<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>		<rss version="2.0"
			xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
			xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
			xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
			xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
			xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
			xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
					>

		<channel>
			<title>UFSM - Feed Customizado RSS</title>
			<atom:link href="https://www.ufsm.br/busca?rss=true&#038;tags=radiacao-ultravioleta" rel="self" type="application/rss+xml" />
			<link>https://www.ufsm.br</link>
			<description>Universidade Federal de Santa Maria</description>
			<lastBuildDate>Mon, 06 Apr 2026 22:34:15 +0000</lastBuildDate>
			<language>pt-BR</language>
			<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
			<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<generator>https://wordpress.org/?v=6.9</generator>

<image>
	<url>/app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico</url>
	<title>UFSM</title>
	<link>https://www.ufsm.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
						<item>
				<title>UFSM sedia iniciativa internacional inédita para monitoramento da camada de ozônio e radiação solar</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2024/03/05/ufsm-sedia-iniciativa-internacional-inedita-para-monitoramento-da-camada-de-ozonio-e-radiacao-solar</link>
				<pubDate>Tue, 05 Mar 2024 11:38:56 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[camada de ozônio]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>
		<category><![CDATA[destaque ufsm]]></category>
		<category><![CDATA[INPE]]></category>
		<category><![CDATA[Meteorologia]]></category>
		<category><![CDATA[radiação solar]]></category>
		<category><![CDATA[radiação ultravioleta]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=65291</guid>
						<description><![CDATA[Esta é a primeira vez que ocorre, na América Latina, um evento de capacitação para calibração de instrumentos que medem ozônio e radiação ultravioleta]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_65294" align="alignright" width="657"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/03/Foto-1.jpeg"><img class="wp-image-65294" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/03/Foto-1.jpeg" alt="foto colorida horizontal mostra pessoas no alto de um prédio, reunidas em dois grupos, com equipamentos brancos espalhados. O dia está nublado" width="657" height="493" /></a> Os equipamentos trazidos para o encontro são de diferentes locais do Brasil e da América do Sul[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) da UFSM é a sede da <a href="https://rbcce.aemet.es/2024/01/25/iberoamericana_comparison/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://rbcce.aemet.es/2024/01/25/iberoamericana_comparison/&amp;source=gmail&amp;ust=1708433073571000&amp;usg=AOvVaw3qaBt9HdQmmWfyqURe-Orj">1ª Campanha Ibero-Americana de Calibração e Intercomparação de Instrumentos para Medição de Ozônio Total e Radiação Solar Ultravioleta</a>, realizada em colaboração com a Agência Estatal de Meteorologia (Aemet) da Espanha e a Organização Meteorológica Mundial (OMM). O encontro teve início no dia 19 de fevereiro e segue até sexta-feira (8), com a participação de aproximadamente 35 pessoas, incluindo alunos do curso de Meteorologia da UFSM, professores, pesquisadores nacionais e internacionais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Coordenado pela professora da UFSM e representante brasileira junto à Unep (órgão da ONU voltado à proteção do meio ambiente e à promoção do desenvolvimento sustentável) nas reuniões dos gerentes de pesquisa de ozônio (ORM - <em>Ozone Research Managers</em>) Damaris Kirsch Pinheiro, o evento reúne em Santa Maria pesquisadores da Argentina, Chile, Equador, Bolívia, Espanha, Portugal, Itália, Suíça e Alemanha, além de representantes de unidades do Inpe de São José dos Campos e Natal e da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O espectrofotômetro Brewer, utilizado para aferição dos níveis de radiação ultravioleta e de ozônio na atmosfera, foi desenvolvido entre as décadas de 1970 e 1980, e necessita de calibrações frequentes. É justamente a forma correta de realizar esses ajustes que está sendo ensinada durante o evento, com divisão em três etapas: reparo e manutenção, formação prática e teórica sobre como realizar a calibração e, por fim, a calibração dos equipamentos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No momento, a sede do Inpe na UFSM conta com 10 equipamentos (nove espectrômetros e um calibrador), trazidos pelos grupos do Chile, Argentina, Bolívia e Equador. Todos eles estão conectados à rede