em>Nesse sentido, corpo e aparição são terminologias que nos fazem refletir sobre a prática pictórica, a qual, a despeito da sua morte tantas vezes anunciada, sobrevive. E permanece não apenas no seu sentido tradicional, mas também na relação do artista com a corporalidade da matéria pictórica com a qual trabalha; no corpus que se amplia a outros campos do conhecimento; bem como na relação do próprio corpo do artista com o seu fazer pictórico. Tais questões podem ser encontradas no conjunto exposto, tendo em vista que algumas obras  instigam diferentes percepções a respeito do corpo; enquanto outras estão mais alinhadas com elementos visuais que, tal como em uma aparição, surgem e desaparecem, deixando seus vestígios.</em></p>
<p><em>Vale ressaltar que o conjunto de obras apresentadas é resultado de pesquisas individuais, realizadas na disciplina Processos Pictóricos, do Curso de Artes Visuais - UFSM. De caráter extensionista, ela agrega ações para além da sala de aula e, assim, a mostra constitui-se como uma dessas atividades. Ademais dos discentes da disciplina, esta exposição coletiva também conta com a participação de alguns membros do GPICTO - Grupo de Pesquisa Processos Pictóricos (UFSM/CNPQ), dentre eles discentes do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais (PPGART/UFSM).</em></p>
<p><em>Karine Perez e Marcelo Eugenio</em></p>
<p><em>Foto: Divulgação/CAL</em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Representatividade negra na arte gaúcha</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/representatividade-negra-na-arte-gaucha</link>
				<pubDate>Mon, 18 Dec 2023 12:55:05 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[13ª Edição]]></category>
		<category><![CDATA[Ensaio]]></category>
		<category><![CDATA[#destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[CAL]]></category>
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		<category><![CDATA[negros]]></category>
		<category><![CDATA[pintura]]></category>
		<category><![CDATA[representatividade negra]]></category>

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						<description><![CDATA[Cultura rio-grandense é ressignificada por meio da pintura em trabalho de conclusão de curso na UFSM]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p>Ao imaginar uma pessoa gaúcha, é comum que se pense em um indivíduo cisgênero, heterossexual e branco. Essa representação normativa perturbou o artista Márcio Cardozo, que passou a vida tentando se encontrar em cenas do seu cotidiano, ora no Centro de Tradições Gaúchas (CTG), ora na arte e, infelizmente, nunca com sucesso.</p><p>A partir da angústia de não se sentir representado nos espaços que ocupava, Márcio propôs uma reconstrução artística para preencher lacunas existentes na imagem de peões e prendas. O pintor utilizou-se da tela de algodão e da tinta a óleo de linhaça para criar corpos negros gaúchos com expressividade e irreverência.</p><p>A intenção de Márcio com seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) em Artes Visuais, intitulado Representatividade Pictórica Negra: Ressignificações de Cenas Características da Cultura Gaúcha, foi a de fazer uma provocação e incitar um novo olhar sobre a cultura gaúcha. Para atingir esses objetivos, ele criou uma narrativa repleta de personagens negros intelectuais, famílias pretas bem estruturadas (rompendo com o estereótipo de família preta brasileira sem estruturas) e cenas típicas do pampa sul-riograndense.</p><p> </p>		
												<img width="760" height="1024" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2023/09/Representatividade-negra-na-arte-gaucha-1-760x1024.jpg" alt="" loading="lazy" />														
												<img width="1024" height="688" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2023/09/Representatividade-negra-na-arte-gaucha-2-1024x688.jpg" alt="" loading="lazy" />														
												<img width="739" height="633" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2023/09/Representatividade-negra-na-arte-gaucha-3.jpg" alt="" loading="lazy" />														
		<p>Para eliminar a marginalização de pessoas negras e trazer o elemento do intelecto às suas obras, Márcio buscou retratar nas pinturas o jornal O Exemplo, um noticiário pós-abolicionista gaúcho financiado por pessoas negras e antirracistas. “A arte é uma válvula para recontar a história com uma potência transformadora que possibilita uma nova postura e reflexão”, pontua Márcio sobre os elementos que compuseram sua criação artística.</p><p>Além disso, ele foi responsável por fabricar grande parte do material de pintura durante a criação das telas. Como vegano, ele não utilizou nenhum utensílio que prejudicasse animais, fez uso de tintas naturais, madeira, algodão cru e pincéis de fibra. Confira algumas das obras resultantes do trabalho de Márcio neste Ensaio.</p>		
												<img width="537" height="668" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2023/09/Representatividade-negra-na-arte-gaucha-4.jpg" alt="" loading="lazy" />														
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												<img width="1920" height="1424" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/601/2023/09/Representatividade-negra-na-arte-gaucha-6-1.jpg" alt="" loading="lazy" />														
		<p><strong>Reportagem:</strong> Isadora Pellegrini<br /><strong>Diagramação:</strong> Noam Wurzel</p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Arte que dá vida aos muros</title>
				<link>https://www.ufsm.br/midias/arco/arte-que-da-vida</link>
				<pubDate>Thu, 21 Feb 2019 14:55:45 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Extenda]]></category>
		<category><![CDATA[Ações Pictóricas Itinerantes]]></category>
		<category><![CDATA[artes visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Escola Estadual Coronel Pillar]]></category>
		<category><![CDATA[espaços públicos]]></category>
		<category><![CDATA[Gpicto]]></category>
		<category><![CDATA[pintura]]></category>

