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				<title>Roda de conversa sobre racismo ocorre nesta quinta-feira (25)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2025/09/24/roda-de-conversa-sobre-racismo-ocorre-nesta-quinta-feira-25</link>
				<pubDate>Wed, 24 Sep 2025 12:30:12 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[ações afirmativas]]></category>
		<category><![CDATA[caed]]></category>
		<category><![CDATA[racismo]]></category>

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						<description><![CDATA[Atividade ocorre de forma presencial e online e é aberta à comunidade]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/image-7-1.jpg"><img class="alignright  wp-image-70616" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2025/09/image-7-1.jpg" alt="" width="421" height="421" /></a>A Coordenadoria de Ações Educacionais (CAEd-PROGRAD) e a Subdivisão de Ações Afirmativas Sociais, Étnico-Raciais e Indígenas da UFSM promovem a roda de conversa “Diálogos sobre Racismo: Estratégias e Possibilidades de Desconstrução" nesta quinta-feira (25), às 17h30, no auditório do prédio 67. </p>
<p>Estarão debatendo Daniela da Silva dos Santos e Maria Rita Py Dutra, com mediação de Rosane Brum Mello.</p>
<p>A roda de conversa também poderá ser acompanhada de forma online pelo Google Meet. Inscrições abertas a todos os interessados pelo <a href="https://forms.gle/uqQAjqo1PNV8vX9P8" target="_blank" rel="noopener">formulário</a>.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Em entrevista, Luís Tomás Domingos fala sobre impactos do racismo na construção do conhecimento</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/10/18/em-entrevista-luis-tomas-domingos-fala-sobre-impactos-do-racismo-na-construcao-do-conhecimento</link>
				<pubDate>Fri, 18 Oct 2024 21:25:48 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[ciências sociais]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[racismo]]></category>

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						<description><![CDATA[Professor da Unilab, Domingos participou na UFSM do seminário Diálogos Epistemológicos entre Brasil e África]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  Entre os dias 15 e 17 de outubro, o Programa de Pós-Graduação das Ciências Sociais da UFSM, em conjunto com o coletivo de estudantes negros do curso, recebeu o professor Luís Tomás Domingos, da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab), instituição sediada no município de Redenção (CE). Na ocasião, ele ministrou o seminário Diálogos Epistemológicos entre Brasil e África, que tratou da epistemologia construída no Brasil sobre o conhecimento africano e perspectivas de avanços nesta área de ensino. Em entrevista concedida à Agência de Notícias da UFSM, o docente ampliou a discussão do seminário, trazendo perspectivas sobre os impactos do racismo na construção epistemológica brasileira.

[caption id="attachment_67301" align="alignright" width="665"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/10/IMG_3014.jpg"><img class=" wp-image-67301" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/10/IMG_3014-300x200.jpg" alt="" width="665" height="443" /></a> O professor Luís Tomás Domingos ministrou seminário no Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da UFSM[/caption]

Natural de Moçambique, Domingos é doutor em Antropologia e Sociologia da Política pela Universidade de Paris 8. Ademais, possui pós-doutorado pela Universidade Federal do Ceará (UFC) e formação em Filosofia no Seminário Maior de Santo Agostinho, de Moçambique, além de integrar como docente o Programa Associado de Pós-Graduação em Antropologia da UFC e Unilab, o Mestrado Profissional em Avaliação de Políticas Públicas da UFC, o Bacharelado em Antropologia e o curso de Sociologia da Unilab. É também membro da Rede Internacional Interdisciplinar de Pesquisadores em Desenvolvimento de Territórios (Rede-Ter) e da Sociedade de Teologia e Ciências da Religião (Soter). Afora diversas publicações de artigos e estudos, Luis Tomas Domingos também possui quatro livros de sua autoria publicados.