europeia de Brewers, a <a href="https://eubrewnet.aemet.es/eubrewnet" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://eubrewnet.aemet.es/eubrewnet&amp;source=gmail&amp;ust=1708433073571000&amp;usg=AOvVaw1AqBzqauX_7LmSfBF_Bw8A">Eubrewnet</a>. Um dos destaques desta campanha é justamente a integração dos resultados à rede, uma iniciativa desenvolvida pela Aemet que permite o monitoramento em tempo real da camada de ozônio e dos níveis de radiação ultravioleta em todo o mundo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A professora Damaris destaca que anteriormente os instrumentos eram calibrados de forma individual, o que gera um custo cerca de três vezes maior do que a calibração em conjunto. Outra vantagem são as três semanas para o ajuste de equipamentos, que normalmente é realizado em poucos dias. Isso deve melhorar também a precisão dos dados coletados, já que todos os equipamentos precisam estar ajustados de forma idêntica ao calibrador.</span></p>
<h3>O que o espectrofotômetro Brewer mostra</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Os dados obtidos pelos espectrofotômetros são de grande importância para o cotidiano e saúde pública da população, em especial a de países abaixo da Linha do Equador, que está sujeita a níveis mais altos de radiação ultravioleta. “A Organização Meteorológica Mundial recomenda que não se saia de casa em caso de radiação extrema, e a nossa região possui nível alto ou extremo seis meses ao ano”, destaca a pesquisadora. Como a alternativa de não sair de casa não é viável, é preciso investir na prevenção.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Com o nível de radiação, é possível saber a proteção necessária, um protetor solar, roupa de manga, cobertura total e também o tempo de exposição ao sol, que pode ser 10 minutos, nulo ou até por horas, como em alguns dias do inverno”, completa. </span></p>
[caption id="attachment_65295" align="alignleft" width="431"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/03/Ozonio.png"><img class="wp-image-65295" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/03/Ozonio.png" alt="desenho circular de um polo global, em tons de verde e azul" width="431" height="431" /></a> Representação da abertura do buraco de ozônio no polo sul entre agosto e novembro (Reprodução/Nasa)[/caption]
<p><span style="font-weight: 400">Francisco Raimundo da Silva, que conduz experimentos com ozônio desde 1979 e atua como pesquisador do Inpe de Natal, detalha que o tom da pele é outro elemento a ser considerado ao se falar sobre exposição à radiação solar. Independente da tonalidade, os raios ultravioletas causam danos, mas em peles mais claras, o tempo de exposição segura é menor, enquanto em peles mais escuras o período é maior. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Outro dado que pode ser obtido pelo Brewer é a concentração de ozônio na atmosfera, que impacta diretamente na intensidade da radiação, já que atua como escudo contra os raios solares. Na década de 1980, foi constatado que a camada diminuía gradualmente por conta da alta emissão de clorofluorcarbonetos (CFCs), gases utilizados como líquidos de refrigeração.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Por meio do protocolo de Montreal, que entrou em vigor a partir de 1989, foi estabelecida uma redução gradual da emissão de CFCs até sua eliminação total, prevista para 2040. O tratado internacional conseguiu reverter a degradação da camada de ozônio, que já está recuperada em alguns lugares, como no Equador. No entanto, é preciso continuar o monitoramento para saber se ela retornará aos níveis anteriores aos da década de 80 no Brasil e no mundo. “Esse é um problema que foi compreendido, mas não foi resolvido e nem se resolverá tão cedo, já que os gases que emitimos décadas atrás ainda estão na atmosfera e alguns ficam mais de 100 anos. É extremamente importante mantermos as medidas de ozônio”, salienta Damaris.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No polo antártico, há um buraco na camada de ozônio que abre de forma cíclica em agosto e dura de dois a três meses. Essa abertura traz dois efeitos, chamados de primário e secundário. O efeito primário é o aumento da radiação ultravioleta sobre os locais que estão abaixo do buraco, como ao sul do Chile. Já o efeito secundário é causado por massas de ar que carregam o ar com pouco ozônio das áreas de efeito primário para outras regiões, como o Brasil. Com isso, a concentração de ozônio é reduzida e a radiação solar pode chegar a níveis extremos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O monitoramento realizado pelo Brewer mostra a chegada dessas massas de ar com pouco ozônio e permite previsões sobre a sua chegada, sendo possível avisar a população sobre os períodos com alta radiação solar.</span></p>