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						<description><![CDATA[Projeto de extensão do curso de Artes Visuais colore espaços coletivos e públicos]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <span style="font-weight: 400;">Cerca de 30 dias foram necessários para trazer à vida três pinturas que atualmente colorem o Colégio Estadual Coronel Pilar, no bairro Nossa Senhora das Dores, em Santa Maria. </span><i><span style="font-weight: 400;">Portal</span></i><span style="font-weight: 400;">, </span><i><span style="font-weight: 400;">Despertar</span></i><span style="font-weight: 400;"> e </span><i><span style="font-weight: 400;">Germinação</span></i><span style="font-weight: 400;"> são ilustrações criadas por alunos do curso de Artes Visuais da UFSM, participantes do projeto de extensão </span><i><span style="font-weight: 400;">Ações Pictóricas Itinerantes: Produção e Difusão Artística em Espaços Públicos</span></i><span style="font-weight: 400;">. A iniciativa está vinculada ao Grupo de Pesquisa Processos Pictóricos (o GPICTO), coordenado pela professora Karine Perez.</span>

&nbsp;

<span style="font-weight: 400;">O Grupo supriu a necessidade de estudos mais aprofundados sobre a pintura, mas foi com a vontade de colorir ambientes externos que a iniciativa foi pensada. “A ideia era sair de espaços institucionais, como a Universidade, museus e galerias, além de experimentar a produção coletiva, porque costuma ser desafiador trabalhar em conjunto”, destaca Karine. A estudante de Artes Visuais Gabriela Cappa, participante do grupo, afirma que a convivência durante o trabalho foi gratificante. “Foi minha primeira experiência com trabalho artístico coletivo, de grandes dimensões e aberto ao público, mas posso dizer que não tem como dimensionar o que significaram as vivências ali construídas”, relata.</span>

&nbsp;

[caption id="attachment_5343" align="alignleft" width="3632"]<img class="wp-image-5343 size-full" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/02/DSC_9599bbb.jpg" alt="Imagem traz traz sete pessoas em pé, sendo dois homens e cinco mulheres, todos posicionados à frente de um painel mural com várias ilustrações. A parte visível do painel traz a silhueta de um beija-flor, a estrutura do DNA, uma lâmpada com uma planta crescendo dentro, um barco, uma planta que brota e uma figura humana" width="3632" height="1512" /> Da esquerda para a direita: Marco Gomes, Gabriela Capa, Karine Perez, Hannah Rossatto, Amábile Tolio, Stéfani Scapin e Matheus Viero, alunos de Artes Visuais da UFSM participantes do projeto[/caption]

