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				<title>Docente da UFSM-PM participa de Programa de Conservação de casal de pererecas ameaçadas de extinção</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2022/07/29/ufsm-pm-participa-de-programa-de-conservacao-de-casal-de-pererecas-ameacadas-de-extincao</link>
				<pubDate>Fri, 29 Jul 2022 11:42:55 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[Foz do Iguaçu]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[preservação]]></category>
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						<description><![CDATA[O projeto de reprodução da espécie é realizado no Parque das Aves, em Foz do Iguaçu]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <p style="margin-bottom: 1rem;margin-top: 0px;font-family: rawline, sans-serif;color: #000000;font-size: 16px;font-style: normal;font-weight: 400;letter-spacing: normal;text-align: start;text-indent: 0px;text-transform: none;background-color: #ffffff">Um casal de pererecas da espécie&nbsp;<em style="font-family: rawline, sans-serif !important">Pithecopus rusticus</em>&nbsp;foi levado, no mês de abril deste ano, para o&nbsp;<a style="color: #204c90;text-decoration: none;font-family: rawline, sans-serif !important" href="https://blog.parquedasaves.com.br/2022/07/pererecas-ameacadas-de-extincao-chegam-ao-parque-das-aves/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://blog.parquedasaves.com.br/2022/07/pererecas-ameacadas-de-extincao-chegam-ao-parque-das-aves/&amp;source=gmail&amp;ust=1659113153552000&amp;usg=AOvVaw0xqHcR2QUIjJdF0E8YYv72">Parque das Aves</a>, em Foz do Iguaçu, onde serão cuidadas por pesquisadores. A ação faz parte de um plano para a conservação da espécie que é considerada em extinção. Com o apoio do Parque Nacional do Iguaçu, as pererecas chegaram à Foz do Iguaçu de helicóptero, o que reduziu o tempo de transporte, visando minimizar o estresse aos animais. A operação marcou o início do programa de conservação em cativeiro desse anfíbio, considerado criticamente em perigo de extinção, segundo a&nbsp;<a style="color: #204c90;text-decoration: none;font-family: rawline, sans-serif !important" href="https://in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-mma-n-148-de-7-de-junho-de-2022-406272733">Portaria do Ministério do Meio Ambiente nº 148, de 07/06/2022</a>, que atualizou a Lista Nacional de Espécies Ameaçadas de Extinção. O trabalho é fruto da parceria entre a Universidade Federal de Santa Maria, o Parque das Aves e a Reserva Paulista (Zoo de São Paulo), com apoio do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Répteis e Anfíbios do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (RAN-ICMBio).</p>
<figure>
										<img width="1024" height="577" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/07/Femea-do-casal-de-pererecas-ameacadas-de-extincao-Foto-Equipe-do-Parque-das-Aves.-1.jpg" alt="" loading="lazy"><figcaption>Fêmea do casal de pererecas ameaçadas de extinção</figcaption></figure>
<figure>
										<img width="1024" height="577" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/07/Macho-do-casal-de-pererecas-ameacadas-de-extincao-Foto-Equipe-do-Parque-das-Aves..jpg" alt="" loading="lazy">											<p></p>
<figcaption>Macho do casal de pererecas ameaçadas de extinção</figcaption>
</figure>
<p></p>

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</p>
<p>Conforme a docente Elaine Lucas, integrante do <a style="font-size: 1rem;background-color: var(--bs-body-bg);text-align: var(--bs-body-text-align)" href="https://www.anfibiosdasaraucarias.com.br/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.anfibiosdasaraucarias.com.br/&amp;source=gmail&amp;ust=1659113153552000&amp;usg=AOvVaw2-3OxsdHk4_qXTv-TZ0gYh">Projeto Anfíbios Ameaçados da Floresta com Araucárias e Ecossistemas Associados</a>, que reúne pesquisadores da UFSM e de outras universidades, esta espécie de anfíbio é endêmica do Brasil, isso significa que ela só pode ser encontrada em nosso país, em uma pequena área de campos de altitude no bioma Mata Atlântica, no estado de Santa Catarina. “Atualmente, a única população conhecida da espécie está em uma área altamente impactada. próxima de uma estrada, com presença de gado e plantações”, explica a pesquisadora. A espécie foi descrita pela ciência somente em 2014 e ainda não possui um nome popular estabelecido, mas é chamada por alguns pesquisadores de perereca-rústica.</p>
<p>Segundo Paloma Bosso, diretora técnica do Parque das Aves, por conta dessas ameaças e por ter poucos indivíduos no ambiente natural, o plano dos pesquisadores é manter uma população de segurança. “Assim, será possível facilitar a reprodução dos animais em um espaço seguro para, futuramente, enviar seus descendentes ao local de origem. A ideia é reforçar a população em declínio ou introduzir um novo grupo de indivíduos no ambiente natural”, relata.</p>
