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						<item>
				<title>Projeto irá estudar opiniões de agricultores sobre o herbicida 2,4-D</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/09/30/projeto-ira-estudar-opinioes-de-agricultores-sobre-o-herbicida-24-d</link>
				<pubDate>Tue, 30 Sep 2025 14:42:41 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[CCNE]]></category>
		<category><![CDATA[colegio politécnico]]></category>
		<category><![CDATA[herbicida]]></category>
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		<category><![CDATA[ppgexr]]></category>

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						<description><![CDATA[Resultados vão ajudar a compreender os impactos do herbicida em fruticulturas gaúchas]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="303" data-end="677">Um projeto de pesquisa está estudando como agricultores familiares avaliam o uso do herbicida 2,4-D. A iniciativa, intitulada <em data-start="429" data-end="543">“Deriva de Herbicidas Hormonais e seus Impactos na Fruticultura do Rio Grande do Sul na percepção dos atingidos”</em>, é coordenada pelo docente do Colégio Politécnico e do Programa de Pós-Graduação em Extensão Rural da UFSM, Gustavo Pinto da Silva.</p>
<p data-start="679" data-end="974">O estudo conta com a parceria do Laboratório de Análises de Resíduos de Pesticidas (Larp), vinculado ao Departamento de Química do Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE), e da Aliança pela Fruticultura Gaúcha. O projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética e está em fase de coleta de dados.</p>
<h3 data-start="981" data-end="1013">O que é o herbicida 2,4-D?</h3>
<p data-start="1015" data-end="1392">Os herbicidas são pesticidas químicos usados na agricultura para o controle de ervas daninhas. O 2,4-D pertence ao grupo dos chamados “herbicidas hormonais”, que imitam os hormônios de crescimento das plantas. Ele afeta culturas sensíveis, como videiras, oliveiras e nogueiras, podendo causar deformações, redução da produção, atrofiamento de ramos e até a morte das plantas.</p>
<p data-start="1394" data-end="1615">Muito utilizado em lavouras de soja, o 2,4-D é considerado mais nocivo por apresentar alta volatilidade. Ou seja, após a aplicação, pode evaporar e se deslocar pelo ar para outras áreas. <span style="font-weight: 400">Esse processo também é chamado de deriva. </span></p>
<p data-start="1394" data-end="1615">Esses herbicidas representam uma ameaça à fruticultura. Segundo a coordenadora da Aliança pela Fruticultura Gaúcha, Aline Fogaça, os impactos são cumulativos, já que a fruticultura é formada por “plantas perenes”, que permanecem no mesmo local por anos. <span style="font-weight: 400">“Quando um pomar é atingido pela deriva de herbicidas, o efeito não se limita a uma safra. Estudos mostram que, após um episódio de deriva, um pomar pode levar de 2 a 3 anos para se recuperar. Agora imagine o que ocorre com 10 ou 12 anos seguidos de exposição, os danos vão se somando e se tornam cada vez mais graves.”</span></p>
<p data-start="1394" data-end="1615"><span style="font-weight: 400">Essa problemática é amplificada pelo fato desses impactos serem irreversíveis, já que uma vez que essa “desregulação hormonal” é causada nas plantas, não existem medidas de proteção ou recuperação eficazes. “Por isso, já observamos o que chamamos de “lento declínio dos vinhedos”: áreas muito atingidas entram em queda progressiva de produção até chegar ao declínio total, com morte de plantas e perda da viabilidade econômica do pomar. O mais preocupante é que esse processo é silencioso, o produtor percebe a redução de vigor e de colheita, mas nem sempre consegue identificar que a causa está na deriva de herbicidas.”, conta Aline.</span></p>
<h3 data-start="1394" data-end="1615">Pesquisa desenvolve questionário para agricultores familiares</h3>
<p data-start="1394" data-end="1615">Para levantar as percepções dos agricultores, foi desenvolvido um <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf-rS7Ozgmn8yjCB8S0KrrWG7EF7Ng2nGdr1u_-RisoA9iimw/viewform">questionário</a> na plataforma Google Forms. Ele ficará disponível até fevereiro de 2026. Segundo Gustavo, o período é estratégico para observar culturas temperadas <span style="font-weight: 400">(plantas adaptadas a um clima de uma estação específica)</span>, como parreiras, melancia, macieiras, nogueiras e noz-pecã.</p>
<p><span style="font-weight: 400">“O projeto nasce para isso, para primeiro caracterizarmos a frequência, a ocorrência, distribuição geográfica. Vamos ter perguntas que vão avaliar também o quanto esses agricultores estão sendo prejudicados, se eles puderem estimar, e a que associam o dano sobre as plantas, seja produtivo, econômico, e o quanto isso também está impactando nas decisões de investimento das pessoas.”</span></p>
<p>As perguntas são objetivas, e os resultados serão analisados de forma quantitativa, por meio de estatísticas. A previsão é que o projeto tenha duração de um ano a um ano e meio. <span style="font-weight: 400">“Nós esperamos gerar informação para divulgar para a comunidade científica, e também, a partir dessas respostas, buscar promover a divulgação desse conhecimento para as autoridades. Os próprios agricultores também podem sugerir prioridades ou ações que possam ser desenvolvidas”, complementa.</span></p>
<h3 data-start="3889" data-end="3930">Contribuições esperadas da pesquisa</h3>