[caption id="attachment_65296" align="alignright" width="821"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/03/Foto-3-1.jpeg"><img class="wp-image-65296" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2024/03/Foto-3-1.jpeg" alt="foto colorida horizontal de um homem falando ao microfone, de lado, olhando para um telão projetado na parede de fundo, em que aparece um texto em espanhol e uma imagem da terra vista do espaço" width="821" height="462" /></a> Graças ao acordo firmado entre o Inpe e a Aemet, os instrumentos passarão a ser calibrados no período indicado pela estatal espanhola[/caption]
<h3>Parceria internacional para a manutenção dos equipamentos</h3>
<p><span style="font-weight: 400">Apesar da importância dos equipamentos, a questão financeira impedia que fossem regulados com a frequência correta. “Os instrumentos devem ser calibrados a cada dois ou três anos e aqui no Brasil estávamos há mais 10 anos sem nenhuma calibração”, afirma Damaris.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para a realização do projeto, requerido pelo Ministério da Agricultura e da Pesca (Mapa), foi preciso captar recursos internacionais da Organização Meteorológica Mundial, do Fundo da Convenção de Viena e do Fundo Canadense de Brewers. Os espectrofotômetros brasileiros que não são do Inpe de Santa Maria irão retornar para a sede do Instituto em São José dos Campos, para as unidades de Natal e Cachoeira Paulista e para a Estação Comandante Ferraz, a base brasileira na Antártica. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O Brewer é capaz de se manter em funcionamento sem a calibração. No entanto, esse processo é importante para recuperar dados anteriores do equipamento e garantir seu funcionamento correto. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A professora conta que a UFSM e o Inpe fecharam um acordo com a Agência Estatal de Meteorologia (Aemet), pelo qual a estatal espanhola vai realizar a calibração dos equipamentos no período recomendado de dois a três anos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Francisco destaca a importância da iniciativa inédita. “É muito importante termos isso na América do Sul e conseguimos pela luta da Damaris como coordenadora. Adoro o pessoal daqui e sou suspeito para elogiar a estrutura, gostaria que mais atividades do Inpe fossem realizadas aqui”, relata o cientista, que trabalha com o espectrofotômetro Brewer desde 1992.</span></p>
<p><em><span style="font-weight: 400">Texto: Bernardo Silva, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias<br /></span>Fotos: Damaris Kirsch Pinheiro</em><br /><em><span style="font-weight: 400">Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</span></em></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
						<item>
				<title>Palestra sobre radiação ultravioleta e os riscos à saúde é nesta segunda (12)</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2018/11/12/palestra-sobre-radiacao-ultravioleta-e-os-riscos-a-saude-e-nesta-segunda-12</link>
				<pubDate>Mon, 12 Nov 2018 13:23:24 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[ciências sociais aplicadas]]></category>
		<category><![CDATA[radiação ultravioleta]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=45523</guid>
						<description><![CDATA[O PET de Ciências Sociais Aplicadas (CiSA) promove nesta segunda-feira (12), às 18h, na sala 4330 do prédio 74C, a palestra &#8220;Radiação ultravioleta e os riscos com a saúde humana&#8221;. A palestrante Vanessa de Arruda Souza, doutora em Sensoriamento Remoto pela UFRGS, vai discutir alguns conceitos gerais de radiação, sensoriamento remoto, alertar para cuidados que se deve [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>O PET de Ciências Sociais Aplicadas (CiSA) promove nesta segunda-feira (12), às 18h, na sala 4330 do prédio 74C, a palestra "Radiação ultravioleta e os riscos com a saúde humana".</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A palestrante Vanessa de Arruda Souza, doutora em Sensoriamento Remoto pela UFRGS, vai discutir alguns conceitos gerais de radiação, sensoriamento remoto, alertar para cuidados que se deve ter e o quanto realmente os protetores solares protegem.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A atividade é voltada a alunos do curso de Meteorologia e demais interessados, incluindo comunidade em geral.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Mais informações na página do evento no <a href="https://www.facebook.com/events/1946513205649017/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Facebook</a>.</p>
<!-- /wp:paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
					</channel>
        </rss>
        