[caption id="attachment_59257" align="alignleft" width="473"]<img src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2022/07/Equipe-na-sala-das-pererecas-Foto-Equipe-Parque-das-Aves-1.jpg" alt="" width="473" height="267" /> Equipe na sala das pererecas[/caption]
<p>As pesquisas em campo sobre <em>Pithecopus rusticus</em> são realizadas sob a coordenação da professora Elaine Lucas, do curso de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), <em>campus</em> Palmeira das Missões, em parceria com outras universidades do Brasil e apoio do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Répteis e Anfíbios do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (RAN-ICMBio), que é responsável pelo Plano de Ação Nacional para Conservação de Répteis e Anfíbios Ameaçados da Região Sul do Brasil (PAN Herpetofauna do Sul).  Segundo Veluma De Bastiani, doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade Animal da UFSM, “as informações sobre o ambiente e o hábito de vida da espécie, obtidas em campo, são fundamentais para subsidiar o manejo desses animais em cativeiro”.</p>
<p>De acordo com a professora Elaine Lucas, a recomendação para a implantação de um programa de conservação em cativeiro (chamada de conservação <em>ex situ</em>) surgiu a partir de um evento realizado em 2020, que reuniu especialistas em anfíbios ameaçados de extinção no Brasil. O evento foi organizado em conjunto pela Amphibian Ark, instituição dedicada à conservação de anfíbios, e pelo Grupo de Especialistas de Anfíbios do Brasil (ASG Brasil).</p>
<p>No Parque das Aves, a equipe técnica simulou as condições de temperatura, umidade e fotoperíodo semelhantes às do ambiente natural das pererecas. “O nosso trabalho é desenvolver um ambiente compatível com aquele que elas teriam à disposição no ambiente natural. Então, como as pererecas preferem se esconder dentro da vegetação durante o dia, criamos um aquaterrário com bastante vegetação para o casal” comenta Ben Phalan, Chefe de Conservação do Parque das Aves. Além da iluminação natural, a equipe utiliza uma lâmpada emissora de raios do tipo ultravioleta B, que favorece as funções fisiológicas dos animais. Por ser uma espécie de hábitos noturnos, uma câmera infravermelha foi instalada especialmente para que a equipe possa realizar um monitoramento minucioso do comportamento do casal todos os dias.</p>
<p>Segundo os pesquisadores, o Parque das Aves recebe apoio com orientações detalhadas sobre a criação de pererecas do Zoológico de São Paulo, que tem grande experiência com a manutenção de anfíbios ameaçados de extinção. “Os anfíbios são o grupo de vertebrados mais ameaçados do mundo, assim, as ações de conservação para protegê-los são fundamentais. Por isso, estamos muito felizes que o Parque das Aves se juntou aos esforços para conservar os anfíbios no Brasil”, finaliza Cybele Lisboa, bióloga da Reserva Paulista e presidente do ASG-Brasil.</p>
<p><em>Texto: Assessoria de Comunicação UFSM-PM<br />Fotos: Equipe Parque das Aves</em></p>
<p>
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<p></p>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>UFSM avança rumo à preservação e acesso de seus documentos digitais</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2019/07/17/ufsm-avanca-rumo-a-preservacao-e-acesso-de-seus-documentos-digitais</link>
				<pubDate>Wed, 17 Jul 2019 12:54:53 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CPD]]></category>
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		<category><![CDATA[documentos digitais]]></category>
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						<description><![CDATA[A UFSM está dando um importante passo no que tange à manutenção de seus documentos digitais. O Conselho Universitário aprovou recentemente a Política de Preservação e Acesso aos Documentos Arquivísticos Digitais. Com isso, a Instituição passará a garantir a preservação, a autenticidade e o acesso aos documentos em formato digital. Sancionada pelo reitor em 1º [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/07/unnamed.png"><img class="alignright wp-image-48735" src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/07/unnamed-1024x418.png" alt="" width="600" height="245" /></a>A UFSM está dando um importante passo no que tange à manutenção de seus documentos digitais. O Conselho Universitário aprovou recentemente a Política de Preservação e Acesso aos Documentos Arquivísticos Digitais. Com isso, a Instituição passará a garantir a preservação, a autenticidade e o acesso aos documentos em formato digital.</p>