<p data-start="3932" data-end="4211">Apesar da existência de relatos e de normativas do governo estadual, ainda faltam informações científicas sobre a percepção dos agricultores. Para Gustavo, os resultados da pesquisa vão ajudar a mapear a situação no Rio Grande do Sul e a pensar em estratégias de enfrentamento.<span style="font-weight: 400"> “Tem havido uma redução muito grande da produção na região. Tem uma série de herbicidas hormonais que estão sendo liberados para uso no Brasil, e eles vão causar problemas para a produção de frutos, e principalmente para a diversidade produtiva da agricultura. Uma atividade não pode ser prejudicada por outras.”</span></p>
<p data-start="3932" data-end="4211">O docente reforça que a pesquisa busca contribuir para um desenvolvimento rural mais sustentável. Aline destaca ainda a importância de dar voz aos agricultores: <span style="font-weight: 400"> “São os agricultores que vivenciam esse problema todos os anos em seus pomares. Eles sabem na prática como a deriva de herbicidas afeta a produção, a qualidade das frutas e até a sobrevivência das plantas. A percepção deles ajuda a construir diagnósticos mais completos, embasar pesquisas e orientar políticas públicas que protejam a fruticultura e a agricultura como um todo.”</span></p>
<h3 data-start="5062" data-end="5097">Histórico da UFSM na temática</h3>
<p data-start="5099" data-end="5370">A atuação da UFSM no acompanhamento do 2,4-D não é recente. Em 2014, a Universidade iniciou, junto com a Cooperativa Agrária São José de Jaguari, os primeiros estudos sobre os impactos do herbicida. O Larp também atua desde então nessa área, com análises laboratoriais. <span style="font-weight: 400">“Chegou até nós muitas situações de agricultores que vinham perdendo colheita, e tendo alguns resultados que não eram muito positivos. Temos conhecimento que alguns produtores estão deixando de investir na atividade pelo risco.”, comenta o docente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Agora, o projeto está buscando recursos para bolsistas, e também pessoas que atuem como voluntárias. “Essa é uma grande contribuição que as pessoas podem nos ajudar, divulgar a pesquisa e o nosso formulário, ajudar aqueles agricultores que muitas vezes não tem condição de responder sozinhos.”</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Texto: Giulia Maffi, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias<br />Edição: Mariana Henriques, jornalista</span></i></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Equipes do TED/UFSM/Incra e NEP TERRA participam da Jornada de Estudos em Assentamentos Rurais na Unicamp</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/2025/07/09/equipes-do-ted-ufsm-incra-e-nep-terra-participam-da-jornada-de-estudos-em-assentamentos-rurais-na-unicamp</link>
				<pubDate>Wed, 09 Jul 2025 18:58:42 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[nep terra]]></category>
		<category><![CDATA[ppgexr]]></category>
		<category><![CDATA[TED/UFSM]]></category>

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						<description><![CDATA[Entre os dias 25 e 27 de junho, integrantes do TED/UFSM/Incra e do Núcleo de Extensão e Pesquisa em Territorialidade, Extensão Rural e Reforma Agrária &#8211; NEP TERRA, juntamente com estudantes de pós-graduação e professores do Programa de Pós-Graduação em Extensão Rural &#8211; PPGExR &#8211; da UFSM, participaram ativamente da X Jornada de Estudos em [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-weight: 400"><img class=" wp-image-11767 alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2025/07/09-07-2025-1024x760.jpg" alt="" width="854" height="634" />Entre os dias 25 e 27 de junho, integrantes do TED/UFSM/Incra e do Núcleo de Extensão e Pesquisa em Territorialidade, Extensão Rural e Reforma Agrária - <a href="https://www.instagram.com/nep_terra/"><strong>NEP TERRA</strong></a>, juntamente com estudantes de pós-graduação e professores do Programa de Pós-Graduação em Extensão Rural - <a href="https://www.instagram.com/ppgexr/"><strong>PPGExR</strong></a> - da UFSM, participaram ativamente da X Jornada de Estudos em Assentamentos Rurais. O evento foi sediado na Faculdade de Engenharia Agrícola da Unicamp (FEAGRI), em Campinas, São Paulo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A participação do grupo da UFSM teve como foco a apresentação de trabalhos de pesquisa e extensão, que são resultado das atividades desenvolvidas em suas respectivas áreas. Além das apresentações, a jornada proporcionou um espaço para debates aprofundados sobre indicadores de reforma agrária e discussões cruciais sobre os caminhos da extensão rural no Brasil, abordando os desafios e perspectivas para o futuro do setor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A relevância da presença da UFSM no evento foi sublinhada pela Professora Sonia Bergamasco, da Unicamp, reconhecida referência na área de extensão rural no país. Ela elogiou o PPGExR da UFSM: "É um centro de formação e de pesquisa de grande excelência. Tudo que pude viver, em 50 anos de atuação na área, Santa Maria sempre foi um ícone de formação, nos projetos de pesquisa, de extensão, de avanço dos problemas e nas questões da extensão rural no Brasil", declarou. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além das apresentações de trabalhos, o Prof. Pedro Neumann (UFSM) participou da mesa temática sobre "Extensão Rural Agroecológica e o fortalecimento da prática extensionista", que contou com a presença de representantes de movimentos sociais, da Unicamp e da Anater.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ao todo, a equipe da UFSM apresentou nove trabalhos e participou de três mesas de debate, consolidando sua relevância no campo dos estudos sobre extensão rural e assentamentos rurais.</span></p>
<p> </p>
<h3><b>Confira alguns dos trabalhos apresentados pela equipe da UFSM</b></h3>