Com experiência nas temáticas de identidades socioculturais e políticas, de religiosidade africana e de matriz africana no Brasil, e de estudos africanos e afrodescendentes, o professor Domingos compartilhou seus conhecimentos sobre epistemologia durante o seminário. No decorrer dos três dias de evento, discutiu-se sobre epistemologias africanas, ciências sociais e as relações epistemológicas entre o Brasil e a África. Somando-se aos encontros, no dia 15 houve uma apresentação artística do projeto de extensão Mojubá: Danças Populares Brasileiras, coordenado pelo professor Jesse Cruz, da Licenciatura em Dança da UFSM.

Com a sala cheia, o seminário propôs reflexões acerca da maneira que a academia brasileira organiza a construção do conhecimento em torno da cultura africana. A fim de ampliar essa reflexão, a Agência de Notícias conversou com Domingos acerca da temática discutida durante o evento. A entrevista pode ser conferida abaixo.

<b>Que papel leis, como a Nº 10639/2003, que prevê obrigatoriedade de ensino de história sobre a cultura africana no currículo escolar, desempenham na formação cultural e histórica dos brasileiros?</b>

Em 2003, pela Lei 10.639/2003, entra a obrigatoriedade do ensino da história da cultura africana nos currículos disciplinares. Ou seja, até 2003, quem fez doutorado e mestrado, por exemplo, não sabe nada da África. Esse é o fato. Então, a imagem que se construiu sobre a África é uma África criada. Safari, savana, fome, etc. Essa é a visão passada pela televisão brasileira. Nesse sentido, leis como a de 2003 servem para ampliar os horizontes da sociedade sobre um continente que apresenta uma diversidade de histórias, culturas e ensinamentos muito rica.

Contudo, a lei sobre o ensino da África, da cultura africana e afrodescendente nas instituições acadêmicas não está sendo cumprida, porque as pessoas ainda são resistentes. A lei está lá, mas para ser cumprida as pessoas precisam aderir, ter consciência e algumas pessoas ainda estão fechadas no mundo colonial.

<b>E </b><b>por que</b><b> o senhor acha que isso acontece ainda?</b>

Por causa dos estigmas do processo colonial. As pessoas não conseguem sair do seu mundo de superioridade, do mundo em que eles veem o afrodescendente como uma pessoa que não pensa. Então dizer que hoje se deve aprender a história [da cultura africana] é uma coisa do outro mundo, é mexer com as verdades que estas pessoas interiorizaram. Isso é um racismo silencioso. “Eu não quero estudar esse primitivo”, no fundo isso é racismo. Então o que está em jogo é tentar convencer o professor/pesquisador de que é preciso ver as categorias epistemológicas que foram, ao longo dos anos, utilizadas para o ensino.

[caption id="attachment_67302" align="alignleft" width="435"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/10/IMG_2982.jpg"><img class=" wp-image-67302" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/10/IMG_2982-246x300.jpg" alt="" width="435" height="531" /></a> Durante o seminário, houve uma apresentação do projeto de extensão Mojubá: Danças Populares Brasileiras[/caption]

Esse é o desafio que estamos trabalhando no seminário: dizer que aquilo que você estudou como categoria está deturpado. O seminário de Diálogos Epistemológicos entre África e Brasil é necessário para desmistificar conceitos de algumas categorias que estão aplicadas na academia, que precisam ser modificados a partir das pesquisas dos novos conhecimentos, ou seja, da descolonização do pensamento. A academia brasileira possui pressupostos eurocêntricos que trazem categorias coloniais. E é um dever de um acadêmico, seja professor, aluno, ou pesquisador, procurar entender a base dessas categorias e que função elas têm na sociedade, porque muitas vezes, em vez de fazer avançar as nossas ciências, elas atrapalham. Isso porque são categorias que estão ultrapassadas, quando consideramos a dinâmica social de hoje em dia.

<b>Aqui no Brasil, existe a falsa ideia de que não há autores africanos para estudar como referência acadêmica. O foco permanece em estudos provenientes de autores da Europa ou dos Estados Unidos. O que o senhor pensa sobre isso?</b>

Existem autores africanos. Falta a vontade intelectual de estudar esses autores, porque para conhecer você tem que se esforçar, ler, estudar outra língua. Muitas publicações estão em inglês e francês, por exemplo. Então, é preciso estar disposto a abrir o diálogo com a pessoa/pesquisador que você não conhece. Para quem não tem vontade de ampliar seus horizontes, é difícil escapar do pensamento colonial.