<p>Sancionada pelo reitor em 1º de julho, a <a href="https://portal.ufsm.br/documentos/publico/documento.html?id=12580637" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Resolução nº 12/2019</a> estabelece que a UFSM deverá implementar um Repositório Arquivístico Digital Confiável (RDC-Arq) capaz de receber, armazenar, preservar e prover o acesso aos documentos arquivísticos digitais produzidos pela Instituição considerados de guarda permanente – conjunto de documentos preservados em caráter definitivo em função de seu valor histórico, probatório e informativo. Serão contemplados tanto os documentos nato digitais (produzidos originariamente em meio eletrônico) quanto os digitalizados (convertidos de um suporte físico, normalmente papel, para um código digital).</p>
<p>A arquivista do Departamento de Arquivo Geral (DAG) Débora Flores explica que a UFSM, como instituição pública federal, obedece aos prazos estabelecidos para os documentos públicos, definidos pela Resolução nº 14, de 24 de outubro de 2001 (atividades-meio), e pela Portaria MEC n° 92, de 23 de setembro de 2011 (atividades-fim). Esses instrumentos legais definem quanto tempo o documento deve ser mantido no sistema de produção (no caso dos documentos nato digitais), e se ele será eliminado ou preservado permanentemente. Por exemplo, são mantidos de forma definitiva as portarias, atas de reuniões, os diários de classe, históricos escolares, programas de disciplina, plantas-baixas e registros fotográficos, entre outros.</p>
<p>Quando considerados de guarda permanente, os documentos em suporte papel são armazenados no Arquivo Permanente da Instituição. Já os documentos digitais, que até agora não dispunham de um sistema que garantisse sua preservação, passarão a ser enviados do SIE para o Arquivo Permanente Digital da UFSM, o RDC-Arq, sob coordenação do DAG e coparticipação do Centro de Processamento de Dados (CPD).</p>
<p>Segundo o diretor do CPD, Gustavo Chiapinotto, já foram iniciados os testes e capacitações, aguardando-se apenas a compra de novos equipamentos para início de operação do repositório digital. A previsão é de que em torno de 90 dias tenha início o recolhimento (procedimentos necessários para a admissão dos documentos no Arquivo Permanente Digital). </p>
<p>Conforme a política recentemente aprovada, caberá à unidade/subunidade manifestar a intenção de recolher os documentos digitais sob sua custódia ao DAG, que irá analisar e coordenar os procedimentos. O acesso, tanto da comunidade acadêmica quanto da comunidade externa, ao acervo recolhido ao RDC-Arq poderá ser feito pelo <a href="https://portal.ufsm.br/documentos/mainMenu.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Portal Documentos</a> e pelo <a href="http://fonte.ufsm.br/index.php/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Fonte</a>.</p>
<p>Na medida em que os formatos de arquivo ficam na iminência ou tornam-se obsoletos, o RDC-Arq realiza as conversões e migrações para novos formatos, seguindo a política definida para a Instituição, o que garante que o acesso aos documentos se mantenha ao longo do tempo. A preservação por meio do RDC-Arq admite diversos formatos de arquivo: documentos textuais, sonoros, iconográficos, multimídias, entre outros. Assim, toda a produção documental digital da UFSM, nos mais variados formatos, pode ser preservada nesta plataforma.</p>
<p><strong>Documentação será predominantemente digital em alguns anos</strong></p>
<p>A iniciativa da UFSM pela guarda de documentos digitais chega em boa hora. Hoje estima-se que o total de documentos nato digitais na UFSM seja de aproximadamente 230 mil, com produção anual de cerca de 60 mil novos documentos. Com a implementação do <a href="https://www.ufsm.br/orgaos-suplementares/dag/pen/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Processo Eletrônico Nacional</a> (PEN-SIE), em andamento na Instituição, a tendência é de que 100% dos documentos que necessitam de trâmite e despacho na UFSM estejam em meio digital nos próximos meses.</p>
<p>Considerando que apenas parte dessa produção é de guarda permanente, a previsão é de que o Arquivo Permanente Digital da UFSM tenha um crescimento contínuo de 30% ao ano. Além disso, a migração de documentos em suporte papel para o formato digital está ocorrendo de maneira gradativa, com a gerência do DAG e cooperação do CPD.</p>
<p>"A aprovação da Política de Preservação Digital na UFSM é de grande importância para a Instituição, pois assegura a preservação e o acesso ao patrimônio digital de valor permanente produzido pela Universidade, observando a sua autenticidade, integridade e eventual restrição de acesso", avalia a diretora do DAG, arquivista Rita Ilha. Ela destaca o apoio recebido por parte da administração da UFSM no que se refere à transformação digital.</p>
<p><em>Confira vídeo de sensibilização sobre documentos digitais na UFSM: </em></p>
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<p><em>Texto: Agência de Notícias</em></p>
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