<p><b>IDEARA – Índice de Desempenho dos Assentamentos de Reforma Agrária</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">O índice compara o desempenho de estabelecimentos assentados em 34 indicadores primários com a média geral de estabelecimentos rurais em cada região intermediária do IBGE, utilizando dados do Censo Agropecuário de 2017.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Apresentado por:</span></i><span style="font-weight: 400"> Prof. Renato de Souza (PPGExR/UFSM). </span></p>
<p> </p>
<p><b>O Envelhecimento nos Assentamentos Rurais de Santana do Livramento – RS</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">O trabalho compara, a partir dos dados do Sistema Integrado de Gestão Rural dos Assentamentos (SIGRA), as mudanças demográficas ocorridas nos assentamentos federais de Santana do Livramento-RS no período de 2015-2024. Os resultados apontam para um processo de envelhecimento da população dos assentamentos, que demanda novas formas de ação do Estado para o desenvolvimento das áreas reformadas.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Apresentado por:</span></i><span style="font-weight: 400"> Eduardo Flech – Tutor Territorial (TED/UFSM/Incra).</span></p>
<p> </p>
<p><b>Mulheres Camponesas e a Construção de Territorialidades Coletivas: Reflexões sobre o Viveiro Comunitário no Assentamento de Viamão, RS.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">A pesquisa descreve o trabalho coletivo da Associação Mulheres da Terra no Assentamento Filhos de Sepé, em Viamão/RS. Foca na reprodução social e ecológica, destacando a construção de um viveiro comunitário de mudas nativas como estratégia de resistência. Este trabalho confere visibilidade às mulheres da associação, reforçando a coletividade e as relações de solidariedade e empatia, tanto entre elas quanto com a natureza.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Apresentado por:</span></i><span style="font-weight: 400"> Juliana Almeida – Tutora Territorial (TED/UFSM/Incra) e estudante de Doutorado (PPGExR/UFSM).</span></p>
<p> </p>
<p><b>Acesso à ATER em Assentamentos Rurais: Um Panorama das Regiões Brasileiras a Partir do Censo Agropecuário de 2017</b></p>
<p><b>Panorama da Orientação Técnica Recebida por Assentamentos Rurais no Rio Grande do Sul com Base no Censo Agropecuário de 2017</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ambos os trabalhos analisam o panorama de acesso e a origem da orientação técnica recebida em assentamentos rurais nas regiões brasileiras e no Rio Grande do Sul, com base nos dados do Censo Agropecuário, visando refletir sobre os desafios e especificidades regionais nas políticas de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER).</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">Apresentados por: </span></i><span style="font-weight: 400">Marina Calisto – Estudante de Doutorado (PPGExR/UFSM) e Membro do NEP TERRA.</span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Professores do Instituto Politécnico de Coimbra participam de evento na UFSM na quinta (3)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/04/01/professores-do-instituto-politecnico-de-coimbra-participam-de-evento-na-ufsm-na-quinta-3</link>
				<pubDate>Tue, 01 Apr 2025 12:09:04 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[coimbra]]></category>
		<category><![CDATA[emergência climática]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>
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		<category><![CDATA[PPGRI]]></category>

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						<description><![CDATA[Tema será "Mercados de proximidade e circuitos agroalimentares sustentáveis em tempos de emergência climática: desafios territoriais e globais"]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O painel "Mercados de proximidade e circuitos agroalimentares sustentáveis em tempos de emergência climática: desafios territoriais e globais" será realizado na próxima quinta-feira (3), às 14h, no auditório do CCSH (sala 4222 do prédio 74C). </p>
<p>Estarão participando Maria Isabel Dinis e Eber M. Q. Hernandez, professores do Instituto Politécnico de Coimbra, Portugal, e os docentes da UFSM Rita Paetzhold Pauli, Gustavo Pinto da Silva, José Marcos Froehlich e José Luiz de Moura Filho.</p>
<p>A promoção é do Núcleo de Estudos e Extensão em Desenvolvimento Territorial, Territorialidades e Sustentabilidade (NEDETS) e dos programas de pós-graduação em Extensão Rural, Ciências Sociais, Economia e Desenvolvimento e Relações Internacionais da UFSM.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>3º Seminário Nacional de Extensão Rural será realizado na UFSM em abril</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/03/20/3o-seminario-nacional-de-extensao-rural-sera-realizado-na-ufsm-em-abril</link>
				<pubDate>Thu, 20 Mar 2025 11:57:52 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão Rural]]></category>
		<category><![CDATA[ppgexr]]></category>

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						<description><![CDATA[Programação será de 23 a 25 de abril, voltada a docentes, estudantes, extensionistas e agricultores]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><span style="font-family: Roboto Slab"><span style="color: #333333">O 3º Seminário Nacional de Extensão Rural (SNEER) será realizado no Campus Sede da UFSM de 23 a 25 de abril. Com programação presencial, o evento </span><span style="color: #333333">terá como tema mobilizador “As instituições de ensino e a promoção da agroecologia na política de extensão rural”.</span></span></p>
<p>A programação terá início às 9h do dia 23, com abertura oficial, seguida da mesa de abertura do Fórum Nacional <span style="font-family: Roboto Slab"><span style="color: #333333">de Professoras e Professores de Extensão Rural, que fará um resgate da história do coletivo e os desafios para seu fortalecimento. </span></span></p>
