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				<title>RestauraPampa: a investida científica da UFSM na luta pela preservação do bioma gaúcho</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2023/09/04/restaurapampa-a-investida-cientifica-da-ufsm-na-luta-pela-preservacao-do-bioma-gaucho</link>
				<pubDate>Mon, 04 Sep 2023 14:10:02 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[bioma pampa]]></category>
		<category><![CDATA[CCR]]></category>
		<category><![CDATA[ciências florestais]]></category>
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		<category><![CDATA[RestauraPampa]]></category>

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						<description><![CDATA[Idealizado em 2020 e com previsão para até 2024, o projeto atua na conservação dos campos
nativos do pampa]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
[caption id="attachment_63574" align="alignright" width="712"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/09/foto-armadilhamento-fotografico.jpg"><img class="wp-image-63574" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/09/foto-armadilhamento-fotografico.jpg" alt="foto colorida horizontal com uma mulher em primeiro plano, mexendo em um equipamento colado no tronco de uma árvore, baixo, em uma área com vegetação baixa, e ao fundo um pôr do sol" width="712" height="534" /></a> Técnica do armadilhamento fotográfico é a principal na captura de registros de animais[/caption]
<p>Ocupando cerca de 63% do território do estado e medindo aproximadamente 178.243 km², o pampa é o maior bioma do Rio Grande do Sul. Também conhecido como Campanha Gaúcha, Campos Sulinos e Campos do Sul, seu nome significa “plano”, ou “planície”, na língua indígena quíchua, da qual foi originado.</p>
<p>Apesar de, em termos de abrangência estadual, ser o maior, o pampa é um dos biomas com menor extensão quando se diz respeito à área nacional. Em contrapartida, <a href="https://www.ufsm.br/2023/06/02/pesquisadores-da-ufsm-contribuem-em-artigo-que-encontrou-mais-de-12-mil-especies-no-bioma-pampa" target="_blank" rel="noopener">se distingue por ter diferentes ecossistemas</a>, com predominância de campos nativos, ricos em biodiversidade de espécies vegetais e animais e que, há décadas, estão ameaçados.</p>
<p>A UFSM, como instituição de ensino com grande relevância no setor da ciência, dispõe de diferentes grupos focados na proteção do meio ambiente. Um deles é o Núcleo de Estudos e Pesquisas em Recuperação de Áreas Degradadas (Neprade), que, por meio do projeto intitulado RestauraPampa, tem uma missão em particular: cooperar com o processo de conservação do bioma através do monitoramento de espécies invasoras.</p>
<h3>O trabalho da Universidade na área</h3>
<p>Fundado em 2011, o <a href="https://www.ufsm.br/grupos/neprade" target="_blank" rel="noopener">Neprade</a> - que também está nas <a href="https://www.instagram.com/neprade.ufsm/?igshid=MzRlODBiNWFlZA%3D%3D" target="_blank" rel="noopener">redes sociais</a> - tem como propósito primordial estudar as possibilidades de recuperação dos ecossistemas e de reparação das áreas degradadas dos biomas do Rio Grande do Sul, que são o pampa e a mata atlântica. A professora do Departamento de Ciências Florestais do Centro de Ciências Rurais (CCR) e coordenadora do Núcleo, Ana Paula Rovedder, destaca o pioneirismo da iniciativa.</p>
<p>“Nós somos um dos primeiros grupos em restauração ecológica de ecossistemas no Estado, porque é uma área da ciência que não se desenvolvia tanto por aqui. Nós começamos a nos aprimorar testando várias técnicas”, contou. A fim de colocar seu trabalho em prática, a docente fala que “sempre que surgem oportunidades de parcerias, ou de concorrer em concursos e editais, o grupo se reúne e elabora propostas”.</p>
