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				<title>Pesquisadores estudam parente da capivara que viveu há cerca de 10 milhões de anos na Amazônia</title>
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				<pubDate>Mon, 18 Mar 2019 18:32:13 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Acre]]></category>
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		<category><![CDATA[roedor caviomorfo]]></category>

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						<description><![CDATA[Pesquisa conduzida por Leonardo Kerber, do Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica da Universidade Federal de Santa Maria (CAPPA/UFSM), Francisco Ricardo Negri, da Universidade Federal do Acre, e Daniela Sanfelice, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul, apresenta nova perspetiva sobre parentes das capivaras viveram há cerca de 10 [&hellip;]]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:paragraph -->
<p>Pesquisa conduzida por Leonardo Kerber, do Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica da Universidade Federal de Santa Maria (CAPPA/UFSM), Francisco Ricardo Negri, da Universidade Federal do Acre, e Daniela Sanfelice, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul, apresenta nova perspetiva sobre parentes das capivaras viveram há cerca de 10 milhões de anos na Amazônia.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Durante o Mioceno da América do Sul (23 a 5 milhões de anos atrás), os roedores caviomorfos (capivara, porco-da-índia, chinchila e porco-espinho) eram muito mais diversos em formas e tamanhos corporais do que os seus parentes de agora. Para efeito de comparação, a capivara, maior animal deste grupo, pesa, em média, 60 kg. Já os parentes do Mioceno passavam dos 500 kg e que atingiam o tamanho de um boi. </p>
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<figure class="wp-block-image"><img src="https://www.ufsm.br/wp-content/uploads/2019/03/neoepiblema_acreensis-1024x668.jpg" alt="" class="wp-image-46952" /><figcaption> Reconstrução artística do roedor <em>Neoepiblema acreensis </em>feita por Márcio L. Castro </figcaption></figure>
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<!-- wp:paragraph -->
<p>Entre estes roedores, destacam-se os pertencentes ao grupo dos Neopiblemidae. Um deles era o <em>Neoepiblema</em>, que pesava em torno de 86 Kg a 151 Kg e viveu na região amazônica há cerca de 10 milhões de anos em ambientes pantanosos que ali existiam antes do surgimento de uma das maiores floresta do mundo. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Estudo recentemente publicado no periódico estadunidense <em><a href="https://www.tandfonline.com/doi/abs/10.1080/02724634.2018.1549061?journalCode=ujvp20&amp;">Journal of Vertebrate Paleontology</a></em> por Leonardo Kerber, Francisco Negri e Daniela Sanfelice observou a diversidade de espécies de <em>Neoepiblema</em> durante o Mioceno da América do Sul a partir da morfologia dentária destes animais, e constatou que existiam duas espécies deste roedor.  </p>
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<!-- wp:paragraph -->
<p>Uma delas é <em>Neoepiblema acreensis</em>, espécie endêmica da região amazônica do Brasil, descrita em 1990 - havia sido considerada inválida, e agora, a partir de novos dados, passou a ter validade. Além de <em>Neoepiblema acreensis</em>, novas espécies de roedores, tal como <em>Potamarchus adamiae</em>, <em>Pseudopotamarchus villanuevai </em>e <em>Ferigolomys pacarana, </em>têm sido descritas a partir fósseis encontrados no Acre. </p>
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<!-- wp:paragraph -->
<p>Para os pesquisadores, os registros, tanto das espécies conhecidas como das novas, documentam a diversidade extinta e demonstram um grande endemismo da biota amazônica, antes mesmo do surgimento dos ecossistemas modernos. Os dados também ajudam a entender como a vida se desenvolveu naquela região, mostrando como a biodiversidade evoluiu e se extinguiu ao longo dos últimos milhões de anos. </p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p><em>Com informações do Cappa/UFSM</em></p>
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<!-- wp:paragraph -->
<p> </p>
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													</item>
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