<p>Os 48 trabalhos acadêmicos aprovados para o evento foram organizados em torno de temáticas comuns, resultando em quatro sessões científicas, que ocorrerão simultaneamente no dia 25, das 8h30 às 12h. Os trabalhos foram selecionados ainda no ano passado.</p>
<p>As inscrições seguem abertas até 25 de abril para docentes, extensionistas, agricultores e estudantes.</p>
<p>A realização é do Programa de Pós-Graduação em Extensão Rural, Departamento de Educação Agrícola e Extensão Rural e Fórum Nacional <span style="font-family: Roboto Slab"><span style="color: #333333">de Professoras e Professores de Extensão Rural</span></span></p>
<p>Programação completa, inscrições e mais informações no <a href="https://www.even3.com.br/seminario-de-ensino-em-extensao-rural-433467/" target="_blank" rel="noopener">site do evento</a>.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pesquisadora do PPGExR da UFSM recebe prêmio de melhor tese</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/2023/10/18/pesquisadora-do-ppgexr-da-ufsm-recebe-premio-de-melhor-tese</link>
				<pubDate>Wed, 18 Oct 2023 18:02:38 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão Rural]]></category>
		<category><![CDATA[ppgexr]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio]]></category>
		<category><![CDATA[tese]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/?p=9163</guid>
						<description><![CDATA[O Programa de Pós-graduação em Extensão Rural da UFSM tem a honra de compartilhar com a comunidade acadêmica a conquista significativa da sua egressa, Janaina Betto, que recebeu o prêmio de melhor tese no 10° Encontro da Rede de Estudos Rurais. O evento, que ocorreu de 27 a 31 de agosto na Universidade Federal de [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><img class=" wp-image-9164 alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2023/10/18-10-23-8-292x300.jpg" alt="" width="349" height="359" />O Programa de Pós-graduação em Extensão Rural da UFSM tem a honra de compartilhar com a comunidade acadêmica a conquista significativa da sua egressa, Janaina Betto, que recebeu o prêmio de melhor tese no 10° Encontro da Rede de Estudos Rurais. O evento, que ocorreu de 27 a 31 de agosto na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), São Paulo, teve como tema "Terra, fome e poder: desafios para o rural contemporâneo".</p>
<p>A premiação, denominada "Prêmio Maria de Nazareth Baudel Wanderley", reconhece a excelência de trabalhos interdisciplinares e das ciências sociais com enfoque rural. Esta é a primeira vez em que uma tese do PPGExR é agraciada com esse prestigiado prêmio.</p>
<p>Janaina Betto fez história ao se tornar a primeira mulher pesquisadora a receber essa distinção. Sua tese, intitulada “Presença, Chamado, Reflorestar: criações políticas da marcha das mulheres indígenas”, foi orientada pelo professor Marcos Botton Piccin (PPGExR/UFSM) e co-orientada pela professora Luiza Dias Flores (PPGAS/UFAM). A pesquisa apresenta uma descrição etnográfica detalhada da Marcha das Mulheres Indígenas, nas edições de 2019 e 2021.</p>
<p>Essas pesquisas são essenciais para a construção de reflexões significativas e para encontrar soluções diante das diversas crises que povos indígenas, comunidades tradicionais, quilombolas e camponeses, especialmente mulheres, enfrentam atualmente.</p>
<p>A Rede de Estudos Rurais, organizadora do evento, é uma associação sem fins lucrativos sediada no Rio de Janeiro. Composta por pesquisadores dedicados ao estudo do mundo rural, a Rede visa promover o diálogo e o avanço do conhecimento nessa área, reconhecendo trabalhos excepcionais como o de Janaina Betto.</p>
<p>O PGExR da UFSM parabeniza Janaina Betto por essa conquista notável e celebra seu importante trabalho, que contribui significativamente para o avanço da pesquisa no campo dos estudos rurais.</p>
<p><a href="https://www.instagram.com/ppgexr/"><em><strong>Para mais informações, entre em contato pelo Instagram.</strong></em></a></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Pesquisador do CCR recebe prêmio de melhor artigo no Encontro Brasileiro de Pesquisadores em Cooperativismo</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/2023/10/05/pesquisador-do-ccr-recebe-premio-de-melhor-artigo-no-encontro-brasileiro-de-pesquisadores-em-cooperativismo</link>
				<pubDate>Thu, 05 Oct 2023 16:36:26 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Cooperativismo]]></category>
		<category><![CDATA[diversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão Rural]]></category>
		<category><![CDATA[ppgexr]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/?p=9081</guid>
						<description><![CDATA[O pesquisador Ricardo Alberti, atual doutorando no Programa de Pós-graduação em Extensão Rural da Universidade Federal de Santa Maria, foi honrado com o prêmio de melhor artigo científico na categoria Educação, Inovação e Diversidade durante a 7ª Edição do Encontro Brasileiro de Pesquisadores em Cooperativismo. O evento, que se desenrolou nos dias 17, 18 e [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><img class=" wp-image-9082 alignright" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2023/10/05-10-23-240x300.jpg" alt="" width="317" height="396" />O pesquisador Ricardo Alberti, atual doutorando no <a href="https://www.instagram.com/ppgexr/">Programa de Pós-graduação em Extensão Rural da Universidade Federal de Santa Maria</a>, foi honrado com o prêmio de melhor artigo científico na categoria Educação, Inovação e Diversidade durante a <a href="https://www.even3.com.br/7ebpc/">7ª Edição do Encontro Brasileiro de Pesquisadores em Cooperativismo</a>. O evento, que se desenrolou nos dias 17, 18 e 19 de setembro em Brasília, reuniu especialistas e estudiosos de todo o país.</p>
