<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>		<rss version="2.0"
			xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
			xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
			xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
			xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
			xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
			xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
					>

		<channel>
			<title>UFSM - Feed Customizado RSS</title>
			<atom:link href="https://www.ufsm.br/busca?rss=true&#038;tags=sanitarista" rel="self" type="application/rss+xml" />
			<link>https://www.ufsm.br</link>
			<description>Universidade Federal de Santa Maria</description>
			<lastBuildDate>Thu, 23 Jul 2026 12:12:47 +0000</lastBuildDate>
			<language>pt-BR</language>
			<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
			<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.2</generator>

<image>
	<url>/app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico</url>
	<title>UFSM</title>
	<link>https://www.ufsm.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
						<item>
				<title>Professora da UFSM recebe primeira carteira profissional de sanitarista emitida no RS</title>
				<link>https://www.ufsm.br/2026/05/20/professora-da-ufsm-recebe-primeira-carteira-profissional-de-sanitarista-emitida-no-rs</link>
				<pubDate>Wed, 20 May 2026 16:35:33 +0000</pubDate>
						<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[ccs]]></category>
		<category><![CDATA[sanitarista]]></category>
		<category><![CDATA[saúde coletiva]]></category>

				<guid isPermaLink="false">https://www.ufsm.br/?p=72878</guid>
						<description><![CDATA[Reconhecimento reforça a regulamentação da profissão, fortalece a formação em Saúde Coletiva e amplia perspectivas de atuação no SUS]]></description>
							<content:encoded><![CDATA[  <!-- wp:tadv/classic-paragraph -->
<p data-start="472" data-end="872">A professora <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Liane Righi</span></span>, do Departamento de Saúde Coletiva do Centro de Ciências da Saúde da <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Universidade Federal de Santa Maria</span></span>, recebeu a primeira carteira profissional de sanitarista emitida no Rio Grande do Sul. A entrega ocorreu em ato do Ministério da Saúde realizado em Canoas.</p>
<p data-start="874" data-end="1115">A emissão da carteira ocorre após a regulamentação da profissão de sanitarista no Brasil, oficializada em 2026. A regulamentação reconhece formalmente a profissão de sanitarista e estabelece critérios para o exercício profissional por pessoas com formação em Saúde Coletiva ou Saúde Pública.</p>
<p data-start="874" data-end="1115">Mais do que uma formalidade, a medida representa, segundo Liane, um avanço no reconhecimento de profissionais que historicamente atuam no planejamento, gestão, pesquisa e formulação de políticas públicas em saúde. <span style="font-size: revert;color: initial">“A principal mudança é a visibilidade para a existência da profissão de sanitarista, com reconhecimento da formação na graduação, especialização, mestrado ou doutorado na área da Saúde Coletiva”, afirma.</span></p>
<h3 data-section-id="g7wznw" data-start="1539" data-end="1567">O que faz um sanitarista?</h3>
<p data-start="1569" data-end="1928">Sanitaristas são profissionais voltados à dimensão coletiva da saúde, atuando em áreas como epidemiologia, gestão e planejamento, políticas públicas e organização dos serviços de saúde. O trabalho envolve a articulação entre diferentes dimensões do cuidado, integrando informações epidemiológicas, gestão de equipes e organização das redes de atenção à saúde.</p>
<p data-start="1930" data-end="2144">Na prática, esses profissionais atuam no fortalecimento da gestão do Sistema Único de Saúde (SUS), contribuindo para o planejamento de políticas públicas, organização de serviços e qualificação do cuidado em saúde. Para Liane, a regulamentação traz reconhecimento formal para uma atuação que já existia, mas nem sempre era identificada profissionalmente.</p>
<p data-start="2337" data-end="2550">A expectativa, de acordo com a docente, é de que a regulamentação amplie a visibilidade da profissão e fortaleça a inserção de sanitaristas em diferentes espaços do SUS. No Rio Grande do Sul, por exemplo, a Secretaria Estadual da Saúde já incluiu bacharéis em Saúde Coletiva em seus dois últimos concursos. Com a regulamentação, a tendência é que municípios e órgãos públicos passem a prever cargos específicos para sanitaristas. <span style="font-size: revert;color: initial">“Há sanitaristas trabalhando na região, muitas vezes profissionais da saúde com especialização em Saúde Pública. Contudo, atualmente concursos e contratações costumam ocorrer a partir da profissão de graduação. Espera-se que prefeituras passem a incluir sanitaristas para essa função”, explica.</span></p>
<p data-start="3111" data-end="3238">Segundo a professora, ainda há carência de profissionais atuando integralmente nessa área, especialmente no interior do estado. <span style="font-size: revert;color: initial">“Sanitarista é a profissão que se ocupa do coletivo. Em muitas situações, todas as funções de gestão da saúde ficam concentradas na pessoa que ocupa a Secretaria de Saúde, que nem sempre possui formação específica. A permanência de sanitaristas na gestão do SUS deixaria o sistema mais estável”, avalia.</span></p>
<h3 data-section-id="sn7n7o" data-start="3547" data-end="3609">Regulamentação fortalece formação em Saúde Coletiva na UFSM</h3>
<p data-start="3611" data-end="3765">A conquista ocorre no mesmo momento em que a UFSM inicia seu mestrado em Saúde Coletiva, o que reforça a relevância da regulamentação para a Universidade. De acordo com Liane, o reconhecimento profissional fortalece o campo de formação e pesquisa, além de estimular o interesse de profissionais pela área. <span style="font-size: revert;color: initial">“Espera-se que mais sanitaristas trabalhem na região e que mais profissionais tenham interesse na formação. É provável que a oferta de especialização lato sensu e graduação entrem na agenda do Departamento de Saúde Coletiva”, destaca.</span></p>
<p data-start="4157" data-end="4412">Segundo ela, a proposta do mestrado da UFSM já foi construída considerando o cenário de regulamentação da profissão, com formação voltada às três grandes áreas da Saúde Coletiva: epidemiologia; política, planejamento e gestão; e ciências sociais em saúde.</p>
<h3 data-section-id="1uabwdf" data-start="4414" data-end="4460">Impactos para o SUS e para a Saúde Coletiva</h3>
<p data-start="4462" data-end="4571">Além do reconhecimento profissional, a regulamentação pode trazer impactos diretos para a organização do SUS. Para Liane, a presença de sanitaristas contribui para qualificar a gestão do sistema, articulando melhor as informações epidemiológicas, o trabalho das equipes e a rede de serviços entre os diferentes níveis de atenção. <span style="font-size: revert;color: initial">“Isso significa articular melhor o trabalho das equipes com as informações epidemiológicas, organizar melhor a rede de serviços e fazer ofertas para qualificar o trabalho das equipes, ampliando a clínica, especialmente na Atenção Primária à Saúde”, explica.</span></p>
<p data-start="5055" data-end="5413">Além de integrar o Departamento de Saúde Coletiva da UFSM, Liane participou da construção do mestrado da área na instituição e atualmente é vice-presidente da <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Associação Brasileira de Saúde Coletiva</span></span>. Com trajetória vinculada ao movimento da reforma sanitária brasileira, a docente considera simbólico receber a primeira carteira profissional emitida no estado. <span style="font-size: revert;color: initial">“Represento uma geração de sanitaristas que participou do movimento de reforma sanitária e acompanhou o nascimento do SUS. Fiquei bastante honrada com o convite para receber a primeira carteira de sanitarista do Rio Grande do Sul”, finaliza.</span></p>
<!-- /wp:tadv/classic-paragraph -->]]></content:encoded>
													</item>
					</channel>
        </rss>
        