[caption id="attachment_63575" align="aligncenter" width="1024"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/09/foto-avistamento.jpg"><img class="wp-image-63575 size-large" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/09/foto-avistamento-1024x768.jpg" alt="foto colorida horizontal com um homem, sentado em uma pedra, em uma grande área verde de vegetação baixa. Ele olha em um binóculo ao longe. O céu está nublado" width="1024" height="768" /></a> Com câmeras fotográficas, os integrantes do Neprade também fazem trabalhos a campo em busca de registrar as espécies[/caption]
<p>Foi dessa maneira que nasceu o RestauraPampa, inclusive. No ano de 2020, o GEF Terrestre, programa do Governo Federal que visa promover a conservação dos biomas caatinga, pantanal e pampa, buscava iniciativas que pudessem atuar no plano de restauração de duas unidades de conservação localizadas no Rio Grande do Sul: o Parque Estadual do Espinilho (Pesp), em Barra do Quaraí, e a Reserva Biológica do Ibirapuitã (Rebio), em Alegrete.</p>
<p>Em virtude dos impactos sobre a abundante biodiversidade existente na área, as espécies do pampa vivem constantemente sob o perigo de perderem seu habitat. Ameaças de uso do solo sem práticas conservacionistas, a possibilidade de contato da fauna e flora da região com invasores vegetais (como o capim-annoni) e animais (como javalis) e a ruptura dos nichos ecológicos - que, nas palavras da própria professora do CCR, são “as funções dos indivíduos nos ecossistemas” - são exemplos de razões que justificam tal situação.</p>
<p>Ainda, a docente salienta a extinção de polinizadores, por conta dos agrotóxicos utilizados no solo, como outro motivo para o mau-funcionamento dos ecossistemas. “As unidades de conservação são como refúgios para essas espécies. Se você tem as áreas e conserva esses indivíduos, elas estão fazendo seus serviços no meio ambiente”. As abelhas, que se encarregam de prover as plantas de pólen, são um exemplo.</p>
<p>Então, a equipe do Neprade, com a oportunidade de participar do programa e trabalhar com as unidades de conservação gaúchas, se mobilizou para construir a proposta do RestauraPampa. A ideia principal é “testar planos de restaurar campos nativos, reduzir a invasão biológica e propor estratégias de conservação de seres vivos ameaçados”, segundo a própria Ana Paula, que destacou a proteção dos felinos e de espécies vegetais raras, como cactos e bromélias.</p>
<p>Para tornar possível a realização do projeto, o grupo conta com o suporte financeiro do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), e com o apoio do Ministério do Meio Ambiente e da Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura do Rio Grande do Sul. Além disso, é operado em colaboração com a Fundação de Apoio à Tecnologia e Ciência (Fatec) e conta com a parceria de diferentes entidades para viabilizar a realização da iniciativa.</p>
[caption id="attachment_63578" align="alignright" width="659"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/09/foto-gato-palheiro-1-1.jpg"><img class="wp-image-63578" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/09/foto-gato-palheiro-1-1.jpg" alt="foto horizontal, em preto e branco, mostra um pequeno gato em imagem noturna " width="659" height="460" /></a> "Fantasma" pela dificuldade de saber sobre seu paradeiro, o gato-palheiro é um dos animais mais ameaçados do pampa[/caption]
<h3>Cuidadosamente, o estudo à preservação</h3>
<p>A fim de entender quais passos dar em direção à execução dos objetivos, a coordenadora do Neprade conta que primeiro é necessário entender como as espécies que habitam o pampa vivem. Para o estudo dos animais, o grupo recorre sobretudo à técnica do “armadilhamento fotográfico”.</p>
<p>Neste método, câmeras são fixadas em troncos de árvores, através de cintas, com o propósito de registrar a presença dos seres vivos, como também suas rotinas, reações, caminhos que percorrem, a quantidade de indivíduos e diversas outras particularidades. O dispositivo é ativado por captação de movimentos e todo conteúdo adquirido é armazenado tanto em imagens quanto em vídeos, para uso posterior do Núcleo da UFSM.</p>