<p>Alberti apresentou um trabalho que não apenas demonstrou excelência acadêmica, mas também inovou ao abordar temas cruciais relacionados à educação, inovação e diversidade no contexto do cooperativismo. Seu estudo foi elogiado não apenas pela profundidade da pesquisa, mas também pela maneira como trouxe uma nova perspectiva para a interseção desses temas vitais.</p>
<p>O Encontro Brasileiro de Pesquisadores em Cooperativismo é conhecido por atrair mentes brilhantes e apaixonadas de várias disciplinas, proporcionando um ambiente propício para o intercâmbio de ideias e a colaboração entre pesquisadores. A 7ª edição do evento não foi exceção, com palestras inspiradoras, apresentações envolventes e discussões estimulantes que delinearam o cenário atual da pesquisa no campo do cooperativismo no Brasil.</p>
<p>Ricardo Alberti expressou sua gratidão pelo reconhecimento e dedicou o prêmio aos colegas de sua equipe de pesquisa, bem como aos professores e orientadores que o apoiaram ao longo de sua jornada acadêmica. Ele também enfatizou a importância de continuar explorando temas que promovam a educação, a inovação e a diversidade dentro do contexto das cooperativas, a fim de impulsionar o desenvolvimento sustentável e a inclusão social no país.</p>
<p> </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Egressa da UFSM tem tese premiada no 10° Encontro da Rede de Estudos Rurais</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/09/05/egressa-da-ufsm-tem-tese-premiada-no-10-encontro-da-rede-de-estudos-rurais</link>
				<pubDate>Tue, 05 Sep 2023 14:14:29 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[educação agrícola e extensão rural]]></category>
		<category><![CDATA[egressa]]></category>
		<category><![CDATA[ppgexr]]></category>
		<category><![CDATA[tese]]></category>

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						<description><![CDATA[Janaina Betto defendeu tese no Programa de Pós-Graduação em Extensão Rural]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<div>A egressa da UFSM Janaina Betto recebeu o prêmio de melhor tese no <a href="https://redesrurais.org.br/encontro10/" target="_blank" rel="noopener">10° Encontro da Rede de Estudos Rurais</a>, realizado de 27 a 31 de agosto na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), São Paulo. O evento teve como tema “Terra, fome e poder: desafios para o rural contemporâneo”.</div>
<div> </div>
<div>A tese condecorada, "Presença, chamado, reflorestar: criações políticas da marcha das mulheres indígenas", foi defendida por Janaina em 2022 no Programa de Pós-Graduação em Extensão Rural, sob orientação do professor Marcos Botton Piccin, do Departamento de Educação Agrícola e Extensão Rural da UFSM, e co-orientação da professora Luiza Dias Flores, da Universidade Federal do Amazonas (UFAM). Ela apresenta uma descrição etnográfica detalhada da Marcha das Mulheres Indígenas, em suas edições de 2019 e 2021, e de alguns eventos online que aconteceram durante a pandemia, todos organizados pela Articulação Nacional das Mulheres Indígenas Guerreiras da Ancestralidade (Anmiga). </div>
<div> </div>
<div><span style="font-size: revert;color: initial">Janaina explica que o tema surgiu a partir da 1ª marcha, em 2019. "Foi quando decidi que esse modo de luta, pautado no canto, na dança, no ritual e também nas ações políticas de enfrentamento, merecia maior atenção da academia. As marchas são uma forma de mobilização feminina indígena recente, cujas pautas principais são a luta pela terra (demarcação de terras indígenas) e pelo fim das diversas formas de violência com o corpo-território. A pesquisa possui ineditismo, pois reflete um acompanhamento dessa fase inicial de mobilização via marchas e de seus desdobramentos nos anos seguintes. A pesquisa também tem sua relevância porque demonstra que a sociedade não-indígena pode aprender com as mulheres indígenas acerca de outros relações possíveis com a terra, que sejam pautadas no cuidado e não na exploração, em prol da garantia de um futuro possível para todos e todas", destaca. </span></div>
<div> </div>
<div><span style="font-size: revert;color: initial">A egressa da UFSM foi a primeira mulher pesquisadora a receber o Prêmio “Maria de Nazareth Baudel Wanderley”, que reconhece a excelência de trabalhos interdisciplinares e das ciências sociais com enfoque rural. A premiação também é importante por sinalizar maior abertura dos estudos rurais à presença indígena. "A ciência que fazemos na universidade pode (e deve) ser feita a partir do diálogo com os conhecimentos ancestrais dos diversos povos indígenas. Temos mais de 305 etnias em nosso país, essa diversidade deve ter celebrada. Cabe destacar que na atualidade contamos com excelentes pesquisadoras indígenas, como Jozileia Kaingang, Braulina Baniwa, Sandra Benites, Cristiane Pankararu, Ana Manoela Karipuna, entre outras. Na UFSM, por exemplo, a estudante de Relações Internacionais Rayane Xipaya está construindo uma trajetória como pesquisadora na área de direito internacional do reconhecimento, meio ambiente e raça", relata. </span></div>
<div> </div>
<div><span style="font-size: revert;color: initial">Atualmente, Janaína mantém vínculo com a UFSM por meio de um TED UFSM/Incra, contribuindo como pesquisadora no Núcleo de Extensão e Pesquisa “Territorialidades, Extensão Rural e Reforma Agrária”, além de auxiliar no projeto “Rede Básica”, com a elaboração de materiais didáticos para educação indígena, e no programa Gênero, Interseccionalidade e Direitos Humanos (</span><span style="font-size: revert;color: initial">GIDH). Também está trabalhando na elaboração de um livro decorrente da tese e de artigos para periódicos nas áreas dos estudos rurais e da antropologia. </span></div>