Uma civilização que é racista é moribunda, um intelectual que reproduz o racismo no ensino é racista e menos intelectual. Você [docente] está estudando para ensinar as verdades aos alunos. E nós, os professores, pecamos ao reproduzirmos a biblioteca colonial. Infelizmente é verdade. Mea-culpa [risadas].

<b>Ampliando nossa conversa para além do âmbito acadêmico, quais problemáticas o senhor enxerga que existem atualmente na discussão sobre desigualdades sociais aqui no Brasil?</b>

Para compreender a desigualdade social, primeiro precisamos voltar à história, para entender como o Brasil foi construído, para, a partir dessa história, a gente conseguir observar onde falhamos e como reparar essa história falhada. A gente só entende a desigualdade quando a gente entende a questão histórica. A partir dessa compreensão, torna-se possível fazer os reparos necessários do passado. Mas, para isso, precisa haver mobilização, tem que ter encontros como o de hoje [15 de outubro], até que as pessoas tenham consciência.

<b>A Unilab, onde o senhor trabalha atualmente, tem desempenhando um papel muito importante na produção e na divulgação do conhecimento africano, servindo de exemplo para outras instituições. Gostaria que o senhor comentasse sobre como a Unilab atua nessa frente.</b>

O que está em jogo na Unilab é a noção de internacionalização e interiorização dos conhecimentos. Conhecimento internacionalizado significa trazer esses conhecimentos africanos, enquanto interiorização é conhecer os conhecimentos internos do Brasil. Então, essa conjugação é perfeita. A gente desmistifica o mito criado sobre a África, e também desmistifica o mito criado sobre o jeito do interior. Assim, nós criamos uma nova perspectiva. Algumas coisas de lá [África] podem acrescentar aqui e algumas coisas daqui que podem acrescentar lá. Esse é o papel da união.

Formamos estudantes que, quando terminam seus cursos, muitos são professores da rede pública. E eles vão traduzindo a literatura africana, vão traduzindo conhecimentos africanos. Tem o papel de desmistificar o que nós chamamos de epistemologias do norte, e trazer epistemologias do sul global, do Boaventura Afonso. Este pensador fala dessa epistemologia do sul global, que precisa ser trazida para a academia, porque o sul global tem conhecimento. Mas essa mudança de perspectiva não é fácil, porque tem algumas pessoas que ainda não acreditam. São anos, séculos do ensino da falsidade das histórias, por isso, vai levar tempo para desmistificar essa visão de ensino.

<i>Texto e </i><i>fotos</i><i>: Laurent Keller, </i><i>estudante</i><i> de Jornalismo e bolsista na Agência de Notícias</i>

<i>Edição: Lucas Casali</i>]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Webinário discute “A educação das relações étnico-raciais e o enfrentamento do racismo” na sexta (26)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2021/11/22/webinario-discute-a-educacao-das-relacoes-etnico-raciais-e-o-enfrentamento-do-racismo-na-sexta-26</link>
				<pubDate>Mon, 22 Nov 2021 14:09:10 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CTE]]></category>
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		<category><![CDATA[étnico-racial]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
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		<category><![CDATA[webinário]]></category>