<p>Ana Paula revela que embora os animais enxerguem os aparelhos, eles não se sentem ameaçados. “A gente tem registros de vacas lambendo e olhando a câmera, veados também, porque chama a atenção deles. Mas não assusta. É um tipo de amostragem completamente indolor, não é algo invasivo”, declarou a professora, enquanto reafirmou que a coleta de informações é inevitável para saber como cuidar dos habitats.</p>
<p>Ao todo, são dez câmeras do Neprade instaladas por toda a extensão do Pesp e da Rebio. Segundo a coordenadora, ainda existem estilos de armadilhamento fotográfico para entender a vida animal no pampa. Com câmeras portáteis, é comum os envolvidos fazerem trabalhos de campo, conhecidos como avistamentos, seguindo estilos de registro diferentes, como: por vestígios, em que são documentadas marcas das espécies, tais quais fezes, carcaças, pegadas e pelos; e por vocalização, para o estudo de aves a partir dos sons emitidos, visto que cada uma tem um tipo característico de pio.</p>
<p>De qualquer forma, as imagens e os vídeos armazenados são retirados dos aparelhos e colocados em um HD externo, aproximadamente uma vez por mês, para serem avaliados de forma detalhada. De acordo com Ana Paula, é analisada tomada por tomada para tentar encontrar e entender cada situação catalogada. “Algumas cenas não têm animal nenhum porque a câmera também se engana com o vento, por exemplo. É um trabalho bem criterioso de anotar cada informação, comparar com condições meteorológicas e, aí sim, ter ideia do comportamento das espécies”, falou a coordenadora do Neprade.</p>
[caption id="attachment_63579" align="alignleft" width="660"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/09/foto-gato-maracaja.jpg"><img class="wp-image-63579" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/09/foto-gato-maracaja.jpg" alt="foto horizontal em preto e branco, com um pequeno gato, de pelagem semelhante a onça, em imagem noturna" width="660" height="455" /></a> Ao lado do gato-palheiro, o gato-maracajá é um dos felinos “mais procurados” nas unidades de conservação do pampa[/caption]
<p>A professora também conta que a pesquisa em livros sobre a temática, a consulta em aplicativos específicos e até mesmo o envio do conteúdo para especialistas são métodos utilizados para estudar os registros. Em relação aos vegetais, a equipe identifica a campo, registra a partir de fotografias e coleta amostras com as quais o grupo prepara “exsicatas” - amostras botânicas - e leva para os herbários do Departamento de Ciências Florestais e do Departamento de Biologia. Às vezes, até mesmo amostras de solo e água dos locais também são estudados nos laboratórios da Universidade.</p>
<p>Para cada ida a campo, são de quatro a cinco envolvidos, quinzenalmente, que ficam de três a sete dias trabalhando nas unidades de conservação. A quantidade de tempo que o grupo fica nos locais depende do quanto conseguem trabalhar, uma vez que é necessário que as gestões do Pesp e da Rebio tenham tempo de receber os representantes da UFSM.</p>
<p>O RestauraPampa também é uma oportunidade de desenvolvimento acadêmico e profissional dos discentes da Instituição. Em meio ao financiamento recebido pelo programa GEF Terrestre, bolsas de iniciação científica para a graduação e bolsas de pesquisa para pós-graduação e pós-doutorado estão no pacote. Segundo a coordenadora do Neprade, atualmente, cinco professores da Universidade, quatro pós-graduandos - sendo três teses destes alunos relacionadas ao projeto - e seis estudantes de graduação estão envolvidos com a execução da iniciativa. Além disso, dois mestrados referentes às atividades já foram defendidos.</p>
<h3>Entre astros e destaques, o principal é a conscientização</h3>
<p>O gato-palheiro, também conhecido como gato-dos-pampas, é um dos seres vivos do pampa do qual menos se sabe sobre a situação. Para Ana Paula, “talvez seja o animal mais ameaçado do bioma. É um fantasma: difícil de ser registrado e monitorado”. Especialistas em mamíferos da região estimam que haja somente 50 indivíduos da espécie, que, dessa forma, corre acentuado risco de extinção.</p>