<div> </div>
<div><span style="font-size: revert;color: initial">"Intenciono que essa premiação incentive outros pesquisadores e outras pesquisadoras jovens a apostar na importância da pesquisa junto a povos indígenas, comunidades tradicionais, quilombolas e camponeses, sobretudo mulheres, para construir reflexões relevantes e saídas diante das diversas crises que vivemos como sociedade", afirma. </span></div>
<div> </div>
<div><span style="font-size: revert;color: initial">A Rede de Estudos Rurais é uma associação sem fins lucrativos, com sede no Rio de Janeiro, formada por pesquisadores voltados para o estudo dos fenômenos rurais.</span></div>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Debate e lançamento de livro sobre formação da agricultura familiar será na sexta (7)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/10/03/debate-e-lancamento-de-livro-sobre-formacao-da-agricultura-familiar-sera-na-sexta-7</link>
				<pubDate>Mon, 03 Oct 2022 14:16:36 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[CCSH]]></category>
		<category><![CDATA[ciências sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Nesaf]]></category>
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		<category><![CDATA[rede terra]]></category>

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						<description><![CDATA[Debate ocorre no auditório do Nesaf, às 16h ]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><!-- wp:tadv/classic-paragraph --></p>
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/10/Convite-lancamento-Everton-Lazzaretti-Picolotto.jpg"><img class="alignright  wp-image-59898" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/10/Convite-lancamento-Everton-Lazzaretti-Picolotto.jpg" alt="" width="461" height="461" /></a>O Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS) e o professor Everton Lazzaretti Picolotto, do Departamento de Ciências Sociais da UFSM, promovem o evento de lançamento na UFSM do livro <a href="https://www.ufsm.br/2022/09/12/professor-da-ufsm-publica-livro-sobre-a-formacao-da-agricultura-familiar-no-brasil/#:~:text=A%20Forma%C3%A7%C3%A3o%20da%20Agricultura%20Familiar%20no%20Pa%C3%ADs%20da%20Grande%20Lavoura,de%20pesquisa%20sobre%20o%20tema." target="_blank" rel="noopener">“A formação da agricultura familiar no país da grande lavoura“</a>, de autoria de Everton. Será na sexta-feira (7), às 16h, no auditório do Núcleo de Estudos em Agricultura Familiar (Nesaf), prédio 44F do Centro de Ciências Rurais (CCR).</p>
<p>Na oportunidade, será realizado um debate com os professores Marcos Piccin (PPGExR e PPGCS da UFSM) e Douglas Censi (coordenador da Fetraf-RS), com moderação da professora Iolanda Araujo (pesquisadora do Instituto Rede Terra – UFSM).</p>
<p>Publicado em 2022 pela Editora Appris, a obra é resultado de investimentos em pesquisa de mais de 10 anos.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p><!-- /wp:tadv/classic-paragraph --></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Representantes da UFSM participam do Encontro Latino-Americano de Pós-Graduação em Saneamento Global</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/03/09/representantes-da-ufsm-participam-do-encontro-latino-americano-de-pos-graduacao-em-saneamento-global</link>
				<pubDate>Wed, 09 Mar 2022 15:44:46 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[daniel picilli]]></category>
		<category><![CDATA[encontro latino americano de pós-graduação em saneamento global]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão Rural]]></category>
		<category><![CDATA[ppgexr]]></category>
		<category><![CDATA[saneamento]]></category>

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						<description><![CDATA[A UFSM terá representantes no 1º Encontro Latino-Americano de  Pós-Graduação em Saneamento Global, que acontecerá nesta quinta (10), em Montevidéu/URU. O evento é organizado pela Universidade Tecnológica do Uruguai em parceria com IHE Delft Institute for Water Education, com o objetivo debater conteúdos, materiais, treinamentos e cursos de pós-graduação (online e presencial) na área de [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>A UFSM terá representantes no 1º Encontro  Latino-Americano de  Pós-Graduação em Saneamento Global,  que acontecerá nesta quinta (10),  em Montevidéu/URU. O evento é organizado pela Universidade Tecnológica do Uruguai em parceria com IHE Delft Institute for Water Education, com o objetivo debater conteúdos, materiais, treinamentos e cursos de pós-graduação (online e presencial) na área de saneamento, através do uso de uma plataforma de capacitações fornecida pelo IHE Delft (Global Sanitation Graduate School – GSGS).</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Fazem parte da representação brasileira o pesquisador Alexandre Troian, que atualmente está em pós-doutorado no Programa de Pós-Graduação em Extensão Rural da UFSM e o professor Daniel Gustavo Picilli, do Programa de Engenharia Sanitária Ambiental, além de representantes da Universidade Federal de Viçosa, Unipampa e UERGS-São Francisco de Paula.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O Encontro prevê a participação de 34 participantes, representando 20 países da América Latina e Caribe. De acordo com Alexandre Troian, os principais objetivos da representação da UFSM são:</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>-&nbsp;&nbsp;Fomentar ações&nbsp;interativas que envolvem a pesquisa e ensino entre a Universidade Tecnológica do Uruguai e Universidade Federal de Santa Maria, como: mobilidade de docentes e&nbsp;&nbsp;discentes.