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						<description><![CDATA[Programação dos Webinários EaD: Múltiplos Olhares em Formação é aberta a todos os interessados]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><b><a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/11/IG_v005-1.png"><img class="alignright  wp-image-57255" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2021/11/IG_v005-1.png" alt="" width="465" height="581" /></a></b></p>
<p><span style="font-family: arial, sans-serif"><span>Na próxima sexta-feira (26), às 19h, </span>ocorre mais uma palestra da programação dos Webinários EaD: Múltiplos Olhares em Formação. Em alusão ao mês em que é celebrado o Dia da Consciência Negra, a temática do webinário será "A educação das relações étnico-raciais e o enfrentamento do racismo". </span></p>
<p><span style="font-family: arial, sans-serif"><span>O evento terá como palestrantes a professora da rede básica Maria Rita Py Dutra, <span style="color: #000000;font-family: arial, sans-serif">doutora em Educação, vinculada ao Núcleo de Estudos sobre Memória e Educação - Povo de Clio,</span> e do servidor técnico-administrativo Victor De Carli Lopes, <span style="color: #000000;font-family: arial, sans-serif">chefe do Observatório de Direitos Humanos, da Pró-Reitoria de Extensão (PRE) da UFSM. </span> A mediação será de Maria Eliza Rosa Gama. </span></span></p>
<p><span style="font-family: arial, sans-serif">O objetivo dos Webinários EaD: Múltiplos Olhares em Formação é promover momentos de formação e reflexão aos discentes dos cursos a distância da UAB/UFSM e comunidade acadêmica em geral. </span><span style="font-family: arial, sans-serif">Todos os encontros são realizados de forma remota, com transmissão ao vivo pelo canal no <a href="https://www.youtube.com/eventoscteufsm" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.youtube.com/eventoscteufsm&amp;source=gmail&amp;ust=1637674533068000&amp;usg=AOvVaw3lWbgNn1MsLHTdIqV0Pw-y">YouTube.</a></span></p>
<p><span style="font-family: arial, sans-serif">Os webinários são promovidos pela Pró-Reitoria de Graduação, por meio da Coordenadoria de Tecnologia Educacional (CTE), e pela Coordenação da Universidade Aberta do Brasil na UFSM, em parceria com as coordenações dos cursos EaD. </span></p>
<p><span style="font-family: arial, sans-serif">A programação é aberta a todos os interessados e será fornecido certificado de duas horas aos participantes. </span><span style="font-family: arial, sans-serif">As inscrições para este webinário já estão abertas no <a href="https://evento.nte.ufsm.br/web-ead/register" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://evento.nte.ufsm.br/web-ead/register&amp;source=gmail&amp;ust=1637674533068000&amp;usg=AOvVaw3duqsRJyzX7HNFOB_YykWM">site do evento</a> e são gratuitas. Para as demais atividades da programação, as inscrições devem ser realizadas de forma individual. </span></p>
<p><span style="font-size: revert;color: initial">A programação completa dos próximos webinários será divulgada no </span><a style="font-size: revert" href="https://evento.nte.ufsm.br/web-ead/scheduler" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://evento.nte.ufsm.br/web-ead/scheduler&amp;source=gmail&amp;ust=1637674533068000&amp;usg=AOvVaw1ZWKJBn8lhS0Zk-QqygDDK">site do evento.</a><span style="font-size: revert;color: initial"> </span></p>
<p><i>Fonte: Equipe de Comunicação da Coordenadoria de Tecnologia Educacional </i></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Curso de capacitação sobre combate ao racismo é ofertado para servidores</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2019/09/26/curso-de-capacitacao-sobre-combate-ao-racismo-e-ofertado-para-servidores</link>
				<pubDate>Thu, 26 Sep 2019 20:02:01 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Funcionalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias para Servidores]]></category>
		<category><![CDATA[PROGEP]]></category>
		<category><![CDATA[racismo]]></category>

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						<description><![CDATA[A Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (Progep), através da Coordenadoria de Ingresso, Mobilidade e Desenvolvimento (Cimde), promove o curso de capacitação Combate ao Racismo, destinado a servidores docentes e técnico-administrativos da UFSM. Com duração de 28 horas, a capacitação vai ocorrer de 7 de outubro até 4 de novembro, nas segundas e quintas-feiras, das 8h [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  A Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (Progep), através da Coordenadoria de Ingresso, Mobilidade e Desenvolvimento (Cimde), promove o curso de capacitação Combate ao Racismo, destinado a servidores docentes e técnico-administrativos da UFSM. Com duração de 28 horas, a capacitação vai ocorrer de 7 de outubro até 4 de novembro, nas segundas e quintas-feiras, das 8h às 12h. Nos encontros, que vão ocorrer na sala de capacitação e no auditório da Progep, serão abordados temas como história do movimento negro, negritude nas ciências e nas artes, racismo institucional, feminismo negro, interseccionalidade e violência. Os instrutores do curso serão os servidores Sthefanny Saldanha e Victor de Carli Lopes.