<p>“É uma estrela. Vários projetos e um grupo amplo de pesquisadores, entre eles o Neprade, buscam saber mais sobre ele. Nós reconhecemos o grau de ameaça”, afirmou a coordenadora do Núcleo responsável por encontrar o felino pela primeira vez no Rebio. Entretanto, a docente acredita que, apesar de ter sido um dos principais animais documentados, o gato-palheiro não é, necessariamente, o maior achado do RestauraPampa.</p>
<p>“É muito difícil falar em principal descoberta. Um dos registros mais relevantes? Sim. Mas essas unidades de conservação são tão complexas que seria uma injustiça deixar o resto de lado”, garantiu a professora, que também destaca a documentação das espécies gato-do-mato-grande e gato-maracajá. “Dos nossos resultados, o primordial é poder mostrar para a comunidade do Rio Grande do Sul a importância destas áreas e como elas estão atuando em uma paisagem cada vez mais impactada por ameaças ecológicas”.</p>
<h3>Apesar do prazo, o projeto não para por aqui</h3>
<p>Ana Paula revela que, durante a realização do RestauraPampa, o grupo passou por desafios inéditos em sua carreira. O primeiro foi a pandemia. O processo de idealização da iniciativa havia começado em março de 2020 e aprovado oficialmente em abril daquele ano. Entretanto, o Neprade só pôde começar a fazer as idas às áreas do bioma em dezembro, com uma equipe muito reduzida. “Não tinha o que fazer”, afirmou a professora.</p>
[caption id="attachment_63577" align="alignright" width="660"]<a href="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/09/foto-especie-animal-invasora.jpg"><img class="wp-image-63577" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/2023/09/foto-especie-animal-invasora.jpg" alt="foto horizontal colorida de dois javalis em uma área verde" width="660" height="454" /></a> O javali é um exemplo de espécie invasora que aparece no bioma pampa[/caption]
<p>Ana Paula acredita que, por conta deste problema, o projeto sofreu um prejuízo no contato com a sociedade. “A primeira etapa era social, antes mesmo de trabalhar com as unidades de conservação. Tinha todo um componente do RestauraPampa que era bastante vinculado a questões sociais, como trabalhar com os proprietários rurais, mas a gente não podia chegar na casa deles. Essa população em questão é uma população idosa, tínhamos que ter esse cuidado. Ainda não tinha vacinação, então atrasou tudo”, declarou a docente.</p>
<p>Para a professora, o outro grande empecilho para a execução da iniciativa à época foram as estiagens no bioma, que foram as mais extremas dos últimos anos. “Tudo que a gente tinha que trabalhar ‘a campo’, precisávamos que o campo estivesse viçoso, mas estava tudo seco. Não havia o que fazer. Foi muito difícil. Desgastante”, confessou.</p>
<p>A docente ainda revelou uma das situações complicadas em que o grupo viveu durante a realização do projeto, na pandemia: “Teve uma saída em 2022 que a equipe ficou no hotel e todo mundo pegou Covid-19. Eram cinco pessoas. O contato com os produtores locais, que é algo riquíssimo quando se fala de restauração de ecossistemas, porque os ecossistemas estão nas propriedades rurais, foi muito atrasado”.</p>
<p>Apenas neste ano que o Neprade conseguiu trabalhar o aspecto social e extensivo do RestauraPampa, com um plano de divulgação por meio de palestras, cursos, oficinas. De acordo com Ana Paula, o grupo tem sido bastante chamado em cidades do Rio Grande do Sul - e até mesmo na Colômbia - para falar sobre a iniciativa. “Estamos correndo atrás do prejuízo da pandemia”, diz.</p>
<p>Em função de todas as dificuldades, o projeto precisou ser prorrogado até 2024, tendo como data final oficial o dia 30 de abril do próximo ano. Entretanto, a professora acredita imensamente que a proposta do RestauraPampa não irá parar com seu fim. “A experiência e a <em>expertise</em> que a gente obtém numa iniciativa dessas faz com que ela seja uma parte da caminhada que engancha em uma próxima e que gera subsídios para que criemos mais uma proposta”.</p>