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>-&nbsp;&nbsp;Analisar a possibilidade de acordo entre a o IHE Delft (Institute for Water Education – com sede na Holanda) e a UFSM.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>-  Averiguar a potencialidade dos materiais fornecidos pelo IHE Delft no sentido de subsidiar os cursos existentes na UFSM, ou ainda, se for considerado viável, pensar cursos e/ou capacitações inéditas nesta área para nossa universidade.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Além destes objetivos estratégicos, Troian também afirmou que outra meta é levantar possibilidades de financiamento para a pesquisa em saneamento na universidade, além da importância da instituição estar inserida no debate global sobre o saneamento. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p> </p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Ciclo de palestras sobre experiências em extensão rural inicia nesta sexta (2)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/07/02/ciclo-de-palestras-sobre-experiencias-em-extensao-rural-inicia-nesta-sexta-2</link>
				<pubDate>Fri, 02 Jul 2021 11:31:38 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[ciclo de palestras]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão Rural]]></category>
		<category><![CDATA[ppgexr]]></category>

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						<description><![CDATA[Palestra inaugural será com professor da UFRGS, às 16h]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O Programa de Pós-Graduação em Extensão Rural (PPGExR) da UFSM promove a partir desta sexta (2) o Ciclo de Palestras/Lives Experiências em Extensão Rural. Serão realizadas palestras em todas as sextas-feiras do mês de julho (2, 9, 16, 23 e 30), das 14h30 às 16h30. </p>
<p>A palestra inicial, que será ministrada em horário diferente das demais, das 16h às 18h desta sexta (2), terá como temática “Saúde mental na pós-graduação em tempos de pandemia” e será ministrada pelo professor do <span style="font-size: inherit">Departamento de Psicologia do Desenvolvimento e da Personalidade da UFRGS</span> Adolfo Pizzinato<span style="font-size: inherit">. A transmissão será pelo <a href="https://www.youtube.com/watch?v=U0VUo_-ZNds" target="_blank" rel="noopener">YouTube</a>.</span></p>
<p>O ciclo de palestras é aberto à população em geral, sem necessidade de inscrição. Para obter certificado, é preciso ter participação mínima em 75% das palestras.</p>
<p>Mais informações e programação das palestras na página do PPGExR no <a href="https://www.facebook.com/ppgexr" target="_blank" rel="noopener">Facebook</a>.  </p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Projeto da UFSM divulga ações voltadas ao fomento à economia solidária</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/11/10/projeto-da-ufsm-divulga-acoes-voltadas-ao-fomento-a-economia-solidaria</link>
				<pubDate>Tue, 10 Nov 2020 12:55:46 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[economia solidária]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão Rural]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[ppgexr]]></category>

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						<description><![CDATA[O projeto Fomento à Economia Solidária na Região Central do Rio Grande do Sul, da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), realiza uma série de ações com o intuito de fortalecer a economia solidária, a agricultura familiar, o comércio justo e o consumo ético e solidário, além de apoiar a Feira Internacional do Cooperativismo (Feicoop), [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_54360" align="alignright" width="450"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2020/11/WhatsApp-Image-2020-11-09-at-17.04.39-1.jpeg"><img class="wp-image-54360" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2020/11/WhatsApp-Image-2020-11-09-at-17.04.39-1.jpeg" alt="" width="450" height="337" /></a> Projeto oferece suporte técnico à horta comunitária no Loteamento Zilda Arns[/caption]
<p>O projeto Fomento à Economia Solidária na Região Central do Rio Grande do Sul, da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), realiza uma série de ações com o intuito de fortalecer a economia solidária, a agricultura familiar, o comércio justo e o consumo ético e solidário, além de apoiar a Feira Internacional do Cooperativismo (Feicoop), que neste ano terá uma edição virtual especial.</p>
<p>O projeto é executado pela UFSM, em parceria com o Projeto Esperança/Cooesperança, e conta com cinco estagiários e seis bolsistas (alunos de graduação), além da atuação voluntária de mestrandos e doutorandos do Programa de Pós-Graduação em Extensão Rural (PPGExR).</p>
<p>Sob coordenação da professora Gisele Martins Guimarães, o projeto está presente todos os sábados no Centro de Economia Solidária Dom Ivo Lorcheister, promovendo atividades de capacitação para agricultores e feirantes por meio da realização de cursos de boas práticas de fabricação, rotulagem, embalagem de produtos e medidas de prevenção à Covid-19, além de oferecer suporte técnico à horta comunitária Neide Vaz, localizada no Loteamento Zilda Arns, também fornecendo orientações técnicas a produtores de leite em sistemas produtivos de base ecológica.</p>
<p>O projeto Fomento à Economia Solidária também desenvolve ações que visam respeitar as normativas de boas práticas de manipulação de alimentos e protocolos de segurança frente às estratégias de combate à Covid-19, realizando atividades de pesquisa a respeito das mudanças percebidas na feira.</p>