<span style="font-weight: 400;">Além do trabalho coletivo, outros desafios precisaram ser enfrentados pelo grupo durante as pinturas. A temperatura do verão santa-mariense entre novembro a dezembro foi um deles. “Os dias que a gente foi de fato era muito calor, e batia sol nos lugares que a gente trabalhava, então só conseguíamos pintar pela manhã ou a tardinha”, conta Karine. Ainda havia a variável de o colégio estar em período letivo, o que fez com que o grupo precisasse lidar com o trânsito intenso de pessoas. “No curso de Artes Visuais é predominante o trabalho de atelier, cada um com sua maletinha, seu cavalete, sua mesinha. No Colégio, precisamos ter consciência de nos adequarmos ao espaço, porque nós também mudamos a rotina do lugar”, afirma a professora.</span>

&nbsp;

<span style="font-weight: 400;">No processo de escolha de um lugar que receberia as pinturas, cada aluno levou opções para que o grupo decidisse em conjunto. A sugestão de Gabriela foi o Colégio Coronel Pilar, onde fazia o estágio curricular de seu curso, dando aulas para o ensino médio. “Quando apresentei nosso projeto e nosso Grupo à escola, a proposta de pintura mural foi muito bem acolhida. A partir daí foram muitas semanas preparando os projetos e os materiais, um trabalho que desde o princípio construiu-se em coletivo”, relata a estudante.</span>

&nbsp;

<img class="wp-image-5341 size-full aligncenter" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/02/48386347_10158083494287306_307455096445206528_n.jpg" alt="" width="933" height="597" />

<span style="font-weight: 400;">Na visão da professora, a receptividade no Colégio também foi positiva. “A curiosidade que despertou em quem acompanhou a gente trabalhando foi bacana. Teve aluno do colégio que gostaria de pintar junto, de fazer o curso de Artes Visuais. Teve até quem pedisse pra pintar a fachada da sua casa”, relembra Karine. Os comentários de que a arte trouxe vida para o ambiente foram os mais ouvidos pelo grupo, o que despertou a vontade de seguir realizando o projeto.</span>

&nbsp;

<span style="font-weight: 400;">“Foi bem mais trabalhoso do qu</span><span style="font-weight: 400;">e imaginamos. E só conseguimos atender a esse colégio. Desde então surgiram pessoas convidando para irmos pintar outras escolas, hospitais, e também queremos fazer um trabalho nos ambientes públicos da cidade”, adianta Karine. Assim, o Ações Pictóricas Itinerantes,  previsto para encerrar em dezembro de 2018, foi renovado para 2019. Ainda não há definição da próxima pintura e do local, mas o objetivo segue o mesmo: “dar vida” a espaços coletivos e públicos.</span>

&nbsp;

[caption id="attachment_5338" align="aligncenter" width="960"]<img class="wp-image-5338 size-full" src="https://www.ufsm.br/comunicacao/arco/wp-content/uploads/sites/601/2019/02/48275379_2083816648323323_9101197379972890624_n.jpg" alt="Descrição da imagem: foto mostra em ângulo de 45º o interior do colégio, com duas faces internas, incluindo uma vista parcial do mural no canto à direita e os dez estudantes no canto à esquerda. As paredes do colégio estão na cor verde clara e há várias janelas e básculas. No canto inferior, está o cão." width="960" height="720" /> Pátio da Escola Estadual Coronel Pilar, local que recebeu uma das pinturas[/caption]

<b>Reportagem:</b><span style="font-weight: 400;"> Taísa Medeiros, acadêmica de Jornalismo</span>

<b>Edição:</b><span style="font-weight: 400;"> Andressa Motter, acadêmica de Jornalismo</span>

<b>Fotografias:</b><span style="font-weight: 400;"> Arquivo pessoal de Karine Perez</span>

&nbsp;]]></content:encoded>
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