<p>Ana Paula finaliza expondo, do fundo de seu coração, a relevância de ideias como a do RestauraPampa. “Como instrumento de parceria e de contato, os projetos precisam ter fim. Mas eles são uma construção de ciência. A ciência não é algo parado, ela tem continuidade. Esse é o grande desafio da ciência brasileira, porque ela não tem a valorização necessária. O cientista brasileiro é também gestor, influencer… A gente tem que fazer de tudo para dar continuidade. Então, com certeza o projeto continua, com novas ideias, absorvendo o que é mais importante para o bioma e dando continuidade a novas parcerias, com novos alunos. O RestauraPampa termina em abril de 2024, mas continua como ciência”.</p>
<p><em>Confira vídeo com registro do "gato-do-mato-grande":</em></p>
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<p><em>Texto: Pedro Pereira, estudante de Jornalismo e estagiário da Agência de Notícias</em><br /><em>Fotos e vídeo: Arquivo do Neprade</em><br /><em>Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista</em></p>
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													</item>
						<item>
				<title>Projeto RestauraPampa divulga a fauna do bioma regional</title>
				<link>https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccr/2023/02/04/projeto-restaurapampa-divulga-a-fauna-do-bioma-regional</link>
				<pubDate>Sat, 04 Feb 2023 23:10:23 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[bioma pampa]]></category>
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		<category><![CDATA[fauna]]></category>
		<category><![CDATA[Neprade]]></category>
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						<description><![CDATA[O Núcleo de Estudos e Pesquisas em Recuperação de Áreas Degradadas da UFSM iniciou uma sequência especial de postagens no Instagram sobre uma importante integrante na restauração ecológica: a fauna. Conhecendo a fauna do projeto RestauraPampa é o nome que foi dado à série de postagens. A primeira espécie compartilhada é representante da família Teiidae, [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p>O Núcleo de Estudos e Pesquisas em Recuperação de Áreas Degradadas da UFSM iniciou uma sequência especial de postagens no <a href="https://www.instagram.com/neprade.ufsm/">Instagram</a> sobre uma importante integrante na restauração ecológica: a fauna. Conhecendo a fauna do projeto RestauraPampa é o nome que foi dado à série de postagens.<br><br><img class="size-medium wp-image-7297 alignleft" src="https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2023/02/lagarto-298x300.jpg" alt="" width="298" height="300">A primeira espécie compartilhada é representante da família Teiidae, a <em>Teius oculatus</em>, conhecida popularmente como lagarto-verde. Ela foi registrada em ambientes de afloramentos rochosos da Reserva Biológica do Ibirapuitã (REBIO), na cidade de Alegrete, RS. Essa espécie é caracterizada por viver em áreas abertas, preferindo ambientes úmidos com zonas rochosas onde se refugia e ao mesmo tempo pega sol.<br><br>O projeto RestauraPampa realiza atividades de monitoramento e interpretação da fauna nas Unidades de Conservação, etapas de suma importância para promover o conhecimento e a efetiva conservação das espécies pertencentes à elas. O projeto é executado pelo NEPRADE e pela FATEC, com apoio financeiro do Programa GEF Terrestre, por meio do Fundo Brasileiro para Biodiversidade (FUNBIO), em parceria com o Ministério do Meio Ambiente e a Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura do RS.<br><br><a href="https://www.instagram.com/neprade.ufsm/">Acompanhe o NEPRADE e essa série especial de postagens pela rede social.&nbsp;</a></p>
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