<p>De acordo com a coordenadora, o projeto apresenta uma questão social muito evidente que passa pelo “fortalecimento dos pequenos empreendimentos rurais e urbanos, por meio de ações de formação e capacitação dos sujeitos, contribuindo, assim, para maior visibilidade dos produtos da economia solidária, como estratégia de desenvolvimento sustentável”.</p>
<p>As ações do projeto visam ao estímulo do consumo dos produtos da agricultura familiar em uma perspectiva de segurança alimentar, conscientização para a produção e consumo dos produtos agroecológicos entre outras atividades.</p>
<p>Confira algumas ações e mais informações sobre o projeto na página no <a href="https://www.facebook.com/fomentoeconomiasolidariaufsm" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Facebook</a>.</p>
<p><em>Foto: Divulgação</em></p>
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													</item>
						<item>
				<title>Dissertação da UFSM ganha Prêmio Sober de Mestrado em Sociologia Rural</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2020/11/09/dissertacao-da-ufsm-ganha-premio-sober-de-mestrado-em-sociologia-rural</link>
				<pubDate>Mon, 09 Nov 2020 12:55:27 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[dissertação]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão Rural]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres rurais]]></category>
		<category><![CDATA[plantas medicinais]]></category>
		<category><![CDATA[ppgexr]]></category>
		<category><![CDATA[sober]]></category>

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						<description><![CDATA[Juliana Almeida Costa, mestra em Extensão Rural pelo Programa de Pós-Graduação em Extensão Rural (PPGExR) da UFSM, teve sua dissertação premiada pela Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural (Sober). Com o título “Mulheres rurais e plantas medicinais: saberes, socialidades e autonomia feminina”, a dissertação foi selecionada e premiada como a Melhor Dissertação de [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p></p>
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<p>Juliana Almeida Costa, mestra em Extensão Rural pelo Programa de Pós-Graduação em Extensão Rural (PPGExR) da UFSM, teve sua dissertação premiada pela Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural (Sober). Com o título “Mulheres rurais e plantas medicinais: saberes, socialidades e autonomia feminina”, a dissertação foi selecionada e premiada como a Melhor Dissertação de Mestrado em Sociologia Rural pela banca examinadora do 58º Congresso da Sober.</p>
<p>Orientada pelo professor Joel Orlando Bevilaqua Marin, a dissertação de Juliana aborda as relações estabelecidas entre as mulheres do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), que são referências em suas comunidades, regiões ou para o próprio movimento social ao qual pertencem, e as plantas medicinais para a construção da autonomia e protagonismo feminino, “além de como essas mulheres, a partir da lógica do cuidado, que é uma prática imposta a nós, mulheres, pela sociedade patriarcal, conseguem ressignificar e construir processos de emancipação social”, explica.</p>
<p>A mestra em Extensão Rural conta que toda sua trajetória de trabalho com mulheres assentadas da Reforma Agrária envolveu as plantas medicinais. Antes de começar seu mestrado Juliana trabalhou 14 anos com famílias assentadas nos municípios de Jóia e Tupanciretã, através do programa de assessoria técnica, social e ambiental do Incra, entre os anos de 2003 e 2017.</p>
<p>Para realizar a pesquisa de campo, Juliana entrevistou seis mulheres, de diferentes regiões do Rio Grande do Sul, que foram referências para o setor de saúde do MST da sua comunidade e região. As pesquisas para sua tese começaram em agosto de 2018 e a defesa de seu trabalho foi em agosto de 2019. “Muitas das observações e percepções que constam na minha dissertação foram apreendidas em outras vivências, tanto nas vivências de trabalho quanto nas vivências que tive com essas mulheres em alguns outros momentos ao longo do mestrado, como em encontros e espaços coletivos delas que tive a oportunidade de participar”, afirma.</p>
<p>Juliana enfatiza a importância da UFSM e do Programa de Pós-Graduação em Extensão Rural na conclusão de seu trabalho. “Este trabalho só foi possível de ser realizado por mim porque foi realizado na UFSM, universidade pública, gratuita e de qualidade, que permite nossa qualificação profissional de maneira tão espetacular. A acolhida pelo programa de uma temática que traz mulheres militantes de um movimento social e suas relações com as plantas medicinais como eixos centrais demonstra que o programa compreende a importância da diversidade de ideias dentro da ciência", destaca.</p>
<p>De acordo com Juliana, os resultados de sua pesquisa são experiência de extrema relevância para a sociedade e para a ciência brasileira. “Creio que o principal resultado foi a compreensão de que as mulheres que fazem parte desta pesquisa só ressignificaram o cuidado porque estavam organizadas coletivamente, porque o coletivo cumpre um papel fundamental na organização e emancipação das mulheres. Além disso, a compreensão que elas têm sobre a importância de seus saberes e suas trajetórias é outro ponto interessante, pois saber sobre as plantas é importante para suas famílias, comunidades, movimentos sociais, mas saberem o quanto estes saberes são valiosos, isso é importante para a humanidade”, analisa.</p>
<p>A cerimônia para a entrega do prêmio aconteceu no dia 27 de outubro, na Assembleia Geral dos Associados do 58º Congresso da Sober, realizada de forma virtual.</p>
<p><em>Texto: Ana Júlia Müller Fernandes, acadêmica de Jornalismo, bolsista da Agência de Notícias</em><br /><em>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</em></p>
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