Há 40 vagas abertas. As inscrições podem ser realizadas até a próxima quinta-feira (3) no <a href="https://portal.ufsm.br/capacitacao/index.html">Portal de Capacitação</a>, onde também constam mais informações sobre o curso.]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Grupo de Estudos e Extensão Universidade das Mulheres promove exibição de filme e debate</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2019/07/05/grupo-de-estudos-e-extensao-universidade-das-mulheres-promove-exibicao-de-filme-e-debate</link>
				<pubDate>Fri, 05 Jul 2019 13:27:36 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres na ciência]]></category>
		<category><![CDATA[racismo]]></category>
		<category><![CDATA[universidade das mulheres]]></category>

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						<description><![CDATA[O Grupo de Estudos e Extensão Universidade das Mulheres convida para cine-debate sobre o filme &#8220;Estrelas além do tempo&#8221;, que ocorrerá na terça-feira (9), às 17h30, no Auditório Marie Curie, anexo ao prédio 17 do campus sede. Serão discutidos temas como racismo e mulheres na ciência. A entrada é gratuita. A atividade é aberta a [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p><a href="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/07/estrelasalem-1.png"><img class="alignright  wp-image-48630" src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/07/estrelasalem-1.png" alt="" width="400" height="300" /></a>O Grupo de Estudos e Extensão Universidade das Mulheres convida para cine-debate sobre o filme "Estrelas além do tempo", que ocorrerá na terça-feira (9), às 17h30, no Auditório Marie Curie, anexo ao prédio 17 do campus sede.</p>
<p>Serão discutidos temas como racismo e mulheres na ciência. A entrada é gratuita. A atividade é aberta a todos os interessados.</p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Nota oficial sobre intolerância</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2018/10/30/nota-oficial-sobre-intolerancia</link>
				<pubDate>Tue, 30 Oct 2018 14:03:30 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[intolerância]]></category>
		<category><![CDATA[nota oficial]]></category>
		<category><![CDATA[racismo]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=45346</guid>
						<description><![CDATA[O Gabinete do Reitor publicou nesta segunda-feira (29) nota oficial sobre episódio de inscrições racismo. Confira a seguir: Nota oficial A Universidade Federal de Santa Maria lamenta profundamente o episódio registrado no dia 26 do corrente, em um dos banheiros da instituição, onde foram encontradas inscrições racistas. A instituição declara a toda a comunidade que [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p><img class="alignleft wp-image-45347" src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2018/10/ufsm-.jpg" alt="" width="350" height="197" />O Gabinete do Reitor publicou nesta segunda-feira (29) nota oficial sobre episódio de inscrições racismo. Confira a seguir:</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><strong><em>Nota oficial</em></strong></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>A Universidade Federal de Santa Maria lamenta profundamente o episódio registrado no dia 26 do corrente, em um dos banheiros da instituição, onde foram encontradas inscrições racistas. A instituição declara a toda a comunidade que repudia veementemente qualquer forma de discriminação e intolerância. Racismo e apologia ao nazismo constituem crimes, e o caso já está sendo investigado pela Polícia Federal (PF). </em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>A UFSM está dando todo o suporte à PF no sentido de colaborar para com a investigação e a identificação dos responsáveis pelo barbarismo registrado. Também estão sendo buscadas possíveis imagens de câmeras de segurança dos corredores nas imediações do banheiro onde foi registrado o fato. Uma vez identificada a autoria, será instaurado inquérito administrativo para a punição dos envolvidos, caso possuam vínculo com a instituição.</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Gabinete do Reitor</em></p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
					</channel>
        </rss>
        